Questões de Filosofia do ENEM

Questões de Filosofia, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.

Resultados

905 questões encontradas. Mostrando a página 7 de 46.

  • B6319AA0-A9

    Filosofia

    Conceitos Filosóficos
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    “O medo é a causa que origina, conserva e alimenta a superstição. Poderíamos acrescentar muitos exemplos que provam com toda a clareza o seguinte: os homens só se deixam dominar pela superstição enquanto têm medo; todas essas coisas que alguma vez foram inutilmente objeto de culto religioso não são mais do que fantasmas e delírios de um ânimo triste e amedrontado; finalmente, é quando o Estado se encontra em maiores dificuldades que os adivinhos detêm o maior poder sobre a plebe e são mais temidos pelos seus reis”.

    SPINOZA, B. Tratado teológico-político. Tradução de Diogo Pires Aurélio.
    Lisboa: Casa da moeda, 2004, p. 126. (Texto adaptado)

    Conforme Spinoza, o sentimento de medo conduz o homem à superstição. Por isso, os momentos em que os adivinhos têm grande influência sobre a população e os governos são aqueles de grandes dificuldades. A superstição é uma incerteza dos bens desejados, e se desenvolve na  
    Escolha uma alternativa para a questão b6319aa0-a9
  • B62F54CE-A9

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UECE · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos
    “A explicação de que foi a ‘ideia’ de independência que constituiu a força propulsora da renovação que se operava no seio da colônia parece, no mínimo, arriscada. Mais coerente com os acontecimentos é que as várias ideias de ‘se livrar’ do português comerciante ou taberneiro, bem como outras que também se agitavam, embora fossem menos faladas, tais como a libertação dos escravos, a supressão das barreiras de cor e de classe, não fossem mais que reflexos, no pensamento dos indivíduos, de situações objetivas, exteriores a seu cérebro, situações que estão nos fatos, nas relações e oposições dos indivíduos entre si: o senhor de engenho ou fazendeiro devedor que é perseguido pelo comerciante português credor; o pés-descalço que o comerciante português não quer como vendedor; o mulato que o branco exclui da maior parte das funções e o despreza, o humilha; o agricultor pobre que se sente espoliado pelo senhor de engenho que mói sua cana; o escravo que se quer libertar...”  

    PRADO JUNIOR, C. Formação do Brasil contemporâneo. São Paulo:
    Brasiliense, 2000, p. 387 (Texto adaptado)

    A orientação filosófica dessa interpretação do filósofo e historiador brasileiro Caio Prado Junior (1907-1990) acerca da declaração formal da independência brasileira, em 1822, é
    Escolha uma alternativa para a questão b62f54ce-a9
  • B62CD722-A9

    Filosofia

    A Política
    UECE · 2022Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    “Hobbes parte do estado de natureza, no qual não existiria lei, não existiria indústria humana, não existiria nada, e o homem é o lobo do próprio homem; e pelo fato de o homem ser antissocial por natureza, só se torna possível ele viver em sociedade com um Estado extremamente forte. Com Locke, a coisa é diferente. Locke diz que o homem não é um ser rebelde à vida política. No estado de natureza, mesmo com ausência de Estado, mesmo com ausência de leis, existe uma vida econômica que torna possível a integração dos indivíduos entre si. Então o Estado nasce para complementar, para tornar possível essa sociabilidade originária, que é a sociabilidade de mercado”.

    TEIXEIRA, F. J. S. Liberalismo clássico e neoliberalismo: Duas faces da
    mesma moeda?. Curso on line, aula 02, em 12.09.2022. Disponível em:
    https://www.youtube.com/watch?v=TA9MUFoRtOo&t=2009s. Acesso em:
    9 out. 2022. (Texto adaptado)

    Essas duas concepções políticas são
    Escolha uma alternativa para a questão b62cd722-a9
  • A64DD04E-A2

    Filosofia

    A Política
    UECE · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos
    “O que caracteriza o conhecimento dialético é que o verdadeiro (Hegel), o racional e o concreto (Hegel, Marx) são o resultado de um movimento de pensamento. Resultado do que Hegel chama de ‘trabalho do conceito’, que mostra progressivamente, a partir das determinações mais simples e abstratas do conteúdo, suas determinações cada vez mais ricas, complexas e intensas, até o ponto de sua unidade, que não é uma unidade formal, mas uma unidade sintética de múltiplas determinações”.

    MÜLLER, Marcos Lutz. A dialética como método de exposição em O capital.
    Belo Horizonte: Boletim da SEAF, 1982 (mimeo). (Texto adaptado).

    A partir da citação anterior, é correto concluir que, para a dialética, o esforço do pensamento conceitual em acessar e conhecer a realidade, deve resultar em um
    Escolha uma alternativa para a questão a64dd04e-a2
  • A64BA42B-A2

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UECE · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos
    “Efetivamente, um bom poeta, se quiser produzir um bom poema sobre o assunto que quer tratar, tem de saber o que vai fazer, sob pena de não ser capaz de o realizar. [...] os bons poetas têm aqueles conhecimentos que, perante a maioria, parecem expor tão bem.”

    PLATÃO. A República, 598e-599a. – 15ª ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2017.

    Levando em conta a importância tradicional que a poesia tinha na formação/educação do homem grego, é correto dizer que a crítica de Platão à poesia se justifica porque 
    Escolha uma alternativa para a questão a64ba42b-a2
  • A6496C86-A2

    Filosofia

    Aspectos da Filosofia Contemporânea
    UECE · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia com atenção essas duas estrofes do poeta cearense e, em seguida, marque a alternativa que apresenta uma ideia jusnaturalista moderna presente no poema.

    Camponeses, meus irmãos,
    E operários da cidade,
    É preciso dar as mãos
    E gritar por liberdade.
    Em favor de cada um,
    Formar um corpo comum,
    Operário e camponês!
    Pois, só com essa aliança,
    A estrela da bonança
    Brilhará para vocês!

    Uns com os outros se entendendo,
    Esclarecendo as razões.
    E todos, juntos, fazendo
    Suas reivindicações!
    Por uma Democracia
    De direito e garantia
    Lutando, de mais a mais!
    São estes os belos planos,
    Pois, nos Direitos Humanos,
    Nós todos somos iguais!

    PATATIVA DO ASSARÉ. O agregado e o operário. In: Antologia poética. Org. Gilmar de Carvalho. – 8ª ed. Fortaleza: Fundação Demócrito Rocha, 2015.
    Escolha uma alternativa para a questão a6496c86-a2
  • A6475D9C-A2

    Filosofia

    A Metafísica de Aristóteles
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    “Parece ter havido para a poesia em geral duas causas naturais. Uma é que imitar é natural nos homens desde a infância e nisto diferem dos outros animais, pois o homem é o que tem mais capacidade de imitar e é pela imitação que adquire os seus primeiros conhecimentos; a outra é que todos sentem prazer nas imitações. [...] A razão disto é também que aprender não é só agradável para os filósofos, mas é-o igualmente para os outros homens, embora estes participem dessa aprendizagem em menor escala. E que eles, quando veem as imagens, gostam dessa imitação, pois acontece que, vendo, aprendem e deduzem o que representa cada uma, por exemplo, ‘este é aquele assim e assim’.”

     ARISTÓTELES. Poética, 1448b5-20. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2008.

    Com base na passagem anterior, marque a alternativa correta sobre a teoria aristotélica da mímesis (imitação). 
    Escolha uma alternativa para a questão a6475d9c-a2
  • A645402A-A2

    Filosofia

    O Sujeito Moderno
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    “A pandemia em si é a expressão da guerra contra a natureza. Doenças migrando de animais selvagens para a esfera humana porque estamos invadindo a natureza, mais e mais. Estamos vendo isso de todas as formas... Nós já sabemos que essa doença prejudica quem está com o sistema imunológico fraco, já sabemos disso, sabemos o que o vírus faz. No entanto, se olharmos de fora, o que vemos é o sistema econômico. Ele é tão inconsequente que é construído sobre essa disposição de sacrificar vidas em nome do lucro – sempre foi assim, desde o tráfico de escravos no Atlântico até a crise climática contra a natureza”.

    KLEIN, Naomi. Entrevista. In: DAVIS Angela; KLEIN Naomi. Construindo movimentos [recurso eletrônico]: uma conversa em tempos de pandemia. – 1ª ed. São Paulo: Boitempo, 2020, p. 9.

    Na passagem anterior, a pensadora canadense Naomi Klein relaciona a pandemia da Covid-19 à emergência climática, ligando esses fenômenos à economia nos seguintes termos:
    Escolha uma alternativa para a questão a645402a-a2
  • A6430AAA-A2

    Filosofia

    Aspectos da Filosofia Contemporânea
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    “As diferenças biológicas que existem entre os membros de diversos grupos étnicos não afetam de maneira nenhuma a organização política ou social, a vida moral ou as relações sociais. As pesquisas biológicas ancoram a ética da fraternidade universal; elas estão dizendo que o homem é, por tendência inata, levado à cooperação e, se este instinto não encontra em que se satisfazer, indivíduos e nações padecem igualmente por isso. O homem é por natureza um ser social, que só chega ao pleno desenvolvimento de sua personalidade se relacionando com os seus semelhantes”.

     MOURA, Clóvis. O racismo como arma ideológica de dominação. Princípios: Revista Teórica, Política e de Informação, 34, ago/set/out, 1994, p. 28-3.

    Com base no texto anterior, podemos concluir que, para o filósofo brasileiro Clóvis Moura,
    Escolha uma alternativa para a questão a6430aaa-a2
  • A640EA83-A2

    Filosofia

    A Política
    UECE · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos
    “É estranha a abstração que se faz do papel do Estado na própria criação do mercado. [...] Este ‘mercado livre’, abstrato, em que o Estado não interfere, tomado de empréstimo da ideologia do liberalismo econômico, certamente não é um mercado capitalista, pois precisamente o papel do Estado no capitalismo é ‘institucionalizar’ as regras do jogo”.

    OLIVEIRA, Francisco de. Crítica da razão dualista. São Paulo: Boitempo, 2003, p. 37.

    O pensador brasileiro Francisco de Oliveira, no texto anterior, expressa uma concepção, segundo a qual o Estado
    Escolha uma alternativa para a questão a640ea83-a2
  • A63EAD10-A2

    Filosofia

    A Política
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia com atenção a seguinte passagem da obra de Thomas Hobbes (1588-1679), sobre o estado de natureza.

    “E dado que a condição do homem [...] é uma condição de guerra de todos contra todos, sendo neste caso cada um governado pela sua própria razão, e nada havendo de que possa lançar mão que não lhe ajude na preservação da sua vida contra os seus inimigos, segue-se que numa tal condição todo homem tem direito a todas as coisas, até mesmo aos corpos uns dos outros. Portanto, enquanto durar este direito natural de cada homem a todas as coisas, não poderá haver para nenhum homem (por mais forte e sábio que seja) a segurança de viver todo o tempo que geralmente a natureza permite aos homens viver.”

    HOBBES, Thomas. Leviatã ou matéria, forma e poder de uma república eclesiástica e civil. São Paulo: Martins Fontes, 2014. (Texto adaptado).

    De acordo com o fragmento anterior, é correto afirmar que, para Hobbes,
    Escolha uma alternativa para a questão a63ead10-a2
  • A63C9D72-A2

    Filosofia

    A Política
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o seguinte trecho da obra de Maquiavel (1469-1527) acerca da liberdade republicana.

    “Direi que quem condena os conflitos entre os nobres e a plebe [povo] parece criticar as coisas que foram a primeira causa da liberdade de Roma e leva mais em consideração as confusões entre as pessoas e o falatório sobre tais conflitos do que os bons efeitos que eles geravam; e não consideram que em toda república há dois humores (estados de espírito, temperamentos) diferentes, o do povo, e o dos grandes, dos nobres, e que todas as leis que se fazem em favor da liberdade nascem do conflito deles, como facilmente se pode ver que ocorreu em Roma.” 

    MAQUIAVEL, Nicolau. Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio. São Paulo: Martins Fontes, 2007. (Texto adaptado).

    Com base no trecho anterior, é correto afirmar que, para Maquiavel, 
    Escolha uma alternativa para a questão a63c9d72-a2
  • A63A48AA-A2

    Filosofia

    Aspectos da Filosofia Contemporânea
    UECE · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Podemos dividir todas as percepções do espírito em duas classes ou espécies, que se distinguem por seus diferentes graus de força e vivacidade. [...] Pelo termo impressão entendo todas as percepções mais vivas, quando ouvimos, vemos, sentimos, amamos, odiamos, desejamos ou queremos. E as impressões diferenciam-se das ideias, que são as percepções menos vivas, das quais temos consciência, quando refletimos sobre quaisquer das sensações ou dos movimentos acima mencionados”.

     HUME, David. Investigação acerca do entendimento humano. Trad. de João Paulo Gomes Monteiro. São Paulo: Nova Cultural, 1996, p. 69-70. Coleção Os Pensadores.

    Com base na passagem anterior, é correto afirmar que, para Hume,
    Escolha uma alternativa para a questão a63a48aa-a2
  • A6372173-A2

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    Da mesma forma que a Filosofia, a História surgiu na época clássica da Grécia. Seu mais antigo escrito que chegou aos nossos dias é a História, de Heródoto. No começo de sua narrativa, esse autor diz:

    “São apresentados aqui os resultados das investigações de Heródoto de Halicarnassos, para que a memória dos acontecimentos não se apague entre os homens com o passar do tempo; e para que os feitos maravilhosos e admiráveis dos gregos e dos bárbaros não deixem de ser lembrados, inclusive as razões pelas quais eles guerrearam uns contra os outros”.

    HERÓDOTO. História, I, 1. – 3ª ed. Brasília, DF: Editora Universidade de Brasília, 1988, p. 20 (Texto adaptado).

    Assim como a Filosofia, a narrativa de Heródoto testemunha a transição do mito ao logos porque
    Escolha uma alternativa para a questão a6372173-a2
  • A634F505-A2

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UECE · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O legislador, estratego e poeta Sólon (século VI a.C.) foi o primeiro grande reformador democrático de Atenas. No fragmento a seguir, pode-se observar a cisão que Sólon estabelece entre a pólis e a monarquia. Leia-o com atenção.
    [...]
    por homens potentes a cidade perece, e do monarca
     o povo, por ignorância, na escravidão cai.
    Mui alçado, não é fácil depois trazê-lo
     ao chão [...]

    (SÓLON, fr. 9, in: RAGUSA, Giuliana; BRUNHARA, Rafael. Elegia grega
    arcaica. Araçoiaba da Serra: Editora Mnema, 2021).

    Com base no texto, analise as assertivas a seguir e marque V para as verdadeiras e F para as falsas. 

    ( ) A pólis se sustenta na ignorância do povo.
    ( ) O poder de um só produz a ignorância.
    ( ) A ignorância causa a escravidão do povo.
    ( ) A pólis não pode apoiar-se na ignorância.

    A sequência correta, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão a634f505-a2
  • A632CB86-A2

    Filosofia

    Aspectos da Filosofia Contemporânea
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    “A lógica bélica da ‘guerra às drogas’ se impôs globalmente às sociedades. Se os sistemas políticos dos Estados nacionais fizeram um grande esforço, na segunda metade do século XX, para controlar suas Forças Armadas, para pô-las sob o domínio da política civil (e democrática), o aumento exponencial das forças policiais tornou-se hoje talvez a grande fonte de instabilidade e de risco para a ordem democrática.”

     NOBRE, Marcos. Limites da democracia: de junho de 2013 ao governo Bolsonaro. São Paulo: Todavia, 2022., p. 226-227 (Texto adaptado).

    Com base no texto anterior, do filósofo Marcos Nobre, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão a632cb86-a2
  • A63081CE-A2

    Filosofia

    A Política
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    “As ideias da classe dominante são, em cada época, as ideias dominantes; isto é, a classe que é a força material dominante da sociedade é, ao mesmo tempo, sua força espiritual dominante. A classe que tem à sua disposição os meios de produção material dispõe, ao mesmo tempo, dos meios de produção espiritual; por isso, são submetidas à classe dominante as ideias daqueles que não possuem os meios de produção espiritual.”

    MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. A ideologia alemã. – 4ª ed. São Paulo:
    Hucitec, 1984, p. 73 (Texto Adaptado).

    Segundo essa passagem, na qual Marx e Engels apresentam uma tese da concepção materialista da história, as ideias de uma dada sociedade são
    Escolha uma alternativa para a questão a63081ce-a2
  • A62DB5DB-A2

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UECE · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos
    No diálogo platônico Sofista, os personagens Teeteto e Estrangeiro conversam sobre o que é o sofista, chegando à tese de que seu discurso é um simulacro, uma cópia falsa do real. No entanto, essa tese conduziria os interlocutores a uma dificuldade, segundo o Estrangeiro, que a explica nos seguintes termos.

    “É que, realmente, jovem feliz, nos vemos frente a uma questão extremamente difícil. Afinal, mostrar e parecer sem ser, dizer algo, entretanto, sem dizer com verdade, são maneiras que trazem grande dificuldades... Que modo encontrar, na realidade, para dizer ou pensar que o falso é real sem que, já ao dizer isso, nos encontramos enredados numa contradição? [...] A audácia dessa afirmação é supor o não ser como ser; e, na realidade, nada pode ser dito falso sem esta condição”.

    PLATÃO. Sofista, 236e-237-a. São Paulo: Abril Cultural, 1972. Coleção Os Pensadores (Texto adaptado).

    Segundo o Estrangeiro, a dificuldade dessa afirmação, sua contradição inicial, a ser elucidada na continuidade do diálogo, estaria em que
    Escolha uma alternativa para a questão a62db5db-a2
  • A62B7BE6-A2

    Filosofia

    Aspectos da Filosofia Contemporânea
    UECE · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos
    Durante os séculos XVII e XVIII, na Europa, se constituiu um tipo de poder e controle social que o filósofo francês Michel Foucault (1926-1984) chama de “poder disciplinar”. Ele assim o descreve.

    “Esses métodos que permitem o controle minucioso das operações do corpo, que realizam a sujeição constante de suas forças e lhes impõem uma relação de docilidade-utilidade, são o que podemos chamar as ‘disciplinas’. Muitos processos disciplinares existiam há muito tempo [...]. Mas as disciplinas se tornaram no decorrer dos séculos XVII e XVIII fórmulas gerais de dominação. [...] A disciplina fabrica assim corpos submissos e exercitados, corpos ‘dóceis’. A disciplina aumenta as forças do corpo (em termos econômicos de utilidade) e diminui essas mesmas forças (em termos políticos de obediência).”

    FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: história da violência nas prisões.
    Petrópolis: Vozes, 1987, p. 126-127.

    Segundo essa passagem, é correto afirmar que as disciplinas
    Escolha uma alternativa para a questão a62b7be6-a2
  • A6295076-A2

    Filosofia

    A Metafísica de Aristóteles
    UECE · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos
    “[...] desde Aristóteles, o ideal da lógica tem sido encontrar as condições necessárias para que, de proposições verdadeiras, se obtenham conclusões verdadeiras. E é apenas o método dedutivo que oferece essa possibilidade e garantia. [...] a dedução é um modo de raciocinar, argumentar e demonstrar em que a conclusão é uma consequência lógica das premissas [...]”.

    COTRIM, Gilberto; FERNANDES, Mirna. Fundamentos de filosofia. – 4ª ed.
    São Paulo: Saraiva, 2016, p. 109.

    Sobre a dedução, é correto afirmar que parte de 
    Escolha uma alternativa para a questão a6295076-a2