Questões do ENEM: nível médio
Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
- Filtrando por
- MédioRemover este filtro
Resultados
27.392 questões encontradas. Mostrando a página 594 de 1370.
67E8EEDC-B3 Um estudante deseja guardar uma solução aquosa 1 mol/L de CoCl2 em um recipiente a 25 ºC. Para isso, no laboratório de química há disponível recipientes dos seguintes materiais:I. AlumínioII. FerroIII. NíquelIV. CobreV. PrataAssinale a alternativa que apresenta somente materiais em que a solução pode ser armazenada sem ocorrência de reação com o recipiente:Dados:Al3+(aq) + 2e- → Al(s) E°=-1,66 VFe2+(aq) + 2e- → Fe(s) E°=-0,44 VNi2+(aq) + 2e- → Ni(s) E°=-0,25 VCo2+(aq) + 2e- → Co(s) E°=-0,28 VCu2+(aq) + 2e- → Cu(s) E°=+0,34 VAg+(aq) + 2e- → Ag(s) E°=+0,80 V67DCF3D5-B3 Biologia
Hereditariedade e diversidade da vidaIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosOrganismos transgênicos receberam genes de outras espécies de seres vivos, com características desejadas, em função de produzirem substâncias de interesse do próprio homem. Além do DNA cromossômico, bactérias possuem plasmídeos e algumas enzimas especiais capazes de fragmentar naturalmente (cortar) pedaços de DNA. Qual alternativa indica corretamente o que é um plasmídeo e o nome dessas enzimas, respectivamente?67CD33D7-B3 Matemática
Geometria EspacialIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosUm reservatório de água tem o formato de um prisma hexagonal regular, cujo lado mede 4 m e tem profundidade igual a 5 m. A capacidade desse reservatório é igual a:67CA454B-B3 Matemática
Aritmética e ProblemasIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosO volume de um tetraedro regular de aresta 1 cm é igual a:67C5F0B3-B3 Matemática
Geometria PlanaIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosA área lateral de um cilindro equilátero de raio igual a 2 cm é:67BDEA95-B3 Matemática
Sistemas LinearesIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosO sistema
é:67BA2641-B3 Matemática
MatrizesIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosO determinante da matriz
é igual a:67A3B472-B3 Inglês
Verbos | VerbsIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos• Leia o texto e responda às questões:How has Princess Diana's death changed the Royal Family?The death of Princess Diana in 1997, and the public's response to it, shook the House of Windsor.Twenty years on, there's been a coup at the palace. It was bloodless. All the royals remain standing. But the power has shifted.The departure, earlier this month, of the Queen's dedicated senior official Sir Christopher Geidt has meant her eldest son can exert more control over the monarchy's direction of travel.The comings and goings of courtiers excite those on the inside and leave outsiders cold.However, recent changes should cheer Prince Charles. The heir who's waited and waited is more content and less anguished.He's still driven by a desire to deliver change but the royal prophet in the wilderness on climate change has been embraced by the mainstream.A prince once derided for talking to plants is praised for trying to save the planet.With each year that passes, his mother will do less and he will do more.There are fewer clouds on his horizon. It's a horizon that was once obscured by the War of the Waleses:his televised admission of adultery, and his leaked comments about tampons.Lasting influenceAnd yet, and yet. Whatever accommodation he reached with his first wife in life hasn't survived her death. Diana haunts Charles.A recent YouGov poll commissioned by the Press Association suggested that the number of people who believe the Prince of Wales has made a positive contribution to the Royal Family has fallen over the past four years, down from 60% to 36%.This polling took place at a time when it was hard to escape references to Charles's painful past.Newspapers and television channels have reflected at length on the influence of Diana, Princess of Wales, an influence that stretched from fashion to the British monarchy.It's been a month of coverage that must have perplexed anyone under the age of 25 and would have confused a visiting Martian.Charles's many supporters will argue that Diana's adverse impact on his popularity will recede with each passing year. But 20 years on, her influence still registers.(...)Disponível em: <http://www.bbc.com/news/uk-41094816/. Acesso em: Agosto de 2017)O tempo verbal grifado na seguinte frase “Twenty years on, there's been a coup at the palace” é o:6797745B-B3 Português
Interpretação de TextosIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTendo como referência a obra Dom Casmurro, de Machado de Assis, responda a questão.CAPÍTULO CXXIII – OLHOS DE RESSACANo enterro de Escobar, seu melhor amigo, Bentinho pensa ver nos olhos de Capitu as marcas da traição de que acredita ter sido vítima.…..........................................................Enfim, chegou a hora da encomendação e da partida. Sancha quis despedir-se do marido, e o desespero daquele lance consternou a todos. Muitos homens choravam também, as mulheres todas. Só Capitu, amparando a viúva, parecia vencer-se a si mesma. Consolava a outra, queria arrancá-la dali. A confusão era geral. No meio dela, Capitu olhou alguns instantes para o cadáver tão fixa, tão apaixonadamente fixa, que não admira lhe saltassem algumas lágrimas poucas e caladas...As minhas cessaram logo. Fiquei a ver as dela; Capitu enxugou-as depressa, olhando a furto para a gente que estava na sala. Redobrou de carícias para a amiga, e quis levá-la; mas o cadáver parece que a retinha também. Momento houve em que os olhos de Capitu fitaram o defunto, quais os da viúva, sem o pranto nem palavras desta, mas grandes e abertos, como a vaga do mar lá fora como se quisesse tragar também o nadador da manhã.Assis, Machado de. Dom Casmurro. 32. ed. São Paulo: Ática, 1997. p. 160-161. (Fragmento).Em diversas passagens da obra, o narrador menciona os olhos de Capitu como sendo “olhos de ressaca”, sendo isso uma referência clara:67946491-B3 Português
Interpretação de TextosIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTendo como referência a obra Dom Casmurro, de Machado de Assis, responda a questão.CAPÍTULO CXXIII – OLHOS DE RESSACANo enterro de Escobar, seu melhor amigo, Bentinho pensa ver nos olhos de Capitu as marcas da traição de que acredita ter sido vítima.…..........................................................Enfim, chegou a hora da encomendação e da partida. Sancha quis despedir-se do marido, e o desespero daquele lance consternou a todos. Muitos homens choravam também, as mulheres todas. Só Capitu, amparando a viúva, parecia vencer-se a si mesma. Consolava a outra, queria arrancá-la dali. A confusão era geral. No meio dela, Capitu olhou alguns instantes para o cadáver tão fixa, tão apaixonadamente fixa, que não admira lhe saltassem algumas lágrimas poucas e caladas...As minhas cessaram logo. Fiquei a ver as dela; Capitu enxugou-as depressa, olhando a furto para a gente que estava na sala. Redobrou de carícias para a amiga, e quis levá-la; mas o cadáver parece que a retinha também. Momento houve em que os olhos de Capitu fitaram o defunto, quais os da viúva, sem o pranto nem palavras desta, mas grandes e abertos, como a vaga do mar lá fora como se quisesse tragar também o nadador da manhã.Assis, Machado de. Dom Casmurro. 32. ed. São Paulo: Ática, 1997. p. 160-161. (Fragmento).Nesse trecho, apesar da grande amizade que nutria por Escobar, Bento Santiago tenta disfarçar a sua dor pela perda do amigo porque:67903A0A-B3 Português
Interpretação de TextosIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTendo como referência a leitura da obra Iracema, de José de Alencar, leia o trecho que segue e responda a questão:CAPÍTULO IIAlém, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.
Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira.O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu onde campeava sua guerreira tribo da grande nação tabajara, o pé grácil e nu, mal roçando alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.Um dia, ao pino do sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos. Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto.Iracema saiu do banho; o aljôfar d'água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva. Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agresteA graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru de palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece a renda, e as tintas de que matiza o algodão.Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se.Diante dela e todo a contemplá-la, está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta. Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu. Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido.De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada, mas logo sorriu. O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d'alma que da ferida.O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara.A mão que rápida ferira, estancou mais rápida e compassiva o sangue que gotejava. Depois Iracema quebrou a flecha homicida: deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada.O guerreiro falou:—Quebras comigo a flecha da paz?—Quem te ensinou, guerreiro branco, a linguagem de meus irmãos? Donde vieste a estas matas, que nunca viram outro guerreiro como tu ?—Venho de bem longe, filha das florestas. Venho das terras que teus irmãos já possuíram, e hoje têm os meus.—Bem-vindo seja o estrangeiro aos campos dos tabajaras, senhores das aldeias, e à cabana de Araquém, pai de Iracema.ALENCAR, José de. “Iracema”. In: ALENCAR, José de.Obra Completa. Rio de Janeiro: Editora José Aguilar, 1959a, vol. III.O trecho lido apresenta a figura feminina sob o olhar do narrador, segundo ele a personagem:6777A499-B3 Português
Interpretação de TextosIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos• A questão se refere ao Texto I
Texto I
Indígenas na cidade: pobreza e preconceito marcam condições de vida
Há muito tempo, a floresta amazônica deixou de ser o lar de milhares de indígenas. A escassez de alimentos, o desmatamento e o avanço das cidades sobre as matas são alguns fatores que motivaram povos tradicionais a migrar para áreas urbanas. Em Manaus, no Amazonas, eles podem ser encontrados em todas as regiões da cidade. A Fundação Estadual do Índio estima que de 15 a 20 mil indígenas de diversas etnias vivam em áreas urbanas amazonenses, como os sateré-mawé, apurinã, kokama, miraña, dessana, tukano e piratapuia. “Acredito que 90% dos bairros de Manaus tenham indígenas morando”, informou o presidente da Fundação Estadual do Índio, Raimundo Atroari.
Apesar de buscar melhores condições de vida na cidade, a maioria dos indígenas vive em situação de pobreza, tem dificuldade de conseguir emprego e a principal renda vem do artesanato. “Geralmente, as comunidades estão localizadas em área de risco. Nunca é numa área boa. A gente sente muita essa dificuldade de viver na cidade. A maioria dos Sateré daqui da aldeia está no trabalho informal, sem carteira assinada. A maior parte fica dentro da aldeia trabalhando com artesanato. A gente consegue gerar uma renda mais no mês de abril quando o público procura. Fora isso a gente fica dependendo de doações”, contou o tuxaua ou cacique Moisés Sateré, líder de uma comunidade no bairro da Paz, zona oeste de Manaus, onde vivem 14 famílias.
A antropóloga Lúcia Helena Rangel, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, confirma que é comum os indígenas, mesmo em áreas urbanas, viverem em comunidade. “Conforme vai passando o tempo, vem um, vem outro e mais outros, as famílias acabam se juntando em determinado bairro, ou em uma periferia que ninguém morava, e os indígenas foram morar. Você vai ver que nas grandes cidades como Manaus, Campo Grande, Porto Alegre têm bairros eminentemente indígenas, ou segmentos de bairros, ressaltou a antropóloga.”
[...]
Morar em centros urbanos sem ocultar a ancestralidade e as próprias referências é ainda uma luta para mais de 315 mil indígenas, segundo dados do último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número representa 49% do total da população indígena do país.
“Há ainda forte preconceito e discriminação. E os indígenas que moram nas cidades são realmente os que enfrentam a situação assim no dia a dia, constantemente”, conta o presidente da Organização dos Índios da Cidade, de Boa Vista, Eliandro Pedro de Sousa, do povo Wapixana.
Em todo o Brasil, São Paulo é a cidade com maior população indígena, com cerca de 12 mil habitantes; seguida de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, com pouco mais de 11 mil e Salvador, com mais de 7,5 mil índios.
A antropóloga Lúcia Helena Rangel, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, destaca que desde a colonização, a presença indígena nas cidades é constante, mas, em décadas passadas, a cidade era um espaço proibido.
“Eles iam pras cidades e não diziam que eram indígenas. Ocultavam a origem e também ocultavam as referências culturais, digamos assim”, explica. De acordo com ela, o medo da discriminação e de represálias do antigo Serviço de Proteção ao Índio impedia os indígenas de se apresentarem como tal.
Foi na década de 50, com o desenvolvimento industrial, que o processo de migração para as cidades se intensificou. Moradores do campo seguiam em busca de emprego nas fábricas e, com os indígenas, não foi diferente, conta a professora.
A própria Fundação Nacional do Índio (Funai), que tem como missão promover os direitos dos povos indígenas no Brasil, sofre o preconceito e percebe a situação dos indígenas que moram nas cidades. “Essa questão do preconceito é até com os servidores [da Funai]. Se é com o servidor, imagine para o próprio indígena”, indaga o coordenador regional da Funai em Roraima, Riley Mendes.
Bianca Paiva, Maíra Heinen – repórteres do radiojornalismo – EBC – Agência Brasil, 19/04/2017.
Fonte: <http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2017-04/indigenas-na-cidade-pobreza-e-preconceito-marcam-condicao-de-vida>. Acesso em: 10 set. 2017.
De acordo com o texto, a presença dos índios nos centros urbanos NÃO se encontra marcada pela:2A593F81-B3 Sociologia
Política, poder e EstadoUniversidade Estadual de Montes Claros - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosDegradação do sistema penal, corrupção nas instituições públicas, brutalidade policial, crescimento do número de milícias, tráfico de armas e drogas, violência doméstica contra crianças e mulheres, violência no trânsito, racismo e homofobia compõem uma lista dos temas e problemas dos quais se ocupam especialistas nas universidades e inúmeros centros de pesquisa sociais. Transgressão da legalidade e desrespeito à ordem constitucional são sempre referidos pelos pesquisadores como algo que atinge a todos na sociedade, independentemente se são ricos ou pobres, jovens ou velhos, indivíduos ou coletividades.As muitas explicações sobre a violência e o crime relacionam-se a fatores importantes, EXCETO2A5260F4-B3 Filosofia
Conceitos FilosóficosUniversidade Estadual de Montes Claros - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
Conforme Silvio Gallo, “ao longo da história humana, legisladores morais de todos os tipos aviltaram a liberdade humana em nome de um poder absoluto e da exploração. Sua ação sempre foi facilitada pela angústia existencial que sentimos frente ao nada de nosso ser e, para fugir a tal angústia, aderimos – de “má fé” – a qualquer identidade externa que nos seja oferecida pelos moralistas de plantão. Em nosso íntimo, porém, sabemos que essa tranquilidade que conseguimos com a identificação social é falsa, e é a coragem de abandoná-la que fundamenta as revoltas políticas que visam resgatar a dignidade humana e a sua autonomia [...]”. Gallo cita o filósofo francês Jean Paul Sartre, observando que, para ele, “o ser humano é livre, e a liberdade consiste no ato da escolha”.Fonte: GALLO, Silvio. Filosofia: experiência do pensamento . São Paulo: Scipione, 2013, p. 131.O século XVIII é caracterizado como o “século da moral”, como tempo marcado profundamente pelo Iluminismo, “um projeto pedagógico-político de construção da autonomia da razão e emancipação de homens e mulheres, fornecendo-lhes meios intelectuais para uma ação consciente”, conforme Gallo. Nesse tempo, desenvolve-se o grande projeto ético de Immanuel Kant, com a sua destacada obra “Fundamentação da metafísica dos costumes” (1785), aprofundado em “Crítica da Razão Prática” (1788).Na atualidade, não há como pensar em moral e ética sem recorrer às obras de Kant. Em relação a esse filósofo, assinale a alternativa CORRETA.2A4F7A27-B3 Filosofia
A PolíticaUniversidade Estadual de Montes Claros - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
Conforme Silvio Gallo, “ao longo da história humana, legisladores morais de todos os tipos aviltaram a liberdade humana em nome de um poder absoluto e da exploração. Sua ação sempre foi facilitada pela angústia existencial que sentimos frente ao nada de nosso ser e, para fugir a tal angústia, aderimos – de “má fé” – a qualquer identidade externa que nos seja oferecida pelos moralistas de plantão. Em nosso íntimo, porém, sabemos que essa tranquilidade que conseguimos com a identificação social é falsa, e é a coragem de abandoná-la que fundamenta as revoltas políticas que visam resgatar a dignidade humana e a sua autonomia [...]”. Gallo cita o filósofo francês Jean Paul Sartre, observando que, para ele, “o ser humano é livre, e a liberdade consiste no ato da escolha”.Fonte: GALLO, Silvio. Filosofia: experiência do pensamento . São Paulo: Scipione, 2013, p. 131.Baseando na argumentação de Silvio Gallo e no pensamento filosófico de Sartre, podemos considerar que a existência humana é uma construção de valores que possibilita, EXCETO2A4B5B38-B3 Química
Equilíbrio QuímicoUniversidade Estadual de Montes Claros - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosA concentração do íon hidroxônio, [H3O+], da água é 1,0 x 10-6 mol L-1 a 100ºC. Valor, aproximadamente, dez vezes a concentração do mesmo íon da água a 25ºC. Sobre o exposto, é CORRETO afirmar que:2A486E26-B3 Química
Termoquímica: Energia Calorífica, Calor de reação, Entalpia, Equações e Lei de Hess.Universidade Estadual de Montes Claros - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosA troca de gás carbônico entre a atmosfera e a biosfera terrestre ocorre por dois processos: I e II, representados de forma simplificada através do esquema:
I. (CH2O)n + O2 → CO2 + H2O + EnergiaII. H2O + CO2 + hν → (CH2O)n + O2Sobre os processos, é CORRETO afirmar:
2A4536AB-B3 Química
Cadeias Carbônicas: Características e Classificações do Átomo do Carbono, Tipos de Ligação e Hibridação. Tipos de Cadeias Carbônicas e Fórmulas. Séries: Homóloga, Isóloga e Heteróloga.Universidade Estadual de Montes Claros - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosOs tocoferóis são conhecidos por sua ação antioxidante e estão presentes na maioria dos óleos vegetais. Existem quatro tipos de tocoferóis, α, β, γ e δ, conforme mostrado a seguir:

É INCORRETO afirmar que:
2A3EADB1-B3 Matemática
Aritmética e ProblemasUniversidade Estadual de Montes Claros - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosConsidere b ∈ IR. Se a média aritmética dos números b − 2 , 5b + 2 , 6 e 8 é 9,5, então b vale2A316CE7-B3 Matemática
Geometria AnalíticaUniversidade Estadual de Montes Claros - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosConsidere a ∈ IR, com a > 1 . Se M (1,3) é o ponto médio do segmento de reta de extremidades A (a,4) e B(−1,2), então o valor de a é