Questões do ENEM: Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário

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928 questões encontradas. Mostrando a página 41 de 47.

  • 031CF1BF-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    A compreensão do Texto 2 exige que:
    Escolha uma alternativa para a questão 031cf1bf-de
  • 0319598B-DE

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considerando as normas do português contemporâneo, quanto à concordância e a regência verbal, a alternativa que se conforma à norma-padrão é:
    Escolha uma alternativa para a questão 0319598b-de
  • 0314DD85-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Ainda em consideração ao sentido de algumas palavras do Texto 1, assinale a alternativa em que o sentido de palavras ou expressões grifadas está indicado corretamente.
    Escolha uma alternativa para a questão 0314dd85-de
  • 03114D92-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Uma análise do vocabulário em uso no Texto 1 revela que foi frequente o recurso a analogias e comparações, como em: a “falência educacional brasileira” é como um “cupim que rói”; “o “semianalfabetismo” brasileiro é como uma planta “vicejante”; medidas improdutivas são como “tapas no vazio”; “autocomplacência, autodepreciação, ufanismo” é uma “mistura tóxica”; um “idioma que usa declinações” é um “vespeiro”. Na verdade, o recurso a essas analogias:

    1) torna as ideias mais próximas das realidades concretas e, assim, mais facilmente perceptíveis.
    2) aproxima o texto dos padrões próprios da oralidade menos formal.
    3) deixa o texto mais interativo, mais interessante e mais capaz de provocar a adesão do leitor.
    4) fere as especificidades de um comentário jornalístico, pois remete para a informalidade.
    5) é estranho, pois as metáforas devem se restringir à poesia e a outras produções literárias.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 03114d92-de
  • 030DBF14-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Observe o seguinte trecho: “Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers”. Nesse trecho, o foco da observação principal cai sobre:
    Escolha uma alternativa para a questão 030dbf14-de
  • 030A2751-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Na verdade, o autor do Texto 1:
    Escolha uma alternativa para a questão 030a2751-de
  • 030609F4-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    O Texto 1, em suas ideias centrais, pretende argumentar a favor:
    Escolha uma alternativa para a questão 030609f4-de
  • 14DF8DA2-DC

    Física

    Campo e Força Magnética
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em um equipamento de ressonância magnética hospitalar, os sinais elétricos que são processados para obter uma imagem são captados por um solenóide constituído de 10 espiras circulares idênticas de raio 30,0 cm. No intervalo de tempo de 0,001 s, um campo magnético uniforme em toda a região do solenóide, perpendicular ao plano das espiras, varia linearmente no tempo de 0 até 0,010 T. Considere para efeito de cálculo que π = 3. Calcule o módulo da força eletromotriz induzida no solenóide.
    Escolha uma alternativa para a questão 14df8da2-dc
  • 14DADE9B-DC

    Física

    Eletricidade
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    No circuito elétrico mostrado a seguir, as placas do capacitor de capacitância C = 8,0 µF, onde 1 µF = 106 F, estão inicialmente mantidas a uma ddp de 10 V. A chave Ch é então fechada no instante t = 0. No instante t = t1, a ddp entre as placas do capacitor é de 5,0 V. Calcule a energia elétrica dissipada pelo resistor ôhmico de resistência R entre os instantes t = 0 e t = t1.

    Imagem da questão de Física, da prova de 2015
    Escolha uma alternativa para a questão 14dade9b-dc
  • 14D5A557-DC

    Física

    Cargas Elétricas e Eletrização
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um desfibrilador é capaz de fornecer 180,0 J de energia em uma descarga elétrica. Sabendo que a capacitância do equipamento é igual a 105 F, calcule a ddp máxima que este desfibrilador pode aplicar em um paciente.
    Escolha uma alternativa para a questão 14d5a557-dc
  • 14D165FF-DC

    Física

    Magnetismo
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Duas ondas eletromagnéticas, com comprimento de onda 400 nm (1 nm = 109 m), são emitidas em fase a partir dos pontos O1 e O2, equidistantes do ponto P (ver figura a seguir). Considere as ondas que se propagam em sentidos opostos, ao longo do eixo x. No percurso, estas ondas atravessam placas de plástico transparente, de mesmo comprimento L = 4,00 µm (1 µm = 106 m) e índices de refração n1 = 1,40 (placa 1) e n2 = 1,55 (placa 2). Denotando por Imax a máxima intensidade luminosa possível resultante da interferência destas ondas, pode-se afirmar que a intensidade luminosa registrada por um detector no ponto P é:

    Imagem da questão de Física, da prova de 2015
    Escolha uma alternativa para a questão 14d165ff-dc
  • 14CBB4FA-DC

    Física

    Física Térmica - Termologia
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Um gás ideal passa por uma transformação isobárica em que 21 J de calor são absorvidos e a sua energia interna varia de 15 J. Pode-se afirmar que a razão cp/cv entre os seus calores específicos molares a pressão constante (cp) e a volume constante (cv) é igual a:
    Escolha uma alternativa para a questão 14cbb4fa-dc
  • 14C71D23-DC

    Física

    Física Térmica - Termologia
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Certo medicamento é composto por uma substância pura. O gráfico a seguir ilustra a variação da sua temperatura T, em função da quantidade Q de calor absorvido, quando uma massa M do medicamento é aquecida a partir da temperatura TA, no estado líquido, até a temperatura TB, no estado gasoso. TV representa a sua temperatura de vaporização. Assinale a alternativa que indica a expressão para o calor específico do medicamento na fase líquida.

    Imagem da questão de Física, da prova de 2015
    Escolha uma alternativa para a questão 14c71d23-dc
  • 14B37478-DC

    Física

    Cinemática
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Ao passar por um girador (rotatória), um ônibus com velocidade de módulo constante faz uma curva circular com centro no ponto O (ver figuras a seguir). Enquanto faz a curva, um fio preso no teto do ônibus, com uma bolinha na extremidade, mantém um ângulo constante θ com a vertical. Se g denota a aceleração da gravidade, o módulo da velocidade do ônibus nesta situação é dado por:

    Imagem da questão de Física, da prova de 2015
    Escolha uma alternativa para a questão 14b37478-dc
  • 148EC682-DC

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Uma empresa aumentou em 9% o salário de seus funcionários e ainda deu uma bonificação de R$ 260,00. No salário de um funcionário, isto significou um aumento de 22%. Qual o novo salário desse funcionário?
    Escolha uma alternativa para a questão 148ec682-dc
  • 14834440-DC

    Matemática

    Problemas
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Um grupo de estudantes se reuniu, em um restaurante, para comemorar o resultado do vestibular. A conta, no valor de R$ 880,00, deveria ser dividida igualmente entre eles, mas decidiu-se que dois dos alunos, que obtiveram resultado excepcional no vestibular, não pagariam a conta. Assim, foi necessário que cada um dos demais estudantes contribuísse com um valor adicional de R$ 4,00. Qual o número total de estudantes?
    Escolha uma alternativa para a questão 14834440-dc
  • 147EC6E4-DC

    Matemática

    Análise de Tabelas e Gráficos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Uma pesquisa em uma escola de nível fundamental, sobre o número de irmãos de cada estudante, revelou os dados expressos no gráfico a seguir.

    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2015

    Sorteando ao acaso um aluno desta escola, qual a probabilidade percentual de ele ter pelo menos três irmãos?
    Escolha uma alternativa para a questão 147ec6e4-dc
  • 14791501-DC

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para produzir certo artigo, uma indústria tem custo fixo mensal de R$ 30.000,00, adicionado de R$ 50,00 por cada unidade produzida. Para a produção de 1200 unidades em um mês, qual o custo médio do artigo?
    Escolha uma alternativa para a questão 14791501-dc
  • 14749DD7-DC

    Química

    Polímeros - Plásticos e Borrachas
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Os polímeros, quando começaram a ser produzidos em larga escala, foram aplicados na produção de objetos mais baratos e de qualidade inferior. Com o tempo, essa concepção mudou bastante, por exemplo, hoje eles são largamente utilizados na medicina, podendo ser aplicados na produção de seringas, bolsas de soro, implantes e próteses.


    Com relação aos polímeros, três afirmações foram feitas:

    1) Os polímeros são compostos por monômeros (unidades) que se repetem.
    2) As ligações entre os monômeros (unidades) dos polímeros são iônicas.
    3) As principais propriedades dos polímeros estão associadas à estrutura do monômero utilizado.

    Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 14749dd7-dc
  • 146E944B-DC

    Química

    Interações Atômicas: Geometria Molecular, Polaridade da ligação e da Molécula, Forças Intermoleculares e Número de Oxidação.
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    As azeitonas, ao serem colhidas, têm um sabor amargo intenso causado pela oleuropeína. Para ficarem saborosas, precisam ser maturadas em salmoura (solução salina) por alguns meses. Sabendo que a oleuropeína tem fórmula estrutural:

    Imagem da questão de Química, da prova de 2015

    três afirmações foram feitas:

    1) Possui os grupos éster, éter e álcool.
    2) Possui átomos de carbono com geometria tetraédrica ou trigonal planar.
    3) Apresenta isomeria ótica, pois possui carbonos assimétricos (quirais).

    Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 146e944b-dc