Questões do ENEM: nível difícil
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9.777 questões encontradas. Mostrando a página 316 de 489.
91AB827F-AF Instrução: A questão toma por base um fragmento da crônica Letra de canção e poesia, de Antonio Cicero.Como escrevo poemas e letras de canções, frequentemente perguntam-me se acho que as letras de canções são poemas. A expressão “letra de canção” já indica de que modo essa questão deve ser entendida, pois a palavra “letra” remete à escrita. O que se quer saber é se a letra, separada da canção, constitui um poema escrito.“Letra de canção é poema?” Essa formulação é inadequada. Desde que as vanguardas mostraram que não se pode determinar a priori quais são as formas lícitas para a poesia, qualquer coisa pode ser um poema. Se um poeta escreve letras soltas na página e diz que é um poema, quem provará o contrário?Neste ponto, parece-me inevitável introduzir um juízo de valor. A verdadeira questão parece ser se uma letra de canção é um bom poema. Entretanto, mesmo esta última pergunta ainda não é suficientemente precisa, pois pode estar a indagar duas coisas distintas: 1) Se uma letra de canção é necessariamente um bom poema; e 2) Se uma letra de canção é possivelmente um bom poema.Quanto à primeira pergunta, é evidente que deve ter uma resposta negativa. Nenhum poema é necessariamente um bom poema; nenhum texto é necessariamente um bom poema; logo, nenhuma letra é necessariamente um bom poema. Mas talvez o que se deva perguntar é se uma boa letra é necessariamente um bom poema. Ora, também a essa pergunta a resposta é negativa. Quem já não teve a experiência, em relação a uma letra de canção, de se emocionar com ela ao escutá-la cantada e depois considerá-la insípida, ao lê-la no papel, sem acompanhamento musical? Não é difícil entender a razão disso.Um poema é um objeto autotélico, isto é, ele tem o seu fim em si próprio. Quando o julgamos bom ou ruim, estamos a considerá-lo independentemente do fato de que, além de ser um poema, ele tenha qualquer utilidade. O poema se realiza quando é lido: e ele pode ser lido em voz baixa, interna, aural.Já uma letra de canção é heterotélica, isto é, ela não tem o seu fim em si própria. Para que a julguemos boa, é necessário e suficiente que ela contribua para que a obra lítero-musical de que faz parte seja boa. Em outras palavras, se uma letra de canção servir para fazer uma boa canção, ela é boa, ainda que seja ilegível. E a letra pode ser ilegível porque, para se estruturar, para adquirir determinado colorido, para ter os sons ou as palavras certas enfatizadas, ela depende da melodia, da harmonia, do ritmo, do tom da música à qual se encontra associada.(Folha de S.Paulo, 16.06.2007.)
Nenhum poema é necessariamente um bom poema; nenhum texto é necessariamente um bom poema; logo, nenhuma letra é necessariamente um bom poema.O advérbio necessariamente, nas três ocorrências verificadas na passagem mencionada, equivale, pelo sentido, a:82E602A6-AF Português
Interpretação de TextosUECE · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto 2
A obra D. Guidinha do Poço conta a história de D. Margarida Reginaldo de Sousa Barros — conhecida como Guida ou Guidinha —, herdeira do Capitão-Mor Reginaldo Venceslau. Depois da morte do pai, ela se casa com o Major Joaquim Damião de Barros, o Major Quim, dezesseis anos mais velho do que ela. Embora tivessem casa na vila, fixaram residência na fazenda Poço da Moita, herdade de Margarida. Depois de alguns anos de casados, Margarida se apaixona por Secundino, jovem praciano, sobrinho do marido. Quando o Major Quim descobre a traição, pede o divórcio, que Guida não aceita. O Major deixa-a na fazenda e vai morar na casa da Vila. A mulher, então, contrata um capanga de nome Naiú para matar o marido. O caboclo faz o serviço, mas, quando é preso, revela que fora D. Margarida a mandante do homicídio.
O capítulo que você lerá é o último da obra, quando se dá a prisão de D. Guidinha do Poço.

Manuel de Oliveira Paiva. Dona Guidinha do Poço. p. 125-126. Texto adaptado.
“O crime nivela, como a virtude.” (linhas 114- 115) Essa frase axiomática significa que82E13E57-AF Português
Interpretação de TextosUECE · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto 2
A obra D. Guidinha do Poço conta a história de D. Margarida Reginaldo de Sousa Barros — conhecida como Guida ou Guidinha —, herdeira do Capitão-Mor Reginaldo Venceslau. Depois da morte do pai, ela se casa com o Major Joaquim Damião de Barros, o Major Quim, dezesseis anos mais velho do que ela. Embora tivessem casa na vila, fixaram residência na fazenda Poço da Moita, herdade de Margarida. Depois de alguns anos de casados, Margarida se apaixona por Secundino, jovem praciano, sobrinho do marido. Quando o Major Quim descobre a traição, pede o divórcio, que Guida não aceita. O Major deixa-a na fazenda e vai morar na casa da Vila. A mulher, então, contrata um capanga de nome Naiú para matar o marido. O caboclo faz o serviço, mas, quando é preso, revela que fora D. Margarida a mandante do homicídio.
O capítulo que você lerá é o último da obra, quando se dá a prisão de D. Guidinha do Poço.

Manuel de Oliveira Paiva. Dona Guidinha do Poço. p. 125-126. Texto adaptado.
O texto 1 finaliza com uma interrogação: “Jamais quis tornar a Quixeramobim: orgulho ou remorso?” (linhas 70-72). Escreva V para o que for verdadeiro e F para o que for falso em relação ao enunciado transcrito.
( ) O enunciador do texto 1 fala da personagem da ficção.
( ) O enunciador do texto 2 fala de fatos ficcionais.
( ) Se considerarmos o que o enunciador do texto 2 fala da personagem de ficção, podemos, pela leitura desse texto 2, responder à interrogação dizendo que foi por orgulho.
( ) A interrogação expressa que o enunciador tinha dúvida sobre o verdadeiro caráter da personagem D. Guidinha.
( ) A interrogação é um recurso de estilo que provoca uma maior interação entre enunciador e enunciatário.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
82D46D9A-AF Português
Interpretação de TextosUECE · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto 2
A obra D. Guidinha do Poço conta a história de D. Margarida Reginaldo de Sousa Barros — conhecida como Guida ou Guidinha —, herdeira do Capitão-Mor Reginaldo Venceslau. Depois da morte do pai, ela se casa com o Major Joaquim Damião de Barros, o Major Quim, dezesseis anos mais velho do que ela. Embora tivessem casa na vila, fixaram residência na fazenda Poço da Moita, herdade de Margarida. Depois de alguns anos de casados, Margarida se apaixona por Secundino, jovem praciano, sobrinho do marido. Quando o Major Quim descobre a traição, pede o divórcio, que Guida não aceita. O Major deixa-a na fazenda e vai morar na casa da Vila. A mulher, então, contrata um capanga de nome Naiú para matar o marido. O caboclo faz o serviço, mas, quando é preso, revela que fora D. Margarida a mandante do homicídio.
O capítulo que você lerá é o último da obra, quando se dá a prisão de D. Guidinha do Poço.

Manuel de Oliveira Paiva. Dona Guidinha do Poço. p. 125-126. Texto adaptado.
A partir da leitura dos dois textos, escreva R para o que for real e F para o que for ficcional.
( ) A velha Lessa
( ) O Poço da Moita
( ) O Major Joaquim Damião de Barros
( ) Domingos Víctor de Abreu e Vasconcelos
( ) Corumbé
( ) Guida
( ) Senhorinho Antônio Pereira da Costa
( ) Naiú
( ) Secundino
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
82C8984D-AF Português
Coesão e coerênciaUECE · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto 2
A obra D. Guidinha do Poço conta a história de D. Margarida Reginaldo de Sousa Barros — conhecida como Guida ou Guidinha —, herdeira do Capitão-Mor Reginaldo Venceslau. Depois da morte do pai, ela se casa com o Major Joaquim Damião de Barros, o Major Quim, dezesseis anos mais velho do que ela. Embora tivessem casa na vila, fixaram residência na fazenda Poço da Moita, herdade de Margarida. Depois de alguns anos de casados, Margarida se apaixona por Secundino, jovem praciano, sobrinho do marido. Quando o Major Quim descobre a traição, pede o divórcio, que Guida não aceita. O Major deixa-a na fazenda e vai morar na casa da Vila. A mulher, então, contrata um capanga de nome Naiú para matar o marido. O caboclo faz o serviço, mas, quando é preso, revela que fora D. Margarida a mandante do homicídio.
O capítulo que você lerá é o último da obra, quando se dá a prisão de D. Guidinha do Poço.

Manuel de Oliveira Paiva. Dona Guidinha do Poço. p. 125-126. Texto adaptado.
A personagem Margarida é referida por várias palavras ou expressões. Observe o que se diz sobre esses elementos referenciais e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.
( ) A expressão “a presa mandatária”, a primeira a aparecer no texto (linha 75), antecipa a aparição de Guida como a assassina e indica uma posição tendenciosa do enunciador.
( ) O antropônimo “Guida” (linha 78), que já havia substituído a expressão “a presa mandatária”, é substituído pela expressão “a presa” (linha 83), o que reforça a estratégia de apresentar Guida, de antemão, como uma criminosa.
( ) No texto, a palavra “presa” pode assumir também o sentido de “coisa ou pessoa que alguém ou algo subjuga; coisa ou pessoa de que(m) alguém ou algo se apodera”.
( ) “Presa” vem substituída por “Naiú” (linha 96), o nome do assassino real. Isso iguala Guida àquele que, por uma ordem sua, apunhalou o Major.
( ) Na linha 103, o vocábulo “Naiú” foi substituído pela expressão “(a)a pobre senhora”. Essa substituição pode ser entendida ou como uma expressão da compaixão de um homem da Igreja ou como uma expressão de ironia do enunciador.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
82BFB688-AF Português
Análise sintáticaUECE · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto 1
O texto 1 desta prova é da autoria do intelectual cearense Gustavo Barroso, que nasceu em Fortaleza, no ano de 1888 e morreu no Rio de Janeiro, em 1959. Professor, jornalista, ensaísta, romancista, foi membro da Academia Brasileira de Letras. A obra À margem da história do Ceará, em dois volumes, foi seu último trabalho. É uma reunião de setenta e seis artigos e crônicas que falam exclusivamente sobre a história do Ceará entre 1608 e 1959. O texto transcrito abaixo foi extraído do segundo volume e, como vocês poderão ver, é um artigo sobre a obra do também cearense Manuel de Oliveira Paiva, Dona Guidinha do Poço. Servindo-se de uma pesquisa feita pelo historiador Ismael Pordeus, Gustavo Barroso fala do romance de Oliveira Paiva, mais especificamente, das relações entre essa obra literária e a verdade histórica que ela transfigura.

Gustavo Barroso. À margem da história do Ceará. v. 2, 3 ed. p. 347-350. Texto adaptado.
Considere o seguinte extrato transcrito do texto: “o romance narra simplesmente, com nomes e topônimos diversos, o crime cometido pela velha Lessa a mulher que matou o marido da molecada fortalezense de há mais de meio século.” (linhas 31- 36). O excerto traz uma ambiguidade causada pela construção sintática: “a mulher que matou o marido da molecada fortalezense de há mais de um século” (linhas 34-36).
Observe o que se comenta sobre o extrato e assinale a opção INCORRETA.
828DEA4D-AF Português
Interpretação de TextosUECE · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto 1
O texto 1 desta prova é da autoria do intelectual cearense Gustavo Barroso, que nasceu em Fortaleza, no ano de 1888 e morreu no Rio de Janeiro, em 1959. Professor, jornalista, ensaísta, romancista, foi membro da Academia Brasileira de Letras. A obra À margem da história do Ceará, em dois volumes, foi seu último trabalho. É uma reunião de setenta e seis artigos e crônicas que falam exclusivamente sobre a história do Ceará entre 1608 e 1959. O texto transcrito abaixo foi extraído do segundo volume e, como vocês poderão ver, é um artigo sobre a obra do também cearense Manuel de Oliveira Paiva, Dona Guidinha do Poço. Servindo-se de uma pesquisa feita pelo historiador Ismael Pordeus, Gustavo Barroso fala do romance de Oliveira Paiva, mais especificamente, das relações entre essa obra literária e a verdade histórica que ela transfigura.

Gustavo Barroso. À margem da história do Ceará. v. 2, 3 ed. p. 347-350. Texto adaptado.
Examine o enunciado transcrito e o que se diz sobre ele: “[D. Guidinha do Poço] não passa de uma história romanceada com a maior fidelidade possível aos elementos humanos, sociais e paisagísticos da realidade” (linhas 27-30).
I. O vocábulo “história” tem, no contexto do enunciado, a acepção de sequência de ações e de acontecimentos fictícios.
II. Por esse enunciado pode-se concluir que a obra é de cunho realista.
III. D. Guidinha do Poço é uma obra que se destaca, principalmente, pela invenção, pelos elementos ficcionais.
Está correto o que se afirma apenas em
100E10ED-4E Matemática
Função de 1º Grau ou Função Afim, Problemas com Equação e InequaçõesENEM · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosUma característica interessante do som é sua frequência. Quando uma fonte sonora se aproxima do ouvinte, o som ouvido por ele tem uma frequência maior do que o som produzido pela mesma fonte sonora, se ela estiver parada. Entretanto, se a fonte sonora se afasta do ouvinte, a frequência é menor. Esse fenômeno é conhecido como efeito Doppler.
Um ouvinte parado junto a uma fonte ouve o seu som com uma frequência constante, que será denotada por ƒ. Quatro experimentos foram feitos com essa fonte sonora em movimento. Denotaremos por ƒ1 , ƒ2 , ƒ3 e ƒ4 as frequências do som da fonte sonora em movimento ouvido pelo ouvinte, que continua parado, nos experimentos 1, 2 , 3 e 4, respectivamente.
Depois de calculadas as frequências, as seguintes relações foram obtidas:
ƒ1 = 1,1ƒ, ƒ2 = 0,99ƒ1, ƒ1 = 0 ,9ƒ3 e ƒ4 =0,9ƒ
Em quais experimentos a fonte sonora se afastou do ouvinte?
0F5D1DA1-4E Português
Interpretação de TextosENEM · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosPara as pessoas que estudam a inserção das tecnologias da informação e da comunicação (TICs) na sociedade, não é suficiente dar acesso ao hardware (com softwares instalados). Deve-se, também, disponibilizar recursos físicos, digitais, humanos e sociais. Além disso, deve-se considerar conteúdo, linguagem, alfabetização e educação, comunidade e estrutura institucional, para se permitir o acesso significativo às tecnologias digitais. Por acesso significativo, entende-se não só a possibilidade de manejo do computador, de suas ferramentas e do acesso à internet, mas, sobretudo, a capacidade de utilizar esses conhecimentos para o acesso a conteúdos que tenham influência direta para a melhoria da qualidade de vida da pessoa, de seu grupo e de sua comunidade.
WARSCHAUER, M. Tecnologia e inclusão social: a exclusão digital em debate. São Paulo: Senac, 2006.
O uso significativo dos recursos ligados às tecnologias da informação e da comunicação faz-se presente na hipótese de
0F4AA873-4E Português
Interpretação de TextosENEM · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
A foto mostra integrantes de um grupo de choro tocando instrumentos de diferentes classificações. Nessa formação, o instrumento que representa a família
0E8A843C-4E Física
CinemáticaENEM · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosUm enfeite para berço é constituído de um aro metálico com um ursinho pendurado, que gira com velocidade angular constante. O aro permanece orientado na horizontal, de forma que o movimento do ursinho seja projetado na parede pela sua sombra.
Enquanto o ursinho gira, sua sombra descreve um movimento
0E69305F-4E Química
Equilíbrio QuímicoENEM · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosÀ medida que se expira sobre uma solução de azul de bromotimol e hidróxido de sódio (NaOH), sua coloração azul característica vai se alterando. O azul de bromotimol é um indicador ácido-base que adquire cor azul em pH básico, verde em pH neutro e amarela em pH ácido. O gás carbônico (CO2) expirado reage com a água presente na solução (H2O), produzindo ácido carbônico (H2CO3). Este pode reagir com o NaOH da solução inicial, produzindo bicarbonato de sódio (NaHCO3):
CO2 + H2O → H2CO3
H2CO3 + NaOH → NaHCO3 + H2O
ARROIO, A. et al. Química Nova na Escola, São Paulo, v. 29, 2006.
O que a pessoa irá observar à medida que expira no recipiente contendo essa solução?
0DB98DC6-4E Filosofia
Conceitos FilosóficosENEM · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosO contrário de um fato qualquer é sempre possível, pois, além de jamais implicar uma contradição, o espírito o concebe com a mesma facilidade e distinção como se ele estivesse em completo acordo com a realidade. Que o Sol não nascerá amanhã é tão inteligível e não implica mais contradição do que a afirmação de que ele nascerá. Podemos em vão, todavia, tentar demonstrar sua falsidade de maneira absolutamente precisa. Se ela fosse demonstrativamente falsa, implicaria uma contradição e o espírito nunca poderia concebê-la distintamente, assim como não pode conceber que 1 + 1 seja diferente de 2.
HUME, D. Investigação acerca do entendimento humano. São Paulo: Nova Cultural, 1999 (adaptado).
O filósofo escocês David Hume refere-se a fatos, ou seja, a eventos espaço-temporais, que acontecem no mundo. Com relação ao conhecimento referente a tais eventos, Hume considera que os fenômenos
59CA3CD0-42 Geografia
Agricultura brasileiraUFAL · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
A microrregião de Penedo é uma das mais importantes de Alagoas. Em suas várzeas se desenvolve
59C1E171-42 Geografia
UrbanizaçãoUFAL · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosA urbanização trouxe um desafio crescente ao poder público. Como trazer diariamente pessoas de bairros distantes para o centro da cidade e levá-los de volta? A resolução desse problema é a solução para o movimento migratório conhecido como59B2DFAD-42 Geografia
ClimaUFAL · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
O estado de Alagoas abrange três mesorregiões nordestinas. Em Alagoas a Zona da Mata é chamada de Leste Alagoano. Cada mesorregião apresenta características socioeconômicas e naturais que as individualiza. Assim, a mesorregião do
5982DFFD-42 Matemática
Estudo da RetaUFAL · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosO objetivo da Geometria Analítica (GA) é estudar entes geométricos, como retas e circunferências, por meio de métodos algébricos que envolvem equações e fórmulas. Por exemplo, a GA estuda uma reta por meio de sua equação, que é uma igualdade do tipo ax + by + c = 0, com a, b e c sendo números reais.
Dadas as afirmativas acerca do estudo analítico de retas.
I. As retas 2x + y – 3 = 0 e 4x + 2y – 1 = 0 são paralelas.
II. As retas x + 3y = 0 e 3x – y = 0 são perpendiculares.
III. A reta 2x – y + 4 = 0 não contém a origem dos eixos cartesianos.
Verifica-se que está(ão) correta(s)
596AC1C3-42 Matemática
Geometria PlanaUFAL · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosA área coberta para apoio da piscina da casa do Sr. Agnelo foi projetada no fundo do terreno na forma de um triângulo retângulo de catetos AB = 12 m e AC = 5 m e hipotenusa BC = 13 m, como mostra a figura, desenhada sem escala.

Insatisfeito com a área disponível, o proprietário pediu ao arquiteto que, mantida a forma original, duplicasse o menor ângulo do triângulo, de modo que a área correspondesse ao triângulo BAD.
Se precisar, lembre que sen 2x = 2 . sen x . cos x, cos 2x = cos2 x – sen2 x.
Qual o aumento aproximado no menor cateto que atende à solicitação do Sr. Agnelo?
59410809-42 Português
Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)UFAL · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
O enunciado do cartaz acima traz as formas verbais no imperativo afirmativo. Como ficaria o mesmo enunciado, ao mudar o tempo verbal para o imperativo negativo?
D525E9AA-96 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionCEDERJ · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosWhy I took up the cello in my 60s
Michelle Hanson
Learning to play a musical instrument at any point in life is good for the brain. Who cares if I sound like a 'sick cow'?

It's exciting to know that I have done something right and rewarding – taking up the cello in my 60s. A new study from St. Andrew's University proves it. Taking up a musical instrument, even late in life, is good for the brain, and “can slow, stop, or even reverse, age or illness-related decline in mental functions". Hurrah!
My efforts have been rewarded, because starting the cello was a bit of a struggle, physically and mentally. Back then, my mother was alive, and rather critical: “You sound like a sick cow," she would cry out in a tormented way, but I persisted, joined an orchestra, and now here I am, with a bigger frontal cortex area than I might have otherwise had, and able to “adjust my behaviour more effectively in conflict-rich situations".
The more you practise the better, suggests the research. Good. It will spur me on, sick cow or not. Because I desperately need to keep my brain in order. Don't we all, if we're going to live to over 100? Last week I went for a walk with an old friend of mine and her dog. She is 92 and browned off.
“How are you?" I asked. “Fed up. I want to die." This was my mother's primary aim once she hit 96. “What do you want for your birthday?" we would ask. “To be dead!", she would say. No wonder. What else did life offer? At least my old friend could walk about. My mother could hardly walk, talk or eat.
If only they had played a musical instrument. You can do it sitting down, on your own, with friends, cheer yourself up, be in control, or wildly emotional. I cannot recommend it highly enough.
Fonte: http://www.theguardian.com/lifeandstyle/2013/sep/ 30/why-i-took-up-cello-in-60s
Glossário
took up: aprendi; struggle: luta/muito esforço; spur me on: encorajar/estimular; browned off: sem entusiasmo
Entre os adjetivos abaixo, retirados do texto, marque aquele que expressa o modo com que a autora avalia sua experiência de tocar o violoncelo: