Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil

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4.021 questões encontradas. Mostrando a página 168 de 202.

  • 41DBC620-EA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Luterana do Brasil · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    A questão está baseada no fragmento do conto O Alienista, da Machado de Assis, disponível no site: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000231.pdf.


    Imagem da questão de Português, Universidade Luterana do Brasil 2012, Interpretação de Textos

    Assinale a alternativa correta quanto à linguagem predominante no texto acima.
    Escolha uma alternativa para a questão 41dbc620-ea
  • 41D7FA02-EA

    Português

    Denotação e Conotação
    Universidade Luterana do Brasil · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    A questão está baseada no fragmento do conto O Alienista, da Machado de Assis, disponível no site: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000231.pdf.


    Imagem da questão de Português, Universidade Luterana do Brasil 2012, Denotação e Conotação

    Assinale a única alternativa em que a expressão sublinhada no enunciado possui sentido conotativo.
    Escolha uma alternativa para a questão 41d7fa02-ea
  • 6228AD67-E6

    Português

    Análise sintática
    IF-BA · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-BA 2012, Análise sintática
    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-BA 2012, Análise sintática
    “...acaba sendo levada a um sentimento de abandono e humilhação insuportáveis.” (l.11-12).


    A expressão destacada tem o mesmo valor sintático que
    Escolha uma alternativa para a questão 6228ad67-e6
  • BDA55F3C-E5

    Português

    Sintaxe
    IF-BA · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-BA 2012, Sintaxe
    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-BA 2012, Sintaxe
    Observe as afirmações seguintes:


    I. São adolescentes, mas pode chamá-los de maquininhas de consumo. (l. 1-2)

    II. E não precisa nem mandar, porque a turma vai mesmo. (l. 14)

    III. "Nós educamos as crianças e os jovens para que tenham autonomia, opinião, poder de decisão (l. 56-57)


    Os termos em destaque nas afirmações acima traduzem, respectivamente
    Escolha uma alternativa para a questão bda55f3c-e5
  • 9C9A596B-BA

    Português

    Figuras de Linguagem
    UERJ · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    Sobre a origem da poesia


    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Figuras de Linguagem

    Mas temos esses pequenos oásis − os poemas − contaminando o deserto da
    referencialidade. (l. 35)


    Na frase acima, o emprego das palavras “oásis” e “deserto” configura uma superposição de figuras de linguagem, recurso frequente em textos artísticos.

    As figuras de linguagem superpostas na frase são:
    Escolha uma alternativa para a questão 9c9a596b-ba
  • 9C8B1E76-BA

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    Sobre a origem da poesia


    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos

    Mais perto do senso comum, (l. 25)


    A expressão que inicia o trecho transcrito acima introduz uma comparação em relação ao comentário anterior, feito por Décio Pignatari.

    O emprego da expressão comparativa revela que o autor considera o exemplo dos filmes de cowboy como algo que teria a seguinte caracterização:
    Escolha uma alternativa para a questão 9c8b1e76-ba
  • 9C8704E8-BA

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    Sobre a origem da poesia


    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos

    Pode ser que essas suposições tenham algo de utópico, (l. 17)


    Neste fragmento, a expressão em destaque é empregada para formar um conhecido recurso da argumentação.

    Esse recurso pode ser definido como:
    Escolha uma alternativa para a questão 9c8704e8-ba
  • 9C802C56-BA

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos

    O quadro produz um estranhamento em relação ao que se poderia esperar de um pintor que observa um modelo para sua obra.

    Esse estranhamento contribui para a reflexão principalmente sobre o seguinte aspecto da criação artística:
    Escolha uma alternativa para a questão 9c802c56-ba
  • F37AB865-B8

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UECE · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    T E X T 

        SPEAKING two languages rather than just one has obvious practical benefits in an increasingly globalized world. But in recent years, scientists have begun to show that the advantages of bilingualism are even more fundamental than being able to converse with a wider range of people. Being bilingual, it turns out, makes you smarter. It can have a profound effect on your brain, improving cognitive skills not related to language and even shielding against dementia in old age. 

         This view of bilingualism is remarkably different from the understanding of bilingualism through much of the 20th century. Researchers, educators and policy makers long considered a second language to be an interference, cognitively speaking, that hindered a child’s academic and intellectual development. 
        They were not wrong about the interference: there is ample evidence that in a bilingual’s brain both language systems are active even when he is using only one language, thus creating situations in which one system obstructs the other. But this interference, researchers are finding out, isn’t so much a handicap as a blessing in disguise. It forces the brain to resolve internal conflict, giving the mind a workout that strengthens its cognitive muscles. 
        Bilinguals, for instance, seem to be more adept than monolinguals at solving certain kinds of mental puzzles. In a 2004 study by the psychologists Ellen Bialystok and Michelle MartinRhee, bilingual and monolingual preschoolers were asked to sort blue circles and red squares presented on a computer screen into two digital bins — one marked with a blue square and the other marked with a red circle. 
        In the first task, the children had to sort the shapes by color, placing blue circles in the bin marked with the blue square and red squares in the bin marked with the red circle. Both groups did this with comparable ease. Next, the children were asked to sort by shape, which was more challenging because it required placing the images in a bin marked with a conflicting color. The bilinguals were quicker at performing this task. 
        The collective evidence from a number of such studies suggests that the bilingual experience improves the brain’s so-called executive function — a command system that directs the attention processes that we use for planning, solving problems and performing various other mentally demanding tasks. These processes include ignoring distractions to stay focused, switching attention willfully from one thing to another and holding information in mind — like remembering a sequence of directions while driving.
        Why does the tussle between two simultaneously active language systems improve these aspects of cognition? Until recently, researchers thought the bilingual advantage stemmed primarily from an ability for inhibition that was honed by the exercise of suppressing one language system: this suppression, it was thought, would help train the bilingual mind to ignore distractions in other contexts. But that explanation increasingly appears to be inadequate, since studies have shown that bilinguals perform better than monolinguals even at tasks that do not require inhibition, like threading a line through an ascending series of numbers scattered randomly on a page.
        The key difference between bilinguals and monolinguals may be more basic: a heightened ability to monitor the environment. “Bilinguals have to switch languages quite often — you may talk to your father in one language and to your mother in another language,” says Albert Costa, a researcher at the University of PompeuFabra in Spain. “It requires keeping track of changes around you in the same way that we monitor our surroundings when driving.” In a study comparing German-Italian bilinguals with Italian monolinguals on monitoring tasks, Mr. Costa and his colleagues found that the bilingual subjects not only performed better, but they also did so with less activity in parts of the brain involved in monitoring, indicating that they were more efficient at it. 
        The bilingual experience appears to influence the brain from infancy to old age (and there is reason to believe that it may also apply to those who learn a second language later in life). 
        In a 2009 study led by Agnes Kovacs of the International School for Advanced Studies in Trieste, Italy, 7-month-old babies exposed to two languages from birth were compared with peers raised with one language. In an initial set of trials, the infants were presented with an audio cue and then shown a puppet on one side of a screen. Both infant groups learned to look at that side of the screen in anticipation of the puppet. But in a later set of trials, when the puppet began appearing on the opposite side of the screen, the babies exposed to a bilingual environment quickly learned to switch their anticipatory gaze in the new direction while the other babies did not. 
        Bilingualism’s effects also extend into the twilight years. In a recent study of 44 elderly Spanish-English bilinguals, scientists led by the neuropsychologist Tamar Gollan of the University of California, San Diego, found that individuals with a higher degree of bilingualism — measured through a comparative evaluation of proficiency in each language — were more resistant than others to the onset of dementia and other symptoms of Alzheimer’s disease: the higher the degree of bilingualism, the later the age of onset.
        Nobody ever doubted the power of language. But who would have imagined that the words we hear and the sentences we speak might be leaving such a deep imprint? 

    Source: www.nytimes.com

    Choose the alternative that correctly fills the blanks in the following question.
    The bilingual children not only had a better performance, but____________ less resources from the brain in order to do the task.
    Escolha uma alternativa para a questão f37ab865-b8
  • B0326F18-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 

    O conto que vem a seguir é classificado como fantástico. O conto fantástico se constitui de uma narrativa em que se chocam o plano do natural e o plano do sobrenatural (vocábulo que indica somente o que não é natural, não tem conotação religiosa). Nesse conflito, o âmbito do sobrenatural invade o âmbito do natural, geralmente desestruturando-o. O desfecho de uma narrativa fantástica não deve proporcionar, ao contrário do desfecho da narrativa de mistério, um esclarecimento, no texto, para o fato sobrenatural.

    A LUA
    Seja aquela uma noite solitária, e não digna de louvor.” (Jó, III, 7)

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de Textos
    Murilo Rubião. Contos reunidos. p. 133-135.
    O andar firme e em linha reta em certa noite; a chegada à rua do meretrício; as paradas diante dos portões e as espiadelas pelas janelas são ações que permitem afirmar que Cris
    Escolha uma alternativa para a questão b0326f18-b7
  • 64AD5A9F-B7

    Português

    Coesão e coerência
    UECE · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1

    Cem anos de Jorge Amado, o contador de histórias

    Por Rachel Bertol, no Valor Econômico

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Coesão e coerência

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Coesão e coerência

    O texto trabalha com algumas bipolaridades. Escreva V ou F conforme a polaridade esteja ou não no texto.

    ( ) literatura realista vs. literatura não realista

    ( ) paixão vs. frieza dos leitores

    ( ) criação de personagens marcantes vs. não criação de personagens marcantes

    ( ) literatura popular vs. literatura não popular

    ( ) gosto popular vs. opinião da crítica

    Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

    Escolha uma alternativa para a questão 64ad5a9f-b7
  • 195745C7-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    A expressão “É o chapéu”, na propaganda, tem o mesmo efeito de sentido que a expressão sublinhada em:
    Escolha uma alternativa para a questão 195745c7-b6
  • FFBF1AA9-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UEA · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: Para responder a questão, leia um trecho de Vidas Secas, de Graciliano Ramos, em que Fabiano e sua família encontram-se famintos em meio à estrada e à terrível seca.

         Iam-se amodorrando e foram despertados por Baleia, que trazia nos dentes um preá. Levantaram-se todos gritando. O menino mais velho esfregou as pálpebras, afastando pedaços de sonho. Sinhá Vitória beijava o focinho de Baleia, e como o focinho estava ensanguentado, lambia o sangue e tirava proveito do beijo.
        Aquilo era caça bem mesquinha, mas adiaria a morte do grupo. E Fabiano queria viver. Olhou o céu com resolução. A nuvem tinha crescido, agora cobria o morro inteiro. Fabiano pisou com segurança, esquecendo as rachaduras que lhe estragavam os dedos e os calcanhares.
         Sinhá Vitória remexeu no baú, os meninos foram quebrar uma haste de alecrim para fazer um espeto. Baleia, o ouvido atento, o traseiro em repouso e as pernas da frente erguidas, vigiava, aguardando a parte que lhe iria tocar, provavelmente os ossos do bicho e talvez o couro.
        Fabiano tomou a cuia, desceu a ladeira, encaminhou-se ao rio seco, achou no bebedouro dos animais um pouco de lama. Cavou a areia com as unhas, esperou que a água marejasse e, debruçando-se no chão, bebeu muito. Saciado, caiu de papo para cima, olhando as estrelas, que vinham nascendo. Uma, duas, três, quatro, havia muitas estrelas, havia mais de cinco estrelas no céu. O poente cobria-se de cirros – e uma alegria doida enchia o coração de Fabiano.
         Pensou na família, sentiu fome. [...]
         Lembrou-se dos filhos, da mulher e da cachorra, que estavam lá em cima, debaixo de um juazeiro, com sede. Lembrou-se do preá morto. Encheu a cuia, ergueu-se, afastou-se, lento, para não derramar a água salobra. Subiu a ladeira. A aragem morna acudia os xiquexiques e os mandacarus. Uma palpitação nova. Sentiu um arrepio na catinga, uma ressurreição de garranchos e de folhas secas.
    Levando em conta as informações do texto, pode-se afirmar corretamente que
    Escolha uma alternativa para a questão ffbf1aa9-b0
  • FFB0B3D3-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UEA · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: Para responder a questão, leia o texto Peixes ameaçados na Amazônia, de Aldem Bourscheit.

        Um relatório em poder do Ibama, de setembro de 2009, revela declínio nos estoques da dourada (também conhecida por bagre), do filhote e de outras espécies de grandes peixes no rio Madeira. A análise sobre a quantidade de peixes capturada entre abril e agosto de 2009 foi baseada em dados de colônias de pescadores, dos principais portos de desembarque de pescado, de comunidades ribeirinhas e de outros pontos de amostragem no trecho do rio Madeira entre Porto Velho e Guajará Mirim, e parte do rio Mamoré.
         O documento não conclui que as obras das usinas de Santo Antônio e de Jirau sejam responsáveis pelo fenômeno, considerando que ele é decorrente de uma associação de causas possíveis, porém pescadores apontam problemas causados pelas explosões de dinamites para a construção das barragens.
        Especialistas comentam que o levantamento deixa clara a importância da manutenção da saúde do rio para a sobrevivência de vários peixes e das populações que deles dependem, no Brasil ou nos países vizinhos.
        Para o pesquisador em biologia aquática Jansen Zuanon, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), apesar de inconclusivo sobre as causas no declínio da pesca naquele período, o relatório atesta a estreita ligação entre os peixes do Madeira e seus ciclos de cheias e vazantes. “O estudo mostra que esses peixes dependem da dinâmica hidrológica e de indicadores ambientais relacionados à qualidade da água para completar suas migrações ao longo do rio. Isso significa que não só a barragem, mas também as alterações na dinâmica hidrológica do rio, provocadas pelas obras, podem afetar negativamente as populações de grandes bagres e de diversas outras espécies de peixes que habitam aquela bacia.”
         O bagre é um peixe de grande porte e é necessário manter, ao longo do ano, bons estoques desse pescado de que dependem muitas populações e mercados. A espécie tem grande valor comercial nos estados do Pará, Amapá, Amazonas e Rondônia e em regiões da Colômbia, Bolívia e Peru. Suas crias crescem no estuário amazônico, na região de Belém, e migram até três mil quilômetros rio acima para se reproduzir, desovando em regiões mais elevadas de países vizinhos.
    (www.oeco.com.br. Adaptado.)
    Segundo o autor, a quantidade de bagres (dourada) em alguns rios amazônicos vem diminuindo e tem causado a redução dos estoques.

    Para dar credibilidade a essa informação, ele baseia-se
    Escolha uma alternativa para a questão ffb0b3d3-b0
  • FFAC7984-B0

    Português

    Denotação e Conotação
    UEA · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: Para responder a questão, leia o texto Sabores da terra, da escritora Leyla Leong.

        Nada está comprovado, mas tudo indica que a grandiosidade da floresta tem algo a ver com a distribuição generosa do alimento e dos sentimentos entre os habitantes da Amazônia.
        O círculo alvo do beiju, que é preparado e consumido pelos índios de forma fraterna, pressupõe a igualdade diante da mesa e a irmandade em torno do alimento.
       A abundância inesgotável dos rios, com seus peixes multiformes; as cores e os perfumes saborosos dos frutos, dão à culinária amazonense um caráter essencialíssimo, que o europeu colonizador, o gosto parisiense da época da borracha e a modernidade da Zona Franca não conseguiram alterar. 
         O calor das brasas, um pouco de sal, o cheiro-verde e o toque dramático da pimenta, pontuam o paladar.
        O resto fica por conta da mandioca que, transformada em farinha, sela o destino dos amazonenses.
        Com tão pouco vivemos em grandes famílias, à beira dos rios, em comunhão com um mundo enorme que nos abraça solidário, oferecendo-nos a vida todos os dias.
       É que o sabor é muito forte, o cheiro inesquecível. E a hospitalidade já se tornou lendária.
        A comida entre as populações ribeirinhas é o fruto diário da providência divina.
        À beira de um rio nada se planeja e o destino nasce na rede do pescador e no som de uma fruta, que se parte madura. O sabor ativo da carne branca e macia do peixe pede pouca interferência do tempero.
       (http://blogdaleyla.blogspot.com.br)
    Em Sabores da terra, nota-se a preocupação estética com a construção do texto, ou seja, a linguagem é elaborada de forma artística e cuidada, situação esta que se confirma
    Escolha uma alternativa para a questão ffac7984-b0
  • FFA9A059-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UEA · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: Para responder a questão, leia o texto Sabores da terra, da escritora Leyla Leong.

        Nada está comprovado, mas tudo indica que a grandiosidade da floresta tem algo a ver com a distribuição generosa do alimento e dos sentimentos entre os habitantes da Amazônia.
        O círculo alvo do beiju, que é preparado e consumido pelos índios de forma fraterna, pressupõe a igualdade diante da mesa e a irmandade em torno do alimento.
       A abundância inesgotável dos rios, com seus peixes multiformes; as cores e os perfumes saborosos dos frutos, dão à culinária amazonense um caráter essencialíssimo, que o europeu colonizador, o gosto parisiense da época da borracha e a modernidade da Zona Franca não conseguiram alterar. 
         O calor das brasas, um pouco de sal, o cheiro-verde e o toque dramático da pimenta, pontuam o paladar.
        O resto fica por conta da mandioca que, transformada em farinha, sela o destino dos amazonenses.
        Com tão pouco vivemos em grandes famílias, à beira dos rios, em comunhão com um mundo enorme que nos abraça solidário, oferecendo-nos a vida todos os dias.
       É que o sabor é muito forte, o cheiro inesquecível. E a hospitalidade já se tornou lendária.
        A comida entre as populações ribeirinhas é o fruto diário da providência divina.
        À beira de um rio nada se planeja e o destino nasce na rede do pescador e no som de uma fruta, que se parte madura. O sabor ativo da carne branca e macia do peixe pede pouca interferência do tempero.
       (http://blogdaleyla.blogspot.com.br)
    Com base nas informações do texto, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão ffa9a059-b0
  • FFA3B46F-B0

    Português

    Figuras de Linguagem
    UEA · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    Considere a tirinha em que se veem os amigos Cebolinha e Magali, após a realização de uma pescaria.

    Imagem da questão de Português, UEA 2012, Figuras de Linguagem

    (Mauricio de Sousa. O Estado de S.Paulo.)


    Como um dos recursos para provocar humor, o artista serviu-se da figura de linguagem:

    Escolha uma alternativa para a questão ffa3b46f-b0
  • F99FF159-7A

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    ENEM · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    Sefarditas o la melancolía de ser judío español


    El nombre de Sefarad, como es denominada España en lengua hebrea, despierta en gentes de Estambul o de Nueva York, de Sofía o de Caracas, el vago recuerdo de una casa abandonada precipitadamente bajo la noche. Por eso muchas de estas gentes, descendientes de los judíos españoles expulsados en 1492, conservan las viejas llaves de los hogares de sus antepasados en España. Se ha escrito que jamás una nación ha tenido unos hijos tan fieles como ellos, que después de quinientos años de exilio siguen llamándose “sefarditas” (españoles) y mantienen celosamente el idioma “sefardita” y las costumbres de sus orígenes. En la cocina y en los lances de amor, en las fiestas y en las ceremonias religiosas, los sefarditas viven todavía la melancolía de ser españoles.

    CORRAL, P.; ALCALDE, J. Sefardíes o la melancolía de ser judío español. Disponível em: http://sefaradilaculturasefardi.blogspot.com. Acesso em: 17 fev. 2012 (adaptado).


    Os sefarditas são descendentes dos judeus expulsos da Espanha em 1492. O autor do texto, ao vincular a melancolia à identidade dos sefarditas, destaca a

    Escolha uma alternativa para a questão f99ff159-7a