Questões do ENEM: Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto
Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
Resultados
682 questões encontradas. Mostrando a página 29 de 35.
E96BC680-D7 Nos últimos anos, monumentos têm sido alvo de protestos em vários países africanos. Na capital da Namíbia, Windhoek, a estátua equestre de um soldado alemão foi removida do espaço público. A mudança do nome de escolas e de outras instituições públicas, de praças, de ruas e de avenidas também faz parte desse movimento cívico que mobiliza a memória e a história coletiva em várias cidades do continente africano.(www.cartaeducacao.com.br, 18.08.2015. Adaptado.)O movimento cívico abordado no excerto remete, geopoliticamente,E95FDCCE-D7 Biologia
Identidade dos seres vivosFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosO fluxograma ilustra a participação de alguns órgãos e substâncias (angiotensinogênio, angiotensina, renina e aldosterona) no controle da pressão arterial humana.
(Sídio Machado. Biologia para o ensino médio, 2003. Adaptado.)Considere que os números 1, 2 e 3 indicados no fluxograma representem uma ação do tipo estimulante (+) ou uma ação do tipo inibidora (–) e que o aumento da reabsorção de sódio nos túbulos renais promova um deslocamento hídrico nos túbulos renais. De acordo com essas informações, assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, o tipo da ação representada pelos números 1, 2 e 3 e o resultado do deslocamento hídrico.
E91E96B6-D7 Matemática
PolinômiosFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosA figura mostra os gráficos de duas funções polinomiais do 1° grau, f e g, num mesmo sistema cartesiano ortogonal, sendo que o gráfico de f passa pela origem.
Sabendo-se que f(5) = g(5) e g(f(0)) = 14, é correto afirmar que g(6) é igual a
E9183896-D7 Matemática
Aritmética e ProblemasFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosO banco de sangue de um hospital possui 100 bolsas de sangue, cada uma obtida de um doador diferente. As bolsas estão distribuídas por grupo sanguíneo, conforme mostra a tabela.
Dois dos 100 doadores das bolsas indicadas na tabela pretendem voltar ao hospital para fazer nova doação de uma bolsa de sangue cada um. Considerando que os dados da tabela não tenham se alterado até que essas duas pessoas voltem a fazer sua doação, a probabilidade de que a proporção de bolsas do grupo sanguíneo AB, desse hospital, passe a ser igual 1/17 a do total de bolsas após essas duas novas doações é de
E9119AB8-D7 Matemática
Círculo TrigonométricoFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosEm uma circunferência trigonométrica de centro C e origem dos arcos em O, foram marcados os pontos P e Q, sendo que as medidas dos arcos OP e OQ e são iguais, respectivamente, a α e 2α, conforme indica a figura.
Sabendo-se que Q’ é a projeção ortogonal de Q sobre o eixo y, que λ é uma semicircunferência de diâmetro CQ' e que sen α = 1/3 , a área da região colorida na figura é
E8FF496A-D7 Matemática
Aritmética e ProblemasFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosDe acordo com a Organização Mundial da Saúde, a população adulta deveria consumir, no máximo, até 2 gramas de sódio por dia, o que equivale, para cada indivíduo adulto, a uma colher de chá rasa de sal de cozinha refinado por dia.(www.sbh.org.br. Adaptado.)Considerando-se que a população adulta brasileira consuma, em média, uma colher de sopa rasa de sal de cozinha refinado por dia, o que equivale 12/5 a de uma colher de chá rasa por indivíduo, é correto afirmar que a estimativa do consumo médio diário de sódio da população adulta brasileira, em gramas, é igual aE8F6E9A2-D7 Matemática
Aritmética e ProblemasFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosUm desodorante é vendido em duas embalagens de tamanhos diferentes, porém de formatos matematicamente semelhantes. A figura indica algumas das medidas dessas embalagens.
Se a capacidade da embalagem maior é de 100 mL, a capacidade da embalagem menor é de
D9248965-D8 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
W.H.O. calls ‘vaccine hesitancy’ an increasing concern globally
Rick Gladstone
August 18, 2015
The World Health Organization warned Tuesday of what it called the growing problem of “vaccine hesitancy,” when people delay or refuse vaccines for themselves or their children. In a statement on its website, the organization called the problem “a growing challenge for countries seeking to close the immunization gap.” Globally, the organization said, one in five children still do not receive routine lifesaving immunizations, and 1.5 million children die each year of diseases that could have been thwarted by vaccines.
(www.nytimes.com)
No trecho do texto “1.5 million children die each year of diseases that could have been thwarted by vaccines”, o termo em destaque indica uma ideia deD909F340-D8 Inglês
Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctionsFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
Social life in youth may impact health decades later
Robert Preidt
August 6, 2015

Having good social connections at age 20 can lead to improved well-being later in life, a new study suggests. Previous research has shown that people with poor social links are at increased risk for early death. “In fact, having few social connections is equivalent to tobacco use, and [the risk is] higher than for those who drink excessive amounts of alcohol, or who suffer from obesity,” study author Cheryl Carmichael, who conducted the study while a doctoral candidate at the University of Rochester in New York, said in a university news release.
The study included 133 people who enrolled when they were 20-year-old college students in the 1970s. The participants kept track of their daily social interactions at ages 20 and 30. At age 50, they completed an online survey about the quality of their social lives and emotional well-being, including questions about loneliness and depression, and their relationships with close friends.
The findings showed that frequent social interactions at age 20 and good-quality relationships – defined as intimate and satisfying – at age 30 were associated with higher levels of well-being at age 50. The study findings were published in a recent issue of the journal Psychology and Aging.
A high number of social interactions at age 20 are beneficial later in life because they help young adults determine who they are, the researchers said. “It’s often around this age that we meet people from diverse backgrounds, with opinions and values that are different from our own, and we learn how to best manage those differences,” said Carmichael, now an assistant professor of psychology at Brooklyn College. “Considering everything else that goes on in life over those 30 years – marriage, raising a family and building a career – it is extraordinary that there appears to be a relationship between the kinds of interactions college students and young adults have and their emotional health later in life,” she concluded.
(www.nlm.nih.gov)
No trecho do primeiro parágrafo “who conducted the study while a doctoral candidate”, o termo em destaque tem o sentido deD906D8E9-D8 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
Social life in youth may impact health decades later
Robert Preidt
August 6, 2015

Having good social connections at age 20 can lead to improved well-being later in life, a new study suggests. Previous research has shown that people with poor social links are at increased risk for early death. “In fact, having few social connections is equivalent to tobacco use, and [the risk is] higher than for those who drink excessive amounts of alcohol, or who suffer from obesity,” study author Cheryl Carmichael, who conducted the study while a doctoral candidate at the University of Rochester in New York, said in a university news release.
The study included 133 people who enrolled when they were 20-year-old college students in the 1970s. The participants kept track of their daily social interactions at ages 20 and 30. At age 50, they completed an online survey about the quality of their social lives and emotional well-being, including questions about loneliness and depression, and their relationships with close friends.
The findings showed that frequent social interactions at age 20 and good-quality relationships – defined as intimate and satisfying – at age 30 were associated with higher levels of well-being at age 50. The study findings were published in a recent issue of the journal Psychology and Aging.
A high number of social interactions at age 20 are beneficial later in life because they help young adults determine who they are, the researchers said. “It’s often around this age that we meet people from diverse backgrounds, with opinions and values that are different from our own, and we learn how to best manage those differences,” said Carmichael, now an assistant professor of psychology at Brooklyn College. “Considering everything else that goes on in life over those 30 years – marriage, raising a family and building a career – it is extraordinary that there appears to be a relationship between the kinds of interactions college students and young adults have and their emotional health later in life,” she concluded.
(www.nlm.nih.gov)
According to the first paragraph, people with poor social linksD9035AE1-D8 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
Social life in youth may impact health decades later
Robert Preidt
August 6, 2015

Having good social connections at age 20 can lead to improved well-being later in life, a new study suggests. Previous research has shown that people with poor social links are at increased risk for early death. “In fact, having few social connections is equivalent to tobacco use, and [the risk is] higher than for those who drink excessive amounts of alcohol, or who suffer from obesity,” study author Cheryl Carmichael, who conducted the study while a doctoral candidate at the University of Rochester in New York, said in a university news release.
The study included 133 people who enrolled when they were 20-year-old college students in the 1970s. The participants kept track of their daily social interactions at ages 20 and 30. At age 50, they completed an online survey about the quality of their social lives and emotional well-being, including questions about loneliness and depression, and their relationships with close friends.
The findings showed that frequent social interactions at age 20 and good-quality relationships – defined as intimate and satisfying – at age 30 were associated with higher levels of well-being at age 50. The study findings were published in a recent issue of the journal Psychology and Aging.
A high number of social interactions at age 20 are beneficial later in life because they help young adults determine who they are, the researchers said. “It’s often around this age that we meet people from diverse backgrounds, with opinions and values that are different from our own, and we learn how to best manage those differences,” said Carmichael, now an assistant professor of psychology at Brooklyn College. “Considering everything else that goes on in life over those 30 years – marriage, raising a family and building a career – it is extraordinary that there appears to be a relationship between the kinds of interactions college students and young adults have and their emotional health later in life,” she concluded.
(www.nlm.nih.gov)
O estudo mencionado no textoD90001B7-D8 Português
Interpretação de TextosFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o poema de Álvares de Azevedo para responder à questão.Se eu morresse amanhã!Se eu morresse amanhã, viria ao menosFechar meus olhos minha triste irmã;Minha mãe de saudades morreriaSe eu morresse amanhã!Quanta glória pressinto em meu futuro!Que aurora de porvir e que manhã!Eu perdera chorando essas coroasSe eu morresse amanhã!Que sol! que céu azul! que doce n’alvaAcorda a natureza mais louçã!Não me batera tanto amor no peito,Se eu morresse amanhã!Mas essa dor da vida que devoraA ânsia de glória, o dolorido afã…A dor no peito emudecera ao menosSe eu morresse amanhã!(Lira dos vinte anos, 2000.)Uma característica do eu lírico do poema éD8FC7F50-D8 Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o poema de Álvares de Azevedo para responder à questão.Se eu morresse amanhã!Se eu morresse amanhã, viria ao menosFechar meus olhos minha triste irmã;Minha mãe de saudades morreriaSe eu morresse amanhã!Quanta glória pressinto em meu futuro!Que aurora de porvir e que manhã!Eu perdera chorando essas coroasSe eu morresse amanhã!Que sol! que céu azul! que doce n’alvaAcorda a natureza mais louçã!Não me batera tanto amor no peito,Se eu morresse amanhã!Mas essa dor da vida que devoraA ânsia de glória, o dolorido afã…A dor no peito emudecera ao menosSe eu morresse amanhã!(Lira dos vinte anos, 2000.)O poema apresenta características que permitem situá-loD8F8EDE1-D8 Português
Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do conto “As caridades odiosas”, de Clarice Lispector, para responder à questão.Foi uma tarde de sensibilidade ou de suscetibilidade? Eu passava pela rua depressa, emaranhada nos meus pensamentos, como às vezes acontece. Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchara na minha saia. Voltei-me e vi que se tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino a que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de pele. O menino estava de pé no degrau da grande confeitaria. Seus olhos, mais do que suas palavras meio engolidas, informavam-me de sua paciente aflição. Paciente demais. Percebi vagamente um pedido, antes de compreender o seu sentido concreto. Um pouco aturdida eu o olhava, ainda em dúvida se fora a mão da criança o que me ceifara os pensamentos.– Um doce, moça, compre um doce para mim.Acordei finalmente. O que estivera eu pensando antes de encontrar o menino? O fato é que o pedido deste pareceu cumular uma lacuna, dar uma resposta que podia servir para qualquer pergunta, assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.Sem olhar para os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido tomava sorvete, entrei, fui ao balcão e disse com uma dureza que só Deus sabe explicar: um doce para o menino.(A descoberta do mundo, 1999.)“Percebi vagamente um pedido.” (1° parágrafo)
Na voz passiva, sem alteração de sentido, essa oração transforma-se em:
D8F56BCC-D8 Português
MorfologiaFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do conto “As caridades odiosas”, de Clarice Lispector, para responder à questão.Foi uma tarde de sensibilidade ou de suscetibilidade? Eu passava pela rua depressa, emaranhada nos meus pensamentos, como às vezes acontece. Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchara na minha saia. Voltei-me e vi que se tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino a que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de pele. O menino estava de pé no degrau da grande confeitaria. Seus olhos, mais do que suas palavras meio engolidas, informavam-me de sua paciente aflição. Paciente demais. Percebi vagamente um pedido, antes de compreender o seu sentido concreto. Um pouco aturdida eu o olhava, ainda em dúvida se fora a mão da criança o que me ceifara os pensamentos.– Um doce, moça, compre um doce para mim.Acordei finalmente. O que estivera eu pensando antes de encontrar o menino? O fato é que o pedido deste pareceu cumular uma lacuna, dar uma resposta que podia servir para qualquer pergunta, assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.Sem olhar para os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido tomava sorvete, entrei, fui ao balcão e disse com uma dureza que só Deus sabe explicar: um doce para o menino.(A descoberta do mundo, 1999.)“Sem olhar para os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido tomava sorvete” (4° parágrafo)A preposição destacada assume valor semântico semelhante ao que se verifica na frase:D8F17008-D8 Português
Interpretação de TextosFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do conto “As caridades odiosas”, de Clarice Lispector, para responder à questão.Foi uma tarde de sensibilidade ou de suscetibilidade? Eu passava pela rua depressa, emaranhada nos meus pensamentos, como às vezes acontece. Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchara na minha saia. Voltei-me e vi que se tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino a que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de pele. O menino estava de pé no degrau da grande confeitaria. Seus olhos, mais do que suas palavras meio engolidas, informavam-me de sua paciente aflição. Paciente demais. Percebi vagamente um pedido, antes de compreender o seu sentido concreto. Um pouco aturdida eu o olhava, ainda em dúvida se fora a mão da criança o que me ceifara os pensamentos.– Um doce, moça, compre um doce para mim.Acordei finalmente. O que estivera eu pensando antes de encontrar o menino? O fato é que o pedido deste pareceu cumular uma lacuna, dar uma resposta que podia servir para qualquer pergunta, assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.Sem olhar para os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido tomava sorvete, entrei, fui ao balcão e disse com uma dureza que só Deus sabe explicar: um doce para o menino.(A descoberta do mundo, 1999.)“assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.” (3° parágrafo)A imagem literária presente nessa passagem exprime uma comparação baseadaD8ED52FD-D8 Português
Interpretação de TextosFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do conto “As caridades odiosas”, de Clarice Lispector, para responder à questão.Foi uma tarde de sensibilidade ou de suscetibilidade? Eu passava pela rua depressa, emaranhada nos meus pensamentos, como às vezes acontece. Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchara na minha saia. Voltei-me e vi que se tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino a que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de pele. O menino estava de pé no degrau da grande confeitaria. Seus olhos, mais do que suas palavras meio engolidas, informavam-me de sua paciente aflição. Paciente demais. Percebi vagamente um pedido, antes de compreender o seu sentido concreto. Um pouco aturdida eu o olhava, ainda em dúvida se fora a mão da criança o que me ceifara os pensamentos.– Um doce, moça, compre um doce para mim.Acordei finalmente. O que estivera eu pensando antes de encontrar o menino? O fato é que o pedido deste pareceu cumular uma lacuna, dar uma resposta que podia servir para qualquer pergunta, assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.Sem olhar para os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido tomava sorvete, entrei, fui ao balcão e disse com uma dureza que só Deus sabe explicar: um doce para o menino.(A descoberta do mundo, 1999.)“Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchara na minha saia. Voltei-me e vi que se tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino a que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de pele.” (1° parágrafo)
A passagem narra o momento inicial do encontro da narradora com seu interlocutor. Tal momento é caracterizado
D8C42B65-D8 Química
Soluções e Substâncias InorgânicasFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosA água boricada é uma solução aquosa de ácido bórico, H3BO3, a 3% (m/V). Expressando-se essa concentração em mg de soluto por mL de solução, obtém-se o valorD8C02E66-D8 Química
Interações Atômicas: Ligações Iônicas, Ligações Covalentes e Ligações Metálicas. Ligas Metálicas.Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.Ureia, CO(NH2) 2 , e sulfato de amônio, (NH4 )2 SO4 , são substâncias amplamente empregadas como fertilizantes nitrogenados.Comparando-se as duas substâncias quanto às ligações químicas presentes em suas estruturas, é correto afirmar queD8BC0136-D8 Química
Grandezas: massa, volume, mol, massa molar, constante de Avogadro e Estequiometria.Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.Ureia, CO(NH2) 2 , e sulfato de amônio, (NH4 )2 SO4 , são substâncias amplamente empregadas como fertilizantes nitrogenados.A massa de sulfato de amônio, em gramas, que contém a mesma massa de nitrogênio existente em 60 g de ureia é, aproximadamente,