Questões do ENEM: Linguagens e Teoria Literária

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

95 questões encontradas. Mostrando a página 5 de 5.

  • A3348FA8-EA

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNIR · 2010Entre para guardar nos favoritos

    Vila Rica


    O ouro fulvo do ocaso as velhas casas cobre;

    Sangram, em laivos de ouro, as minas, que ambição

    Na torturada entranha abriu da terra nobre:

    E cada cicatriz brilha como um brasão.


    O ângelus plange ao longe em doloroso dobre,

    O último ouro de sol morre na cerração.

    E, austero, amortalhando a urbe gloriosa e pobre,

    O crepúsculo cai como uma extrema-unção.


    Agora, para além do cerro, o céu parece

    Feito de um ouro ancião, que o tempo enegreceu...

    A neblina, roçando o chão, cicia, em prece,


    Como uma procissão espectral que se move...

    Dobra o sino... Soluça um verso de Dirceu...

    Sobre a triste Ouro Preto o ouro dos astros chove.



    (BILAC, O. Poesias. São Paulo: Ed. Martim Claret, 2002.)


    Cerro – monte, serra

    Ciciar – sussurrar Fulvo – dourado,

    louro Laivo – mancha

    Urbe – cidade



    Cancioneiro da Inconfidência

    (Excerto Canto XXXI)


    Por aqui passava um homem

    – e como o povo se ria! –

    que reformava este mundo

    de cima da montaria.


    Tinha um machinho rosilho.

    Tinha um machinho castanho.

    Dizia: „Não se conhece

    país tamanho!‟ „


    Do Caeté a Vila Rica,

    tudo ouro e cobre!

    O que é nosso, vão levando...

    E o povo aqui sempre pobre!‟


    Por aqui passava um homem

    – e como o povo se ria! –

    que não passava de Alferes

    de cavalaria!


    „Quando eu voltar – afirmava –

    outro haverá que comande.

    Tudo isto vai levar volta,

    e eu serei grande!‟


    „Faremos a mesma coisa

    que fez a América Inglesa!‟

    E bradava: "Há de ser nossa

    tanta riqueza!"


    Por aqui passava um homem

    – e como o povo se ria! –

    „Liberdade ainda que tarde‟

    nos prometia.


    (MEIRELES, C. Obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar S.A., 1987.)

    Sobre o poema Cancioneiro da Inconfidência, analise as afirmativas a seguir.

    I - O poema mescla dois tempos: o dos eventos relatados e o do presente do sujeito lírico, conforme comprovam os tempos verbais em Por aqui passava um homem / - e como o povo se ria! -
    II - O sujeito poético se identifica aos recebedores da promessa da personagem, Liberdade ainda que tarde / nos prometia.
    III - Cancioneiro da Inconfidência é fruto da veia simbolista de Cecília Meireles, marcada pelo vago e impreciso, pela busca de transcendência.
    IV - A descrição de Tiradentes é interrompida pelo comentário: - e como o povo se ria! - que mostra a ambiguidade no processo de torná-lo herói.

    Estão corretas as afirmativas
    Escolha uma alternativa para a questão a3348fa8-ea
  • A32AA445-EA

    Literatura

    Teoria Literária
    UNIR · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Vila Rica


    O ouro fulvo do ocaso as velhas casas cobre;

    Sangram, em laivos de ouro, as minas, que ambição

    Na torturada entranha abriu da terra nobre:

    E cada cicatriz brilha como um brasão.


    O ângelus plange ao longe em doloroso dobre,

    O último ouro de sol morre na cerração.

    E, austero, amortalhando a urbe gloriosa e pobre,

    O crepúsculo cai como uma extrema-unção.


    Agora, para além do cerro, o céu parece

    Feito de um ouro ancião, que o tempo enegreceu...

    A neblina, roçando o chão, cicia, em prece,


    Como uma procissão espectral que se move...

    Dobra o sino... Soluça um verso de Dirceu...

    Sobre a triste Ouro Preto o ouro dos astros chove.



    (BILAC, O. Poesias. São Paulo: Ed. Martim Claret, 2002.)


    Cerro – monte, serra

    Ciciar – sussurrar Fulvo – dourado,

    louro Laivo – mancha

    Urbe – cidade



    Cancioneiro da Inconfidência

    (Excerto Canto XXXI)


    Por aqui passava um homem

    – e como o povo se ria! –

    que reformava este mundo

    de cima da montaria.


    Tinha um machinho rosilho.

    Tinha um machinho castanho.

    Dizia: „Não se conhece

    país tamanho!‟ „


    Do Caeté a Vila Rica,

    tudo ouro e cobre!

    O que é nosso, vão levando...

    E o povo aqui sempre pobre!‟


    Por aqui passava um homem

    – e como o povo se ria! –

    que não passava de Alferes

    de cavalaria!


    „Quando eu voltar – afirmava –

    outro haverá que comande.

    Tudo isto vai levar volta,

    e eu serei grande!‟


    „Faremos a mesma coisa

    que fez a América Inglesa!‟

    E bradava: "Há de ser nossa

    tanta riqueza!"


    Por aqui passava um homem

    – e como o povo se ria! –

    „Liberdade ainda que tarde‟

    nos prometia.


    (MEIRELES, C. Obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar S.A., 1987.)

    Da leitura dos textos, pode-se depreender que
    Escolha uma alternativa para a questão a32aa445-ea
  • B68860B4-B5

    Literatura

    Teoria Literária
    IF-TM · 2010Entre para guardar nos favoritos

    Leia as afirmações sobre Morte e vida Severina, de João Cabral de Melo Neto.

    I - Em toda a narrativa, Severino participa como um espectador desde a sua saída da Serra da Costela até chegar ao seu porto seguro, que é a cidade de Recife.

    II - Os fatos narrados são marcados pela morte, até o momento do nascimento do filho do mestre carpina, o que prenuncia a esperança de uma vida nova.

    III - A linguagem da narrativa é elaborada com precisão, realista, concreta, como se pode perceber no fragmento “Só os roçados da morte/compensam aqui cultivar,/e cultivá-los é fácil:/simples questão de plantar;/ não se precisa de limpa,/ de adubar nem de regar;/ as estiagens e as pragas” [...], em que vê claramente a privação do retirante em ter uma qualidade de vida.

    IV - O título da obra é um contraponto partindo-se da premissa de que antes da vida vem a morte, porém a inversão no auto é proposital, para mostrar a miséria e a falta de perspectiva do homem nordestino.

    Assinale a alternativa correta sobre as afirmações:

    Escolha uma alternativa para a questão b68860b4-b5
  • B6811C4F-B5

    Literatura

    Escolas Literárias
    IF-TM · 2010Entre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão


    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2010

    Em relação ao texto e ao contexto literário, pode-se afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão b6811c4f-b5
  • 920342B5-B3

    Literatura

    Teoria Literária
    FUVEST · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Inimigo da riqueza e do trabalho, amigo das festas, da música, do corpo das cabrochas. Malandro. Armador de fuzuês. Jogador de capoeira navalhista, ladrão quando se fizer preciso.

    Jorge Amado, Capitães de areia.

    O tipo cujo perfil se traça, em linhas gerais, neste excerto, aparece em romances como Memórias de um sargento de milícias, O cortiço, além de Capitães de areia. Essa recorrência indica que
    Escolha uma alternativa para a questão 920342b5-b3
  • F5BAF866-B0

    Literatura

    Escolas Literárias
    UEL · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto III e responda a questão. 

    Texto III

        Bom-Crioulo não pensou em dormir, cheio, como estava, de ódio e desespero. Ecoavam-lhe ainda no ouvido, como um dobre fúnebre, aquelas palavras de uma veracidade brutal, e de uma rudez pungente: “Dizem até que está amigado!”

        Amigado, o Aleixo! Amigado, ele que era todo seu, que lhe pertencia como o seu próprio coração: ele, que nunca lhe falara em mulheres, que dantes era tão ingênuo, tão dedicado, tão bom!... Amigar-se, viver com uma mulher, sentir o contacto de outro corpo que não o seu, deixar-se beijar, morder, nas ânsias do gozo, por outra pessoa que não ele, Bom-Crioulo!...

        Agora é que tinha um desejo enorme, uma sofreguidão louca de vê-lo, rendido, a seus pés, como um animalzinho; agora é que lhe renasciam ímpetos vorazes de novilho solto, incongruências de macho em cio, nostalgias de libertino fogoso... As palavras de Herculano (aquela história do grumete com uma rapariga) tinham-lhe despertado o sangue, fora como uma espécie de urtiga brava arranhando-lhe a pele, excitando-o, enfurecendo-o de desejo. Agora sim, fazia questão! E não era somente questão de possuir o grumete, de gozá-lo como outrora, lá cima, no quartinho da Rua da Misericórdia: - era questão de gozá-lo, maltratando-o, vendo-o sofrer, ouvindo-o gemer... Não, não era somente o gozo comum, a sensação ordinária, o que ele queria depois das palavras de Herculano: era o prazer brutal, doloroso, fora de todas as leis, de todas as normas... E havia de tê-lo, custasse o que custasse!
       Decididamente ia realizar o seu plano de fuga essa noite, ia desertar pelo mundo à procura de Aleixo.
       Inquieto, sobreexcitado, nervoso, pôs-se a meditar. O grumete aparecia-lhe com uma feição nova, transfigurado pelos excessos do amor, degenerado, sem aquele arzinho bisonho que todos lhe admiravam, o rosto áspero, crivado de espinhas, magro, sem cor, sem sangue nos lábios... Pudera! Um homem não resiste, quanto mais uma criança! Aleixo devia de estar muito acabado; via-o nos braços da amante, da tal rapariga - ele novo, ela mocinha, na flor dos vinte anos -, via-o rolar em espasmos luxuriosos, grudado à mulher, sobre uma cama fresca e alva - rolar e cair extenuado, crucificado, morto de fraqueza... Depois a rapariga debruçava-se sobre ele, juntava boca à boca num grande beijo de reconhecimento. E no dia seguinte, na noite seguinte, a mesma cousa. 

    (CAMINHA, Adolfo. Bom-Crioulo. São Paulo: Ediouro, s/d. p. 73-74.)
    Sobre o trecho do capítulo XI de Bom-Crioulo (Texto III) e sua relação com o todo do romance, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão f5baf866-b0
  • F5ABFC18-B0

    Literatura

    Gêneros Literários
    UEL · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto II e responda a questão.

    Texto II

    O tempo fecha.
    Sou fiel aos acontecimentos biográficos.
    Mais do que fiel, oh, tão presa! Esses mosquitos
    que não largam! Minhas saudades ensurdecidas
    por cigarras! O que faço aqui no campo
    declamando aos metros versos longos e sentidos?
    Ah que estou sentida e portuguesa, e agora não
    sou mais, veja, não sou mais severa e ríspida:
    agora sou profissional.
    (CESAR, Ana Cristina. A teus pés. 6. ed. São Paulo: Editora Brasiliense, s/d. p. 9.)

    Em relação à forma do poema, considere as afirmativas a seguir.

    I. Segue os padrões formais da poesia pelo uso de rimas interpoladas e de versos com métrica uniforme.

    II. Está em sintonia com os preceitos da poesia moderna por utilizar versos sem métrica uniforme.

    III. Estabelece ligações entre poesia e prosa, rompendo as fronteiras entre os gêneros.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão f5abfc18-b0
  • B0EEE753-B0

    Literatura

    Estilística
    UNEMAT · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia os versos de O livro das Ignorãças, de Manoel de Barros.

    “Não tem altura o silêncio das pedras” (p.19).
    “Qualquer defeito vegetal de um pássaro pode modificar os seus gorjeios” (p.21).
    “Em casa de caramujo até o sol encarde” (p.25).

    Assinale a alternativa correta que está de acordo com os componentes poéticos dos versos acima.
    Escolha uma alternativa para a questão b0eee753-b0
  • 6FB389AF-E8

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFAC · 2009Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Observe o parágrafo abaixo:


    “O ex-prefeito de Juiz de Fora Carlos Alberto Bejani é mesmo um fenômeno. Em pleno Brasil do ano de 2008, onde tão pouca gente chega a se meter em algum problema mais sério, de verdade, por cometer atos de delinqüência na vida pública, ele conseguiu ser preso duas vezes seguidas, entre abril e junho. Para começar, deixou-se pegar em flagrante, naquele tipo de cena que hoje em dia se tornou um clássico da nossa política: recebendo pacotes de dinheiro vivo, em valor um pouco acima de 1,1 milhão de reais, numa gravação com imagem e som. Ficou catorze dias na cadeia e foi solto, como acontece sempre: e, como acontece sempre, tudo deveria ir acabando por aí. Neste caso, porém, nem mesmo a incomparável proteção que as leis e a justiça brasileira oferecem a gente como o exprefeito foi suficiente para mantê-lo solto. O documento que ele apresentou para justificar a origem do dinheiro – a já tradicional venda de uma ‘fazenda’, variante da venda de bois, cavalos etc. – foi considerado falso. Diante de sua absoluta falta de cuidado com o que dizia enquanto era gravado, ficou claro que o dinheiro lhe fora entregue em troca da concessão de diversos aumentos no preço das passagens municipais de ônibus. Contra todas as expectativas, o homem teve de voltar ao presídio.” (GUZZO, J. R. Agravo x embargo. Veja, São Paulo, 25 jun. 2008. Seções, p. 140) 
    Ao experimentar novas técnicas narrativas, Machado de Assis, em Memórias póstumas de Brás Cubas, estabelece um campo de observação privilegiado que dá ao narrador uma sintonia nervosa em relação ao leitor, isto porque:
    Escolha uma alternativa para a questão 6fb389af-e8
  • BA634E86-E5

    Literatura

    Teoria Literária
    UFCG · 2009Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Julgue como verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmações sobre a obra Eles não usam Black-tie, de Gianfrancesco Guarnieri. Em seguida, assinale a sequência correta.

    I) A música de Juvêncio no final da narrativa é concedida a intérpretes citadinos, simbolizando uma tentativa do dramaturgo de unir o morro e a cidade.
    II) Diferentemente de Maria, Tião não reconhece o morro como seu espaço, o que, segundo alguns personagens, atribui-se ao fato de ter sido criado na cidade.
    III) É uma peça peculiar da década de 50 que inova ao trazer uma linguagem revolucionária e ao abordar a liberdade sindical vivenciada pelos operários brasileiros.
    IV) Há uma relação conflituosa entre os interesses coletivos (representado pelos operários) e os particulares (representado pela figura de Tião).

    A sequência correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão ba634e86-e5
  • BA5C548C-E5

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFCG · 2009Entre para guardar nos favoritos

    Marque a alternativa que traz as afirmações corretas acerca de “Terra de Santa Cruz”, poema que dá título à obra de Adélia Prado:


    Nas minhas bodas de ouro, esganada como os netos,

    vou comer os doces.

    Não terei a serenidade dos retratos

    de mulheres que pouco falaram ou comeram.

    Porque o frade se matou

    no pequeno bosque fora do seu convento.

    De outras vezes já disse: não haverá consolo. E houve:

    música, poema, passeatas.

    O amor tem ritmos que não são de tristeza:

    forma de ondas, ímpeto, água corrente.

    E agora? Que digo ao homem, ao trem, ao menino que me espera,

    à jabuticabeira em flores, temporã?

    Contemplar o impossível enlouquece.

    Sou uma tênia no epigastro de Deus:

    E agora? E agora? E agora?

    Onde estavam o guardião, o ecônomo, o porteiro,

    a fraternidade onde estava quando saíste,

    ó desgraçado moço da minha pátria,

    ao encontro desta árvore?

    Meu inimigo sou eu. Os torturadores todos enlouquecem ao fim,

    comem excrementos, odeiam seus próprios gestos obscenos,

    os regimes iníquos apodrecem.

    Quando andavas em círculos, a alma dividida,

    o que fazia, santa e pecadora, a nossa Mãe Igreja?

    Promovia tômbolas, é certo, benzia edifícios novos,

    mas também te gerava, quem ousará negar, a ti

    e a outros santos que deixam as bíblias marcadas:

    “Na verdade carregamos em nós mesmos nossa sentença de morte”.

    “Amai vossos inimigos.”


    O que disse: “Quem crer viverá para sempre”, este também

    balouçou do madeiro como fruto de escárnio.

    Nada, nada que é humano é grandioso.

    Me interrompe da porta a mocinha boçal. Quer mudas

    [de trepadeira.

    Meus cabelos levantam-se. Como um torturador eu piso

    [e arranco

    a muda, os olhos, as entranhas da intrusa

    e não sendo melhor que Jó choro meus desatinos.

    Sempre há quem pergunte a Judas qual a melhor árvore:

    os loucos lúcidos, os santos loucos,

    aqueles a quem mais foi dado, os quase sublimes.

    Minha maior grandeza é perguntar: haverá consolo?

    Num dedal cabem minha fé, minha vida e meu medo

    [maior que é viajar de ônibus.

    A tentação me tenta e eu fico quase alegre.

    É bom pedir socorro ao Senhor Deus dos Exércitos,

    ao nosso Deus que é uma galinha grande.

    Nos põe debaixo da asa e nos esquenta.

    Antes, nos deixa desvalidos na chuva,

    pra que aprendamos a ter confiança n’Ele

    E não em nós.


    (p. 87-89)


    I) Do ponto de vista formal, o poema é construído por versos livres e brancos, sem divisão estrófica e reflete ora sobre coisas do cotidiano ora sobre temas mais complexos.

    II) Apesar de escrito no século XX, o poema apresenta traços marcantes do Barroco brasileiro ao trazer o humano totalmente subjugado e temente às leis de Deus, consciente de sua fragilidade e de sua natureza pecadora.

    III) O eu lírico utiliza passagens e personagens bíblicas como forma de convencer o seu interlocutor a se voltar para a Igreja e, consequentemente, para Deus.

    IV) O título do poema bem como o seu próprio conteúdo sugere que o eu lírico tem uma vivência religiosa, de identidade cristãcatólica, traço marcante no livro de Adélia Prado.


    Assinale a alternativa correta:

    Escolha uma alternativa para a questão ba5c548c-e5
  • 6A755340-6F

    Literatura

    Teoria Literária
    UEG · 2008Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    O nome do protagonista de Uma aprendizagem ou O livros dos prazeres (1969), de Clarice Lispector, faz referência à obra
    Escolha uma alternativa para a questão 6a755340-6f
  • 693B9638-6F

    Literatura

    Teoria Literária
    UEG · 2008Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 010.jpg

    Em relação ao poema, é CORRETO afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 693b9638-6f
  • 66C75D82-6F

    Literatura

    Estilística
    UEG · 2008Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 008.jpg

    Na obra de Picasso, a fragmentação é usada para estruturar um só elemento. Em qual das narrativas abaixo acontece o mesmo processo?
    Escolha uma alternativa para a questão 66c75d82-6f