Questões de Filosofia do ENEM

Questões de Filosofia, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.

Resultados

905 questões encontradas. Mostrando a página 42 de 46.

  • C5F9DB5B-B0

    Filosofia

    O que é a Filosofia
    UNICENTRO · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Consideremos o campo da epistemologia contemporânea; sob esse aspecto, podemos afirmar que a posição de Thomas Kuhn (1922-1996), em relação à ciência, se contrapôs à concepção científica de Karl Popper (1902-1994)? Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c5f9db5b-b0
  • C5F639E5-B0

    Filosofia

    O Sujeito Moderno
    UNICENTRO · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Até o século XIX o desenvolvimento da ciência tinha sido tão grande que o homem estava convencido da excelência do método científico para conhecer a realidade. (...) Esse otimismo era generalizado, exaltando a capacidade de transformação humana em direção a um mundo melhor./ No entanto, ainda no século XIX, algumas descobertas golpearam rudemente as concepções clássicas, originando o que se pode chamar de crise da ciência moderna” .(ARANHA, M.L./ MARTINS, M. H. P. Filosofando – Introdução à Filosofia. 2ª ed. São Paulo: Moderna, 1993.).

    A quais descobertas o texto acima se refere? Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c5f639e5-b0
  • C5F2B22E-B0

    Filosofia

    Conceitos Filosóficos
    UNICENTRO · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa correta. Para David Hume (1711-1776),
    Escolha uma alternativa para a questão c5f2b22e-b0
  • C5EE4BF7-B0

    Filosofia

    Conceitos Filosóficos
    UNICENTRO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Em seu ensaio Desumanização da arte, onde estuda as mudanças profundas que a arte experimenta em nossos dias, Ortega y Gasset propõe este paradoxo: a arte atual é aquela que não existe. Com essa frase contundente, mas que é mais que um simples jogo de palavras, o pensador espanhol chama a atenção para o fato de que as manifestações artísticas contemporâneas estão desligadas do passado”. (NUNES, B. Introdução à filosofia da arte. 5 ed. São Paulo: Ática, 2002.)

    Qual das alternativas abaixo NÃO caracteriza o paradoxo acima enunciado?
    Escolha uma alternativa para a questão c5ee4bf7-b0
  • C5E160B9-B0

    Filosofia

    O Sujeito Moderno
    UNICENTRO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    “A modernidade pós-kantiana procura ‘dialetizar’ a certeza moral. Procurou-se contextualizar a realização moral no momento dialético do progresso da humanidade. Procurou-se encontrar uma medida para avaliar os diferentes graus de realização moral ao alcance do homem. Reconheceu-se que a civilização melhorou a qualidade moral do homem, cujos instintos animalescos foram sendo progressivamente domesticados. / Os principais representantes desse modelo relativista são os alemães Karl Marx e Sigmund Freud”. (CUNHA, J. A. Filosofia – Iniciação à investigação filosófica. São Paulo: Atual, 1992).

    Caracterize, a partir da leitura do texto acima, a concepção filosófica da ética contemporânea, assinalando a resposta correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c5e160b9-b0
  • C5D55474-B0

    Filosofia

    A Política
    UNICENTRO · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto abaixo, considere o conceito de poder no domínio da política, assinalando a resposta INCORRETA.

    “Com a influência da nova classe burguesa no panorama político, passa-se a defender a separação entre o público e o privado. Enquanto na Idade Média o poder político pertencia ao senhor feudal, dono de terras, e era transmitido aos filhos como herança juntamente com seus bens, com as revoluções burguesas as esferas do público e do privado se dissociam e o poder não é mais herdado, mas conquistado pelo voto”. (ARANHA, M.L./ MARTINS, M. H. P. Filosofando – Introdução à Filosofia. 2ª ed. São Paulo: Moderna, 1993.)
    Escolha uma alternativa para a questão c5d55474-b0
  • C5C82572-B0

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UNICENTRO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    “Difícil caracterizar o estilo de Sócrates. Os próprios antigos lhe forjaram uma palavra sob medida, eirôn (de onde vem a palavra ironia), que deixa o tradutor moderno tão perplexo quanto o etimologista antigo. Traduzamos, para simplificar, por ‘aquele que se pretende ignorante’, que ‘diz menos do que parece pensar’; portanto, ‘finório’, se tomarmos pelo lado pior, como Aristófanes, ou ‘reservado’, se seguirmos Platão e Aristóteles. Mas também ‘ingênuo’, se admitirmos sem discussão o que ele diz de si mesmo, ou ‘dissimulado’, se não acreditarmos nisso” (WOLF, F. Sócrates – O sorriso da razão. São Paulo: Editora Brasiliense, 1987).

    Analise as alternativas e assinale a INCORRETA. 
    Escolha uma alternativa para a questão c5c82572-b0
  • 7B1D6B8A-B0

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    PUC-GO · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 05

          Fecho os olhos com insistência e tento resgatar a veracidade daqueles momentos. Tudo insólito, orvalho matutino, insolitíssimo.
         Na infância, corríamos quintal adentro. Subíamos nas grimpas das árvores e lá brincávamos de morar. Ela sempre no andar de baixo; eu, nas alturas. [...] O mundo dali era pequeno e ao mesmo tempo enorme. Eu e o mundo. Um no dentro do outro. Um além do outro. Tão longe e tão junto. [...] Ficava, eu, horas e horas, assim, balançando nas grimpas. Esquecia do tempo. Às vezes, brincávamos de impulsionar forte o galho, no ritmo do balanço até que lançássemos o nosso corpo da copa de uma árvore aos galhos de outras árvores próximas, feito pássaros: voando de galho em galho, de árvore em árvore, transpondo os limites do vazio e do céu.

    (RODRIGUES, Maria Aparecida. A Transfiguração de Lúcia In:. _______ . Cinzas da paixão e outras estórias. Goiânia: Ed. da UCG, 2007. p. 19.)
    Intelectuais que viveram na Grécia do século V a.C., ensinavam retórica, oratória e técnicas de memorização. Exerceram grande influência sobre a cultura grega e tiveram como adversário teórico o filósofo Sócrates. Assinale a única alternativa que corresponde ao grupo a que se refere o texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b1d6b8a-b0
  • 1E2430E1-B0

    Filosofia

    A Política
    UEL · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    Justiça e Estado apresentam-se como elementos indissociáveis na filosofia política hobbesiana. Ao romper com a concepção de justiça defendida pela tradição aristotélico-escolástica. Hobbes propõe uma nova moralidade relacionada ao poder político e sua constituição jurídica. O Estado surge pelo pacto para possibilitar a justiça e, na conformidade com a lei, se sustenta por meio dela. No Leviatã (caps. XIV-XV), a justiça hobbesiana fundamenta-se, em última instância, na lei natural concernente à autoconservação, da qual deriva a segunda lei que impõe a cada um a renúncia de seu direito a todas as coisas, para garantir a paz e a defesa de si mesmo. Desta, por sua vez, implica a terceira lei natural: que os homens cumpram os pactos que celebrarem. Segundo Hobbes, “onde não há poder comum não há lei, e onde não há lei não há injustiça. Na guerra, a força e a fraude são as duas virtudes cardeais”.
    (HOBBES, T. Leviatã. Trad. J. Monteiro e M. B. N. da Silva. São Paulo: Nova Cultural, 1997. Coleção Os Pensadores, cap. XIII.)

    Com base no texto e nos conhecimentos sobre o pensamento de Hobbes, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 1e2430e1-b0
  • 1E09D85B-B0

    Filosofia

    Conceitos Filosóficos
    UEL · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    Na Primeira Secção da Fundamentação da Metafísica dos Costumes, Kant analisa dois conceitos fundamentais de sua teoria moral: o conceito de vontade boa e o de imperativo categórico. Esses dois conceitos traduzem as duas condições básicas do dever: o seu aspecto objetivo, a lei moral, e o seu aspecto subjetivo, o acatamento da lei pela subjetividade livre, como condição necessária e suficiente da ação.
    (DUTRA, D. V. Kant e Habermas: a reformulação discursiva da moral kantiana. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002. p. 29.)

    Com base no texto e nos conhecimentos sobre a teoria moral kantiana, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 1e09d85b-b0
  • 1E0578D9-B0

    Filosofia

    A Política
    UEL · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia os textos a seguir.

    [...] seria possível reconstituir a história da arte a partir do confronto de dois pólos, no interior da própria obra de arte, e ver o conteúdo dessa história na variação do peso conferido seja a um pólo, seja a outro. Os dois pólos são o valor de culto da obra e seu valor de exposição. [...] À medida que as obras de arte se emancipam do seu uso ritual, aumentam as ocasiões para que elas sejam expostas. (p. 172).
    (BENJAMIN, W. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica - Primeira versão. In: Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. 7. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.)

    Com base no texto e nos conhecimentos sobre o pensamento de Walter Benjamin, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 1e0578d9-b0
  • 1E02514D-B0

    Filosofia

    A Metafísica de Aristóteles
    UEL · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    A virtude é, pois, uma disposição de caráter relacionada com a escolha e consiste numa mediania, isto é, a mediania relativa a nós, a qual é determinada por um princípio racional próprio do homem dotado de sabedoria prática.
    (Aristóteles. Ética a Nicômaco. Trad. de Leonel Vallandro e Gerd Bornheim. São Paulo: Abril Cultural, 1973. Livro II, p. 273.)

    Com base no texto e nos conhecimentos sobre a situada ética em Aristóteles, pode-se dizer que a virtude ética
    Escolha uma alternativa para a questão 1e02514d-b0
  • 1DFE2515-B0

    Filosofia

    A Metafísica de Aristóteles
    UEL · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    É precisamente nos ritmos e nas melodias que nos deparamos com as imitações mais perfeitas da verdadeira natureza da cólera e da mansidão, e também da coragem e da temperança, e de todos os seus opostos e outras disposições morais (a prática prova-o bem, visto que o nosso estado de espírito se altera consoante a música que escutamos).
    (Aristóteles. Política. Ed: bilíngue. Trad. A. C. Amaral e C. C. Gomes. Lisboa: Vega, 1998. Livro VIII, p. 579.)

    Com base no texto e nos conhecimentos sobre a música e a teoria política de Aristóteles, considere as afirmativas a seguir.

    I. A música pode incitar um certo estado de espírito, por isso deve-se escolher aquela que forme bem o caráter do cidadão.
    II. A música, por ter ritmo e melodia, incita paixões e mesmo qualidades éticas, sendo desnecessário cuidar de sua escolha.
    III. A música é a arte que melhor imita paixões e qualidades éticas, por isso ela é importante para a formação do cidadão.
    IV. A música incita a formação das virtudes e deve também ser estendida aos estratos inferiores da sociedade.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 1dfe2515-b0
  • 1DF99D92-B0

    Filosofia

    A Metafísica de Aristóteles
    UEL · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.


    Homero, sendo digno de louvor por muitos motivos, é-o em especial porque é o único poeta que não ignora o que lhe compete fazer. De fato, o poeta, em si, deve dizer o menos possível, pois não é através disso que faz a imitação. Os outros intervêm, eles mesmos, durante todo o poema e imitam pouco e raramente. Ele, pelo contrário, depois de fazer um breve preâmbulo, põe imediatamente em cena um homem, uma mulher ou qualquer outra personagem e nenhum sem caráter, mas cada uma dotada de caráter próprio.

    (ARISTÓTELES. Poética. Trad. A. M. Valente. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2004. p. 94-95.)

    Com base no texto e nos conhecimentos sobre a mímesis em Aristóteles, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 1df99d92-b0
  • 1DF4CBBD-B0

    Filosofia

    A Metafísica de Aristóteles
    UEL · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    Que seja portanto ele a considerar-se a si mesmo, que quando empreende uma viagem se arma e procura ir bem acompanhado; que quando vai dormir fecha suas portas; que mesmo quando está em casa tranca seus cofres; e isso mesmo sabendo que existem leis e funcionários públicos armados, prontos a vingar qualquer injúria que lhe possa ser feita.
    (HOBBES. Leviatã. Trad. J. P. Monteiro e M. B. N. da Silva. São Paulo: Abril Cultural, 1974. p. 80.)

    O texto de Hobbes diverge de uma ideia central da filosofia política de Aristóteles.
    Assinale a alternativa que identifica essa ideia aristotelica.
    Escolha uma alternativa para a questão 1df4cbbd-b0
  • 1DEFBE4A-B0

    Filosofia

    A Política
    UEL · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    Locke divide o poder do governo em três poderes, cada um dos quais origina um ramo de governo: o poder legislativo (que é o fundamental), o executivo (no qual é incluído o judiciário) e o federativo (que é o poder de declarar a guerra, concertar a paz e estabelecer alianças com outras comunidades). Enquanto o governo continuar sendo expressão da vontade livre dos membros da sociedade, a rebelião não é permitida: é injusta a rebelião contra um governo legal. Mas a rebelião é aceita por Locke em caso de dissolução da sociedade e quando o governo deixa de cumprir sua função e se transforma em uma tirania.
    (LOCKE, John. In: MORA, J. F. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Loyola, 2001. V. III. p. 1770.)

    Com base no texto e nos conhecimentos sobre John Locke, é correto afirmar:

    I. O direito de rebelião é um direito natural e legítimo de todo cidadão sob a vigência da legalidade.
    II. O Estado deve cuidar do bem-estar material dos cidadãos sem tomar partido em questões de matéria religiosa.
    III. O poder legislativo ocupa papel preponderante.
    IV. Na estrutura de poder, dentro de certos limites, o Estado tem o poder de fazer as leis e obrigar que sejam cumpridas.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 1defbe4a-b0
  • 1DEBB19F-B0

    Filosofia

    A Política
    UEL · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    [...] é manifestamente contra a lei da natureza, seja qual for a maneira por que a definamos, uma criança mandar num velho, um imbecil conduzir um sábio, ou um punhado de pessoas regurgitar superfluidades enquanto à multidão faminta falta o necessário.
    (ROUSSEAU, J. J. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens. Trad. L. S. Machado. São Paulo: Abril Cultural, 1991. p. 282.)

    Com base no texto e nos conhecimentos sobre a distinção entre homem natural e homem social em Rousseau, é correto afirmar:

    I. A necessidade de autopreservação do homem primitivo é contrabalanceada pelo sentimento de piedade, o que o demove de praticar o mal sem necessidade.
    II. O homem natural sente medo de tudo o que é desconhecido, mantendo-se, desse modo, ávido para o ataque.
    III. O homem social é ambicioso e deseja elevar sua fortuna e posses, menos por necessidade e mais para colocar-se acima dos outros numa expressão de poder e superioridade.
    IV. O homem social vive em paz e igualdade, de forma tranquila e harmoniosa com todos os cidadãos.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 1debb19f-b0
  • 1DE73435-B0

    Filosofia

    A Política
    UEL · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    Na tradição liberal, a ênfase é posta no caráter impessoal das leis e na proteção das liberdades individuais, de tal modo que o processo democrático é compelido pelos (e está a serviço dos) direitos pessoais que garantem a cada indivíduo a liberdade de buscar sua própria realização. Na tradição republicana, a primazia é dada ao processo democrático enquanto tal, entendido como uma deliberação coletiva que conduz os cidadãos à procura do entendimento sobre o bem comum.
    (Adaptado de: ARAÚJO, L. B. L. Moral, direito e política. Sobre a Teoria do Discurso de Habermas. In: OLIVEIRA, M.; AGUIAR, O. A.;
    SAHD, L. F. N. de A. e S. (Orgs.). Filosofia Política Contemporânea. Petrópolis: Vozes, 2003. p. 214-235.)

    Com base no texto e nos conhecimentos sobre a filosofia política na teoria do discurso, é correto afirmar que Habermas
    Escolha uma alternativa para a questão 1de73435-b0
  • 1DE36649-B0

    Filosofia

    Aspectos da Filosofia Contemporânea
    UEL · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    Francis Bacon, em sua obra Nova Atlântida, imagina uma utopia tecnocrática na qual o sofrimento humano poderia ser removido pelo desenvolvimento e pelo aperfeiçoamento do conhecimento científico, o qual permitiria uma crescente dominação da natureza e um suposto afastamento do mito. Na obra Dialética do Esclarecimento, Adorno e Horkheimer defendem que o projeto iluminista de afastamento do mito foi convertido, ele próprio, em mito, caindo no dogmatismo e em numa forma de mitologia. O progresso técnico-científico consiste, para Adorno e Horkeheimer, no avanço crescente da racionalidade instrumental, a qual é incapaz de frear iniciativas que afrontam a moral, como foram, por exemplo, os campos de concentração nazistas.

    Com base no texto e nos conhecimentos sobre o desenvolvimento técnico-científico, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 1de36649-b0
  • 1DDEA0C0-B0

    Filosofia

    Conceitos Filosóficos
    UEL · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    Habermas distingue entre racionalidade instrumental e racionalidade comunicativa. A racionalidade comunicativa ocorre quando os seres humanos recorrem à linguagem com o intuito de alcançar o entendimento não coagido sobre algo, por exemplo, decidir sobre a maneira correta de agir (ação moral). A racionalidade instrumental, por sua vez, ocorre quando os seres humanos utilizam as coisas do mundo, ou até mesmo outras pessoas, como meio para se alcançar um fim (raciocínio meio e fim).

    Com base no texto e nos conhecimentos sobre a teoria da ação comunicativa de Habermas, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 1ddea0c0-b0