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Interpretação de TextosPUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
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311 questões encontradas. Mostrando a página 11 de 16.


Considere os parágrafos 5 e 6 e as afirmações abaixo.
I. O paralelo estabelecido, no parágrafo 5, entre o executivo se embebeda em casa e o palhaço do circo pobre constitui argumento a favor da ideia de que o atendimento a uma vocação pode levar a vivência de momentos pouco sedutores.
II. Na sequência (linhas 77 a 82) em que as unidades são articuladas por meio da preposição entre e da conjunção e, em cada uma delas exprime-se o contraste entre a possibilidade oferecida pela vocação e o cumprimento das promessas do mercado.
III. Na construção há as vozes poderosas do “mercado", essa entidade que acaba por reger tantas vidas, tem-se exemplo do seguinte uso: "quando, expresso um nome, o autor quer tornar saliente um traço que o caracteriza, ele o introduz por meio do pronome esse".
Está correto o que se afirma em

Concorrendo com ela, ou contra ela, há as vozes poderosas do "mercado", essa entidade que acaba por reger tantas vidas.
Sobre o que se tem acima (linhas 73 a 75), é correto afirmar:

... somos capazes de ouvir bem essa voz supostamente instalada dentro de nós?
A frase acima (linhas 71 e 72) retoma conceito sobre essa voz já expresso em passagem anterior do texto. Assinale o segmento que apresenta explicitamente esse conceito.

O que não se pode esquecer é que o atendimento a uma vocação − seja ela qual for − é praticamente uma garantia de realização pessoal. Descontadas as condições indignas em que um trabalho se dê − caso da escravatura, da exploração de mão de obra barata, das atividades insalubres etc. − toda atividade pode ser intrinsecamente gratificante.
Considerados o acima transcrito, em seu contexto, e a norma-padrão escrita, é apropriado afirmar:


Essa voz atua com muita força, mas muitos de nós acabam por se desviar dela.
Outra formulação para a frase acima, que seja clara e correta e que não prejudique o sentido original, é

Toda criança ouve essa pergunta dezenas de vezes. Quase sempre há uma resposta, dada por ela mesma (bombeiro! piloto de fórmula 1! mágico! cantor!) ou pelos zelosos paizinhos (médico! engenheiro! advogado!). Ao que parece ninguém dá muita importância ao que se designa por “vocação”, do latim vocare, isto é, chamar: somos levados a exercer uma profissão para a qual fomos chamados. Vinda de fora ou de dentro de nós, essa “voz” nos leva a ser professores, músicos, atores, malabaristas – e até médicos e engenheiros, por que não?
No fragmento acima,


Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Os sapos Pleurodema diplolistris passam 10 ou 11 meses anuais de seca enterrados na areia, de onde os machos já emergem cantando em uníssono, como uma enorme sirene, e logo saltam para a lagoa mais próxima. Atraídas pela cantoria, as fêmeas escolhem seus pares e liberam dezenas de óvulos que, depois de fecundados, são envoltos num muco semelhante à clara de ovo que o macho bate em neve. Em um ou no máximo dois meses, quando as chuvas cessam e os rios desaparecem como por um passe de mágica, os sapinhos recém-nascidos precisam estar completamente formados e prontos para enterrarem-se na areia. (...) Durante a seca, o metabolismo de fato fica reduzido no fígado e nos músculos das patas de trás. Uma baixa concentração de proteínas no coração, sugere que esse órgão fica menos ativo. As patas, ao contrário, mantêm teores proteicos normais.
(Adaptado: Na enxurrada seca. Revista Pesquisa FAPESP, março de 2010, p. 49)
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Os sapos Pleurodema diplolistris passam 10 ou 11 meses anuais de seca enterrados na areia, de onde os machos já emergem cantando em uníssono, como uma enorme sirene, e logo saltam para a lagoa mais próxima. Atraídas pela cantoria, as fêmeas escolhem seus pares e liberam dezenas de óvulos que, depois de fecundados, são envoltos num muco semelhante à clara de ovo que o macho bate em neve. Em um ou no máximo dois meses, quando as chuvas cessam e os rios desaparecem como por um passe de mágica, os sapinhos recém-nascidos precisam estar completamente formados e prontos para enterrarem-se na areia. (...) Durante a seca, o metabolismo de fato fica reduzido no fígado e nos músculos das patas de trás. Uma baixa concentração de proteínas no coração, sugere que esse órgão fica menos ativo. As patas, ao contrário, mantêm teores proteicos normais.
(Adaptado: Na enxurrada seca. Revista Pesquisa FAPESP, março de 2010, p. 49)
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Os sapos Pleurodema diplolistris passam 10 ou 11 meses anuais de seca enterrados na areia, de onde os machos já emergem cantando em uníssono, como uma enorme sirene, e logo saltam para a lagoa mais próxima. Atraídas pela cantoria, as fêmeas escolhem seus pares e liberam dezenas de óvulos que, depois de fecundados, são envoltos num muco semelhante à clara de ovo que o macho bate em neve. Em um ou no máximo dois meses, quando as chuvas cessam e os rios desaparecem como por um passe de mágica, os sapinhos recém-nascidos precisam estar completamente formados e prontos para enterrarem-se na areia. (...) Durante a seca, o metabolismo de fato fica reduzido no fígado e nos músculos das patas de trás. Uma baixa concentração de proteínas no coração, sugere que esse órgão fica menos ativo. As patas, ao contrário, mantêm teores proteicos normais.
(Adaptado: Na enxurrada seca. Revista Pesquisa FAPESP, março de 2010, p. 49)

