Pular para o conteúdo

Banco de questões

Todas as questões do ENEM

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

  • 58.062 questões
  • 160 instituições
  • 23 anos de prova

Resultados: 58.062 questões

Página 2.521 de 2.904

  • Linguagens

    Português

    Os itens de I a V a seguir, lidos sequencialmente, formam um texto único (retirado da Revista Ponto Jovem http://revistapontojovem.com.br, acesso em 23/ 07/2019). Leia-o com atenção para responder à questâo.


    I) Uma pesquisa realizada pela Universidade Anhembi Morumbi com mais de 18 mil estudantes do 3º ano do ensino médio revelou que 59% desses alunos já escolheram a carreira que querem seguir. Porém entre aqueles que já estão decididos, menos da metade, revelou já ter algum contato com a profissão escolhida. (...)

    II) Essa falta de foco do jovem na escolha gera outro problema grave, a evasão. No Brasil cerca de 56% dos estudantes que ingressaram em uma universidade acabaram desistindo no meio do caminho ou trocaram de curso no decorrer da graduação.

    III) Na região Nordeste, por exemplo, dos mais de 376 mil ingressantes, quase 200 mil universitários desistiram do curso alcançando a porcentagem de 52,8%. Ou seja, mais da metade dos ingressantes abandonam a faculdade, boa parte delas por falta de identificação com o curso.

    IV) Para evitar essa situação, o jovem tem algumas alternativas em busca de decidir bem o seu futuro. Testes vocacionais contribuem para determinar seu curso com relação à sua personalidade tais quais suas habilidades.

    V) Mas existem cursos mais completos para não só construir uma identidade de auto responsabilidade no jovem de 12 a17 anos, e sim contribuir para a formação de um líder no futuro.

    Coesão é a "amarração" das ideias de um texto, de forma a garantir clareza e unidade lógica. Diversos são os elementos responsáveis por essa função textual. As alternativas a seguir destacam alguns desses elementos utilizados no texto. Identifique a que está correta.
    Escolha uma alternativa para a questão de039ed8-fa
  • Linguagens

    Português

    O reconhecido orgulho que argentinos e gaúchos têm de suas terras dá margem a muitas anedotas, charges e outros textos literários ou jornalísticos, como os dois transcritos a seguir.

    Imagem da questão de Português, IF-PR 2019, Interpretação de Textos
    (http://www.redalyc.org/pdf/1995/199552192037.pdf acessado em 9/07/2019)

    Texto B

    Um conhecido meu ficou muito rico comprando argentinos pelo que eles valem e revendendo pelo o que eles acham que valem. Se você riu dessa história é porque não sabe que ele está pensando em diversificar e fazer o mesmo negociando gaúchos. E pior, ele acha que vai ganhar mais dinheiro ainda.
    (http://www.marioedianacorso.com acessado em 9/07/ 2019).

    Comparando os textos, avalie as afirmativas abaixo.

    I) Ambos afirmam que há quem considere que argentinos e/ou gaúchos têm apreciação exageradamente positiva de si mesmos.
    II) O texto A não registra a apreciação dos argentinos sobre si próprios.
    III) O recurso não verbal dá um “colorido” para o texto A, mas é dispensável para a compreensão da mensagem.
    IV) O texto B discorda da importância que atribuem a si próprios, tanto argentinos quanto gaúchos.
    V) O humor é o recurso verbal utilizado nos dois textos em busca de maior expressividade.

    Estão corretas somente:
    Escolha uma alternativa para a questão de067552-fa
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Imagem da questão de Geografia, ENEM 2010, Agricultura brasileira

    Considerando a transformação mencionada no texto, uma conseqüência socioespacial que caracteriza o atual mundo rural brasileiro é

    Escolha uma alternativa para a questão de08e035-c1
  • Linguagens

    Português

            Leia o trecho retirado do conto “O iniciado do vento”, de Aníbal Machado, que servirá de base para a questão.

            A autoridade policial e o agente da estação abriram caminho, pedindo a todos que se afastassem (1). Cada qual queria ser o primeiro a ver a cara do engenheiro (2). Este, calmo e alto, surgiu na plataforma do vagão. Não sabia que viajara com algum personagem importante; mas logo, pela convergência geral dos olhares em sua pessoa, compreendeu tudo. E empalideceu. Alguém teria dado o aviso de sua chegada (3).

            Houve o silêncio de alguns instantes para a “tomada” de sua figura; em seguida, rompeu um murmúrio indistinto, mas hostil, cortado pelas sílabas tônicas de alguns palavrões conhecidos, se não de palavrões sussurrados por inteiro.

            – Para o Hotel Bela Vista? Interrogou o delegado.

            – Sim, respondeu o acusado numa voz firme que reconheceu não ser a sua.

            Os moleques tinham combinado uma vaia com busca-pés que o perseguissem durante o trajeto até o Hotel. Maltrapilhos e abandonados, brigavam sempre entre si, mas o fato de ter sido um deles a vítima, unia-os agora no ódio comum ao engenheiro (4). Disso tirou partido o próprio escrivão do crime com uma parcialidade que a população aplaudia, e que o juiz da Comarca, severo, mas sempre alto e distante no desempenho de suas funções, ignorava.

            De tal juiz se dizia que era bom demais para aquele burgo. (...) Nunca porém o quiseram elevar àquelas cumeadas. Sempre elogios, jamais a promoção.

             Mediante manobras mesquinhas que escapavam aos olhos do juiz (5) sempre voltados para o mais alto e o mais longe, o seu esperto escrivão conseguira prestígio e se fazia temido na cidade. (...)

             [Já em seu quarto, aparece a dona hotel com chá e frutas]

            – O senhor deve estar lembrado de mim.

            – Sim, como não?

            – Vinte e tantos dias o senhor foi meu hóspede, não é verdade?

            Colocou a bandeja na mesa. O engenheiro permanecia silencioso. (...)

            A hoteleira não leva a mal o mutismo do hóspede (6). Estava triste e preocupado, era natural. (...) Ao sair, lembrou-se de dizer:

             – Há um advogado lá embaixo, na sala, querendo falar-lhe. (...)

            – Hein?!... Faça-o subir, tenha a bondade. (...)

            O advogado entrou ofegante. A porta bateu-lhe atrás com estrondo. Vinha oferecer-lhe seus serviços profissionais. Ali, naquela terra, tirante o juiz, “fique certo, seu doutor, ninguém mais presta, nem eu mesmo!” (...)

    – A que horas é o interrogatório? Perguntou calmamente o engenheiro.

    Assinale a alternativa que se relaciona adequadamente com o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão de097a67-fa
  • Linguagens

    Inglês

    Atenção: A  questão refere-se ao texto apresentado abaixo.

    The stories behind the black opera stars of 'I Live to Sing'
    Washington Post − Saturday, August 24, 2013

    Julie Cohen and Kamal Khan met in elementary school in Fairfax County about 40 yearsFigura 1 de 3 da questão de Inglês, SENAC-SP 2013, Adjetivos | Adjectives  . Today, Cohen, 49, is the Brooklyn-based founder of BetterThanFiction Productions, a documentary film company; Khan is the director of the University of Cape Town Opera School. “I Live to Sing," a feature-length documentary directed and produced by Cohen, focuses on three of Khan's black students who made their way from humble beginnings in often poverty-ridden townships to excel in opera ‒an art form most closely associated with white, elite audiences and performers.

    How did you come to do this project?
    It was just the fortuitous situation of knowing Kamal Khan. I met Kamal in third grade at Pine Ridge Elementary School in Fairfax County. He was unusual in that even at age 9 his prime interests seemed to be opera, classical music, Shakespeare. These are interests that when you're 40 and living in New York are not so strange! He became James Levine's assistant conductor at the Metropolitan Opera and he still now does a lot of conducting internationally, although his home base is at the University of Cape Town. In the meantime I started doing several documentaries about the human side behind the performing arts. Knowing what Kamal was up to I realized that his fascinating work − from an artistic, political and social context − was just the sort of thing I was interested in making films about.

    Why is it interesting to you to document performing artists?
    We're all so steeped in the relatively small circle of people who become really famous or really big deals. But it's also, I think, wonderful to see the work of and hear the life stories of the majority of performing artists who are toiling away, many of whom are supremely talented, but the world doesn't necessarily get to know.

    Tell me about Linda's life, the young soprano featured in your film.
    Linda Nteleza comes from a huge township adjacent to Cape Town that has a lot of problems − poverty, health-care issues, education issues, huge unemployment. I believe it has the fastest-growing rate of tuberculosis in the world, and Linda has suffered from the consequences of that. Linda learned to sing in school and then followed by her work in community choir, and through the teachers and coaches learned about University of Cape Town and its music program. She lived only a half-hour from the university but hadn't been aware that music was something that was out there. She was encouraged to go and apply. I think she didn't expect to get it, but to her joy andnamazement she did.
    When Linda told her mother that “I want to go to college to study opera," her mother's immediate response was, “What's opera?" It wasn't that she wasn't well-versed in the art form; she didn't know what it was. Linda herself had first heard opera in a TV commercial for Shell Oil that had a beautiful soprano opera singer as background music and she was completely entranced, like, “That's what I want to sing."
    Were you an opera fan before this?
    [Laughs] I . . . must . . . confess that I was not only not an opera fan, but really almost actively probably disliked opera before this project. That's actually not something that I mentioned to Kamal when I pitched the idea of “Can I follow your program around? Can I bring cameras to your school?" [Laughs] . . . But as often when you delve into different art forms, particularly classical art forms that you are ignorant of, the more you get to know it, theFigura 2 de 3 da questão de Inglês, SENAC-SP 2013, Adjetivos | Adjectives  it starts to sound.

    (Adapted from http://www.washingtonpost.com/lifestyle/style/qanda-the-stories-behind-the-black-opera-stars-of-i-live-to sing/2013/08/23)
    A palavra que, no contexto, preenche adequadamente a  lacunaFigura 3 de 3 da questão de Inglês, SENAC-SP 2013, Adjetivos | Adjectives é:
    Escolha uma alternativa para a questão de0b593e-24
  • Linguagens

    Português

            Leia o trecho retirado do conto “O iniciado do vento”, de Aníbal Machado, que servirá de base para a questão.

            A autoridade policial e o agente da estação abriram caminho, pedindo a todos que se afastassem (1). Cada qual queria ser o primeiro a ver a cara do engenheiro (2). Este, calmo e alto, surgiu na plataforma do vagão. Não sabia que viajara com algum personagem importante; mas logo, pela convergência geral dos olhares em sua pessoa, compreendeu tudo. E empalideceu. Alguém teria dado o aviso de sua chegada (3).

            Houve o silêncio de alguns instantes para a “tomada” de sua figura; em seguida, rompeu um murmúrio indistinto, mas hostil, cortado pelas sílabas tônicas de alguns palavrões conhecidos, se não de palavrões sussurrados por inteiro.

            – Para o Hotel Bela Vista? Interrogou o delegado.

            – Sim, respondeu o acusado numa voz firme que reconheceu não ser a sua.

            Os moleques tinham combinado uma vaia com busca-pés que o perseguissem durante o trajeto até o Hotel. Maltrapilhos e abandonados, brigavam sempre entre si, mas o fato de ter sido um deles a vítima, unia-os agora no ódio comum ao engenheiro (4). Disso tirou partido o próprio escrivão do crime com uma parcialidade que a população aplaudia, e que o juiz da Comarca, severo, mas sempre alto e distante no desempenho de suas funções, ignorava.

            De tal juiz se dizia que era bom demais para aquele burgo. (...) Nunca porém o quiseram elevar àquelas cumeadas. Sempre elogios, jamais a promoção.

             Mediante manobras mesquinhas que escapavam aos olhos do juiz (5) sempre voltados para o mais alto e o mais longe, o seu esperto escrivão conseguira prestígio e se fazia temido na cidade. (...)

             [Já em seu quarto, aparece a dona hotel com chá e frutas]

            – O senhor deve estar lembrado de mim.

            – Sim, como não?

            – Vinte e tantos dias o senhor foi meu hóspede, não é verdade?

            Colocou a bandeja na mesa. O engenheiro permanecia silencioso. (...)

            A hoteleira não leva a mal o mutismo do hóspede (6). Estava triste e preocupado, era natural. (...) Ao sair, lembrou-se de dizer:

             – Há um advogado lá embaixo, na sala, querendo falar-lhe. (...)

            – Hein?!... Faça-o subir, tenha a bondade. (...)

            O advogado entrou ofegante. A porta bateu-lhe atrás com estrondo. Vinha oferecer-lhe seus serviços profissionais. Ali, naquela terra, tirante o juiz, “fique certo, seu doutor, ninguém mais presta, nem eu mesmo!” (...)

    – A que horas é o interrogatório? Perguntou calmamente o engenheiro.

    Em relação ao gênero a que se filia o texto, assinale a resposta certa.
    Escolha uma alternativa para a questão de0d0039-fa
  • Linguagens

    Português

            Leia o trecho retirado do conto “O iniciado do vento”, de Aníbal Machado, que servirá de base para a questão.

            A autoridade policial e o agente da estação abriram caminho, pedindo a todos que se afastassem (1). Cada qual queria ser o primeiro a ver a cara do engenheiro (2). Este, calmo e alto, surgiu na plataforma do vagão. Não sabia que viajara com algum personagem importante; mas logo, pela convergência geral dos olhares em sua pessoa, compreendeu tudo. E empalideceu. Alguém teria dado o aviso de sua chegada (3).

            Houve o silêncio de alguns instantes para a “tomada” de sua figura; em seguida, rompeu um murmúrio indistinto, mas hostil, cortado pelas sílabas tônicas de alguns palavrões conhecidos, se não de palavrões sussurrados por inteiro.

            – Para o Hotel Bela Vista? Interrogou o delegado.

            – Sim, respondeu o acusado numa voz firme que reconheceu não ser a sua.

            Os moleques tinham combinado uma vaia com busca-pés que o perseguissem durante o trajeto até o Hotel. Maltrapilhos e abandonados, brigavam sempre entre si, mas o fato de ter sido um deles a vítima, unia-os agora no ódio comum ao engenheiro (4). Disso tirou partido o próprio escrivão do crime com uma parcialidade que a população aplaudia, e que o juiz da Comarca, severo, mas sempre alto e distante no desempenho de suas funções, ignorava.

            De tal juiz se dizia que era bom demais para aquele burgo. (...) Nunca porém o quiseram elevar àquelas cumeadas. Sempre elogios, jamais a promoção.

             Mediante manobras mesquinhas que escapavam aos olhos do juiz (5) sempre voltados para o mais alto e o mais longe, o seu esperto escrivão conseguira prestígio e se fazia temido na cidade. (...)

             [Já em seu quarto, aparece a dona hotel com chá e frutas]

            – O senhor deve estar lembrado de mim.

            – Sim, como não?

            – Vinte e tantos dias o senhor foi meu hóspede, não é verdade?

            Colocou a bandeja na mesa. O engenheiro permanecia silencioso. (...)

            A hoteleira não leva a mal o mutismo do hóspede (6). Estava triste e preocupado, era natural. (...) Ao sair, lembrou-se de dizer:

             – Há um advogado lá embaixo, na sala, querendo falar-lhe. (...)

            – Hein?!... Faça-o subir, tenha a bondade. (...)

            O advogado entrou ofegante. A porta bateu-lhe atrás com estrondo. Vinha oferecer-lhe seus serviços profissionais. Ali, naquela terra, tirante o juiz, “fique certo, seu doutor, ninguém mais presta, nem eu mesmo!” (...)

    – A que horas é o interrogatório? Perguntou calmamente o engenheiro.

    Dentre as expressões numeradas no texto, assinale a alternativa que apresenta quais aceitariam a mesma construção que a do período: “A porta bateu-lhe atrás com estrondo”, quando substituído um de seus termos pelo equivalente pronome (lhe, lhes), mantendo, inclusive, a colocação posterior ao verbo.
    Escolha uma alternativa para a questão de11b52c-fa
  • Linguagens

    Inglês

    Atenção: A  questão refere-se ao texto apresentado abaixo.

    The stories behind the black opera stars of 'I Live to Sing'
    Washington Post − Saturday, August 24, 2013

    Julie Cohen and Kamal Khan met in elementary school in Fairfax County about 40 yearsFigura 1 de 2 da questão de Inglês, SENAC-SP 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension  . Today, Cohen, 49, is the Brooklyn-based founder of BetterThanFiction Productions, a documentary film company; Khan is the director of the University of Cape Town Opera School. “I Live to Sing," a feature-length documentary directed and produced by Cohen, focuses on three of Khan's black students who made their way from humble beginnings in often poverty-ridden townships to excel in opera ‒an art form most closely associated with white, elite audiences and performers.

    How did you come to do this project?
    It was just the fortuitous situation of knowing Kamal Khan. I met Kamal in third grade at Pine Ridge Elementary School in Fairfax County. He was unusual in that even at age 9 his prime interests seemed to be opera, classical music, Shakespeare. These are interests that when you're 40 and living in New York are not so strange! He became James Levine's assistant conductor at the Metropolitan Opera and he still now does a lot of conducting internationally, although his home base is at the University of Cape Town. In the meantime I started doing several documentaries about the human side behind the performing arts. Knowing what Kamal was up to I realized that his fascinating work − from an artistic, political and social context − was just the sort of thing I was interested in making films about.

    Why is it interesting to you to document performing artists?
    We're all so steeped in the relatively small circle of people who become really famous or really big deals. But it's also, I think, wonderful to see the work of and hear the life stories of the majority of performing artists who are toiling away, many of whom are supremely talented, but the world doesn't necessarily get to know.

    Tell me about Linda's life, the young soprano featured in your film.
    Linda Nteleza comes from a huge township adjacent to Cape Town that has a lot of problems − poverty, health-care issues, education issues, huge unemployment. I believe it has the fastest-growing rate of tuberculosis in the world, and Linda has suffered from the consequences of that. Linda learned to sing in school and then followed by her work in community choir, and through the teachers and coaches learned about University of Cape Town and its music program. She lived only a half-hour from the university but hadn't been aware that music was something that was out there. She was encouraged to go and apply. I think she didn't expect to get it, but to her joy andnamazement she did.
    When Linda told her mother that “I want to go to college to study opera," her mother's immediate response was, “What's opera?" It wasn't that she wasn't well-versed in the art form; she didn't know what it was. Linda herself had first heard opera in a TV commercial for Shell Oil that had a beautiful soprano opera singer as background music and she was completely entranced, like, “That's what I want to sing."
    Were you an opera fan before this?
    [Laughs] I . . . must . . . confess that I was not only not an opera fan, but really almost actively probably disliked opera before this project. That's actually not something that I mentioned to Kamal when I pitched the idea of “Can I follow your program around? Can I bring cameras to your school?" [Laughs] . . . But as often when you delve into different art forms, particularly classical art forms that you are ignorant of, the more you get to know it, theFigura 2 de 2 da questão de Inglês, SENAC-SP 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension  it starts to sound.

    (Adapted from http://www.washingtonpost.com/lifestyle/style/qanda-the-stories-behind-the-black-opera-stars-of-i-live-to sing/2013/08/23)
    According to the text,
    Escolha uma alternativa para a questão de12ea2d-24
  • Linguagens

    Português

    TEXTO DE REFERÊNCIA PARA A QUESTÃO.


    Objetivos dos fios de sustentação


            Os fios de sustentação podem ser colocados em diferentes níveis do rosto e do corpo para tratar a pele flácida. (1)Eles permitem reapertar a pele e, assim, rejuvenescer as características sem cirurgia.

             (2)Esse procedimento tem resultados expressivos, podendo dar uma aparência mais jovem para a pessoa que o realiza.

            Nem todas as pessoas podem realizar o tratamento, como por exemplo, (3)aquelas com a pele fina, muito relaxada ou enrugada. Isso acontece geralmente nas pessoas com a idade muito avançada, (4)onde o procedimento seria muito agressivo.

    (Disponível em: https://www.cirurgia.net/fios-desustentacao, acessado em 08/07/2019.)

    O uso da pontuação é importante, entre outras coisas, para manter o texto coeso e coerente. Entre as alternativas abaixo, assinale aquela na qual há um problema no uso da vírgula que compromete a correção do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão de14d234-fa
  • Linguagens

    Português

    TEXTO DE REFERÊNCIA PARA A QUESTÃO.


    Objetivos dos fios de sustentação


            Os fios de sustentação podem ser colocados em diferentes níveis do rosto e do corpo para tratar a pele flácida. (1)Eles permitem reapertar a pele e, assim, rejuvenescer as características sem cirurgia.

             (2)Esse procedimento tem resultados expressivos, podendo dar uma aparência mais jovem para a pessoa que o realiza.

            Nem todas as pessoas podem realizar o tratamento, como por exemplo, (3)aquelas com a pele fina, muito relaxada ou enrugada. Isso acontece geralmente nas pessoas com a idade muito avançada, (4)onde o procedimento seria muito agressivo.

    (Disponível em: https://www.cirurgia.net/fios-desustentacao, acessado em 08/07/2019.)

    Os pronomes e advérbios são elementos textuais utilizados para promover a coesão do texto. Entre os elementos numerados e em negrito no texto, assinale aquele que apresenta um uso indevido.
    Escolha uma alternativa para a questão de17c0df-fa
  • Linguagens

    Inglês

    Atenção: A  questão refere-se ao texto apresentado abaixo.

    The stories behind the black opera stars of 'I Live to Sing'
    Washington Post − Saturday, August 24, 2013

    Julie Cohen and Kamal Khan met in elementary school in Fairfax County about 40 yearsFigura 1 de 2 da questão de Inglês, SENAC-SP 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension  . Today, Cohen, 49, is the Brooklyn-based founder of BetterThanFiction Productions, a documentary film company; Khan is the director of the University of Cape Town Opera School. “I Live to Sing," a feature-length documentary directed and produced by Cohen, focuses on three of Khan's black students who made their way from humble beginnings in often poverty-ridden townships to excel in opera ‒an art form most closely associated with white, elite audiences and performers.

    How did you come to do this project?
    It was just the fortuitous situation of knowing Kamal Khan. I met Kamal in third grade at Pine Ridge Elementary School in Fairfax County. He was unusual in that even at age 9 his prime interests seemed to be opera, classical music, Shakespeare. These are interests that when you're 40 and living in New York are not so strange! He became James Levine's assistant conductor at the Metropolitan Opera and he still now does a lot of conducting internationally, although his home base is at the University of Cape Town. In the meantime I started doing several documentaries about the human side behind the performing arts. Knowing what Kamal was up to I realized that his fascinating work − from an artistic, political and social context − was just the sort of thing I was interested in making films about.

    Why is it interesting to you to document performing artists?
    We're all so steeped in the relatively small circle of people who become really famous or really big deals. But it's also, I think, wonderful to see the work of and hear the life stories of the majority of performing artists who are toiling away, many of whom are supremely talented, but the world doesn't necessarily get to know.

    Tell me about Linda's life, the young soprano featured in your film.
    Linda Nteleza comes from a huge township adjacent to Cape Town that has a lot of problems − poverty, health-care issues, education issues, huge unemployment. I believe it has the fastest-growing rate of tuberculosis in the world, and Linda has suffered from the consequences of that. Linda learned to sing in school and then followed by her work in community choir, and through the teachers and coaches learned about University of Cape Town and its music program. She lived only a half-hour from the university but hadn't been aware that music was something that was out there. She was encouraged to go and apply. I think she didn't expect to get it, but to her joy andnamazement she did.
    When Linda told her mother that “I want to go to college to study opera," her mother's immediate response was, “What's opera?" It wasn't that she wasn't well-versed in the art form; she didn't know what it was. Linda herself had first heard opera in a TV commercial for Shell Oil that had a beautiful soprano opera singer as background music and she was completely entranced, like, “That's what I want to sing."
    Were you an opera fan before this?
    [Laughs] I . . . must . . . confess that I was not only not an opera fan, but really almost actively probably disliked opera before this project. That's actually not something that I mentioned to Kamal when I pitched the idea of “Can I follow your program around? Can I bring cameras to your school?" [Laughs] . . . But as often when you delve into different art forms, particularly classical art forms that you are ignorant of, the more you get to know it, theFigura 2 de 2 da questão de Inglês, SENAC-SP 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension  it starts to sound.

    (Adapted from http://www.washingtonpost.com/lifestyle/style/qanda-the-stories-behind-the-black-opera-stars-of-i-live-to sing/2013/08/23)
    Segundo o texto,
    Escolha uma alternativa para a questão de1838c5-24
  • Linguagens

    Português

    Analise o texto da figura.

    Imagem da questão de Português, IF-PR 2019, Interpretação de Textos

    O teor humorístico e crítico da tira está relacionado:

    Escolha uma alternativa para a questão de1b9ccb-fa
  • Linguagens

    Inglês

    Atenção: A  questão refere-se ao texto apresentado abaixo.

    The stories behind the black opera stars of 'I Live to Sing'
    Washington Post − Saturday, August 24, 2013

    Julie Cohen and Kamal Khan met in elementary school in Fairfax County about 40 yearsFigura 1 de 2 da questão de Inglês, SENAC-SP 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension  . Today, Cohen, 49, is the Brooklyn-based founder of BetterThanFiction Productions, a documentary film company; Khan is the director of the University of Cape Town Opera School. “I Live to Sing," a feature-length documentary directed and produced by Cohen, focuses on three of Khan's black students who made their way from humble beginnings in often poverty-ridden townships to excel in opera ‒an art form most closely associated with white, elite audiences and performers.

    How did you come to do this project?
    It was just the fortuitous situation of knowing Kamal Khan. I met Kamal in third grade at Pine Ridge Elementary School in Fairfax County. He was unusual in that even at age 9 his prime interests seemed to be opera, classical music, Shakespeare. These are interests that when you're 40 and living in New York are not so strange! He became James Levine's assistant conductor at the Metropolitan Opera and he still now does a lot of conducting internationally, although his home base is at the University of Cape Town. In the meantime I started doing several documentaries about the human side behind the performing arts. Knowing what Kamal was up to I realized that his fascinating work − from an artistic, political and social context − was just the sort of thing I was interested in making films about.

    Why is it interesting to you to document performing artists?
    We're all so steeped in the relatively small circle of people who become really famous or really big deals. But it's also, I think, wonderful to see the work of and hear the life stories of the majority of performing artists who are toiling away, many of whom are supremely talented, but the world doesn't necessarily get to know.

    Tell me about Linda's life, the young soprano featured in your film.
    Linda Nteleza comes from a huge township adjacent to Cape Town that has a lot of problems − poverty, health-care issues, education issues, huge unemployment. I believe it has the fastest-growing rate of tuberculosis in the world, and Linda has suffered from the consequences of that. Linda learned to sing in school and then followed by her work in community choir, and through the teachers and coaches learned about University of Cape Town and its music program. She lived only a half-hour from the university but hadn't been aware that music was something that was out there. She was encouraged to go and apply. I think she didn't expect to get it, but to her joy andnamazement she did.
    When Linda told her mother that “I want to go to college to study opera," her mother's immediate response was, “What's opera?" It wasn't that she wasn't well-versed in the art form; she didn't know what it was. Linda herself had first heard opera in a TV commercial for Shell Oil that had a beautiful soprano opera singer as background music and she was completely entranced, like, “That's what I want to sing."
    Were you an opera fan before this?
    [Laughs] I . . . must . . . confess that I was not only not an opera fan, but really almost actively probably disliked opera before this project. That's actually not something that I mentioned to Kamal when I pitched the idea of “Can I follow your program around? Can I bring cameras to your school?" [Laughs] . . . But as often when you delve into different art forms, particularly classical art forms that you are ignorant of, the more you get to know it, theFigura 2 de 2 da questão de Inglês, SENAC-SP 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension  it starts to sound.

    (Adapted from http://www.washingtonpost.com/lifestyle/style/qanda-the-stories-behind-the-black-opera-stars-of-i-live-to sing/2013/08/23)
    Infere-se do texto que:
    Escolha uma alternativa para a questão de1c51cd-24
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto com atenção.

    “O que os brasileiros testemunharam foi uma inversão: a política, que sempre foi algo do campo público, invadiu o campo privado, passando a ser um fator íntimo, um fator primeiro de identificação. Dias atrás uma amiga presenciou uma conversa em que duas garotas decidiam quais os critérios para dividir apartamento com uma outra. “Não suportaria dividir com uma petista”, disse uma delas. Essa conversa, exceto no caso de militantes mais radicais, dificilmente aconteceria anos atrás: ninguém costumava perguntar qual era a orientação política antes de dividir a casa com alguém.”

    (BRUM, Eliane. Doente de Brasil. El país, 02 ago 2019. Acesso em 05 ago 2019. https:// brasil.elpais.com/brasil/2019/08/01/opinion/ 1564661044_448590.html)


    Com relação ao texto, é possível afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão de1f67f0-fa
  • Matemática

    Matemática

    Uma empresa reservou um espaço para o "Cantinho do Café" e colocou uma placa, indicando o local como mostra a figura.

    Imagem da questão de Matemática, IF-PR 2019, Geometria Plana

    Os quadrados acima da xícara representam a fumaça. O primeiro quadrado está mais próximo da xícara e mede 5 cm de lado. O lado do segundo quadrado é 10% menor que o lado do primeiro quadrado e assim sucessivamente. A área do terceiro quadrado mede, em cm2 :

    Escolha uma alternativa para a questão de231907-fa
  • Matemática

    Matemática

    Sejam f, g: R -> R funções quadráticas dadas por f(x) = -x2 + 8x – 12 e g(x) = x2 + 8x + 17.

    Se M é o valor máximo de f e m o valor mínimo de g, então, o produto M.m é igual a

    Escolha uma alternativa para a questão de23fb99-b9
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, PUC - SP 2015, Tradução | Translation A melhor tradução para o português do parágrafo 15, ''In a bid to fill the void, Liberia is now planning to train some 40,000 community workers'' é
    Escolha uma alternativa para a questão de24cc19-ab