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Banco de questões

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  • 58.062 questões
  • 160 instituições
  • 23 anos de prova

Resultados: 58.062 questões

Página 34 de 2.904

  • Ciências Humanas

    Sociologia

    O ChatGPT é uma tecnologia de inteligência artificial (IA) que foi lançada no final de 2022 e é basicamente um robô virtual (chatbot) que responde a perguntas variadas e pode redigir uma gama considerável de textos dos mais variados tipos e modelos, por exemplo: redações, procurações judiciais, poesias, artigos acadêmicos, matérias jornalísticas e, mesmo, questões de vestibulares. Apesar da euforia com as possibilidades desta IA, a ameaça de disrupção já paira sobre trabalho e emprego. Campos que dependem do texto, como o jornalismo, poderão ser largamente modificados — e vagas poderão sumir para sempre. A competência do ChatGPT em gerar códigos também já provoca questionamentos em um setor relativamente novo: a programação. Mas, uma das áreas que vêm percebendo desde já o potencial de problemas do ChatGPT é justamente uma das mais afetadas pela chegada de novas tecnologias: a educação.


    SUZUKI, Shin. O que é o ChatGPT e por que alguns o veem como

    ameaça, BBC News Brasil, São Paulo, 19 de janeiro de 2023.


    Partindo do exposto, assinale a proposição verdadeira.

    Escolha uma alternativa para a questão 0305ca3c-03
  • Linguagens

    Português

        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    O Texto 1, em suas ideias centrais, pretende argumentar a favor:
    Escolha uma alternativa para a questão 030609f4-de
  • Ciências da Natureza

    Química

    Um estudante trabalhou com as substâncias a seguir e construiu uma tabela com as respectivas propriedades físicas.


    PROPRIEDADES FÍSICAS DOS MATERIAIS
    substância fórmula química densidade TF TE
    Acetato de metila C3H6O2 0,93g/cm3 98ºC 57ºC
    Propanona C3H6O 0,79g/cm3 95ºC 57ºC
    Metanol CH4O 0,79g/cm3 98ºC 64,7ºC
    Etanol C2H6O 0,79g/cm3 117ºC 78,3ºC
    * TF e TE representam temperaturas de fusão e ebulição, respectivamente.

    Analise a tabela e assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 03067b98-b0
  • Ciências Humanas

    Sociologia

    A concepção de uma “nacionalidade mestiça” brasileira, de modo geral, considera que o povo aqui surgiu historicamente do cruzamento de três raças (o europeu, o índio e o africano), mas, depois desse momento inicial, os brasileiros já não são mais portugueses/europeus, nem africanos e nem índios, mas um “povo novo”, resultado desse cadinho de raças diferentes do passado colonial. Porém, esta concepção de que o povo brasileiro é mestiço carrega consigo, por outro lado, um discurso ideológico que estabelece a ideia de unidade nacional e esconde o racismo e as contradições étnico-raciais historicamente constituídas e ainda presentes na sociedade atual, além de amenizar a pauta pública nacional sobre as reivindicações dos povos e populações tradicionais no país.


    Considerando o enunciado acima, atente para o que se afirma a seguir e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.


    ( ) Pensar que no Brasil de hoje todos somos mestiços resulta em um pensamento que exclui da história as matrizes étnico-raciais indígena e negra na formação da nação, considerando apenas os portugueses.


    ( ) A principal consequência da ideia da mestiçagem é a de comprovar que, no Brasil, há de fato uma democracia racial que promove uma sociedade sem falsas contradições uma vez que todos são brasileiros.


    ( ) A concepção de uma “mestiçagem brasileira” pode esconder as lutas políticas por direitos e ações afirmativas das pessoas negras, das comunidades quilombolas e dos povos tradicionais indígenas.


    ( ) Imaginar que o brasileiro é mestiço e não mais branco, negro ou índio prejudica o reconhecimento de que a sociedade brasileira é composta pela diversidade étnico-racial e pelo multiculturalismo.



    A sequência correta, de cima para baixo, é:

    Escolha uma alternativa para a questão 03084df1-03
  • Matemática

    Matemática

    As raízes da equação x3 - 9x2 + 23x - 15 = 0, colocadas em ordem crescente, são os três primeiros termos de uma progressão aritmética cuja soma dos 20 primeiros termos é
    Escolha uma alternativa para a questão 0308c5fe-db
  • Matemática

    Matemática

    Uma empresa está constituída de quatro setores (X, Y, Z e W). O gráfico a seguir representa o percentual de mulheres que trabalhavam em cada setor, em relação ao total de trabalhadores do setor, no ano de 2016.

    Imagem da questão de Matemática, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2017, Análise de Tabelas e Gráficos


    Admita que os diferentes setores abriguem o mesmo número de funcionários e que cada um dos funcionários trabalhou em um único setor em 2016. Escolhendo aleatoriamente um funcionário dessa empresa, qual a probabilidade percentual de ele ser homem e trabalhar no setor Z?
    Escolha uma alternativa para a questão 03094025-d5
  • Linguagens

    Português

        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Na verdade, o autor do Texto 1:
    Escolha uma alternativa para a questão 030a2751-de
  • Ciências Humanas

    Sociologia

    Atente para os seguintes excertos do Manifesto Comunista de Marx e Engels, de 1848.


    “Ao invés das antigas necessidades, satisfeitas pelos produtos nacionais, surgem novas demandas, que reclamam para a sua satisfação os produtos das regiões mais longínquas e de climas os mais diversos. No lugar do antigo isolamento de regiões e nações autossuficientes, desenvolvem-se um intercâmbio universal e uma universal interdependência das nações.


    [...]


    Com o desenvolvimento da burguesia, isto é, do capital, desenvolve-se também o proletariado, [...], os quais só vivem enquanto têm trabalho e só têm trabalho enquanto o seu trabalho aumenta o capital. Esses operários, constrangidos a vender-se a retalho, são mercadoria, artigo de comércio como qualquer outro; em consequência, estão sujeitos a todas as vicissitudes da concorrência, a todas as flutuações do mercado”.


    MARX, Karl e ENGELS, Friendrich. Manifesto Comunista.

    São Paulo: Boitempo, 2005.


    Os trechos acima tratam, respectivamente, dos seguintes fenômenos sociais ainda atuais:

    Escolha uma alternativa para a questão 030adc8c-03
  • Ciências da Natureza

    Química

    A queima de carvão, combustíveis fósseis e poluentes industriais lançam dióxido de enxofre e de nitrogênio na atmosfera. Esses gases combinam-se com o hidrogênio presente na atmosfera sob a forma de vapor de água. O resultado é um desequilíbrio ecológico. Esse desequilíbrio altera a composição química do solo e das águas, atingem as cadeias alimentares, destroem florestas e lavouras, atacam estruturas metálicas, monumentos e edificações. Qual é esse desequilíbrio ecológico?
    Escolha uma alternativa para a questão 030c43a7-b0
  • Ciências Humanas

    Sociologia

    Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na última década (2012-2022), a grande maioria das mulheres negras tiveram trajetórias duradouras nas ocupações de menos prestígio social, com baixos salários e de más condições de trabalho, como o emprego doméstico e o de serviços gerais. Além disso, a PNADC aponta que 22,1% das mulheres negras, em idade ativa para o trabalho, estavam desempregadas no 1º trimestre de 2021 – o dobro da registrada entre homens brancos (10,0%) e muito distante da reportada pelas mulheres brancas e homens negros (13,8%). E no primeiro trimestre de 2022, 43,3% das mulheres negras ocupadas estavam em postos de trabalho informais, taxa maior que a de homens brancos (34,8%) e a das mulheres brancas (32,7%), abaixo apenas da dos homens negros (46,6%).


    Considerando esses dados da PNADC/IBGE, é correto concluir-se que

    Escolha uma alternativa para a questão 030d85cf-03
  • Matemática

    Matemática

    Como redes de sementes pelo Brasil vêm ajudando a restaurar os biomas


    A coleta de sementes nativas feita por populações tradicionais em áreas preservadas de diferentes biomas brasileiros tem contribuído para uma restauração eficaz e mais inclusiva de áreas degradadas.  


    Figura 1 de 2 da questão de Matemática, UNICAMP 2025, Geometria Plana


    O desenho a seguir é um exemplo de um coletor de sementes feito com tubos de PVC, tela de nylon e arame para sua construção.  


    Figura 2 de 2 da questão de Matemática, UNICAMP 2025, Geometria Plana


    (Adaptado de Como construir um coletor. Disponível em http://labtrop.ib.usp.br/doku.php? id=projetos:restinga:coletor. Acesso em 23/08/2024)


    Um coletor é construído usando uma tela de nylon em formato retangular cuja medida do comprimento é o dobro da medida de sua largura e que tem área aproximada de 1,62 m2. Com essas medidas, qual é o perímetro da tela?
    Escolha uma alternativa para a questão 030d9aed-d7
  • Linguagens

    Português

        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Observe o seguinte trecho: “Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers”. Nesse trecho, o foco da observação principal cai sobre:
    Escolha uma alternativa para a questão 030dbf14-de
  • Linguagens

    Inglês

    T E X T


    Social Media Use Is Linked to Brain Changes in Teens, Research Finds




        The effect of social media use on children is a fraught area of research, as parents and policymakers try to ascertain the results of a vast experiment already in full swing. Successive studies have added pieces to the pu    zzle, fleshing out the implications of a nearly constant stream of virtual interactions beginning in childhood.

        A new study by neuroscientists at the University of North Carolina tries something new, conducting successive brain scans of middle schoolers between the ages of 12 and 15, a period of especially rapid brain development. 

        The researchers found that children who habitually checked their social media feeds at around age 12 showed a distinct trajectory, with their sensitivity to social rewards from peers heightening over time. Teenagers with less engagement in social media followed the opposite path, with a declining interest in social rewards.

        The study has important limitations, the authors acknowledge. Because adolescence is a period of expanding social relationships, the brain differences could reflect a natural pivot toward peers, which could be driving more frequent social media use.

        “We can’t make causal claims that social media is changing the brain,” said Eva H. Telzer, an associate professor of psychology and neuroscience at the University of North Carolina, Chapel Hill, and one of the authors of the study.

        But, she added, “teens who are habitually checking their social media are showing these pretty dramatic changes in the way their brains are responding, which could potentially have long-term consequences well into adulthood, sort of setting the stage for brain development over time.”

        A team of researchers studied an ethnically diverse group of 169 students in the sixth and seventh grades from a middle school in rural North Carolina, splitting them into groups according to how often they reported checking Facebook, Instagram and Snapchat feeds.

        At around age 12, the students already showed distinct patterns of behavior. Habitual users reported checking their feeds 15 or more times a day; moderate users checked between one and 14 times; nonhabitual users checked less than once a day.

        The subjects received full brain scans three times, at approximately one-year intervals, as they played a computerized game that delivered rewards and punishment in the form of smiling or scowling peers. While carrying out the task, the frequent checkers showed increasing activation of three brain areas: reward-processing circuits, which also respond to experiences like winning money or risk-taking behavior; brain regions that determine salience, picking out what stands out in the environment; and the prefrontal cortex, which helps with regulation and control.

        The results showed that “teens who grow up checking social media more often are becoming hypersensitive to feedback from their peers,” Dr. Telzer said. Social sensitivity could be adaptive, showing that the teenagers are learning to connect with others; or it could lead to social anxiety and depression if social needs are not met.

        “They are showing that the way you use it at one point in your life does influence the way your brain develops, but we don’t know by how much, or whether it’s good or bad,” said Jeff Hancock, the founding director of the Stanford Social Media Lab, who was not involved in the study. He said that many other variables could have contributed to these changes. He described the paper as “a very sophisticated piece of work,” contributing to research that has emerged recently showing that sensitivity to social media varies from person to person.

        Over the last decade, social media has remapped the central experiences of adolescence, a period of rapid brain development. Researchers have documented a range of effects on children’s mental health. Some studies have linked use of social media with depression and anxiety, while others found little connection.

        Without more information about other aspects of the students’ lives, “it is challenging to discern how specific differences in brain development are to social media checking,” said Adriana Galvan, a specialist in adolescent brain development at the University of California Los Angeles, who was not involved in the study.

        Dr. Telzer, one of the study’s authors, described the rising sensitivity to social feedback as “neither good nor bad.” “It’s helping them connect to others and obtain rewards from the things that are common in their social world, which is engaging in social interactions online,” she said. This is the new norm,” she added. “Understanding how this new digital world is influencing teens is important. It may be associated with changes in the brain, but that may be for good or for bad. We don’t necessarily know the long-term implications yet.” 


     Adapted from: https://www.nytimes.com/2023/01/03/

     

    According to the article, the new study by the neuroscientists at the University of North Carolina found that
    Escolha uma alternativa para a questão 03101d4e-03
  • Linguagens

    Português

        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Uma análise do vocabulário em uso no Texto 1 revela que foi frequente o recurso a analogias e comparações, como em: a “falência educacional brasileira” é como um “cupim que rói”; “o “semianalfabetismo” brasileiro é como uma planta “vicejante”; medidas improdutivas são como “tapas no vazio”; “autocomplacência, autodepreciação, ufanismo” é uma “mistura tóxica”; um “idioma que usa declinações” é um “vespeiro”. Na verdade, o recurso a essas analogias:

    1) torna as ideias mais próximas das realidades concretas e, assim, mais facilmente perceptíveis.
    2) aproxima o texto dos padrões próprios da oralidade menos formal.
    3) deixa o texto mais interativo, mais interessante e mais capaz de provocar a adesão do leitor.
    4) fere as especificidades de um comentário jornalístico, pois remete para a informalidade.
    5) é estranho, pois as metáforas devem se restringir à poesia e a outras produções literárias.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 03114d92-de
  • Ciências da Natureza

    Química

    As transformações são divididas em físicas e químicas. As transformações físicas são reversíveis (não alteram a estrutura dos compostos) e as transformações químicas são irreversíveis (alteram a estrutura dos componentes). Assinale a alternativa que indica uma transformação física.
    Escolha uma alternativa para a questão 0311a6d7-b0
  • Matemática

    Matemática

    De acordo com o infográfico a seguir, o Brasil produz em torno de 240 mil toneladas de lixo por dia. Desse total diário, apenas 45% é reciclável. Entre os materiais descartados, os papéis e os papelões representam em torno de 25% dos recicláveis.


    Imagem da questão de Matemática, UNICAMP 2025, Aritmética e Problemas


    A partir da leitura dos dados apresentados, podemos afirmar que na produção de lixo diária no Brasil, os papéis e papelões representam cerca de
    Escolha uma alternativa para a questão 03125b27-d7