O uso constante de celulares levanta preocupações sobre possíveis riscos à saúde, especialmente em
relação à radiação emitida por esses dispositivos. Estudos recentes, no entanto, indicam que a energia emitida
pelos celulares não é suficiente para causar danos significativos ao corpo humano. Especialistas afirmam que
a radiação dos celulares não tem força para danificar o DNA, o que seria necessário para causar problemas de
saúde graves, como o câncer. Os celulares emitem radiação de radiofrequência, com energia de baixa
intensidade, no espectro eletromagnético. Esse espectro abrange desde ondas de rádio, que têm comprimentos
longos, até raios gama, que são extremamente curtos. As frequências utilizadas por celulares variam entre 0,7
e 2,7 GHz para tecnologias 2G, 3G e 4G, enquanto o 5G pode chegar a 80 GHz. Apesar dessas frequências
mais altas, todas estão na faixa não ionizante do espectro. Radiações não ionizantes, como as emitidas por
celulares, não têm a capacidade de remover elétrons dos átomos, o que significa que não podem danificar
células ou o DNA.
Disponível em: https://www.em.com.br/emfoco/2025/05/29/radiacao-do-celular-causa-cancer-entenda-se-ha-riscos-e-o-que-diz-aciencia/. Acesso em: 23 nov. 2025.
Considerando o texto, analise as asserções.
I. A radiação emitida por um aparelho de telefone celular é incapaz de causar problemas de saúde graves
por se tratar de ondas eletromagnéticas de baixa amplitude.
II. Radiações não ionizantes são ondas eletromagnéticas de frequências menores que as ondas
eletromagnéticas de radiações ionizantes.
III. A radiação gama é constituída de ondas eletromagnéticas que, no vácuo, possuem a mesma velocidade
que as ondas eletromagnéticas de telefones celulares.
IV. A radiação eletromagnética utilizada por celulares com tecnologia 5G possui comprimento de onda
maior que a da radiação eletromagnética utilizada por celulares com tecnologia 2G.
Assinale a alternativa que apresenta apenas asserções corretas.