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Banco de questões

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  • 58.062 questões
  • 160 instituições
  • 23 anos de prova

Resultados: 58.062 questões

Página 603 de 2.904

  • Linguagens

    Literatura

    A mãe sabia que estivera presa, mas não sabia (não queria saber) o que havia acontecido lá dentro: era demais para o seu coração de mãe, para o seu corpo frágil. Um dia a filha lhe contaria tudo, porque ela acha que as dores têm de ser ditas, que o silêncio é muito perigoso. Ela lhe contaria tudo o que se passou quando esteve presa, mas não hoje, não nesse dia de encontro e despedida, não depois de tanto tempo sem se verem.  

    LEVY, Tatiana Salem. A chave de casa. Rio de Janeiro: Record, 2009. E-book.

    Tendo como referência o livro A chave de casa, de Tatiana Salem Levy, e analisando mais especificamente o trecho dado, é correto afirmar que esse excerto é parte de uma cena
    Escolha uma alternativa para a questão 34745f80-0f
  • Linguagens

    Português

    [...] MARIA LÚCIA – Nossa! Que susto! (ela ouve um interlocutor) O que? Claro. Eu percebi que a luz vermelha acendeu, não sou cega. (pausa) Ah! Não... O senhor não vai me obrigar a abrir toda a minha bagagem, vai? (pausa) Vai. Escuta, eu estou vindo ao Brasil porque, eu sei que o senhor não tem nada a ver com isso, mas é uma emergência. Minha mãe faleceu e eu só consegui passagem para hoje e hoje é enterro, entendeu? (pausa) Morreu, sim... Ah, obrigada. Não, já estava bem idosa, coisa da vida.


    [...] SELMA – Em mogno, o senhor não tem nada? (Ela ouve, atenta) Sei... aquele ali, é de que? Cerejeira é? Nem percebi... e olha que mandei fazer os armários lá de casa todinhos em cerejeira. [...] Não, não. Eu queria uma coisa mais simples, acho meio vulgar essas tampas muito entalhadas. (pausa) Como? Claro que não é para mim! Que ideia! Isola! (pausa) Trouxe. Trouxe as medidas, sim. (procura na bolsa. Acha o papel.) O senhor não acha isso um horror? Claro que não... é o seu negócio, não é? A mãe é que é minha.


    [...] REGINA – Sabe de uma coisa, Francis? Eu descobri que nunca gostei muito da minha mãe. Pelo menos, não da maneira que as pessoas esperam que a gente goste. Eu tenho investigado essa relação há tanto tempo, mas nunca consegui chegar a nenhuma conclusão satisfatória!


    [...] (Luz sobre Laura, noutro ponto. Laura está na redação do jornal, onde trabalha. Ela é a mais fechada, a intelectual da família. Ela está com um telefone nas mãos. Sonoplastia típica da redação de um jornal.)


    LAURA – Alô? Alô? Merda! Secretária eletrônica, outra vez. (pausa) Alô, aqui é Laura, novamente. Olha desculpe eu estar incomodando, mas eu preciso de uma declaração sua pra fechar uma matéria ainda hoje. Se você puder ligar aqui pro jornal, eu já deixei o número. Obrigada. (ela desliga e fala com alguém) [...]. 


    FALABELLA, Miguel. A Partilha. Universidade Federal de São João del-Rei. Grupo de Estudos e Pesquisa em Teatro Brasileiro. Cópia digitalizada. São João del Rei – MG, maio, 2011.



    Com base na leitura da peça teatral A Partilha, de Miguel Falabella, cujos trechos apresentados suscitam reflexões, é correto afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão 3476e457-0f
  • Ciências da Natureza

    Química

    Um trabalho publicado em 2016, na revista Nature, mostrou que o composto PMZ21, quando testado em camundongos, apresenta um efeito analgésico tão potente quanto o da morfina, com a vantagem de não causar alguns dos efeitos colaterais observados para a morfina.

    Imagem da questão de Química, UFRGS 2017, Isomeria: Isomeria Espacial: Isomeria Geométrica (cis-trans) e Isomeria Óptica.


    O número de estereoisômeros possíveis do PMZ21 é
    Escolha uma alternativa para a questão 3477eada-f9
  • Linguagens

    Português

                                                  Imagem da questão de Português, UFGD 2023, Interpretação de Textos


    Disponível em: https://www.adorocinema.com/filmes/filme-202695/trailer-19393478/ e https://bonifacio.net.br/luiz-gonzaga-rei-do-baiao/. Acesso em: 31 out. 2022.




    Gonzaga foi, pois, o artista que, por meio de suas canções, instituiu o Nordeste como um espaço da saudade. Embora não aquele Nordeste com saudade da escravidão, do engenho, das casas-grandes; mas o Nordeste da saudade do sertão, de sua terra, de seu lugar. Saudade de seus cheiros, seus ritmos, suas festas, suas alegrias, suas sensações corporais. Saudade de migrante ou de homem de cidade, em relação a um espaço idílico onde homem e natureza ainda não se separaram; onde as relações comunitárias ainda estão preservadas, onde a ordem patriarcal ainda está garantida. Um Nordeste de hierarquias conhecidas e preservadas, mas também o Nordeste da seca, das retiradas, da súplica ao Estado e às autoridades por proteção e socorro. [...] E, ao mesmo tempo, um Nordeste de grande “personalidade cultural”.


    ALBUQUERQUE JR, Durval Muniz de. A invenção do Nordeste e outras artes. 4. ed. Recife: FJN; Ed. Massangana; São Paulo: Cortez, 2009, p.164.

    Considerando a obra cinematográfica sobre um dos artistas mais importantes da cultura brasileira, Luiz Gonzaga, cujo valor é também validado no excerto de Albuquerque Jr. (2009), assinale a alternativa correta a respeito da vida e da obra desse cantor por excelência.
    Escolha uma alternativa para a questão 34796eeb-0f
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT

        Five years ago, the book world was seized by collective panic over the uncertain future of print.

        As readers migrated to new digital devices, ebook sales soared, up 1,260 percent between 2008 and 2010, alarming booksellers that watched consumers use their stores to find titles they would later buy online. Print sales dwindled, bookstores struggled to stay open, and publishers and authors feared that cheaper e-books would cannibalize their business.

        Then in 2011, the industry’s fears were realized when Borders declared bankruptcy.

        “E-books were this rocket ship going straight up,” said Len Vlahos, a former executive director of the Book Industry Study Group, a nonprofit research group that tracks the publishing industry. “Just about everybody you talked to thought we were going the way of digital music.”

        But the digital apocalypse never arrived, or at least not on schedule. While analysts once predicted that e-books would overtake print by 2015, digital sales have instead slowed sharply.

        Now, there are signs that some e-book adopters are returning to print, or becoming hybrid readers, who juggle devices and paper. E-book sales fell by 10 percent in the first five months of this year, according to the Association of American Publishers, which collects data from nearly 1,200 publishers. Digital books accounted last year for around 20 percent of the market, roughly the same as they did a few years ago.

        E-books’ declining popularity may signal that publishing, while not immune to technological upheaval, will weather the tidal wave of digital technology better than other forms of media, like music and television.

        E-book subscription services, modeled on companies like Netflix and Pandora, have struggled to convert book lovers into digital binge readers, and some have shut down. Sales of dedicated e-reading devices have plunged as consumers migrated to tablets and smartphones. And according to some surveys, young readers who are digital natives still prefer reading on paper.

        The surprising resilience of print has provided a lift to many booksellers. Independent bookstores, which were battered by the recession and competition from Amazon, are showing strong signs of resurgence. The American Booksellers Association counted 1,712 member stores in 2,227 locations in 2015, up from 1,410 in 1,660 locations five years ago.

        Publishers, seeking to capitalize on the shift, are pouring money into their print infrastructures and distribution. Penguin Random House has invested nearly $100 million in expanding and updating its warehouses and speeding up distribution of its books. It added 365,000 square feet last year to its warehouse in Crawfordsville, Ind., more than doubling the size of the warehouse.

        “People talked about the demise of physical books as if it was only a matter of time, but even 50 to 100 years from now, print will be a big chunk of our business,” said Markus Dohle, the chief executive of Penguin Random House, which has nearly 250 imprints globally. Print books account for more than 70 percent of the company’s sales in the United States.

        Some 12 million e-readers were sold last year, a steep drop from the nearly 20 million sold in 2011, according to Forrester Research. The portion of people who read books primarily on e-readers fell to 32 percent in the first quarter of 2015, from 50 percent in 2012, a Nielsen survey showed.

        The tug of war between pixels and print almost certainly isn’t over. Industry analysts and publishing executives say it is too soon to declare the death of the digital publishing revolution. An appealing new device might come along. Already, a growing number of people are reading e-books on their cellphones. Amazon recently unveiled a new tablet for $50, which could draw a new wave of customers to e-books (the first-generation Kindle cost $400)

        At Amazon, digital book sales have maintained their upward trajectory, according to Russell Grandinetti, senior vice president of Kindle. Last year, Amazon, which controls some 65 percent of the e-book market, introduced an e-book subscription service that allows readers to pay a flat monthly fee of $10 for unlimited digital reading. It offers more than a million titles, many of them from selfpublished authors.

        Some publishing executives say the world is changing too quickly to declare that the digital tide is waning.

        “Maybe it’s just a pause here,” said Carolyn Reidy, the president and chief executive of Simon & Schuster. “Will the next generation want to read books on their smartphones, and will we see another burst come?”

    www.nytimes.com/2015/09/23

    While it was thought that by 2015 e-books would have totally surpassed print, what is really happening is that
    Escolha uma alternativa para a questão 3479de1e-8a
  • Ciências da Natureza

    Química

    Na década de 1780, o médico italiano Luigi Galvani realizou algumas observações, utilizando rãs recentemente dissecadas. Em um dos experimentos, Galvani tocou dois pontos da musculatura de uma rã com dois arcos de metais diferentes, que estavam em contato entre si, observando uma contração dos músculos, conforme mostra a figura:


    Imagem da questão de Química, USP 2011, Eletroquímica: Oxirredução, Potenciais Padrão de Redução, Pilha, Eletrólise e Leis de Faraday.


    Interpretando essa observação com os conhecimentos atuais, pode-se dizer que as pernas da rã continham soluções diluídas de sais. Pode-se, também, fazer uma analogia entre o fenômeno observado e o funcionamento de uma pilha.
    Considerando essas informações, foram feitas as seguintes afirmações:


    I. Devido à diferença de potencial entre os dois metais, que estão em contato entre si e em contato com a solução salina da perna da rã, surge uma corrente elétrica.


    II. Nos metais, a corrente elétrica consiste em um fluxo de elétrons.


    III. Nos músculos da rã, há um fluxo de íons associado ao movimento de contração.


    Está correto o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 347b81f5-12
  • Linguagens

    Português

    […]


    E casaram-se e tiveram uma secante e três cones


    Muito engraçadinhos.


    E foram felizes


    Até aquele dia  


    Em que tudo, afinal,


    Vira monotonia.


    Foi então que surgiu


    O Máximo Divisor Comum


    Frequentador de Círculos Concêntricos.


    Viciosos.


    Ofereceu-lhe, a ela,


    Uma Grandeza Absoluta,


    E reduziu-a a um Denominador Comum. 


    Ele, Quociente, percebeu


    Que com ela não formava mais


    Um Todo Uma Unidade.


    Era o Triângulo.


    Tanto chamado amoroso.


    Desse problema ela era a fração 


    Mais ordinária.


    [… ]


    FERNANDES, Millôr. Poesia Matemática. Poesia Matemática de Millôr Fernandes. 27/10/2011. Disponível em: https://www.ime.usp.br/~abe/lista/msg06802.

    html. Acesso em: 31 out 2022 (adaptado).

    A partir da análise da Poesia Matemática, de Millôr Fernandes, é correto afirmar que essa obra se estrutura como um poema

    Escolha uma alternativa para a questão 347c0b26-0f
  • Ciências da Natureza

    Química

    Um trabalho publicado na Nature Medicine, em 2016, mostrou que Withaferin A, um componente do extrato da planta Withania somnifera (cereja de inverno), reduziu o peso, entre 20 a 25%, em ratos obesos alimentados em dieta de alto teor de gorduras.

    Imagem da questão de Química, UFRGS 2017, Principais Funções Orgânicas: Funções Oxigenadas: Cetona, Aldeído, Éter, Éster, Ácido Carboxílico, Anidrido Orgânico e Cloreto de Ácido.

    Entre as funções orgânicas presentes na Withaferin A, estão
    Escolha uma alternativa para a questão 347c2c38-f9
  • Ciências Humanas

    Sociologia

    A Sociologia como ciência da sociedade” não surgiu de repente ou da reflexão de algum autor iluminado. Ela é fruto de todo um conhecimento sobre a natureza e a sociedade significativas, que tiveram como resultado a desagregação da sociedade feudal, que se desenvolveu a partir do século XV, quando ocorreram transformações e a constituição da sociedade capitalista. (TOMAZI, 2010, p. 235).

    A Sociologia surgiu como ciência por conta da necessidade de se analisar o desenvolvimento da sociedade moderna e as suas crescentes transformações sociais, culturais e econômicas.
    Dessa forma, é correto afirmar que essa ciência foi impulsionada pela Revolução
    Escolha uma alternativa para a questão 347f2cc5-fd
  • Ciências da Natureza

    Química

    Em 2016, foi inaugurada a primeira fábrica mundial para a produção de uma nova fonte de metionina especificamente desenvolvida para alimentação de camarões e outros crustáceos. Esse novo produto, Met-Met, formado pela reação de duas moléculas de metionina na forma racêmica, tem uma absorção mais lenta que a DL-metionina, o que otimiza a absorção da metionina e de outros nutrientes no sistema digestivo dos camarões.

    Imagem da questão de Química, UFRGS 2017, Glicídios, Lipídios, Aminoácidos e Proteínas.

    A Metionina e o Met-Met são, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 34802b12-f9
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT

        Five years ago, the book world was seized by collective panic over the uncertain future of print.

        As readers migrated to new digital devices, ebook sales soared, up 1,260 percent between 2008 and 2010, alarming booksellers that watched consumers use their stores to find titles they would later buy online. Print sales dwindled, bookstores struggled to stay open, and publishers and authors feared that cheaper e-books would cannibalize their business.

        Then in 2011, the industry’s fears were realized when Borders declared bankruptcy.

        “E-books were this rocket ship going straight up,” said Len Vlahos, a former executive director of the Book Industry Study Group, a nonprofit research group that tracks the publishing industry. “Just about everybody you talked to thought we were going the way of digital music.”

        But the digital apocalypse never arrived, or at least not on schedule. While analysts once predicted that e-books would overtake print by 2015, digital sales have instead slowed sharply.

        Now, there are signs that some e-book adopters are returning to print, or becoming hybrid readers, who juggle devices and paper. E-book sales fell by 10 percent in the first five months of this year, according to the Association of American Publishers, which collects data from nearly 1,200 publishers. Digital books accounted last year for around 20 percent of the market, roughly the same as they did a few years ago.

        E-books’ declining popularity may signal that publishing, while not immune to technological upheaval, will weather the tidal wave of digital technology better than other forms of media, like music and television.

        E-book subscription services, modeled on companies like Netflix and Pandora, have struggled to convert book lovers into digital binge readers, and some have shut down. Sales of dedicated e-reading devices have plunged as consumers migrated to tablets and smartphones. And according to some surveys, young readers who are digital natives still prefer reading on paper.

        The surprising resilience of print has provided a lift to many booksellers. Independent bookstores, which were battered by the recession and competition from Amazon, are showing strong signs of resurgence. The American Booksellers Association counted 1,712 member stores in 2,227 locations in 2015, up from 1,410 in 1,660 locations five years ago.

        Publishers, seeking to capitalize on the shift, are pouring money into their print infrastructures and distribution. Penguin Random House has invested nearly $100 million in expanding and updating its warehouses and speeding up distribution of its books. It added 365,000 square feet last year to its warehouse in Crawfordsville, Ind., more than doubling the size of the warehouse.

        “People talked about the demise of physical books as if it was only a matter of time, but even 50 to 100 years from now, print will be a big chunk of our business,” said Markus Dohle, the chief executive of Penguin Random House, which has nearly 250 imprints globally. Print books account for more than 70 percent of the company’s sales in the United States.

        Some 12 million e-readers were sold last year, a steep drop from the nearly 20 million sold in 2011, according to Forrester Research. The portion of people who read books primarily on e-readers fell to 32 percent in the first quarter of 2015, from 50 percent in 2012, a Nielsen survey showed.

        The tug of war between pixels and print almost certainly isn’t over. Industry analysts and publishing executives say it is too soon to declare the death of the digital publishing revolution. An appealing new device might come along. Already, a growing number of people are reading e-books on their cellphones. Amazon recently unveiled a new tablet for $50, which could draw a new wave of customers to e-books (the first-generation Kindle cost $400)

        At Amazon, digital book sales have maintained their upward trajectory, according to Russell Grandinetti, senior vice president of Kindle. Last year, Amazon, which controls some 65 percent of the e-book market, introduced an e-book subscription service that allows readers to pay a flat monthly fee of $10 for unlimited digital reading. It offers more than a million titles, many of them from selfpublished authors.

        Some publishing executives say the world is changing too quickly to declare that the digital tide is waning.

        “Maybe it’s just a pause here,” said Carolyn Reidy, the president and chief executive of Simon & Schuster. “Will the next generation want to read books on their smartphones, and will we see another burst come?”

    www.nytimes.com/2015/09/23

    As compared to music and television in relation to digital technology, publishing seems to
    Escolha uma alternativa para a questão 348130b9-8a
  • Linguagens

    Português

    O avanço tecnológico provocou alterações nos meios de comunicação e também na linguagem, com o surgimento de novos tipos e gêneros textuais, entre eles os digitais. É interessante notar que eles podem ser definidos porque apresentam elementos que possibilitam isso, além de preservarem características de tipos e gêneros já consagrados. [...] Sabemos que os tipos e gêneros textuais são incontáveis e adaptáveis a diversas realidades e situações comunicacionais. Sabemos também que em relação aos gêneros textuais estes podem ser definidos graças a um conjunto de elementos fixos, embora sejam mais flexíveis do que os tipos textuais. A verdade é que a comunicação na internet acabou criando novos gêneros e alterando outros, comprovando que eles estão a serviço dos falantes e às necessidades de seu tempo [...].


    Disponível em: https://www.portugues.com.br/redacao/generos-digitais.html. Acesso em: 26 out. 2022 (fragmento).



    Em síntese, entre os gêneros textuais utilizados em diferentes situações comunicativas estão os gêneros digitais, os quais

    Escolha uma alternativa para a questão 34839db1-0f
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UEPB 2007, Interpretação de Textos

    Analise as proposições a seguir e marque V (verdadeiro) ou F (falso).

    A expressão “Em menos de duas décadas” ( L 1)

    ( ) inicia uma oração subordinada ao enunciado posterior, exercendo uma função circunstancial temporal.

    ( ) faz referência a um marco temporal, evidenciando um processo de sucessão de fatos.

    ( ) indica imprecisão temporal nos termos usados e estabelece um efeito de subjetividade.

    ( ) apresenta adequação de uso no que se refere às regras de concordância nominal.

    Assinale a seqüência CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 34839fda-70
  • Ciências da Natureza

    Química

    Considere as seguintes afirmações sobre termoquímica.

    I - A vaporização do etanol é um processo exotérmico.
    II - Os produtos de uma reação de combustão têm entalpia inferior aos reagentes.
    III- A reação química da cal viva (óxido de cálcio) com a água é um processo em que ocorre absorção de calor.

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 34841203-f9
  • Ciências Humanas

    Sociologia

    Émile Durkheim, Max Weber e Karl Marx são considerados pensadores clássicos da Sociologia, e, em suas trajetórias intelectuais, produziram teorias que contribuem, até os dias atuais, para a análise da sociedade contemporânea.
    Sobre esses autores e suas teorias, marque V nas afirmativas verdadeiras e F, nas falsas.

    ( ) Para Durkheim, os fatos sociais têm como uma das suas principais características a “ coerção social”, que se traduz na força que os fatos exercem sobre os indivíduos, levando-os a se conformarem com as regras sociais da sociedade em que estão inseridos, independentemente de suas vontades.

    ( ) Os fatos sociais são “exteriores aos indivíduos”, existem antes mesmo do nascimento desses, visto que as regras sociais, leis e tradições já estão anteriormente postas e vigentes.

    ( ) Karl Marx, para desenvolver a sua teoria, abordou temas diversos sobre a sociedade do seu tempo, e, através do materialismo histórico, explicou a origem das classes sociais e do capitalismo.

    ( ) Max Weber, diferentemente de Durkheim, tem como tema central da sua teoria a preocupação em compreender os indivíduos e suas ações em grupo.


    A alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
    Escolha uma alternativa para a questão 3485cad1-fd
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Entre as décadas de 1960 e 1970, houve um processo de transformação na agricultura em escala global que aconteceu por meio do desenvolvimento e da incorporação de um pacote tecnológico (novos meios tecnológicos), na produção, que alterou completamente a forma de produzir no campo.


                                 Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/a-revolucao-verde.htm#:~:text=A%. Acesso em: 06 set. 2022 (adaptado).



    O texto se refere a uma transformação na forma de produção no campo que ficou conhecida como 

    Escolha uma alternativa para a questão 34862cc0-0f
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT

        Five years ago, the book world was seized by collective panic over the uncertain future of print.

        As readers migrated to new digital devices, ebook sales soared, up 1,260 percent between 2008 and 2010, alarming booksellers that watched consumers use their stores to find titles they would later buy online. Print sales dwindled, bookstores struggled to stay open, and publishers and authors feared that cheaper e-books would cannibalize their business.

        Then in 2011, the industry’s fears were realized when Borders declared bankruptcy.

        “E-books were this rocket ship going straight up,” said Len Vlahos, a former executive director of the Book Industry Study Group, a nonprofit research group that tracks the publishing industry. “Just about everybody you talked to thought we were going the way of digital music.”

        But the digital apocalypse never arrived, or at least not on schedule. While analysts once predicted that e-books would overtake print by 2015, digital sales have instead slowed sharply.

        Now, there are signs that some e-book adopters are returning to print, or becoming hybrid readers, who juggle devices and paper. E-book sales fell by 10 percent in the first five months of this year, according to the Association of American Publishers, which collects data from nearly 1,200 publishers. Digital books accounted last year for around 20 percent of the market, roughly the same as they did a few years ago.

        E-books’ declining popularity may signal that publishing, while not immune to technological upheaval, will weather the tidal wave of digital technology better than other forms of media, like music and television.

        E-book subscription services, modeled on companies like Netflix and Pandora, have struggled to convert book lovers into digital binge readers, and some have shut down. Sales of dedicated e-reading devices have plunged as consumers migrated to tablets and smartphones. And according to some surveys, young readers who are digital natives still prefer reading on paper.

        The surprising resilience of print has provided a lift to many booksellers. Independent bookstores, which were battered by the recession and competition from Amazon, are showing strong signs of resurgence. The American Booksellers Association counted 1,712 member stores in 2,227 locations in 2015, up from 1,410 in 1,660 locations five years ago.

        Publishers, seeking to capitalize on the shift, are pouring money into their print infrastructures and distribution. Penguin Random House has invested nearly $100 million in expanding and updating its warehouses and speeding up distribution of its books. It added 365,000 square feet last year to its warehouse in Crawfordsville, Ind., more than doubling the size of the warehouse.

        “People talked about the demise of physical books as if it was only a matter of time, but even 50 to 100 years from now, print will be a big chunk of our business,” said Markus Dohle, the chief executive of Penguin Random House, which has nearly 250 imprints globally. Print books account for more than 70 percent of the company’s sales in the United States.

        Some 12 million e-readers were sold last year, a steep drop from the nearly 20 million sold in 2011, according to Forrester Research. The portion of people who read books primarily on e-readers fell to 32 percent in the first quarter of 2015, from 50 percent in 2012, a Nielsen survey showed.

        The tug of war between pixels and print almost certainly isn’t over. Industry analysts and publishing executives say it is too soon to declare the death of the digital publishing revolution. An appealing new device might come along. Already, a growing number of people are reading e-books on their cellphones. Amazon recently unveiled a new tablet for $50, which could draw a new wave of customers to e-books (the first-generation Kindle cost $400)

        At Amazon, digital book sales have maintained their upward trajectory, according to Russell Grandinetti, senior vice president of Kindle. Last year, Amazon, which controls some 65 percent of the e-book market, introduced an e-book subscription service that allows readers to pay a flat monthly fee of $10 for unlimited digital reading. It offers more than a million titles, many of them from selfpublished authors.

        Some publishing executives say the world is changing too quickly to declare that the digital tide is waning.

        “Maybe it’s just a pause here,” said Carolyn Reidy, the president and chief executive of Simon & Schuster. “Will the next generation want to read books on their smartphones, and will we see another burst come?”

    www.nytimes.com/2015/09/23

    As to young readers, who are the digital natives, it is stated that they
    Escolha uma alternativa para a questão 3486b266-8a
  • Linguagens

    Português

    Vós, diz Cristo, Senhor nosso, falando com os pregadores, sois o sal da terra: e chama-lhes sal da terra, porque quer que façam na terra o que faz o sal. O efeito do sal é impedir a corrupção; mas quando a terra se vê tão corrupta como está a nossa, havendo tantos nela que têm ofício de sal, qual será, ou qual pode ser a causa desta corrupção? Ou é porque o sal não salga, ou porque a terra se não deixa salgar. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores não pregam a verdadeira doutrina; ou porque a terra se não deixa salgar e os ouvintes, sendo verdadeira a doutrina que lhes dão, a não querem receber. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores dizem uma cousa e fazem outra; ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes querem antes imitar o que eles fazem, que fazer o que dizem. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores se pregam a si e não a Cristo; ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes, em vez de servir a Cristo, servem a seus apetites. Não é tudo isto verdade? Ainda mal!
    (Antônio Vieira, Sermão de Santo Antônio, em: .)
    O texto trabalha fundamentalmente com duas metáforas: o sal e a terra, que representam, respectivamente, os pregadores (aqueles que deveriam propagar a palavra de Cristo) e os ouvintes (aqueles que deveriam ser convertidos). O tema central do texto é a reflexão sobre as possíveis causas da ineficiência dos pregadores. Para tanto, o autor levanta algumas hipóteses. Tendo isso em vista, considere as seguintes afirmativas:

    1. Os pregadores não pregam o que deveriam pregar.
    2. Os ouvintes se recusam a aceitar o que os pregadores pregam.
    3. Os pregadores não agem de acordo com os valores que pregam.
    4. Os ouvintes agem como os pregadores em vez de agir de acordo com o que eles pregam.
    5. Os pregadores promovem a si mesmos na pregação ao invés de promover as palavras de Cristo.

    Constituem hipóteses levantadas pelo autor do texto: 
    Escolha uma alternativa para a questão 34870a98-3b
  • Ciências da Natureza

    Química

    A reação do 2-bromo-2-metilpropano (A) com o etóxido de sódio (B), usando etanol como solvente, leva a uma mistura de produtos C e D, apresentada abaixo.

    Imagem da questão de Química, UFRGS 2017, Química Orgânica


    Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do enunciado abaixo, na ordem em que aparecem.

    Em relação aos produtos, é correto afirmar que C é formado por uma reação de ........; e D, por uma reação de ........ .
    Escolha uma alternativa para a questão 34891b83-f9
  • Ciências Humanas

    Sociologia

    Família! Família!
    Papai, mamãe, titia
    Família! Família!
    Almoça junto todo dia
    Nunca perde essa mania

    Mas quando a filha
    Quer fugir de casa
    Precisa descolar um ganha-pão
    Filha de família se não casa
    Papai, mamãe
    Não dão nem um tostão

    Família êh! Família ah!
    Família!
    Família êh! Família ah! 

    (TITÃS, 2016).


    A partir da análise dos versos e com base nos debates atuais sobre o tema Instituição Familiar, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 34893fce-fd