Questões do ENEM 2017

Questões aplicadas na prova de 2017, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.793 questões encontradas. Mostrando a página 29 de 90.

  • F3E4B8AF-DD

    Inglês

    Adjetivos | Adjectives
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017

    Chuck Berry, rock ‘n’ roll pioneer, dead at 90
    By Ralph Ellis, Todd Leopold and Tony Marco, CNN
    Updated 0212 GMT (1012 HKT) March 19, 2017

    (CNN)Chuck Berry, a music pioneer often called “the Father of Rock ‘n’ Roll,” died Saturday at his home outside St. Louis, his verified Facebook page said. He was 90.
    A post on the St. Charles County police Facebook page said officers responded to a medical emergency at the residence around 12:40 p.m. (1:40 p.m. ET) Saturday and found an unresponsive man inside. Resuscitation efforts failed.
    “The St. Charles County Police Department sadly confirms the death of Charles Edward Anderson Berry Sr., better known as legendary musician Chuck Berry.”
    A musical legend
    Berry wrote and recorded “Johnny B. Goode” and “Sweet Little Sixteen” -- songs every garage band and fledgling guitarist had to learn if they wanted to enter the rock ‘n’ roll fellowship.
    Berry took all-night hamburger stands, brown-eyed handsome men and V-8 Fords and turned them into the stuff of American poetry. By doing so, he gave rise to followers beyond number, bar-band disciples of the electric guitar, who carried his musical message to the far corners of the Earth.
    Some of his most famous followers praised him on social media.
    Bruce Springsteen tweeted: “Chuck Berry was rock’s greatest practitioner, guitarist, and the greatest pure rock ‘n’ roll writer who ever lived.”
    Chuck Berry was rock’s greatest practitioner, guitarist, and the greatest pure rock ‘n’ roll writer who ever lived.
    The Rolling Stones posted on their website: “The Rolling Stones are deeply saddened to hear of the passing of Chuck Berry. He was a true pioneer of rock ‘n’ roll and a massive influence on us. Chuck was not only a brilliant guitarist, singer and performer, but most importantly, he was a master craftsman as a songwriter. His songs will live forever. “
    But it was perhaps John Lennon -- who died in 1980 -- who put it most succinctly. “If you tried to give rock and roll another name, you might call it ‘Chuck Berry.’”
    The list of Berry’s classics is as well-known as his distinctive, chiming “Chuck Berry riff”: “Maybellene.” “Around and Around.” “Brown-Eyed Handsome Man.” “School Days.” “Memphis.” “Nadine.” “No Particular Place to Go.”
    They were deceptively simple tunes, many constructed with simple chord progressions and classic verse-chorus-verse formats, but their hearts could be as big as teenage hopes on a Saturday night.
    His music even went into outer space. When the two Voyager spacecrafts were launched in 1977, each was accompanied on its journey to the outer reaches of the solar system by a phonograph record that contained sounds of Earth -- including “Johnny B. Goode.”
    www.cnn.com

    The alternative which lists only words used as adjectives in the text is

    Escolha uma alternativa para a questão f3e4b8af-dd
  • F3E13F38-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão

    01 No desequilíbrio dos mares,
    02 as proas giram sozinhas…
    03 Numa das naves que afundaram
    04 é que certamente tu vinhas.

    05 Eu te esperei todos os séculos
    06 sem desespero e sem desgosto,
    07 e morri de infinitas mortes
    08 guardando sempre o mesmo rosto

    09 Quando as ondas te carregaram
    10 meu olhos, entre águas e areias,
    11 cegaram como os das estátuas,
    12 a tudo quanto existe alheias.

    13 Minhas mãos pararam sobre o ar
    14 e endureceram junto ao vento,
    15 e perderam a cor que tinham
    16 e a lembrança do movimento.

    17 E o sorriso que eu te levava
    18 desprendeu-se e caiu de mim:
    19 e só talvez ele ainda viva
    20 dentro destas águas sem fim.
    Cecília Meireles, “Canção” 
    A partir do poema “Canção”, considere as seguintes afirmações:

    I. Os versos Eu te esperei todos os séculos (verso 05) e e morri de infinitas mortes (verso 07) lançam mão da figura de linguagem conhecida como hipérbole.
    II. Na última estrofe E o sorriso que eu te levava/desprendeu-se e caiu de mim:/e só talvez ele ainda viva/dentro destas águas sem fim, o eu lírico sinaliza uma superação das suas dores amorosas.
    III. A referência a “estátuas”, no poema, nos faz classificar “Canção” como um poema parnasiano tardio.

    Assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão f3e13f38-dd
  • F3DE081A-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão

    01 No desequilíbrio dos mares,
    02 as proas giram sozinhas…
    03 Numa das naves que afundaram
    04 é que certamente tu vinhas.

    05 Eu te esperei todos os séculos
    06 sem desespero e sem desgosto,
    07 e morri de infinitas mortes
    08 guardando sempre o mesmo rosto

    09 Quando as ondas te carregaram
    10 meu olhos, entre águas e areias,
    11 cegaram como os das estátuas,
    12 a tudo quanto existe alheias.

    13 Minhas mãos pararam sobre o ar
    14 e endureceram junto ao vento,
    15 e perderam a cor que tinham
    16 e a lembrança do movimento.

    17 E o sorriso que eu te levava
    18 desprendeu-se e caiu de mim:
    19 e só talvez ele ainda viva
    20 dentro destas águas sem fim.
    Cecília Meireles, “Canção” 
    Assinale a alternativa correta sobre Cecília Meireles e o Modernismo brasileiro.
    Escolha uma alternativa para a questão f3de081a-dd
  • F3DB07E2-DD

    Português

    Denotação e Conotação
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    01 Acreditei que se amasse de novo

    02 esqueceria outros

    03 pelo menos três ou quatro rostos que amei

    04 Num delírio de arquivística

    05 organizei a memória em alfabetos

    06 como quem conta carneiros e amansa

    07 no entanto flanco aberto não esqueço

    08 e amo em ti os outros rostos


    09 Qual tarde de maio.

    10 Como um trunfo escondido na manga

    11 carrego comigo tua última carta

    12 cortada

    13 uma cartada.

    14 Não, amor, isto não é literatura

    Ana Cristina Cesar, “Contagem regressiva”


    01 No desequilíbrio dos mares,
    02 as proas giram sozinhas…
    03 Numa das naves que afundaram
    04 é que certamente tu vinhas.

    05 Eu te esperei todos os séculos
    06 sem desespero e sem desgosto,
    07 e morri de infinitas mortes
    08 guardando sempre o mesmo rosto

    09 Quando as ondas te carregaram
    10 meu olhos, entre águas e areias,
    11 cegaram como os das estátuas,
    12 a tudo quanto existe alheias.

    13 Minhas mãos pararam sobre o ar
    14 e endureceram junto ao vento,
    15 e perderam a cor que tinham
    16 e a lembrança do movimento.

    17 E o sorriso que eu te levava
    18 desprendeu-se e caiu de mim:
    19 e só talvez ele ainda viva
    20 dentro destas águas sem fim.
    Cecília Meireles, “Canção” 
    Em relação aos poemas “Contagem regressiva”, de Ana Cristina Cesar, e “Canção”, de Cecília Meireles, considere a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão f3db07e2-dd
  • F3D808FF-DD

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão

    01 Acreditei que se amasse de novo
    02 esqueceria outros
    03 pelo menos três ou quatro rostos que amei
    04 Num delírio de arquivística
    05 organizei a memória em alfabetos
    06 como quem conta carneiros e amansa
    07 no entanto flanco aberto não esqueço
    08 e amo em ti os outros rostos

    09 Qual tarde de maio.
    10 Como um trunfo escondido na manga
    11 carrego comigo tua última carta
    12 cortada
    13 uma cartada.
    14 Não, amor, isto não é literatura
    Ana Cristina Cesar, “Contagem regressiva”
    Assinale a alternativa correta sobre o fragmento do poema “Contagem regressiva”.
    Escolha uma alternativa para a questão f3d808ff-dd
  • F3D443A2-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão

    01 Acreditei que se amasse de novo
    02 esqueceria outros
    03 pelo menos três ou quatro rostos que amei
    04 Num delírio de arquivística
    05 organizei a memória em alfabetos
    06 como quem conta carneiros e amansa
    07 no entanto flanco aberto não esqueço
    08 e amo em ti os outros rostos

    09 Qual tarde de maio.
    10 Como um trunfo escondido na manga
    11 carrego comigo tua última carta
    12 cortada
    13 uma cartada.
    14 Não, amor, isto não é literatura
    Ana Cristina Cesar, “Contagem regressiva”
    A partir do texto acima, um fragmento do poema “Contagem regressiva”, de Ana Cristina Cesar, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão f3d443a2-dd
  • F3CFEF26-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017
    Esmeralda Vailati Negrão, “A cartografia sintática”, em Novos caminhos da linguística 
    Assinale a alternativa com relação correta entre sinônimos, tendo em vista o emprego das palavras no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão f3cfef26-dd
  • F3CC79D7-DD

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017
    Esmeralda Vailati Negrão, “A cartografia sintática”, em Novos caminhos da linguística 
    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão f3cc79d7-dd
  • F3C91161-DD

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017
    Esmeralda Vailati Negrão, “A cartografia sintática”, em Novos caminhos da linguística 
    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão f3c91161-dd
  • F3C076F0-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017
    Esmeralda Vailati Negrão, “A cartografia sintática”, em Novos caminhos da linguística 
    Observe as afirmações.

    I. A linguagem humana nem sempre foi, ao longo da história, tratada de modo a considerá-la como um objeto científico.
    II. A linguagem humana pode ser compreendida por uma perspectiva científica, que efetua recortes de observação, geradores, por sua vez, de diferentes modos de observação e análise.
    III. A natureza humana é muito complexa, o que exige que se façam abstrações científicas que implicam desconsiderar a linguagem como um elemento possível de observação e análise.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão f3c076f0-dd
  • F3B9F30F-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017
    Esmeralda Vailati Negrão, “A cartografia sintática”, em Novos caminhos da linguística 
    Observe as afirmações.

    I. Pela existência de apenas uma teoria única e singular será possível compreender a natureza multifacetada da linguagem na vida dos seres humanos.
    II. A complexidade da linguagem humana demanda a necessidade de diferentes perspectivas científicas, que procurarão, cada uma a seu modo, explicar características diversas de uma realidade multifacetada.
    III. A natureza multifacetada da linguagem humana se deve ao fato de que existem diferentes recortes científicos e abstrações que procuram compreender as línguas e seus usos.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão f3b9f30f-dd
  • EC0B96D6-DC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de Marília · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

             Drinking coffee could help you live longer Coffee not only helps you feel full of beans, it might add years to your life as well, two major studies have shown. Scientists in Europe and the US have uncovered the clearest evidence yet that drinking coffee reduces the risk of death.

             One study of more than half a million people from 10 European countries found that men who downed at least three cups of coffee a day were 18% less likely to die from any cause than non-coffee drinkers. Women drinking the same amount benefited less, but still experienced an 8% reduction in mortality over the period measured.

            Similar results were reported by American scientists who conducted a separate investigation, recruiting 185855 participants from different ethnic backgrounds. Irrespective of ethnicity, people who drank two to three cups of coffee daily had an 18% reduced risk of death.

            Each of the studies, both published in the journal Annals of Internal Medicine, showed no advantage from drinking either caffeinated or decaffeinated coffee. Experts believe the antioxidant plant compounds in coffee rather than caffeine are responsible for the life-extending effect. Previous research has suggested that drinking coffee can reduce the risk of heart disease, diabetes, liver disease, and some cancers.

             Dr Marc Gunter, from the International Agency for Research on Cancer, who led the European study with colleagues from Imperial College London, said: “We found that higher coffee consumption was associated with a lower risk of death from any cause and specifically for circulatory diseases and digestive diseases. Importantly, these results were similar across all of the 10 European countries, with variable coffee drinking habits and customs. Our study also offers important insights into the possible mechanisms for the beneficial health effects of coffee.”


    (www.huffingtonpost.co.uk, 11.07.2017. Adaptado.)

    De acordo com o quinto parágrafo,
    Escolha uma alternativa para a questão ec0b96d6-dc
  • EC0755B3-DC

    Inglês

    Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions
    Faculdade de Medicina de Marília · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

             Drinking coffee could help you live longer Coffee not only helps you feel full of beans, it might add years to your life as well, two major studies have shown. Scientists in Europe and the US have uncovered the clearest evidence yet that drinking coffee reduces the risk of death.

             One study of more than half a million people from 10 European countries found that men who downed at least three cups of coffee a day were 18% less likely to die from any cause than non-coffee drinkers. Women drinking the same amount benefited less, but still experienced an 8% reduction in mortality over the period measured.

            Similar results were reported by American scientists who conducted a separate investigation, recruiting 185855 participants from different ethnic backgrounds. Irrespective of ethnicity, people who drank two to three cups of coffee daily had an 18% reduced risk of death.

            Each of the studies, both published in the journal Annals of Internal Medicine, showed no advantage from drinking either caffeinated or decaffeinated coffee. Experts believe the antioxidant plant compounds in coffee rather than caffeine are responsible for the life-extending effect. Previous research has suggested that drinking coffee can reduce the risk of heart disease, diabetes, liver disease, and some cancers.

             Dr Marc Gunter, from the International Agency for Research on Cancer, who led the European study with colleagues from Imperial College London, said: “We found that higher coffee consumption was associated with a lower risk of death from any cause and specifically for circulatory diseases and digestive diseases. Importantly, these results were similar across all of the 10 European countries, with variable coffee drinking habits and customs. Our study also offers important insights into the possible mechanisms for the beneficial health effects of coffee.”


    (www.huffingtonpost.co.uk, 11.07.2017. Adaptado.)

    No trecho do segundo parágrafo “Women drinking the same amount benefited less, but still experienced an 8% reduction in mortality”, a palavra em destaque indica uma ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão ec0755b3-dc
  • EC03B7B6-DC

    Inglês

    Sinônimos | Synonyms
    Faculdade de Medicina de Marília · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

             Drinking coffee could help you live longer Coffee not only helps you feel full of beans, it might add years to your life as well, two major studies have shown. Scientists in Europe and the US have uncovered the clearest evidence yet that drinking coffee reduces the risk of death.

             One study of more than half a million people from 10 European countries found that men who downed at least three cups of coffee a day were 18% less likely to die from any cause than non-coffee drinkers. Women drinking the same amount benefited less, but still experienced an 8% reduction in mortality over the period measured.

            Similar results were reported by American scientists who conducted a separate investigation, recruiting 185855 participants from different ethnic backgrounds. Irrespective of ethnicity, people who drank two to three cups of coffee daily had an 18% reduced risk of death.

            Each of the studies, both published in the journal Annals of Internal Medicine, showed no advantage from drinking either caffeinated or decaffeinated coffee. Experts believe the antioxidant plant compounds in coffee rather than caffeine are responsible for the life-extending effect. Previous research has suggested that drinking coffee can reduce the risk of heart disease, diabetes, liver disease, and some cancers.

             Dr Marc Gunter, from the International Agency for Research on Cancer, who led the European study with colleagues from Imperial College London, said: “We found that higher coffee consumption was associated with a lower risk of death from any cause and specifically for circulatory diseases and digestive diseases. Importantly, these results were similar across all of the 10 European countries, with variable coffee drinking habits and customs. Our study also offers important insights into the possible mechanisms for the beneficial health effects of coffee.”


    (www.huffingtonpost.co.uk, 11.07.2017. Adaptado.)

    In the excerpt from the second paragraph “18% less likely to die”, the word in bold can be replaced, without changing the meaning of the sentence, by
    Escolha uma alternativa para a questão ec03b7b6-dc
  • EBFF4B36-DC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de Marília · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

             Drinking coffee could help you live longer Coffee not only helps you feel full of beans, it might add years to your life as well, two major studies have shown. Scientists in Europe and the US have uncovered the clearest evidence yet that drinking coffee reduces the risk of death.

             One study of more than half a million people from 10 European countries found that men who downed at least three cups of coffee a day were 18% less likely to die from any cause than non-coffee drinkers. Women drinking the same amount benefited less, but still experienced an 8% reduction in mortality over the period measured.

            Similar results were reported by American scientists who conducted a separate investigation, recruiting 185855 participants from different ethnic backgrounds. Irrespective of ethnicity, people who drank two to three cups of coffee daily had an 18% reduced risk of death.

            Each of the studies, both published in the journal Annals of Internal Medicine, showed no advantage from drinking either caffeinated or decaffeinated coffee. Experts believe the antioxidant plant compounds in coffee rather than caffeine are responsible for the life-extending effect. Previous research has suggested that drinking coffee can reduce the risk of heart disease, diabetes, liver disease, and some cancers.

             Dr Marc Gunter, from the International Agency for Research on Cancer, who led the European study with colleagues from Imperial College London, said: “We found that higher coffee consumption was associated with a lower risk of death from any cause and specifically for circulatory diseases and digestive diseases. Importantly, these results were similar across all of the 10 European countries, with variable coffee drinking habits and customs. Our study also offers important insights into the possible mechanisms for the beneficial health effects of coffee.”


    (www.huffingtonpost.co.uk, 11.07.2017. Adaptado.)

    The excerpt from the first paragraph “helps you feel full of beans” means that coffee helps to
    Escolha uma alternativa para a questão ebff4b36-dc
  • EBFC10C3-DC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de Marília · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

             Drinking coffee could help you live longer Coffee not only helps you feel full of beans, it might add years to your life as well, two major studies have shown. Scientists in Europe and the US have uncovered the clearest evidence yet that drinking coffee reduces the risk of death.

             One study of more than half a million people from 10 European countries found that men who downed at least three cups of coffee a day were 18% less likely to die from any cause than non-coffee drinkers. Women drinking the same amount benefited less, but still experienced an 8% reduction in mortality over the period measured.

            Similar results were reported by American scientists who conducted a separate investigation, recruiting 185855 participants from different ethnic backgrounds. Irrespective of ethnicity, people who drank two to three cups of coffee daily had an 18% reduced risk of death.

            Each of the studies, both published in the journal Annals of Internal Medicine, showed no advantage from drinking either caffeinated or decaffeinated coffee. Experts believe the antioxidant plant compounds in coffee rather than caffeine are responsible for the life-extending effect. Previous research has suggested that drinking coffee can reduce the risk of heart disease, diabetes, liver disease, and some cancers.

             Dr Marc Gunter, from the International Agency for Research on Cancer, who led the European study with colleagues from Imperial College London, said: “We found that higher coffee consumption was associated with a lower risk of death from any cause and specifically for circulatory diseases and digestive diseases. Importantly, these results were similar across all of the 10 European countries, with variable coffee drinking habits and customs. Our study also offers important insights into the possible mechanisms for the beneficial health effects of coffee.”


    (www.huffingtonpost.co.uk, 11.07.2017. Adaptado.)

    De acordo com o texto,
    Escolha uma alternativa para a questão ebfc10c3-dc
  • EBAF4BF4-DC

    Português

    Análise sintática
    Faculdade de Medicina de Marília · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

            Em 2010, cientistas realizaram um experimento especialmente tocante com ratos. Eles trancaram um rato numa gaiola minúscula, colocaram-na dentro de um compartimento maior e deixaram que outro rato vagasse livremente por esse compartimento. O rato engaiolado demonstrou sinais de estresse, o que fez com que o rato solto também demonstrasse sinais de ansiedade e estresse. Na maioria dos casos, o rato solto tentava ajudar seu companheiro aprisionado e, depois de várias tentativas, conseguia abrir a gaiola e libertar o prisioneiro. Os pesquisadores repetiram o experimento, dessa vez pondo um chocolate no compartimento. O rato livre tinha de escolher entre libertar o prisioneiro e ficar com o chocolate só para ele. Muitos ratos preferiram primeiro soltar o companheiro e dividir o chocolate (embora uns poucos tenham mostrado mais egoísmo, provando com isso que alguns ratos são mais maldosos que outros).

          Os céticos descartaram essas conclusões, alegando que o rato livre liberta o prisioneiro não por ser movido por empatia, mas simplesmente para parar com os incomodativos sinais de estresse apresentados pelo companheiro. Os ratos seriam motivados pelas sensações desagradáveis que sentem e não buscam nada além de exterminá-las. Pode ser. Mas poderíamos dizer o mesmo sobre nós, humanos. Quando dou dinheiro a um mendigo, estou reagindo às sensações desagradáveis que sua visão provoca em mim? Realmente me importo com ele, ou só quero me sentir melhor?

        Na essência, nós humanos não somos diferentes de ratos, golfinhos ou chimpanzés. Como eles, tampouco temos alma. Como nós, eles também têm consciência e um complexo mundo de sensações e emoções. É claro que todo animal tem traços e talentos exclusivos. Os humanos têm suas aptidões especiais. Não deveríamos humanizar os animais desnecessariamente, imaginando que são apenas uma versão mais peluda de nós mesmos. Isso não só configura uma ciência ruim, como igualmente nos impede de compreender e valorizar outros animais em seus próprios termos. (Homo Deus, 2016.)

    Assinale a alternativa em que a oração subordinada indica uma finalidade.
    Escolha uma alternativa para a questão ebaf4bf4-dc
  • EBAC54C0-DC

    Português

    Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)
    Faculdade de Medicina de Marília · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

            Em 2010, cientistas realizaram um experimento especialmente tocante com ratos. Eles trancaram um rato numa gaiola minúscula, colocaram-na dentro de um compartimento maior e deixaram que outro rato vagasse livremente por esse compartimento. O rato engaiolado demonstrou sinais de estresse, o que fez com que o rato solto também demonstrasse sinais de ansiedade e estresse. Na maioria dos casos, o rato solto tentava ajudar seu companheiro aprisionado e, depois de várias tentativas, conseguia abrir a gaiola e libertar o prisioneiro. Os pesquisadores repetiram o experimento, dessa vez pondo um chocolate no compartimento. O rato livre tinha de escolher entre libertar o prisioneiro e ficar com o chocolate só para ele. Muitos ratos preferiram primeiro soltar o companheiro e dividir o chocolate (embora uns poucos tenham mostrado mais egoísmo, provando com isso que alguns ratos são mais maldosos que outros).

          Os céticos descartaram essas conclusões, alegando que o rato livre liberta o prisioneiro não por ser movido por empatia, mas simplesmente para parar com os incomodativos sinais de estresse apresentados pelo companheiro. Os ratos seriam motivados pelas sensações desagradáveis que sentem e não buscam nada além de exterminá-las. Pode ser. Mas poderíamos dizer o mesmo sobre nós, humanos. Quando dou dinheiro a um mendigo, estou reagindo às sensações desagradáveis que sua visão provoca em mim? Realmente me importo com ele, ou só quero me sentir melhor?

        Na essência, nós humanos não somos diferentes de ratos, golfinhos ou chimpanzés. Como eles, tampouco temos alma. Como nós, eles também têm consciência e um complexo mundo de sensações e emoções. É claro que todo animal tem traços e talentos exclusivos. Os humanos têm suas aptidões especiais. Não deveríamos humanizar os animais desnecessariamente, imaginando que são apenas uma versão mais peluda de nós mesmos. Isso não só configura uma ciência ruim, como igualmente nos impede de compreender e valorizar outros animais em seus próprios termos. (Homo Deus, 2016.)

    “Os ratos seriam motivados pelas sensações desagradáveis que sentem” (2o parágrafo)

    Assinale a alternativa que expressa, na voz ativa, o conteúdo dessa oração.

    Escolha uma alternativa para a questão ebac54c0-dc
  • EBA8AF47-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de Marília · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

            Em 2010, cientistas realizaram um experimento especialmente tocante com ratos. Eles trancaram um rato numa gaiola minúscula, colocaram-na dentro de um compartimento maior e deixaram que outro rato vagasse livremente por esse compartimento. O rato engaiolado demonstrou sinais de estresse, o que fez com que o rato solto também demonstrasse sinais de ansiedade e estresse. Na maioria dos casos, o rato solto tentava ajudar seu companheiro aprisionado e, depois de várias tentativas, conseguia abrir a gaiola e libertar o prisioneiro. Os pesquisadores repetiram o experimento, dessa vez pondo um chocolate no compartimento. O rato livre tinha de escolher entre libertar o prisioneiro e ficar com o chocolate só para ele. Muitos ratos preferiram primeiro soltar o companheiro e dividir o chocolate (embora uns poucos tenham mostrado mais egoísmo, provando com isso que alguns ratos são mais maldosos que outros).

          Os céticos descartaram essas conclusões, alegando que o rato livre liberta o prisioneiro não por ser movido por empatia, mas simplesmente para parar com os incomodativos sinais de estresse apresentados pelo companheiro. Os ratos seriam motivados pelas sensações desagradáveis que sentem e não buscam nada além de exterminá-las. Pode ser. Mas poderíamos dizer o mesmo sobre nós, humanos. Quando dou dinheiro a um mendigo, estou reagindo às sensações desagradáveis que sua visão provoca em mim? Realmente me importo com ele, ou só quero me sentir melhor?

        Na essência, nós humanos não somos diferentes de ratos, golfinhos ou chimpanzés. Como eles, tampouco temos alma. Como nós, eles também têm consciência e um complexo mundo de sensações e emoções. É claro que todo animal tem traços e talentos exclusivos. Os humanos têm suas aptidões especiais. Não deveríamos humanizar os animais desnecessariamente, imaginando que são apenas uma versão mais peluda de nós mesmos. Isso não só configura uma ciência ruim, como igualmente nos impede de compreender e valorizar outros animais em seus próprios termos. (Homo Deus, 2016.)

    Segundo os céticos, os ratos
    Escolha uma alternativa para a questão eba8af47-dc
  • EBA510D4-DC

    Português

    Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas
    Faculdade de Medicina de Marília · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho inicial do livro Corações sujos, de Fernando Morais, para responder à questão.


            A voz rouca e arrastada parecia vir de outro mundo. Eram pontualmente nove horas da manhã do dia 1º de janeiro de 1946 quando ela soou nos alto-falantes dos rádios de todo o Japão. A pronúncia das primeiras sílabas foi suficiente para que 100 milhões de pessoas identificassem quem falava. Era a mesma voz que quatro meses antes se dirigira aos japoneses, pela primeira vez em 5 mil anos de história do país, para anunciar que havia chegado o momento de “suportar o insuportável”: a rendição do Japão às forças aliadas na Segunda Guerra Mundial. Mas agora o dono da voz, Sua Majestade o imperador Hiroíto, tinha revelações ainda mais espantosas a fazer a seus súditos. Embora ele falasse em keigo − uma forma arcaica do idioma, reservada aos Filhos dos Céus e repleta de expressões chinesas que nem todos compreendiam bem −, todos entenderam o que Hiroíto dizia: ao contrário do que os japoneses acreditavam desde tempos imemoriais, ele não era uma divindade. O imperador leu uma declaração de poucas linhas, escrita de próprio punho. Aquela era mais uma imposição dos vencedores da guerra. Entre as exigências feitas pelos Aliados para que ele permanecesse no trono, estava a “Declaração da Condição Humana”. Ou seja, a renúncia pública à divindade, que naquele momento Hiroíto cumpria resignado:

           “Os laços que nos unem a vós, nossos súditos, não são o resultado da mitologia ou de lendas. Não se baseiam jamais no falso conceito de que o imperador é deus ou qualquer outra divindade viva.”

          Petrificados, milhões de japoneses tomaram consciência da verdade que ninguém jamais imaginara ouvir: diferentemente do que lhes fora ensinado nas escolas e nos templos xintoístas, Hiroíto reconhecia que era filho de dois seres humanos, o imperador Taisho e a imperatriz Sadako, e não um descendente de Amaterasu Omikami, a deusa do Sol. Foi como se tivessem jogado sal na ferida que a rendição, ocorrida em agosto do ano anterior, havia aberto na alma dos japoneses. O temido Exército Imperial do Japão, que em inacreditáveis 2600 anos de guerras jamais sofrera uma única derrota, tinha sido aniquilado pelos Aliados. O novo xogum, o chefe supremo de todos os japoneses, agora era um gaijin, um estrangeiro, o general americano Douglas MacArthur, a quem eram obrigados a se referir, respeitosamente, como Maca-san, o “senhor Mac”. Como se não bastasse tamanho padecimento, o Japão descobria que o imperador Hiroíto era apenas um mortal, como qualquer um dos demais 100 milhões de cidadãos japoneses.


    (Corações sujos, 2000.)

    “O temido Exército Imperial do Japão, que em inacreditáveis 2600 anos de guerras jamais sofrera uma única derrota, tinha sido aniquilado pelos Aliados.” (3o parágrafo)

    A oração destacada é uma oração subordinada

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