Questões do ENEM: Linguagens e Romantismo

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217 questões encontradas. Mostrando a página 7 de 11.

  • 600A9BFA-97

    Literatura

    Escolas Literárias
    USP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
          Omolu espalhara a bexiga na cidade. Era uma vingança contra a cidade dos ricos. Mas os ricos tinham a vacina, que sabia Omolu de vacinas? Era um pobre deus das florestas d' África. Um deus dos negros pobres. Que podia saber de vacinas? Então a bexiga desceu e assolou o povo de Omolu. Tudo que Omolu pôde fazer foi transformar a bexiga de negra em alastrim, bexiga branca e tola. Assim mesmo morrera negro, morrera pobre. Mas Omolu dizia que não fora o alastrim que matara. Fora o lazareto*. Omolu só queria com o alastrim marcar seus filhinhos negros. O lazareto é que os matava. Mas as macumbas pediam que ele levasse a bexiga da cidade, levasse para os ricos latifundiários do sertão. Eles tinham dinheiro, léguas e léguas de terra, mas não sabiam tampouco da vacina. O Omolu diz que vai pro sertão. E os negros, os ogãs, as filhas e pais de santo cantam:
         Ele é mesmo nosso pai
         e é quem pode nos ajudar...
         Omolu promete ir. Mas para que seus filhos negros
    não o esqueçam avisa no seu cântico de despedida:
         Ora, adeus, ó meus filhinhos,
         Qu'eu vou e torno a vortá...
         E numa noite que os atabaques batiam nas
    macumbas, numa noite de mistério da Bahia, Omolu pulou na máquina da Leste Brasileira e foi para o sertão de Juazeiro. A bexiga foi com ele.

                                                                        Jorge Amado, Capitães da Areia.
    *lazareto: estabelecimento para isolamento sanitário de pessoas atingidas por determinadas doenças.

    Costuma-se reconhecer que Capitães da Areia pertence ao assim chamado "romance de 1930", que registra importantes transformações pelas quais passava o Modernismo no Brasil, à medida que esse movimento se expandia e diversificava. No excerto, considerado no contexto do livro de que faz parte, constitui marca desse pertencimento
    Escolha uma alternativa para a questão 600a9bfa-97
  • 74401414-4C

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2015

    Esta é uma oportuna afirmação de um crítico sobre o romance Vidas secas, de Graciliano Ramos:
    Escolha uma alternativa para a questão 74401414-4c
  • 2A764488-36

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - RS · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia a passagem a seguir, referente a uma marcante personagem da literatura brasileira, e preencha as lacunas do texto relacionado ao excerto.

    Olhos de ressaca? Vá, de ressaca. É o que me dá ideia daquela feição nova. Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Para não ser arrastado, agarrei-me às outras partes vizinhas, às orelhas, aos braços, aos cabelos espalhados pelos ombros; mas tão depressa buscava as pupilas, a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura, ameaçando envolver-me, puxar-me e tragar-me.
    Narrada por __________, a obra __________, de__________, traz uma das mais cativantes personagens da literatura brasileira: __________.

    A alternativa correta para o preenchimento das lacunas é:

    Escolha uma alternativa para a questão 2a764488-36
  • 3E1D2D8C-34

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - SP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    De Memórias Póstumas de Brás Cubas, romance de Machado de Assis, pode-se afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 3e1d2d8c-34
  • 3E1882EB-34

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - SP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Viagens na Minha Terra é um romance escrito por Almeida Garrett. Desta obra se pode afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 3e1882eb-34
  • 4F347DFC-E5

    Literatura

    Escolas Literárias
    FMP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o seguinte fragmento extraído do poema O navio negreiro, de Castro Alves.


    IV

    Era um sonho dantesco!... o tombadilho,
    Que das luzernas avermelha o brilho,
    Em sangue a se banhar.
    Tinir de ferros... estalar de açoite...
    Legiões de homens negros como a noite,
    Horrendos a dançar...

    Negras mulheres, suspendendo às tetas
    Magras crianças, cujas bocas pretas
    Regam o sangue das mães:
    Outras, moças, mas nuas e espantadas,
    No turbilhão de espectros arrastadas,
    Em ânsia e mágoa vãs!

    E ri-se a orquestra, irônica, estridente...
    E da ronda fantástica a serpente
    Faz doudas espirais ...
    Se o velho arqueja, se no chão resvala,
    Ouvem-se gritos... o chicote estala.
    E voam mais e mais...

    Presa nos elos de uma só cadeia,
    A multidão faminta cambaleia,
    E chora e dança ali!
    Um de raiva delira, outro enlouquece,
    Outro, que de martírios embrutece,
    Cantando, geme e ri!

    No entanto o capitão manda a manobra.
    E após fitando o céu que se desdobra
    Tão puro sobre o mar,
    Diz do fumo entre os densos nevoeiros:
    "Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
    Fazei-os mais dançar!..."

    E ri-se a orquestra irônica, estridente. . .
    E da ronda fantástica a serpente
    Faz doudas espirais...
    Qual um sonho dantesco as sombras voam!...
    Gritos, ais, maldições, preces ressoam!
    E ri-se Satanás!...


    (Espumas flutuantes. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, s.d. p. 184-5.)


    Considere as seguintes afirmações sobre o poema.


    I. O texto revela grande força expressiva em razão de sua plasticidade, criada a partir das fortes imagens e das sugestões de cor, som e movimento que envolvem a cena.

    II. As metáforas “a orquestra” e “a serpente”, na 3.ª e na 6.ª estrofes, sugerem, respectivamente, o conjunto de sons (gritos, lamentos) emitidos pelos negros maltratados e o chicote utilizado nesse sistema de violência e tortura.

    III. O tema de O navio negreiro é a denúncia da escravidão e do transporte de negros para o Brasil. Quando o poema foi escrito, em 1868, já fazia dezoito anos que vigorava a Lei Eusébio de Queirós, que proibia o tráfico de escravos, mas a escravidão no país persistia.


    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 4f347dfc-e5
  • C7D592F9-E3

    Literatura

    Arcadismo
    Centro universitário FAG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Eu, feliz, olhei minha Sa-Maria Andreza; fogo de amor verbigrácia. Mão na mão, eu lhe dizendo – na outra o rifle empunhado - Vamos dormir abraçados”... De acordo com a leitura da frase que integra o conto “Luas-de-mel”, podemos afirmar que Guimarães Rosa filiou-se à tendência do: 
    Escolha uma alternativa para a questão c7d592f9-e3
  • C7D25F7E-E3

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Com base no romance “Senhora” de José de Alencar, assinale a alternativa CORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão c7d25f7e-e3
  • DF8EC5C4-E3

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Católica de Pelotas · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Para o teste seguinte, analise as afirmativas e assinale a opção correta.

    I. Vinicius de Moraes, em sua obra, entre o muito que fez pela poesia brasileira, estabeleceu uma peculiaríssima ligação entre o mar, a praia e a vida amorosa; reconstruiu o soneto; transformou o versículo solene dos seus primeiros livros em ritmo suspenso entre verso e prosa, de modo a não haver mais verso nem prosa; foi capaz de se apegar às coisas pequenas e humildes para lhes dar uma gravidade que não vem do tom, mas da estrutura latente de paradoxo que enforma sua poesia.
    II.Os romances iniciais de Machado de Assis, embora guardem ainda características do Romantismo, já contêm, em sua quase totalidade, aquelas que o autor desenvolverá plenamente nos romances tipicamente realistas: a análise psicológica das personagens, um humorismo ferrenho, diversas interrupções na ordem linear das narrativas, longos monólogos interiores sobre a visão naturalista da vida social, política e econômica do interior pernambucano e o gosto em explicar o comportamento humano à luz das teorias científicas de sua época.
    III.Com Francisco Lobo da Costa, o trabalho, começado pelos primeiros românticos para arrancar-nos da influência portuguesa, progrediu bastante. O moço fluminense, educado por alemães, acostumou-se a olhar para o grande mundo das letras e da poesia e a ler os grandes mestres gregos e latinos. Como poeta, foi um talento possante e não podia viver muito, era doentio, melancólico, demasiadamente franzino e apenas cantava os aspectos patológicos da capital carioca.
    Escolha uma alternativa para a questão df8ec5c4-e3
  • B7CD5CBE-E1

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa incorreta:
    Escolha uma alternativa para a questão b7cd5cbe-e1
  • BC3EB6B7-E0

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre a Obra de Alvares de Azevedo, “Meu sonho”, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão bc3eb6b7-e0
  • 1994DDEC-DC

    Literatura

    Escolas Literárias
    FAME · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Analise os versos a seguir.

    1. “As ondas são anjos que dormem no mar, Que tremem, palpitam, banhados de luz... São anjos que dormem, a rir e sonhar E em leito d'escuma revolvem-se nus!

    E quando de noite vem pálida a lua Seus raios incertos tremer, pratear, E a trança luzente da nuvem flutua, As ondas são anjos que dormem no mar!”

    2. “Era uma tarde triste, mas límpida e suave... Eu — pálido poeta — seguia triste e grave A estrada, que conduz ao campo solitário, Como um filho, que volta ao paternal sacrário,

    E ao longe abandonando o múrmur da cidade — Som vago, que gagueja em meio à imensidade,— No drama do crepúsculo eu escutava atento A surdina da tarde ao sol, que morre lento.”

    3. “Se sou pobre pastor, se não governo Reinos, nações, províncias, mundo, e gentes; Se em frio, calma, e chuvas inclementes Passo o verão, outono, estio, inverno;

    Nem por isso trocara o abrigo terno Desta choça, em que vivo, coas enchentes Dessa grande fortuna: assaz presentes Tenho as paixões desse tormento eterno.”

    4. “Eras na vida a pomba predileta Que sobre um mar de angústias conduzia O ramo da esperança. — Eras a estrela Que entre as névoas do inverno cintilava

    Apontando o caminho ao pegureiro. Eras a messe de um dourado estio. Eras o idílio de um amor sublime. Eras a glória, — a inspiração, — a pátria,”


    Assinale a alternativa que os classifica de forma CORRETA quanto ao seu estilo de época da literatura brasileira.
    Escolha uma alternativa para a questão 1994ddec-dc
  • CEC28019-B5

    Literatura

    Arcadismo
    Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o poema de Augusto dos Anjos e responda à questão a seguir:

    Psicologia de um vencido

    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2014
    A linguagem orgânica, cientificista, com termos advindos da química, causou estranhamento na crítica da época. O estilo de Augusto dos Anjos não se enquadrou nem mesmo dentro das escolas às quais ele era contemporâneo, a saber:
    Escolha uma alternativa para a questão cec28019-b5
  • 19D40095-4B

    Literatura

    Escolas Literárias
    ENEM · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Soneto

    Oh! Páginas da vida que eu amava,
    Rompei-vos! nunca mais! tão desgraçado!...
    Ardei, lembranças doces do passado!
    Quero rir-me de tudo que eu amava!

    E que doido que eu fui! como eu pensava
    Em mãe, amor de irmã! em sossegado
    Adormecer na vida acalentado
    Pelos lábios que eu tímido beijava!

    Embora — é meu destino. Em treva densa
    Dentro do peito a existência finda
    Pressinto a morte na fatal doença!

    A mim a solidão da noite infinda!
    Possa dormir o trovador sem crença.
    Perdoa minha mãe — eu te amo ainda!

    AZEVEDO, A. Lira dos vinte anos. São Paulo: Martins Fontes, 1996

    A produção de Álvares de Azevedo situa-se na década de 1850, período conhecido na literatura brasileira como Ultrarromantismo. Nesse poema, a força expressiva da exacerbação romântica identifica-se com o(a)
    Escolha uma alternativa para a questão 19d40095-4b
  • 227AE877-84

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFAL · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Com base nos conhecimentos acerca da produção indianista de José de Alencar, é possível afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 227ae877-84
  • FB96363D-3B

    Literatura

    Escolas Literárias
    USP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

                                         O OPERÁRIO NO MAR


          Na rua passa um operário. Como vai firme! Não tem blusa. No conto, no drama, no discurso político, a dor do operário está na sua blusa azul, de pano grosso, nas mãos grossas, nos pés enormes, nos desconfortos enormes. Esse é um homem comum, apenas mais escuro que os outros, e com uma significação estranha no corpo, que carrega desígnios e segredos. Para onde vai ele, pisando assim tão firme? Não sei. A fábrica ficou lá atrás. Adiante é só o campo, com algumas árvores, o grande anúncio de gasolina americana e os fios, os fios, os fios. O operário não lhe sobra tempo de perceber que eles levam e trazem mensagens, que contam da Rússia, do Araguaia, dos Estados Unidos. Não ouve, na Câmara dos Deputados, o líder oposicionista vociferando. Caminha no campo e apenas repara que ali corre água, que mais adiante faz calor. Para onde vai o operário? Teria vergonha de chamá-lo meu irmão. Ele sabe que não é, nunca foi meu irmão, que não nos entenderemos nunca. E me despreza... Ou talvez seja eu próprio que me despreze a seus olhos. Tenho vergonha e vontade de encará-lo: uma fascinação quase me obriga a pular a janela, a cair em frente dele, sustar-lhe a marcha, pelo menos implorar-lhe que suste a marcha. Agora está caminhando no mar. Eu pensava que isso fosse privilégio de alguns santos e de navios. Mas não há nenhuma santidade no operário, e não vejo rodas nem hélices no seu corpo, aparentemente banal. Sinto que o mar se acovardou e deixou-o passar. Onde estão nossos exércitos que não impediram o milagre? Mas agora vejo que o operário está cansado e que se molhou, não muito, mas se molhou, e peixes escorrem de suas mãos. Vejo-o que se volta e me dirige um sorriso úmido. A palidez e confusão do seu rosto são a própria tarde que se decompõe. Daqui a um minuto será noite e estaremos irremediavelmente separados pelas circunstâncias atmosféricas, eu em terra firme, ele no meio do mar. Único e precário agente de ligação entre nós, seu sorriso cada vez mais frio atravessa as grandes massas líquidas, choca-se contra as formações salinas, as fortalezas da costa, as medusas, atravessa tudo e vem beijar-me o rosto, trazer-me uma esperança de compreensão. Sim, quem sabe se um dia o compreenderei?


                                                                  Carlos Drummond de Andrade, Sentimento do mundo.

    Embora o texto de Drummond e o romance Capitães da Areia, de Jorge Amado, assemelhem-se na sua especial atenção às classes populares, um trecho do texto que NÃO poderia, sem perda de coerência formal e ideológica, ser enunciado pelo narrador do livro de Jorge Amado é, sobretudo, o que está em:
    Escolha uma alternativa para a questão fb96363d-3b
  • FB776424-3B

    Literatura

    Escolas Literárias
    USP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

         E Jerônimo via e escutava, sentindo ir-se-lhe toda a alma pelos olhos enamorados.

         Naquela mulata estava o grande mistério, a síntese das impressões que ele recebeu chegando aqui: ela era a luz ardente do meio-dia; ela era o calor vermelho das sestas da fazenda; era o aroma quente dos trevos e das baunilhas, que o atordoara nas matas brasileiras; era a palmeira virginal e esquiva que se não torce a nenhuma outra planta; era o veneno e era o açúcar gostoso; era o sapoti mais doce que o mel e era a castanha do caju, que abre feridas com o seu azeite de fogo; ela era a cobra verde e traiçoeira, a lagarta viscosa, a muriçoca doida, que esvoaçava havia muito tempo em torno do corpo dele, assanhando-lhe os desejos, acordando-lhe as fibras embambecidas pela saudade da terra, picando-lhe as artérias, para lhe cuspir dentro do sangue uma centelha daquele amor setentrional, uma nota daquela música feita de gemidos de prazer, uma larva daquela nuvem de cantáridas que zumbiam em torno da Rita Baiana e espalhavam-se pelo ar numa fosforescência afrodisíaca.


                                                                                                                Aluísio Azevedo, O cortiço.

    Em que pese a oposição programática do Naturalismo ao Romantismo, verifica-se no excerto – e na obra a que pertence – a presença de uma linha de continuidade entre o movimento romântico e a corrente naturalista brasileira, a saber, a
    Escolha uma alternativa para a questão fb776424-3b
  • 00B55E76-39

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - RJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o romance Inocência, de Visconde de Taunay, é CORRETO afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 00b55e76-39
  • F5C13BF1-08

    Literatura

    Arcadismo
    UniCEUB · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que contém apenas assertivas verdadeiras a respeito das escolas literárias brasileiras.
    I - A poesia romântica brasileira pode ser dividida em três gerações: 1ª geração: Nacionalista; 2ª geração: Ultrarromântica; 3ª geração: Condoreira.
    II - As características do Realismo são semelhantes às do Romantismo, pois em ambos os movimentos havia a idealização da mulher e o sentimentalismo exagerado.
    III - Algumas das principais características do Arcadismo são a busca por uma vida simples e a valorização da natureza. Thomas Antonio Gonzaga e Cláudio Manoel da Costa estão entre seus principais expoentes.
    Escolha uma alternativa para a questão f5c13bf1-08
  • F4CE2631-08

    Literatura

    Escolas Literárias
    UniCEUB · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Relacione as obras abaixo às respectivas escolas literárias e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

    ( ) CASA DE PENSÃO


        O quarto respirava todo um ar triste de desmazelo e boêmia. Fazia má impressão estar ali: o vômito de Amâncio secava-se no chão, azedando a ambiente; a louça, que servira ao último jantar, ainda coberta de gordura coalhada, aparecia dentro de uma lata abominável, cheia de contusões e comida de ferrugem. Uma banquinha, encostada à parede, dizia com o seu frio aspecto desarranjado que alguém estivera aí a trabalhar durante a noite, até que se extinguira a vela, cujas últimas gotas de estearina se derramavam melancolicamente pelas bordas de um frasco vazio de xarope Larose, que lhe fizera às vezes de castiçal. Num dos cantos amontoava-se roupa suja; em outro repousava uma máquina de fazer café, ao lado de uma garrafa de espírito de vinho. Nas cabeceiras das três camas e ao comprido das paredes, sobre jornais velhos e desbotados, dependuravam-se calças e fraques de casimira: em uma das ombreiras da janela havia umas lunetas de ouro, cuidadosamente suspensas de um prego. Por aqui e por ali pontas esmagadas de cigarro e cuspilhadas ressequidas. No meio do soalho, com o gargalo decepado, luzia uma garrafa.

    ( ) MEU ANJO

    Meu anjo tem o encanto, a maravilha
    Da espontânea canção dos passarinhos;
    Tem os seios tão alvos, tão macios
    Como o pelo sedoso dos arminhos.

    ...

    ( ) BEBA COCA COLA

    beba coca cola
    babe       cola
    beba coca
    babe cola caco
    caco
    cola

                c l o a c a
    1 - Romantismo
    2 - Naturalismo
    3 - Concretismo



    Escolha uma alternativa para a questão f4ce2631-08