Matemática
- Problemas
- Prova de 2017
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 22D2E5B9-F9
Banco de questões
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Trump alerta que empresas que deixarem EUA enfrentarão “consequências”
Presidente eleito prometeu reduzir impostos e cortar regulamentações para conter fuga de empresas.
Disponível em: Globo G1. https://g1.globo.com/mundo/noticia/trump-alerta-que-empresas-que-deixarem-eua-enfrentarao-consequencias.ghtml.
01-12-2016. Acesso em: 03
out. 2017.
A manchete acima mostra a insatisfação do presidente
dos Estados Unidos, Donald Trump, com a saída
das empresas estadunidenses do país. Essa estratégia
empresarial tem como finalidade



Bayer e Monsanto assinam acordo definitivo de fusão por US$ 66 bilhões
O acordo criará uma empresa que dominará mais de um quarto do mercado mundial combinado para sementes e pesticidas, reforçando a rápida consolidação da indústria de insumos agrícolas.
Disponível em: http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,bayer-e-monsanto- -assinam-acordo-definitivo-de-fusao-por-us-66-bilhoes,10000075913. Acesso em: 03 out. 2017.
A concentração empresarial com a fusão da Bayer e
Monsanto preocupa muito os agricultores devido às
ameaças de encarecimento dos insumos. A prática
mencionada é coibida por muitas nações do mundo e
recebe o nome de
Considere a função f(x) = √x - 7. Sobre essa função são feitas as seguintes afirmativas:
I. O conjunto de maior domínio dessa função é dado por D (F) = { x ∈ R/ x ≥ 7 };
II.f (11) = 2;
III. A função está definida para qualquer valor de x real
Assinale a alternativa CORRETA.

Tendência de revalorização da área central da cidade do Rio de Janeiro
Esse objetivo vincula-se ao propósito de tentar requalificar o espaço urbano do centro do Rio de Janeiro mediante a sua valorização mais simbólica-subjetiva, para, depois, atingir uma valorização mais objetiva-econômica que permita, que as forças do mercado deem mais vigor e autonomia ao processo.
Fonte: Santana, F e Duarte, R. Rio de Janeiro: Estado e Metrópole. São Paulo: Ed. Do Brasil, 2009. p.193.
Esse processo em curso é chamado de gentrificação e provoca impactos sócioespaciais que contribuem com
Leia o texto, para responder à questão.
Contra a mera “tolerância” das diferenças
Renan Quintanilha
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrado e buscado nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
Marcuse1 identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.
Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, os direitos das pessoas LGBT, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, dentre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.
Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth2.
Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.
O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.
Disponível em:<http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/> Acesso em: 03 mai 2016.
1 Marcuse: filósofo e sociólogo alemão, naturalizado norte-americano.


Dentre os vários fatores que afetam o clima de determinada região estão a maritimidade e a continentalidade. Esses fatores estão associados à distância dessa região aos mares e oceanos. Do ponto de vista da física, os efeitos da maritimidade e da continentalidade estão relacionados ao alto calor específico da água quando comparado com o do solo terrestre. Dessa forma, esses fatores afetam a amplitude térmica e a umidade da atmosfera de certo território.

As propriedades físicas da água e os fatores climáticos citados fazem com que