Questões do ENEM: Universidade Federal do Amazonas
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47A6C885-B1 TextoQuando eu ainda não sabia nadar, meu pai me levava para ali, segurava-me um braço e atirava-me num lugar fundo. Puxava-me para cima e deixava-me respirar um instante. Em seguida repetia a tortura. Com o correr do tempo aprendi natação com os bichos e livrei-me disso.Mais tarde, na escola de mestre Antônio Justino, li a história de um pintor e de um cachorro que morria afogado. Pois para mim era no poço da Pedra que se dava o desastre. Sempre imaginei o pintor com a cara de Camilo Pereira da Silva, e o cachorro parecia-se comigo.Se eu pudesse fazer o mesmo com Marina, afogá-la devagar, trazendo-a para a superfície quando ela estivesse perdendo o fôlego, prolongar o suplício um dia inteiro...Debaixo da chuva, a mangueira do quintal está toda branca. O papagaio na cozinha bate as asas, sacudindo os salpicos que vêm da biqueira. Afago o pelo macio do meu gato mourisco, que dorme enroscado numa cadeira. As ideias ruins desaparecem. Marina desaparece.Ponho-me a vagabundear em pensamento pela vila distante, entro na igreja, escuto os sermões e os desaforos que padre Inácio pregava aos matutos: – “Arreda, povo, raça de cachorro com porco.” Sento-me no paredão do açude, ouço a cantilena dos sapos. Vejo a figura sinistra de seu Evaristo enforcado e os homens que iam para a cadeia amarrados de cordas. Lembro-me de um fato, de outro fato anterior ou posterior ao primeiro, mas os dois vêm juntos. E os tipos que evoco não têm relevo. Tudo empastado, confuso. Em seguida os dois acontecimentos se distanciam e entre eles nascem outros acontecimentos que vão crescendo até me darem sofrível noção de realidade. As feições das pessoas ganham nitidez. De toda aquela vida havia no meu espírito vagos indícios. Saíram do entorpecimento recordações que a imaginação completou.A escola era triste. Mas, durante as lições, em pé, de braços cruzados, escutando as emboanças de mestre Antônio Justino, eu via, no outro lado da rua, uma casa que tinha sempre a porta escancarada mostrando a sala, o corredor e o quintal cheio de roseiras. Moravam ali três mulheres velhas que pareciam formigas.Relacione os trechos retirados do livro Angústia, de Graciliano Ramos, às afirmações a seguir.1. “Era como se a gente houvesse deixado a Terra. De repente surgiam vozes estranhas. Que eram? Ainda hoje não sei. Vozes que iam crescendo, monótonas, e me causavam medo”.2. “Ia cheio de satisfação maluca. Não tirava a mão do bolso, apalpava as caixinhas, sentia através do papel de seda a macieza do veludo. Na alvura do braço roliço a fita do relógio faria uma cinta negra; a pedrinha branca faiscaria no dedo miúdo”.3. “E Julião Tavares parado. Minutos antes andava na maciota, o cigarro aceso, o pensamento na cama da mocinha sardenta. Agora ali junto da cerca, estirado. Inconveniente ficar ao lado dele. Inconveniente”.4. “Não haveria desatino: as duas mulheres eram fatalistas e queixavam-se da sorte. Malucas. Revoltava-me o recurso infantil de se xingarem, arrancarem os cabelos. Era evidente que Julião Tavares devia morrer. Não procurei investigar as razões desta necessidade. Ela se impunha, entravame na cabeça como um prego. Um prego me atravessava os miolos.”5. “– D. Aurora, tenha paciência. Veja se me arranja um quarto mais barato. Os tempos andam safados, d. Aurora[...]Tudo pela hora da morte, seu Luís.– É verdade, tudo pela hora da morte, d. Adélia.– A senhora já reparou nos preços dos remédios? A farmácia tem uma goela!”( ) O Brasil sentia os reflexos econômicos da queda da bolsa de Nova York, em 1929, e da revolução de 1930.( ) Luís da Silva é um homem atormentado e sua narrativa revela confusão.( ) Após o homicídio, a memória de Luís da Silva é fragmentada, passado e presente se confundem.( ) Empolgado com o noivado, Luís da Silva se vê desejando entregar à Marina o presente que tanto lhe custara.( ) Luís da Silva alimenta ódio por Julião Tavares. A gravidez e o abandono de Marina são a mola propulsora para o assassinato.Assinale a alternativa que apresenta a numeração em sequência CORRETA, de cima para baixo.47A3AFD0-B1 Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Federal do Amazonas · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosTextoQuando eu ainda não sabia nadar, meu pai me levava para ali, segurava-me um braço e atirava-me num lugar fundo. Puxava-me para cima e deixava-me respirar um instante. Em seguida repetia a tortura. Com o correr do tempo aprendi natação com os bichos e livrei-me disso.Mais tarde, na escola de mestre Antônio Justino, li a história de um pintor e de um cachorro que morria afogado. Pois para mim era no poço da Pedra que se dava o desastre. Sempre imaginei o pintor com a cara de Camilo Pereira da Silva, e o cachorro parecia-se comigo.Se eu pudesse fazer o mesmo com Marina, afogá-la devagar, trazendo-a para a superfície quando ela estivesse perdendo o fôlego, prolongar o suplício um dia inteiro...Debaixo da chuva, a mangueira do quintal está toda branca. O papagaio na cozinha bate as asas, sacudindo os salpicos que vêm da biqueira. Afago o pelo macio do meu gato mourisco, que dorme enroscado numa cadeira. As ideias ruins desaparecem. Marina desaparece.Ponho-me a vagabundear em pensamento pela vila distante, entro na igreja, escuto os sermões e os desaforos que padre Inácio pregava aos matutos: – “Arreda, povo, raça de cachorro com porco.” Sento-me no paredão do açude, ouço a cantilena dos sapos. Vejo a figura sinistra de seu Evaristo enforcado e os homens que iam para a cadeia amarrados de cordas. Lembro-me de um fato, de outro fato anterior ou posterior ao primeiro, mas os dois vêm juntos. E os tipos que evoco não têm relevo. Tudo empastado, confuso. Em seguida os dois acontecimentos se distanciam e entre eles nascem outros acontecimentos que vão crescendo até me darem sofrível noção de realidade. As feições das pessoas ganham nitidez. De toda aquela vida havia no meu espírito vagos indícios. Saíram do entorpecimento recordações que a imaginação completou.A escola era triste. Mas, durante as lições, em pé, de braços cruzados, escutando as emboanças de mestre Antônio Justino, eu via, no outro lado da rua, uma casa que tinha sempre a porta escancarada mostrando a sala, o corredor e o quintal cheio de roseiras. Moravam ali três mulheres velhas que pareciam formigas.A partir da leitura do texto anterior, retirado do livro Angústia, de Graciliano Ramos, pode-se afirmar:I. O primeiro parágrafo traz o transtorno emocional do narrador em sua relação com o pai. A brincadeira no poço não o ensinara a nadar, antes, era uma tortura. O narrador explica que aprendeu a nadar com os bichos.II. O narrador é um homem atormentado, de ideias agressivas, até mesmo homicidas, como se vê no segundo parágrafo, o que se justifica pelo tratamento recebido na infância.III. Ao observar e acarinhar seus bichos de estimação “as ideias ruins desaparecem. Marina desaparece”. Esse trecho comprova que Marina é a causa primeira de tudo o que atormenta Luís da Silva.IV. Apesar da relação difícil com o pai, as memórias da infância do narrador são afáveis: a vida farta na fazenda, os belos sermões do padre Inácio e as lições inesquecíveis do mestre Antônio Justino.V. A metáfora produzida com animais demonstra a inferioridade com que Luís percebe a si e aos outros.47A0C0FF-B1 Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Federal do Amazonas · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a afirmativa que mais acertadamente esclarece sobre a razão do homicídio cometido por Luís.479D3E48-B1 Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Federal do Amazonas · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosAssinale a afirmativa INCORRETA sobre o enredo de Angústia:4798D0C2-B1 Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Federal do Amazonas · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosAssinale V para verdadeiro e F para falso nas afirmativas a seguir:( ) Após o movimento experimentalista da Geração de 22, Graciliano Ramos, José Lins do Rego e Carlos Drummond de Andrade fazem parte da Geração que traz para a literatura o amadurecimento do movimento modernista.( ) Na prosa de ficção da geração de 30, a paisagem nos é familiar. Estão ali o nordeste decadente, as agruras das classes médias no começo da fase urbanizadora, os conflitos internos da burguesia entre provinciana e cosmopolita.( ) Caetés (1933), São Bernardo (1934) e Angústia (1936) são romances autobiográficos de Graciliano Ramos, portanto escritos em primeira pessoa, nos quais as narrativas se prendem à análise do mundo interior, sem desprezar o contexto sócio-político em que vive cada personagem.( ) Na escrita de Graciliano Ramos, o “herói” é sempre um problema: não aceita o mundo, nem os outros, nem a si mesmo.( ) Graciliano Ramos é, ao mesmo tempo, ora neo-realista, ao molde de um Machado de Assis, ora neo-naturalista, ao molde de um Aluízio Azevedo, ao contextualizar seus romances no Nordeste ou na memória da vida de origem nordestina de seus personagens.Assinale a alternativa que relaciona a sequência CORRETA de V e F de cima para baixo:479402CC-B1 Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Federal do Amazonas · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosSobre o Modernismo, assinale a alternativa INCORRETA:478F2203-B1 Português
Concordância verbal, Concordância nominalUniversidade Federal do Amazonas · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que a concordância está INCORRETA:478AF0EB-B1 Português
Figuras de LinguagemUniversidade Federal do Amazonas · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir, antes de responder a questão:Foi no dia 13 de maio de 1881 que nasceu Afonso Henriques de Lima Barreto. Nos mesmos dia e mês da abolição da escravidão no Brasil, mas exatos sete anos antes. Aí estava uma coincidência de datas que para o futuro escritor faria toda a diferença: a ideia de liberdade significava um divisor de águas não só para a história do país como para o projeto libertário que Lima pretendeu realizar. Segundo ele, o fim do cativeiro e a conquista da liberdade eram troféus difíceis de guardar, sobretudo numa nação que admitiu escravos em todo o seu território durante quatro longos séculos. A data de nascimento no caso dele era, portanto, mero acaso; mas, quem sabe, premonição.Maio era também conhecido como o mês das flores; o mês sagrado para a poesia, conforme o futuro escritor gostava de lembrar. O dia 13 caiu numa sexta-feira; dia de sorte para alguns (e Lima sempre pensou dessa maneira), de azar para outros. O menino viria ao mundo numa casa modesta de Laranjeiras, arrabalde do Rio de Janeiro. O nome da rua, diz a lenda, vinha do rio Ipiranga: aquele em que d. Pedro I decretou a independência e fundou o Império. (Do livro “Lima Barreto: triste visionário”, de Lilia Moritz Schwarcz, p. 21. Texto adaptado.)Assinale a alternativa que contém passagem do texto onde existe metáfora:4787C599-B1 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Amazonas · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir, antes de responder a questão:Foi no dia 13 de maio de 1881 que nasceu Afonso Henriques de Lima Barreto. Nos mesmos dia e mês da abolição da escravidão no Brasil, mas exatos sete anos antes. Aí estava uma coincidência de datas que para o futuro escritor faria toda a diferença: a ideia de liberdade significava um divisor de águas não só para a história do país como para o projeto libertário que Lima pretendeu realizar. Segundo ele, o fim do cativeiro e a conquista da liberdade eram troféus difíceis de guardar, sobretudo numa nação que admitiu escravos em todo o seu território durante quatro longos séculos. A data de nascimento no caso dele era, portanto, mero acaso; mas, quem sabe, premonição.Maio era também conhecido como o mês das flores; o mês sagrado para a poesia, conforme o futuro escritor gostava de lembrar. O dia 13 caiu numa sexta-feira; dia de sorte para alguns (e Lima sempre pensou dessa maneira), de azar para outros. O menino viria ao mundo numa casa modesta de Laranjeiras, arrabalde do Rio de Janeiro. O nome da rua, diz a lenda, vinha do rio Ipiranga: aquele em que d. Pedro I decretou a independência e fundou o Império. (Do livro “Lima Barreto: triste visionário”, de Lilia Moritz Schwarcz, p. 21. Texto adaptado.)A palavra “arrabalde” (constante do segundo parágrafo), tem o significado de:47819223-B1 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Amazonas · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir, antes de responder a questão:Foi no dia 13 de maio de 1881 que nasceu Afonso Henriques de Lima Barreto. Nos mesmos dia e mês da abolição da escravidão no Brasil, mas exatos sete anos antes. Aí estava uma coincidência de datas que para o futuro escritor faria toda a diferença: a ideia de liberdade significava um divisor de águas não só para a história do país como para o projeto libertário que Lima pretendeu realizar. Segundo ele, o fim do cativeiro e a conquista da liberdade eram troféus difíceis de guardar, sobretudo numa nação que admitiu escravos em todo o seu território durante quatro longos séculos. A data de nascimento no caso dele era, portanto, mero acaso; mas, quem sabe, premonição.Maio era também conhecido como o mês das flores; o mês sagrado para a poesia, conforme o futuro escritor gostava de lembrar. O dia 13 caiu numa sexta-feira; dia de sorte para alguns (e Lima sempre pensou dessa maneira), de azar para outros. O menino viria ao mundo numa casa modesta de Laranjeiras, arrabalde do Rio de Janeiro. O nome da rua, diz a lenda, vinha do rio Ipiranga: aquele em que d. Pedro I decretou a independência e fundou o Império. (Do livro “Lima Barreto: triste visionário”, de Lilia Moritz Schwarcz, p. 21. Texto adaptado.)Sobre ideias e aspectos linguísticos do texto, fazem-se as seguintes afirmativas:I. O menino Lima Barreto nasceu predestinado para ser escritor.II. A palavra “como”, em “Maio era também conhecido como o mês das flores” (no início do segundo parágrafo) é uma preposição.III. A expressão “troféus difíceis de guardar” significa que Lima não se orgulhava da abolição, por tudo de ruim que a escravidão representou.IV. Lima Barreto foi muito infeliz, mas, por ironia, nasceu no mês das flores – maio.V. Por ter nascido numa sexta-feira 13, Lima teve sorte infeliz, apesar de ele não acreditar na influência dos números.Assinale a alternativa correta:477DF9E4-B1 Português
Figuras de LinguagemUniversidade Federal do Amazonas · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir:
Há cerca de 13,5 bilhões de anos, a matéria, a energia, o tempo e o espaço surgiram naquilo que é considerado como o Big Bang. A história dessas características fundamentais do nosso universo é denominada física.
Por volta de 300 mil anos após seu surgimento, a matéria e a energia começaram a se aglutinar em estruturas complexas, chamadas átomos, que então se combinaram em moléculas. A história dos átomos, das moléculas e de suas interações é denominada química.
Há cerca de 3,8 bilhões de anos, em um planeta chamado Terra, uma pequena safira azul, certas moléculas se combinaram para formar estruturas particularmente grandes e complexas chamadas organismos. A história dos organismos é denominada biologia.
Há cerca de 70 mil anos, os organismos pertencentes à espécie Homo sapiens começaram a formar estruturas ainda mais elaboradas chamadas culturas. O desenvolvimento subsequente dessas culturas humanas é denominado história. (Do livro “Sapiens: uma breve história da humanidade”, de Yuval Noah Harari, p. 11. Texto adaptado.)
Sobre ideias e aspectos diversos do texto, fazem-se as seguintes afirmativas:
I. Por ter como objetivo influenciar o receptor, com a intenção de convencê-lo a respeito de uma ideia, a função do texto é a apelativa ou conativa.
II. Por ter a preocupação de relatar e expor determinado assunto, o gênero textual é a descrição.
III. No texto, algumas ciências estão dispostas numa gradação temporal que vai da mais antiga para a mais nova.
IV. O “que”, no trecho “que então se combinaram em moléculas”, está empregado em relação ao vocábulo “átomos”, que o antecede.
V. No trecho “em um planeta chamado Terra, uma pequena safira azul”, observa-se a existência de uma sinestesia.
Assinale a alternativa correta:
47794FA3-B1 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Amazonas · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir, extraído da “História da Província de Santa Cruz, a que vulgarmente chamamos Brasil”, de Pero de Magalhães Gandavo, livro escrito no século XVI:A língua de que usam, em toda a costa, é uma: ainda que em certos vocábulos difere nalgumas partes; mas não de maneira que se deixem uns aos outros de entender... Esta de que trato, que é geral pela costa, é mui branda, e a qualquer nação fácil de tomar. Alguns vocábulos há nela de que não usam senão as fêmeas, e outros que não servem senão para os machos: carece de ter três letras, convém a saber, não se acha nela F, nem L, nem R, coisa digna de espanto, porque assim não se tem Fé, nem Lei, nem Rei, e desta maneira vivem desordenadamente sem terem além disto conta, nem peso, nem medida. Não adoram a coisa alguma, nem têm para si que há depois da morte glória para os bons e pena para os maus...Mas a vida que buscam é a granjearia de que todos vivem, é à custa de pouco trabalho, e muito mais descansada que a nossa, porque não possuem nenhuma fazenda, nem procuram adquiri-la como os outros homens, e assim vivem livres de toda a cobiça e desejo desordenado de riquezas, de que as outras nações não carecem; e tanto que ouro nem prata nem pedras preciosas têm entre eles nenhuma valia, nem para seu uso têm necessidade de nenhuma coisa destas, nem doutras semelhantes.Assinale a alternativa que apresenta um momento lúdico do texto, ou seja, passagem em que se observa uma situação divertida, uma brincadeira capaz de provocar o riso:1FE3A18D-B0 Matemática
Equação de 2º Grau e Problemas de 2º GrauUniversidade Federal do Amazonas · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosSe α, β e y são as são raízes da equaçãox3 − 3x2 − 17x + 3 = 0,então α2 + β2 + y2 e 1/α + 1/β + 1/y devem ser, respectivamente:1FDDD782-B0 Matemática
PolinômiosUniversidade Federal do Amazonas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosSabendo que o polinômio P(x) deixa resto 1 quando dividido por (x − 1) e deixa resto 23 quando dividido por (x − 3), então o resto da divisão de P(x) por (x − 1 ) (x − 3) é:
1FD9A572-B0 Matemática
Aritmética e ProblemasUniversidade Federal do Amazonas · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosCerta empresa do Distrito Industrial de Manaus possui funcionários com a distribuição de salários em conformidade com a tabela a seguir:Salário × 1.000 (em R$) Nº de Funcionários1 72 83 15 77 714 1Total 31Então, em R$, a média aritmética e mediana dos salários dessa empresa são respectivamente:
1FD5124E-B0 Matemática
Funções Trigonométricas e Funções Trigonométricas InversasUniversidade Federal do Amazonas · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosConsideremos os seguintes números complexos:z = 2 (cos 30º + i sen 30º) ew = cos 120º + i sen 120ºCalculando z12 ∙ W12, devemos obter:1FCE2210-B0 Matemática
Geometria AnalíticaUniversidade Federal do Amazonas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosConsidere a reta −x + y = 0 e a elipse dada por x2 + 8y2 = 4 representadas na figura a seguir. A distância entre A e B, pontos de interseção da reta com a elipse na figura a seguir deve ser:
1FCA5906-B0 Matemática
Geometria PlanaUniversidade Federal do Amazonas · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosA área da figura OABC a seguir representa um terreno com forma de um quadrilátero não convexo, medido em metros quadrados. Podemos afirmar que essa área é:
1FC6D2C5-B0 Física
Campo e Força MagnéticaUniversidade Federal do Amazonas · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosEm 1820, durante uma aula, o dinamarquês Hans Christian Oersted (1777-1851) verificou que uma agulha magnética era desviada quando colocada nas proximidades de um condutor percorrido por uma corrente elétrica, estabelecendo relação entre os fenômenos elétricos e os fenômenos magnéticos, originando o ramo da Física conhecido como eletromagnetismo. Em 1831, o inglês Michael Faraday (1791-1867) descobriu o fenômeno da indução eletromagnética ao verificar que uma força eletromotriz (fem) induzida só aparece quando existe variação do fluxo magnético que atravessa uma espira. Considere a situação na qual um ímã produz a certa distância de uma espira circular um fluxo magnético igual a 1,2×10-2Wb. Aproximando, com um movimento brusco, o ímã da espira, o fluxo magnético que atravessa a espira aumenta e fica quatro vezes maior. Se essa variação ocorrer em um intervalo de tempo de 0,10s, podemos afirmar que o valor absoluto da fem induzida na espira é de:
1FBF3425-B0 Física
Cargas Elétricas e EletrizaçãoUniversidade Federal do Amazonas · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosUma pilha (ou bateria) só pode fornecer energia aos poucos, enquanto que um capacitor (ou condensador) pode fornecer energia com uma rapidez muito maior como, por exemplo, quando o flash de uma câmera é disparado. Essa capacidade de armazenar cargas elétricas para usá-las futuramente de maneira flexível, quando houver resistência em seus terminais, torna o capacitor um componente importante. A grandeza física que determina a quantidade de carga que um capacitor é capaz de armazenar é sua capacitância, que representa a quantidade de carga que precisa ser acumulada nas placas para produzir certa diferença de potencial entre elas. Para um capacitor de placas paralelas, o valor da capacitância depende da geometria das placas. A figura a seguir mostra o gráfico da carga em função da diferença de potencial elétrico para três capacitores de placas paralelas, de mesma área, A, B e C.
Podemos afirmar que a relação da distância entre as placas dos três capacitores é: