Questões do ENEM: Linguagens e Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)

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42 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 3.

  • BA695756-E5

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFCG · 2009Entre para guardar nos favoritos
    Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmações sobre os personagens do romance Boca do inferno, de Ana Miranda. Em seguida, marque a alternativa correta.

    I) Os personagens são claramente divididos pelo narrador entre heróis (Bernardo Ravasco e Padre Antônio Vieira) e anti-heróis (Antônio de Souza e o Alcaide-mor).
    II) Maria Berco, seduzida pelo dinheiro, assassina o marido e acaba sendo presa e condenada à forca.
    III) Padre Antônio Vieira, já fisicamente debilitado, não consegue evitar os desmandos do governador nem que todas as pessoas fossem julgadas pelo irmão do Alcaidemor.
    IV) Gregório de Matos é retratado como um poeta satírico, boêmio, mordaz e instável quanto aos seus sentimentos amorosos.

    A sequência correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão ba695756-e5
  • BA6615A0-E5

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFCG · 2009Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Em relação ao romance Boca do inferno, de Ana Miranda, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão ba6615a0-e5
  • BA634E86-E5

    Literatura

    Teoria Literária
    UFCG · 2009Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Julgue como verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmações sobre a obra Eles não usam Black-tie, de Gianfrancesco Guarnieri. Em seguida, assinale a sequência correta.

    I) A música de Juvêncio no final da narrativa é concedida a intérpretes citadinos, simbolizando uma tentativa do dramaturgo de unir o morro e a cidade.
    II) Diferentemente de Maria, Tião não reconhece o morro como seu espaço, o que, segundo alguns personagens, atribui-se ao fato de ter sido criado na cidade.
    III) É uma peça peculiar da década de 50 que inova ao trazer uma linguagem revolucionária e ao abordar a liberdade sindical vivenciada pelos operários brasileiros.
    IV) Há uma relação conflituosa entre os interesses coletivos (representado pelos operários) e os particulares (representado pela figura de Tião).

    A sequência correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão ba634e86-e5
  • BA605C6A-E5

    Literatura

    Gêneros Literários
    UFCG · 2009Entre para guardar nos favoritos

    Assinale como C (correta) ou E (errada) as afirmações sobre o eu lírico do poema “Terra de Santa Cruz”, de Adélia Prado, e a personagem Romana da peça Eles não usam Black-tie, de Gianfrancesco Guarnieri.


    I) Ambas as mulheres são corajosas, extremamente religiosas e, cada qual a seu modo, conscientes da fragilidade humana.

    II) Elas estão inseridas em um ambiente permeado de conflitos sociais e psicológicos, em que a figura masculina ainda é quem dita as regras.

    III) Romana, esposa de Otávio, é uma mulher batalhadora que enfrenta, com muita determinação, a difícil vida no morro.

    IV) O eu lírico do poema foge do estereótipo da figura da avó, trazendo à tona desejos e anseios femininos que, muitas vezes, são reprimidos na sociedade.

    Escolha uma alternativa para a questão ba605c6a-e5
  • BA5C548C-E5

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFCG · 2009Entre para guardar nos favoritos

    Marque a alternativa que traz as afirmações corretas acerca de “Terra de Santa Cruz”, poema que dá título à obra de Adélia Prado:


    Nas minhas bodas de ouro, esganada como os netos,

    vou comer os doces.

    Não terei a serenidade dos retratos

    de mulheres que pouco falaram ou comeram.

    Porque o frade se matou

    no pequeno bosque fora do seu convento.

    De outras vezes já disse: não haverá consolo. E houve:

    música, poema, passeatas.

    O amor tem ritmos que não são de tristeza:

    forma de ondas, ímpeto, água corrente.

    E agora? Que digo ao homem, ao trem, ao menino que me espera,

    à jabuticabeira em flores, temporã?

    Contemplar o impossível enlouquece.

    Sou uma tênia no epigastro de Deus:

    E agora? E agora? E agora?

    Onde estavam o guardião, o ecônomo, o porteiro,

    a fraternidade onde estava quando saíste,

    ó desgraçado moço da minha pátria,

    ao encontro desta árvore?

    Meu inimigo sou eu. Os torturadores todos enlouquecem ao fim,

    comem excrementos, odeiam seus próprios gestos obscenos,

    os regimes iníquos apodrecem.

    Quando andavas em círculos, a alma dividida,

    o que fazia, santa e pecadora, a nossa Mãe Igreja?

    Promovia tômbolas, é certo, benzia edifícios novos,

    mas também te gerava, quem ousará negar, a ti

    e a outros santos que deixam as bíblias marcadas:

    “Na verdade carregamos em nós mesmos nossa sentença de morte”.

    “Amai vossos inimigos.”


    O que disse: “Quem crer viverá para sempre”, este também

    balouçou do madeiro como fruto de escárnio.

    Nada, nada que é humano é grandioso.

    Me interrompe da porta a mocinha boçal. Quer mudas

    [de trepadeira.

    Meus cabelos levantam-se. Como um torturador eu piso

    [e arranco

    a muda, os olhos, as entranhas da intrusa

    e não sendo melhor que Jó choro meus desatinos.

    Sempre há quem pergunte a Judas qual a melhor árvore:

    os loucos lúcidos, os santos loucos,

    aqueles a quem mais foi dado, os quase sublimes.

    Minha maior grandeza é perguntar: haverá consolo?

    Num dedal cabem minha fé, minha vida e meu medo

    [maior que é viajar de ônibus.

    A tentação me tenta e eu fico quase alegre.

    É bom pedir socorro ao Senhor Deus dos Exércitos,

    ao nosso Deus que é uma galinha grande.

    Nos põe debaixo da asa e nos esquenta.

    Antes, nos deixa desvalidos na chuva,

    pra que aprendamos a ter confiança n’Ele

    E não em nós.


    (p. 87-89)


    I) Do ponto de vista formal, o poema é construído por versos livres e brancos, sem divisão estrófica e reflete ora sobre coisas do cotidiano ora sobre temas mais complexos.

    II) Apesar de escrito no século XX, o poema apresenta traços marcantes do Barroco brasileiro ao trazer o humano totalmente subjugado e temente às leis de Deus, consciente de sua fragilidade e de sua natureza pecadora.

    III) O eu lírico utiliza passagens e personagens bíblicas como forma de convencer o seu interlocutor a se voltar para a Igreja e, consequentemente, para Deus.

    IV) O título do poema bem como o seu próprio conteúdo sugere que o eu lírico tem uma vivência religiosa, de identidade cristãcatólica, traço marcante no livro de Adélia Prado.


    Assinale a alternativa correta:

    Escolha uma alternativa para a questão ba5c548c-e5
  • BA5874E6-E5

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    UFCG · 2009Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO III

    O BARCO DO ABORTO: Médica holandesa que faz campanha a bordo de embarcação agora também navega na internet

    Luiza Vilaméa

    /.../ A médica Rebecca Gomperts tem dois filhos - uma menina de 4 anos e um menino um ano mais novo. Ao contrário do que poderiam imaginar os integrantes de movimentos próvida, a maternidade só aumentou suas convicções como líder de uma rumorosa campanha pela descriminalização do aborto. Há dez anos, ela criou a ONG Women on Waves (WoW), conhecida por atuar em barcos, navegando em águas internacionais, nas imediações de países que proíbem a indução ao aborto. Hoje com 43 anos, decidiu-se pelo projeto depois de trabalhar como médica de bordo de um navio do Greenpeace que navegou pela costa da América do Sul nos anos 1980. Impressionada com relatos de abortos clandestinos feitos na região, lançou-se ao mar com o suporte da legislação da Holanda, que permite a interrupção da gravidez nas primeiras semanas e estabelece como legal em águas internacionais ações permitidas em seu território. Em defesa da causa, ela destaca que em seu país o índice estimado de aborto por ano é de oito para cada mil mulheres entre 15 e 45 anos. "Na América do Sul, onde o procedimento é ilegal, este número sobe para 30", compara. "Abortos inseguros e ilegais são uma das principais causas de mortalidade materna na região." Apesar do interesse de Rebecca pela América do Sul, as ações marítimas da WoW se concentraram até o momento em países europeus com arraigada tradição antiaborto - Irlanda, Polônia, Portugal e Espanha. No site da organização - que tem versões em inglês, holandês, francês, polonês, espanhol e português -, pessoas de todo o mundo podem até obter medicamentos que Rebecca classifica como seguros para interromper uma gravidez nas primeiras semanas. "A legalização é importante, mas o aborto farmacêutico permite que as mulheres retomem a condução da vida em suas próprias mãos, independentemente da disponibilidade ou boa vontade dos médicos", defende Rebecca. Um dos remédios, no entanto, só tem comercialização permitida em 40 países, justamente aqueles que permitem o aborto. Assim como precisa enfrentar a Justiça para continuar a atuar em embarcações, a médica holandesa certamente terá novas batalhas judiciais pela frente, desta vez por causa da distribuição de medicamentos. /.../

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    http://www.terra.com.br/istoe/ (Acessado em 05 de setembro de 2004). 
    Assinale os itens cuja oração destacada tem função sintática diferente da oração: “... nas imediações de países que proíbem a indução ao aborto “ (1º parágrafo).

    I - “ ... Greenpeace que navegou pela costa da América do Sul nos anos 1980 (1º parágrafo).
    II - “ ... o suporte da legislação da Holanda, que permite a interrupção da gravidez nas primeiras semanas (1º parágrafo).
    III - ” ... destaca que em seu país o índice estimado de aborto ... “(2º parágrafo).
    IV - "Na América do Sul, onde o procedimento é ilegal, este número... (2º parágrafo ).
    V - “...mas o aborto farmacêutico permite que as mulheres retomem a condução da vida... (3º parágrafo).

    A alternativa correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão ba5874e6-e5
  • BA55747A-E5

    Português

    Interpretação de Textos
    UFCG · 2009Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO III

    O BARCO DO ABORTO: Médica holandesa que faz campanha a bordo de embarcação agora também navega na internet

    Luiza Vilaméa

    /.../ A médica Rebecca Gomperts tem dois filhos - uma menina de 4 anos e um menino um ano mais novo. Ao contrário do que poderiam imaginar os integrantes de movimentos próvida, a maternidade só aumentou suas convicções como líder de uma rumorosa campanha pela descriminalização do aborto. Há dez anos, ela criou a ONG Women on Waves (WoW), conhecida por atuar em barcos, navegando em águas internacionais, nas imediações de países que proíbem a indução ao aborto. Hoje com 43 anos, decidiu-se pelo projeto depois de trabalhar como médica de bordo de um navio do Greenpeace que navegou pela costa da América do Sul nos anos 1980. Impressionada com relatos de abortos clandestinos feitos na região, lançou-se ao mar com o suporte da legislação da Holanda, que permite a interrupção da gravidez nas primeiras semanas e estabelece como legal em águas internacionais ações permitidas em seu território. Em defesa da causa, ela destaca que em seu país o índice estimado de aborto por ano é de oito para cada mil mulheres entre 15 e 45 anos. "Na América do Sul, onde o procedimento é ilegal, este número sobe para 30", compara. "Abortos inseguros e ilegais são uma das principais causas de mortalidade materna na região." Apesar do interesse de Rebecca pela América do Sul, as ações marítimas da WoW se concentraram até o momento em países europeus com arraigada tradição antiaborto - Irlanda, Polônia, Portugal e Espanha. No site da organização - que tem versões em inglês, holandês, francês, polonês, espanhol e português -, pessoas de todo o mundo podem até obter medicamentos que Rebecca classifica como seguros para interromper uma gravidez nas primeiras semanas. "A legalização é importante, mas o aborto farmacêutico permite que as mulheres retomem a condução da vida em suas próprias mãos, independentemente da disponibilidade ou boa vontade dos médicos", defende Rebecca. Um dos remédios, no entanto, só tem comercialização permitida em 40 países, justamente aqueles que permitem o aborto. Assim como precisa enfrentar a Justiça para continuar a atuar em embarcações, a médica holandesa certamente terá novas batalhas judiciais pela frente, desta vez por causa da distribuição de medicamentos. /.../

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    http://www.terra.com.br/istoe/ (Acessado em 05 de setembro de 2004). 
    Assinale V para verdadeiro e F para falso, segundo as informações do texto III:

    I - As ações da médica são introduzidas no título pelos termos “agora” e “também” e justificadas no texto por duas práticas de interrupção de gravidez: navegar no mar, realizando abortos, e na internet, sugerindo medicamentos.
    II - A predominância dos verbos no presente do indicativo tem uma implicação factual, típica do gênero notícia.
    III – A comparação das estatísticas entre lugares em que o aborto é ilegal como superior aos lugares em que é legal serve como apoio para as ações marítimas da WoW.
    IV – O termo destacado em: “Um dos remédios, no entanto, só tem comercialização permitida em 40 países, justamente aqueles que permitem o aborto“ (último parágrafo) restringe a ideia do período todo, podendo, pois, ter a ordem alterada sem prejuízo de sentido.
    V- A legislação holandesa impede que a médica tenha batalhas judiciais por suas ações consideradas criminosas em alguns países, permitindo sua atuação tanto na distribuição de medicamentos abortivos quanto com intervenções médicas.

    Assinale a sequência correta:
    Escolha uma alternativa para a questão ba55747a-e5
  • BA52B0D3-E5

    Português

    Interpretação de Textos
    UFCG · 2009Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO II

    ENTREVISTA: Gravidez na adolescência: a cada 18 minutos, uma menina de 10 a 14 anos dá à luz uma criança, no Brasil

    qua, 02/09/09

    por Emily Sasson |
    Entrevista concedida pela coordenadora da Casa do Adolescente, Dra. Albertina Duarte.

    /.../

    Com que idade os jovens de hoje dão início à vida sexual? Como comparar essa geração com a anterior, quer dizer, como os pais desses jovens se comportavam sexualmente quando eram jovens?
    As estatísticas mostram que a idade do início da atividade sexual ocorre entre 14 e 17 anos. Temos, porém, que a primeira relação amorosa está acontecendo antes dos 14, isto é, o primeiro desejo, o primeiro encantamento. Hoje, ser BV - boca virgem - aos 14 anos pode ser um fator de discriminação ou de insegurança entre os adolescentes. Em relação à atividade sexual, a idade cronológica e o tempo de relacionamento são precoces. Desde os anos 90, as pesquisas apontam que o relacionamento sexual faz parte do namoro, portanto houve uma mudança. A atividade sexual que antes se iniciava com profissionais do sexo, hoje acontece com o namorado, amigos ou conhecidos, o que gera mais insegurança. Os pais de antigamente tinham relações com profissionais do sexo, de forma clandestina, sem conhecimento dos pais, e o homem era aprovado na sua atuação sexual. A mulher era mantida culturalmente virgem.
    Se os jovens têm acesso à informação, por que ocorrem ainda tantos casos de gravidez? Eles dizem que usam preservativo e engravidam mesmo assim… Isso é possível?
    A informação não garante a mudança de comportamento. A insegurança dificulta a negociação com o parceiro para o uso do preservativo. As pesquisas feitas junto com a OMS - Organização Mundial da Saúde - mostraram que a menina tem insegurança e medo de não agradar o parceiro e o menino tem medo de falhar./.../Mais de 90% dos adolescentes conhecem os preservativos e algum método anticoncepcional e 30% usam esses métodos nas primeiras relações sexuais. O uso do preservativo aumentou entre os jovens, mas eles deixam de usá-lo conforme aumenta o tempo de relacionamento. Muito tempo pode ser dois meses. Como prova de carinho ou de fidelidade, o adolescente pode deixar de usar o preservativo ou algumas vezes usar e outras não.
    Em geral, como reagem os pais das adolescentes grávidas? Existe um trabalho também com a família na Casa do Adolescente?
    Apesar dos pais hoje “aceitarem”, isso não garante que sejam parceiros nessa gravidez. O trabalho que é feito na Casa do Adolescente com a família é justamente discutir o processo de gravidez na adolescência, como será esse apoio, preparar os pais para que eles não culpem e cobrem dos adolescentes, mas que ajudem nessa fase. É discutida a importância de voltar à escola, de facilitar que os adolescentes tenham um grupo de amigos, possam fazer atividades, dividam as tarefas e não fiquem o tempo todo sendo rotulados. Isto vai fazer com que a adolescente se sinta segura, possa exercer suas atividades de mãe, previna uma segunda gravidez e possa se relacionar com ela e com o mundo numa perspectiva de um futuro feliz.
    Na sua opinião, os problemas dos adolescentes são causados mais por fatores externos, como a sociedade e o meio, ou mais por fatores pessoais e familiares?
    A sociedade gera uma cultura de desafios para o adolescente em relação ao mundo adulto. Se a sociedade que impõe esses desafios e riscos não gera uma rede de proteção, estímulos e perspectivas, os adolescentes se sentirão abandonados e as famílias sozinhas não poderão enfrentar as situações de conflitos. Os adolescentes são vítimas e não culpados pelo mundo em que vivem. Eles podem ter uma grande força de mudança. Para isso, é preciso gerar uma cultura de acolhimento e participação. Se os adolescentes têm tendência grupal e gostam de viver em grupo, cabe à sociedade, ao país, estimular serviços, leis, espaços que possam acolher, atender e promover a participação dos adolescentes. /.../

    (http://especiais.fantastico.globo.com/ligadasmulheres/2009/09/02/gravidez-na-adolescencia) 
    O uso de aspas, em “aceitarem”, na terceira resposta, reforça a ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão ba52b0d3-e5
  • BA50133C-E5

    Português

    Interpretação de Textos
    UFCG · 2009Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO II

    ENTREVISTA: Gravidez na adolescência: a cada 18 minutos, uma menina de 10 a 14 anos dá à luz uma criança, no Brasil

    qua, 02/09/09

    por Emily Sasson |
    Entrevista concedida pela coordenadora da Casa do Adolescente, Dra. Albertina Duarte.

    /.../

    Com que idade os jovens de hoje dão início à vida sexual? Como comparar essa geração com a anterior, quer dizer, como os pais desses jovens se comportavam sexualmente quando eram jovens?
    As estatísticas mostram que a idade do início da atividade sexual ocorre entre 14 e 17 anos. Temos, porém, que a primeira relação amorosa está acontecendo antes dos 14, isto é, o primeiro desejo, o primeiro encantamento. Hoje, ser BV - boca virgem - aos 14 anos pode ser um fator de discriminação ou de insegurança entre os adolescentes. Em relação à atividade sexual, a idade cronológica e o tempo de relacionamento são precoces. Desde os anos 90, as pesquisas apontam que o relacionamento sexual faz parte do namoro, portanto houve uma mudança. A atividade sexual que antes se iniciava com profissionais do sexo, hoje acontece com o namorado, amigos ou conhecidos, o que gera mais insegurança. Os pais de antigamente tinham relações com profissionais do sexo, de forma clandestina, sem conhecimento dos pais, e o homem era aprovado na sua atuação sexual. A mulher era mantida culturalmente virgem.
    Se os jovens têm acesso à informação, por que ocorrem ainda tantos casos de gravidez? Eles dizem que usam preservativo e engravidam mesmo assim… Isso é possível?
    A informação não garante a mudança de comportamento. A insegurança dificulta a negociação com o parceiro para o uso do preservativo. As pesquisas feitas junto com a OMS - Organização Mundial da Saúde - mostraram que a menina tem insegurança e medo de não agradar o parceiro e o menino tem medo de falhar./.../Mais de 90% dos adolescentes conhecem os preservativos e algum método anticoncepcional e 30% usam esses métodos nas primeiras relações sexuais. O uso do preservativo aumentou entre os jovens, mas eles deixam de usá-lo conforme aumenta o tempo de relacionamento. Muito tempo pode ser dois meses. Como prova de carinho ou de fidelidade, o adolescente pode deixar de usar o preservativo ou algumas vezes usar e outras não.
    Em geral, como reagem os pais das adolescentes grávidas? Existe um trabalho também com a família na Casa do Adolescente?
    Apesar dos pais hoje “aceitarem”, isso não garante que sejam parceiros nessa gravidez. O trabalho que é feito na Casa do Adolescente com a família é justamente discutir o processo de gravidez na adolescência, como será esse apoio, preparar os pais para que eles não culpem e cobrem dos adolescentes, mas que ajudem nessa fase. É discutida a importância de voltar à escola, de facilitar que os adolescentes tenham um grupo de amigos, possam fazer atividades, dividam as tarefas e não fiquem o tempo todo sendo rotulados. Isto vai fazer com que a adolescente se sinta segura, possa exercer suas atividades de mãe, previna uma segunda gravidez e possa se relacionar com ela e com o mundo numa perspectiva de um futuro feliz.
    Na sua opinião, os problemas dos adolescentes são causados mais por fatores externos, como a sociedade e o meio, ou mais por fatores pessoais e familiares?
    A sociedade gera uma cultura de desafios para o adolescente em relação ao mundo adulto. Se a sociedade que impõe esses desafios e riscos não gera uma rede de proteção, estímulos e perspectivas, os adolescentes se sentirão abandonados e as famílias sozinhas não poderão enfrentar as situações de conflitos. Os adolescentes são vítimas e não culpados pelo mundo em que vivem. Eles podem ter uma grande força de mudança. Para isso, é preciso gerar uma cultura de acolhimento e participação. Se os adolescentes têm tendência grupal e gostam de viver em grupo, cabe à sociedade, ao país, estimular serviços, leis, espaços que possam acolher, atender e promover a participação dos adolescentes. /.../

    (http://especiais.fantastico.globo.com/ligadasmulheres/2009/09/02/gravidez-na-adolescencia) 

    Sobre aspectos morfossintáticos e coesivos, no texto II, é INCORRETO afirmar:

    Escolha uma alternativa para a questão ba50133c-e5
  • EBAE3109-E5

    Espanhol

    Advérbios e Locuções Adverbiais | Adverbios y Locuciones Adverbiales
    UFCG · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2009

    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2009

    No segundo parágrafo, observa-se o uso do elemento morfológico “apenas” (2§). Atentando para o contexto de uso desta palavra, podemos substituí-la sem prejuízo de sentido textual por
    Escolha uma alternativa para a questão ebae3109-e5
  • EBA9C2A5-E5

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFCG · 2009Entre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2009

    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2009

    No quinto parágrafo do texto, temos o uso de elementos que marcam discursos. Detendo-nos ao trecho em questão e aos recursos que apontam os discursos, podemos dizer que

    Escolha uma alternativa para a questão eba9c2a5-e5
  • EBA55C28-E5

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFCG · 2009Entre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2009

    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2009

    Em relação ao problema tratado no texto e suas consequências, podemos afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão eba55c28-e5
  • EB9ACF05-E5

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFCG · 2009Entre para guardar nos favoritos
    TEXTO I

    Sida: una bomba de tiempo en los pueblos indígenas

    Por Rodrigo Soberanes
    Lunes, 06 de julio de 2009

        No es lo mismo luchar contra el Sida en los indígenas que en el resto de la población. Este sector requiere de métodos y estrategias distintas a las que comúnmente nos llegan a través de los medios masivos de comunicación y se prevé que de seguir así, dentro de 10 años podría haber consecuencias catastróficas.     Según expertos en la materia, se requieren políticas públicas focalizadas a cada región que tomen en cuenta los variadísimos elementos culturales que hay en México.
        Amaranta Gómez, activista zapoteca, miembro de la comunidad "Muxhé" de Juchitán (mote que se le da a la comunidad gay en Oaxaca), asegura que "la comunidad indígena es más vulnerable que el resto" y ni siquiera hay un registro del número de infectados, así lo ha reconocido el Programa Nacional de Sida en México.     Notablemente informada sobre cifras, conceptos, políticas, leyes, etc. Amaranta también conoce los recovecos por los cuales las comunidades indígenas se hacen susceptibles a recibir el virus. No así las autoridades:
        "Saben que hay una problemática grande pero no saben cómo abordarla. Se está postergando una situación que va a ser incontrolable los próximos cinco o diez años. En diez años, si no se crean estrategias con pertinencia cultural, va a haber un avance significativo en términos de casos de indígenas con VIH Sida", advirtió.
        No existen palabras en zapoteco para enseñarles a los indígenas zapotecas que el virus del Sida afecta el sistema inmunológico, por ejemplo, también hay conflictos morales para referirse al semen, uno de los principales conductores de la enfermedad, de ahí que "se pretende tener pertenencia cultural para las propias comunidades".
        "Decir semen en zapoteco es muy grosero. En zapoteco se utiliza a la semilla de vida para decir semen. Lo tienes que adecuar al contexto, por ejemplo, en zapoteco decimos gole pero es muy agresivo incluso para los hombres porque está vinculado al atole, es como vulgar, entonces ¿cómo hacer entender que ahí, en ese líquido vive el VIH? ¿Cómo abordar el tema de la sexualidad cuando eso ni siquiera se discute?".
        Los mitos que existían al inicio de la pandemia, sobre el contagio (que se puede curar, que se transmite con un beso o comiendo en el mismo plato que un enfermo) persisten entre los taraumaras, que además piensan equivocadamente que la enfermedad es exclusiva de los homosexuales, a quienes ellos nombran ouiqui, oropeque u oropechi.
        Un gran problema es el idioma. En las campañas de prevención que lanzan las autoridades y los diversos organismos que se dedican a ello, no son traducibles al taraumara: "están en esa fase de desconocimiento. No hay información porque aunque hay consejos nacionales y estatales que atienden el Sida, la mayoría de los programas de prevención y de difusión los hacen en idioma español".
        Incluso cuando algunas campañas emiten mensajes en Arámburi o Taraumara, hay otro problema: "estamos hablando de una población que tiene unos índices de analfabetismo del 94 por ciento. Cualquier tríptico o poster que pongas no llega a la gente". De ahí la necesidad de innovar, por ejemplo, en su caso y en la medida de sus posibilidades, gravó un casette informativo que reprodujo y distribuyó entre sus conocidos.
        En los pueblos indígenas nos hemos dado cuenta de que no hay políticas públicas de salud que atiendan a los grupos indígenas. Los métodos de recolección de información dejan mucho que desear. Todos los indicadores de salud que hay en Chihuahua no incluyen el rubro de grupo étnico".

    http://www.e-consulta.com/veracruz/index.php?option=com_content&task=view&id=858&Itemid=28. Texto Adaptado.Acesso de 06/07/2009.

    Ao dizer “No así las autoridades”, o autor parece afirmar que as autoridades

    Escolha uma alternativa para a questão eb9acf05-e5
  • EB96D5ED-E5

    Espanhol

    Pronomes | Pronombres
    UFCG · 2009Entre para guardar nos favoritos
    TEXTO I

    Sida: una bomba de tiempo en los pueblos indígenas

    Por Rodrigo Soberanes
    Lunes, 06 de julio de 2009

        No es lo mismo luchar contra el Sida en los indígenas que en el resto de la población. Este sector requiere de métodos y estrategias distintas a las que comúnmente nos llegan a través de los medios masivos de comunicación y se prevé que de seguir así, dentro de 10 años podría haber consecuencias catastróficas.     Según expertos en la materia, se requieren políticas públicas focalizadas a cada región que tomen en cuenta los variadísimos elementos culturales que hay en México.
        Amaranta Gómez, activista zapoteca, miembro de la comunidad "Muxhé" de Juchitán (mote que se le da a la comunidad gay en Oaxaca), asegura que "la comunidad indígena es más vulnerable que el resto" y ni siquiera hay un registro del número de infectados, así lo ha reconocido el Programa Nacional de Sida en México.     Notablemente informada sobre cifras, conceptos, políticas, leyes, etc. Amaranta también conoce los recovecos por los cuales las comunidades indígenas se hacen susceptibles a recibir el virus. No así las autoridades:
        "Saben que hay una problemática grande pero no saben cómo abordarla. Se está postergando una situación que va a ser incontrolable los próximos cinco o diez años. En diez años, si no se crean estrategias con pertinencia cultural, va a haber un avance significativo en términos de casos de indígenas con VIH Sida", advirtió.
        No existen palabras en zapoteco para enseñarles a los indígenas zapotecas que el virus del Sida afecta el sistema inmunológico, por ejemplo, también hay conflictos morales para referirse al semen, uno de los principales conductores de la enfermedad, de ahí que "se pretende tener pertenencia cultural para las propias comunidades".
        "Decir semen en zapoteco es muy grosero. En zapoteco se utiliza a la semilla de vida para decir semen. Lo tienes que adecuar al contexto, por ejemplo, en zapoteco decimos gole pero es muy agresivo incluso para los hombres porque está vinculado al atole, es como vulgar, entonces ¿cómo hacer entender que ahí, en ese líquido vive el VIH? ¿Cómo abordar el tema de la sexualidad cuando eso ni siquiera se discute?".
        Los mitos que existían al inicio de la pandemia, sobre el contagio (que se puede curar, que se transmite con un beso o comiendo en el mismo plato que un enfermo) persisten entre los taraumaras, que además piensan equivocadamente que la enfermedad es exclusiva de los homosexuales, a quienes ellos nombran ouiqui, oropeque u oropechi.
        Un gran problema es el idioma. En las campañas de prevención que lanzan las autoridades y los diversos organismos que se dedican a ello, no son traducibles al taraumara: "están en esa fase de desconocimiento. No hay información porque aunque hay consejos nacionales y estatales que atienden el Sida, la mayoría de los programas de prevención y de difusión los hacen en idioma español".
        Incluso cuando algunas campañas emiten mensajes en Arámburi o Taraumara, hay otro problema: "estamos hablando de una población que tiene unos índices de analfabetismo del 94 por ciento. Cualquier tríptico o poster que pongas no llega a la gente". De ahí la necesidad de innovar, por ejemplo, en su caso y en la medida de sus posibilidades, gravó un casette informativo que reprodujo y distribuyó entre sus conocidos.
        En los pueblos indígenas nos hemos dado cuenta de que no hay políticas públicas de salud que atiendan a los grupos indígenas. Los métodos de recolección de información dejan mucho que desear. Todos los indicadores de salud que hay en Chihuahua no incluyen el rubro de grupo étnico".

    http://www.e-consulta.com/veracruz/index.php?option=com_content&task=view&id=858&Itemid=28. Texto Adaptado.Acesso de 06/07/2009.

    Analisando os elementos de coesão empregados no texto, pode-se afirmar que


    I) o pronome le (3§) faz referência a “Muxhé” (3§).

    II) o relativo quienes (8§) apresenta como antecedente los homosexuales (8§).

    III) a forma neutra ello (9§) remete a taraumara (9§)

    IV) semanticamente, pero (5§), de ahí que (6§) e aunque (9§) são equivalentes.


    Está(ão) correta(s):

    Escolha uma alternativa para a questão eb96d5ed-e5
  • EB909CBC-E5

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFCG · 2009Entre para guardar nos favoritos
    TEXTO I

    Sida: una bomba de tiempo en los pueblos indígenas

    Por Rodrigo Soberanes
    Lunes, 06 de julio de 2009

        No es lo mismo luchar contra el Sida en los indígenas que en el resto de la población. Este sector requiere de métodos y estrategias distintas a las que comúnmente nos llegan a través de los medios masivos de comunicación y se prevé que de seguir así, dentro de 10 años podría haber consecuencias catastróficas.     Según expertos en la materia, se requieren políticas públicas focalizadas a cada región que tomen en cuenta los variadísimos elementos culturales que hay en México.
        Amaranta Gómez, activista zapoteca, miembro de la comunidad "Muxhé" de Juchitán (mote que se le da a la comunidad gay en Oaxaca), asegura que "la comunidad indígena es más vulnerable que el resto" y ni siquiera hay un registro del número de infectados, así lo ha reconocido el Programa Nacional de Sida en México.     Notablemente informada sobre cifras, conceptos, políticas, leyes, etc. Amaranta también conoce los recovecos por los cuales las comunidades indígenas se hacen susceptibles a recibir el virus. No así las autoridades:
        "Saben que hay una problemática grande pero no saben cómo abordarla. Se está postergando una situación que va a ser incontrolable los próximos cinco o diez años. En diez años, si no se crean estrategias con pertinencia cultural, va a haber un avance significativo en términos de casos de indígenas con VIH Sida", advirtió.
        No existen palabras en zapoteco para enseñarles a los indígenas zapotecas que el virus del Sida afecta el sistema inmunológico, por ejemplo, también hay conflictos morales para referirse al semen, uno de los principales conductores de la enfermedad, de ahí que "se pretende tener pertenencia cultural para las propias comunidades".
        "Decir semen en zapoteco es muy grosero. En zapoteco se utiliza a la semilla de vida para decir semen. Lo tienes que adecuar al contexto, por ejemplo, en zapoteco decimos gole pero es muy agresivo incluso para los hombres porque está vinculado al atole, es como vulgar, entonces ¿cómo hacer entender que ahí, en ese líquido vive el VIH? ¿Cómo abordar el tema de la sexualidad cuando eso ni siquiera se discute?".
        Los mitos que existían al inicio de la pandemia, sobre el contagio (que se puede curar, que se transmite con un beso o comiendo en el mismo plato que un enfermo) persisten entre los taraumaras, que además piensan equivocadamente que la enfermedad es exclusiva de los homosexuales, a quienes ellos nombran ouiqui, oropeque u oropechi.
        Un gran problema es el idioma. En las campañas de prevención que lanzan las autoridades y los diversos organismos que se dedican a ello, no son traducibles al taraumara: "están en esa fase de desconocimiento. No hay información porque aunque hay consejos nacionales y estatales que atienden el Sida, la mayoría de los programas de prevención y de difusión los hacen en idioma español".
        Incluso cuando algunas campañas emiten mensajes en Arámburi o Taraumara, hay otro problema: "estamos hablando de una población que tiene unos índices de analfabetismo del 94 por ciento. Cualquier tríptico o poster que pongas no llega a la gente". De ahí la necesidad de innovar, por ejemplo, en su caso y en la medida de sus posibilidades, gravó un casette informativo que reprodujo y distribuyó entre sus conocidos.
        En los pueblos indígenas nos hemos dado cuenta de que no hay políticas públicas de salud que atiendan a los grupos indígenas. Los métodos de recolección de información dejan mucho que desear. Todos los indicadores de salud que hay en Chihuahua no incluyen el rubro de grupo étnico".

    http://www.e-consulta.com/veracruz/index.php?option=com_content&task=view&id=858&Itemid=28. Texto Adaptado.Acesso de 06/07/2009.
    Julgue verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmações que seguem.

    ( ) A diversidade cultural existente no México é um fator que dificulta a resolução do problema mencionado nestas populações.
    ( ) Outro fator que dificulta a conscientização do problema é de caráter linguístico, já que a população indígena não domina o idioma em que as campanhas são veiculadas.
    ( ) As campanhas realizadas por meio do texto escrito se tornam ineficazes para grande parte da população indígena.
    ( ) Algumas crenças sobre os modos de se contrair a doença ainda fazem parte do pensamento de alguns indígenas.

    A sequência correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão eb909cbc-e5
  • EB8D6A89-E5

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFCG · 2009Entre para guardar nos favoritos
    TEXTO I

    Sida: una bomba de tiempo en los pueblos indígenas

    Por Rodrigo Soberanes
    Lunes, 06 de julio de 2009

        No es lo mismo luchar contra el Sida en los indígenas que en el resto de la población. Este sector requiere de métodos y estrategias distintas a las que comúnmente nos llegan a través de los medios masivos de comunicación y se prevé que de seguir así, dentro de 10 años podría haber consecuencias catastróficas.     Según expertos en la materia, se requieren políticas públicas focalizadas a cada región que tomen en cuenta los variadísimos elementos culturales que hay en México.
        Amaranta Gómez, activista zapoteca, miembro de la comunidad "Muxhé" de Juchitán (mote que se le da a la comunidad gay en Oaxaca), asegura que "la comunidad indígena es más vulnerable que el resto" y ni siquiera hay un registro del número de infectados, así lo ha reconocido el Programa Nacional de Sida en México.     Notablemente informada sobre cifras, conceptos, políticas, leyes, etc. Amaranta también conoce los recovecos por los cuales las comunidades indígenas se hacen susceptibles a recibir el virus. No así las autoridades:
        "Saben que hay una problemática grande pero no saben cómo abordarla. Se está postergando una situación que va a ser incontrolable los próximos cinco o diez años. En diez años, si no se crean estrategias con pertinencia cultural, va a haber un avance significativo en términos de casos de indígenas con VIH Sida", advirtió.
        No existen palabras en zapoteco para enseñarles a los indígenas zapotecas que el virus del Sida afecta el sistema inmunológico, por ejemplo, también hay conflictos morales para referirse al semen, uno de los principales conductores de la enfermedad, de ahí que "se pretende tener pertenencia cultural para las propias comunidades".
        "Decir semen en zapoteco es muy grosero. En zapoteco se utiliza a la semilla de vida para decir semen. Lo tienes que adecuar al contexto, por ejemplo, en zapoteco decimos gole pero es muy agresivo incluso para los hombres porque está vinculado al atole, es como vulgar, entonces ¿cómo hacer entender que ahí, en ese líquido vive el VIH? ¿Cómo abordar el tema de la sexualidad cuando eso ni siquiera se discute?".
        Los mitos que existían al inicio de la pandemia, sobre el contagio (que se puede curar, que se transmite con un beso o comiendo en el mismo plato que un enfermo) persisten entre los taraumaras, que además piensan equivocadamente que la enfermedad es exclusiva de los homosexuales, a quienes ellos nombran ouiqui, oropeque u oropechi.
        Un gran problema es el idioma. En las campañas de prevención que lanzan las autoridades y los diversos organismos que se dedican a ello, no son traducibles al taraumara: "están en esa fase de desconocimiento. No hay información porque aunque hay consejos nacionales y estatales que atienden el Sida, la mayoría de los programas de prevención y de difusión los hacen en idioma español".
        Incluso cuando algunas campañas emiten mensajes en Arámburi o Taraumara, hay otro problema: "estamos hablando de una población que tiene unos índices de analfabetismo del 94 por ciento. Cualquier tríptico o poster que pongas no llega a la gente". De ahí la necesidad de innovar, por ejemplo, en su caso y en la medida de sus posibilidades, gravó un casette informativo que reprodujo y distribuyó entre sus conocidos.
        En los pueblos indígenas nos hemos dado cuenta de que no hay políticas públicas de salud que atiendan a los grupos indígenas. Los métodos de recolección de información dejan mucho que desear. Todos los indicadores de salud que hay en Chihuahua no incluyen el rubro de grupo étnico".

    http://www.e-consulta.com/veracruz/index.php?option=com_content&task=view&id=858&Itemid=28. Texto Adaptado.Acesso de 06/07/2009.

    Uma vez lido o texto em sua totalidade, podemos dizer que o objetivo do autor foi provavelmente

    Escolha uma alternativa para a questão eb8d6a89-e5
  • 02DADA5B-E5

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFCG · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2009

    Com relação à vida das pessoas a que se refere o texto, podemos afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão 02dada5b-e5
  • 2FB7E635-E5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFCG · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2009

    A expressão in turn (L. 1) foi usada para

    Escolha uma alternativa para a questão 2fb7e635-e5
  • 2FB21E7A-E5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFCG · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2009

    O texto se destina a(o)(s)

    Escolha uma alternativa para a questão 2fb21e7a-e5
  • 2FAE6535-E5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFCG · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2009

    A função social desse texto é

    Escolha uma alternativa para a questão 2fae6535-e5