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  • 23 anos de prova

Resultados: 58.062 questões

Página 694 de 2.904

  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Leia o texto abaixo, que relaciona gravidez e fumo:


    Fumar é mais do que contraindicado na gravidez, é praticamente proibido! Justamente por que a nicotina atravessa a barreira da placenta e expõe a criança a diversos problemas como asma, doenças cardiovasculares e muito mais. Além de ser uma causa comum de abortos espontâneos, prematuridade e baixo peso fetal. E mais um problema pode ser adicionado à lista: a perda de audição, de acordo com estudo publicado dia 20 de julho no Journal of American Medical Association.
    (minhavida.com.br – 24.06.2013)


    Sabe-se que a nicotina atua no corpo da mulher promovendo a constrição dos vasos sanguíneos na região uterina. Assim, na gestação, o feto recebe menos oxigênio e nutrientes porque:
    Escolha uma alternativa para a questão 2a60e49e-de
  • Ciências da Natureza

    Química

    Os metais são importantes matérias-primas para a manufatura de muitos dos objetos que utilizamos no nosso cotidiano. O cobre, por exemplo, é empregado na fabricação de fios condutores, utensílios domésticos, moedas e inúmeras ligas metálicas. Entretanto, a obtenção deste metal não é tarefa simples: envolve a utilização de processos químicos, para a transformação de minérios retirados do subsolo, o que não ocorre sem deixar marcas no meio ambiente. Além dos danos oriundos da mineração do solo, é comum que no processo de transformação do minério em metal sejam gerados subprodutos causadores de algum problema ambienbiental.


    Considere a reação abaixo, que mostra como se dá a produção do cobre a partir da calcosita, minério rico em sulfeto de cobre (Cu2S):

    Cu2S + O2 ↠ 2 Cu + SO2

    O processo químico pelo qual o metal é obtido, e um problema ambiental que pode estar associado à sua obtenção são, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 2a4c89ec-de
  • Ciências Humanas

    História

    Leia o texto para responder a questão:


    Se a tevê foi entrando aos poucos, outros produtos determinaram uma transformação imediata na vida diária dos brasileiros: a máquina de lavar, o aspirador de pó, o barbeador elétrico – em suma, todo o exército dos eletrodomésticos. [...] Nas rádios, programas como Ritmos de Tio Sam e Midnight Serenade compunham a trilha sonora de nossa adesão ao american way. [...] Toda essa excitação recebeu um superimpulso com o governo de Juscelino Kubitschek, a partir de 31 de janeiro de 1956, a começar pelo slogan: 50 anos em 5. E JK levou sua proposta tão a sério que estabeleceu o que deve ser certamente um recorde mundial: construiu uma nova capital em apenas três anos. [...] Além da Novacap, o Plano de Metas de JK implantou a indústria automobilística e consolidou a siderúrgica, entre várias outras.

    (KUBRUSLY, Maurício. O Brasil de JK – mudanças em ritmo de Brasília. In____ o . RJ: Rio Gráfica, 1982, volume 1, p. 23.)


    Da análise do conteúdo do fragmento e do período da história do Brasil por ele retratado, infere-se que:
    Escolha uma alternativa para a questão 2a2bb6ba-de
  • Ciências Humanas

    História

    Na verdade, não havia mais como adiar o processo. Redigido de maneira simples, o texto da lei era curto e direto: “É declarada extinta desde a data desta lei a escravidão no Brasil. Revogam-se as disposições em contrário”. O Treze de Maio redimiu 700 mil escravos, que representavam, a essa altura, um número pequeno no total da população, estimada em 15 milhões de pessoas. Como se vê, a libertação tardou demais, e representava o fim do último apoio da monarquia: os fazendeiros cariocas da região do Vale do Paraíba, os quais se divorciavam de seu antigo aliado. Mais uma vez, d. Pedro estava ausente no momento da promulgação da lei e deixava a tarefa e a “autoria” a Isabel, sua herdeira presuntiva.
    (SCHWARCZ, Lilia Moritz. . As barbas do imperador SP: Companhia das Letras, 2008, p. 437-438.)


    Sobre o período histórico retratado no fragmento, julgue as afirmativas:
    I. Mesmo com a abolição da escravidão, o apoio dos cafeicultores do Vale do Paraíba ao Império foi mantido, uma vez que eram contrários à manutenção dos privilégios do Oeste Paulista e contavam com o apoio do imperador.
    II. Considerada por alguns como 'redentora' dos escravos, a princesa Isabel foi quem assinou a Lei Áurea, principalmente pelo fato de seu pai não se encontrar no Brasil no momento de sua elaboração.
    III. A abolição da escravidão retirou a última base de sustentação do Império, já que o Vale do Paraíba mantinha seu apoio à monarquia exatamente pela manutenção da instituição escravista.


    Está (ão) correta (s):
    Escolha uma alternativa para a questão 2a279e41-de
  • Ciências Humanas

    História

    Leia o excerto:


    No ano de 476, o general godo Odoacro, o Rúgio, depôs o último imperador do Ocidente e a Itália tornou-se um reino bárbaro. [...] Embora perseguissem interesses próprios, os reis bárbaros da Itália governaram, pelo menos no começo, em nome do imperador, que vivia em Constantinopla, mantiveram e respeitaram o senado e chegaram a aceitar o título honorífico de “Patrício de Roma”. Mesmo Teodorico, o feroz sucessor de Odoacro, [...] aceitou e explorou a ficção do império, adotando a vestimenta romana e a efígie do imperador no cunho de suas moedas. Os reis godos estabeleceram-se em Ravena, a antiga capital do império do Ocidente na costa do Adriático, de modo que o glamour de Roma persistiu. Como declarou o próprio Teodorico, “Todo godo, quando pode, quer ser romano: nenhum romano quer ser godo”.
    (DUFFY, Eamon. . Santos & Pecadores – história dos papas SP: Cosac &Naify, 1998, p. 37.)


    A análise do fragmento nos permite concluir que:
    Escolha uma alternativa para a questão 2a125032-de
  • A criação do banco de desenvolvimento dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) é um sinal da mudança no equilíbrio de poder na economia mundial. A avaliação é do economista indiano Deepak Nayyar, professor emérito da Universidade Jawaharlal Nehru, de Nova Déli.

    (Banco dos Brics muda equilíbrio mundial, diz economista. Disponível em: Banco dos Brics muda equilíbrio mundial, diz economista http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/08/1501027-banco-dos-brics-mudaequilibrio-mundial-diz-economista-leia-integra.shtml. Acesso em: 15 ago. 2014, às 9h20.)


    Em julho de 2014, aconteceu em Fortaleza, no Ceará, mais uma das chamadas reuniões da Cúpula de Líderes dos BRICS, que discutiu a criação de um banco entre os países pertencentes ao grupo.


    Assinale a alternativa que contenha uma possível intenção para a criação de tal banco.
    Escolha uma alternativa para a questão 29d329e9-de
  • Matemática

    Matemática

    Dois sócios resolveram contratar um advogado para que recebessem a quantia de uma dívida de R$ 120.000,00. Após algumas tentativas de acordo, o devedor concordou em pagar 60% do valor devido. Após pagar as custas do advogado, que representam 12% sobre o valor recebido, quanto sobrará para cada um dos sócios, sabendo que os dois devem receber a mesma quantia?
    Escolha uma alternativa para a questão 29c1258d-de
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão:


    Complexo de d. Sebastião

    Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em

    nosso futebol não podem mais esperar, diz autor

    Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik



    ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?


    WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.


    ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.

    WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.


    ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?

    WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.


    ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?

    WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.

    (O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)

    Releia o trecho: “O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconteceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França [...].” O termo “aliás”, na segunda sentença, estabelece com a antecedente uma relação de
    Escolha uma alternativa para a questão 296d9570-de
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão:


    Complexo de d. Sebastião

    Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em

    nosso futebol não podem mais esperar, diz autor

    Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik



    ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?


    WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.


    ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.

    WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.


    ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?

    WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.


    ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?

    WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.

    (O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)

    Em ’’O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconteceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo, agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura’’, a função de linguagem predominante seria:
    Escolha uma alternativa para a questão 2963c237-de
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Mais do que um problema relacionado à raça, o homicídio no Brasil sempre se caracterizou por ser um tipo de crime vinculado ao território. Nas últimas décadas, as principais vítimas e autores de assassinatos foram homens, jovens, moradores de bairros com pouca infraestrutura urbana dos grandes centros metropolitanos. Eles mataram e morreram por viverem em locais com grande quantidade de armas, marcados pela desordem. São territórios com frágil presença policial, vulneráveis à ação daqueles que estão dispostos a tentar exercer o domínio pela violência.

    http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,homicidio-e-um-crime-territorial-e-nao-esta-vinculado-a-racas, 531604,0.htm. Acesso em 15/01/2014.


    A afirmação que é coerente com a situação da violência homicida no Brasil e com o texto acima, de autoria do jornalista Bruno Paes Manso, é:

    Escolha uma alternativa para a questão 143ccaaf-de
  • Ciências Humanas

    Geografia

    No Brasil há a presença de variados biomas e ecossistemas ricos em espécies animais, vegetais e micro-organismos. É o país com maior diversidade de anfíbios do mundo: 516 espécies. Possui 522 espécies de mamíferos, das quais 68 são endêmicas; 468 espécies de répteis, das quais 172 são endêmicas, e 1622 espécies de aves (uma em cada seis espécies de aves do mundo ocorre no Brasil).


    Adaptado de Conhecer para conservar: As Unidades de Conservação do Estado de São Paulo. Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. 1999, p. 66.


    Essas informações sobre a biogeografia do território brasileiro permitem concluir:

    Escolha uma alternativa para a questão 14387da7-de
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Serviços de atendimento ao consumidor, call centers e serviços de transcrição médica foram só o começo. A possibilidade de terceirizar serviços graças às TICs (tecnologias de informação e comunicação) aumentou a cada dia a capacidade de administrar os equipamentos físicos e as redes de computadores de empresas e de manter e desenvolver programas de negócios; [...] o que começou como arbitragem de salários ou simples corte de custos mandando para o exterior alguns empregos menores se tornou um enorme sistema projetado para transformar uma empresa em uma eficiente operação global.


    Nayan Chanda. Sem Fronteira. Rio de Janeiro: Record, 2011. p. 409.


    Sobre as novas condições geográficas da economia global propiciadas pelas TICs, é correto afirmar:  

    Escolha uma alternativa para a questão 142d7250-de
  • Ciências Humanas

    História

    A Farroupilha foi uma revolta
    Escolha uma alternativa para a questão 1420c916-de
  • Ciências Humanas

    História

    São características do período arcaico (séculos VIII-VI a.C.), na Grécia Antiga:

    Escolha uma alternativa para a questão 141cbda1-de
  • Linguagens

    Inglês

    LIBERALS AND ISLAMISTS

    By Shadi Hamid 

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from Time, August 12, 2013. 

    In paragraph 2, “That” in the sentence “That is an old story” most likely refers to
    Escolha uma alternativa para a questão 13e52941-de
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, FGV 2014, Figuras de Linguagem

    Evanildo Bechara, Na ponta da língua. Adaptado. 

    Sobre os verbos “boiar” e “nadar”, empregados metaforicamente no texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 13b3092c-de
  • Matemática

    Matemática

    No plano cartesiano, a reta (r) de equação y + kx = 2 é perpendicular à reta (s) que passa pela origem e pelo ponto (−5 1).


    O ponto de intersecção das retas (r) e (s) tem abscissa

    Escolha uma alternativa para a questão 13972e83-de
  • Matemática

    Matemática

    Considere a seguinte tabela, em que ln(x) representa o logaritmo neperiano de x :


                                x            1            2            3            4            5

                              In(x)         0         0,69       1,10       1,39        1,61    


    O valor de x que satisfaz a equação 6x=10 é aproximadamente igual a 

    Escolha uma alternativa para a questão 1393e9bd-de
  • Matemática

    Matemática

    As prestações de um financiamento imobiliário constituem uma progressão aritmética na ordem em que são pagas. Sabendo que a 15ª prestação é R$ 3 690,00 e a 81ª prestação é R$ 2 700,00, o valor da 1ª prestação é

    Escolha uma alternativa para a questão 138b4fba-de