Questões do ENEM: Centro universitário FAG

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604 questões encontradas. Mostrando a página 9 de 31.

  • 2392C4D0-E7

    Português

    Coesão e coerência
    Centro universitário FAG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1
    A “ÉTICA” DOS CORRUPTOS
        É ético um jornalista usar câmaras secretas para comprovar um crime que, depois, ele irá denunciar? Não discuto, aqui, a legalidade de sua ação, porque não tenho a formação jurídica necessária para me pronunciar sobre as leis e jurisprudência cabíveis no caso. Mas a questão adquire relevância diante do fato que movimentou a sociedade brasileira algumas semanas trás: a revelação, em imagens incontestáveis, de uma rede de corrupção atuando justamente nos hospitais – o que torna particularmente desumano o crime, porque está sendo cometido contra pessoas especialmente vulneráveis. Além disso, trata-se de uma área em que cronicamente falta dinheiro, visto que os custos com a saúde costumam subir mais que a inflação, em parte devido aos grandes avanços que a medicina tem conquistado.
        O que é flagrante é a falta de ética das pessoas diretamente envolvidas na falcatrua. Os corruptos (vou chamá-los assim, embora tecnicamente não o sejam, porque não são servidores públicos) não mostraram nenhum pudor. Imaginando-se a salvo, foram francos. Duas afirmações me chocaram em especial. A primeira se refere ao momento em que uma senhora diz que está praticando "a ética do mercado". Mas o que ela faz não é nada ético. A não ser, claro, que use "ética" num sentido apenas descritivo, como quando se diz que a "ética do bandido" é matar quem o alcagueta, ou que a "ética do machista" é assassinar a esposa suspeita de adultério. Nos últimos anos tem-se assistido à redução do emprego da palavra "ética". Uma expressão de Cláudio Abramo, frequentemente citada pelos profissionais da imprensa, é significativa – "A ética do jornalista é a mesma do marceneiro, de qualquer pessoa".
        Na verdade, até esperei, depois dessa frase sobre "a ética do mercado", que "o mercado" reagisse de alguma forma. Se ela dissesse que essa é a ética dos médicos, as associações não iriam protestar? É claro que "o mercado" não é um sujeito. Aliás, sua riqueza e eficácia estão, justamente, em ele não ser um sujeito único, mas uma rede em que se cruzam e se medem inúmeros sujeitos. No entanto, aqui se coloca uma questão crucial, sempre presente quando se trata do capitalismo. Brecht tem a frase famosa – "O que é roubar um banco, em comparação com fundar um banco?" O capitalismo sempre esteve assombrado pela diferença entre o lucro obtido legítima e legalmente e o que é extorsão, usura, roubo. Na Idade Média, a igreja cristã condenava a usura, dificultando as operações de financiamento. Por outro lado, com o capitalismo já consolidado, no final do século XIX, um grupo de grandes empresários norte-americanos era chamado de "robber barons", barões ladrões, tal a sua desonestidade. Contudo, o mesmo capitalismo cresce graças a uma ética extremamente forte, que Max Weber, num livro clássico, aproximou do protestantismo. Na verdade, a distinção entre o lucro e a extorsão é crucial para o capitalismo. Um dos desafios para ele funcionar, e em especial para se tornar popular, é convencer a sociedade de que seu compromisso ético – com a construção da riqueza pelo trabalho e o esforço – supera seus deslizes, os quais serão rigorosamente punidos. Ou seja, "o mercado" precisa reagir. O debate sobre esse caso não pode ficar circunscrito à área política. O “mercado” foi injuriado e tem de responder.
        O outro ponto assustador aconteceu quando um dos personagens gravados disse que sempre ensinava a seus filhos a virtude da solidariedade. Disse isso com outras palavras, mas ele considerava digno educar seus filhos na formação de quadrilha. Aqui, estamos diretamente na ética do crime. Mas, se na frase da senhora sobre o mercado podíamos ver alguma ironia ou resignação ("a vida como ela é"), na frase desse senhor se ouvia algo mais grave: a educação dos filhos, a construção do futuro segundo a ótica do criminoso. Uma coisa é resignar-se ao mundo como está e operar dentro dele. Outra, pior, é entender que ele não vai melhorar e que, portanto, a melhor educação que se deve dar aos pequenos é ensiná-los a serem bandidos. Aqui, a tarefa afeta, em especial, os educadores profissionais, como os professores, e a multidão de educadores leigos, que são os pais e todos os que cuidam de crianças. Mas, antes mesmo disso, ela passa por uma pergunta cândida: podemos melhorar, em termos de sociedade, no que se refere ao respeito à lei e aos outros? É possível convencermo-nos, e convencermos os outros, de que seguir os preceitos éticos é absolutamente necessário? Ou viveremos nas exceções? E isso diz respeito a todos nós.
        Ocorreu-me, uma vez, que no Brasil a lei tem papel mais indicativo do que prescritivo. Explico: todos concordamos que se deve parar no sinal vermelho – e a grande maioria o faz. Mas a pressa, o fato de não estar vindo um carro pela outra via, a demora no sinal "justificam" eventualmente passar no sinal vermelho. A lei deixa de ser lei para se tornar uma referência apenas; ou, pior, algo que espero que os outros respeitem absolutamente, mas que infringirei quando me achar "justificado" a fazê-lo. Guiando desse jeito, vários pais mataram os próprios filhos – e isso continua acontecendo. Não precisaremos fortalecer, na condição de sociedade, a convicção de que para um bom convívio é preciso repudiar fortemente essas duas frases que, na sua euforia, os dois personagens pronunciaram sem saberem que estavam sendo gravados? Enquanto isso, nosso agradecimento aos repórteres que denunciaram esse crime.
    RIBEIRO, Renato J. Valor econômico, 26/03/2012. (Texto adaptado)
    “Outra, pior, é entender que ele não vai melhorar e que, portanto, a melhor educação que se deve dar aos pequenos é ensiná-los a serem bandidos.” (4º parágrafo). Assinale a alternativa que contém uma redação em que se preserva o sentido básico sem se incorrer em erro gramatical.
    Escolha uma alternativa para a questão 2392c4d0-e7
  • 238EEF4B-E7

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Centro universitário FAG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1
    A “ÉTICA” DOS CORRUPTOS
        É ético um jornalista usar câmaras secretas para comprovar um crime que, depois, ele irá denunciar? Não discuto, aqui, a legalidade de sua ação, porque não tenho a formação jurídica necessária para me pronunciar sobre as leis e jurisprudência cabíveis no caso. Mas a questão adquire relevância diante do fato que movimentou a sociedade brasileira algumas semanas trás: a revelação, em imagens incontestáveis, de uma rede de corrupção atuando justamente nos hospitais – o que torna particularmente desumano o crime, porque está sendo cometido contra pessoas especialmente vulneráveis. Além disso, trata-se de uma área em que cronicamente falta dinheiro, visto que os custos com a saúde costumam subir mais que a inflação, em parte devido aos grandes avanços que a medicina tem conquistado.
        O que é flagrante é a falta de ética das pessoas diretamente envolvidas na falcatrua. Os corruptos (vou chamá-los assim, embora tecnicamente não o sejam, porque não são servidores públicos) não mostraram nenhum pudor. Imaginando-se a salvo, foram francos. Duas afirmações me chocaram em especial. A primeira se refere ao momento em que uma senhora diz que está praticando "a ética do mercado". Mas o que ela faz não é nada ético. A não ser, claro, que use "ética" num sentido apenas descritivo, como quando se diz que a "ética do bandido" é matar quem o alcagueta, ou que a "ética do machista" é assassinar a esposa suspeita de adultério. Nos últimos anos tem-se assistido à redução do emprego da palavra "ética". Uma expressão de Cláudio Abramo, frequentemente citada pelos profissionais da imprensa, é significativa – "A ética do jornalista é a mesma do marceneiro, de qualquer pessoa".
        Na verdade, até esperei, depois dessa frase sobre "a ética do mercado", que "o mercado" reagisse de alguma forma. Se ela dissesse que essa é a ética dos médicos, as associações não iriam protestar? É claro que "o mercado" não é um sujeito. Aliás, sua riqueza e eficácia estão, justamente, em ele não ser um sujeito único, mas uma rede em que se cruzam e se medem inúmeros sujeitos. No entanto, aqui se coloca uma questão crucial, sempre presente quando se trata do capitalismo. Brecht tem a frase famosa – "O que é roubar um banco, em comparação com fundar um banco?" O capitalismo sempre esteve assombrado pela diferença entre o lucro obtido legítima e legalmente e o que é extorsão, usura, roubo. Na Idade Média, a igreja cristã condenava a usura, dificultando as operações de financiamento. Por outro lado, com o capitalismo já consolidado, no final do século XIX, um grupo de grandes empresários norte-americanos era chamado de "robber barons", barões ladrões, tal a sua desonestidade. Contudo, o mesmo capitalismo cresce graças a uma ética extremamente forte, que Max Weber, num livro clássico, aproximou do protestantismo. Na verdade, a distinção entre o lucro e a extorsão é crucial para o capitalismo. Um dos desafios para ele funcionar, e em especial para se tornar popular, é convencer a sociedade de que seu compromisso ético – com a construção da riqueza pelo trabalho e o esforço – supera seus deslizes, os quais serão rigorosamente punidos. Ou seja, "o mercado" precisa reagir. O debate sobre esse caso não pode ficar circunscrito à área política. O “mercado” foi injuriado e tem de responder.
        O outro ponto assustador aconteceu quando um dos personagens gravados disse que sempre ensinava a seus filhos a virtude da solidariedade. Disse isso com outras palavras, mas ele considerava digno educar seus filhos na formação de quadrilha. Aqui, estamos diretamente na ética do crime. Mas, se na frase da senhora sobre o mercado podíamos ver alguma ironia ou resignação ("a vida como ela é"), na frase desse senhor se ouvia algo mais grave: a educação dos filhos, a construção do futuro segundo a ótica do criminoso. Uma coisa é resignar-se ao mundo como está e operar dentro dele. Outra, pior, é entender que ele não vai melhorar e que, portanto, a melhor educação que se deve dar aos pequenos é ensiná-los a serem bandidos. Aqui, a tarefa afeta, em especial, os educadores profissionais, como os professores, e a multidão de educadores leigos, que são os pais e todos os que cuidam de crianças. Mas, antes mesmo disso, ela passa por uma pergunta cândida: podemos melhorar, em termos de sociedade, no que se refere ao respeito à lei e aos outros? É possível convencermo-nos, e convencermos os outros, de que seguir os preceitos éticos é absolutamente necessário? Ou viveremos nas exceções? E isso diz respeito a todos nós.
        Ocorreu-me, uma vez, que no Brasil a lei tem papel mais indicativo do que prescritivo. Explico: todos concordamos que se deve parar no sinal vermelho – e a grande maioria o faz. Mas a pressa, o fato de não estar vindo um carro pela outra via, a demora no sinal "justificam" eventualmente passar no sinal vermelho. A lei deixa de ser lei para se tornar uma referência apenas; ou, pior, algo que espero que os outros respeitem absolutamente, mas que infringirei quando me achar "justificado" a fazê-lo. Guiando desse jeito, vários pais mataram os próprios filhos – e isso continua acontecendo. Não precisaremos fortalecer, na condição de sociedade, a convicção de que para um bom convívio é preciso repudiar fortemente essas duas frases que, na sua euforia, os dois personagens pronunciaram sem saberem que estavam sendo gravados? Enquanto isso, nosso agradecimento aos repórteres que denunciaram esse crime.
    RIBEIRO, Renato J. Valor econômico, 26/03/2012. (Texto adaptado)
    “Além disso, trata-se de uma área em que cronicamente falta dinheiro, visto que os custos com a saúde costumam subir mais que a inflação, em parte devido aos grandes avanços que a medicina tem conquistado.” (linhas 6-8). Assinale a alternativa que contém uma redação inteiramente de acordo com os padrões da norma culta.
    Escolha uma alternativa para a questão 238eef4b-e7
  • EF65F1E8-EB

    Atualidades

    Guerras, Conflitos e Terrorismo na Atualidade
    Centro universitário FAG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Mais de 300 pessoas morreram devido a dois atentados com caminhões-bomba em Mogadíscio neste mês de outubro, disse uma autoridade da Somália. A respeito desse assunto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão ef65f1e8-eb
  • EF62678A-EB

    Atualidades

    Desastres Naturais e Humanos na Atualidade
    Centro universitário FAG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    “A temporada 2017 de furacões no Caribe, que vai até novembro, é a mais intensa em muitos anos. Desde meados de setembro, os furacões parecem estar enfileirados -- e passando por uma rota semelhante, que chegou a castigar alguns destinos por duas vezes seguidas.”
    Mesmo um pequeno aumento na temperatura da superfície oceânica pode transformar mais perturbações tropicais em furacões, além de tornar uma tempestade já em andamento mais intensa e aumentar sua precipitação. Sobre a última frase, analise as afirmativas a seguir:


    I. Ela está incorretamente formulada, pois os furacões independem da temperatura da superfície marinha.
    II. Ela está incorreta, pois uma perturbação tropical não pode evoluir para um furacão, exceto no hemisfério meridional.
    III. Ela está correta, pois os ciclones ou furacões tropicais são fortemente influenciados pelas temperaturas da superfície oceânica.
    IV. Ela está correta, porque o fato nela descrito aplica-se, plenamente, à faixa tropical atlântica do Hemisfério Norte.
    V. Se realmente ocorrer o aquecimento global, poderá acontecer um agravamento da intensidade dos ciclones tropicais, logo a frase está correta.


    Está CORRETO apenas o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão ef62678a-eb
  • EF5F0AB3-EB

    Geografia

    Clima
    Centro universitário FAG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre os fatores que proporcionam a ocorrência de climas quentes e úmidos no Brasil, marque a alternativa INCORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão ef5f0ab3-eb
  • EF5C4096-EB

    Biologia

    A química da vida
    Centro universitário FAG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    A composição do leite de cada espécie de mamífero é adequada às necessidades do respectivo filhote. O gráfico a seguir apresenta a composição do leite humano e do leite de uma espécie de macaco.

    Imagem da questão de Biologia, da prova de 2017

    Considere dois filhotes de macaco: um alimentado com leite de macaco e o outro com o mesmo volume de leite humano. A partir da análise do gráfico, pode-se dizer que o filhote de macaco que for alimentado com o mesmo volume de leite humano provavelmente apresentará:
    Escolha uma alternativa para a questão ef5c4096-eb
  • EF59A522-EB

    Biologia

    Gimnospermas e Angiospermas
    Centro universitário FAG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    As Angiospermas são as plantas mais adaptadas aos ambientes terrestres. A maioria apresenta nutrição autótrofa fotossintetizante, mas algumas espécies não realizam fotossíntese, vivendo da seiva elaborada que retiram de outro vegetal, o hospedeiro.
    Essas plantas que não realizam fotossíntese podem ser caracterizadas como, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão ef59a522-eb
  • EF56EDE5-EB

    Biologia

    A química da vida
    Centro universitário FAG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    O fósforo branco P„ é tão reativo que deve ser guardado em água para não se inflamar espontaneamente:

    P4 + 5 O2 P4O10 + calor.


    O fósforo vermelho, muito mais seguro, encontra-se na lixa da caixinha de fósforos. Quando riscado, transforma-se em P4 que pega fogo.
    O calor gerado inicia a reação entre as substâncias presentes na cabeça do palito. A reação global é:

    Imagem da questão de Biologia, da prova de 2017
    (Adaptado de Luis Fernando Pereira. "Folha de S. Paulo". 10/06/2004)

    O fósforo (P) é um importante nutriente para as plantas. Isso porque ele é componente de moléculas orgânicas como as de
    Escolha uma alternativa para a questão ef56ede5-eb
  • EF4CF237-EB

    Química

    Isomeria: Isomeria Plana: Cadeia, Posição, Compensação, Função e Tautomeria.
    Centro universitário FAG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em uma aula de química orgânica, o professor escreveu no quadro a fórmula C4H8O e perguntou a quatro alunos que composto tal fórmula poderia representar. As respostas foram

    Imagem da questão de Química, da prova de 2017

    O professor considerou certas as respostas dadas pelos alunos
    Escolha uma alternativa para a questão ef4cf237-eb
  • EF43B9E7-EB

    Física

    Espelhos Esféricos
    Centro universitário FAG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um espelho esférico, cujo raio de curvatura é igual a 0,30m, tem sua face côncava voltada na direção do Sol. Uma imagem do Sol é formada pelo espelho. A distância dessa imagem até o espelho é:
    Escolha uma alternativa para a questão ef43b9e7-eb
  • EF3A5FD6-EB

    Matemática

    Progressão Aritmética - PA
    Centro universitário FAG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Sejam A e B subconjuntos finitos de um mesmo conjunto X, tais que n(B - A), n(A - B) e n(A B) formam, nesta ordem, uma progressão aritmética de razão r > 0. Sabendo que n(B - A) = 4 e n(A U B) + r = 64, então, n(A - B) é igual a
    Escolha uma alternativa para a questão ef3a5fd6-eb
  • EF3722FE-EB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro universitário FAG · 2017Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Text 2 - How to Tell if Your Sunscreen Protects You From the Sun - Here’s what you need to know.


        Don’t go overboard with the SPF. The American Academy of Dermatology recommends using an SPF of at least 30, but most experts agree to not go over 50. It’s not that a higher SPF doesn’t provide any more protection, but once you get above 50, that increase is negligible. Case in point: SPF 50 blocks about 97% of UVB rays, while SPF 100 blocks about 99%.
        But most sunscreen users don’t think about that; rather, they see a number that’s twice as high and assume they’ll get twice as much protection or that the protection will last twice as long, which cultivates a false sense of security that could lead to a bad burn. “SPF values above 50 are really misleading,” Lunder says. “They offer a very small increase in sunburn [UVB] protection, and they don't offer better UVA protection.” She says that the FDA is considering a rule to cap SPF values at 50, but nothing has been finalized.
        And then there’s the fact that, although the increase in SPF doesn’t add much protection, it could increase your chances of negative side effects from the ingredients. “We do not recommend SPF of 50 or higher, as the minimal added protection does not outweigh the exponentially more active ingredients required to do so,” Chris Birchby, the founder of the sun-care line Coola, tells Teen Vogue. “More active ingredients increase the chances of skin irritation.”
    http://www.teenvogue.com/story/how-to-tell-if-sunscreen-protects-you-from-the-sun
    Chris Birchby, founder of sun-care Coola argues that:
    Escolha uma alternativa para a questão ef3722fe-eb
  • EF3456A7-EB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro universitário FAG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Text 2 - How to Tell if Your Sunscreen Protects You From the Sun - Here’s what you need to know.


        Don’t go overboard with the SPF. The American Academy of Dermatology recommends using an SPF of at least 30, but most experts agree to not go over 50. It’s not that a higher SPF doesn’t provide any more protection, but once you get above 50, that increase is negligible. Case in point: SPF 50 blocks about 97% of UVB rays, while SPF 100 blocks about 99%.
        But most sunscreen users don’t think about that; rather, they see a number that’s twice as high and assume they’ll get twice as much protection or that the protection will last twice as long, which cultivates a false sense of security that could lead to a bad burn. “SPF values above 50 are really misleading,” Lunder says. “They offer a very small increase in sunburn [UVB] protection, and they don't offer better UVA protection.” She says that the FDA is considering a rule to cap SPF values at 50, but nothing has been finalized.
        And then there’s the fact that, although the increase in SPF doesn’t add much protection, it could increase your chances of negative side effects from the ingredients. “We do not recommend SPF of 50 or higher, as the minimal added protection does not outweigh the exponentially more active ingredients required to do so,” Chris Birchby, the founder of the sun-care line Coola, tells Teen Vogue. “More active ingredients increase the chances of skin irritation.”
    http://www.teenvogue.com/story/how-to-tell-if-sunscreen-protects-you-from-the-sun
    If you use a SPF above 50 the increase is:
    Escolha uma alternativa para a questão ef3456a7-eb
  • EF318A94-EB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro universitário FAG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Text 1:


    “ Autism affects one in 45 children in the United States, almost twice the rate from a few years ago, said a survey Friday that uses a new approach to assess the frequency of the developmental disorder. The latest figures may reflect a more accurate picture of autism spectrum disorder, said the report by the Centers for Disease Control and Prevention's (CDC) National Center for Health Statistics, and so does not necessarily mean that there is a ballooning autism epidemic.
    In fact, the study found that while autism spectrum diagnoses are more frequent than in the past, the overall number of people affected by neurodevelopment problems has not risen, but has remained steady over time. Autism spectrum disorder is a developmental disability that may cause a person to have difficulty behaving, learning, communicating and interacting with people. It is believed to be influenced by genetic and environmental factors, though scientists do not fully understand all its causes.”
    According to the text 1, choose the best reason why the author wrote this article:
    Escolha uma alternativa para a questão ef318a94-eb
  • EF2B9D94-EB

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    A respeito do conto “Pai contra mãe” de Machado de Assis, assinale a alternativa CORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão ef2b9d94-eb
  • EF28DCA1-EB

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Através da trajetória do narrador-personagem, Castelo, no conto “O homem que sabia javanês”, de Lima Barreto, revela-se uma crítica:
    Escolha uma alternativa para a questão ef28dca1-eb
  • EF26463D-EB

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2: Repórter Policial


        [...] Assim como o locutor esportivo jamais chamou nada pelo nome comum, assim também o repórter policial é um entortado literário. Nessa classe, os que se prezam nunca chamariam um hospital de hospital. De jeito nenhum. É nosocômio. Nunca, em tempo algum, qualquer vítima de atropelamento, tentativa de morte, conflito, briga ou simples indisposição intestinal foi parar num hospital. Só vai para o nosocômio.E assim sucessivamente.
        Qualquer cidadão que vai à Polícia prestar declarações que possam ajudá-la numa diligência (apelido que eles puseram no ato de investigar), é logo apelidada de testemunha chave. Suspeito é Mister X, advogado é causídico, soldado é militar, marinheiro é naval, copeira é doméstica e, conforme esteja deitada, a vítima de um crime – de costas ou de barriga pra baixo – fica numa destas duas incômodas posições: decúbito dorsal ou decúbito ventral.
        Num crime descrito pela imprensa sangrenta, a vítima nunca se vestiu. A vítima trajava. Todo mundo se veste… mas, basta virar vítima de crime, que a rapaziada sadia ignora o verbo comum e mete lá: “A vítima traja terno azul e gravata do mesmo tom”. Eis, portanto, que é preciso estar acostumado ao “métier” para morar no noticiário policial. Como os locutores esportivos, a Delegacia do Imposto de Renda, os guardas de trânsito, as mulheres dos outros, os repórteres policiais nasceram para complicar a vida da gente. Se um porco morde a perna de um caixeiro de uma dessas casas da banha, por exemplo, é batata…a manchete no dia seguinte tá lá: “Suíno atacou comerciário”.
        Outro detalhezinho interessante: se a vítima de uma agressão morre, tá legal, mas se — ao contrário — em vez de morrer fica estendida no asfalto, está prostrada. Podia estar caída, derrubada ou mesmo derribada, mas um repórter de crime não vai trair a classe assim à toa. E castiga na página: "Naval prostrou desafeto com certeira facada." Desafeto — para os que são novos na turma — devemos explicar que é inimigo, adversário, etc. E mais: se morre na hora, tá certo; do contrário, morrerá invariavelmente ao dar entrada na sala de operações.
        De como vive a imprensa sangrenta, é fácil explicar. Vive da desgraça alheia, em fotos ampliadas. Um repórter de polícia, quando está sem notícia, fica na redação, telefonando pras delegacias distritais ou para os hospitais, perdão, para os nosocômios, onde sempre tem um cupincha de plantão. [...]
    Fonte: STANISLAW, Ponte Preta. São Paulo: Moderna, 1986.
    “Nunca, em tempo algum, qualquer vítima de atropelamento, tentativa de morte, conflito, briga ou simples indisposição intestinal foi parar num hospital”. Pela afirmativa do narrador, depreendesse que:
    Escolha uma alternativa para a questão ef26463d-eb
  • EF2298C4-EB

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2: Repórter Policial


        [...] Assim como o locutor esportivo jamais chamou nada pelo nome comum, assim também o repórter policial é um entortado literário. Nessa classe, os que se prezam nunca chamariam um hospital de hospital. De jeito nenhum. É nosocômio. Nunca, em tempo algum, qualquer vítima de atropelamento, tentativa de morte, conflito, briga ou simples indisposição intestinal foi parar num hospital. Só vai para o nosocômio.E assim sucessivamente.
        Qualquer cidadão que vai à Polícia prestar declarações que possam ajudá-la numa diligência (apelido que eles puseram no ato de investigar), é logo apelidada de testemunha chave. Suspeito é Mister X, advogado é causídico, soldado é militar, marinheiro é naval, copeira é doméstica e, conforme esteja deitada, a vítima de um crime – de costas ou de barriga pra baixo – fica numa destas duas incômodas posições: decúbito dorsal ou decúbito ventral.
        Num crime descrito pela imprensa sangrenta, a vítima nunca se vestiu. A vítima trajava. Todo mundo se veste… mas, basta virar vítima de crime, que a rapaziada sadia ignora o verbo comum e mete lá: “A vítima traja terno azul e gravata do mesmo tom”. Eis, portanto, que é preciso estar acostumado ao “métier” para morar no noticiário policial. Como os locutores esportivos, a Delegacia do Imposto de Renda, os guardas de trânsito, as mulheres dos outros, os repórteres policiais nasceram para complicar a vida da gente. Se um porco morde a perna de um caixeiro de uma dessas casas da banha, por exemplo, é batata…a manchete no dia seguinte tá lá: “Suíno atacou comerciário”.
        Outro detalhezinho interessante: se a vítima de uma agressão morre, tá legal, mas se — ao contrário — em vez de morrer fica estendida no asfalto, está prostrada. Podia estar caída, derrubada ou mesmo derribada, mas um repórter de crime não vai trair a classe assim à toa. E castiga na página: "Naval prostrou desafeto com certeira facada." Desafeto — para os que são novos na turma — devemos explicar que é inimigo, adversário, etc. E mais: se morre na hora, tá certo; do contrário, morrerá invariavelmente ao dar entrada na sala de operações.
        De como vive a imprensa sangrenta, é fácil explicar. Vive da desgraça alheia, em fotos ampliadas. Um repórter de polícia, quando está sem notícia, fica na redação, telefonando pras delegacias distritais ou para os hospitais, perdão, para os nosocômios, onde sempre tem um cupincha de plantão. [...]
    Fonte: STANISLAW, Ponte Preta. São Paulo: Moderna, 1986.
    Assinale a alternativa correta quanto ao que esclarece o texto 2:
    Escolha uma alternativa para a questão ef2298c4-eb
  • EF1F89F4-EB

    Português

    Emprego do hífen
    Centro universitário FAG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1: A CRISE E SUAS INTERPRETAÇÕES


    Quanto mal uma mídia partidarizada pode causar a um País? Que prejuízos a irresponsabilidade dos veículos de comunicação traz à sociedade?


    No Brasil, essas não são perguntas acadêmicas. Ao contrário. Em nossa história, sobram exemplos de períodos em que a “grande imprensa”, movida por suas opções políticas, jogou contra os interesses da maioria da população. Apoiou ditaduras, avalizou políticas antipopulares, fingiu não ver os desmandos de aliados. O instituto Vox Populi acaba de realizar uma pesquisa nacional sobre sentimentos e expectativas a respeito da economia. O levantamento deixa claro o preço que pagamos por ter a mídia que temos.
    A pesquisa tratou principalmente de inflação e desemprego e mostra que a opinião pública vive um pesadelo. Olha com desconfiança o futuro, teme a perda de renda e emprego, prefere não consumir e não tem disposição de investir. Está com medo da “crise”.
    Todos sabem quão importante é o papel das expectativas na vida econômica. Quando a maioria das pessoas se convence de que as coisas não vão bem, seu comportamento tende a produzir aquilo que teme: a desaceleração da economia e a diminuição do investimento público. A “crise” é, em grande parte, provocada pelas expectativas. Estampada em manchetes e com tratamento de luxo nos noticiários de tevê, a “crise econômica” estava na pauta dos meios de comunicação muito antes de se tornar uma preocupação real da sociedade. Há ao menos dois anos, é o principal assunto.
    A nova pesquisa mostra que a quase totalidade dos brasileiros, depois de ser bombardeada durante tanto tempo com a noção de “crise”, perdeu a capacidade de enxergar com realismo a situação da economia. A respeito da quantia imaginada para comprar, daqui a um mês, o que compram atualmente com 100 reais, apenas 2% dos entrevistados estimaram um valor próximo àquele. Os demais 98% desconfiam de que vão precisar de mais ou de muito mais. Desse total, 73% temem uma alta dos preços superior a 10%. Quase a metade, 47%, estima uma inflação acima de 20%. E não menos de 35% receiam que os preços subirão mais de 30% em um mês.
    Os números são semelhantes nas análises do desemprego. Apenas 7% dos entrevistados sabem que hoje menos de dez indivíduos em cada cem estão desempregados. Cerca de um quarto acredita que o desemprego varie de 10% a 30% da força de trabalho e 38% imaginam que a proporção de brasileiros sem emprego ultrapassa os 40%. Por esse raciocínio, o cenário até o fim do ano seria dantesco: quase 40% acreditam que o desemprego em dezembro punirá mais da metade da população ativa. Para tanta desinformação e medo do futuro, muitos fatores contribuem. Nossa cultura explica parte desses temores. Os erros do governo, especialmente de comunicação, são responsáveis por outra. Mas a maior responsável é a mídia hegemônica.
    Ninguém defende que a população seja mantida na ignorância em relação aos problemas reais enfrentados pela economia. Mas vemos outra coisa. A mídia deseduca ao deformar a realidade e por nada fazer para seus leitores e espectadores desenvolverem uma visão realista e informada do País. Fabrica assustados para produzir insatisfeitos.
    Com isso, torna-se agente do agravamento de uma crise que estimulou e continua a estimular, apesar de seu custo para as famílias e para o Brasil. (COIMBRA, Marcos. Revista Carta Capital. Disponível em:
    http://www.cartacapital.com.br/revista/852/acrise-e-suas-interpretacoes-4986.html. 
    De acordo com a Nova Ortografia da Língua Portuguesa, no trecho “Apoiou ditaduras, avalizou políticas antipopulares, fingiu não ver os desmandos de aliados (...)” o termo destacado:


    I. deveria ter sido grafado com hífen, como em anti-higiênico e anti-inflacionário.
    II. está adequadamente grafado, obedecendo à regra em que prefixo terminado em vogal se junta com a palavra iniciada por consoante.
    III. está adequadamente grafado, assim como em antiaéreo e antiprofissional.
    IV. tem como facultativo o emprego do hífen, visto que o Novo Acordo Ortográfico ainda é recente.
    V. obedece à mesma regra que palavras formadas por prefixos como super-, ultra- e sub-


    Estão CORRETAS as proposições
    Escolha uma alternativa para a questão ef1f89f4-eb
  • EF1851BE-EB

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1: A CRISE E SUAS INTERPRETAÇÕES


    Quanto mal uma mídia partidarizada pode causar a um País? Que prejuízos a irresponsabilidade dos veículos de comunicação traz à sociedade?


    No Brasil, essas não são perguntas acadêmicas. Ao contrário. Em nossa história, sobram exemplos de períodos em que a “grande imprensa”, movida por suas opções políticas, jogou contra os interesses da maioria da população. Apoiou ditaduras, avalizou políticas antipopulares, fingiu não ver os desmandos de aliados. O instituto Vox Populi acaba de realizar uma pesquisa nacional sobre sentimentos e expectativas a respeito da economia. O levantamento deixa claro o preço que pagamos por ter a mídia que temos.
    A pesquisa tratou principalmente de inflação e desemprego e mostra que a opinião pública vive um pesadelo. Olha com desconfiança o futuro, teme a perda de renda e emprego, prefere não consumir e não tem disposição de investir. Está com medo da “crise”.
    Todos sabem quão importante é o papel das expectativas na vida econômica. Quando a maioria das pessoas se convence de que as coisas não vão bem, seu comportamento tende a produzir aquilo que teme: a desaceleração da economia e a diminuição do investimento público. A “crise” é, em grande parte, provocada pelas expectativas. Estampada em manchetes e com tratamento de luxo nos noticiários de tevê, a “crise econômica” estava na pauta dos meios de comunicação muito antes de se tornar uma preocupação real da sociedade. Há ao menos dois anos, é o principal assunto.
    A nova pesquisa mostra que a quase totalidade dos brasileiros, depois de ser bombardeada durante tanto tempo com a noção de “crise”, perdeu a capacidade de enxergar com realismo a situação da economia. A respeito da quantia imaginada para comprar, daqui a um mês, o que compram atualmente com 100 reais, apenas 2% dos entrevistados estimaram um valor próximo àquele. Os demais 98% desconfiam de que vão precisar de mais ou de muito mais. Desse total, 73% temem uma alta dos preços superior a 10%. Quase a metade, 47%, estima uma inflação acima de 20%. E não menos de 35% receiam que os preços subirão mais de 30% em um mês.
    Os números são semelhantes nas análises do desemprego. Apenas 7% dos entrevistados sabem que hoje menos de dez indivíduos em cada cem estão desempregados. Cerca de um quarto acredita que o desemprego varie de 10% a 30% da força de trabalho e 38% imaginam que a proporção de brasileiros sem emprego ultrapassa os 40%. Por esse raciocínio, o cenário até o fim do ano seria dantesco: quase 40% acreditam que o desemprego em dezembro punirá mais da metade da população ativa. Para tanta desinformação e medo do futuro, muitos fatores contribuem. Nossa cultura explica parte desses temores. Os erros do governo, especialmente de comunicação, são responsáveis por outra. Mas a maior responsável é a mídia hegemônica.
    Ninguém defende que a população seja mantida na ignorância em relação aos problemas reais enfrentados pela economia. Mas vemos outra coisa. A mídia deseduca ao deformar a realidade e por nada fazer para seus leitores e espectadores desenvolverem uma visão realista e informada do País. Fabrica assustados para produzir insatisfeitos.
    Com isso, torna-se agente do agravamento de uma crise que estimulou e continua a estimular, apesar de seu custo para as famílias e para o Brasil. (COIMBRA, Marcos. Revista Carta Capital. Disponível em:
    http://www.cartacapital.com.br/revista/852/acrise-e-suas-interpretacoes-4986.html. 
    O Texto 1 discorre, entre outras questões, sobre a atual crise econômica pela qual está passando o nosso país. Contudo, pode-se dizer que sua principal finalidade é discutir:
    Escolha uma alternativa para a questão ef1851be-eb