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BFAFBBE3-B0 Uma área de pesquisa da ecologia, considerada fundamental para a exploração espacial, é a criação de ecossistemas controlados (biosferas artificiais) que possam prover alimentos, ar e vários recursos fundamentais para a sobrevivência de futuros colonizadores espaciais. A tarefa, certamente, não é nada fácil. A organização dos ecossistemas naturais resulta de um longo processo de coevolução. Em um experimento de biosfera artificial hipotético, são recriados ambientes e habitats dentro de um domo de material plástico completamente vedado, com a esperança de que, pelo menos por um período, os ciclos biogeoquímicos se completem, regenerando recursos fundamentais à manutenção da vida. Nessa biosfera foram criados rios artificiais que deságuam em um minioceano, uma floresta, um minideserto e mesmo uma plantação de vegetais. Uma estação de tratamento impede que o esgoto in natura seja liberado nos rios artificiais e no minioceano. Por 100 dias tudo correu bem, até que foi detectado um desequilíbrio entre a concentração de oxigênio e gás carbônico na atmosfera do local – a concentração de oxigênio ficou excessivamente elevada e a de gás carbônico baixou bem mais do que era considerado ideal para o experimento. Quais das ações listadas abaixo devem ser consideradas, pelos membros da equipe da biosfera artificial, para corrigir esse problema?1. Aumentar a quantidade de nutrientes no minioceano para promover o aumento da produção de fitoplâncton e algas.2. Promover o aumento populacional de organismos herbívoros aquáticos e terrestres.3. Desviar uma porção do efluente da estação de tratamento de esgotos, que era direcionado para o minioceano, para o rio artificial.4. Aumentar a concentração de organismos decompositores nos diversos sistemas da biosfera artificial.5. Diminuir a intensidade de luz solar que chega ao interior da biosfera artificial.Podem ajudar a solucionar o problema detectado nessa biosfera artificial:
BF966923-B0 Matemática
FunçõesUFPR · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosUm importante estudo a respeito de como se processa o esquecimento foi desenvolvido pelo alemão Hermann Ebbinghaus no final do século XIX. Utilizando métodos experimentais, Ebbinghaus determinou que, dentro de certas condições, o percentual P do conhecimento adquirido que uma pessoa retém após t semanas pode ser aproximado pela fórmulaP = (100 − a)⋅bt + a,sendo que a e b variam de uma pessoa para outra. Se essa fórmula é válida para um certo estudante, com a = 20 e b = 0,5 , o tempo necessário para que o percentual se reduza a 28% será:BF6B3A05-B0 Português
Interpretação de TextosUFPR · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que a expressão entre parênteses veicula significação equivalente à expressão grifada do enunciado.5D47AB91-B0 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNICENTRO · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
BLACK, Richard. Arctic warmest in two millennia. Disponível em:<www.bbc.co.uk/ worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2009/09/090904_witn_arctic.shtml>. Acesso em: 10 jun. 2010.
The only alternative in which the word or expression from the text IS NOT correctly defined is5D393D43-B0 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNICENTRO · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
COLLYNS, Dan. Peruvian mummy found. Disponível em: <www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2009/09/090916_witn_peru_mummy.shtm>. Acesso em: 10 jun. 2010.
“The woman, named the ‘Lady of Pacopampa’ after the site in the northern highlands” (l. 5-7)
The expression in bold should be understood as
F5DD58C2-B0 Português
Interpretação de TextosUEL · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto V e responda a questão.
Texto V
O “Adeus” de Teresa
A vez primeira que eu fitei Teresa,
Como as plantas que arrasta a correnteza,
A valsa nos levou nos giros seus...
E amamos juntos... E depois na sala
“Adeus” eu disse-lhe a tremer co’a fala...
E ela, corando, murmurou-me: “adeus.”
Uma noite... entreabriu-se um reposteiro...
E da alcova saía um cavaleiro
Inda beijando uma mulher sem véus...
Era eu... Era a pálida Teresa!
“Adeus” lhe disse conservando-a presa...
E ela entre beijos murmurou-me: “adeus!”
Passaram tempos... séc’los de delírio
Prazeres divinais... gozos do Empíreo...
... Mas um dia volvi aos lares meus.
Partindo eu disse – “Voltarei!... descansa!...”
Ela, chorando mais que uma criança,
Ela em soluços murmurou-me: “adeus!”
Quando voltei... era o palácio em festa!...
E a voz d’Ela e de um homem lá na orquestra
Preenchiam de amor o azul dos céus.
Entrei!... Ela me olhou branca... surpresa!
Foi a última vez que eu vi Teresa!...
E ela arquejando murmurou-me: “adeus!”
(CASTRO ALVES, Antonio Frederico. Espumas flutuantes. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2005. p. 51.)
Acerca do poema, é correto afirmar:
I. A palavra “adeus” apresenta variações de significado.
II. Na terceira estrofe, a ausência do eu-lírico é marcada por hipérboles
III. Há ruptura da idealização da figura feminina.
IV. O amor espiritual sobrepõe-se ao amor carnal.
Assinale a alternativa correta.
F5C2A9B9-B0 Português
Morfologia - PronomesUEL · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto III e responda a questão.
Texto III
Bom-Crioulo não pensou em dormir, cheio, como estava, de ódio e desespero. Ecoavam-lhe ainda no ouvido, como um dobre fúnebre, aquelas palavras de uma veracidade brutal, e de uma rudez pungente: “Dizem até que está amigado!”
Amigado, o Aleixo! Amigado, ele que era todo seu, que lhe pertencia como o seu próprio coração: ele, que nunca lhe falara em mulheres, que dantes era tão ingênuo, tão dedicado, tão bom!... Amigar-se, viver com uma mulher, sentir o contacto de outro corpo que não o seu, deixar-se beijar, morder, nas ânsias do gozo, por outra pessoa que não ele, Bom-Crioulo!...
Agora é que tinha um desejo enorme, uma sofreguidão louca de vê-lo, rendido, a seus pés, como um animalzinho; agora é que lhe renasciam ímpetos vorazes de novilho solto, incongruências de macho em cio, nostalgias de libertino fogoso... As palavras de Herculano (aquela história do grumete com uma rapariga) tinham-lhe despertado o sangue, fora como uma espécie de urtiga brava arranhando-lhe a pele, excitando-o, enfurecendo-o de desejo. Agora sim, fazia questão! E não era somente questão de possuir o grumete, de gozá-lo como outrora, lá cima, no quartinho da Rua da Misericórdia: - era questão de gozá-lo, maltratando-o, vendo-o sofrer, ouvindo-o gemer... Não, não era somente o gozo comum, a sensação ordinária, o que ele queria depois das palavras de Herculano: era o prazer brutal, doloroso, fora de todas as leis, de todas as normas... E havia de tê-lo, custasse o que custasse!Decididamente ia realizar o seu plano de fuga essa noite, ia desertar pelo mundo à procura de Aleixo.
Inquieto, sobreexcitado, nervoso, pôs-se a meditar. O grumete aparecia-lhe com uma feição nova, transfigurado pelos excessos do amor, degenerado, sem aquele arzinho bisonho que todos lhe admiravam, o rosto áspero, crivado de espinhas, magro, sem cor, sem sangue nos lábios... Pudera! Um homem não resiste, quanto mais uma criança! Aleixo devia de estar muito acabado; via-o nos braços da amante, da tal rapariga - ele novo, ela mocinha, na flor dos vinte anos -, via-o rolar em espasmos luxuriosos, grudado à mulher, sobre uma cama fresca e alva - rolar e cair extenuado, crucificado, morto de fraqueza... Depois a rapariga debruçava-se sobre ele, juntava boca à boca num grande beijo de reconhecimento. E no dia seguinte, na noite seguinte, a mesma cousa.(CAMINHA, Adolfo. Bom-Crioulo. São Paulo: Ediouro, s/d. p. 73-74.)
Observe as formas “excitando-o” e “maltratando-o”, presentes no 3º parágrafo. Assinale a alternativa correta.F5B63E2D-B0 Literatura
Escolas LiteráriasUEL · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto III e responda a questão.
Texto III
Bom-Crioulo não pensou em dormir, cheio, como estava, de ódio e desespero. Ecoavam-lhe ainda no ouvido, como um dobre fúnebre, aquelas palavras de uma veracidade brutal, e de uma rudez pungente: “Dizem até que está amigado!”
Amigado, o Aleixo! Amigado, ele que era todo seu, que lhe pertencia como o seu próprio coração: ele, que nunca lhe falara em mulheres, que dantes era tão ingênuo, tão dedicado, tão bom!... Amigar-se, viver com uma mulher, sentir o contacto de outro corpo que não o seu, deixar-se beijar, morder, nas ânsias do gozo, por outra pessoa que não ele, Bom-Crioulo!...
Agora é que tinha um desejo enorme, uma sofreguidão louca de vê-lo, rendido, a seus pés, como um animalzinho; agora é que lhe renasciam ímpetos vorazes de novilho solto, incongruências de macho em cio, nostalgias de libertino fogoso... As palavras de Herculano (aquela história do grumete com uma rapariga) tinham-lhe despertado o sangue, fora como uma espécie de urtiga brava arranhando-lhe a pele, excitando-o, enfurecendo-o de desejo. Agora sim, fazia questão! E não era somente questão de possuir o grumete, de gozá-lo como outrora, lá cima, no quartinho da Rua da Misericórdia: - era questão de gozá-lo, maltratando-o, vendo-o sofrer, ouvindo-o gemer... Não, não era somente o gozo comum, a sensação ordinária, o que ele queria depois das palavras de Herculano: era o prazer brutal, doloroso, fora de todas as leis, de todas as normas... E havia de tê-lo, custasse o que custasse!Decididamente ia realizar o seu plano de fuga essa noite, ia desertar pelo mundo à procura de Aleixo.
Inquieto, sobreexcitado, nervoso, pôs-se a meditar. O grumete aparecia-lhe com uma feição nova, transfigurado pelos excessos do amor, degenerado, sem aquele arzinho bisonho que todos lhe admiravam, o rosto áspero, crivado de espinhas, magro, sem cor, sem sangue nos lábios... Pudera! Um homem não resiste, quanto mais uma criança! Aleixo devia de estar muito acabado; via-o nos braços da amante, da tal rapariga - ele novo, ela mocinha, na flor dos vinte anos -, via-o rolar em espasmos luxuriosos, grudado à mulher, sobre uma cama fresca e alva - rolar e cair extenuado, crucificado, morto de fraqueza... Depois a rapariga debruçava-se sobre ele, juntava boca à boca num grande beijo de reconhecimento. E no dia seguinte, na noite seguinte, a mesma cousa.(CAMINHA, Adolfo. Bom-Crioulo. São Paulo: Ediouro, s/d. p. 73-74.)
Considere as afirmativas a seguir a respeito dos trechos “ímpetos vorazes de novilho solto” e “incongruências de macho em cio”. As expressõesI. revelam um distanciamento das características românticas no que se refere à disposição amorosa das personagens.II. confirmam a permanência de traços românticos em obras naturalistas, como o sentimentalismo exacerbado, a retidão moral dos heróis e a vocação para a aventura.III. denotam a identificação do romance com o determinismo naturalista, entendido aqui como a influência da natureza idealizada sobre o ânimo das personagens.IV. indicam afinidades com procedimentos naturalistas que correlacionam atitudes e reações de personagens com o comportamento de animais.Assinale a alternativa correta.
F5B110D9-B0 Português
Interpretação de TextosUEL · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto III e responda a questão.
Texto III
Bom-Crioulo não pensou em dormir, cheio, como estava, de ódio e desespero. Ecoavam-lhe ainda no ouvido, como um dobre fúnebre, aquelas palavras de uma veracidade brutal, e de uma rudez pungente: “Dizem até que está amigado!”
Amigado, o Aleixo! Amigado, ele que era todo seu, que lhe pertencia como o seu próprio coração: ele, que nunca lhe falara em mulheres, que dantes era tão ingênuo, tão dedicado, tão bom!... Amigar-se, viver com uma mulher, sentir o contacto de outro corpo que não o seu, deixar-se beijar, morder, nas ânsias do gozo, por outra pessoa que não ele, Bom-Crioulo!...
Agora é que tinha um desejo enorme, uma sofreguidão louca de vê-lo, rendido, a seus pés, como um animalzinho; agora é que lhe renasciam ímpetos vorazes de novilho solto, incongruências de macho em cio, nostalgias de libertino fogoso... As palavras de Herculano (aquela história do grumete com uma rapariga) tinham-lhe despertado o sangue, fora como uma espécie de urtiga brava arranhando-lhe a pele, excitando-o, enfurecendo-o de desejo. Agora sim, fazia questão! E não era somente questão de possuir o grumete, de gozá-lo como outrora, lá cima, no quartinho da Rua da Misericórdia: - era questão de gozá-lo, maltratando-o, vendo-o sofrer, ouvindo-o gemer... Não, não era somente o gozo comum, a sensação ordinária, o que ele queria depois das palavras de Herculano: era o prazer brutal, doloroso, fora de todas as leis, de todas as normas... E havia de tê-lo, custasse o que custasse!Decididamente ia realizar o seu plano de fuga essa noite, ia desertar pelo mundo à procura de Aleixo.
Inquieto, sobreexcitado, nervoso, pôs-se a meditar. O grumete aparecia-lhe com uma feição nova, transfigurado pelos excessos do amor, degenerado, sem aquele arzinho bisonho que todos lhe admiravam, o rosto áspero, crivado de espinhas, magro, sem cor, sem sangue nos lábios... Pudera! Um homem não resiste, quanto mais uma criança! Aleixo devia de estar muito acabado; via-o nos braços da amante, da tal rapariga - ele novo, ela mocinha, na flor dos vinte anos -, via-o rolar em espasmos luxuriosos, grudado à mulher, sobre uma cama fresca e alva - rolar e cair extenuado, crucificado, morto de fraqueza... Depois a rapariga debruçava-se sobre ele, juntava boca à boca num grande beijo de reconhecimento. E no dia seguinte, na noite seguinte, a mesma cousa.(CAMINHA, Adolfo. Bom-Crioulo. São Paulo: Ediouro, s/d. p. 73-74.)Quanto à frase: “Um homem não resiste, quanto mais uma criança!”, assinale a alternativa correta.
8278D434-B0 Química
Grandezas: massa, volume, mol, massa molar, constante de Avogadro e Estequiometria.PUC - Campinas · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosAtenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.Um empresário sueco está tentando comercializar um saco de plástico biodegradável que funciona como um banheiro de uso único, para favelas urbanas no mundo em desenvolvimento. Depois de usado, o saco pode ser amarrado e enterrado, e uma camada de cristais de ureia decompõe os dejetos em fertilizante, matando os micro-organismos que produzem doenças encontradas nas fezes.Segundo a ONU, no mundo em desenvolvimento, cerca de 2,6 bilhões de pessoas não têm acesso a banheiros. É uma crise de saúde pública: a defecação a céu aberto pode contaminar a água potável, e cerca de 1,5 milhão de crianças em todo o mundo morrem anualmente de diarreia, principalmente por causa das más condições sanitárias e de higiene.(Adaptado: Sindya N. Bhanoo. Sueco cria banheiro para fa-velas. Folha − The New York Times − 2a feira, 29 de março de 2010)
A água potável, segundo a Portaria no 518/2004 do Ministério da Saúde, deve conter nitrato e nitrito, nas seguintes concentrações máximas:Parâmetro Valor máximo permitido (mg . L−1)Nitrato(NO3 −) 10Nitrito (NO2 −) 1De acordo com esses dados, a concentração máxima permitida para nitrato, em mol . L−1, é, aproximadamente,
826AA331-B0 Português
Problemas da língua cultaPUC - Campinas · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosAtenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo. Constitui o início do conto “AA”, de Rubem Fonseca.
(64 contos de Rubem Fonseca. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. p. 692)
A substituição que preserva o padrão culto escrito é a de8261A9A1-B0 Português
Interpretação de TextosPUC - Campinas · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosAtenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo. Constitui o início do conto “AA”, de Rubem Fonseca.
(64 contos de Rubem Fonseca. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. p. 692)
No fragmento acima,B0E6A8D8-B0 Português
Interpretação de TextosUNEMAT · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que as palavras completam corretamente as lacunas.Era um burrinho__________, miúdo e resignado, vindo de Passa-Tempo, Conceição do Serro, ou não sei onde no sertão. (p. 3)É aqui, perto do vau da _________: tem uma fazenda, denegrida e desmantelada; uma cerca de pedra-seca, do tempo de escravos. (p. 118)Cassiano escolhera mal o lugar onde se derrear: no ________ era tudo gente miúda, amarelenta ou amaleitada, esmolambada, escabreada, que não conhecia o trem-de-ferro, mui pacata e sem ação. (p. 158)Uma barbaridade! Até os meninos faziam feitiço, no ___________. O mestre dava muito coque, e batia de régua, também. (p. 225)E começou o caso, na encruzilhada da _______, logo após a cava do Mata-quatro, onde com a palhada do milho e o algodoal de pompons frouxos, se truncam as derradeiras roças da Fazenda dos Caetanos e o mato de terra ruim começa dos dois lados. (p. 283)
B0E29F54-B0 Português
Interpretação de TextosUNEMAT · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosLeia os fragmentos da obra Contos, de Mário de Andrade.1. “E só mais tarde, já lá pelos nove ou dez anos, é que lhe dei nosso único beijo, foi maravilhoso. Se a criançada estava toda junta naquela casa sem jardim da Tia Velha, era fatal brincarmos de família, porque assim Tia Velha evitava correrias e estragos. Brinquedos aliás que nos interessava muito, apesar da idade já avançada para ele, mas é que na casa de Tia Velha tinha muitos quartos, de forma que casávamos rápido, só de boca, sem nenhum daqueles cerimoniais de mentira que dantes nos interessavam tanto, e cada par fugia logo, indo viver no seu quarto [...]. O que os outros faziam, não sei. Eu, isto é, eu com Maria, não fazíamos nada. Eu adorava principalmente era ficar assim sozinho com ela, sabendo várias safadezas já mas sem tentar nenhuma” (Vestida de preto, p. 19).2. “Foi decerto por isto que me nasceu, esta sim, espontaneamente, a idéia de fazer uma das minhas chamadas ‘loucuras’. Essa fora aliás, e desde muito cedo, a minha esplêndida conquista contra o ambiente familiar. Desde cedinho, desde os tempos de ginásio, em que arranjava regularmente uma reprovação todos os anos; desde o beijo às escondidas, numa prima, aos dez anos, descoberto por Tia Velha, uma detestável de tia; e principalmente desde as lições que dei ou recebi, não sei, duma criada de parentes: eu consegui no reformatório do lar e na vasta parentagem, a fama conciliatória de ‘louco’” (O peru de natal, p. 71).Assinale a alternativa correta.55140DEC-AF Conhecimentos Gerais
Conhecimentos Gerais Sobre a América LatinaPUC - Campinas · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosInstruções: Leia atentamente o texto abaixo para responder a questão.
Banana, a fruta mais consumida e perigosa do mundo


(Adaptado de Sergio Augusto, O Estado de S. Paulo, 26/04/2008)
O texto faz referência à invasão de uma país da América Central em 1911, pelos "soldados da banana". Pode-se associar à essa invasão a política baseada no Corolário Roosevelt, segundo a qual os Estados Unidos
4C37E06B-AF Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaUNEMAT · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosTexto I
MADRE DE OCTILLIZOS EVITA PERDER CASA POR ADEUDOS
Suleman pretende:
4C345AA4-AF Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaUNEMAT · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosTexto I
MADRE DE OCTILLIZOS EVITA PERDER CASA POR ADEUDOS
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta na questão.
E2BC51CB-AF Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNEMAT · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
Fonte:
http://www.cnn.com/2010/WORLD/asiapcf/10/18/china.m
iners/index.html?iref=allsearch (Acessado e adaptado
em 08/10/10)
Assinale a alternativa correta.E2B9049C-AF Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNEMAT · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
Fonte:
http://www.cnn.com/2010/WORLD/asiapcf/10/18/china.m
iners/index.html?iref=allsearch (Acessado e adaptado
em 08/10/10)
Analise as assertivas abaixo.
I. A explosão ocorreu em uma mina de carvão localizada na província de Henan, próxima à cidade de Xinhua.
II. A palavra pit (ℓ. 8) refere-se à mina que explodiu.
III. Du Bo é um deputado chinês empenhado na operação para salvar os mineiros.
IV. A palavra workers (ℓ. 3 e 14) refere-se aos mineiros.
V. É a segunda vez que ocorrem acidentes com explosão na mesma mina e com vítimas fatais.
Assinale a alternativa correta.
37B157A8-AF Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaUFU-MG · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritosPelota valenciana: un deporte olímpicoJosué Ferrer¿Y por qué no? La pelota, deporte nacional de los valencianos, ha sido históricamente uno de los deportes más grandes del mundo. A pesar de que la burguesía y la intelectualidad valencianas a menudo le han dado la espalda, este glorioso deporte ha sobrevivido a las adversidades gracias a la práctica que de él se ha hecho en muchísimos pueblos de nuestro país. Desde aquí enarbolo mi voz a favor de que se trabaje para promocionar la pelota valenciana de cara a que pueda tener representación en los Juegos Olímpicos (JJOO) pues es un deporte más importante de lo que creemos. Por eso, hay que desterrar los mitos y prejuicios que provienen de la ignorancia y darnos cuenta de que el deporte de pelota reúne grandes condiciones para ser olímpico y de que de hecho se lo merece muchísimo más que otros.1. La pelota es un deporte histórico. Llamarle milenario no es exagerar pues se ha jugado, en unas modalidades u otras, desde tiempos inmemoriales en pueblos tan diversos como el egipcio, el japonés o el maya. En ese aspecto la pelota, solamente por historia, merece su condición olímpica mucho más que deportes recientes como fútbol o bolea playa.2. No es un deporte de pueblerinos. A pelota han jugado emperadores (Alejandro Magno…), césares (Vespasiano, Alejandro Severo…), reyes (Luis X, Carlos VIII, Francisco I, Enrique IV…), etc. El hecho de que las elites más poderosas de la Tierra hayan disfrutado jugando a pelota le confiere ese toque aristocrático y prestigioso que todo deporte necesita.3. La pelota no es propia de ignorantes. Ignorante es quien piense lo contrario pues no sabe que la pelota ha cautivado a los más altos intelectuales. Escritores como Luis Vives, Pedro Calderón de la Barca o Francesc Almela i Vives, pintores como Francisco de Goya o Josep Bru o escultores como Ignasi Pinazo, entre otros, se han interesado por ella.4. La pelota no es un deporte minoritario. De hecho, hasta el siglo XVIII fue el deporte más practicado en toda Europa. Y a pesar de la dura competencia de los deportes de masas, la pelota valenciana se encuentra en auge. Atrae cada vez a más críticos, prensa y público. Además cuenta con una proyección internacional con los campeonatos de Europa y del mundo.5. Tiene un enorme potencial de expansión. La pelota valenciana se puede jugar prácticamente en cualquier rincón, como por ejemplo la calle. En ese aspecto, a nivel de deporte de base, los niños de cualquier país del mundo pueden interesarse más por la pelota que por otros deportes que requieren instalaciones especiales como el tenis o el golf.6. Es un deporte plural. La pelota es un deporte extraordinariamente plural tanto en las modalidades como en las reglas que en ellas se aplican. Así vemos que en Euskadi los pelotaris juegan frente a un muro mientras en el Reino de Valencia juega un hombre frente a otro. El tenis (que es deporte olímpico) es un invento anglosajón inspirado en la pelota.7. La pelota es un deporte competitivo. Actualmente la pelota se practica a un alto nivel en el Reino de Valencia, Bélgica, Holanda, Italia, Francia y Argentina. Otros deportes olímpicos como el hockey sobre hielo tienen mucha menos rivalidad. De hecho, con la desintegración de la Unión Soviética, Canadá es prácticamente la única gran potencia mundial en este juego.8. La pelota no es un deporte caro. A lo largo de la historia las autoridades pertinentes han eliminado muchísimos deportes de los Juegos para reducir costes que en algunos casos eran exorbitantes. No es el caso de este juego que cuenta con plantillas reducidas, un material económico y que lejos de necesitar grandes estadios se puede disputar en cualquier lugar.9. Da espectáculo. La pelota no tiene por qué ser un deporte aburrido como lo pueda ser el remo para alguna gente. Al contrario. Las reglas son bien sencillas y fáciles de entender, el duelo que se da entre los pelotaris resulta apasionante y titánico, el público se va satisfecho del trinquete y las apuestas dan aún más interés al juego.10. Es clásico y prestigioso. La pelota valenciana no es como esos ridículos pseudodeportes que salen de la noche a la mañana y que aunque se les tilde de deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento. Es una disciplina clásica, como el maratón, y cuenta por historia, tradición y cultura con un prestigio que difícilmente se encuentra en otro juego.El deporte de pelota fue diluyéndose y desestructurándose poco a poco por toda Europa a lo largo del tiempo. Sólo se conservó en un altísimo grado de pureza en nuestro país, el Reino de Valencia (la pelota vasca funciona con reglas más modernas que no se enraízan en la tradición histórica más pura), por lo que podemos llamarle pelota valenciana. Por todas estas razones enarbolo mi voz a favor de que a la pelota, en sus diversas modalidades (incluyendo las vascas), sea disciplina olímpica. Somos potencia mundial; la Selección Valenciana, bajo bandera valenciana, se ha proclamado campeona de Europa y del mundo y mitos como Paco Cabanes Genovés o Enric Sarasol han sido considerados los mejores no sólo del país, sino también de Europa y del mundo. Eso sería un oro (casi) seguro para el país.A menudo los valencianos no llegamos a apreciar la inmensa riqueza y valor de nuestra historia y cultura. Es por eso que hace falta un compromiso cívico y patriótico de todos los valencianos (políticos, intelectuales, ciudadanos de a pie…) por tal de potenciar y prestigiar, aún más si cabe, un juego que como la pelota valenciana es un deporte milenario. La pelota valenciana no es solamente nuestro deporte nacional y autóctono; es historia, es cultura, es tradición, es orgullo, es casta, es prestigio, es un emblema identitario de nuestro pueblo y lo más importante; es un clarísimo referente internacional que nos sitúa en el mapa de este mundo cada vez más globalizado y que hace que en el extranjero la gente se interese por nuestra cultura y que se convenza de que los valencianos también sabemos hacer las cosas muy bien.Disponível em:<http://josueferrer.wordpress.com/2010/01/07/pelota-valenciana-un-deporte-olimpico>.A partir das justificativas finais apresentadas pelo autor do texto, é correto afirmar que: