Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil

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Resultados

4.021 questões encontradas. Mostrando a página 175 de 202.

  • 5AC336B3-F8

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    Universidade Federal do Ceará · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que todos os hiatos são acentuados, conforme a nova ortografia.
    Escolha uma alternativa para a questão 5ac336b3-f8
  • 5A83604A-F8

    Português

    Denotação e Conotação
    Universidade Federal do Ceará · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Adaptado de SANT’ANNA, Affonso Romano de. Melhores crônicas. São Paulo. Global, 2003, pp. 52-54 

    Assinale a alternativa em que o adjetivo está empregado em linguagem figurada.
    Escolha uma alternativa para a questão 5a83604a-f8
  • 756FDC5D-F5

    Espanhol

    Falsos Cognatos | Falsos Amigos
    UEPB · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para la cuestión.


    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2011

    Fuente: http://www.bbc.co.uk/mundo/america_latina/2010/06/ 100629_brasil_dilma_lr.shtml

    En la frase “…confirman una nueva tendencia en la carrera presidencial para los comicios de octubre próximo.” (líneas 4-8), traduciendo la palabra subrayada para el portugués tenemos
    Escolha uma alternativa para a questão 756fdc5d-f5
  • 29BA5757-EC

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o excerto de Dois irmãos, de Milton Hatoum, apresentado a seguir, é correto afirmar que:


    “Omissões, lacunas, esquecimento. O desejo de esquecer. Mas eu me lembro, sempre tive sede de lembrança, de um passado desconhecido, jogado sei lá em que praia de rio”. 
    Escolha uma alternativa para a questão 29ba5757-ec
  • 2920F875-EC

    Português

    Análise sintática
    Faculdade Cásper Líbero · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:


    Ser ou não ser

        Na atualidade, a imagem da juventude está marcada ao mesmo tempo pela ambiguidade e pela incerteza. Digo ambiguidade, pois se, de um lado, a juventude é sempre exaltada na contemporaneidade, cantada que é em prosa e verso pelas potencialidades existenciais que condensaria, por outro a condição jovem caracteriza-se por sua posição de suspensão no espaço social, que se materializa pela ausência de seu reconhecimento social e simbólico.
        Seria em decorrência disso que a incerteza é o que se delineia efetivamente como o futuro real para os jovens, em todos os quadrantes do mundo. É preciso destacar, antes de tudo, que a possibilidade de experimentação foi o que passou a caracterizar a condição da adolescência no Ocidente, desde o final do século 18, quando as idades da vida foram construídas em conjunção com a família nuclear burguesa, em decorrência da emergência histórica da biopolítica.
        Nesse contexto, a adolescência foi delimitada como o tempo de passagem entre a infância e a idade adulta, na qual o jovem podia empreender experiências nos registros do amor e das escolhas profissionais, até que pudesse se inserir no mercado de trabalho e se casar para reproduzir efetivamente as linhas de força da família nuclear burguesa. Desde os anos 1980, no entanto, essa figuração da adolescência entrou em franco processo de desconstrução, por diversas razões.
        Antes de mais nada, pela revolução feminista dos anos 1960 e 70, com a qual as mulheres foram em busca de outras formas sociais de existência, além da condição materna. Em seguida, porque o deslocamento das mulheres da posição exclusivamente materna foi o primeiro combate decisivo contra o patriarcado, que forjou nossa tradição desde a Antiguidade. Finalmente, a construção do modelo neoliberal da economia internacional, em conjunção com seu processo de globalização, teve o poder de incidir preferencialmente em dois segmentos da população, no que tange ao mercado de trabalho. De fato, foram os jovens e os trabalhadores da faixa etária dos 50 anos os segmentos sociais mais afetados pela voragem neoliberal. Com isso, se os primeiros passaram a se inserir mais tardiamente no dito mercado, os segundos passaram a ser descartados para ser substituídos por trabalhadores jovens e mais baratos, pela precariedade que foi então estabelecida no mercado de trabalho.
        Foi em consequência desse processo que o tempo de duração da adolescência se alongou bastante, ficando então os jovens fora do espaço social formal e lançados perigosamente numa terra de ninguém. Assim, graças à ausência de inserção no mercado de trabalho, a juventude foi destituída de reconhecimento social e simbólico, prolongando-se efetivamente, não tendo mais qualquer limite tangível para seu término. Despossuídos que foram de qualquer reconhecimento social e simbólico, aos jovens restaram apenas o corpo e a força física. É por essa trilha que podemos interpretar devidamente a emergência e a multiplicação das formas de violência entre os jovens na contemporaneidade.
        Esse processo ocorre não apenas no Brasil e na América Latina, mas também em escala internacional. Pode-se depreender aqui a constituição de uma cultura agonística* na juventude de hoje. Assim, a violência juvenil transformou-se em delinquência, inserindo-se efetivamente no registro da criminalidade. No Brasil, os jovens de classe média e das elites passaram a atacar gratuitamente certos segmentos sociais com violência. De mulheres pobres confundidas com prostitutas até homossexuais, passando pelos mendigos, a violência disseminou-se nas grandes metrópoles do país.
        Ao fazerem isso, no entanto, seus gestos delinquentes inscrevem-se numa lógica social precisa e rigorosa. Com efeito, tais segmentos sociais representam no imaginário desses jovens a decadência na hierarquia social, sendo, pois, os signos do que eles poderão ser efetivamente no futuro, na ausência do reconhecimento social e simbólico que os marca. A cultura da força empreende-se regularmente em academias de ginástica, onde os jovens cultuam os músculos, não apenas para se preparar para os combates cotidianos da vida real, mas para forjar também um simulacro de força na ausência efetiva de potência, isto é, na ausência de reconhecimento social e simbólico, lançados que estão aqueles no desamparo.
        É nesse registro que se deve inscrever a disseminação do bullying na contemporaneidade. É preciso dizer, no que concerne a isso, que a provocação e a violência entre os jovens e crianças é uma prática social antiga. O que é novo, contudo, é a ausência de uma autoridade que possa funcionar como mediação no combate entre estes e aqueles, o que incrementou bastante a disseminação dessa prática de violência.
        Não obstante tudo isso, a juventude é ainda glorificada como a representação do que seria o melhor dos mundos possíveis. A juventude seria então a condensação simbólica de todas as potencialidades existenciais. Contudo, se fazemos isso é porque não apenas queremos cultivar a aparência juvenil, por meio de cirurgias plásticas e da medicina estética, mas também porque o código de experimentação que caracterizou a adolescência de outrora se disseminou para a idade adulta e para a terceira idade. Constituiu-se assim uma efetiva adolescência sem fim na tradição ocidental, onde se busca pelo desejo a possibilidade de novos laços amorosos e novas modalidades de realização existencial. (Joel Birman, revista Cult n. 157, maio 2011).


    *agonística: relativo a luta, conflito, combate.  
    Em “Esse processo ocorre não apenas no Brasil e na América Latina, mas também em escala internacional”, a série “não apenas... mas também” exprime valor de:
    Escolha uma alternativa para a questão 2920f875-ec
  • 291830A9-EC

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:


    Ser ou não ser

        Na atualidade, a imagem da juventude está marcada ao mesmo tempo pela ambiguidade e pela incerteza. Digo ambiguidade, pois se, de um lado, a juventude é sempre exaltada na contemporaneidade, cantada que é em prosa e verso pelas potencialidades existenciais que condensaria, por outro a condição jovem caracteriza-se por sua posição de suspensão no espaço social, que se materializa pela ausência de seu reconhecimento social e simbólico.
        Seria em decorrência disso que a incerteza é o que se delineia efetivamente como o futuro real para os jovens, em todos os quadrantes do mundo. É preciso destacar, antes de tudo, que a possibilidade de experimentação foi o que passou a caracterizar a condição da adolescência no Ocidente, desde o final do século 18, quando as idades da vida foram construídas em conjunção com a família nuclear burguesa, em decorrência da emergência histórica da biopolítica.
        Nesse contexto, a adolescência foi delimitada como o tempo de passagem entre a infância e a idade adulta, na qual o jovem podia empreender experiências nos registros do amor e das escolhas profissionais, até que pudesse se inserir no mercado de trabalho e se casar para reproduzir efetivamente as linhas de força da família nuclear burguesa. Desde os anos 1980, no entanto, essa figuração da adolescência entrou em franco processo de desconstrução, por diversas razões.
        Antes de mais nada, pela revolução feminista dos anos 1960 e 70, com a qual as mulheres foram em busca de outras formas sociais de existência, além da condição materna. Em seguida, porque o deslocamento das mulheres da posição exclusivamente materna foi o primeiro combate decisivo contra o patriarcado, que forjou nossa tradição desde a Antiguidade. Finalmente, a construção do modelo neoliberal da economia internacional, em conjunção com seu processo de globalização, teve o poder de incidir preferencialmente em dois segmentos da população, no que tange ao mercado de trabalho. De fato, foram os jovens e os trabalhadores da faixa etária dos 50 anos os segmentos sociais mais afetados pela voragem neoliberal. Com isso, se os primeiros passaram a se inserir mais tardiamente no dito mercado, os segundos passaram a ser descartados para ser substituídos por trabalhadores jovens e mais baratos, pela precariedade que foi então estabelecida no mercado de trabalho.
        Foi em consequência desse processo que o tempo de duração da adolescência se alongou bastante, ficando então os jovens fora do espaço social formal e lançados perigosamente numa terra de ninguém. Assim, graças à ausência de inserção no mercado de trabalho, a juventude foi destituída de reconhecimento social e simbólico, prolongando-se efetivamente, não tendo mais qualquer limite tangível para seu término. Despossuídos que foram de qualquer reconhecimento social e simbólico, aos jovens restaram apenas o corpo e a força física. É por essa trilha que podemos interpretar devidamente a emergência e a multiplicação das formas de violência entre os jovens na contemporaneidade.
        Esse processo ocorre não apenas no Brasil e na América Latina, mas também em escala internacional. Pode-se depreender aqui a constituição de uma cultura agonística* na juventude de hoje. Assim, a violência juvenil transformou-se em delinquência, inserindo-se efetivamente no registro da criminalidade. No Brasil, os jovens de classe média e das elites passaram a atacar gratuitamente certos segmentos sociais com violência. De mulheres pobres confundidas com prostitutas até homossexuais, passando pelos mendigos, a violência disseminou-se nas grandes metrópoles do país.
        Ao fazerem isso, no entanto, seus gestos delinquentes inscrevem-se numa lógica social precisa e rigorosa. Com efeito, tais segmentos sociais representam no imaginário desses jovens a decadência na hierarquia social, sendo, pois, os signos do que eles poderão ser efetivamente no futuro, na ausência do reconhecimento social e simbólico que os marca. A cultura da força empreende-se regularmente em academias de ginástica, onde os jovens cultuam os músculos, não apenas para se preparar para os combates cotidianos da vida real, mas para forjar também um simulacro de força na ausência efetiva de potência, isto é, na ausência de reconhecimento social e simbólico, lançados que estão aqueles no desamparo.
        É nesse registro que se deve inscrever a disseminação do bullying na contemporaneidade. É preciso dizer, no que concerne a isso, que a provocação e a violência entre os jovens e crianças é uma prática social antiga. O que é novo, contudo, é a ausência de uma autoridade que possa funcionar como mediação no combate entre estes e aqueles, o que incrementou bastante a disseminação dessa prática de violência.
        Não obstante tudo isso, a juventude é ainda glorificada como a representação do que seria o melhor dos mundos possíveis. A juventude seria então a condensação simbólica de todas as potencialidades existenciais. Contudo, se fazemos isso é porque não apenas queremos cultivar a aparência juvenil, por meio de cirurgias plásticas e da medicina estética, mas também porque o código de experimentação que caracterizou a adolescência de outrora se disseminou para a idade adulta e para a terceira idade. Constituiu-se assim uma efetiva adolescência sem fim na tradição ocidental, onde se busca pelo desejo a possibilidade de novos laços amorosos e novas modalidades de realização existencial. (Joel Birman, revista Cult n. 157, maio 2011).


    *agonística: relativo a luta, conflito, combate.  
    Assinale a opção cuja frase justifica corretamente o título do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 291830a9-ec
  • F4AC2CF4-E9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Luterana do Brasil · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2011

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2011

    In the sentence, “By discouraging the use of regional English accents, such stereotypes and barriers of communication can be forsaken”. The verb, forsaken, in its past participle form, may be substituted for:
    Escolha uma alternativa para a questão f4ac2cf4-e9
  • F40747F5-E9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Luterana do Brasil · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    A questão está baseada na charge abaixo, publicada na Folha de São Paulo no dia 28 de maio de 2009. 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011
    No primeiro quadrinho, a utilização das palavras “Droga!” e “tá notando” apontam para uma variação linguística. Que tipo de registro linguístico está sendo empregado?
    Escolha uma alternativa para a questão f40747f5-e9
  • F401D57A-E9

    Português

    Figuras de Linguagem
    Universidade Luterana do Brasil · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    A questão está baseada na charge abaixo, publicada na Folha de São Paulo no dia 28 de maio de 2009. 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011
    Ao invés de utilizar a expressão “Comprei um relógio”, o personagem da charge afirma “Comprei um Rolex”, sendo que a palavra “Rolex” refere-se a uma famosa marca de relógios suíços. Nesse caso, portanto, o nome da marca (Rolex) foi utilizado no lugar do nome do produto (Relógio). Como se chama a figura de linguagem que denomina esse fenômeno?
    Escolha uma alternativa para a questão f401d57a-e9
  • F3F34C3A-E9

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    Universidade Luterana do Brasil · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    A questão está baseada no texto Casa de boneca, do escritor gaúcho Moacyr Scliar, publicado em SCLYAR, Moacir. Deu no jornal. Erechim: Edelbra, 2008, p. 18-19. 

    Casa de boneca

    “Casa de boneca” abriga morador de rua. Os abrigos, de cerca de um metro e meio de altura, foram construídos por entidade assistencial de São Paulo. Folha de São Paulo 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Na linha 19 (“que ele não teve outra alternativa”), qual o sentido lógico expresso pela conjunção “que”?
    Escolha uma alternativa para a questão f3f34c3a-e9
  • BF31A319-E9

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Luterana do Brasil · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    No Brasil, o Realismo não seguiu rigorosamente os padrões europeus. A adaptação dos pressupostos estéticos e filosóficos ao contexto nacional dotou o Realismo de características bastante peculiares. Sob essa perspectiva, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão bf31a319-e9
  • BF20D870-E9

    Português

    Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas
    Universidade Luterana do Brasil · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2011
    Imagem da questão de Português, da prova de 2011
    Por que as orações “que não se aguentava de fome” (l. 8) e “que são quatro” (l. 11) estão entre vírgulas?
    Escolha uma alternativa para a questão bf20d870-e9
  • BF0A4F1E-E9

    Português

    Pontuação
    Universidade Luterana do Brasil · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2011
    Por que foi utilizada uma vírgula após a palavra Zeca, no primeiro quadrinho?
    Escolha uma alternativa para a questão bf0a4f1e-e9
  • BEF99071-E9

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    Universidade Luterana do Brasil · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2011
    Assinale a única alternativa em que a palavra “para” está sendo usada como uma preposição e NÃO como conjunção adverbial.
    Escolha uma alternativa para a questão bef99071-e9
  • BEF5DA9A-E9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Luterana do Brasil · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2011
    Quanto ao estilo do texto de Gilberto Dimenstein, é correto afirmar o seguinte:
    Escolha uma alternativa para a questão bef5da9a-e9
  • BEF2BF26-E9

    Português

    Denotação e Conotação
    Universidade Luterana do Brasil · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2011
    Assinale a única alternativa em que o termo sublinhado no enunciado está sendo empregado com sentido denotativo.
    Escolha uma alternativa para a questão bef2bf26-e9
  • B1ED634A-E8

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFAC · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXT II

    Starting a new job
    by Rose Walker


        “You just got the phone call and the position is yours. It’s been a long time since you have started a new job and you need to prepare yourself for it. Will you really like your new position? How will the people treat you and can you get along with them? These are some of the questions that might run through your mind when you start a new job.
        Before you start your new position you need to get in the right frame of mind, so you can do the best job you can do.
        The first step in preparation for this new journey is to let all your fears go. Don’t walk into a new job with fear. This will keep you from being productive. Having negative thoughts about your new job will become a reality and this will cause problems right there. Stay in the same frame of mind you had when you applied for the position. This was something that you obviously wanted to do and was excited about doing. Keep those same thoughts and attitude when you actually start working your new job. By keeping that attitude you will eliminate a lot of your problems in the beginning with this new position. Your way of thinking will become your way of acting. Do a thorough research on your new company so you can understand what they do and how you will play a part in it.
        Have a good understanding about the company in full detail so it will give you that ease you need to have for you to succeed. This will allow you to have the confidence you will need to start this new job and you won’t feel so lost when you start interacting with your co-workers. Having the right attitude will allow you to get along with your co-workers even better. Everyone when they start a new job is considered the new kid on the block. This can make you feel left out right there, since everyone usually know everyone else and already have a comfort zone with each other. You have to let them know by being in the right frame of mind when you start that you can work with each and every one of them. If you come in with that fear, it’s going to seem like you are a unfriendly person and automatically no one will want to have anything to do with you. This will be a bad way to start off on your new job. You plan to be there for awhile and communicating with your co-workers on a daily base.
        Your attitude and the way you present yourself in the beginning is very important. It will determine how your relationship will be throughout the job. Getting along with your boss and coworkers is important, it can help you to succeed or be one of the causes to make you want to leave.
        Starting a new job can be a wonderful experience. Sure all of us are nervous about stepping into a new environment and meeting and dealing with new people. That’s what’s so exciting about it, everything is new. You have to look at it as a new journey in your life and not a dreaded trip that you have to make. Erase all those negative thoughts and fears you have so you can go in with a positive attitude that will let you be a positive person. Let this be a new spectacular and fantastic time in your life. When you stop and prepare yourself mentally for your new job, you will be a success at it.”


    http://www.essortment.com/all/startinganew_rbph.htm
    Read the sentences below and judge them (T) TRUE or (F) FALSE:


    I. It’s not important to have a good understanding about the new company.

    II. Your way of thinking will become your way of acting.

    III. The first step in preparation for a new job is to let your fears go.
    Escolha uma alternativa para a questão b1ed634a-e8
  • B193D5DE-E8

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    “Ainda na véspera eram seis viventes, contando com o papagaio. Coitado, morrera na areia do rio, onde haviam descansado, à beira de uma poça: a fome apertara demais os retirantes e por ali não existia sinal de comida. Baleia jantara os pés, a cabeça, os ossos do amigo, e não guardava lembrança disso.”

    RAMOS, Graciliano. Vidas secas. 64. ed. Rio de Janeiro: Record, 1993. p.54. (Fragmento).


    A partir da leitura do fragmento acima, e também com base em toda a obra Vidas secas, pode-se afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão b193d5de-e8
  • B17FD2BF-E8

    Português

    Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas
    UFAC · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia os fragmentos a seguir, retirados da reportagem “Cientistas criam árvore artificial contra aquecimento global”, publicada no site da BBC, disponível em: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ noticias/2009/07/090708arvoressinteticasebc.shtml.


        “Um grupo de cientistas da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, anunciou ter criado árvores artificiais que podem ajudar no combate ao aquecimento global, já que absorvem CO2 da atmosfera quase mil vezes mais rapidamente do que árvores de verdade.
        [...] Embora alguns ambientalistas critiquem os métodos de enterrar dióxido de carbono, Lackner afirma que o uso de suas árvores daria ao mundo tempo para encontrar alternativas melhores, como, por exemplo, o desenvolvimento de energias ‘limpas’, que não produzem gases.
         [...] De acordo com Klaus Lackner, cada uma dessas árvores artificiais poderia absorver uma tonelada de dióxido de carbono por dia, tirando da atmosfera CO2 equivalente ao produzido por 20 carros.
        [...] ‘O mundo produz cerca de 70 milhões de carros por ano, quer dizer, a produção de unidades neste patamar é certamente possível e também existe espaço suficiente no mundo para instalar as máquinas,’ disse [...]” 
    A oração “que podem ajudar no combate ao aquecimento global” deve ser classificada como:
    Escolha uma alternativa para a questão b17fd2bf-e8