Banco de questões
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- 58.062 questões
- 160 instituições
- 23 anos de prova
- Ciências HumanasO termo “geração roubada” se refere a milhares de crianças aborígenes que foram separadas à força de suas famílias de 1910 até a década de 1970, e levadas para instituições ou famílias brancas com fins de assimilação. Muitas vítimas nunca voltaram a encontrar seus pais ou irmãos. Em 1997, um relatório intitulado “Levados de casa”, resultado de uma investigação nacional, reconheceu que os direitos destas crianças foram violados e recomendou uma série de medidas de apoio. Uma das propostas do relatório era que a Austrália apresentasse um pedido nacional de desculpas, o que já foi realizado.(www.rfi.fr)A ação que resultou na chamada “geração roubada”, mencionada no excerto, consistiu
- Ciências Humanas
História
Analise a charge de Augusto Bandeira, publicada no Correio da Manhã em 03.10.1962, que retrata o presidente brasileiro João Goulart.

(apud: Rodrigo Patto Sá Motta. Jango e o golpe de 1964 na caricatura, 2006.)
A charge representa o presidente
- Ciências Humanas
Geografia
Na América Latina, a porcentagem de camponeses se reduziu à metade em vinte anos na Colômbia (1951-1973), no México (1960-1980) e — quase — no Brasil (1960-1980). Caiu em dois terços, ou quase isso, na República Dominicana (1960-1981), Venezuela (1961-1981) e Jamaica (1953- 1981). Em todos esses países — com exceção da Venezuela —, no fim da Segunda Guerra Mundial os camponeses formavam metade, ou a maioria absoluta da população ocupada. Mas já em 1970 não havia na América Latina — fora dos mini-Estados da tripa de terra centro-americana e do Haiti — um único país em que os camponeses não fossem minoria.(Eric Hobsbawm. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991, 1995. Adaptado.)Ao avaliar a variação demográfica em países latino-americanos na segunda metade do século XX, o excerto atesta - Ciências Humanas
História
[...] historicamente, os quilombos foram comunidades dinâmicas forjadas não fora, mas dentro da sociedade escravista; comunidades que simultaneamente transformaram o mundo no qual todos viviam. As geografias insurgentes [...] foram claramente baseadas na existência de laços e práticas econômicas forjadas dentro da escravidão e motivadas por camaradagem, medo ou oportunismo. Nenhum deles expressou uma explícita ideologia antiescravista, mas suas ações desestabilizaram a escravidão por dentro. Para os quilombolas, abandonar seus senhores e trabalhar como pessoas livres diante dos olhos dos proprietários foi uma forma de rejeitar a escravidão.(Yuko Miki. “Fugir para a escravidão: as geografias insurgentes dos quilombolas brasileiros, 1880-1881”. In: Flávio Gomes e Petrônio Domingues (orgs.). Políticas da raça: experiências e legados da abolição e da pós-emancipação no Brasil, 2014.)O excerto caracteriza a ação dos quilombos no Brasil pré-abolição como - Ciências Humanas
História
A importância das cortes está ligada à formação do Estado moderno, lento processo que produz a concentração de poder à volta de um rei ou de um grande príncipe. A constituição dos novos Estados não se dá sem conflitos: contra os senhores feudais, que se valem da fragmentação política e econômica; mas também entre reis e grandes senhores, que lutam por hegemonia ou mesmo pelo trono.(Renato Janine Ribeiro. A etiqueta no Antigo Regime: do sangue à doce vida, 1987.)A “concentração de poder” descrita no excerto marca uma transformação social e política decisiva na Europa. Tal transformação - Ciências Humanas
História
- Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
- Prova de 2025
- Ensino Einstein
- Código da questão: 39F6B35E-69
[...] as colônias cartaginesas só poderiam comprar e vender produtos com os mercadores de Cartago. Todas as embarcações de povos estrangeiros eram consideradas intrusas, e algumas delas chegaram a ser afundadas pela forte marinha cartaginesa.A preocupação em não deixar que gregos, romanos e outros povos atravessassem suas rotas comerciais tinha suas razões. Além do rico comércio do Mediterrâneo, estudos arqueológicos indicam que os cartagineses conseguiram estabelecer relações comerciais com povos do Sudão e passaram a negociar o ouro que vinha de lá. Alguns estudiosos acreditam que tropas cartaginesas mantiveram contato com grupos que viviam na África Subsaariana.(Ynaê Lopes dos Santos. História da África e do Brasil afrodescendente, 2017.)O excerto demonstra que a importância de Cartago nos séculos VI e V a.C. devia-se, principalmente, a - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2025
- Ensino Einstein
- Com imagem
- Código da questão: 39F4489E-69
Read the informational guide provided by Biosphere 2.

The guide informs potential visitors to the Biosphere 2 project about
- Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2025
- Ensino Einstein
- Com imagem
- Código da questão: 39F1E555-69
In the middle of the vast Arizona desert, in the United States, there’s a structure that seems taken straight out of the pages of science fiction. Inside a massive complex of glass pyramids and towers, spread across 1.2 hectares, stands a tropical rainforest topped by a 7.6-meter-high waterfall, a savannah and a fog desert. It’s seemingly a little capsule of Earth, which is why the structure is called Biosphere 2 — named after our own planet, Biosphere 1.The scenery forms the perfect background for the futuristic experiment that once took place here. In the early 1990s, eight people locked themselves inside, sealed off from the outside world for two years, to explore the challenges of living in a self-contained system — a prerequisite for building colonies in outer space. They fed themselves from the crops they grew, they recycled their own wastewater and they cared for the plants that produced their oxygen.In terms of sustaining human life, the experiment did not go well. Oxygen levels fell significantly, making the inhabitants sick, while carbon dioxide (CO2) levels increased. Countless animals died, including the pollinators the plants needed to reproduce. And although the “biospherians” did survive on their homegrown food, they lost weight to the point where they became a case study for calorie restriction. When supplementary oxygen needed to be brought in, commentators blamed the project as a failure, calling it a “new-age silliness masquerading as science”. In recent years, however, many experts have come to see the Biosphere 2 experiment in a new light, with valuable lessons about ecology, atmospheric science and importantly, the irreplaceability of our own planet.(Katarina Zimmer. www.bbc.com, 05.07.2025. Adapted.)According to the third paragraph, one major ecological imbalance that compromised human habitability in Biosphere 2 was the - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2025
- Ensino Einstein
- Com imagem
- Código da questão: 39EEEE83-69
In the middle of the vast Arizona desert, in the United States, there’s a structure that seems taken straight out of the pages of science fiction. Inside a massive complex of glass pyramids and towers, spread across 1.2 hectares, stands a tropical rainforest topped by a 7.6-meter-high waterfall, a savannah and a fog desert. It’s seemingly a little capsule of Earth, which is why the structure is called Biosphere 2 — named after our own planet, Biosphere 1.The scenery forms the perfect background for the futuristic experiment that once took place here. In the early 1990s, eight people locked themselves inside, sealed off from the outside world for two years, to explore the challenges of living in a self-contained system — a prerequisite for building colonies in outer space. They fed themselves from the crops they grew, they recycled their own wastewater and they cared for the plants that produced their oxygen.In terms of sustaining human life, the experiment did not go well. Oxygen levels fell significantly, making the inhabitants sick, while carbon dioxide (CO2) levels increased. Countless animals died, including the pollinators the plants needed to reproduce. And although the “biospherians” did survive on their homegrown food, they lost weight to the point where they became a case study for calorie restriction. When supplementary oxygen needed to be brought in, commentators blamed the project as a failure, calling it a “new-age silliness masquerading as science”. In recent years, however, many experts have come to see the Biosphere 2 experiment in a new light, with valuable lessons about ecology, atmospheric science and importantly, the irreplaceability of our own planet.(Katarina Zimmer. www.bbc.com, 05.07.2025. Adapted.)In the excerpt from the second paragraph “The scenery forms the perfect background for the futuristic experiment that once took place here”, the underlined term refers to - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2025
- Ensino Einstein
- Com imagem
- Código da questão: 39EC6F57-69
In the middle of the vast Arizona desert, in the United States, there’s a structure that seems taken straight out of the pages of science fiction. Inside a massive complex of glass pyramids and towers, spread across 1.2 hectares, stands a tropical rainforest topped by a 7.6-meter-high waterfall, a savannah and a fog desert. It’s seemingly a little capsule of Earth, which is why the structure is called Biosphere 2 — named after our own planet, Biosphere 1.The scenery forms the perfect background for the futuristic experiment that once took place here. In the early 1990s, eight people locked themselves inside, sealed off from the outside world for two years, to explore the challenges of living in a self-contained system — a prerequisite for building colonies in outer space. They fed themselves from the crops they grew, they recycled their own wastewater and they cared for the plants that produced their oxygen.In terms of sustaining human life, the experiment did not go well. Oxygen levels fell significantly, making the inhabitants sick, while carbon dioxide (CO2) levels increased. Countless animals died, including the pollinators the plants needed to reproduce. And although the “biospherians” did survive on their homegrown food, they lost weight to the point where they became a case study for calorie restriction. When supplementary oxygen needed to be brought in, commentators blamed the project as a failure, calling it a “new-age silliness masquerading as science”. In recent years, however, many experts have come to see the Biosphere 2 experiment in a new light, with valuable lessons about ecology, atmospheric science and importantly, the irreplaceability of our own planet.(Katarina Zimmer. www.bbc.com, 05.07.2025. Adapted.)In the fragment from the first paragraph “It’s seemingly a little capsule of Earth”, the underlined expression means - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2025
- Ensino Einstein
- Com imagem
- Código da questão: 39EA2D21-69
In the middle of the vast Arizona desert, in the United States, there’s a structure that seems taken straight out of the pages of science fiction. Inside a massive complex of glass pyramids and towers, spread across 1.2 hectares, stands a tropical rainforest topped by a 7.6-meter-high waterfall, a savannah and a fog desert. It’s seemingly a little capsule of Earth, which is why the structure is called Biosphere 2 — named after our own planet, Biosphere 1.The scenery forms the perfect background for the futuristic experiment that once took place here. In the early 1990s, eight people locked themselves inside, sealed off from the outside world for two years, to explore the challenges of living in a self-contained system — a prerequisite for building colonies in outer space. They fed themselves from the crops they grew, they recycled their own wastewater and they cared for the plants that produced their oxygen.In terms of sustaining human life, the experiment did not go well. Oxygen levels fell significantly, making the inhabitants sick, while carbon dioxide (CO2) levels increased. Countless animals died, including the pollinators the plants needed to reproduce. And although the “biospherians” did survive on their homegrown food, they lost weight to the point where they became a case study for calorie restriction. When supplementary oxygen needed to be brought in, commentators blamed the project as a failure, calling it a “new-age silliness masquerading as science”. In recent years, however, many experts have come to see the Biosphere 2 experiment in a new light, with valuable lessons about ecology, atmospheric science and importantly, the irreplaceability of our own planet.(Katarina Zimmer. www.bbc.com, 05.07.2025. Adapted.)The text is mainly about - Linguagens
Literatura
Para responder à questão, leia o poema “Desencontro (2)”, de Mia Couto.No avesso das palavrasna contrária faceda minha solidãoeu te ameie acaricieio teu imperceptível crescercomo carne da luanos noturnos lábios entreabertosE amei-te sem saberesamei-te sem o saberamando de te procuraramando de te inventarNo contorno do fogodesenhei o teu rostoe para te reconhecermudei de corpotroquei de noitesjuntei crepúsculo e alvoradaPara me acostumarà tua intermitente ausênciaensinei às timbilas1a espera do silêncio(Mia Couto. Poemas Escolhidos, 2016.)1timbila: instrumento musical de percussão, do tipo xilofone, tradicional de Moçambique.Dizia Obermann no Senancour: “Eu sinto: eis a única palavra do homem que exige verdades. Eu sinto, eu existo para me consumir em desejos indomáveis, para me embeber na sedução de um mundo fantástico, para viver aterrado com o seu voluptuoso engano.”(Alfredo Bosi. História concisa da literatura brasileira, 2022.)A citação estabelece uma aproximação do poema de Mia Couto à estética do movimento - Linguagens
Literatura
Para responder à questão, leia o poema “Desencontro (2)”, de Mia Couto.No avesso das palavrasna contrária faceda minha solidãoeu te ameie acaricieio teu imperceptível crescercomo carne da luanos noturnos lábios entreabertosE amei-te sem saberesamei-te sem o saberamando de te procuraramando de te inventarNo contorno do fogodesenhei o teu rostoe para te reconhecermudei de corpotroquei de noitesjuntei crepúsculo e alvoradaPara me acostumarà tua intermitente ausênciaensinei às timbilas1a espera do silêncio(Mia Couto. Poemas Escolhidos, 2016.)1timbila: instrumento musical de percussão, do tipo xilofone, tradicional de Moçambique.A situação amorosa descrita pelo eu lírico envolve - Matemática
Matemática
Considere que, ao soltar uma bola de borracha verticalmente de uma altura de 40 m, ela sempre recupera 50% de sua altura após bater no solo.

Ao bater no solo pela 4a vez, essa bola terá percorrido, desde seu lançamento,
- Matemática
Matemática
Em um carrossel de cavalinhos de um parque de diversões, a altura de um determinado cavalinho que sobe e desce durante o funcionamento do brinquedo foi modelada pela função:

Nessa função, A(t) representa a altura dos cavalinhos, em centímetros, em relação ao solo, e t representa o tempo desde o início do funcionamento de uma sessão do carrossel, em segundos.
Se o tempo de funcionamento de uma sessão do carrossel é de 1 minuto, o número de vezes em que a cavalinho atinge a altura máxima em relação ao solo durante uma sessão é
- Matemática
Matemática
O quadrado ABCD tem lado medindo 16 cm, o quadrado DEFG tem área igual a 400 cm², e o ponto E pertence ao lado , como mostra a figura.

Nessas condições, a medida de
é igual a - Matemática
Matemática
Sejam ABCD um quadrado e ABE um triângulo equilátero, como mostra a figura. Sabe-se que o perímetro do pentágono AEBCD mede 50 cm.

Nessas condições, a área do pentágono AEBCD é igual a
- Matemática
Matemática
- Análise Combinatória em Matemática
- Prova de 2025
- Ensino Einstein
- Com imagem
- Código da questão: 14833B25-69
João e Paulo fazem uso de um tabuleiro de xadrez, que consiste num quadrado formado por 64 quadrados menores, sendo 32 brancos e 32 pretos, para criar desafios matemáticos. João lança o seguinte desafio a Paulo: calcular o número de maneiras distintas de se organizar 32 peças distintas, nesse tabuleiro de xadrez, de forma que todas fiquem em quadrados de mesma cor.

A expressão que calcula a resposta ao desafio de João é
- Matemática
Matemática
Um recipiente, na forma de um paralelepípedo retorretângulo de medidas 50 cm, 40 cm e 30 cm, tem 80% de sua capacidade ocupada com água, como mostra a figura. Nesse recipiente, deve-se diluir um produto cujo rótulo mostra a seguinte instrução: 20 g para cada 10 L de água.

Nessas condições, para seguir corretamente as instruções do rótulo, a quantidade do produto utilizada será de
- Matemática
Matemática
Sejam P(a, b) e Q(c, d) os pontos de intersecção dos gráficos das funções f(x) = x – 2 e g(x) = x² – 2x. Sabendo que a < c, o valor de ad + cb é igual a