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15.661 questões encontradas. Mostrando a página 566 de 784.
29D329E9-DE A criação do banco de desenvolvimento dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) é um sinal da mudança no equilíbrio de poder na economia mundial. A avaliação é do economista indiano Deepak Nayyar, professor emérito da Universidade Jawaharlal Nehru, de Nova Déli.(Banco dos Brics muda equilíbrio mundial, diz economista. Disponível em: Banco dos Brics muda equilíbrio mundial, diz economista http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/08/1501027-banco-dos-brics-mudaequilibrio-mundial-diz-economista-leia-integra.shtml. Acesso em: 15 ago. 2014, às 9h20.)Em julho de 2014, aconteceu em Fortaleza, no Ceará, mais uma das chamadas reuniões da Cúpula de Líderes dos BRICS, que discutiu a criação de um banco entre os países pertencentes ao grupo.Assinale a alternativa que contenha uma possível intenção para a criação de tal banco.29C1258D-DE Matemática
Aritmética e ProblemasEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosDois sócios resolveram contratar um advogado para que recebessem a quantia de uma dívida de R$ 120.000,00. Após algumas tentativas de acordo, o devedor concordou em pagar 60% do valor devido. Após pagar as custas do advogado, que representam 12% sobre o valor recebido, quanto sobrará para cada um dos sócios, sabendo que os dois devem receber a mesma quantia?296D9570-DE Português
SintaxeEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão:
Complexo de d. Sebastião
Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em
nosso futebol não podem mais esperar, diz autor
Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik
ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?
WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.
ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.
WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.
ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?
WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.
ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?
WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.
(O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)
Releia o trecho: “O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconteceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França [...].” O termo “aliás”, na segunda sentença, estabelece com a antecedente uma relação de2963C237-DE Português
Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão:
Complexo de d. Sebastião
Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em
nosso futebol não podem mais esperar, diz autor
Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik
ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?
WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.
ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.
WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.
ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?
WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.
ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?
WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.
(O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)
Em ’’O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconteceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo, agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura’’, a função de linguagem predominante seria:143CCAAF-DE Geografia
UrbanizaçãoFGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosMais do que um problema relacionado à raça, o homicídio no Brasil sempre se caracterizou por ser um tipo de crime vinculado ao território. Nas últimas décadas, as principais vítimas e autores de assassinatos foram homens, jovens, moradores de bairros com pouca infraestrutura urbana dos grandes centros metropolitanos. Eles mataram e morreram por viverem em locais com grande quantidade de armas, marcados pela desordem. São territórios com frágil presença policial, vulneráveis à ação daqueles que estão dispostos a tentar exercer o domínio pela violência.
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,homicidio-e-um-crime-territorial-e-nao-esta-vinculado-a-racas, 531604,0.htm. Acesso em 15/01/2014.
A afirmação que é coerente com a situação da violência homicida no Brasil e com o texto acima, de autoria do jornalista Bruno Paes Manso, é:
14387DA7-DE Geografia
Geografia FísicaFGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosNo Brasil há a presença de variados biomas e ecossistemas ricos em espécies animais, vegetais e micro-organismos. É o país com maior diversidade de anfíbios do mundo: 516 espécies. Possui 522 espécies de mamíferos, das quais 68 são endêmicas; 468 espécies de répteis, das quais 172 são endêmicas, e 1622 espécies de aves (uma em cada seis espécies de aves do mundo ocorre no Brasil).
Adaptado de Conhecer para conservar: As Unidades de Conservação do Estado de São Paulo. Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. 1999, p. 66.
Essas informações sobre a biogeografia do território brasileiro permitem concluir:
142D7250-DE Geografia
GlobalizaçãoFGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosServiços de atendimento ao consumidor, call centers e serviços de transcrição médica foram só o começo. A possibilidade de terceirizar serviços graças às TICs (tecnologias de informação e comunicação) aumentou a cada dia a capacidade de administrar os equipamentos físicos e as redes de computadores de empresas e de manter e desenvolver programas de negócios; [...] o que começou como arbitragem de salários ou simples corte de custos mandando para o exterior alguns empregos menores se tornou um enorme sistema projetado para transformar uma empresa em uma eficiente operação global.
Nayan Chanda. Sem Fronteira. Rio de Janeiro: Record, 2011. p. 409.
Sobre as novas condições geográficas da economia global propiciadas pelas TICs, é correto afirmar:
1420C916-DE História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889FGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosA Farroupilha foi uma revolta141CBDA1-DE História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)FGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosSão características do período arcaico (séculos VIII-VI a.C.), na Grécia Antiga:
13E52941-DE Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosLIBERALS AND ISLAMISTS
By Shadi Hamid

Adapted from Time, August 12, 2013.
In paragraph 2, “That” in the sentence “That is an old story” most likely refers to13B3092C-DE Português
Figuras de LinguagemFGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão

Evanildo Bechara, Na ponta da língua. Adaptado.
Sobre os verbos “boiar” e “nadar”, empregados metaforicamente no texto, é correto afirmar:139B3771-DE Matemática
MatrizesFGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos4 Sejam as matrizes
e B =[5 8]. A matriz X que satisfaz a equação matricial XA = B
tem elementos cuja soma é 13972E83-DE Matemática
Geometria AnalíticaFGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosNo plano cartesiano, a reta (r) de equação y + kx = 2 é perpendicular à reta (s) que passa pela origem e pelo ponto (−5 1).
O ponto de intersecção das retas (r) e (s) tem abscissa
1393E9BD-DE Matemática
Equação LogarítmicaFGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosConsidere a seguinte tabela, em que ln(x) representa o logaritmo neperiano de x :
x 1 2 3 4 5
In(x) 0 0,69 1,10 1,39 1,61
O valor de x que satisfaz a equação 6x=10 é aproximadamente igual a
138B4FBA-DE Matemática
Progressão Aritmética - PAFGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosAs prestações de um financiamento imobiliário constituem uma progressão aritmética na ordem em que são pagas. Sabendo que a 15ª prestação é R$ 3 690,00 e a 81ª prestação é R$ 2 700,00, o valor da 1ª prestação é
1382A649-DE Matemática
Geometria PlanaFGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosDois triângulos são semelhantes. O perímetro do primeiro é 24m e o do segundo é 72m. Se a área do primeiro for 24 m² , a área do segundo será137DDDB0-DE Matemática
ProbabilidadeFGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosEm uma urna há 72 bolas idênticas mas com cores diferentes. Há bolas brancas, vermelhas e pretas. Ao sortearmos uma bola da urna, a probabilidade de ela ser branca é 1/ 4 e a probabilidade de ela ser vermelha é 1/ 3 .
A diferença entre o número de bolas pretas e o número de bolas brancas na urna é
1376182B-DE Matemática
EsferaFGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosO volume de uma esfera de raio r é dado por V = 4/3 π r³ . Um reservatório com formato esférico tem um volume de 36π metros cúbicos. Sejam A e B dois pontos da superfície esférica do reservatório e seja m a distância entre eles. O valor máximo de m em metros é13644454-DE Matemática
Análise de Tabelas e GráficosFGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosO gráfico abaixo apresenta a receita semestral (em milhões de reais) de uma empresa em função do tempo em que I/2012 representa o 1º semestre de 2012, II/2012 representa o 2º semestre de 2012 e assim por diante.
Estima-se que- • a variação porcentual da receita de I/2014 em relação à de I/2013 seja igual à variação porcentual da receita de I/2013 em relação à de I/2012;
- • a variação porcentual da receita de II/2014 em relação à de II/2013 seja igual à variação porcentual da receita de II/2013 em relação à de II/2012.
Nessas condições, pode-se afirmar que a receita total do ano de 2014, em milhões de reais, será de
5E535C05-DC Física
DinâmicaUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
Uma cancela manual é constituída de uma barra homogênea AB de comprimento L = 2,40 m e massa M = 10,0 kg, está articulada no ponto O, onde o atrito é desprezível. A força tem direção vertical e sentido descendente, como mostra a figura acima.
Considerando a aceleração da gravidade g = 10,0 m/s2, a intensidade da força mínima que se deve aplicar em A para iniciar o movimento de subida da cancela é