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Prova

Prova de 2025: Ensino Einstein — questões com gabarito

187 questões da prova de 2025 de Ensino Einstein, em Matemática, Português, Biologia, Inglês e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 187 questões
  • 11 matérias

Resultados: 187 questões

Página 3 de 10

  • Ciências Humanas

    História

        A partir do final do século XVIII, em uma reação às posturas iluministas, a Idade Média assumiu pela primeira vez uma feição positiva nas reflexões de autores europeus. A Idade Média aparece, então, como depositária das raízes nacionais e regionais, das fábulas, de todo o repertório de tradições, orais e escritas, que teriam dado origem às modernas nações europeias. Segundo o historiador Justus Möser (1720-1794), cada povo seria uma individualidade histórica, uma criação original, com um patrimônio espiritual expresso na língua, nos costumes e no direito.


    (Marcelo Cândido da Silva. História medieval, 2023. Adaptado.)


    No final do século XVIII, a reação às posturas iluministas, citada no excerto,

    Escolha uma alternativa para a questão 72b270e7-4a
  • Ciências Humanas

    História

        O livro Roma, o Império Infinito, do autor Aldo Cazzullo, propõe-se a mostrar a influência que o Império Romano teve sobre tudo que veio depois, de Napoleão a Hitler, do imperialismo estadunidense às empresas multinacionais do Vale do Silício. “Roma foi o arquétipo de todos os impérios, todo imperador da história pensou que era o novo César, e todo revolucionário se viu como um novo Espártaco”, afirma Cazzullo.


    (Eduardo Lima. https://super.abril.com.br, 10.09.2024. Adaptado.)



    A influência de Roma para a posteridade, defendida pelo autor, é demonstrada pela atual noção de

    Escolha uma alternativa para a questão 72afaee9-4a
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão. 


        In my research recently published in an open access journal, I used a popular language model, GPT-4 by OpenAI, to create simple summaries of scientific papers. These summaries generated by artificial intelligence (AI) used simpler language and more common words, like “job” instead of “occupation”, than summaries written by the researchers who had done the work.

        In one experiment, I found that readers of the AI-generated summaries had a better understanding of the science than readers of the human-written summaries. A second experiment investigated what effects the simpler summaries might have on people’s perceptions of the scientists who performed the research. In this experiment, participants rated the scientists whose work was described in the simpler texts as more credible than the scientists whose work was described in the more complex texts.

        Have you ever read about a scientific discovery and felt like it was written in a foreign language? New scientific information is probably hard to understand — especially if you try to read a science article in a research journal. In an era where understanding science is crucial for informed decision- -making, the abilities to comprehend and communicate complex ideas are more important than ever. Trust in science has been declining for years, and one contributing factor may be the challenge of understanding scientific jargon.

        As AI continues to evolve, its role in science communication may expand, especially if using generative AI becomes more commonplace. Simple science descriptions are preferable to and more beneficial than complex ones, and AI tools can help. But scientists could also achieve the same goals by working harder to minimize jargon and communicate clearly — no AI necessary.



    (David Markowitz. https://theconversation.com, 30.10.2024. Adaptado.) 

    No trecho do primeiro parágrafo “‘job’ instead of ‘occupation’”, a expressão sublinhada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por: 
    Escolha uma alternativa para a questão 72a42708-4a
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão. 


        In my research recently published in an open access journal, I used a popular language model, GPT-4 by OpenAI, to create simple summaries of scientific papers. These summaries generated by artificial intelligence (AI) used simpler language and more common words, like “job” instead of “occupation”, than summaries written by the researchers who had done the work.

        In one experiment, I found that readers of the AI-generated summaries had a better understanding of the science than readers of the human-written summaries. A second experiment investigated what effects the simpler summaries might have on people’s perceptions of the scientists who performed the research. In this experiment, participants rated the scientists whose work was described in the simpler texts as more credible than the scientists whose work was described in the more complex texts.

        Have you ever read about a scientific discovery and felt like it was written in a foreign language? New scientific information is probably hard to understand — especially if you try to read a science article in a research journal. In an era where understanding science is crucial for informed decision- -making, the abilities to comprehend and communicate complex ideas are more important than ever. Trust in science has been declining for years, and one contributing factor may be the challenge of understanding scientific jargon.

        As AI continues to evolve, its role in science communication may expand, especially if using generative AI becomes more commonplace. Simple science descriptions are preferable to and more beneficial than complex ones, and AI tools can help. But scientists could also achieve the same goals by working harder to minimize jargon and communicate clearly — no AI necessary.



    (David Markowitz. https://theconversation.com, 30.10.2024. Adaptado.) 

    According to the experiments described in the first and second paragraphs, AI-generated science summaries, if compared with human-written summaries, are more
    Escolha uma alternativa para a questão 72a094c4-4a
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do romance Os ratos, de Dyonelio Machado, para responder à questão.



    1     Havia momentos a conversa tinha esfriado. Alcides, à sua frente, olha, longe, a rua. Naziazeno acompanha, meio furtivamente, os gestos do Carvalho, que se prepara para sair. Já tirou o porte-monnaie1 do bolso de trás das calças, torcendo- -se um pouco; tornou a colocá-lo onde estava, depois de o examinar com o olho bem metido dentro dele, e puxou uma cédula dum dos bolsos do lado da calça, torcendo-se ainda mais. O garçom, a seu lado, sereno, mas com um certo grau de impaciência latente, faz rapidamente o troco, mal lhe cai o dinheiro nas mãos. Vai tirando as moedas de vários bolsos e depondo-as no mármore da mesa. Carvalho, a cabeça baixa, confere, separando-as com um dedo, como uma cozinheira “escolhendo” feijão na tábua da mesa. Destaca uma moedinha, que põe de parte, com dedo moroso. Recolhe o resto. Pega da bengala e dos jornais que colocara numa cadeira ao lado e levanta-se, relanceando um olhar pelo café, olhar que vem “ferir” o rosto de Naziazeno, que estremece, como se um jato de holofote subitamente o iluminasse. Desvia precipitadamente a cara; põe-se a olhar para o Alcides. A figura porém do Carvalho avança pouco a pouco na franja do seu campo visual; é apenas um vulto negro e alto, avançando cadenciadamente. Seus passos soam já... Naziazeno mantém o pescoço duro... Qualquer relaxamento de músculos põe-no cara a cara com o outro... Está começando a sentir um calor no rosto... Os passos são mais sonoros... Alcides volta-se lentamente para trás, na direção deles...

    2      — Bom dia.

    3      — Bom dia!

    4     — Bom dia, Carvalho!...

    5     ... E os passos agora cada vez ressoam menos... menos... extinguem-se...

    6     A onda de calor foge progressivamente do seu rosto. Naziazeno tem a impressão de haver mergulhado a face na água fria. Acha-se um pouco trêmulo.

    7     Alcides ali à sua frente, ele não se sente tão só. A cara deslavada e ausente do outro bem podia passar por ingênua. Ele curvava um pouco o tórax para diante, olhava em frente, as feições iguais, como de quem dorme. Quando tirava o olhar dum foco para colocá-lo num outro, fechava habitualmente os olhos, como quem faz um “entreato” entre as duas visadas. Isto repetido várias vezes dava-lhe um ar de sono, que o tornava mais ausente e ingênuo.


        (Os ratos, 2022.)


    1 porte-monnaie: porta-moedas.

    Uma palavra formada com um prefixo que expressa negação ocorre em:
    Escolha uma alternativa para a questão 7294ffb9-4a
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do romance Os ratos, de Dyonelio Machado, para responder à questão.



    1     Havia momentos a conversa tinha esfriado. Alcides, à sua frente, olha, longe, a rua. Naziazeno acompanha, meio furtivamente, os gestos do Carvalho, que se prepara para sair. Já tirou o porte-monnaie1 do bolso de trás das calças, torcendo- -se um pouco; tornou a colocá-lo onde estava, depois de o examinar com o olho bem metido dentro dele, e puxou uma cédula dum dos bolsos do lado da calça, torcendo-se ainda mais. O garçom, a seu lado, sereno, mas com um certo grau de impaciência latente, faz rapidamente o troco, mal lhe cai o dinheiro nas mãos. Vai tirando as moedas de vários bolsos e depondo-as no mármore da mesa. Carvalho, a cabeça baixa, confere, separando-as com um dedo, como uma cozinheira “escolhendo” feijão na tábua da mesa. Destaca uma moedinha, que põe de parte, com dedo moroso. Recolhe o resto. Pega da bengala e dos jornais que colocara numa cadeira ao lado e levanta-se, relanceando um olhar pelo café, olhar que vem “ferir” o rosto de Naziazeno, que estremece, como se um jato de holofote subitamente o iluminasse. Desvia precipitadamente a cara; põe-se a olhar para o Alcides. A figura porém do Carvalho avança pouco a pouco na franja do seu campo visual; é apenas um vulto negro e alto, avançando cadenciadamente. Seus passos soam já... Naziazeno mantém o pescoço duro... Qualquer relaxamento de músculos põe-no cara a cara com o outro... Está começando a sentir um calor no rosto... Os passos são mais sonoros... Alcides volta-se lentamente para trás, na direção deles...

    2      — Bom dia.

    3      — Bom dia!

    4     — Bom dia, Carvalho!...

    5     ... E os passos agora cada vez ressoam menos... menos... extinguem-se...

    6     A onda de calor foge progressivamente do seu rosto. Naziazeno tem a impressão de haver mergulhado a face na água fria. Acha-se um pouco trêmulo.

    7     Alcides ali à sua frente, ele não se sente tão só. A cara deslavada e ausente do outro bem podia passar por ingênua. Ele curvava um pouco o tórax para diante, olhava em frente, as feições iguais, como de quem dorme. Quando tirava o olhar dum foco para colocá-lo num outro, fechava habitualmente os olhos, como quem faz um “entreato” entre as duas visadas. Isto repetido várias vezes dava-lhe um ar de sono, que o tornava mais ausente e ingênuo.


        (Os ratos, 2022.)


    1 porte-monnaie: porta-moedas.

    “O garçom, a seu lado, sereno, mas com um certo grau de impaciência latente, faz rapidamente o troco, mal lhe cai o dinheiro nas mãos.” (1º parágrafo)


    Em relação à oração que a precede, a oração sublinhada expressa uma circunstância de

    Escolha uma alternativa para a questão 728f5110-4a
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do romance Os ratos, de Dyonelio Machado, para responder à questão.



    1     Havia momentos a conversa tinha esfriado. Alcides, à sua frente, olha, longe, a rua. Naziazeno acompanha, meio furtivamente, os gestos do Carvalho, que se prepara para sair. Já tirou o porte-monnaie1 do bolso de trás das calças, torcendo- -se um pouco; tornou a colocá-lo onde estava, depois de o examinar com o olho bem metido dentro dele, e puxou uma cédula dum dos bolsos do lado da calça, torcendo-se ainda mais. O garçom, a seu lado, sereno, mas com um certo grau de impaciência latente, faz rapidamente o troco, mal lhe cai o dinheiro nas mãos. Vai tirando as moedas de vários bolsos e depondo-as no mármore da mesa. Carvalho, a cabeça baixa, confere, separando-as com um dedo, como uma cozinheira “escolhendo” feijão na tábua da mesa. Destaca uma moedinha, que põe de parte, com dedo moroso. Recolhe o resto. Pega da bengala e dos jornais que colocara numa cadeira ao lado e levanta-se, relanceando um olhar pelo café, olhar que vem “ferir” o rosto de Naziazeno, que estremece, como se um jato de holofote subitamente o iluminasse. Desvia precipitadamente a cara; põe-se a olhar para o Alcides. A figura porém do Carvalho avança pouco a pouco na franja do seu campo visual; é apenas um vulto negro e alto, avançando cadenciadamente. Seus passos soam já... Naziazeno mantém o pescoço duro... Qualquer relaxamento de músculos põe-no cara a cara com o outro... Está começando a sentir um calor no rosto... Os passos são mais sonoros... Alcides volta-se lentamente para trás, na direção deles...

    2      — Bom dia.

    3      — Bom dia!

    4     — Bom dia, Carvalho!...

    5     ... E os passos agora cada vez ressoam menos... menos... extinguem-se...

    6     A onda de calor foge progressivamente do seu rosto. Naziazeno tem a impressão de haver mergulhado a face na água fria. Acha-se um pouco trêmulo.

    7     Alcides ali à sua frente, ele não se sente tão só. A cara deslavada e ausente do outro bem podia passar por ingênua. Ele curvava um pouco o tórax para diante, olhava em frente, as feições iguais, como de quem dorme. Quando tirava o olhar dum foco para colocá-lo num outro, fechava habitualmente os olhos, como quem faz um “entreato” entre as duas visadas. Isto repetido várias vezes dava-lhe um ar de sono, que o tornava mais ausente e ingênuo.


        (Os ratos, 2022.)


    1 porte-monnaie: porta-moedas.

    Na cena, a presença de Carvalho
    Escolha uma alternativa para a questão 728c3699-4a
  • Linguagens

    Literatura

        No _______________, a rima nunca foi abandonada. Mas os poetas adquiriram grande liberdade no seu tratamento. O uso do verso livre, com ritmos muito mais pessoais, podendo aceitar todas as inflexões do poeta, permitiu deixá-la de lado. No verso metrificado, ela foi usada ou não, e pela primeira vez pôde se observar na poesia o verso branco em metros curtos. A poética sempre se ocupou dos tipos de rima e do modo de combiná-la, distinguindo diversas modalidades e estabelecendo regras. Essas regras formais chegaram ao máximo de exigência com os _________________.


    (Antonio Candido. O estudo analítico do poema, 2006. Adaptado.)


    As lacunas do texto são preenchidas, respectivamente, por:

    Escolha uma alternativa para a questão 72895195-4a
  • Linguagens

    Português

    Examine a tirinha de Rafa Figueiredo, publicada em 27.01.2023, para responder à questão.



    Imagem da questão de Português, Ensino Einstein 2025, Interpretação de Textos


    (www.defeitodefabrica.com)

    O humor da tirinha decorre do recurso expressivo denominado
    Escolha uma alternativa para a questão 72827bc6-4a
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema de José Carlos Capinan (1941-) para responder à questão.

    o rebanho e o homem

    O rebanho trafega com tranquilidade o caminho:
    é sempre uma surpresa ao rebanho que ele chegue
    ao campo ou ao matadouro.
    Nenhuma raiva
    nenhuma esperança o rebanho leva,
    pouco importa que a flor sucumba aos cascos
    ou ainda que sobreviva.
    Nenhuma pergunta o rebanho não diz:
    até na sede ele é tranquilo
    até na guerra ele é mudo —
    o rebanho não pronuncia,
    usa a luz mas nunca explica a sua falta
    usa o alimento sem nunca se perguntar.
    Sobre o rebanho o sexo
    que ele nunca explicava
    e as fêmeas cobertas
    recebem a fecundidade sem admiração.
    A morte ele desconhece, e a sua vida,
    no rebanho não há companheiros
    há cada corpo em si sem lucidez alguma.
    O rebanho não vê a cara dos homens
    aceita o caminho e vai escorrendo
    num andar pesado sobre os campos.

    (Heloisa Buarque de Hollanda (org.). 26 poetas hoje: antologia, 2021.)
    As palavras podem mudar de classe gramatical sem sofrer modificação na forma. Basta antepor-se o artigo a qualquer vocábulo da língua para que ele se torne um substantivo. A esse processo de enriquecimento vocabular pela mudança de classe das palavras dá-se o nome de derivação imprópria.

    (Celso Cunha e Luís F. Lindley Cintra. Nova gramática do português contemporâneo, 2001. Adaptado.)

    Identifica-se uma palavra formada por derivação imprópria em:
    Escolha uma alternativa para a questão 142921d8-69
  • Matemática

    Matemática

    Considere a função real definida por f(x) = x2 – 8x + 12. A área do triângulo cujos vértices são os pontos de interseção do gráfico de f com os eixos coordenados é igual a

    Escolha uma alternativa para a questão 72fea104-4a
  • Ciências da Natureza

    Química

    Os compostos representados a seguir são responsáveis pelo aroma de diferentes ervas, tais como a hortelã, a menta, o capim-santo e a erva-cidreira.



    Imagem da questão de Química, Ensino Einstein 2025, Química Orgânica



    Os compostos considerados isômeros estruturais estão representados por


    Escolha uma alternativa para a questão 72e4619f-4a
  • Ciências da Natureza

    Biologia

        Um método promissor para evitar a proliferação do mosquito da dengue começou a ser adotado pelo Ministério da Saúde nas periferias brasileiras. Trata-se das Estações Disseminadoras de Larvicida, uma espécie de armadilha que busca reduzir a infestação pelo Aedes aegypti, que também transmite zika e chikungunya. [...] Como as fêmeas visitam muitos criadouros para colocar os ovos, ao pousar na armadilha, elas se impregnam com o larvicida e passam a disseminá-lo em um raio de até 400 metros.


    (https://agenciabrasil.ebc.com.br, 04.11.2024.)



    A notícia apresenta uma nova metodologia de combate ao mosquito cuja eficácia relaciona-se diretamente à compreensão

    Escolha uma alternativa para a questão 72d6b735-4a
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    As imagens mostram um muflão, mamífero do grupo do carneiro, com grandes cornos, e um caribu, mamífero do grupo do cervo, com grandes chifres.


    Muflão


    Figura 1 de 2 da questão de Biologia, Ensino Einstein 2025, Identidade dos seres vivos

    (https://pxhere.com)


    Caribu


    Figura 2 de 2 da questão de Biologia, Ensino Einstein 2025, Identidade dos seres vivos


    (https://pixabay.com)



    Apesar de desempenharem funções semelhantes, cornos e chifres são estruturas diferentes quanto à sua composição e formação biológica. Essa diferença ocorre porque



    Escolha uma alternativa para a questão 72d3f22a-4a
  • Ciências da Natureza

    Biologia

        A trissomia do cromossomo 13 (síndrome de Patau) é uma síndrome genética rara caracterizada pela presença de um cromossomo 13 extra. Ao invés de ter dois autossomos número 13, como ocorre na maioria da população, o indivíduo com essa síndrome genética apresenta três cópias, o que causa diversas alterações de desenvolvimento e de saúde, como malformação congênita.


    (https://nav.dasa.com.br. Adaptado.)



    A presença da terceira cópia do autossomo 13 no genoma dos indivíduos com síndrome de Patau é decorrente de

    Escolha uma alternativa para a questão 72d0e2c2-4a
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Imagem da questão de Biologia, Ensino Einstein 2025, Ecologia e ciências ambientais



        Esta árvore de pequeno porte é chamada Tecoma stans e é popularmente conhecida como ipê-de-jardim. Suas flores amarelas são muito parecidas com as do ipê-amarelo (Tabebuia spp). Apesar de ser ornamental, o ipê-de-jardim é considerado uma planta invasora, com capacidade de inutilizar pastagens e prejudicar a regeneração de áreas degradadas.


    (https://globorural.globo.com. Adaptado.)



    A capacidade dessa planta de inutilizar pastagens e prejudicar a regeneração de áreas degradadas está relacionada

    Escolha uma alternativa para a questão 72cdfb9e-4a
  •     O Brasil e o Paraguai fecharam um novo acordo-base para o Anexo C do Tratado de Itaipu, que define as condições de comercialização da energia gerada pela megausina hidrelétrica. A partir de 2027, o Paraguai poderá vender sua parte da energia de Itaipu ao mercado livre no Brasil, que negocia seus contratos sem amarras de preço e de prazo, conforme a oferta e a demanda de eletricidade. A produção de Itaipu é dividida meio a meio. No entanto, os paraguaios não consomem toda a sua parcela.


    (Daniel Rittner. www.cnnbrasil.com.br, 07.05.2024. Adaptado.)


    Antes do novo acordo mencionado no excerto, o excedente de energia gerado pela parte paraguaia era

    Escolha uma alternativa para a questão 72c1247b-4a
  • Ciências Humanas

    História

    Leia os versos do poema “A implosão da mentira ou o episódio do Riocentro”, escrito por Affonso Romano de Sant’Anna e publicado em 1984.


    Mentiram-me. Mentiram-me ontem

    e hoje mentem novamente. Mentem

    de corpo e alma, completamente.

    E mentem de maneira tão pungente

    que acho que mentem sinceramente.

    [...]


    Mas não se chega à verdade

    pela mentira, nem à democracia

    pela ditadura.

    [...]


    E a mentira repulsiva

    se não explode

    pra fora pra dentro explode

    implosiva.


    (https://mpac.ufes.br)


    O poema é inspirado em um episódio ocorrido no Brasil em 1981 e refere-se


    Escolha uma alternativa para a questão 72bb240c-4a
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto a seguir, que é o trecho inicial de um artigo publicado na internet.



    Imagem da questão de Inglês, Ensino Einstein 2025, Interpretação de texto | Reading comprehension


    (https://grain.com, 21.10.2024. Adaptado.)



    O texto

    Escolha uma alternativa para a questão 72ac95fa-4a
  • Linguagens

    Português

    Leia o soneto de Luís de Camões para responder à questão.


    Quem diz que Amor é falso ou enganoso,

    ligeiro, ingrato, vão, desconhecido,

    sem falta1 lhe terá bem merecido

    que lhe seja cruel ou rigoroso.


    Amor é brando2 , é doce e é piadoso3 .

    Quem o contrário diz não seja crido;

    seja por cego e apaixonado tido,

    e aos homens, e inda4 aos deuses, odioso.


    Se males faz Amor, em mim se veem;

    em mim mostrando todo o seu rigor,

    ao mundo quis mostrar quanto podia.


    Mas todas suas iras são de amor;

    todos estes seus males são um bem,

    que eu por todo outro bem não trocaria.



    (Luís de Camões. Sonetos: antologia comentada, 2012.)



    1 sem falta: sem dúvida.

    2 brando: manso, meigo.

    3 piadoso: piedoso.

    4 inda: ainda.

    “Se males faz Amor, em mim se veem;” (3ª estrofe) Transposta para a voz passiva, mantendo o sentido original, a oração sublinhada assume a forma:
    Escolha uma alternativa para a questão 729d743b-4a