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- 58.062 questões
- 160 instituições
- 23 anos de prova
- LinguagensTendo como referência a obra Dom Casmurro, de Machado de Assis, responda a questão.CAPÍTULO CXXIII – OLHOS DE RESSACANo enterro de Escobar, seu melhor amigo, Bentinho pensa ver nos olhos de Capitu as marcas da traição de que acredita ter sido vítima.…..........................................................Enfim, chegou a hora da encomendação e da partida. Sancha quis despedir-se do marido, e o desespero daquele lance consternou a todos. Muitos homens choravam também, as mulheres todas. Só Capitu, amparando a viúva, parecia vencer-se a si mesma. Consolava a outra, queria arrancá-la dali. A confusão era geral. No meio dela, Capitu olhou alguns instantes para o cadáver tão fixa, tão apaixonadamente fixa, que não admira lhe saltassem algumas lágrimas poucas e caladas...As minhas cessaram logo. Fiquei a ver as dela; Capitu enxugou-as depressa, olhando a furto para a gente que estava na sala. Redobrou de carícias para a amiga, e quis levá-la; mas o cadáver parece que a retinha também. Momento houve em que os olhos de Capitu fitaram o defunto, quais os da viúva, sem o pranto nem palavras desta, mas grandes e abertos, como a vaga do mar lá fora como se quisesse tragar também o nadador da manhã.Assis, Machado de. Dom Casmurro. 32. ed. São Paulo: Ática, 1997. p. 160-161. (Fragmento).Em diversas passagens da obra, o narrador menciona os olhos de Capitu como sendo “olhos de ressaca”, sendo isso uma referência clara:
- Linguagens
Português
Tendo como referência a obra Dom Casmurro, de Machado de Assis, responda a questão.CAPÍTULO CXXIII – OLHOS DE RESSACANo enterro de Escobar, seu melhor amigo, Bentinho pensa ver nos olhos de Capitu as marcas da traição de que acredita ter sido vítima.…..........................................................Enfim, chegou a hora da encomendação e da partida. Sancha quis despedir-se do marido, e o desespero daquele lance consternou a todos. Muitos homens choravam também, as mulheres todas. Só Capitu, amparando a viúva, parecia vencer-se a si mesma. Consolava a outra, queria arrancá-la dali. A confusão era geral. No meio dela, Capitu olhou alguns instantes para o cadáver tão fixa, tão apaixonadamente fixa, que não admira lhe saltassem algumas lágrimas poucas e caladas...As minhas cessaram logo. Fiquei a ver as dela; Capitu enxugou-as depressa, olhando a furto para a gente que estava na sala. Redobrou de carícias para a amiga, e quis levá-la; mas o cadáver parece que a retinha também. Momento houve em que os olhos de Capitu fitaram o defunto, quais os da viúva, sem o pranto nem palavras desta, mas grandes e abertos, como a vaga do mar lá fora como se quisesse tragar também o nadador da manhã.Assis, Machado de. Dom Casmurro. 32. ed. São Paulo: Ática, 1997. p. 160-161. (Fragmento).Nesse trecho, apesar da grande amizade que nutria por Escobar, Bento Santiago tenta disfarçar a sua dor pela perda do amigo porque: - Linguagens
Português
Tendo como referência a leitura da obra Iracema, de José de Alencar, leia o trecho que segue e responda a questão:CAPÍTULO IIAlém, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.
Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira.O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu onde campeava sua guerreira tribo da grande nação tabajara, o pé grácil e nu, mal roçando alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.Um dia, ao pino do sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos. Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto.Iracema saiu do banho; o aljôfar d'água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva. Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agresteA graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru de palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece a renda, e as tintas de que matiza o algodão.Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se.Diante dela e todo a contemplá-la, está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta. Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu. Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido.De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada, mas logo sorriu. O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d'alma que da ferida.O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara.A mão que rápida ferira, estancou mais rápida e compassiva o sangue que gotejava. Depois Iracema quebrou a flecha homicida: deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada.O guerreiro falou:—Quebras comigo a flecha da paz?—Quem te ensinou, guerreiro branco, a linguagem de meus irmãos? Donde vieste a estas matas, que nunca viram outro guerreiro como tu ?—Venho de bem longe, filha das florestas. Venho das terras que teus irmãos já possuíram, e hoje têm os meus.—Bem-vindo seja o estrangeiro aos campos dos tabajaras, senhores das aldeias, e à cabana de Araquém, pai de Iracema.ALENCAR, José de. “Iracema”. In: ALENCAR, José de.Obra Completa. Rio de Janeiro: Editora José Aguilar, 1959a, vol. III.O trecho lido apresenta a figura feminina sob o olhar do narrador, segundo ele a personagem: - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2017
- IF Sul - MG
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 678C2B8A-B3
Tendo como referência a leitura da obra Iracema, de José de Alencar, leia o trecho que segue e responda a questão:CAPÍTULO IIAlém, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.
Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira.O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu onde campeava sua guerreira tribo da grande nação tabajara, o pé grácil e nu, mal roçando alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.Um dia, ao pino do sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos. Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto.Iracema saiu do banho; o aljôfar d'água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva. Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agresteA graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru de palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece a renda, e as tintas de que matiza o algodão.Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se.Diante dela e todo a contemplá-la, está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta. Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu. Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido.De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada, mas logo sorriu. O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d'alma que da ferida.O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara.A mão que rápida ferira, estancou mais rápida e compassiva o sangue que gotejava. Depois Iracema quebrou a flecha homicida: deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada.O guerreiro falou:—Quebras comigo a flecha da paz?—Quem te ensinou, guerreiro branco, a linguagem de meus irmãos? Donde vieste a estas matas, que nunca viram outro guerreiro como tu ?—Venho de bem longe, filha das florestas. Venho das terras que teus irmãos já possuíram, e hoje têm os meus.—Bem-vindo seja o estrangeiro aos campos dos tabajaras, senhores das aldeias, e à cabana de Araquém, pai de Iracema.ALENCAR, José de. “Iracema”. In: ALENCAR, José de.Obra Completa. Rio de Janeiro: Editora José Aguilar, 1959a, vol. III.A caracterização da personagem Iracema, no trecho citado, é feita através do uso de elementos da natureza que a circundam. Nesse processo, evidencia-se que a personagem possui, em relação à natureza, um posicionamento: - Linguagens
Português
• A questão se refere ao Texto I
Texto I
Indígenas na cidade: pobreza e preconceito marcam condições de vida
Há muito tempo, a floresta amazônica deixou de ser o lar de milhares de indígenas. A escassez de alimentos, o desmatamento e o avanço das cidades sobre as matas são alguns fatores que motivaram povos tradicionais a migrar para áreas urbanas. Em Manaus, no Amazonas, eles podem ser encontrados em todas as regiões da cidade. A Fundação Estadual do Índio estima que de 15 a 20 mil indígenas de diversas etnias vivam em áreas urbanas amazonenses, como os sateré-mawé, apurinã, kokama, miraña, dessana, tukano e piratapuia. “Acredito que 90% dos bairros de Manaus tenham indígenas morando”, informou o presidente da Fundação Estadual do Índio, Raimundo Atroari.
Apesar de buscar melhores condições de vida na cidade, a maioria dos indígenas vive em situação de pobreza, tem dificuldade de conseguir emprego e a principal renda vem do artesanato. “Geralmente, as comunidades estão localizadas em área de risco. Nunca é numa área boa. A gente sente muita essa dificuldade de viver na cidade. A maioria dos Sateré daqui da aldeia está no trabalho informal, sem carteira assinada. A maior parte fica dentro da aldeia trabalhando com artesanato. A gente consegue gerar uma renda mais no mês de abril quando o público procura. Fora isso a gente fica dependendo de doações”, contou o tuxaua ou cacique Moisés Sateré, líder de uma comunidade no bairro da Paz, zona oeste de Manaus, onde vivem 14 famílias.
A antropóloga Lúcia Helena Rangel, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, confirma que é comum os indígenas, mesmo em áreas urbanas, viverem em comunidade. “Conforme vai passando o tempo, vem um, vem outro e mais outros, as famílias acabam se juntando em determinado bairro, ou em uma periferia que ninguém morava, e os indígenas foram morar. Você vai ver que nas grandes cidades como Manaus, Campo Grande, Porto Alegre têm bairros eminentemente indígenas, ou segmentos de bairros, ressaltou a antropóloga.”
[...]
Morar em centros urbanos sem ocultar a ancestralidade e as próprias referências é ainda uma luta para mais de 315 mil indígenas, segundo dados do último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número representa 49% do total da população indígena do país.
“Há ainda forte preconceito e discriminação. E os indígenas que moram nas cidades são realmente os que enfrentam a situação assim no dia a dia, constantemente”, conta o presidente da Organização dos Índios da Cidade, de Boa Vista, Eliandro Pedro de Sousa, do povo Wapixana.
Em todo o Brasil, São Paulo é a cidade com maior população indígena, com cerca de 12 mil habitantes; seguida de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, com pouco mais de 11 mil e Salvador, com mais de 7,5 mil índios.
A antropóloga Lúcia Helena Rangel, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, destaca que desde a colonização, a presença indígena nas cidades é constante, mas, em décadas passadas, a cidade era um espaço proibido.
“Eles iam pras cidades e não diziam que eram indígenas. Ocultavam a origem e também ocultavam as referências culturais, digamos assim”, explica. De acordo com ela, o medo da discriminação e de represálias do antigo Serviço de Proteção ao Índio impedia os indígenas de se apresentarem como tal.
Foi na década de 50, com o desenvolvimento industrial, que o processo de migração para as cidades se intensificou. Moradores do campo seguiam em busca de emprego nas fábricas e, com os indígenas, não foi diferente, conta a professora.
A própria Fundação Nacional do Índio (Funai), que tem como missão promover os direitos dos povos indígenas no Brasil, sofre o preconceito e percebe a situação dos indígenas que moram nas cidades. “Essa questão do preconceito é até com os servidores [da Funai]. Se é com o servidor, imagine para o próprio indígena”, indaga o coordenador regional da Funai em Roraima, Riley Mendes.
Bianca Paiva, Maíra Heinen – repórteres do radiojornalismo – EBC – Agência Brasil, 19/04/2017.
Fonte: <http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2017-04/indigenas-na-cidade-pobreza-e-preconceito-marcam-condicao-de-vida>. Acesso em: 10 set. 2017.
De acordo com o texto, a presença dos índios nos centros urbanos NÃO se encontra marcada pela: - Ciências Humanas
Sociologia
- Política, poder e Estado
- Prova de 2017
- Universidade Estadual de Montes Claros - MG
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 2A593F81-B3
Degradação do sistema penal, corrupção nas instituições públicas, brutalidade policial, crescimento do número de milícias, tráfico de armas e drogas, violência doméstica contra crianças e mulheres, violência no trânsito, racismo e homofobia compõem uma lista dos temas e problemas dos quais se ocupam especialistas nas universidades e inúmeros centros de pesquisa sociais. Transgressão da legalidade e desrespeito à ordem constitucional são sempre referidos pelos pesquisadores como algo que atinge a todos na sociedade, independentemente se são ricos ou pobres, jovens ou velhos, indivíduos ou coletividades.As muitas explicações sobre a violência e o crime relacionam-se a fatores importantes, EXCETO - Ciências Humanas
Sociologia
- Desigualdade social no Brasil
- Prova de 2017
- Universidade Estadual de Montes Claros - MG
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 2A561BA8-B3
A desigualdade social é um fenômeno desencadeado, principalmente, pela má distribuição de renda e pode ser caracterizada a partir de diferentes fatores, como a forma de viver, de morar, os relacionamentos, a forma de se vestir, de lidar com a vida etc. A ideologia liberal fomenta, de diferentes maneiras, uma visão naturalizada do mundo dos homens onde as relações mercantis são tomadas como resultado de um aperfeiçoamento gradual da essência humana. O pensamento liberal assume uma finalidade prática, ou seja, fazer com que o sujeito se enxergue como espectador da realidade, ocultando as origens das mazelas sociais e direcionando para os pobres a responsabilidade por viverem da maneira como vivem. Analise as afirmativas a seguir sobre desigualdade social, na concepção liberal:I - Essa concepção justifica a desigualdade social a partir da realidade objetiva, da dinâmica das classes sociais, mostrando os limites e contradições históricas das relações sociais no capitalismo.II - Essa visão reconhece uma essência humana predeterminada, cuja real expressão se dá com o desenvolvimento do próprio capitalismo.III - Essa concepção embute no imaginário popular uma noção sobre o sucesso, que deve ser alcançado a partir do esforço individual, de um sujeito supostamente autossuficiente.IV - Essa visão difunde a culpabilização dos indivíduos pelos seus fracassos a partir de um suposto déficit individual, como sendo aqueles sujeitos incapazes de se adaptar à ordem natural do sistema social.Estão CORRETAS as afirmativas: - Ciências Humanas
Filosofia
- Conceitos Filosóficos
- Prova de 2017
- Universidade Estadual de Montes Claros - MG
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 2A5260F4-B3

Conforme Silvio Gallo, “ao longo da história humana, legisladores morais de todos os tipos aviltaram a liberdade humana em nome de um poder absoluto e da exploração. Sua ação sempre foi facilitada pela angústia existencial que sentimos frente ao nada de nosso ser e, para fugir a tal angústia, aderimos – de “má fé” – a qualquer identidade externa que nos seja oferecida pelos moralistas de plantão. Em nosso íntimo, porém, sabemos que essa tranquilidade que conseguimos com a identificação social é falsa, e é a coragem de abandoná-la que fundamenta as revoltas políticas que visam resgatar a dignidade humana e a sua autonomia [...]”. Gallo cita o filósofo francês Jean Paul Sartre, observando que, para ele, “o ser humano é livre, e a liberdade consiste no ato da escolha”.Fonte: GALLO, Silvio. Filosofia: experiência do pensamento . São Paulo: Scipione, 2013, p. 131.O século XVIII é caracterizado como o “século da moral”, como tempo marcado profundamente pelo Iluminismo, “um projeto pedagógico-político de construção da autonomia da razão e emancipação de homens e mulheres, fornecendo-lhes meios intelectuais para uma ação consciente”, conforme Gallo. Nesse tempo, desenvolve-se o grande projeto ético de Immanuel Kant, com a sua destacada obra “Fundamentação da metafísica dos costumes” (1785), aprofundado em “Crítica da Razão Prática” (1788).Na atualidade, não há como pensar em moral e ética sem recorrer às obras de Kant. Em relação a esse filósofo, assinale a alternativa CORRETA. - Ciências Humanas
Filosofia
- A Política
- Prova de 2017
- Universidade Estadual de Montes Claros - MG
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 2A4F7A27-B3

Conforme Silvio Gallo, “ao longo da história humana, legisladores morais de todos os tipos aviltaram a liberdade humana em nome de um poder absoluto e da exploração. Sua ação sempre foi facilitada pela angústia existencial que sentimos frente ao nada de nosso ser e, para fugir a tal angústia, aderimos – de “má fé” – a qualquer identidade externa que nos seja oferecida pelos moralistas de plantão. Em nosso íntimo, porém, sabemos que essa tranquilidade que conseguimos com a identificação social é falsa, e é a coragem de abandoná-la que fundamenta as revoltas políticas que visam resgatar a dignidade humana e a sua autonomia [...]”. Gallo cita o filósofo francês Jean Paul Sartre, observando que, para ele, “o ser humano é livre, e a liberdade consiste no ato da escolha”.Fonte: GALLO, Silvio. Filosofia: experiência do pensamento . São Paulo: Scipione, 2013, p. 131.Baseando na argumentação de Silvio Gallo e no pensamento filosófico de Sartre, podemos considerar que a existência humana é uma construção de valores que possibilita, EXCETO - Ciências da Natureza
Química
- Equilíbrio Químico
- Prova de 2017
- Universidade Estadual de Montes Claros - MG
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 2A4B5B38-B3
A concentração do íon hidroxônio, [H3O+], da água é 1,0 x 10-6 mol L-1 a 100ºC. Valor, aproximadamente, dez vezes a concentração do mesmo íon da água a 25ºC. Sobre o exposto, é CORRETO afirmar que: - Ciências da Natureza
Química
- Termoquímica: Energia Calorífica, Calor de reação, Entalpia, Equações e Lei de Hess.
- Prova de 2017
- Universidade Estadual de Montes Claros - MG
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 2A486E26-B3
A troca de gás carbônico entre a atmosfera e a biosfera terrestre ocorre por dois processos: I e II, representados de forma simplificada através do esquema:
I. (CH2O)n + O2 → CO2 + H2O + EnergiaII. H2O + CO2 + hν → (CH2O)n + O2Sobre os processos, é CORRETO afirmar:
- Ciências da Natureza
Química
- Cadeias Carbônicas: Características e Classificações do Átomo do Carbono, Tipos de Ligação e Hibridação. Tipos de Cadeias Carbônicas e Fórmulas. Séries: Homóloga, Isóloga e Heteróloga.
- Prova de 2017
- Universidade Estadual de Montes Claros - MG
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 2A4536AB-B3
Os tocoferóis são conhecidos por sua ação antioxidante e estão presentes na maioria dos óleos vegetais. Existem quatro tipos de tocoferóis, α, β, γ e δ, conforme mostrado a seguir:

É INCORRETO afirmar que:
- Ciências da Natureza
Química
- Relações da Química com as Tecnologias, a Sociedade e o Meio Ambiente
- Prova de 2017
- Universidade Estadual de Montes Claros - MG
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: 2A41FD1B-B3
A hemoglobina (Hb) tem como principal função o transporte de gases pelo corpo, é uma proteína responsável por conduzir o oxigênio (O2) dos pulmões para os tecidos e dióxido de carbono dos tecidos para os pulmões. No entanto, também apresenta alta afinidade pelo monóxido de carbono (CO) podendo também transportá-lo, como mostrado no esquema a seguir:
Nessa situação, é CORRETO afirmar que:
- Matemática
Matemática
- Aritmética e Problemas
- Prova de 2017
- Universidade Estadual de Montes Claros - MG
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 2A3EADB1-B3
Considere b ∈ IR. Se a média aritmética dos números b − 2 , 5b + 2 , 6 e 8 é 9,5, então b vale - Matemática
Matemática
- Equação de 2º Grau e Problemas de 2º Grau
- Prova de 2017
- Universidade Estadual de Montes Claros - MG
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 2A3AA10E-B3
Considere m,r ∈ IR, com r > 0. A equação x2 + y2 - 2x + 10y + m = 0 representa uma circunferência de raio r quando - Matemática
Matemática
- Geometria Analítica
- Prova de 2017
- Universidade Estadual de Montes Claros - MG
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 2A316CE7-B3
Considere a ∈ IR, com a > 1 . Se M (1,3) é o ponto médio do segmento de reta de extremidades A (a,4) e B(−1,2), então o valor de a é - Matemática
Matemática
- Geometria Analítica
- Prova de 2017
- Universidade Estadual de Montes Claros - MG
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 2A2E7927-B3
Considere n ∈ IR. Os pontos (1,-1) , (-2,3) e (1,n) do plano cartesiano estão sobre uma mesma reta quando - Matemática
Matemática
- Números Complexos
- Prova de 2017
- Universidade Estadual de Montes Claros - MG
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 2A2BBD29-B3
O número complexo −1+ i é raiz da equação x3 - 2x - 4 = 0. As outras raízes são - Matemática
Matemática
- Equação de 2º Grau e Problemas de 2º Grau
- Prova de 2017
- Universidade Estadual de Montes Claros - MG
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 2A29016F-B3
O produto de todas as raízes da equação x3 - 2x2 + 4x - 8 = 0 - Matemática
Matemática
- Equação de 2º Grau e Problemas de 2º Grau
- Prova de 2017
- Universidade Estadual de Montes Claros - MG
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 2A25B6D2-B3
Considere m e n dois números reais. Se x1 e x2 são raízes da equação 1/3 x2 + mx + n = 0 , x1 + x2 = 1 e x1 . x2 = 2 , então