Questões do ENEM: Fundação Getulio Vargas (FGV)

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1.077 questões encontradas. Mostrando a página 29 de 54.

  • 612AD90C-1B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2015

    In paragraph 4, the sentence “None involved serious violence” most likely refers to which of the following?
    Escolha uma alternativa para a questão 612ad90c-1b
  • 6126D849-1B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2015

    Which of the following is most supported by the information in the article?
    Escolha uma alternativa para a questão 6126d849-1b
  • 612254BC-1B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2015

    According to the information in the article, Ephraim Mirvis most likely believes which of the following?
    Escolha uma alternativa para a questão 612254bc-1b
  • 611C99FF-1B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2015

    Information in the study presented by the Institute for Jewish Policy Research (mentioned in paragraph 2) could most likely be used to support which of the following ideas?
    Escolha uma alternativa para a questão 611c99ff-1b
  • 61038462-1B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2015

    According to the information in the article, Brenda Larison and her research team found evidence to support which of the following?
    Escolha uma alternativa para a questão 61038462-1b
  • 60FC1771-1B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2015

    According to the information in the article, Brenda Larison and her research team
    Escolha uma alternativa para a questão 60fc1771-1b
  • 60EA3136-1B

    Português

    Gêneros Textuais
    FGV · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Não obstante as diferenças estéticas e cronológicas existentes entre Capitães da Areia (1937), São Bernardo (1934) e A rosa do povo (1945), determinadas características desses livros — tais como a ênfase na opressão, no medo, na crueldade etc. — indicam que eles compartilham, como contexto histórico nacional,
    Escolha uma alternativa para a questão 60ea3136-1b
  • 60D2F49E-1B

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

          (...) Um dia, passado muito tempo, Pedro Bala ia com o Sem-Pernas pelas ruas. Entraram numa igreja da Piedade, gostavam de ver as coisas de ouro, mesmo era fácil bater uma bolsa de uma senhora que rezasse. Mas não havia nenhuma senhora na igreja àquela hora. Somente um grupo de meninos pobres e um capuchinho que lhes ensinava catecismo.

          — É Pirulito... — disse Sem-Pernas.

          Pedro Bala ficou olhando. Encolheu os ombros:

          — Que adianta?

          Sem-Pernas olhou:

          — Não dá de comer...

          — Um dia vai ser padre também. Tem que ser é tudo junto.

          Sem-Pernas disse:

          — A bondade não basta.

          Completou:

          — Só o ódio...

          Pirulito não os via. Com uma paciência e uma bondade extremas ensinava às crianças buliçosas as lições de catecismo. Os dois Capitães da Areia saíram balançando a cabeça. Pedro Bala botou a mão no ombro do Sem-Pernas.

          — Nem o ódio, nem a bondade. Só a luta. A voz bondosa de Pirulito atravessa a igreja.

          A voz de ódio do Sem-Pernas estava junto de Pedro Bala. Mas ele não ouvia nenhuma. Ouvia era a voz de João de Adão, o doqueiro, a voz de seu pai morrendo na luta.

                                                           Jorge Amado, Capitães da Areia.

    Embora as atitudes assumidas por Pirulito, Sem-Pernas e Pedro Bala sejam bastante diferentes entre si, todas as três são reações a um estado de coisas cuja causa principal, tal como identificada no contexto de Capitães da Areia, é a
    Escolha uma alternativa para a questão 60d2f49e-1b
  • 60CD8ACC-1B

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

          (...) Um dia, passado muito tempo, Pedro Bala ia com o Sem-Pernas pelas ruas. Entraram numa igreja da Piedade, gostavam de ver as coisas de ouro, mesmo era fácil bater uma bolsa de uma senhora que rezasse. Mas não havia nenhuma senhora na igreja àquela hora. Somente um grupo de meninos pobres e um capuchinho que lhes ensinava catecismo.

          — É Pirulito... — disse Sem-Pernas.

          Pedro Bala ficou olhando. Encolheu os ombros:

          — Que adianta?

          Sem-Pernas olhou:

          — Não dá de comer...

          — Um dia vai ser padre também. Tem que ser é tudo junto.

          Sem-Pernas disse:

          — A bondade não basta.

          Completou:

          — Só o ódio...

          Pirulito não os via. Com uma paciência e uma bondade extremas ensinava às crianças buliçosas as lições de catecismo. Os dois Capitães da Areia saíram balançando a cabeça. Pedro Bala botou a mão no ombro do Sem-Pernas.

          — Nem o ódio, nem a bondade. Só a luta. A voz bondosa de Pirulito atravessa a igreja.

          A voz de ódio do Sem-Pernas estava junto de Pedro Bala. Mas ele não ouvia nenhuma. Ouvia era a voz de João de Adão, o doqueiro, a voz de seu pai morrendo na luta.

                                                           Jorge Amado, Capitães da Areia.

    Atente para as seguintes afirmações referentes ao excerto, considerado no contexto de Capitães da Areia:

    I Os termos “bondade”, “ódio” e “luta”, postos em questão no excerto, encontram-se objetivamente em relação dialética – na qual a contradição entre os dois primeiros é superada na síntese operada pelo termo “luta”, que os engloba e ultrapassa.

    II Vista no conjunto da trajetória da personagem, a cena registra um momento decisivo no processo de politização de Pedro Bala.

    III Para definir os perfis que as personagens Pirulito, Sem-Pernas e Pedro Bala assumem no excerto, as palavras-chave poderiam ser, respectivamente, ilusão, ressentimento e projeto.

    Está correto o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 60cd8acc-1b
  • 60C418F7-1B

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    FGV · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

                     À margem de Memórias de um sargento de milícias

          É difícil associar à impressão deixada por essa obra divertida e leve a ideia de um destino trágico. Foi, entretanto, o que coube a Manuel Antônio de Almeida, nascido em 1831 e morto em 1861. A simples justaposição dessas duas datas é bastante reveladora: mais alguns dados, os poucos de que dispomos, apenas servem para carregar nas cores, para tornar a atmosfera do quadro mais deprimente. Que é que cabe num prazo tão curto?

          Uma vida toda em movimento, uma série tumultuosa de lutas, malogros e reerguimentos, as reações de uma vontade forte contra os golpes da fatalidade, os heroicos esforços de ascensão de um self-made man esmagado pelas circunstâncias. Ignoramos quase totalmente seus começos de menino pobre, mas talvez seja possível reconstruí-los em parte pelas cenas tão vivas em que apresenta o garoto Leonardo lançado de chofre nas ruas pitorescas da indolente cidadezinha que era o Rio daquela época. Basta enumerar todas as profissões que o escritor exerceu em seguida para adivinhar o ambiente. Estudante na Escola de Belas-Artes e na Faculdade de Medicina, jornalista e tradutor, membro fundador da Sociedade das Belas-Artes, administrador da Tipografia Nacional, diretor da Academia Imperial da Ópera Nacional, Manuel Antônio provavelmente não se teria candidatado ainda a uma cadeira da Assembleia Provincial se suas ocupações sucessivas lhe garantissem uma renda proporcional ao brilho de seus títulos. Achava-se justamente a caminho da “sua” circunscrição, quando, depois de tantos naufrágios no sentido figurado, pereceu num naufrágio concreto, deixando saudades a um reduzido círculo de amigos, um medíocre libreto de ópera e algumas traduções, do francês, de romances de cordel, aos pesquisadores de curiosidade, e as Memórias de um sargento de milícias ao seu país.

                                         Paulo Rónai, Encontros com o Brasil. Rio de Janeiro:

                                                                                       Edições de Janeiro, 2014. 

    No primeiro parágrafo, o conectivo “entretanto” introduz uma oração que contém, em relação à associação feita no período anterior, ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 60c418f7-1b
  • 60BB032F-1B

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

                     À margem de Memórias de um sargento de milícias

          É difícil associar à impressão deixada por essa obra divertida e leve a ideia de um destino trágico. Foi, entretanto, o que coube a Manuel Antônio de Almeida, nascido em 1831 e morto em 1861. A simples justaposição dessas duas datas é bastante reveladora: mais alguns dados, os poucos de que dispomos, apenas servem para carregar nas cores, para tornar a atmosfera do quadro mais deprimente. Que é que cabe num prazo tão curto?

          Uma vida toda em movimento, uma série tumultuosa de lutas, malogros e reerguimentos, as reações de uma vontade forte contra os golpes da fatalidade, os heroicos esforços de ascensão de um self-made man esmagado pelas circunstâncias. Ignoramos quase totalmente seus começos de menino pobre, mas talvez seja possível reconstruí-los em parte pelas cenas tão vivas em que apresenta o garoto Leonardo lançado de chofre nas ruas pitorescas da indolente cidadezinha que era o Rio daquela época. Basta enumerar todas as profissões que o escritor exerceu em seguida para adivinhar o ambiente. Estudante na Escola de Belas-Artes e na Faculdade de Medicina, jornalista e tradutor, membro fundador da Sociedade das Belas-Artes, administrador da Tipografia Nacional, diretor da Academia Imperial da Ópera Nacional, Manuel Antônio provavelmente não se teria candidatado ainda a uma cadeira da Assembleia Provincial se suas ocupações sucessivas lhe garantissem uma renda proporcional ao brilho de seus títulos. Achava-se justamente a caminho da “sua” circunscrição, quando, depois de tantos naufrágios no sentido figurado, pereceu num naufrágio concreto, deixando saudades a um reduzido círculo de amigos, um medíocre libreto de ópera e algumas traduções, do francês, de romances de cordel, aos pesquisadores de curiosidade, e as Memórias de um sargento de milícias ao seu país.

                                         Paulo Rónai, Encontros com o Brasil. Rio de Janeiro:

                                                                                       Edições de Janeiro, 2014. 

    Segundo o texto, a única informação sobre Manuel Antônio de Almeida que NÃO está correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão 60bb032f-1b
  • 60B72473-1B

    Português

    Morfologia - Pronomes
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Para responder a questão, leia o seguinte texto, escrito poucos dias antes do início da última Copa do Mundo.

                                      A tão falada lição

          Passam os anos menos depressa do que dizem, quando dizem que o tempo corre. Passam mais depressa do que se pensa, quando se trata de vivê-los. São 64 anos. Por exemplo, entre este e 1950, ano de muitas agitações.

          Na política, pela volta de Getúlio, se não para redimir-se da ditadura encerrada cinco anos antes, porque ditadura nenhuma tem redenção, para um governo que, mesmo inconcluído, legou ao Brasil os instrumentos que permitiriam fazer o grande país que não foi feito – Petrobras, BNDE, uma infinidade de outros.

          Entre tantas agitações mais, lá estava a Copa do Mundo, a primeira depois da Segunda Guerra Mundial, no maior estádio do mundo, para fazer dos brasileiros os campeões mundiais.

          Nos 64 anos seguintes, Getúlio e seu governo desapareceram sob a dureza das versões degradantes e do getulismo mitológico. A Copa e seu final desastroso satisfizeram-se com explicação única e simples: fora do campo, os excessos da autoglorificação antecipada, com louvações e festejos movidos a políticos, artistas, jornalistas, a publicidade comercial; e, no campo, uma (inexistente) falha do goleiro das cores pátrias.

          Há 64 anos se repete essa ladainha de 50, como símbolo e como advertência. Quem quiser uma ideia melhor da explicação dada a 50, é fácil. Basta uma olhadela nos jornais e na TV, a gente da TV e outras gentes em visita à "concentração", a caçada a jogadores, convidados VIP para ver treinos, lá vai a estatueta ao palácio presidencial, os comandantes Felipão e Parreira são claros: "Nós já estamos com uma mão na taça". Igualzinho. Está nos genes.

                            Janio de Freitas, Folha de S. Paulo, 03/06/2014. Adaptado. 

    Acerca dos seguintes pronomes presentes nos dois primeiros parágrafos do texto, a única afirmação correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão 60b72473-1b
  • 60B2FB5A-1B

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Para responder a questão, leia o seguinte texto, escrito poucos dias antes do início da última Copa do Mundo.

                                      A tão falada lição

          Passam os anos menos depressa do que dizem, quando dizem que o tempo corre. Passam mais depressa do que se pensa, quando se trata de vivê-los. São 64 anos. Por exemplo, entre este e 1950, ano de muitas agitações.

          Na política, pela volta de Getúlio, se não para redimir-se da ditadura encerrada cinco anos antes, porque ditadura nenhuma tem redenção, para um governo que, mesmo inconcluído, legou ao Brasil os instrumentos que permitiriam fazer o grande país que não foi feito – Petrobras, BNDE, uma infinidade de outros.

          Entre tantas agitações mais, lá estava a Copa do Mundo, a primeira depois da Segunda Guerra Mundial, no maior estádio do mundo, para fazer dos brasileiros os campeões mundiais.

          Nos 64 anos seguintes, Getúlio e seu governo desapareceram sob a dureza das versões degradantes e do getulismo mitológico. A Copa e seu final desastroso satisfizeram-se com explicação única e simples: fora do campo, os excessos da autoglorificação antecipada, com louvações e festejos movidos a políticos, artistas, jornalistas, a publicidade comercial; e, no campo, uma (inexistente) falha do goleiro das cores pátrias.

          Há 64 anos se repete essa ladainha de 50, como símbolo e como advertência. Quem quiser uma ideia melhor da explicação dada a 50, é fácil. Basta uma olhadela nos jornais e na TV, a gente da TV e outras gentes em visita à "concentração", a caçada a jogadores, convidados VIP para ver treinos, lá vai a estatueta ao palácio presidencial, os comandantes Felipão e Parreira são claros: "Nós já estamos com uma mão na taça". Igualzinho. Está nos genes.

                            Janio de Freitas, Folha de S. Paulo, 03/06/2014. Adaptado. 

    Analise as seguintes afirmações sobre o texto:

    I Segundo o autor, tempo psicológico e tempo cronológico nem sempre coincidem.

    II O contexto histórico em que se deu a Copa do Mundo de 1950 é abordado com neutralidade pelo autor.

    III O autor conclui o texto por meio de uma assertiva em tom premonitório.

    Está correto apenas o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 60b2fb5a-1b
  • 60AE8DB3-1B

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Para responder a questão, leia o seguinte texto, escrito poucos dias antes do início da última Copa do Mundo.

                                      A tão falada lição

          Passam os anos menos depressa do que dizem, quando dizem que o tempo corre. Passam mais depressa do que se pensa, quando se trata de vivê-los. São 64 anos. Por exemplo, entre este e 1950, ano de muitas agitações.

          Na política, pela volta de Getúlio, se não para redimir-se da ditadura encerrada cinco anos antes, porque ditadura nenhuma tem redenção, para um governo que, mesmo inconcluído, legou ao Brasil os instrumentos que permitiriam fazer o grande país que não foi feito – Petrobras, BNDE, uma infinidade de outros.

          Entre tantas agitações mais, lá estava a Copa do Mundo, a primeira depois da Segunda Guerra Mundial, no maior estádio do mundo, para fazer dos brasileiros os campeões mundiais.

          Nos 64 anos seguintes, Getúlio e seu governo desapareceram sob a dureza das versões degradantes e do getulismo mitológico. A Copa e seu final desastroso satisfizeram-se com explicação única e simples: fora do campo, os excessos da autoglorificação antecipada, com louvações e festejos movidos a políticos, artistas, jornalistas, a publicidade comercial; e, no campo, uma (inexistente) falha do goleiro das cores pátrias.

          Há 64 anos se repete essa ladainha de 50, como símbolo e como advertência. Quem quiser uma ideia melhor da explicação dada a 50, é fácil. Basta uma olhadela nos jornais e na TV, a gente da TV e outras gentes em visita à "concentração", a caçada a jogadores, convidados VIP para ver treinos, lá vai a estatueta ao palácio presidencial, os comandantes Felipão e Parreira são claros: "Nós já estamos com uma mão na taça". Igualzinho. Está nos genes.

                            Janio de Freitas, Folha de S. Paulo, 03/06/2014. Adaptado. 

    A frase que expressa corretamente a opinião do autor sobre os acontecimentos que marcaram o ano de 1950 é:
    Escolha uma alternativa para a questão 60ae8db3-1b
  • 6090E202-1B

    Matemática

    Circunferências
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Os pontos de coordenadas (x,y) do plano cartesiano que satisfazem a equação matricial Imagem da questão de Matemática, da prova de 2015 representam:

    Escolha uma alternativa para a questão 6090e202-1b
  • 608C792F-1B

    Matemática

    Matemática Financeira
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Ao aplicar hoje 100 mil reais a juros compostos a uma taxa de juros anual positiva, Jaime receberá 60 mil reais daqui a um ano e 55 mil reais daqui a dois anos.

    Se a mesma aplicação fosse feita por dois anos a juros compostos e à mesma taxa anterior, Jaime receberia:

    Escolha uma alternativa para a questão 608c792f-1b
  • 76D5EB4D-AD

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
                                   Verão carioca 73

    O carro do sol passeia rodas de incêndio
    sobre os corpos e as mentes, fulminando-os.
    Restam, sob o massacre, esquírolas1 de consciência,
    a implorar, sem esperança, um caneco de sombra.

    As árvores decotadas, alamedas sem árvores.
    O ar é neutro, fixo, e recusa passagem
    às viaturas da brisa. O zinir de besouros buzinas
    ressoa no interior da célula ferida.

    Sobe do negro chão meloso espedaçado
    o súlfur2 dos avernos3 em pescoções de fogo.
    A vida, esse lagarto invisível na loca4 ,
    ou essa rocha ardendo onde a verdura ria?

    O mar abre-se em leque à visita de uns milhares,
    mas, curvados ao peso dessa carga de chamas,
    em mil formas de esforço e pobreza e rotina,
    milhões curtem a maldição do esplêndido verão.

    (Carlos Drummond de Andrade. As impurezas do branco, 2012)

    1esquírolas: lascas, pedacinhos
    2súlfur: enxofre
    3avernos: infernos
    4loca: gruta pequena, local sob algo

    Assinale a alternativa em que os versos da primeira estrofe estão reescritos de acordo com a norma-padrão de concordância nominal e verbal.
    Escolha uma alternativa para a questão 76d5eb4d-ad
  • 76CFE519-AD

    Português

    Figuras de Linguagem
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                                   Verão carioca 73

    O carro do sol passeia rodas de incêndio
    sobre os corpos e as mentes, fulminando-os.
    Restam, sob o massacre, esquírolas1 de consciência,
    a implorar, sem esperança, um caneco de sombra.

    As árvores decotadas, alamedas sem árvores.
    O ar é neutro, fixo, e recusa passagem
    às viaturas da brisa. O zinir de besouros buzinas
    ressoa no interior da célula ferida.

    Sobe do negro chão meloso espedaçado
    o súlfur2 dos avernos3 em pescoções de fogo.
    A vida, esse lagarto invisível na loca4 ,
    ou essa rocha ardendo onde a verdura ria?

    O mar abre-se em leque à visita de uns milhares,
    mas, curvados ao peso dessa carga de chamas,
    em mil formas de esforço e pobreza e rotina,
    milhões curtem a maldição do esplêndido verão.

    (Carlos Drummond de Andrade. As impurezas do branco, 2012)

    1esquírolas: lascas, pedacinhos
    2súlfur: enxofre
    3avernos: infernos
    4loca: gruta pequena, local sob algo

    Considere as definições:

    Metáfora é a figura de linguagem que consiste no emprego de uma palavra com sentido que não lhe é comum ou próprio, sendo esse novo sentido resultante de uma relação de semelhança, de intersecção entre dois termos.

    Personificação ou prosopopeia é a figura de linguagem que consiste em atribuir linguagem, sentimentos e ações próprios dos seres humanos a seres inanimados ou irracionais.

    Aliteração é a repetição constante de um mesmo fonema consonantal.

    (William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães. Gramática reflexiva, 2005)

    As definições são exemplificadas, respectivamente, com os seguintes versos do poema:

    Escolha uma alternativa para a questão 76cfe519-ad
  • 76C9BBED-AD

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
                                   Verão carioca 73

    O carro do sol passeia rodas de incêndio
    sobre os corpos e as mentes, fulminando-os.
    Restam, sob o massacre, esquírolas1 de consciência,
    a implorar, sem esperança, um caneco de sombra.

    As árvores decotadas, alamedas sem árvores.
    O ar é neutro, fixo, e recusa passagem
    às viaturas da brisa. O zinir de besouros buzinas
    ressoa no interior da célula ferida.

    Sobe do negro chão meloso espedaçado
    o súlfur2 dos avernos3 em pescoções de fogo.
    A vida, esse lagarto invisível na loca4 ,
    ou essa rocha ardendo onde a verdura ria?

    O mar abre-se em leque à visita de uns milhares,
    mas, curvados ao peso dessa carga de chamas,
    em mil formas de esforço e pobreza e rotina,
    milhões curtem a maldição do esplêndido verão.

    (Carlos Drummond de Andrade. As impurezas do branco, 2012)

    1esquírolas: lascas, pedacinhos
    2súlfur: enxofre
    3avernos: infernos
    4loca: gruta pequena, local sob algo

    A leitura do poema permite concluir que o verão carioca
    Escolha uma alternativa para a questão 76c9bbed-ad