Questões do ENEM: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC - RS)

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Resultados

1.109 questões encontradas. Mostrando a página 47 de 56.

  • 1BC9DCEC-27

    Matemática

    Progressão Aritmética - PA
    PUC - RS · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Um funcionário da Biblioteca Central deseja distribuir 200 livros nas prateleiras de acordo com o seguinte critério: na primeira prateleira, colocará 11 livros; na segunda prateleira, 13; na terceira, 15; e assim sucessivamente, até distribuir todos os livros em x prateleiras. Então, o número total de prateleiras usadas nessa distribuição é

    Escolha uma alternativa para a questão 1bc9dcec-27
  • 1AE577A2-27

    Matemática

    Funções
    PUC - RS · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Na sala de leitura da Área de Ciência e Tecnologia, encontram- se disponíveis para leitura x revistas nacionais e y revistas estrangeiras de Matemática. O número x é o zero da função f(x) = 3 log (x – 2) e o número y é o valor do produto
    Imagem 024.jpg
    Assim, o número de revistas de Matemática disponíveis na sala de leitura é

    Escolha uma alternativa para a questão 1ae577a2-27
  • 1A00E1D8-27

    Matemática

    Análise Combinatória em Matemática
    PUC - RS · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Numa estante da Biblioteca, encontram-se cinco livros de Física Quântica de autores diferentes, seis livros de Física Médica de autores diferentes e quatro livros de Física Nuclear, também de autores diferentes. Um grupo de alunos, para realizar uma pesquisa, precisa consultar dois livros de Física Quântica, três livros de Física Médica e um livro de Física Nuclear. O número de escolhas possíveis para essa consulta é

    Escolha uma alternativa para a questão 1a00e1d8-27
  • 1838BD7A-27

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 40, leia o excerto do poema denominado “Graciliano Ramos”, de João Cabral de Melo Neto.

    Falo somente com o que falo:
    com as mesmas vinte palavras
    girando ao redor do sol
    que as limpa do que não é faca:
    de toda uma crosta viscosa,
    resto de janta abaianada,
    que fica na lâmina e cega
    seu gosto da cicatriz clara.
    Falo somente do que falo:
    do seco e de suas paisagens,
    Nordestes, debaixo de um sol
    ali do mais quente vinagre:
    que reduz tudo ao espinhaço,
    cresta o simplesmente folhagem,
    folha prolixa, folharada,
    onde possa esconder- se na fraude.
    Falo somente por quem falo:
    por quem existe nesses climas
    condicionados pelo sol,
    pelo gavião e outras rapinas:
    e onde estão os solos inertes
    de tantas condições caatinga
    em que só cabe cultivar
    o que é sinônimo da míngua.
    Falo somente para quem falo:
    quem padece sono de morto
    e precisa um despertador
    acre, como o sol sobre o olho:
    que é quando o sol é estridente,
    a contrapelo, imperioso,
    e bate nas pálpebras como
    se bate numa porta a socos.

    I. O poema de João Cabral dialoga com o imaginário acre e violento presente no livro Vidas Secas, de Graciliano Ramos.

    II. O poema se dirige aos que sofrem com as radicais condições da caatinga nordestina, onde o sol é estridente, atingindo as pálpebras como se bate numa porta a socos.

    III. Apesar de todas as adversidades sertanejas, a natureza local possibilita um momento para cultivar uma multiplicidade de alimentos.

    A(s) afirmativa(s) correta(s) é/são:

    Escolha uma alternativa para a questão 1838bd7a-27
  • 1751E3E8-27

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 39, leia o fragmento do conto “A Hora e a Vez de Augusto Matraga”, de João Guimarães Rosa.

    O cavalo de Nhô Augusto obedeceu para diante; as ferraduras tinham e deram fogo no lajeado; e o cavaleiro, em pé nos estribos, trouxe a taca no ar, querendo a figura do velho. Mas o Major piscou, apenas, e encolheu a cabeça, porque mais não era preciso, e os capangas pulavam de cada beirada, e eram só pernas e braços. – Frecha, povo! Desmancha! Já os porretes caíam em cima do cavaleiro, que nem pinotes de matrinxãs na rede. Pauladas na cabeça, nos ombros, nas coxas. Nhô Augusto desceu o corpo e caiu. Ainda se ajoelhou em terra, querendo firmar- se nas mãos, mas isso só lhe serviu para poder ver as caras horríveis dos seus próprios bate- paus, e, no, meio deles, o capiauzinho mongo que amava a mulher- a toa Sariema. E Nhô Augusto fechou os olhos, de gastura, porque ele sabia que capiau de testa peluda, com o cabelo quase nos olhos, é uma raça de homem capaz de guardar o passado em casa, em lugar fresco perto do pote, e ir buscar na rua outras raivas pequenas, tudo para ajuntar à massa- mãe do ódio grande, até chegar o dia de tirar vingança. (...) Puxaram e arrastaram Nhô Augusto, pelo atalho do rancho do Barranco, que ficou sendo um caminho de pragas e judiação. E quando chegaram ao rancho do Barranco, ao fim da légua, o Nhô Augusto já vinha quase que só carregado, meio nu, todo picado de faca, quebrado de pancadas e enlameado grosso, poeira com sangue. Empurraram- no para o chão, e ele nem se moveu. (...) E, aí, quando tudo esteve a ponto, abrasaram o ferro com a marca do gado do Major – que soía ser um triângulo inscrito numa circunferência –, e imprimiram-na, com chiado, chamusco e fumaça, na polpa glútea direita de Nhô Augusto. Mas recuaram todos, num susto, porque Nhô Augusto viveu- se, com um berro e um salto, medonhos.

    Considerando o fragmento acima, todas as afirmativas são corretas, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão 1751e3e8-27
  • 166DC5E4-27

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 38, ler o excerto do conto “Mineirinho”, de Clarice Lispector, e preencher os parênteses com V (verdadeiro) ou F (falso).

    “É, suponho que é em mim, como um dos representantes de nós, que devo procurar por que está doendo a morte de um facínora. E por que é que mais me adianta contar os treze tiros que mataram Mineirinho do que os seus crimes. Perguntei a minha cozinheira o que pensava sobre o assunto. Vi no seu rosto a pequena convulsão de um conflito, o mal-estar de não entender o que se sente, o de precisar trair sensações contraditórias por não saber como harmonizá- las. Fatos irredutíveis, mas revolta irredutível também, a violenta compaixão da revolta. Sentir- se dividido na própria perplexidade diante de não poder esquecer que Mineirinho era perigoso e já matara demais; e no entanto nós o queríamos vivo. (...) No entanto a primeira lei, a que protege corpo e vida insubstituíveis, é a de que não matarás. Ela é a minha maior garantia: assim não me matam, porque eu não quero morrer, e assim não me deixam matar, porque ter matado será a escuridão para mim. Esta é a lei. Mas há alguma coisa que, se me fez ouvir o primeiro tiro com um alívio de segurança, no terceiro me deixa alerta, no quarto desassossegada, o quinto e o sexto me cobrem de vergonha, o sétimo e o oitavo eu ouço com o coração batendo de horror, no nono e no décimo minha boca está trêmula, no décimo primeiro digo em espanto o nome de Deus, no décimo segundo chamo meu irmão. O décimo terceiro tiro me assassina – porque eu sou o outro. Porque eu quero ser o outro.”

    ( ) O narrador não compreende plenamente por que está sensibilizado com a morte de um facínora que matou muitas pessoas.

    ( ) A cozinheira apresenta- se bastante confortável em discutir a morte do Mineirinho.

    ( ) Ao longo da contagem dos tiros que abateram o criminoso, o narrador vai se apiedando progressivamente, culminando no décimo terceiro tiro, momento em que se coloca no lugar do próprio facínora.

    ( ) A certa altura do conto, o narrador, movido pela lei da sobrevivência, chega a aceitar o extermínio de facínoras como o Mineirinho.

    A sequência correta, de cima para baixo, é

    Escolha uma alternativa para a questão 166dc5e4-27
  • 1585EB63-27

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 37, ler o fragmento do poema “A morte do leiteiro”, de Carlos Drummond de Andrade.

    Há pouco leite no país
    é preciso entregá- lo cedo.
    Há muita sede no país,
    é preciso entregá- lo cedo.
    Há no país uma legenda,
    que ladrão se mata com tiro.
    Então o moço que é leiteiro
    de madrugada com sua lata
    sai correndo e distribuindo
    leite bom para gente ruim.
    (...)
    E como a porta dos fundos
    também escondesse gente
    que aspira ao pouco de leite
    disponível em nosso tempo,
    avancemos por esse beco,
    peguemos o corredor,
    depositemos o litro...
    Sem fazer barulho, é claro,
    que barulho nada resolve.
    Meu leiteiro tão sutil
    de passo maneiro e leve,
    antes desliza que marcha.
    É certo que algum rumor
    sempre se faz: passo errado,
    vaso de flor no caminho,
    cão latindo por princípio,
    ou um gato quizilento.
    E há sempre um senhor que acorda,
    resmunga e torna a dormir.

    Mas este entrou em pânico
    (ladrões infestam o bairro),
    não quis saber de mais nada.
    O revólver da gaveta
    saltou para sua mão.
    Ladrão? se pega com tiro.
    Os tiros na madrugada
    liquidaram meu leiteiro.
    Se era noivo, se era virgem,
    se era alegre, se era bom,
    não sei,
    é tarde para saber.
    (...)


    Da garrafa estilhaçada.
    no ladrilho já sereno
    escorre uma coisa espessa
    que é leite, sangue... não sei
    Por entre objetos confusos,
    mal redimidos da noite,
    duas cores se procuram,
    suavemente se tocam,
    amorosamente se enlaçam,
    formando um terceiro tom
    a que chamamos aurora.

    De acordo com o texto, afirma-se:

    I. Em plena madrugada, o leiteiro cumpre um papel fundamental na distribuição de um leite bom que alimenta inclusive gente ruim.

    II. Na sua ríspida e barulhenta marcha, o leiteiro acorda todos que dormem nas casas nas quais o leite é entregue.

    III. De forma premeditada, o morador mata o raivoso leiteiro que se aproxima também para assaltá- lo.

    IV. Devido a um trágico engano, um cidadão inocente é morto no exercício da profissão.

    As afirmativas corretas são, apenas,

    Escolha uma alternativa para a questão 1585eb63-27
  • 14A099D8-27

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - RS · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    O personagem Paulo Honório, presente no romance __________, apresenta- se tomado pelo ódio e pensa em matar a sua própria esposa, Madalena. Este magnífico romance de __________, além de tematizar a violência, também discute o contexto econômico e social da Revolução de 30.

    Escolha uma alternativa para a questão 14a099d8-27
  • 13BC032C-27

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 35, leia os textos e as afirmativas que seguem.

    Texto 1

    Era um sonho dantesco... o tombadilho
    Que das luzernas avermelha o brilho
    Em sangue a se banhar.
    Tinir de ferros... estalar do açoite...
    Legiões de homens negros como a noite
    Horrendos a dançar.

    (...)

    E ri- se a orquestra irônica, estridente...
    E da ronda fantástica a serpente
    Faz doudas espirais ...
    Se o velho arqueja, se no chão resvala,
    Ouvem- se gritos... o chicote estala.
    E voam mais e mais...

    Presa nos elos de uma só cadeia,
    A multidão faminta cambaleia
    E chora e dança ali!
    Um de raiva delira, outro enlouquece,
    Outro, que de martírios embrutece,
    Cantando geme e ri!

    No entanto o capitão manda a manobra
    E após, fitando o céu que se desdobra,
    Tão puro sobre o mar,
    Diz, do fumo entre os densos nevoeiros:
    “Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
    Fazei- os mais dançar!...”

    (Excertos da quarta parte do poema “O Navio Negreiro”, de Castro Alves)


    Texto 2

    Tudo começou quando a gente conversava
    Naquela esquina ali
    De frente àquela praça
    Veio os homens
    E nos pararam
    Documento por favor
    Então a gente apresentou
    Mas eles não paravam
    Qual é negão? Qual é negão?
    O que que tá pegando?
    Qual é negão? Qual é negão?


    É mole de ver
    Que em qualquer dura
    O tempo passa mais lento pro negão
    Quem segurava com força a chibata
    Agora usa farda
    Engatilha a macaca Escolhe sempre o primeiro
    Negro pra passar na revista
    Pra passar na revista


    Todo camburão tem um pouco de navio negreiro
    Todo camburão tem um pouco de navio negreiro


    (...)

    (Todo camburão tem um pouco de navio negreiro, composição de Marcelo Yuka, do grupo O Rappa, em disco lançado em 1994)

    Com base nos textos, afirma-se:

    I. Já no primeiro verso do texto 1, o eu lírico anteci- pa o teor violento desse trecho do poema ao utilizar a expressão “sonho dantesco”, referência às imagens perturbadoras do Inferno, primeira parte da obra Divina Comédia, de Dante Alighieri.

    II. A canção do grupo O Rappa relaciona a imagem do açoitador do passado com a do policial dos dias de hoje.

    III. Por aclimação, entende-se o esforço do homem tencionando um processo de adaptação, mesmo em circunstâncias desfavoráveis. Ao construir imagens contrastantes (a multidão que, mesmo chorando, dança; o escravo que concomitante- mente geme e ri), Castro Alves, no texto 1, reduz seu grito de denúncia e antevê essa ação de ajustamento dos negros à realidade da escravatura.

    IV. Nos dois textos, há referência ou comparação entre animais e instrumentos que funcionam como armas de opressão frente ao negro.

    As afirmativas corretas são, apenas


    Escolha uma alternativa para a questão 13bc032c-27
  • 12D4667B-27

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 34, leia os textos que seguem.

    Texto 1

    (…)

    É bem possível que eu um dia cegue.
    No ardor desta letal tórrida zona,
    A cor do sangue é a cor que me impressiona
    E a que mais neste mundo me persegue!

    Essa obsessão cromática me abate.
    Não sei por que me vêm sempre à lembrança
    O estômago esfaqueado de uma criança
    E um pedaço de víscera escarlate.

    (…)

    Na ascensão barométrica da calma,
    Eu bem sabia, ansiado e contrafeito,
    Que uma população doente do peito
    Tossia sem remédio na minh’alma!

    E o cuspo que essa hereditária tosse
    Golfava, à guisa de ácido resíduo,
    Não era o cuspo só de um indivíduo
    Minado pela tísica precoce.

    (…)

    Imagem 017.jpg

    Os versos do excerto e o texto crítico de Alfredo Bosi referem- se a

    Escolha uma alternativa para a questão 12d4667b-27
  • 11EFD23A-27

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 33, leia o excerto a seguir, no contexto do conto de Simões Lopes Neto, e as afirmativas, preenchendo os parênteses com V para verdadeiro e F para falso.

    “Foi então que um gaúcho gadelhudo, mui alto, canhoto, desprendeu da cintura as boleadeiras e fê- las roncar por cima da cabeça… e quando ia soltá- las, zunindo, com força pra rebentar as costelas dum boi manso, e que o negro estava cocando o tiro, de facão pronto pra cortar as sogas…, nesse mesmo momento e instante a velha Fermina entrou na roda, e ligeira como um gato, varejou no Bonifácio uma chocolateira de água fervendo, que trazia na mão, do chimarrão que estava chupando… O negro urrou como um touro na capa…; a rumo no mais avançou o braço, e fincou e suspendeu, levando a velha, estorcendo- se, atravessada no facão até o esse…; ao mesmo tempo, mandado por pulso de homem um bolaço cantou- lhe no tampo da cabeça e logo outro, no costilhar, e o negro caiu, como boi desnucado, de boca aberta, a língua pontuada, mexendo em tremura uma perna, onde a roseta da chilena tinia, miúdo…

    Patrício, escuite!”


    ( ) As comparações com bichos ( boi manso, gato, touro na capa, boi desnucado) conferem aos personagens uma espécie de animalização, um instinto não racional que potencializa o tom violento da cena.

    ( ) Na leitura do trecho, torna- se evidente a força visual na escrita de Simões Lopes Neto, autor que detalhava, com riqueza, as ações de seus personagens, gerando tensão no relato.

    ( ) A utilização de expressões tipicamente urbanas do Rio Grande do Sul dá ao texto um caráter regionalista.

    ( ) O vaqueano Blau Nunes é o narrador da obra, personagem que testemunhou ou ouviu os causos que relata. Essa marca de oralidade torna- se ainda mais explícita com a passagem “Patrício, escuite!”.

    ( ) O trecho pertence ao conto “Negro Bonifácio”.

    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

    Escolha uma alternativa para a questão 11efd23a-27
  • 1109613B-27

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - RS · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 32, leia o trecho a seguir, no contexto da obra O Ateneu, de Raul Pompéia, e as afirmativas.

    Imagem 016.jpg

    I. A violência recorrente num ambiente de confinamento mostra ao personagem principal a lógica da dominação dos mais fracos pelos mais fortes.

    II. A expressão “fazer valer um bom serviço” explicita o trabalho duplo de Sanches: apresentar um suposto perigo e ao mesmo tempo oferecer proteção ao aluno novato.

    III. O incêndio que devastaria o colégio Ateneu, provocado pelo personagem principal do romance, é um último ato de violência, que dá fim à obra de Raul Pompéia.

    IV. Com teor memorialista, a obra O Ateneu, uma crônica de saudades, traz um narrador em primeira pessoa do singular, chamado Franco.

    As afirmativas corretas são, apenas,



    Escolha uma alternativa para a questão 1109613b-27
  • 1022DFB9-27

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem 015.jpg


    Desde as tragédias gregas, a violência sempre instigou a criação literária. O conflito entre nativos e europeus no tempo das descobertas, as batalhas sangrentas no estabelecimento das fronteiras do pampa, o mundo sem lei do sertanejo, a degradação moral nos conglomerados urbanos são alguns dos enredos brutais que configuram o nosso imaginário literário. A violência, mais do que um problema do nosso cotidiano contemporâneo, é um tema recorrente, como atestam os textos desta prova.

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 31, leia o excerto do conto “O caso da vara”, de Machado de Assis.

    Todas as afirmativas estão corretamente associadas ao excerto, EXCETO:

    Escolha uma alternativa para a questão 1022dfb9-27
  • 0F3C71BC-27

    História

    História do Brasil
    PUC - RS · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Em 25 de agosto de 1961, Jânio Quadros renunciou ao seu cargo de Presidente da República, alegando pressão de “forças terríveis”, sem revelar seus verdadeiros motivos. Um movimento popular foi desencadeado em seguida, comandado por Leonel Brizola, governador do Rio Grande do Sul, para garantir a obediência à Constituição e a nomeação do vice- presidente da República, João Goulart, que estava em viagem diplomática à República Popular da China.

    Quem assumiu o poder, após a Campanha da Legalidade?

    Escolha uma alternativa para a questão 0f3c71bc-27
  • 0E56A1F7-27

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
    PUC - RS · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 29, considere o texto abaixo.

    Este passado da minha vida no Rio Grande se imprimiu em minha memória como algo de sobrenatural, de mágico, de verdadeiramente romântico. Eu vi corpos de tropas mais numerosos, batalhas mais disputadas, mas nunca vi, em nenhuma parte, homens mais valentes nem cavaleiros mais brilhantes do que os da bela cavalaria rio- grandense, em cujas filas principiei a desprezar o perigo e a combater dignamente pela causa das gentes.

    (Carta a Domingos José de Almeida. In: MUÑOZ BRAZ, Evaldo. Manifesto gaúcho. Porto Alegre: Martins Livreiro, 2000, p. 12)

    Essas ideias, atribuídas a uma das lideranças do movimento, fazem referência a um dos últimos confrontos da _________, que ocorreu em cerro localizado no atual município de Pinheiro Machado, RS. O Corpo de _________, chefiado por Teixeira Nunes, foi atacado por tropas imperiais, muito mais numerosas e armadas. O episódio, no qual quase cem soldados foram mortos, foi chamado de _________.

    Escolha uma alternativa para a questão 0e56a1f7-27
  • 0D73D799-27

    História

    História do Brasil
    PUC - RS · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    O tema do Coronelismo é retratado em obras de escritores como Graciliano Ramos, José Lins do Rego e Jorge Amado, que procuraram demonstrar a dominação política do país pela oligarquia cafeeira. Esta era composta por grandes proprietários de terras que exerciam o monopólio do poder local. Os eleitores, ao votar de forma aberta, por meio do chamado “voto de cabresto”, eram obrigados a eleger os candidatos indicados pelo “coronel” e seus jagunços.

    Esta realidade é característica
    Escolha uma alternativa para a questão 0d73d799-27
  • 0C8E8FE1-27

    História

    História do Brasil
    PUC - RS · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A chegada da Família Real ao Brasil trouxe incremento à vida cultural e modificações de ordem político- administrativa, com reflexos na economia.

    Considerando a primeira metade do século XIX, é correto apontar, como exemplo de medida adotada,

    Escolha uma alternativa para a questão 0c8e8fe1-27
  • 0BA8C311-27

    História

    História Geral
    PUC - RS · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 26, considere as realizações atribuídas ao Governo de Maurício de Nassau, instaurado entre os anos de 1637 a 1644, devido às invasões holandesas no Brasil.

    1. Vinda de artistas e intelectuais da Europa.

    2. Estabelecimento do monopólio do mercado exportador.

    3. Garantia de liberdade religiosa.

    4. Urbanização de Recife.

    5. Conquista de Alagoas e Bahia.

    Todas as afirmativas corretas estão reunidas em

    Escolha uma alternativa para a questão 0ba8c311-27
  • 0AC4705D-27

    História

    História da América Latina
    PUC - RS · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Ao longo dos anos 1990, vários governos na América Latina implantaram políticas econômicas que apresentavam características essenciais bastante semelhantes, dentre as quais NÃO se pode apontar

    Escolha uma alternativa para a questão 0ac4705d-27
  • 09E0293A-27

    História

    Crise de 1929 e seus desdobramentos
    PUC - RS · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 24, considere as afirmativas abaixo, sobre o período de entre- guerras (1919-1939).

    I. Um dos principais pontos de atrito entre as potências ocidentais eram as reparações de guerra que a Alemanha, derrotada, não reunia condições de pagar.

    II. No princípio da década de 1920, os Estados Unidos encontravam- se em uma situação financeira difícil, devido a sua participação na guerra, apresentando alto grau de endividamento com a França e a Inglaterra.

    III. Ao longo dos anos 1920, os Estados ocidentais firmaram novos pactos de não agressão e de

    li- mitação da corrida armamentista, nas Conferências de Washington e Locarno, bem como no Pacto Briand- Kellog.

    IV. As camadas dirigentes ocidentais em geral não consideravam relevantes os riscos da expansão internacional do socialismo através da Terceira Internacional, pois a URSS encontrava-se isolada estrategicamente.

    Estão corretas apenas as afirmativas

    Escolha uma alternativa para a questão 09e0293a-27