Biologia
Identidade dos seres vivosUNESP · 2025DifícilEntre para guardar nos favoritos
Questões aplicadas na prova de 2025, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
646 questões encontradas. Mostrando a página 17 de 33.

, aproximando-se de um muro, em uma direção perpendicular a ele. Nessa situação, o espelho esférico convexo externo esquerdo do veículo está a uma distância d do muro.









Chumbo vira ouro de verdade — ou quase de verdade
Pela primeira vez, colisões entre núcleos de chumbo, acelerados até velocidades altíssimas no maior colisor de partículas do mundo, geraram campos eletromagnéticos in tensos o suficiente para eliminar prótons e transformar chumbo em ouro. Isso não significa que teremos uma fábrica de ouro, já que as quantidades produzidas são mínimas e o ouro produzido nem mesmo pode ser coletado, porque se desfaz em frações de segundo.
Durante quatro anos de colisões, foram criados 86 bilhões de núcleos de ouro nos quatro experimentos principais. Em termos de massa, isso corresponde a apenas 29 picogramas (2,9 × 10–11g). Mas não é isso o que importa, porque este é um feito de grande significado para a história da ciência.
(www.inovacaotecnologica.com.br. Adaptado.)
O número total de prótons que foram eliminados dos núcleos de chumbo durante quatro anos de colisões foi de






Maquiando os transgênicos
Mostarda mais palatável que alface? Indústria alimentícia usa técnica premiada com o Nobel para tornar alimentos mais atrativos e tentar quebrar resistência de parte dos consumidores

O primeiro protótipo tem previsão de lançamento no mercado ainda em 2025: uma folha de mostarda geneticamente modificada para remover sua picância. A proposta foi originalmente desenvolvida pela startup de tecnologia agrícola Pairwise, que firmou um acordo exclusivo de licenciamento de produto com a multinacional alemã Bayer para desenvolver e comercializar o vegetal. As modificações foram feitas a partir de uma técnica capaz de alterar com alta precisão o DNA de animais, plantas e microrganismos, a mesma que, em 2020, rendeu às pesquisadoras Emmanuelle Charpentier e Jennifer A. Doudna o Prêmio Nobel de Química.
(Raoni Schroeder. https://cienciahoje.org.br, maio de 2025. Adaptado.)
Sob os pontos de vista da geografia e da biologia, a produção de gêneros agrícolas transgênicos promove, respectivamente,