Questões do ENEM 2020

Questões aplicadas na prova de 2020, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

824 questões encontradas. Mostrando a página 21 de 42.

  • 0C55CC72-88

    Biologia

    Moléculas, células e tecidos
    CEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.

    A temida altitude: Flamengo só venceu um dos cinco jogos acima de 3000 metros na libertadores.

    Com apenas 26,6% de aproveitamento nas maiores alturas do continente, o Rubro-Negro já experimentou diferentes tipos de aclimatação à altitude desde 1983. Único triunfo foi em 2008 no Peru. Preocupada, a diretoria do Flamengo preparou uma força-tarefa anti-altitude que envolve: vitaminas e exercícios respiratórios com os jogadore ; escolta de ambulância durante toda a estadia em Oruro; 10 cilindros de oxigênio, que só serão usados em eventuais emergências e não serão exibidos para não assustar os atletas. Além disso, para minimizar os efeitos dos 3.700 metros, o Flamengo ficará em Santa Cruz de la Sierra - 400 metros acima do mar - até horas antes do jogo. 

    Disponível em: https://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/ noticia/a-temida-altitude-flamengo-so-venceu-um-dos-cinco-jogosacima-de-3000-metros-na-libertadores.ghtml Acesso em 16/05/2020. Adaptado

    A função primordial do gás contido nos 10 cilindros, citados na reportagem , durante a respiração celular dos atletas é:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c55cc72-88
  • 0C532B00-88

    Biologia

    Hereditariedade e diversidade da vida
    CEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.

    A temida altitude: Flamengo só venceu um dos cinco jogos acima de 3000 metros na libertadores.

    Com apenas 26,6% de aproveitamento nas maiores alturas do continente, o Rubro-Negro já experimentou diferentes tipos de aclimatação à altitude desde 1983. Único triunfo foi em 2008 no Peru. Preocupada, a diretoria do Flamengo preparou uma força-tarefa anti-altitude que envolve: vitaminas e exercícios respiratórios com os jogadore ; escolta de ambulância durante toda a estadia em Oruro; 10 cilindros de oxigênio, que só serão usados em eventuais emergências e não serão exibidos para não assustar os atletas. Além disso, para minimizar os efeitos dos 3.700 metros, o Flamengo ficará em Santa Cruz de la Sierra - 400 metros acima do mar - até horas antes do jogo. 

    Disponível em: https://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/ noticia/a-temida-altitude-flamengo-so-venceu-um-dos-cinco-jogosacima-de-3000-metros-na-libertadores.ghtml Acesso em 16/05/2020. Adaptado

    Segundo os geneticistas, o processo de aclimatação fisiológica à altitude é um exemplo clássico do conceito intitulado:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c532b00-88
  • 0C4FAE12-88

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    CEDERJ · 2020MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.

    A temida altitude: Flamengo só venceu um dos cinco jogos acima de 3000 metros na libertadores.

    Com apenas 26,6% de aproveitamento nas maiores alturas do continente, o Rubro-Negro já experimentou diferentes tipos de aclimatação à altitude desde 1983. Único triunfo foi em 2008 no Peru. Preocupada, a diretoria do Flamengo preparou uma força-tarefa anti-altitude que envolve: vitaminas e exercícios respiratórios com os jogadore ; escolta de ambulância durante toda a estadia em Oruro; 10 cilindros de oxigênio, que só serão usados em eventuais emergências e não serão exibidos para não assustar os atletas. Além disso, para minimizar os efeitos dos 3.700 metros, o Flamengo ficará em Santa Cruz de la Sierra - 400 metros acima do mar - até horas antes do jogo. 

    Disponível em: https://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/ noticia/a-temida-altitude-flamengo-so-venceu-um-dos-cinco-jogosacima-de-3000-metros-na-libertadores.ghtml Acesso em 16/05/2020. Adaptado

    O hormônio responsável pela alteração celular sanguínea do processo de aclimatação à altitude é denominado:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c4fae12-88
  • 0C4C7513-88

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    CEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.

    A temida altitude: Flamengo só venceu um dos cinco jogos acima de 3000 metros na libertadores.

    Com apenas 26,6% de aproveitamento nas maiores alturas do continente, o Rubro-Negro já experimentou diferentes tipos de aclimatação à altitude desde 1983. Único triunfo foi em 2008 no Peru. Preocupada, a diretoria do Flamengo preparou uma força-tarefa anti-altitude que envolve: vitaminas e exercícios respiratórios com os jogadore ; escolta de ambulância durante toda a estadia em Oruro; 10 cilindros de oxigênio, que só serão usados em eventuais emergências e não serão exibidos para não assustar os atletas. Além disso, para minimizar os efeitos dos 3.700 metros, o Flamengo ficará em Santa Cruz de la Sierra - 400 metros acima do mar - até horas antes do jogo. 

    Disponível em: https://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/ noticia/a-temida-altitude-flamengo-so-venceu-um-dos-cinco-jogosacima-de-3000-metros-na-libertadores.ghtml Acesso em 16/05/2020. Adaptado

    O processo de aclimatação fisiológica à altitude citado no texto provoca, a longo prazo, o aumento da produção de uma importante célula sanguínea denominada:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c4c7513-88
  • 0C437E67-88

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    CEDERJ · 2020MédioEntre para guardar nos favoritos
    Social Distancing, Without the Police

    Letting members of the community enforce social distancing is the better way.

       Of the 125 people arrested over offenses that law enforcement officials described as related to the coronavirus pandemic, 113 were black or Hispanic. Of the 374 summonses from March 16 to May 5, a vast majority — 300 — were given to black and Hispanic New Yorkers.
       Videos of some of the arrests are hard to watch. In one posted to Facebook last week, a group of some six police officers are seen tackling a black woman in a subway station as heryoung child looks on. “She's got a baby with her!” a bystander shouts. Police officials told The Daily News the woman had refused to comply when officers directed her to put the mask she was wearing over her nose and mouth.
       Contrast that with photographs across social media showing crowds of sun-seekers packed into parks in wealthy, whiter areas of the city, lounging undisturbed as police officers hand out masks.
       So it is obvious that the city needs a different approach to enforcing public health measures during the pandemic. Mayor Bill de Blasio seems to understand this, and he has promised to hire 2,300 people to serve as social distancing “ambassadors.”
       Hopefully, the mayor will think bigger.
      One promising idea , promoted by City Councilman Brad Lander and others, is to build quickly a kind of “public health corps" to enforce social-distancing measures.
      In this approach, specially trained civilians could fan out across the neighborhoods and parks, helping with pedestrian traffic control and politely encouraging New Yorkers entering parks to protect one another by wearing masks and keeping their distance. Police Department school safety agents, who are not armed, could help. Such a program could also provide muchneeded employment for young people, especially with New York's summer jobs program, which serves people 14 to 24, threatened by budget cuts.
       Another method to help social-distancing efforts may be the community-based groups that have been effective in reducing gun violence in some of the city's toughest neighborhoods.
       The Police Department would play only a minimal role in this approach, stepping in to help with crowd control, for example, something it does extremely well.
       Without a significant course correction, the department's role in the pandemic may look more and more like stop-and-frisk, the policing tactic that led to the harassment of hundreds of thousands of innocent people, most of them black and Hispanic, while rarely touching white New Yorkers. Mr. de Blasio has scoffed at the comparison, though it's not clear why.
       Aggressive police enforcement of socialdistancing measures is nearly certain to harm the health and dignity of the city's black and Hispanic residents. 
       It could also diminish respect for the Police Department. Which is why it makes sense that the city's largest police union has said that its members want little to do with social-distancing enforcement. “The N.Y.P.D. needs to get cops out of the socialdistancing-enforcement business altogether,” Patrick Lynch, president of the Police Benevolent Association, said in a statement on May 4. On this issue, Mr. Lynch gets it.
       New York is facing a public health crisis, not a spike in crime. Black and Hispanic New Yorkers are already suffering disproportionately from the coronavirus. They don't need more policing. They need more help. 

    Available at https://www.nytimes.com/2020/05/18/opinion/nypdcoronavirus-arrests-nyc.html. Accessed May 18,2020. 
    One of the main objectives of the text is to discuss:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c437e67-88
  • 0C40B228-88

    Inglês

    Vocabulário | Vocabulary
    CEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritos
    Social Distancing, Without the Police

    Letting members of the community enforce social distancing is the better way.

       Of the 125 people arrested over offenses that law enforcement officials described as related to the coronavirus pandemic, 113 were black or Hispanic. Of the 374 summonses from March 16 to May 5, a vast majority — 300 — were given to black and Hispanic New Yorkers.
       Videos of some of the arrests are hard to watch. In one posted to Facebook last week, a group of some six police officers are seen tackling a black woman in a subway station as heryoung child looks on. “She's got a baby with her!” a bystander shouts. Police officials told The Daily News the woman had refused to comply when officers directed her to put the mask she was wearing over her nose and mouth.
       Contrast that with photographs across social media showing crowds of sun-seekers packed into parks in wealthy, whiter areas of the city, lounging undisturbed as police officers hand out masks.
       So it is obvious that the city needs a different approach to enforcing public health measures during the pandemic. Mayor Bill de Blasio seems to understand this, and he has promised to hire 2,300 people to serve as social distancing “ambassadors.”
       Hopefully, the mayor will think bigger.
      One promising idea , promoted by City Councilman Brad Lander and others, is to build quickly a kind of “public health corps" to enforce social-distancing measures.
      In this approach, specially trained civilians could fan out across the neighborhoods and parks, helping with pedestrian traffic control and politely encouraging New Yorkers entering parks to protect one another by wearing masks and keeping their distance. Police Department school safety agents, who are not armed, could help. Such a program could also provide muchneeded employment for young people, especially with New York's summer jobs program, which serves people 14 to 24, threatened by budget cuts.
       Another method to help social-distancing efforts may be the community-based groups that have been effective in reducing gun violence in some of the city's toughest neighborhoods.
       The Police Department would play only a minimal role in this approach, stepping in to help with crowd control, for example, something it does extremely well.
       Without a significant course correction, the department's role in the pandemic may look more and more like stop-and-frisk, the policing tactic that led to the harassment of hundreds of thousands of innocent people, most of them black and Hispanic, while rarely touching white New Yorkers. Mr. de Blasio has scoffed at the comparison, though it's not clear why.
       Aggressive police enforcement of socialdistancing measures is nearly certain to harm the health and dignity of the city's black and Hispanic residents. 
       It could also diminish respect for the Police Department. Which is why it makes sense that the city's largest police union has said that its members want little to do with social-distancing enforcement. “The N.Y.P.D. needs to get cops out of the socialdistancing-enforcement business altogether,” Patrick Lynch, president of the Police Benevolent Association, said in a statement on May 4. On this issue, Mr. Lynch gets it.
       New York is facing a public health crisis, not a spike in crime. Black and Hispanic New Yorkers are already suffering disproportionately from the coronavirus. They don't need more policing. They need more help. 

    Available at https://www.nytimes.com/2020/05/18/opinion/nypdcoronavirus-arrests-nyc.html. Accessed May 18,2020. 
    The adverb that best conveys the of the underlined word in the sentence "Hopefully, the mayor will think bigger" (paragraph 5) is:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c40b228-88
  • 0C3D4FBA-88

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    CEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritos
    Social Distancing, Without the Police

    Letting members of the community enforce social distancing is the better way.

       Of the 125 people arrested over offenses that law enforcement officials described as related to the coronavirus pandemic, 113 were black or Hispanic. Of the 374 summonses from March 16 to May 5, a vast majority — 300 — were given to black and Hispanic New Yorkers.
       Videos of some of the arrests are hard to watch. In one posted to Facebook last week, a group of some six police officers are seen tackling a black woman in a subway station as heryoung child looks on. “She's got a baby with her!” a bystander shouts. Police officials told The Daily News the woman had refused to comply when officers directed her to put the mask she was wearing over her nose and mouth.
       Contrast that with photographs across social media showing crowds of sun-seekers packed into parks in wealthy, whiter areas of the city, lounging undisturbed as police officers hand out masks.
       So it is obvious that the city needs a different approach to enforcing public health measures during the pandemic. Mayor Bill de Blasio seems to understand this, and he has promised to hire 2,300 people to serve as social distancing “ambassadors.”
       Hopefully, the mayor will think bigger.
      One promising idea , promoted by City Councilman Brad Lander and others, is to build quickly a kind of “public health corps" to enforce social-distancing measures.
      In this approach, specially trained civilians could fan out across the neighborhoods and parks, helping with pedestrian traffic control and politely encouraging New Yorkers entering parks to protect one another by wearing masks and keeping their distance. Police Department school safety agents, who are not armed, could help. Such a program could also provide muchneeded employment for young people, especially with New York's summer jobs program, which serves people 14 to 24, threatened by budget cuts.
       Another method to help social-distancing efforts may be the community-based groups that have been effective in reducing gun violence in some of the city's toughest neighborhoods.
       The Police Department would play only a minimal role in this approach, stepping in to help with crowd control, for example, something it does extremely well.
       Without a significant course correction, the department's role in the pandemic may look more and more like stop-and-frisk, the policing tactic that led to the harassment of hundreds of thousands of innocent people, most of them black and Hispanic, while rarely touching white New Yorkers. Mr. de Blasio has scoffed at the comparison, though it's not clear why.
       Aggressive police enforcement of socialdistancing measures is nearly certain to harm the health and dignity of the city's black and Hispanic residents. 
       It could also diminish respect for the Police Department. Which is why it makes sense that the city's largest police union has said that its members want little to do with social-distancing enforcement. “The N.Y.P.D. needs to get cops out of the socialdistancing-enforcement business altogether,” Patrick Lynch, president of the Police Benevolent Association, said in a statement on May 4. On this issue, Mr. Lynch gets it.
       New York is facing a public health crisis, not a spike in crime. Black and Hispanic New Yorkers are already suffering disproportionately from the coronavirus. They don't need more policing. They need more help. 

    Available at https://www.nytimes.com/2020/05/18/opinion/nypdcoronavirus-arrests-nyc.html. Accessed May 18,2020. 
    The sum of “113” (paragraph 1) refers to:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c3d4fba-88
  • 0C3ABCA7-88

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    CEDERJ · 2020MédioEntre para guardar nos favoritos
    Social Distancing, Without the Police

    Letting members of the community enforce social distancing is the better way.

       Of the 125 people arrested over offenses that law enforcement officials described as related to the coronavirus pandemic, 113 were black or Hispanic. Of the 374 summonses from March 16 to May 5, a vast majority — 300 — were given to black and Hispanic New Yorkers.
       Videos of some of the arrests are hard to watch. In one posted to Facebook last week, a group of some six police officers are seen tackling a black woman in a subway station as heryoung child looks on. “She's got a baby with her!” a bystander shouts. Police officials told The Daily News the woman had refused to comply when officers directed her to put the mask she was wearing over her nose and mouth.
       Contrast that with photographs across social media showing crowds of sun-seekers packed into parks in wealthy, whiter areas of the city, lounging undisturbed as police officers hand out masks.
       So it is obvious that the city needs a different approach to enforcing public health measures during the pandemic. Mayor Bill de Blasio seems to understand this, and he has promised to hire 2,300 people to serve as social distancing “ambassadors.”
       Hopefully, the mayor will think bigger.
      One promising idea , promoted by City Councilman Brad Lander and others, is to build quickly a kind of “public health corps" to enforce social-distancing measures.
      In this approach, specially trained civilians could fan out across the neighborhoods and parks, helping with pedestrian traffic control and politely encouraging New Yorkers entering parks to protect one another by wearing masks and keeping their distance. Police Department school safety agents, who are not armed, could help. Such a program could also provide muchneeded employment for young people, especially with New York's summer jobs program, which serves people 14 to 24, threatened by budget cuts.
       Another method to help social-distancing efforts may be the community-based groups that have been effective in reducing gun violence in some of the city's toughest neighborhoods.
       The Police Department would play only a minimal role in this approach, stepping in to help with crowd control, for example, something it does extremely well.
       Without a significant course correction, the department's role in the pandemic may look more and more like stop-and-frisk, the policing tactic that led to the harassment of hundreds of thousands of innocent people, most of them black and Hispanic, while rarely touching white New Yorkers. Mr. de Blasio has scoffed at the comparison, though it's not clear why.
       Aggressive police enforcement of socialdistancing measures is nearly certain to harm the health and dignity of the city's black and Hispanic residents. 
       It could also diminish respect for the Police Department. Which is why it makes sense that the city's largest police union has said that its members want little to do with social-distancing enforcement. “The N.Y.P.D. needs to get cops out of the socialdistancing-enforcement business altogether,” Patrick Lynch, president of the Police Benevolent Association, said in a statement on May 4. On this issue, Mr. Lynch gets it.
       New York is facing a public health crisis, not a spike in crime. Black and Hispanic New Yorkers are already suffering disproportionately from the coronavirus. They don't need more policing. They need more help. 

    Available at https://www.nytimes.com/2020/05/18/opinion/nypdcoronavirus-arrests-nyc.html. Accessed May 18,2020. 
    According to the text it is true that:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c3abca7-88
  • 0C377C99-88

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 

    E existe um povo que a bandeira empresta
    P’ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...
    E deixa-a transformar-se nessa festa
    Em manto impuro de bacante fria!...
    Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,
    Que impudente1 na gávea tripudia?
    Silêncio. Musa... chora, e chora tanto
    Que o pavilhão se lave no teu pranto!...

    Auriverde pendão de minha terra,
    Que a brisa do Brasil beija e balança,
    Estandarte que a luz do sol encerra
    E as promessas divinas da esperança...
    Tu que, da liberdade após a guerra,
    Foste hasteado dos heróis na lança
    Antes te houvessem roto na batalha,
    Que servires a um povo de mortalha!...

    Fatalidade atroz que a mente esmaga!
    Extingue nesta hora o brigue imundo
    O trilho que Colombo2 abriu na vaga,
    Como um íris no pélago3 profundo!
    Mas é infâmia de mais!... Da etérea plaga4
    Levantai-vos, heróis do Novo Mundo!
    Andrada5! arranca esse pendão dos ares!
    Colombo! fecha a porta dos teus mares!

    ALVES, Castro. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986. p. 283-284.

    Glossário
    1. que não tem pudor
    2. Cristóvão de Colombo (1451-1506), navegador e explorador italiano, responsável por liderar a frota que alcançou o continente americano em 1492
    3. abismo
    4. região, lugar, país
    5. José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838), o patriarca da Independência do Brasil

    O poema de Castro Alves não só constrói uma crítica contundente ao tráfico de africanos escravizados, como também realiza uma crítica ao sentimento nacionalista romântico, uma vez que associa a imagem da bandeira do país à:

    Escolha uma alternativa para a questão 0c377c99-88
  • 0C34D2AA-88

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 

    E existe um povo que a bandeira empresta
    P’ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...
    E deixa-a transformar-se nessa festa
    Em manto impuro de bacante fria!...
    Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,
    Que impudente1 na gávea tripudia?
    Silêncio. Musa... chora, e chora tanto
    Que o pavilhão se lave no teu pranto!...

    Auriverde pendão de minha terra,
    Que a brisa do Brasil beija e balança,
    Estandarte que a luz do sol encerra
    E as promessas divinas da esperança...
    Tu que, da liberdade após a guerra,
    Foste hasteado dos heróis na lança
    Antes te houvessem roto na batalha,
    Que servires a um povo de mortalha!...

    Fatalidade atroz que a mente esmaga!
    Extingue nesta hora o brigue imundo
    O trilho que Colombo2 abriu na vaga,
    Como um íris no pélago3 profundo!
    Mas é infâmia de mais!... Da etérea plaga4
    Levantai-vos, heróis do Novo Mundo!
    Andrada5! arranca esse pendão dos ares!
    Colombo! fecha a porta dos teus mares!

    ALVES, Castro. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986. p. 283-284.

    Glossário
    1. que não tem pudor
    2. Cristóvão de Colombo (1451-1506), navegador e explorador italiano, responsável por liderar a frota que alcançou o continente americano em 1492
    3. abismo
    4. região, lugar, país
    5. José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838), o patriarca da Independência do Brasil
    O poema Navio negreiro, de Castro Alves, é uma obra decisiva dentro do projeto abolicionista na literatura brasileira. O trecho apresentado é re p re se n ta tivo dessa im p o rtâ n cia , devido à expressão, pelo eu lírico, de um:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c34d2aa-88
  • 0C324AB0-88

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 


    Saraivada de balas, de instantes em instantes, retumbam no interior da casa, ameaçando a diversão da mãe de Bica e de Idago. Dona Esterlina levanta irritada e muda de canal de televisão. Lá fora, balas e balas, independente do desejo da mulher, executam continuadamente a mesma e seca sonata. Uma programação mais amena vai entorpecendo os sentidos da mulher.

    O que mais gosto na televisão é de novela. Acho a maior bobeira futebol, política, carnaval e show. Bobagem também reportagem, campanha contra a fome, contra o verde, contra a vida, contra-contra. Contra e não. Contra-mão. Ando sentindo dores nas pernas. Também! “Lata d'água na cabeça, lá vai Maria”. Sobe o morro, desce o morro e não se cansa dessa dança.

    EVARISTO, Conceição. Olhos D’ Água. Rio de Janeiro: Palias, 2016, p. 101 (Fragmento)

    A passagem do primeiro para o segundo parágrafo é responsável por uma alteração brusca da atenção do narrador sobre diferentes informações da realidade, representadas respectivamente por:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c324ab0-88
  • 0C2EFF32-88

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 


    Saraivada de balas, de instantes em instantes, retumbam no interior da casa, ameaçando a diversão da mãe de Bica e de Idago. Dona Esterlina levanta irritada e muda de canal de televisão. Lá fora, balas e balas, independente do desejo da mulher, executam continuadamente a mesma e seca sonata. Uma programação mais amena vai entorpecendo os sentidos da mulher.

    O que mais gosto na televisão é de novela. Acho a maior bobeira futebol, política, carnaval e show. Bobagem também reportagem, campanha contra a fome, contra o verde, contra a vida, contra-contra. Contra e não. Contra-mão. Ando sentindo dores nas pernas. Também! “Lata d'água na cabeça, lá vai Maria”. Sobe o morro, desce o morro e não se cansa dessa dança.

    EVARISTO, Conceição. Olhos D’ Água. Rio de Janeiro: Palias, 2016, p. 101 (Fragmento)

    Conceição Evaristo, escritora contemporânea brasileira, é conhecida por sua habilidade com o foco narrativo. Um procedimento adotado no texto que evidencia essa habilidade é:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c2eff32-88
  • 0C2B87ED-88

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    CEDERJ · 2020MédioEntre para guardar nos favoritos
    A Covid-19 e a desigualdade

       Conforme o coronavírus se espalha, vemos mais diferenças ressaltadas. Em grande parte dos EUA, outro grupo de risco surgiu. Morrem proporcionalmente bem mais negros e latinos. O que não parece ser obra do vírus, mas sim das pessoas. Alguns índices de saúde dos EUA sempre foram os piores dos países de primeiro mundo, como a maior mortalidade infantil de filhos de mães jovens. Isso é uma média entre famílias brancas com números próximos dos outros países mais desenvolvidos e famílias negras e latinas que ficam próximas de países bem mais pobres.
      Além disso, negros e latinos exercem mais trabalhos essenciais, têm menos condições financeiras de ficar em casa, vivem em densidades maiores, têm mais diabetes, hipertensão, obesidade e outros complicadores da Covid-19.
       O mesmo deve acontecer no Brasil. Pesquisadores do grupo M ave, da Fiocruz, calcularam o índice de vulnerabilidade de brasileiros considerando acesso à saúde, esgoto tratado, eletricidade, IDH e outros indicadores de qualidade de vida. Todos são fatores necessários para as medidas mais importantes para barrar a pandemia e promover o distanciamento e higiene constante.
       Difícil ficar em casa quando é preciso andar quilômetros para ter água para lavar as mãos. E as regiões onde já vemos os sinais vermelhos, como partes do Amazonas e do Ceará, em que o sistema de saúde já está entrando em colapso, estão entre as regiões mais vulneráveis que observaram.
    Atila lamarino (Trecho extraído e adaptado de: Folha de São Paulo, 19/04/2020)
    Em “estão entre as regiões mais vulneráveis que observaram” (4° parágrafo), o verbo observaram encontra-se no plural por concordar com a seguinte expressão mencionada no texto: 
    Escolha uma alternativa para a questão 0c2b87ed-88
  • 0C281A00-88

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    CEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritos
    A Covid-19 e a desigualdade

       Conforme o coronavírus se espalha, vemos mais diferenças ressaltadas. Em grande parte dos EUA, outro grupo de risco surgiu. Morrem proporcionalmente bem mais negros e latinos. O que não parece ser obra do vírus, mas sim das pessoas. Alguns índices de saúde dos EUA sempre foram os piores dos países de primeiro mundo, como a maior mortalidade infantil de filhos de mães jovens. Isso é uma média entre famílias brancas com números próximos dos outros países mais desenvolvidos e famílias negras e latinas que ficam próximas de países bem mais pobres.
      Além disso, negros e latinos exercem mais trabalhos essenciais, têm menos condições financeiras de ficar em casa, vivem em densidades maiores, têm mais diabetes, hipertensão, obesidade e outros complicadores da Covid-19.
       O mesmo deve acontecer no Brasil. Pesquisadores do grupo M ave, da Fiocruz, calcularam o índice de vulnerabilidade de brasileiros considerando acesso à saúde, esgoto tratado, eletricidade, IDH e outros indicadores de qualidade de vida. Todos são fatores necessários para as medidas mais importantes para barrar a pandemia e promover o distanciamento e higiene constante.
       Difícil ficar em casa quando é preciso andar quilômetros para ter água para lavar as mãos. E as regiões onde já vemos os sinais vermelhos, como partes do Amazonas e do Ceará, em que o sistema de saúde já está entrando em colapso, estão entre as regiões mais vulneráveis que observaram.
    Atila lamarino (Trecho extraído e adaptado de: Folha de São Paulo, 19/04/2020)
    “E as regiões onde já vemos os sinais vermelhos, como partes do Amazonas e do Ceará”
    Nessa frase, a palavra como introduz expressão com função de:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c281a00-88
  • 0C251FF5-88

    Português

    Coesão e coerência
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    A Covid-19 e a desigualdade

       Conforme o coronavírus se espalha, vemos mais diferenças ressaltadas. Em grande parte dos EUA, outro grupo de risco surgiu. Morrem proporcionalmente bem mais negros e latinos. O que não parece ser obra do vírus, mas sim das pessoas. Alguns índices de saúde dos EUA sempre foram os piores dos países de primeiro mundo, como a maior mortalidade infantil de filhos de mães jovens. Isso é uma média entre famílias brancas com números próximos dos outros países mais desenvolvidos e famílias negras e latinas que ficam próximas de países bem mais pobres.
      Além disso, negros e latinos exercem mais trabalhos essenciais, têm menos condições financeiras de ficar em casa, vivem em densidades maiores, têm mais diabetes, hipertensão, obesidade e outros complicadores da Covid-19.
       O mesmo deve acontecer no Brasil. Pesquisadores do grupo M ave, da Fiocruz, calcularam o índice de vulnerabilidade de brasileiros considerando acesso à saúde, esgoto tratado, eletricidade, IDH e outros indicadores de qualidade de vida. Todos são fatores necessários para as medidas mais importantes para barrar a pandemia e promover o distanciamento e higiene constante.
       Difícil ficar em casa quando é preciso andar quilômetros para ter água para lavar as mãos. E as regiões onde já vemos os sinais vermelhos, como partes do Amazonas e do Ceará, em que o sistema de saúde já está entrando em colapso, estão entre as regiões mais vulneráveis que observaram.
    Atila lamarino (Trecho extraído e adaptado de: Folha de São Paulo, 19/04/2020)
    “Isso é uma média entre famílias brancas com números próximos dos outros países mais desenvolvidos e famílias negras e latinas que ficam próximas de países bem mais pobres” (1° parágrafo).
    A palavra isso retoma a seguinte ideia:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c251ff5-88
  • 0C219A9E-88

    Português

    Interpretação de Textos
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    A Covid-19 e a desigualdade

       Conforme o coronavírus se espalha, vemos mais diferenças ressaltadas. Em grande parte dos EUA, outro grupo de risco surgiu. Morrem proporcionalmente bem mais negros e latinos. O que não parece ser obra do vírus, mas sim das pessoas. Alguns índices de saúde dos EUA sempre foram os piores dos países de primeiro mundo, como a maior mortalidade infantil de filhos de mães jovens. Isso é uma média entre famílias brancas com números próximos dos outros países mais desenvolvidos e famílias negras e latinas que ficam próximas de países bem mais pobres.
      Além disso, negros e latinos exercem mais trabalhos essenciais, têm menos condições financeiras de ficar em casa, vivem em densidades maiores, têm mais diabetes, hipertensão, obesidade e outros complicadores da Covid-19.
       O mesmo deve acontecer no Brasil. Pesquisadores do grupo M ave, da Fiocruz, calcularam o índice de vulnerabilidade de brasileiros considerando acesso à saúde, esgoto tratado, eletricidade, IDH e outros indicadores de qualidade de vida. Todos são fatores necessários para as medidas mais importantes para barrar a pandemia e promover o distanciamento e higiene constante.
       Difícil ficar em casa quando é preciso andar quilômetros para ter água para lavar as mãos. E as regiões onde já vemos os sinais vermelhos, como partes do Amazonas e do Ceará, em que o sistema de saúde já está entrando em colapso, estão entre as regiões mais vulneráveis que observaram.
    Atila lamarino (Trecho extraído e adaptado de: Folha de São Paulo, 19/04/2020)
    A discussão central do texto está baseada na relação entre:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c219a9e-88
  • 56E49271-81

    Química

    Estudo da matéria: substâncias, misturas, processos de separação.
    UNICAMP · 2020FácilEntre para guardar nos favoritos
    A água potável é um recurso natural considerado escasso em diversas regiões do nosso planeta. Mesmo em locais onde a água é relativamente abundante, às vezes é necessário submetê-la a algum tipo de tratamento antes de distribuí-la para consumo humano. O tratamento pode, além de outros processos, envolver as seguintes etapas:

    I. manter a água em repouso por um tempo adequado, para a deposição, no fundo do recipiente, do material em suspensão mecânica.
    II. remoção das partículas menores, em suspensão, não separáveis pelo processo descrito na etapa I.
    III. evaporação e condensação da água, para diminuição da concentração de sais (no caso de água salobra ou do mar). Neste caso, pode ser necessária a adição de quantidade conveniente de sais minerais após o processo.

    As etapas I, II e III correspondem, respectivamente, aos processos de separação denominados
    Escolha uma alternativa para a questão 56e49271-81
  • 56D97594-81

    Química

    Energias Químicas no Cotidiano
    UNICAMP · 2020MédioEntre para guardar nos favoritos
    O uso de energia gerada por fontes renováveis é uma tendência mundial. Consideram-se fontes renováveis a hidráulica, a solar, a eólica, os biocombustíveis, o biogás e a biomassa.

    Sobre esse assunto, avalie as afirmações seguir

    I. A construção de hidrelétricas relaciona-se, também, à preocupação com a crise energética mundial prevista para as próximas décadas.
    II. As usinas térmicas a gás natural geram tanto monóxido de carbono quanto as usinas movidas a petróleo ou a carvão mineral.
    III. No processo de geração de energia limpa de origem vegetal emite-se menor quantidade de poluentes atmosféricos do que no processo de fontes de origem fóssil.

    É correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 56d97594-81
  • 56D5BC78-81

    Química

    Grandezas: massa, volume, mol, massa molar, constante de Avogadro e Estequiometria.
    UNICAMP · 2020FácilEntre para guardar nos favoritos
    Um determinado sólido contendo 20,0% em massa de água necessita ser secado para produzir um sólido que contenha no máximo 4,0% de água. A percentagem de remoção de água do sólido original é igual a
    Escolha uma alternativa para a questão 56d5bc78-81
  • 56D1A9E6-81

    Química

    Sistemas Gasosos - Lei, Teoria Cinética, Equação e Mistura dos Gases. Princípio de Avogadro.
    UNICAMP · 2020MédioEntre para guardar nos favoritos
    A equação dos gases ideais pode ser aplicada aos gases reais quando existem
    Escolha uma alternativa para a questão 56d1a9e6-81