Questões do ENEM 2015

Questões aplicadas na prova de 2015, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

3.347 questões encontradas. Mostrando a página 165 de 168.

  • 91490A91-AB

    Química

    Energias Químicas no Cotidiano
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Biodiesel no tanque
    Combustível produzido com etanol e óleos vegetais está pronto para abastecer ônibus e caminhões

    Se tudo correr bem, dentro de dois anos os veículos brasileiros movidos a óleo diesel - caminhões, ônibus,
    tratores e locomotivas - estarão rodando com um percentual de biodiesel no tanque. Um dos candidatos a esse novo
    combustível foi desenvolvido por meio da reação química de óleos vegetais com etanol, o álcool extraído da cana-de-
    açúcar, nos laboratórios da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto. [...] Com as características de ser
    totalmente renovável, produzir menos poluentes que o diesel do petróleo e por já existir uma indústria de produção
    de álcool no país, a adoção do biodiesel à base de etanol facilita a incorporação desse tipo de combustível à matriz
    energética brasileira. [...]
    Apesar da eficiência do processo de conversão [...], o biodiesel brasileiro ainda é mais caro do que o diesel
    comum.
    Os ensaios ficaram a cargo do engenheiro agrícola Afonso Lopes, professor do Departamento de Engenharia
    Rural da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). [...] Lopes testou o combustível no trator. [...] Quando
    o trator funcionou com 100% de biodiesel, o consumo aumentou, em média, 11%”, conta Lopes.
    Eduardo Cesar, Revista Fapesp, Edição 94 – Tecnologia – Dez. 2003. Texto adaptado.

    A reação de transformação de óleos vegetais em biodiesel é chamada de transesterificação. Nesse processo, um éster (óleo ou gordura) reage com um álcool produzindo biodiesel e glicerol. Levando-se em conta as substâncias citadas no texto, a produção desse combustível 100% renovável está corretamente equacionada em:
    Escolha uma alternativa para a questão 91490a91-ab
  • 9005FFBC-AB

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    A ciência gordurosa
    Vou ao supermercado e fico pasmo com os produtos nas prateleiras. Não falo da quantidade de iogurtes, bolachas, pastas dentifrícias ou papel higiênico que me transformam no famoso burro de Buridan – o asno do paradoxo filosófico que morre de fome por não saber qual dos pedaços de feno escolher. De fato, tanta variedade paralisa qualquer um.
    Falo de outro fenômeno igualmente agônico: a quantidade de produtos alimentares que parecem
    diretamente saídos de um consultório médico.
    Um iogurte não é um iogurte, com um determinado sabor e uma determinada textura. É quase um remédio de farmácia que promete diminuir o colesterol e controlar 50 outros indicadores orgânicos igualmente importantes para a saúde do sujeito.
    E quem fala em iogurtes, fala em sucos (com seu cortejo de vitaminas), batatas fritas (com reduções
    heroicas na quantidade de sal) e até chocolates (alguns deles prometem melhorar o fluxo arterial). Como se chegou a isto?
    Verdade: com a "morte de Deus" e o fim de uma vida transcendente, cuidar do corpo transformou-se na única religião dos homens modernos. De tal forma que nem a gastronomia está a salvo: antes do prazer ou da mera fome, está primeiro a saúde.
    Hoje, não se come mais para viver. Come-se para viver até aos cem – uma importante revolução
    civilizacional.
    Honestamente, nem sei por que motivo não se abrem restaurantes em hospitais, com refeições cozinhadas por médicos e servidas por enfermeiros. No final, o cliente faria análises ao sangue e só pagaria a conta se tivesse o número certo de triglicerídeos.
    O problema é que nem no hospital o cliente estaria a salvo. Desde logo porque é cada vez mais difícil saber o que comer: existem estudos, publicados a um ritmo demencial, que dizem uma coisa e o seu contrário. Às vezes, na mesma semana – ou até no mesmo dia.
    A carne vermelha é má, defendem uns. A carne vermelha é ótima, garantem outros. Sobre os laticínios, há opiniões para todos os gostos: são puro veneno; são simplesmente insubstituíveis. E até as gorduras, que deveriam ser um inimigo consensual, parece que não são tão inimigas assim.
    A revista "Time", aliás, dedicou matéria especial ao fenômeno: durante décadas, o país declarou guerra às gorduras (...) Os americanos foram dizendo adeus ao lixo, optando por aves, leite magro ou cereais. Infelizmente, a mudança na dieta não os tornou mais saudáveis. Pelo contrário: o país está mais doente do que nunca. (...)
    Explicações?
    Não, a gordura não é o papão que se imaginava, explica a revista. Não entro em termos técnicos, até
    porque eles são demasiado gordurosos para mim. Mas parece que a gordura do peixe e dos vegetais é boa para o coração. E até a gordura "suspeita" de um bom filé (cozinhado com manteiga, claro) tem vantagens respeitáveis na limpeza do mau colesterol.
    Os verdadeiros inimigos, hoje, são os carboidratos presentes nos açúcares, nos doces, nos farináceos. Isso, claro, enquanto não surgir um novo estudo a defender precisamente o contrário – ou, pelo menos, a colocar as coisas nas suas devidas proporções.
    E eu? Que fazer perante essa selva de alarmes contraditórios?

    João Pereira Coutinho
    Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/172598-...
    gordurosa.shtml. Acesso em 31.07.14

    Muito útil, o corretor ortográfico e gramatical de programas de edição de texto é uma ferramenta que sinaliza eventuais problemas de grafia e de construção. Na tela do computador, o trecho “nem sei por que motivo não se abrem restaurantes em hospitais” o verbo “abrir” aparece destacado. Essa sinalização indica
    Escolha uma alternativa para a questão 9005ffbc-ab
  • 8ECC08E6-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    A ciência gordurosa
    Vou ao supermercado e fico pasmo com os produtos nas prateleiras. Não falo da quantidade de iogurtes, bolachas, pastas dentifrícias ou papel higiênico que me transformam no famoso burro de Buridan – o asno do paradoxo filosófico que morre de fome por não saber qual dos pedaços de feno escolher. De fato, tanta variedade paralisa qualquer um.
    Falo de outro fenômeno igualmente agônico: a quantidade de produtos alimentares que parecem
    diretamente saídos de um consultório médico.
    Um iogurte não é um iogurte, com um determinado sabor e uma determinada textura. É quase um remédio de farmácia que promete diminuir o colesterol e controlar 50 outros indicadores orgânicos igualmente importantes para a saúde do sujeito.
    E quem fala em iogurtes, fala em sucos (com seu cortejo de vitaminas), batatas fritas (com reduções
    heroicas na quantidade de sal) e até chocolates (alguns deles prometem melhorar o fluxo arterial). Como se chegou a isto?
    Verdade: com a "morte de Deus" e o fim de uma vida transcendente, cuidar do corpo transformou-se na única religião dos homens modernos. De tal forma que nem a gastronomia está a salvo: antes do prazer ou da mera fome, está primeiro a saúde.
    Hoje, não se come mais para viver. Come-se para viver até aos cem – uma importante revolução
    civilizacional.
    Honestamente, nem sei por que motivo não se abrem restaurantes em hospitais, com refeições cozinhadas por médicos e servidas por enfermeiros. No final, o cliente faria análises ao sangue e só pagaria a conta se tivesse o número certo de triglicerídeos.
    O problema é que nem no hospital o cliente estaria a salvo. Desde logo porque é cada vez mais difícil saber o que comer: existem estudos, publicados a um ritmo demencial, que dizem uma coisa e o seu contrário. Às vezes, na mesma semana – ou até no mesmo dia.
    A carne vermelha é má, defendem uns. A carne vermelha é ótima, garantem outros. Sobre os laticínios, há opiniões para todos os gostos: são puro veneno; são simplesmente insubstituíveis. E até as gorduras, que deveriam ser um inimigo consensual, parece que não são tão inimigas assim.
    A revista "Time", aliás, dedicou matéria especial ao fenômeno: durante décadas, o país declarou guerra às gorduras (...) Os americanos foram dizendo adeus ao lixo, optando por aves, leite magro ou cereais. Infelizmente, a mudança na dieta não os tornou mais saudáveis. Pelo contrário: o país está mais doente do que nunca. (...)
    Explicações?
    Não, a gordura não é o papão que se imaginava, explica a revista. Não entro em termos técnicos, até
    porque eles são demasiado gordurosos para mim. Mas parece que a gordura do peixe e dos vegetais é boa para o coração. E até a gordura "suspeita" de um bom filé (cozinhado com manteiga, claro) tem vantagens respeitáveis na limpeza do mau colesterol.
    Os verdadeiros inimigos, hoje, são os carboidratos presentes nos açúcares, nos doces, nos farináceos. Isso, claro, enquanto não surgir um novo estudo a defender precisamente o contrário – ou, pelo menos, a colocar as coisas nas suas devidas proporções.
    E eu? Que fazer perante essa selva de alarmes contraditórios?

    João Pereira Coutinho
    Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/172598-...
    gordurosa.shtml. Acesso em 31.07.14

    Pressupostos são ideias que, apesar de não estarem expressas no texto de forma explícita, podem ser identificadas pelo leitor a partir do emprego de certas palavras ou expressões. Na passagem “O problema é que nem no hospital o cliente estaria a salvo” a palavra em destaque estabelece o mesmo pressuposto presente em
    Escolha uma alternativa para a questão 8ecc08e6-ab
  • 8D7FB823-AB

    Português

    Adjetivos
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    A ciência gordurosa
    Vou ao supermercado e fico pasmo com os produtos nas prateleiras. Não falo da quantidade de iogurtes, bolachas, pastas dentifrícias ou papel higiênico que me transformam no famoso burro de Buridan – o asno do paradoxo filosófico que morre de fome por não saber qual dos pedaços de feno escolher. De fato, tanta variedade paralisa qualquer um.
    Falo de outro fenômeno igualmente agônico: a quantidade de produtos alimentares que parecem
    diretamente saídos de um consultório médico.
    Um iogurte não é um iogurte, com um determinado sabor e uma determinada textura. É quase um remédio de farmácia que promete diminuir o colesterol e controlar 50 outros indicadores orgânicos igualmente importantes para a saúde do sujeito.
    E quem fala em iogurtes, fala em sucos (com seu cortejo de vitaminas), batatas fritas (com reduções
    heroicas na quantidade de sal) e até chocolates (alguns deles prometem melhorar o fluxo arterial). Como se chegou a isto?
    Verdade: com a "morte de Deus" e o fim de uma vida transcendente, cuidar do corpo transformou-se na única religião dos homens modernos. De tal forma que nem a gastronomia está a salvo: antes do prazer ou da mera fome, está primeiro a saúde.
    Hoje, não se come mais para viver. Come-se para viver até aos cem – uma importante revolução
    civilizacional.
    Honestamente, nem sei por que motivo não se abrem restaurantes em hospitais, com refeições cozinhadas por médicos e servidas por enfermeiros. No final, o cliente faria análises ao sangue e só pagaria a conta se tivesse o número certo de triglicerídeos.
    O problema é que nem no hospital o cliente estaria a salvo. Desde logo porque é cada vez mais difícil saber o que comer: existem estudos, publicados a um ritmo demencial, que dizem uma coisa e o seu contrário. Às vezes, na mesma semana – ou até no mesmo dia.
    A carne vermelha é má, defendem uns. A carne vermelha é ótima, garantem outros. Sobre os laticínios, há opiniões para todos os gostos: são puro veneno; são simplesmente insubstituíveis. E até as gorduras, que deveriam ser um inimigo consensual, parece que não são tão inimigas assim.
    A revista "Time", aliás, dedicou matéria especial ao fenômeno: durante décadas, o país declarou guerra às gorduras (...) Os americanos foram dizendo adeus ao lixo, optando por aves, leite magro ou cereais. Infelizmente, a mudança na dieta não os tornou mais saudáveis. Pelo contrário: o país está mais doente do que nunca. (...)
    Explicações?
    Não, a gordura não é o papão que se imaginava, explica a revista. Não entro em termos técnicos, até
    porque eles são demasiado gordurosos para mim. Mas parece que a gordura do peixe e dos vegetais é boa para o coração. E até a gordura "suspeita" de um bom filé (cozinhado com manteiga, claro) tem vantagens respeitáveis na limpeza do mau colesterol.
    Os verdadeiros inimigos, hoje, são os carboidratos presentes nos açúcares, nos doces, nos farináceos. Isso, claro, enquanto não surgir um novo estudo a defender precisamente o contrário – ou, pelo menos, a colocar as coisas nas suas devidas proporções.
    E eu? Que fazer perante essa selva de alarmes contraditórios?

    João Pereira Coutinho
    Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/172598-...
    gordurosa.shtml. Acesso em 31.07.14

    No título, o termo “gordurosa” revela pistas sobre o ponto de vista defendido pelo autor. Com base nas ideias expostas ao longo do texto, é correto afirmar que esse adjetivo foi empregado no sentido de
    Escolha uma alternativa para a questão 8d7fb823-ab
  • 8C34FB15-AB

    Física

    Conteúdos Básicos
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    A Smart Wheel é uma roda inteligente que foi desenvolvida para a motorização de bicicletas. O cubo da roda tem um motor, alimentado por bateria independente, que pode impulsionar a bicicleta até a velocidade aproximada de 48 km/h. A roda se auto- recarrega nos trajetos em descida, e pode ser
    carregada externamente por meio de um fio conectado à rede elétrica. O consumidor compra apenas a roda inteligente, que pode ser acoplada à maioria das bicicletas, e passa a comandar sua bicicleta motorizada por meio de Bluetooth e um smartphone. Basta informar a velocidade que se deseja transitar e o sistema se encarrega de controlá-la.

    Disponível em: http://www.flykly.com/smart-whee Acesso em 17.07.2014. Texto adaptado.

    imagem-041.jpg

    Quando utilizamos e recarregamos 100% da carga de uma bateria, isso corresponde a 1 ciclo da sua vida. Considerando as especificações técnicas fornecidas no enunciado e admitindo que o diagrama a seguir represente o hábito regular de uso e recarga da bateria de uma Smart Wheel, a vida dessa bateria deverá durar cerca de

    imagem-048.jpg
    Escolha uma alternativa para a questão 8c34fb15-ab
  • 8AFA080F-AB

    Física

    Dinâmica
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    A Smart Wheel é uma roda inteligente que foi desenvolvida para a motorização de bicicletas. O cubo da roda tem um motor, alimentado por bateria independente, que pode impulsionar a bicicleta até a velocidade aproximada de 48 km/h. A roda se auto- recarrega nos trajetos em descida, e pode ser
    carregada externamente por meio de um fio conectado à rede elétrica. O consumidor compra apenas a roda inteligente, que pode ser acoplada à maioria das bicicletas, e passa a comandar sua bicicleta motorizada por meio de Bluetooth e um smartphone. Basta informar a velocidade que se deseja transitar e o sistema se encarrega de controlá-la.

    Disponível em: http://www.flykly.com/smart-whee Acesso em 17.07.2014. Texto adaptado.

    imagem-041.jpg

    Quando a bicicleta está percorrendo um trecho em declive, em vez de simplesmente freá-la com sistemas tradicionais, parte da energia que promoveria o aumento da velocidade é armazenada no sistema da Smart Whell, podendo ser aproveitada em trechos planos ou aclives. Um ciclista de 80 kg, que está utilizando uma bicicleta com Smart Whell, percorre um trecho de comprimento 100 metros e desnível de 20 metros de altura, com velocidade constante de 10 m/s. A massa da bicicleta com a Smart Whell é 20 kg. Se o sistema é capaz de armazenar, no máximo, 20% do total da energia que seria dissipada nessa situação, a quantidade máxima de energia armazenada pela Smart Whell nesse trecho foi
    Escolha uma alternativa para a questão 8afa080f-ab
  • 88870475-AB

    Matemática

    Esfera
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Quando uma semiesfera de raio R é cortada por um plano paralelo ao seu plano equatorial, obtém-se um sólido chamado calota.

    imagem-037.jpg

    O volume V dessa calota depende da distância x entre o polo da semiesfera e o plano de corte, sendo dado pela relação:

    imagem-038.jpg

    A partir da explicação acima, um professor pediu a seus alunos que descobrissem, para uma semiesfera de raio R = 8, a distância x para a qual o volume da calota resultante é igual a imagem-040.jpg . Ao substituir tais valores na relação dada, os alunos constataram que 22 era raiz da equação obtida. Embora x = 22 não fosse uma solução do problema, pois é maior do que o raio da semiesfera, a constatação dos alunos ajudou-os a encontrar a real solução do problema, que é igual a
    Escolha uma alternativa para a questão 88870475-ab
  • 87508DB7-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    No fragmento a seguir, extraído do capítulo XIV das Memórias póstumas de Brás Cubas, o narrador
    conta como ele conheceu Marcela, que viria a ser o primeiro amor de sua vida.

    Via-a, pela primeira vez, no Rossio Grande, na noite das luminárias, logo que constou a declaração da
    independência, uma festa de primavera, um amanhecer da alma pública. Éramos dous rapazes, o povo e eu; vínhamos da infância, com todos os arrebatamentos da juventude. Via-a sair de uma cadeirinha, airosa e vistosa, um corpo esbelto, ondulante, um desgarre, alguma coisa que nunca achara nas mulheres puras. – Segue-me, disse ela ao pajem. E eu seguia-a, tão pajem como o outro,
    como se a ordem me fosse dada, deixei-me ir namorado, vibrante, cheio das primeiras auroras. A meio caminho, chamaram-lhe “linda Marcela", lembrou-me que ouvira tal nome a meu tio João, e fiquei, confesso que fiquei tonto. (...)

    Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas.

    Nesse fragmento há várias expressões que, no contexto, remetem à beleza de Marcela e a seu poder de atração sobre o narrador. Entre essas expressões, NÃO se pode citar
    Escolha uma alternativa para a questão 87508db7-ab
  • 826BB85E-AB

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 1

    Padrão de tomadas brasileiro: segurança e economia

    Agora há duas configurações para plugues e para as tomadas. Plugues com o diâmetro mais fino (4 mm), para aparelhos com corrente nominal de até 10 ampères e os plugues mais grossos (4,8 mm), para equipamentos que operam em até 20 ampères. Essa distinção se fez necessária para garantir a segurança dos consumidores, pois evita a ligação de equipamentos de maior potência em um ponto não especialmente projetado para essa ação. Além disso, é fonte de economia, pois só equipamentos que consomem mais necessitariam de uma tomada mais robusta, portanto mais cara.
    Por motivos de segurança, a alteração do plugue e da tomada deve sempre ser acompanhada de um projeto elétrico que dimensione adequadamente a fiação elétrica e os respectivos dispositivos de segurança (ex.: disjuntores) da instalação elétrica que devem acompanhar os mesmos limites da tomada.

    Disponível em:
    http://www.inmetro.gov.br/qualidade/pluguestomadas.... Acesso em
    29.07.14. Texto adaptado.

    TEXTO 2
    Em uma residência, que foi projetada para conexões de aparelhos com plugues mais finos, foi adquirido um aquecedor elétrico com as especificações abaixo.

    imagem-036.jpg

    A indicação do consumo mensal do aquecedor nas especificações pressupõe que o aparelho seja utilizado, em média, x horas por dia. Considerando 30 dias em um mês, o valor de x é igual a
    Escolha uma alternativa para a questão 826bb85e-ab
  • 8135F344-AB

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Maior cajueiro do mundo, no RN, está com fungo
    que afeta flores e frutos


    O maior cajueiro do mundo, localizado na praia de Pirangi, na Grande Natal, está com um fungo que pode prejudicar suas folhas, flores e frutos. De acordo com a bióloga Michela Carbone, trata-se de uma doença chamada antraquinose, comum em árvores desse tipo.
    A bióloga explicou que a doença pode ter se espalhado rapidamente na área do cajueiro por causa da
    poda realizada no final do ano passado para a construção do caramanchão – estrutura feita para
    impedir que os galhos continuassem a ocupar a avenida Deputado Marcio Marinho.
    “Com o adensamento folhear que foi gerado, trazendo toda essa massa folhear, ocupando o espaço que antes era só da copa, esse adensamento gerou uma diminuição na circulação de ar, aumento na
    temperatura, aumento na umidade, e isso tudo gera um ambiente super favorável para o alastramento do fungo", disse.

    Sobre o cajueiro
    Ponto turístico do litoral sul do Rio Grande do Norte, o cajueiro de Pirangi foi registrado no Guiness Book como o maior do mundo em 1994. O cajueiro atualmente possui uma área de 8.500 m², o que
    corresponde a um agregado de 70 cajueiros de porte normal. Quando chega a época de safra, de novembro a janeiro, o cajueiro chega a produzir de 70 a 80 mil cajus, o equivalente a 2,5 toneladas. O fruto não é vendido e os turistas podem levar, sem exagero, alguns para casa. O cajueiro possui uma estrutura ao seu redor com lojas de artesanato da região, mirante com 10 metros de altura para apreciar sua copa inteira e guias turísticos.


    Disponível em: http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-
    norte/noticia/2013/10/maior-cajueiro-do-mundo-no-rn-esta-com-fungo-que-
    afeta-flores-e-frutos.html. Acesso em 20-06-14.

    O adensamento foliar que ocorreu no cajueiro foi estimulado pela poda, segundo a bióloga. Uma explicação para esse fenômeno é o fato de que a poda realizada
    Escolha uma alternativa para a questão 8135f344-ab
  • 7FFFB0F7-AB

    Biologia

    Fungos
    INSPER · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Maior cajueiro do mundo, no RN, está com fungo
    que afeta flores e frutos


    O maior cajueiro do mundo, localizado na praia de Pirangi, na Grande Natal, está com um fungo que pode prejudicar suas folhas, flores e frutos. De acordo com a bióloga Michela Carbone, trata-se de uma doença chamada antraquinose, comum em árvores desse tipo.
    A bióloga explicou que a doença pode ter se espalhado rapidamente na área do cajueiro por causa da
    poda realizada no final do ano passado para a construção do caramanchão – estrutura feita para
    impedir que os galhos continuassem a ocupar a avenida Deputado Marcio Marinho.
    “Com o adensamento folhear que foi gerado, trazendo toda essa massa folhear, ocupando o espaço que antes era só da copa, esse adensamento gerou uma diminuição na circulação de ar, aumento na
    temperatura, aumento na umidade, e isso tudo gera um ambiente super favorável para o alastramento do fungo", disse.

    Sobre o cajueiro
    Ponto turístico do litoral sul do Rio Grande do Norte, o cajueiro de Pirangi foi registrado no Guiness Book como o maior do mundo em 1994. O cajueiro atualmente possui uma área de 8.500 m², o que
    corresponde a um agregado de 70 cajueiros de porte normal. Quando chega a época de safra, de novembro a janeiro, o cajueiro chega a produzir de 70 a 80 mil cajus, o equivalente a 2,5 toneladas. O fruto não é vendido e os turistas podem levar, sem exagero, alguns para casa. O cajueiro possui uma estrutura ao seu redor com lojas de artesanato da região, mirante com 10 metros de altura para apreciar sua copa inteira e guias turísticos.


    Disponível em: http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-
    norte/noticia/2013/10/maior-cajueiro-do-mundo-no-rn-esta-com-fungo-que-
    afeta-flores-e-frutos.html. Acesso em 20-06-14.

    De acordo com o texto, o alastramento do fungo foi favorecido por uma diminuição na circulação de ar, aumento na temperatura e aumento na umidade decorrentes do adensamento foliar. Esses fatores favorecem o seu desenvolvimento porque os fungos
    Escolha uma alternativa para a questão 7fffb0f7-ab
  • 7EB843F8-AB

    Matemática

    Circunferências e Círculos
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Maior cajueiro do mundo, no RN, está com fungo
    que afeta flores e frutos


    O maior cajueiro do mundo, localizado na praia de Pirangi, na Grande Natal, está com um fungo que pode prejudicar suas folhas, flores e frutos. De acordo com a bióloga Michela Carbone, trata-se de uma doença chamada antraquinose, comum em árvores desse tipo.
    A bióloga explicou que a doença pode ter se espalhado rapidamente na área do cajueiro por causa da
    poda realizada no final do ano passado para a construção do caramanchão – estrutura feita para
    impedir que os galhos continuassem a ocupar a avenida Deputado Marcio Marinho.
    “Com o adensamento folhear que foi gerado, trazendo toda essa massa folhear, ocupando o espaço que antes era só da copa, esse adensamento gerou uma diminuição na circulação de ar, aumento na
    temperatura, aumento na umidade, e isso tudo gera um ambiente super favorável para o alastramento do fungo", disse.

    Sobre o cajueiro
    Ponto turístico do litoral sul do Rio Grande do Norte, o cajueiro de Pirangi foi registrado no Guiness Book como o maior do mundo em 1994. O cajueiro atualmente possui uma área de 8.500 m², o que
    corresponde a um agregado de 70 cajueiros de porte normal. Quando chega a época de safra, de novembro a janeiro, o cajueiro chega a produzir de 70 a 80 mil cajus, o equivalente a 2,5 toneladas. O fruto não é vendido e os turistas podem levar, sem exagero, alguns para casa. O cajueiro possui uma estrutura ao seu redor com lojas de artesanato da região, mirante com 10 metros de altura para apreciar sua copa inteira e guias turísticos.


    Disponível em: http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-
    norte/noticia/2013/10/maior-cajueiro-do-mundo-no-rn-esta-com-fungo-que-
    afeta-flores-e-frutos.html. Acesso em 20-06-14.

    Ao visitar o maior cajueiro do mundo, um turista recebeu um folheto com as informações que constam no trecho “Sobre o cajueiro”. Passeando pela região e observando outras árvores, ele percebeu que, vista de cima, a copa de um cajueiro de porte normal tem, aproximadamente, a forma de um círculo. Para saber o diâmetro aproximado da copa de um cajueiro de porte normal, cuja área corresponde à área do cajueiro citada no texto, ele usou as informações do folheto para fazer alguns cálculos. Se ele fez esses cálculos corretamente, obteve um diâmetro de, aproximadamente,

    Considere π = 22/7
    Escolha uma alternativa para a questão 7eb843f8-ab
  • 7C3C2128-AB

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Geopolítica do coração

    Existem duas Copas paralelas: aquela em que o Brasil joga – e você sofre, grita, esperneia – e aquela em que as outras seleções jogam – e você pode se dar ao luxo de assistir tranquilamente do seu sofá, encantado com as belezas e surpresas do esporte bretão. O único problema dessa segunda modalidade de fruição desportiva é que nem sempre é fácil escolher o time para o qual torcer.
    Tendo sido criado por um torcedor fiel do Linense, com moderadas convicções de esquerda, cresci
    acreditando que uma das graças do futebol é ver o mais fraco vencer. Chile e Espanha, portanto, foi bico: colonizados contra colonizadores, atuais campeões do mundo contra um time que jamais ganhou uma Copa. Até fui a um restaurante chileno, gritei "Chi-chi-chi-le-le-le" e fiquei com os olhos marejados na hora do hino.
    Diante de Holanda e Austrália, porém, minha opção preferencial pelos pobres subiu no telhado. Como não querer ver a máquina que havia metido cinco na Espanha funcionando perfeitamente, de novo? Entre Robben e a retranca, ficaria com a retranca? Tive que me submeter a um rápido tour de force para aceitar meus pendores alaranjados: a Holanda é um país liberal, pensei, os caras esconderam a Anne Frank dos nazistas durante anos, que coisa linda é “A Noite Estrelada", do Van Gogh. Ótimo:
    mas aos 21 minutos do primeiro tempo, quando Cahill pegou na veia e mandou pro fundo da rede, abandonei imediatamente a laranja mecânica e abracei a esquadra amarela. Que Holanda, que nada! Eles liberam o consumo de maconha, mas não o plantio, incentivando o tráfico em outros países! Entregaram a Anne Frank pros nazistas! O Van Gogh morreu sem orelha e na miséria! Go, Aussies! (...)

    Antonio Prata. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/... geopolitica-do-coracao.shtml. Acesso em 25.06.14. No terceiro parágrafo do texto, o modo como as reflexões são feitas pelo articulista – usando interrogações, exclamações e diversas marcas de oralidade – indica que, em relação às funções da linguagem, o texto
    Escolha uma alternativa para a questão 7c3c2128-ab
  • 7B05DC1B-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Geopolítica do coração

    Existem duas Copas paralelas: aquela em que o Brasil joga – e você sofre, grita, esperneia – e aquela em que as outras seleções jogam – e você pode se dar ao luxo de assistir tranquilamente do seu sofá, encantado com as belezas e surpresas do esporte bretão. O único problema dessa segunda modalidade de fruição desportiva é que nem sempre é fácil escolher o time para o qual torcer.
    Tendo sido criado por um torcedor fiel do Linense, com moderadas convicções de esquerda, cresci
    acreditando que uma das graças do futebol é ver o mais fraco vencer. Chile e Espanha, portanto, foi bico: colonizados contra colonizadores, atuais campeões do mundo contra um time que jamais ganhou uma Copa. Até fui a um restaurante chileno, gritei "Chi-chi-chi-le-le-le" e fiquei com os olhos marejados na hora do hino.
    Diante de Holanda e Austrália, porém, minha opção preferencial pelos pobres subiu no telhado. Como não querer ver a máquina que havia metido cinco na Espanha funcionando perfeitamente, de novo? Entre Robben e a retranca, ficaria com a retranca? Tive que me submeter a um rápido tour de force para aceitar meus pendores alaranjados: a Holanda é um país liberal, pensei, os caras esconderam a Anne Frank dos nazistas durante anos, que coisa linda é “A Noite Estrelada", do Van Gogh. Ótimo:
    mas aos 21 minutos do primeiro tempo, quando Cahill pegou na veia e mandou pro fundo da rede, abandonei imediatamente a laranja mecânica e abracei a esquadra amarela. Que Holanda, que nada! Eles liberam o consumo de maconha, mas não o plantio, incentivando o tráfico em outros países! Entregaram a Anne Frank pros nazistas! O Van Gogh morreu sem orelha e na miséria! Go, Aussies! (...)

    Antonio Prata. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/... geopolitica-do-coracao.shtml. Acesso em 25.06.14. As justificativas que levam o articulista a torcer por uma ou outra seleção
    Escolha uma alternativa para a questão 7b05dc1b-ab
  • 774B9FAE-AB

    Matemática

    Análise de Tabelas e Gráficos
    INSPER · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    As criadoras do passômetro

    As formigas Cataglyphis sempre sabem onde estão. Quando saem para se alimentar, caminham em zigue-
    zague, distanciando-se do formigueiro. Ao encontrarem alimento, dão meia-volta, se orientam na direção da entrada
    do formigueiro e voltam ao seu buraco em linha reta. Isso significa que elas sabiam exatamente onde estavam. Nós
    também somos capazes dessa proeza, mas só se estivermos aparelhados com mapa e bússola. Sem eles, a única
    maneira de voltarmos ao local de onde partimos é percorrendo o mesmo caminho, fazendo o mesmo zigue-zague da
    ida. Ainda assim, é preciso que nos lembremos do caminho ou que tenhamos deixado marcas de orientação.
    Visto que as formigas só saem à noite e numa paisagem onde não há informações visuais, de que forma elas
    se orientam era um mistério. Há alguns anos se descobriu que as formigas são capazes de determinar a direção em
    que caminham recorrendo à imagem das estrelas, informação, porém, insuficiente, pois elas precisam saber a
    distância que percorreram em cada direção. Conhecendo cada direção do zigue-zague e quantos metros caminharam
    em cada uma dessas direções, elas poderiam calcular sua localização exata. Se fosse esse o caso, então as formigas
    deveriam ter um meio de medir distâncias, uma espécie de hodômetro interno, semelhante aos que existem nos
    carros. Sugerido inicialmente em 1904, esse hodômetro agora foi descoberto.
    Os cientistas suspeitaram que as formigas determinam a distância que percorrem contando passos. Para
    testar essa hipótese, fizeram um experimento simples e engenhoso. Imaginaram que se alterassem o comprimento
    dos passos das formigas seriam capazes de induzi-las a errar a conta da distância.
    As formigas iam sendo capturadas pelos cientistas assim que elas encontravam o alimento e iniciavam a
    volta ao formigueiro. Num primeiro grupo, o comprimento das patas das formigas foi aumentado colando-se nelas
    uma espécie de perna de pau feita de pelo de porco. Com passos mais longos, as formigas desse grupo erravam a
    conta e ultrapassavam o buraco do formigueiro. Em outro grupo de formigas, os cientistas diminuíram o
    comprimento das patas através de uma amputação parcial. Por causa dos passos curtos, essas formigas paravam
    antes de chegar ao formigueiro.
    E, por último, os cientistas colocaram a “perna de pau” em formigas que acabavam de sair do formigueiro.
    Nesse caso, como elas contavam os passos maiores tanto na ida quanto na volta, o efeito da perna de pau se anulava
    e elas eram capazes de voltar com precisão ao formigueiro.
    A conclusão foi que o mecanismo de orientação das formigas é capaz de contar passos e integrar esse dado
    ao da direção em que elas caminharam. Nada mau para o cérebro relativamente simples de uma formiga.
    (REINACH, F. A longa marcha dos grilos canibais e outras crônicas sobre a vida no planeta Terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.)
    Considere que, no experimento descrito no texto, os cientistas testaram todas as possibilidades para combinar o trajeto de ida até a comida e tentativa de volta ao formigueiro, dentro das três possibilidades para cada trajeto (patas de tamanho reduzido, normal e aumentado). Eles montaram a tabela a seguir para registrar o experimento.

    imagem-027.jpg

    De acordo o padrão de contagem dos passos identificado por meio dos resultados expressos no texto (e reproduzidos na tabela), as conclusões que devem preencher os espaços indicados por A e por B, respectivamente, são
    Escolha uma alternativa para a questão 774b9fae-ab
  • 76156804-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    As criadoras do passômetro

    As formigas Cataglyphis sempre sabem onde estão. Quando saem para se alimentar, caminham em zigue-
    zague, distanciando-se do formigueiro. Ao encontrarem alimento, dão meia-volta, se orientam na direção da entrada
    do formigueiro e voltam ao seu buraco em linha reta. Isso significa que elas sabiam exatamente onde estavam. Nós
    também somos capazes dessa proeza, mas só se estivermos aparelhados com mapa e bússola. Sem eles, a única
    maneira de voltarmos ao local de onde partimos é percorrendo o mesmo caminho, fazendo o mesmo zigue-zague da
    ida. Ainda assim, é preciso que nos lembremos do caminho ou que tenhamos deixado marcas de orientação.
    Visto que as formigas só saem à noite e numa paisagem onde não há informações visuais, de que forma elas
    se orientam era um mistério. Há alguns anos se descobriu que as formigas são capazes de determinar a direção em
    que caminham recorrendo à imagem das estrelas, informação, porém, insuficiente, pois elas precisam saber a
    distância que percorreram em cada direção. Conhecendo cada direção do zigue-zague e quantos metros caminharam
    em cada uma dessas direções, elas poderiam calcular sua localização exata. Se fosse esse o caso, então as formigas
    deveriam ter um meio de medir distâncias, uma espécie de hodômetro interno, semelhante aos que existem nos
    carros. Sugerido inicialmente em 1904, esse hodômetro agora foi descoberto.
    Os cientistas suspeitaram que as formigas determinam a distância que percorrem contando passos. Para
    testar essa hipótese, fizeram um experimento simples e engenhoso. Imaginaram que se alterassem o comprimento
    dos passos das formigas seriam capazes de induzi-las a errar a conta da distância.
    As formigas iam sendo capturadas pelos cientistas assim que elas encontravam o alimento e iniciavam a
    volta ao formigueiro. Num primeiro grupo, o comprimento das patas das formigas foi aumentado colando-se nelas
    uma espécie de perna de pau feita de pelo de porco. Com passos mais longos, as formigas desse grupo erravam a
    conta e ultrapassavam o buraco do formigueiro. Em outro grupo de formigas, os cientistas diminuíram o
    comprimento das patas através de uma amputação parcial. Por causa dos passos curtos, essas formigas paravam
    antes de chegar ao formigueiro.
    E, por último, os cientistas colocaram a “perna de pau” em formigas que acabavam de sair do formigueiro.
    Nesse caso, como elas contavam os passos maiores tanto na ida quanto na volta, o efeito da perna de pau se anulava
    e elas eram capazes de voltar com precisão ao formigueiro.
    A conclusão foi que o mecanismo de orientação das formigas é capaz de contar passos e integrar esse dado
    ao da direção em que elas caminharam. Nada mau para o cérebro relativamente simples de uma formiga.
    (REINACH, F. A longa marcha dos grilos canibais e outras crônicas sobre a vida no planeta Terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.)
    Nesse fragmento, revelam-se etapas do método científico de investigação. Para convencer o leitor de que, de fato, esse texto está no universo do discurso científico, são usadas várias estratégias argumentativas, entre as quais se pode citar
    Escolha uma alternativa para a questão 76156804-ab
  • 73A18BB6-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Quando o vento sopra as velas e as ondas lambem o casco, Martine Grael e Kahena Kunze encontram o equilíbrio. Martine é popa, dá a direção. Kahena é proa, faz o barco andar. Uma sem a outra não chegam a lugar nenhum. Juntas, orientadas pelos ótimos resultados em regatas internacionais, as parceiras traçam rotas rumo à vaga olímpica. Até lá, se depender da crescente concorrência, a previsão do tempo não anuncia dias de calmaria. (...)
    Engana-se quem pensa que elas apenas pilotam, delegando os afazeres mecânicos a outras pessoas. As meninas circulam por aí com suas ferramentas e ficam encantadas diante de vitrines que exibam um alicate ou uma chave allen, enquanto muitas amigas (e esta repórter) mal sabem a diferença entre prego e parafuso. Isso porque, quando o vento não colabora com os treinos, a dupla passa horas arrumando cabos e velas e miudezas fundamentais para o desempenho na água. (...)
    Não há dúvida de que bons ventos sopram na direção de Martine e Kahena. Tomara que elas não
    precisem desviar de um sofá, como já aconteceu, para navegar rumo à medalha de ouro
    .

    Disponível em: http://www.istoe2016.com.br/posts/mar-de-rosas. Acesso em 15.07.14.

    No relato da preparação das atletas olímpicas, o texto recorre a palavras e ideias que enfatizam a sincronia da dupla como elemento fundamental para seu desempenho. Que trecho confirma essa ideia?
    Escolha uma alternativa para a questão 73a18bb6-ab
  • 670A649F-AB

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    imagem-007.jpg

    O vírus Ebola, que já matou mais de 1 000 pessoas no recente surto ocorrido em países da África, não apresenta, até o momento, um tratamento ou vacina específicos. O vírus é transmitido por meio do contato com sangue, secreções ou outros fluidos corporais e possui uma taxa de mortalidade entre 50% e 70% dos doentes infectados. Os pacientes que conseguem se curar da doença, assim que se recuperam, são convidados a ajudar a tratar dos doentes. Esse procedimento pode ser considerado válido porque
    Escolha uma alternativa para a questão 670a649f-ab
  • 65D43ED9-AB

    Física

    Calorimetria
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Por que sentimos frio no inverno?

    (...) Quando pressionadas por uma resposta para
    "Por que sentimos frio no inverno," muitas vezes as
    pessoas respondem que é pelo fato de a Terra estar mais
    distante do Sol no "inverno", recebendo assim menos luz e
    tornando-se mais fria. Isso está errado. (...) Se
    considerarmos que a variação da distância orbital entre a
    Terra e o Sol, durante o ano, é de cerca de 5.000.000
    quilômetros, o que é cerca de 800 vezes maior que o raio
    da Terra, podemos ver que todas as regiões da Terra são
    afetadas praticamente da mesma forma por esta
    variação. Portanto, não é a causa de mudanças sazonais.
    No entanto, o fato de as estações serem diferentes
    entre os hemisférios sul e norte sugere que a inclinação do
    eixo de rotação Terra é a razão para as estações do ano. E
    isso é verdade. Uma vez que a inclinação da Terra
    permanece constante, durante o inverno do hemisfério
    norte, o hemisfério norte aponta para longe do Sol. Este
    ângulo faz com que o Sol seja mais baixo no céu, aqueça o
    solo de forma menos eficiente e reduza os dias, causando
    o frio. Mas a resposta "inclinação da Terra" sempre me
    pareceu um pouco superficial, já que ela não responde à
    pergunta mais interessante: por que sentimos frio?
    A resposta mais direta é que nós não sentimos o
    frio. De fato, os seres humanos e outros animais não
    sentem a temperatura das coisas. O que nós realmente
    sentimos é o fluxo de calor causada por diferenças de
    temperatura. Sentimos "a transferência de calor." Isso
    não é uma distinção trivial. Tudo num forno aquecido está
    à mesma temperatura, mas tocar uma forma de bolo
    metálica causará mais dor que tocar o ar circundante,
    porque a transferência de calor a partir da forma é rápida
    e intensa, enquanto que a troca de calor com o ar é lenta
    e pouco intensa. (...)

    Traduzido de: http://www.michigandaily.com/opinion/11barry-
    belmont-being-cold14 . Acesso em 25.07.14.

    Em uma manhã de inverno, a sensação de frio ao tocar um metal, como uma parte de uma bicicleta, é maior do que ao tocarmos uma madeira, como uma árvore, porque
    Escolha uma alternativa para a questão 65d43ed9-ab
  • 64888FEF-AB

    Geografia

    Clima
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Por que sentimos frio no inverno?

    (...) Quando pressionadas por uma resposta para
    "Por que sentimos frio no inverno," muitas vezes as
    pessoas respondem que é pelo fato de a Terra estar mais
    distante do Sol no "inverno", recebendo assim menos luz e
    tornando-se mais fria. Isso está errado. (...) Se
    considerarmos que a variação da distância orbital entre a
    Terra e o Sol, durante o ano, é de cerca de 5.000.000
    quilômetros, o que é cerca de 800 vezes maior que o raio
    da Terra, podemos ver que todas as regiões da Terra são
    afetadas praticamente da mesma forma por esta
    variação. Portanto, não é a causa de mudanças sazonais.
    No entanto, o fato de as estações serem diferentes
    entre os hemisférios sul e norte sugere que a inclinação do
    eixo de rotação Terra é a razão para as estações do ano. E
    isso é verdade. Uma vez que a inclinação da Terra
    permanece constante, durante o inverno do hemisfério
    norte, o hemisfério norte aponta para longe do Sol. Este
    ângulo faz com que o Sol seja mais baixo no céu, aqueça o
    solo de forma menos eficiente e reduza os dias, causando
    o frio. Mas a resposta "inclinação da Terra" sempre me
    pareceu um pouco superficial, já que ela não responde à
    pergunta mais interessante: por que sentimos frio?
    A resposta mais direta é que nós não sentimos o
    frio. De fato, os seres humanos e outros animais não
    sentem a temperatura das coisas. O que nós realmente
    sentimos é o fluxo de calor causada por diferenças de
    temperatura. Sentimos "a transferência de calor." Isso
    não é uma distinção trivial. Tudo num forno aquecido está
    à mesma temperatura, mas tocar uma forma de bolo
    metálica causará mais dor que tocar o ar circundante,
    porque a transferência de calor a partir da forma é rápida
    e intensa, enquanto que a troca de calor com o ar é lenta
    e pouco intensa. (...)

    Traduzido de: http://www.michigandaily.com/opinion/11barry-
    belmont-being-cold14 . Acesso em 25.07.14.

    Durante o inverno, o Sol fica mais baixo no céu. Ao meio dia de um dia ensolarado de inverno, a sombra de uma pessoa
    Escolha uma alternativa para a questão 64888fef-ab