Questões do ENEM: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

8 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 1.

  • BB904C77-64

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas · 2026DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Analise os dados sobre consumo de água, comparando o consumo da escola e edifício.


    I – Escola:

    Consumo diário por pessoa: 50 l/dia

    População: 840 alunos por escola

    Características do Imóvel: Ifam Manaus Centro e Ifam Distrito Industrial


    II – Edifício:

    Consumo diário: 150 l/dia

    População: 4 habitantes por apartamento

    Características do Imóvel: 70 apartamentos



    Assinale a alternativa correta:

    Escolha uma alternativa para a questão bb904c77-64
  • E2A01CC9-64

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas · 2026MédioEntre para guardar nos favoritos
    O dicionário Michaelis assevera que concordância é o “processo linguístico emque ocorre flexão de pessoa, gênero e número entre termos relacionados sintaticamente”. A partir dessa concepção, assinale a alternativa em que a concordância verbal atende plenamente à norma-padrão.
    Escolha uma alternativa para a questão e2a01cc9-64
  • E29C09BB-64

    Português

    Sintaxe
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas · 2026MédioEntre para guardar nos favoritos
    No que tange à classificação dos elementos sintáticos, em “Convém aos candidatos mais experientes a leitura atenta do edital”, a expressão destacada exerce a mesma função sintática que o termosublinhadoem:
    Escolha uma alternativa para a questão e29c09bb-64
  • E2993B5F-64

    Português

    Orações subordinadas adverbiais: Causal, Comparativa, Consecutiva, Concessiva, Condicional...
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas · 2026FácilEntre para guardar nos favoritos
    De acordo com Cegalla (1989, p. 324), oração subordinada pode funcionar para outra oração como “termo e completa-lhe ou amplia-lhe o sentido”. Tomando como base essa ideia, assinale a alternativa em que a relação sintático-semântica estabelecida pela oração subordinada está adequadamente analisada.
    Escolha uma alternativa para a questão e2993b5f-64
  • E2963B46-64

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas · 2026FácilEntre para guardar nos favoritos
    Observe o trecho:

    "Se o Estado não garantir condições mínimas de funcionamento às escolas públicas, dificilmentequalquer política curricular surtirá efeito, pois faltará o suporte material indispensável."


    Deseja-se reescrever o período preservando o sentido original e mantendo adequadamente as relaçõesdecondição e consequência. Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão e2963b46-64
  • E29336B4-64

    Português

    Figuras de Linguagem
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas · 2026MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO I


    O padeiro


             Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abroaportadoapartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lidoalgumacoisa nos jornais da véspera sobre a "greve do pão dormido". De resto não é bemuma greve, éumlockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando opovoatomarseu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

             Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquantotomocafévou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar opãoàportado apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

             - Não é ninguém, é o padeiro!

             Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

             "Então você não é ninguém?"

            Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lheacontecerabater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, eouvirumavoz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "nãoé ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

            Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-loparaexplicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempoeutambém,como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quasesempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão umdos primeirosexemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

             Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porquenojornalque levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônicaouartigocom o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro domeucoraçãoeu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, éopadeiro!"

            E assobiava pelas escadas.


    Fonte: BRAGA, Rubem. O padeiro. In: ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Crônicas I. 27. ed. São Paulo: Ática, 2006, p.61-62.
    Recursos estilísticos são frequentemente utilizados por escritores para aprimorar o ritmodeumtexto,tornar a comunicação mais expressiva ou persuasiva, além de transmitir significado e provocarumaresposta emocional do leitor. Essas ferramentas linguísticas e semióticas alteramo sentido literal dotextoe o levam para além do óbvio. Considerando isso, identifique o trecho em que o autor faz usodessetipode recurso.
    Escolha uma alternativa para a questão e29336b4-64
  • E2906552-64

    Português

    Orações coordenadas assindéticas
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas · 2026MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO I


    O padeiro


             Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abroaportadoapartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lidoalgumacoisa nos jornais da véspera sobre a "greve do pão dormido". De resto não é bemuma greve, éumlockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando opovoatomarseu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

             Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquantotomocafévou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar opãoàportado apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

             - Não é ninguém, é o padeiro!

             Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

             "Então você não é ninguém?"

            Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lheacontecerabater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, eouvirumavoz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "nãoé ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

            Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-loparaexplicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempoeutambém,como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quasesempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão umdos primeirosexemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

             Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porquenojornalque levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônicaouartigocom o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro domeucoraçãoeu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, éopadeiro!"

            E assobiava pelas escadas.


    Fonte: BRAGA, Rubem. O padeiro. In: ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Crônicas I. 27. ed. São Paulo: Ática, 2006, p.61-62.
    O período “Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo  [...]” é composto por:
    Escolha uma alternativa para a questão e2906552-64
  • E28D2C23-64

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas · 2026MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO I


    O padeiro


             Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abroaportadoapartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lidoalgumacoisa nos jornais da véspera sobre a "greve do pão dormido". De resto não é bemuma greve, éumlockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando opovoatomarseu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

             Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquantotomocafévou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar opãoàportado apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

             - Não é ninguém, é o padeiro!

             Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

             "Então você não é ninguém?"

            Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lheacontecerabater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, eouvirumavoz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "nãoé ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

            Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-loparaexplicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempoeutambém,como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quasesempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão umdos primeirosexemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

             Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porquenojornalque levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônicaouartigocom o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro domeucoraçãoeu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, éopadeiro!"

            E assobiava pelas escadas.


    Fonte: BRAGA, Rubem. O padeiro. In: ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Crônicas I. 27. ed. São Paulo: Ática, 2006, p.61-62.
    “Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo.” O termo grifado refere-se:
    Escolha uma alternativa para a questão e28d2c23-64