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Questões do ENEM: nível médio

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Resultados

27.392 questões encontradas. Mostrando a página 602 de 1370.

  • A24C13CF-B2

    Matemática

    Função de 1º Grau ou Função Afim, Problemas com Equação e Inequações
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Seja a função f (x) : A ⇾ B, em que A é o domínio, A = D(f), e B é o contradomínio, assinale a alternativa ERRADA.

    Escolha uma alternativa para a questão a24c13cf-b2
  • A2491B76-B2

    Matemática

    Geometria Plana
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Uma sequência de triângulos equiláteros cresce em progressão geométrica. Sabendo-se que os lados dos três primeiros triângulos da sequência são 1, 2, 4, ..., nesta ordem (veja figura a seguir)

    Imagem da questão de Matemática, Universidade Federal de Roraima 2017, Geometria Plana

    A área do próximo triângulo equilátero da sequência é:
    Escolha uma alternativa para a questão a2491b76-b2
  • A2455B47-B2

    Matemática

    Circunferências
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um grupo de pessoas realizará uma caminhada em torno de uma ilha, de forma circular, saindo do ponto A e chegando ao ponto B (Veja figura a seguir), numa velocidade de 6 metros por minuto. Sabendo-se que é o centro do círculo e o comprimento do segmento Figura 1 de 2 da questão de Matemática, Universidade Federal de Roraima 2017, Circunferências é 300 metros, o tempo necessário para o grupo completar o percurso é de:

    (Obs.: Considerar o valor de π igual a 3,14).

    Figura 2 de 2 da questão de Matemática, Universidade Federal de Roraima 2017, Circunferências

    Escolha uma alternativa para a questão a2455b47-b2
  • A241C365-B2

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia os versos do poema ''Os estatutos do homem'' de Tiago Melo para responder à questão:


    "O homem confiará no homem como um menino confia em outro"

    (...)

    "e saber que é a água

    que dá à planta o milagre da flor"

    (...)

    "Fica proibido o uso da palavra liberdade,

    a qual será suprimida dos dicionários"


    Observe a análise sintática dos termos a seguir:

    I. "O homem confiará no homem" - o homem (sujeito) / no homem (objeto indireto)

    II. "O homem confiará no homem" - o homem (sujeito) / no homem (adjunto adverbial)

    III. A expressão "o milagre da flor" - (objeto direto e indireto, respectivamente)

    IV. A expressão "em outro" - (objeto indireto do verbo confiar)


    Estão corretas:

    Escolha uma alternativa para a questão a241c365-b2
  • A22C5BEE-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto abaixo e responda a questão.


    TEXTO II

    UM APÓLOGO


       Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
         — Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
         — Deixe-me, senhora.
        — Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
         — Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
         — Mas você é orgulhosa.
         — Decerto que sou.
         — Mas por quê?
        — É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
         — Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
        — Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
        — Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
        — Também os batedores vão adiante do imperador.
        — Você é imperador?
        — Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... 
       Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
        — Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
       A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plicplic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
       Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
         — Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
       Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
    — Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
       Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
         — Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

    ASSIS, Machado de. Para Gostar de Ler - Volume 9 – Contos. São Paulo: Ática, 1984.
    A narrativa traz seres inanimados e personagens humanos desempenhando, paralelamente, comportamentos sociais semelhantes. Sobre essa analogia só NÃO se pode afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão a22c5bee-b2
  • A228F0DA-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Tomás Antônio Gonzaga, transcrito a seguir, e marque a alternativa que aponta três características do Arcadismo brasileiro que nele podem ser observadas.

                Lira I

                Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,
               Que viva de guardar alheio gado;
               De tosco trato, d’expressões grosseiro,
               Dos frios gelos, e dos sóis queimado.
               Tenho próprio casal, e nele assisto;
               Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;
               Das brancas ovelhinhas tiro o leite,
               E mais as finas lãs, de que me visto.

               Graças, Marília bela,
               Graças à minha Estrela! 
    Escolha uma alternativa para a questão a228f0da-b2
  • A2205CBA-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I

       "Após encontrar um abrigo seguro sob uma copa de maçaranduba caída, ainda ofegante, e com dores fortes em sua pata esquerda e coxa direita, começou a averiguar o que aquele estrondo havia lhe causado. A pata estava completamente dilacerada, com sangramento. As duas garras da região esquerda tinham sido arrancadas. Observou a mutilação. Em sua memória automática, associava o ferimento ao barulho alto e aterrorizante.

       Pelo instinto, a onça vislumbrou que, geralmente antes e durante as chuvas torrenciais, estrondos ecoavam pela floresta. Não eram parecidos com os dois que acabara de ouvir, mas às vezes, quando acontecia, isso a assustava como se a floresta estivesse sendo engolida por um animal maior e mais forte. Olhou novamente para a pata, e diante de sua imponência, iniciou uma tentativa de escoamento do sangramento com sua língua, o que logo pressentiu ser inútil.

       Ao passar do tempo, a coxa direita latejava cada vez mais. Tentou levantar da toca provisória com o intuito de chegar até sua caverna próxima à cachoeira. Constatou ser impossível conseguir se apoiar sem firmar o corpo com as regiões atingidas. O sangramento da pata diminuiu de intensidade. Iniciou sua peregrinação arrastando-se pela floresta. Sentiu a pele de seu peito sendo esfolada pelas folhas, galhos e ouriços de castanha da Amazônia.

       Um rastro de sangue era visível ao longo da tentativa exaustiva de chegar à sua toca. Ao se deparar com um igarapé, vacilou várias vezes até entrar n‘água. Mas não tinha alternativa. Na situação em que se encontrava, não teria como se equilibrar nos troncos das árvores caídas que serviam de ponte e eram facilmente transpassados.

       Entrando no igarapé, a onça sentiu um alívio em sua pata flagelada. De súbito, deitou-se na água e aliviou a coxa atingida pelo impacto desconhecido. Aproveitou e tomou longos goles do líquido. O ferimento na coxa não sangrava mais como antes, porém, a pata dianteira manchava o igarapé atraindo pequenos peixes que mordiscavam seu pelo e a carne dilacerada do ferimento. No movimento de afastar os peixes, enterrou a pata na lama do fundo do igarapé e o sangue parou de manchar a água. Logo a onça afundou mais a pata, e aos poucos a dor foi diminuindo."


    DANTAS, Ricardo. Meia Pata. São Paulo: Kazuá, 2013. p. 20-21

    O texto I diz respeito a um momento pungente da narrativa de Meia Pata, de Ricardo Dantas, e que é fundamental para o desenrolar da obra. Trata-se de quando:

    Escolha uma alternativa para a questão a2205cba-b2
  • C9AA2CCF-B2

    Geografia

    Conceitos Demográficos
    IF-PE · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe atentamente o gráfico a seguir, referente às quatro fases da transição demográfica.

    Imagem da questão de Geografia, IF-PE 2017, Conceitos Demográficos
    Considerando a teoria da transição demográfica, assinale a única proposição CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão c9aa2ccf-b2
  • C9A6AC34-B2

    Geografia

    Agropecuária
    IF-PE · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    A despeito de o Nordeste do Brasil ser mais identificado como a região que concentra a maior parcela de pobreza entre todas as regiões brasileiras, há alguns subespaços regionais que são marcados pelo dinamismo de suas atividades econômicas e que funcionam como a face da modernização no contexto da economia regional. Identifique quais são os núcleos modernizados do Nordeste nas alternativas seguintes.

    I. Produção de soja no Oeste da Bahia, sul do Piauí e do Maranhão, formando, com o vizinho estado do Tocantins, a zona de fronteira agrícola denominada Matopiba.
    II. Fruticultura irrigada no médio Vale do São Francisco (PE/BA), no Vale do Açu (RN) e Baixo Jaguaribe (CE).
    III.Produção fumageira no Recôncavo Baiano, polo cítrico em Sergipe e produção de cacau, no sul da Bahia.
    IV.Implantação de infraestrutura turística em espaços litorâneos, com forte incremento da urbanização turística.
    V. Extrativismo da carnaúba, no Meio Norte; produção cafeeira na Chapada Diamantina (BA); Complexo Industrial Portuário de Suape (PE) e Pecém (CE).

    As atividades que compõem os núcleos de modernização econômica do Nordeste estão contempladas totalmente nas alternativas
    Escolha uma alternativa para a questão c9a6ac34-b2
  • C9A31933-B2

    Geografia

    Energia
    IF-PE · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Com uma matéria intitulada, “Belo Monte, uma usina de promessas”, matéria da revista Carta Capital, publicada em 29/06/2015, aponta sérios problemas decorrentes da implantação da usina de Belo Monte, no Pará. Considerando as vantagens e desvantagens da hidroeletricidade, assinale a única proposição CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão c9a31933-b2
  • C99B848C-B2

    Geografia

    Cartografia
    IF-PE · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe atentamente o símbolo da ONU, o qual contém um mapa-múndi numa projeção azimutal. Assinale a alternativa que faz a correta interpretação desse mapa do ponto de vista político e ideológico.
    Escolha uma alternativa para a questão c99b848c-b2
  • C9971E22-B2

    Conhecimentos Gerais

    Movimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade: Raça, classe e gênero
    IF-PE · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    A partir da década de 1640, o tráfico de escravos entre a África Ocidental e as ilhas inglesas foi organizado por mercadores não licenciados, como Maurice Thomson e William Pennoyer – este último acabou chegando a um acordo com a Companhia da Guiné. [...] Alguns fazendeiros de Barbados, como James Drax, patrocinaram diretamente expedições negreiras à costa africana. Comerciantes holandeses ou ingleses podiam vender os cativos africanos na ilha e voltar com um carregamento de açúcar. Em 1653, havia muito mais escravos do que servos contratados: 20.000 contra 8.000; o resto da população da ilha era formado por 5.000 proprietários ingleses e 5.000 homens livres (ex-servos, dos quais 2.000 ingleses, 2.000 escoceses e 1.000 irlandeses). Nada menos que 7.787 toneladas de açúcar – mais de um milhão de arrobas – foram despachadas em 1655, e valiam pelo menos 380.000 libras, já que os preços estavam altos; mais açúcar deve ter sido enviado para outros lugares.

    BLACKBURN, R. A construção do escravismo no Novo Mundo: do Barroco ao Moderno1492-1800. Rio de Janeiro: Record, 2003, 738 p., p. 281.


    . Com relação à ideia global do TEXTO e a partir de seus conhecimentos sobre o tráfico de pessoas africanas escravizadas, é CORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão c9971e22-b2
  • C98DFC08-B2

    História

    História do Brasil
    IF-PE · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em 1570, calculava-se que viviam no Brasil entre 2000 e 3000 negros trabalhando na lavoura de canade-açúcar. O número de escravos cresceu assustadoramente, quando, segundo alguns autores, se constata, no final do século XVI a importação de 30.000 negros da Guiné para servirem nas lavouras da Bahia e Pernambuco.
    No apogeu da produção do açúcar, no século XVII, foram importados cerca de 500.000 negros, em sua maior parte antes de 1640. Era tanta a importância do trabalho escravo que o padre Antônio Vieira, em carta dirigida ao Marquês de Niza, datada de 12 de agosto de 1648, chega a afirmar: Sem negros não há Pernambuco!

    SILVA, L. D. Para entender o Brasil Holandês. P. 16. Continente Documento. Companhia Editora de Pernambuco – CEPE, Recife, Ano 1, Nº I, 2002.


    Com relação à ideia global do TEXTO e a partir de seus conhecimentos sobre a escravidão no Brasil Colonial, é CORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão c98dfc08-b2
  • C984ED78-B2

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
    IF-PE · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Na verdade, o contexto histórico em que se deu a adoção do conceito de “classes perigosas no Brasil” fez com que, desde o início, os negros se tornassem os suspeitos preferenciais. Na discussão sobre a repressão à ociosidade em 1888, a principal dificuldade dos deputados era imaginar como seria possível garantir a organização do mundo do trabalho sem o recurso às políticas de domínio características do cativeiro.

    CHALHOUB, S. Cidade febril: cortiços e epidemias na Corte imperial. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. 250 p., p. 23.


    O autor do TEXTO apresenta informações sobre o período próximo à abolição da escravidão legal no Brasil, uma instituição que marcou profundamente a cultura nacional. Com relação à ideia global do texto e a partir de seus conhecimentos sobre o tema, é possível afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão c984ed78-b2
  • C97A8F9D-B2

    Biologia

    Características dos seres vivos
    IF-PE · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Analise os sistemas excretores dos animais.

    I. Glândulas verdes localizadas próximo às antenas que se abrem para o exterior através de um poro excretor.
    II. Rede de túbulos com células-flama ou solenócitos.
    III Nefrídios, que removem excreções da cavidade pericárdica e dos vasos sanguíneos.
    IV.Excreções lançadas por difusão.

    Quanto à evolução da fisiologia, a sequência do sistema excretor do mais primitivo para o mais evoluído é
    Escolha uma alternativa para a questão c97a8f9d-b2
  • C96DAA2F-B2

    Biologia

    Evolução biológica
    IF-PE · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    As teorias da evolução das espécies reúnem uma série de evidências. Nas frases relacionadas abaixo, podem ser observadas algumas afirmações sobre as evidências do processo evolutivo. Analise-as e marque a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão c96daa2f-b2
  • C968E3CD-B2

    Química

    Grandezas: massa, volume, mol, massa molar, constante de Avogadro e Estequiometria.
    IF-PE · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Nutrição durante a gravidez

    Sem dúvidas, o maior crescimento do feto ocorre durante o último trimestre de gestação; seu peso quase duplica durante os últimos 2 meses de gestação. Comumente, a mãe não absorve proteínas, cálcio, fosfatos e ferro suficientes pela dieta, durante os últimos meses de gestação para suprir essas necessidades extras do feto. Entretanto, antecipando essas necessidades extras, o corpo da mãe já armazenou essas substâncias – parte na placenta, mas a maioria nos depósitos normais da mulher.
    Se os elementos nutricionais apropriados não estiverem presentes na dieta da gestante, pode ocorrer uma série de deficiências maternas, especialmente de cálcio, fosfatos, ferro e vitaminas. Por exemplo, o feto precisa de cerca de 375 miligramas de fero para formar seu sangue, e a mãe precisa de outros 600 miligramas para formar seu próprio sangue extra. A reserva normal de ferro não ligado à hemoglobina na mulher, no início da gravidez, geralmente fica em torno de 100 miligramas e quase nunca acima de 700 miligramas. Por isso, sem ferro suficiente na dieta, a gestante muitas vezes desenvolve anemia hipocrômica.

    JOHN E. HALL. Tratado de fisiologia médica. 12º ed Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.


    Na profilaxia e tratamento da anemia hipocrômica, normalmente são utilizados medicamentos à base de Ferro. Num dos mais comuns, o ferro apresenta-se na forma de “ferro aminoácido quelato”, fórmula química C4H8N2O4Fe. Quantos milimols de ferro ao dia um paciente que utilize diariamente a posologia de 265mg do medicamento ingere?
    (Dados: C = 12,0 g/mol; H = 1,0 g/mol; N = 14,0 g/mol; O = 16,0 g/mol; Fe = 53,0 g/mol)
    Escolha uma alternativa para a questão c968e3cd-b2