Questões do ENEM: Linguagens
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18.995 questões encontradas. Mostrando a página 13 de 950.
39E01761-69 Para responder à questão, leia um trecho da obra Ideias para adiar o fim do mundo, uma adaptação de duas palestras e uma entrevista realizadas com o autor Ailton Krenak.O fim do mundo talvez seja uma breve interrupção de um estado de prazer extasiante que a gente não quer perder. Parece que todos os artifícios que foram buscados pelos nossos ancestrais e por nós têm a ver com essa sensação. Quando se transfere isso para a mercadoria, para os objetos, para as coisas exteriores, se materializa no que a técnica desenvolveu, no aparato todo que se foi sobrepondo ao corpo da mãe Terra. Todas as histórias antigas chamam a Terra de Mãe, Pacha Mama, Gaia. Uma deusa perfeita e infindável, fluxo de graça, beleza e fartura. Veja-se a imagem grega da deusa da prosperidade, que tem uma cornucópia1 que fica o tempo todo jorrando riqueza sobre o mundo… Noutras tradições, na China e na Índia, nas Américas, em todas as culturas mais antigas, a referência é de uma provedora maternal. Não tem nada a ver com a imagem masculina ou do pai. Todas as vezes que a imagem do pai rompe nessa paisagem é sempre para depredar, detonar e dominar.O desconforto que a ciência moderna, as tecnologias, as movimentações que resultaram naquilo que chamamos de “revoluções de massa”, tudo isso não ficou localizado numa região, mas cindiu o planeta a ponto de, no século XX, termos situações como a Guerra Fria, em que você tinha, de um lado do muro, uma parte da humanidade, e a outra, do lado de lá, na maior tensão, pronta para puxar o gatilho para cima dos outros. Não tem fim do mundo mais iminente do que quando você tem um mundo do lado de lá do muro e um do lado de cá, ambos tentando adivinhar o que o outro está fazendo. Isso é um abismo, isso é uma queda. Então a pergunta a fazer seria: “Por que tanto medo assim de uma queda se a gente não fez nada nas outras eras senão cair?”.Já caímos em diferentes escalas e em diferentes lugares do mundo. Mas temos muito medo do que vai acontecer quando a gente cair. Sentimos insegurança, uma paranoia da queda porque as outras possibilidades que se abrem exigem implodir essa casa que herdamos, que confortavelmente carregamos em grande estilo, mas passamos o tempo inteiro morrendo de medo. Então, talvez o que a gente tenha de fazer é descobrir um paraquedas. Não eliminar a queda, mas inventar e fabricar milhares de paraquedas coloridos, divertidos, inclusive prazerosos. Já que aquilo de que realmente gostamos é gozar, viver no prazer aqui na Terra. Então, que a gente pare de despistar essa nossa vocação e, em vez de ficar inventando outras parábolas, que a gente se renda a essa principal e não se deixe iludir com o aparato da técnica.(Ideias para adiar o fim do mundo, 2020.) 1 cornucópia: vaso em forma de chifre, com frutas e flores que dele extravasam profusamente, antigo símbolo da fertilidade, riqueza, abundância.Tem valor adjetivo a expressão sublinhada no seguinte trecho:39DD95F1-69 Português
Análise sintáticaEnsino Einstein · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão, leia um trecho da obra Ideias para adiar o fim do mundo, uma adaptação de duas palestras e uma entrevista realizadas com o autor Ailton Krenak.O fim do mundo talvez seja uma breve interrupção de um estado de prazer extasiante que a gente não quer perder. Parece que todos os artifícios que foram buscados pelos nossos ancestrais e por nós têm a ver com essa sensação. Quando se transfere isso para a mercadoria, para os objetos, para as coisas exteriores, se materializa no que a técnica desenvolveu, no aparato todo que se foi sobrepondo ao corpo da mãe Terra. Todas as histórias antigas chamam a Terra de Mãe, Pacha Mama, Gaia. Uma deusa perfeita e infindável, fluxo de graça, beleza e fartura. Veja-se a imagem grega da deusa da prosperidade, que tem uma cornucópia1 que fica o tempo todo jorrando riqueza sobre o mundo… Noutras tradições, na China e na Índia, nas Américas, em todas as culturas mais antigas, a referência é de uma provedora maternal. Não tem nada a ver com a imagem masculina ou do pai. Todas as vezes que a imagem do pai rompe nessa paisagem é sempre para depredar, detonar e dominar.O desconforto que a ciência moderna, as tecnologias, as movimentações que resultaram naquilo que chamamos de “revoluções de massa”, tudo isso não ficou localizado numa região, mas cindiu o planeta a ponto de, no século XX, termos situações como a Guerra Fria, em que você tinha, de um lado do muro, uma parte da humanidade, e a outra, do lado de lá, na maior tensão, pronta para puxar o gatilho para cima dos outros. Não tem fim do mundo mais iminente do que quando você tem um mundo do lado de lá do muro e um do lado de cá, ambos tentando adivinhar o que o outro está fazendo. Isso é um abismo, isso é uma queda. Então a pergunta a fazer seria: “Por que tanto medo assim de uma queda se a gente não fez nada nas outras eras senão cair?”.Já caímos em diferentes escalas e em diferentes lugares do mundo. Mas temos muito medo do que vai acontecer quando a gente cair. Sentimos insegurança, uma paranoia da queda porque as outras possibilidades que se abrem exigem implodir essa casa que herdamos, que confortavelmente carregamos em grande estilo, mas passamos o tempo inteiro morrendo de medo. Então, talvez o que a gente tenha de fazer é descobrir um paraquedas. Não eliminar a queda, mas inventar e fabricar milhares de paraquedas coloridos, divertidos, inclusive prazerosos. Já que aquilo de que realmente gostamos é gozar, viver no prazer aqui na Terra. Então, que a gente pare de despistar essa nossa vocação e, em vez de ficar inventando outras parábolas, que a gente se renda a essa principal e não se deixe iludir com o aparato da técnica.(Ideias para adiar o fim do mundo, 2020.) 1 cornucópia: vaso em forma de chifre, com frutas e flores que dele extravasam profusamente, antigo símbolo da fertilidade, riqueza, abundância.Anacoluto é a mudança de construção sintática no meio do enunciado. Um fenômeno muito comum, especialmente na linguagem falada, que ocorre quando aquele que fala abstrai-se do começo do enunciado e continua a exprimir-se como se iniciasse uma nova frase.(Celso Cunha e Luís F. Lindley Cintra. Nova Gramática do Português Contemporâneo, 2007. Adaptado.)Um trecho do texto em que é possível identificar a presença de anacoluto é:39DB250A-69 Português
Interpretação de TextosEnsino Einstein · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão, leia um trecho da obra Ideias para adiar o fim do mundo, uma adaptação de duas palestras e uma entrevista realizadas com o autor Ailton Krenak.O fim do mundo talvez seja uma breve interrupção de um estado de prazer extasiante que a gente não quer perder. Parece que todos os artifícios que foram buscados pelos nossos ancestrais e por nós têm a ver com essa sensação. Quando se transfere isso para a mercadoria, para os objetos, para as coisas exteriores, se materializa no que a técnica desenvolveu, no aparato todo que se foi sobrepondo ao corpo da mãe Terra. Todas as histórias antigas chamam a Terra de Mãe, Pacha Mama, Gaia. Uma deusa perfeita e infindável, fluxo de graça, beleza e fartura. Veja-se a imagem grega da deusa da prosperidade, que tem uma cornucópia1 que fica o tempo todo jorrando riqueza sobre o mundo… Noutras tradições, na China e na Índia, nas Américas, em todas as culturas mais antigas, a referência é de uma provedora maternal. Não tem nada a ver com a imagem masculina ou do pai. Todas as vezes que a imagem do pai rompe nessa paisagem é sempre para depredar, detonar e dominar.O desconforto que a ciência moderna, as tecnologias, as movimentações que resultaram naquilo que chamamos de “revoluções de massa”, tudo isso não ficou localizado numa região, mas cindiu o planeta a ponto de, no século XX, termos situações como a Guerra Fria, em que você tinha, de um lado do muro, uma parte da humanidade, e a outra, do lado de lá, na maior tensão, pronta para puxar o gatilho para cima dos outros. Não tem fim do mundo mais iminente do que quando você tem um mundo do lado de lá do muro e um do lado de cá, ambos tentando adivinhar o que o outro está fazendo. Isso é um abismo, isso é uma queda. Então a pergunta a fazer seria: “Por que tanto medo assim de uma queda se a gente não fez nada nas outras eras senão cair?”.Já caímos em diferentes escalas e em diferentes lugares do mundo. Mas temos muito medo do que vai acontecer quando a gente cair. Sentimos insegurança, uma paranoia da queda porque as outras possibilidades que se abrem exigem implodir essa casa que herdamos, que confortavelmente carregamos em grande estilo, mas passamos o tempo inteiro morrendo de medo. Então, talvez o que a gente tenha de fazer é descobrir um paraquedas. Não eliminar a queda, mas inventar e fabricar milhares de paraquedas coloridos, divertidos, inclusive prazerosos. Já que aquilo de que realmente gostamos é gozar, viver no prazer aqui na Terra. Então, que a gente pare de despistar essa nossa vocação e, em vez de ficar inventando outras parábolas, que a gente se renda a essa principal e não se deixe iludir com o aparato da técnica.(Ideias para adiar o fim do mundo, 2020.) 1 cornucópia: vaso em forma de chifre, com frutas e flores que dele extravasam profusamente, antigo símbolo da fertilidade, riqueza, abundância.No último parágrafo, o autor faz uma analogia que utiliza as imagens da “queda” e do “paraquedas”. Ao propor que fabriquemos paraquedas, Krenak sugere39D8D80C-69 Português
Interpretação de TextosEnsino Einstein · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão, leia um trecho da obra Ideias para adiar o fim do mundo, uma adaptação de duas palestras e uma entrevista realizadas com o autor Ailton Krenak.O fim do mundo talvez seja uma breve interrupção de um estado de prazer extasiante que a gente não quer perder. Parece que todos os artifícios que foram buscados pelos nossos ancestrais e por nós têm a ver com essa sensação. Quando se transfere isso para a mercadoria, para os objetos, para as coisas exteriores, se materializa no que a técnica desenvolveu, no aparato todo que se foi sobrepondo ao corpo da mãe Terra. Todas as histórias antigas chamam a Terra de Mãe, Pacha Mama, Gaia. Uma deusa perfeita e infindável, fluxo de graça, beleza e fartura. Veja-se a imagem grega da deusa da prosperidade, que tem uma cornucópia1 que fica o tempo todo jorrando riqueza sobre o mundo… Noutras tradições, na China e na Índia, nas Américas, em todas as culturas mais antigas, a referência é de uma provedora maternal. Não tem nada a ver com a imagem masculina ou do pai. Todas as vezes que a imagem do pai rompe nessa paisagem é sempre para depredar, detonar e dominar.O desconforto que a ciência moderna, as tecnologias, as movimentações que resultaram naquilo que chamamos de “revoluções de massa”, tudo isso não ficou localizado numa região, mas cindiu o planeta a ponto de, no século XX, termos situações como a Guerra Fria, em que você tinha, de um lado do muro, uma parte da humanidade, e a outra, do lado de lá, na maior tensão, pronta para puxar o gatilho para cima dos outros. Não tem fim do mundo mais iminente do que quando você tem um mundo do lado de lá do muro e um do lado de cá, ambos tentando adivinhar o que o outro está fazendo. Isso é um abismo, isso é uma queda. Então a pergunta a fazer seria: “Por que tanto medo assim de uma queda se a gente não fez nada nas outras eras senão cair?”.Já caímos em diferentes escalas e em diferentes lugares do mundo. Mas temos muito medo do que vai acontecer quando a gente cair. Sentimos insegurança, uma paranoia da queda porque as outras possibilidades que se abrem exigem implodir essa casa que herdamos, que confortavelmente carregamos em grande estilo, mas passamos o tempo inteiro morrendo de medo. Então, talvez o que a gente tenha de fazer é descobrir um paraquedas. Não eliminar a queda, mas inventar e fabricar milhares de paraquedas coloridos, divertidos, inclusive prazerosos. Já que aquilo de que realmente gostamos é gozar, viver no prazer aqui na Terra. Então, que a gente pare de despistar essa nossa vocação e, em vez de ficar inventando outras parábolas, que a gente se renda a essa principal e não se deixe iludir com o aparato da técnica.(Ideias para adiar o fim do mundo, 2020.) 1 cornucópia: vaso em forma de chifre, com frutas e flores que dele extravasam profusamente, antigo símbolo da fertilidade, riqueza, abundância.No primeiro parágrafo do texto, o autor estabelece uma contraposição simbólica entre o feminino e o masculino para39D66C67-69 Português
Interpretação de TextosEnsino Einstein · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão, leia um trecho da obra Ideias para adiar o fim do mundo, uma adaptação de duas palestras e uma entrevista realizadas com o autor Ailton Krenak.O fim do mundo talvez seja uma breve interrupção de um estado de prazer extasiante que a gente não quer perder. Parece que todos os artifícios que foram buscados pelos nossos ancestrais e por nós têm a ver com essa sensação. Quando se transfere isso para a mercadoria, para os objetos, para as coisas exteriores, se materializa no que a técnica desenvolveu, no aparato todo que se foi sobrepondo ao corpo da mãe Terra. Todas as histórias antigas chamam a Terra de Mãe, Pacha Mama, Gaia. Uma deusa perfeita e infindável, fluxo de graça, beleza e fartura. Veja-se a imagem grega da deusa da prosperidade, que tem uma cornucópia1 que fica o tempo todo jorrando riqueza sobre o mundo… Noutras tradições, na China e na Índia, nas Américas, em todas as culturas mais antigas, a referência é de uma provedora maternal. Não tem nada a ver com a imagem masculina ou do pai. Todas as vezes que a imagem do pai rompe nessa paisagem é sempre para depredar, detonar e dominar.O desconforto que a ciência moderna, as tecnologias, as movimentações que resultaram naquilo que chamamos de “revoluções de massa”, tudo isso não ficou localizado numa região, mas cindiu o planeta a ponto de, no século XX, termos situações como a Guerra Fria, em que você tinha, de um lado do muro, uma parte da humanidade, e a outra, do lado de lá, na maior tensão, pronta para puxar o gatilho para cima dos outros. Não tem fim do mundo mais iminente do que quando você tem um mundo do lado de lá do muro e um do lado de cá, ambos tentando adivinhar o que o outro está fazendo. Isso é um abismo, isso é uma queda. Então a pergunta a fazer seria: “Por que tanto medo assim de uma queda se a gente não fez nada nas outras eras senão cair?”.Já caímos em diferentes escalas e em diferentes lugares do mundo. Mas temos muito medo do que vai acontecer quando a gente cair. Sentimos insegurança, uma paranoia da queda porque as outras possibilidades que se abrem exigem implodir essa casa que herdamos, que confortavelmente carregamos em grande estilo, mas passamos o tempo inteiro morrendo de medo. Então, talvez o que a gente tenha de fazer é descobrir um paraquedas. Não eliminar a queda, mas inventar e fabricar milhares de paraquedas coloridos, divertidos, inclusive prazerosos. Já que aquilo de que realmente gostamos é gozar, viver no prazer aqui na Terra. Então, que a gente pare de despistar essa nossa vocação e, em vez de ficar inventando outras parábolas, que a gente se renda a essa principal e não se deixe iludir com o aparato da técnica.(Ideias para adiar o fim do mundo, 2020.) 1 cornucópia: vaso em forma de chifre, com frutas e flores que dele extravasam profusamente, antigo símbolo da fertilidade, riqueza, abundância.Segundo as ideias do autor, o “fim do mundo” é representado39D3A526-69 Português
Interpretação de TextosEnsino Einstein · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão, leia a tirinha de Fernando Gonsales, publicada pelo perfil @niquel.nausea no Instagram, em 23.05.2025.A tirinha faz uma crítica, sobretudo,
39CF21AA-69 Português
Figuras de LinguagemEnsino Einstein · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão, leia a tirinha de Fernando Gonsales, publicada pelo perfil @niquel.nausea no Instagram, em 23.05.2025.
No comentário “Até as árvores ficam ansiosas com tanta propaganda”, foram empregadas duas figuras de linguagem, fundamentais para a construção do efeito de humor da tirinha. São elas:1437D7F4-69 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionEnsino Einstein · 2025Entre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
The Red Cross

The International Red Cross movement started in 1863 and was inspired by Swiss businessman Henry Dunant. The suffering of thousands of men on both sides of the Battle of Solferino in 1859 upset Dunant. Many were left to die due to lack of care. He proposed creating national relief societies, made up of volunteers, trained in peacetime to provide neutral and impartial help to relieve suffering in times of war.
In response to these ideas, a committee (which later became the International Committee of the Red Cross) was established in Geneva. Dunant also proposed that countries adopt an international agreement, which would recognise the status of medical services and of the injured on the battlefield. This agreement was adopted in 1864.
The formation of the British Red Cross occurred during the war between France and Prussia in July 1870, Colonel Loyd-Lindsay wrote a letter to the newspaper The Times. He called for a National Society to be formed in Britain just like in other European nations. On 4 August 1870, a public meeting was held in London and a resolution passed authorizing the formation of The British National Society for Aid to the Sick and Wounded in War. It gave aid and relief to both warring armies during the Franco-Prussian War and in other wars and campaigns during the 19th century. This was done under the protection of the red cross emblem.
In 1905, the British National Society for Aid to the Sick and Wounded in War was renamed as the British Red Cross. The Red Cross needed many skilled volunteers for its wartime role. The Voluntary Aid Scheme was introduced in 1909 and ensured that Voluntary Aid Detachments were formed across the United Kingdom. Their members would provide aid to the territorial medical forces in times of war.
(www.redcross.org.uk. Adaptado.)
The word from the text which best describes the image below the title is14356AB7-69 Inglês
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The Red Cross

The International Red Cross movement started in 1863 and was inspired by Swiss businessman Henry Dunant. The suffering of thousands of men on both sides of the Battle of Solferino in 1859 upset Dunant. Many were left to die due to lack of care. He proposed creating national relief societies, made up of volunteers, trained in peacetime to provide neutral and impartial help to relieve suffering in times of war.
In response to these ideas, a committee (which later became the International Committee of the Red Cross) was established in Geneva. Dunant also proposed that countries adopt an international agreement, which would recognise the status of medical services and of the injured on the battlefield. This agreement was adopted in 1864.
The formation of the British Red Cross occurred during the war between France and Prussia in July 1870, Colonel Loyd-Lindsay wrote a letter to the newspaper The Times. He called for a National Society to be formed in Britain just like in other European nations. On 4 August 1870, a public meeting was held in London and a resolution passed authorizing the formation of The British National Society for Aid to the Sick and Wounded in War. It gave aid and relief to both warring armies during the Franco-Prussian War and in other wars and campaigns during the 19th century. This was done under the protection of the red cross emblem.
In 1905, the British National Society for Aid to the Sick and Wounded in War was renamed as the British Red Cross. The Red Cross needed many skilled volunteers for its wartime role. The Voluntary Aid Scheme was introduced in 1909 and ensured that Voluntary Aid Detachments were formed across the United Kingdom. Their members would provide aid to the territorial medical forces in times of war.
(www.redcross.org.uk. Adaptado.)
A Sociedade Nacional Britânica de Ajuda aos Doentes e Feridos de Guerra, mencionada a partir do terceiro parágrafo do texto, foi1432C350-69 Inglês
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The Red Cross

The International Red Cross movement started in 1863 and was inspired by Swiss businessman Henry Dunant. The suffering of thousands of men on both sides of the Battle of Solferino in 1859 upset Dunant. Many were left to die due to lack of care. He proposed creating national relief societies, made up of volunteers, trained in peacetime to provide neutral and impartial help to relieve suffering in times of war.
In response to these ideas, a committee (which later became the International Committee of the Red Cross) was established in Geneva. Dunant also proposed that countries adopt an international agreement, which would recognise the status of medical services and of the injured on the battlefield. This agreement was adopted in 1864.
The formation of the British Red Cross occurred during the war between France and Prussia in July 1870, Colonel Loyd-Lindsay wrote a letter to the newspaper The Times. He called for a National Society to be formed in Britain just like in other European nations. On 4 August 1870, a public meeting was held in London and a resolution passed authorizing the formation of The British National Society for Aid to the Sick and Wounded in War. It gave aid and relief to both warring armies during the Franco-Prussian War and in other wars and campaigns during the 19th century. This was done under the protection of the red cross emblem.
In 1905, the British National Society for Aid to the Sick and Wounded in War was renamed as the British Red Cross. The Red Cross needed many skilled volunteers for its wartime role. The Voluntary Aid Scheme was introduced in 1909 and ensured that Voluntary Aid Detachments were formed across the United Kingdom. Their members would provide aid to the territorial medical forces in times of war.
(www.redcross.org.uk. Adaptado.)
No fragmento do segundo parágrafo “In response to these ideas, a committee was established in Geneva”, os termos sublinhados referem-se1430618E-69 Inglês
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The Red Cross

The International Red Cross movement started in 1863 and was inspired by Swiss businessman Henry Dunant. The suffering of thousands of men on both sides of the Battle of Solferino in 1859 upset Dunant. Many were left to die due to lack of care. He proposed creating national relief societies, made up of volunteers, trained in peacetime to provide neutral and impartial help to relieve suffering in times of war.
In response to these ideas, a committee (which later became the International Committee of the Red Cross) was established in Geneva. Dunant also proposed that countries adopt an international agreement, which would recognise the status of medical services and of the injured on the battlefield. This agreement was adopted in 1864.
The formation of the British Red Cross occurred during the war between France and Prussia in July 1870, Colonel Loyd-Lindsay wrote a letter to the newspaper The Times. He called for a National Society to be formed in Britain just like in other European nations. On 4 August 1870, a public meeting was held in London and a resolution passed authorizing the formation of The British National Society for Aid to the Sick and Wounded in War. It gave aid and relief to both warring armies during the Franco-Prussian War and in other wars and campaigns during the 19th century. This was done under the protection of the red cross emblem.
In 1905, the British National Society for Aid to the Sick and Wounded in War was renamed as the British Red Cross. The Red Cross needed many skilled volunteers for its wartime role. The Voluntary Aid Scheme was introduced in 1909 and ensured that Voluntary Aid Detachments were formed across the United Kingdom. Their members would provide aid to the territorial medical forces in times of war.
(www.redcross.org.uk. Adaptado.)
The main purpose of the text is to142DF52A-69 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionEnsino Einstein · 2025Entre para guardar nos favoritosExamine a seguinte campanha da Cruz Vermelha.

The word “strikes” can be replaced, with no change in meaning, by:
142B9229-69 Português
Interpretação de TextosEnsino Einstein · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o poema de José Carlos Capinan (1941-) para responder à questão.o rebanho e o homemO rebanho trafega com tranquilidade o caminho:é sempre uma surpresa ao rebanho que ele chegueao campo ou ao matadouro.Nenhuma raivanenhuma esperança o rebanho leva,pouco importa que a flor sucumba aos cascosou ainda que sobreviva.Nenhuma pergunta o rebanho não diz:até na sede ele é tranquiloaté na guerra ele é mudo —o rebanho não pronuncia,usa a luz mas nunca explica a sua faltausa o alimento sem nunca se perguntar.Sobre o rebanho o sexoque ele nunca explicavae as fêmeas cobertasrecebem a fecundidade sem admiração.A morte ele desconhece, e a sua vida,no rebanho não há companheiroshá cada corpo em si sem lucidez alguma.O rebanho não vê a cara dos homensaceita o caminho e vai escorrendonum andar pesado sobre os campos.(Heloisa Buarque de Hollanda (org.). 26 poetas hoje: antologia, 2021.)Há entre os vocábulos “morte” e “vida” (18° verso) uma relação lógica semelhante à relação existente entre:142921D8-69 Português
Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e AbreviaçãoEnsino Einstein · 2025MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o poema de José Carlos Capinan (1941-) para responder à questão.o rebanho e o homemO rebanho trafega com tranquilidade o caminho:é sempre uma surpresa ao rebanho que ele chegueao campo ou ao matadouro.Nenhuma raivanenhuma esperança o rebanho leva,pouco importa que a flor sucumba aos cascosou ainda que sobreviva.Nenhuma pergunta o rebanho não diz:até na sede ele é tranquiloaté na guerra ele é mudo —o rebanho não pronuncia,usa a luz mas nunca explica a sua faltausa o alimento sem nunca se perguntar.Sobre o rebanho o sexoque ele nunca explicavae as fêmeas cobertasrecebem a fecundidade sem admiração.A morte ele desconhece, e a sua vida,no rebanho não há companheiroshá cada corpo em si sem lucidez alguma.O rebanho não vê a cara dos homensaceita o caminho e vai escorrendonum andar pesado sobre os campos.(Heloisa Buarque de Hollanda (org.). 26 poetas hoje: antologia, 2021.)As palavras podem mudar de classe gramatical sem sofrer modificação na forma. Basta antepor-se o artigo a qualquer vocábulo da língua para que ele se torne um substantivo. A esse processo de enriquecimento vocabular pela mudança de classe das palavras dá-se o nome de derivação imprópria.(Celso Cunha e Luís F. Lindley Cintra. Nova gramática do português contemporâneo, 2001. Adaptado.)Identifica-se uma palavra formada por derivação imprópria em:14269991-69 Português
Denotação e ConotaçãoEnsino Einstein · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritosLeia o poema de José Carlos Capinan (1941-) para responder à questão.o rebanho e o homemO rebanho trafega com tranquilidade o caminho:é sempre uma surpresa ao rebanho que ele chegueao campo ou ao matadouro.Nenhuma raivanenhuma esperança o rebanho leva,pouco importa que a flor sucumba aos cascosou ainda que sobreviva.Nenhuma pergunta o rebanho não diz:até na sede ele é tranquiloaté na guerra ele é mudo —o rebanho não pronuncia,usa a luz mas nunca explica a sua faltausa o alimento sem nunca se perguntar.Sobre o rebanho o sexoque ele nunca explicavae as fêmeas cobertasrecebem a fecundidade sem admiração.A morte ele desconhece, e a sua vida,no rebanho não há companheiroshá cada corpo em si sem lucidez alguma.O rebanho não vê a cara dos homensaceita o caminho e vai escorrendonum andar pesado sobre os campos.(Heloisa Buarque de Hollanda (org.). 26 poetas hoje: antologia, 2021.)No poema, caso entendida como uma metáfora, a palavra “rebanho” descreveria1423B876-69 Português
PontuaçãoEnsino Einstein · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do romance O cortiço, de Aluísio Azevedo (1857-1913), para responder à questão.Passaram-se semanas. Jerônimo tomava agora, todas as manhãs, uma xícara de café bem grosso, à moda da Ritinha, e tragava dois dedos de parati1 “pra cortar a friagem”.Uma transformação, lenta e profunda, operava-se nele, dia a dia, hora a hora, reviscerando-lhe o corpo e alando-lhe os sentidos, num trabalho misterioso e surdo de crisálida. A sua energia afrouxava lentamente: fazia-se contemplativo e amoroso. A vida americana e a natureza do Brasil patenteavam-lhe agora aspectos imprevistos e sedutores que o comoviam; esquecia-se dos seus primitivos sonhos de ambição; para idealizar felicidades novas, picantes e violentas; tornava- -se liberal, imprevidente e franco, mais amigo de gastar que de guardar; adquiria desejos, tomava gosto aos prazeres, e volvia-se preguiçoso resignando-se, vencido, às imposições do sol e do calor, muralha de fogo com que o espírito eternamente revoltado do último tamoio entrincheirou a pátria contra os conquistadores aventureiros. [...]E o curioso é que quanto mais ia ele caindo nos usos e costumes brasileiros, tanto mais os seus sentidos se apuravam, posto que em detrimento das suas forças físicas. Tinha agora o ouvido menos grosseiro para a música, compreendia até as intenções poéticas dos sertanejos, quando cantam à viola os seus amores infelizes; seus olhos, dantes só voltados para a esperança de tornar à terra, agora, como os olhos de um marujo, que se habituaram aos largos horizontes de céu e mar, já se não revoltavam com a turbulenta luz, selvagem e alegre, do Brasil, e abriam-se amplamente defronte dos maravilhosos despenhadeiros ilimitados e das cordilheiras sem fim, donde, de espaço a espaço, surge um monarca gigante, que o sol veste de ouro e ricas pedrarias refulgentes e as nuvens tocam de alvos turbantes de cambraia2 , num luxo oriental de arábicos príncipes voluptuosos.(O cortiço, 2011.)1parati: cachaça.2cambraia: tecido fino, branco, de algodão.No primeiro parágrafo, o narrador emprega aspas a fim de142155D3-69 Português
Orações subordinadas adverbiais: Causal, Comparativa, Consecutiva, Concessiva, Condicional...Ensino Einstein · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do romance O cortiço, de Aluísio Azevedo (1857-1913), para responder à questão.Passaram-se semanas. Jerônimo tomava agora, todas as manhãs, uma xícara de café bem grosso, à moda da Ritinha, e tragava dois dedos de parati1 “pra cortar a friagem”.Uma transformação, lenta e profunda, operava-se nele, dia a dia, hora a hora, reviscerando-lhe o corpo e alando-lhe os sentidos, num trabalho misterioso e surdo de crisálida. A sua energia afrouxava lentamente: fazia-se contemplativo e amoroso. A vida americana e a natureza do Brasil patenteavam-lhe agora aspectos imprevistos e sedutores que o comoviam; esquecia-se dos seus primitivos sonhos de ambição; para idealizar felicidades novas, picantes e violentas; tornava- -se liberal, imprevidente e franco, mais amigo de gastar que de guardar; adquiria desejos, tomava gosto aos prazeres, e volvia-se preguiçoso resignando-se, vencido, às imposições do sol e do calor, muralha de fogo com que o espírito eternamente revoltado do último tamoio entrincheirou a pátria contra os conquistadores aventureiros. [...]E o curioso é que quanto mais ia ele caindo nos usos e costumes brasileiros, tanto mais os seus sentidos se apuravam, posto que em detrimento das suas forças físicas. Tinha agora o ouvido menos grosseiro para a música, compreendia até as intenções poéticas dos sertanejos, quando cantam à viola os seus amores infelizes; seus olhos, dantes só voltados para a esperança de tornar à terra, agora, como os olhos de um marujo, que se habituaram aos largos horizontes de céu e mar, já se não revoltavam com a turbulenta luz, selvagem e alegre, do Brasil, e abriam-se amplamente defronte dos maravilhosos despenhadeiros ilimitados e das cordilheiras sem fim, donde, de espaço a espaço, surge um monarca gigante, que o sol veste de ouro e ricas pedrarias refulgentes e as nuvens tocam de alvos turbantes de cambraia2 , num luxo oriental de arábicos príncipes voluptuosos.(O cortiço, 2011.)1parati: cachaça.2cambraia: tecido fino, branco, de algodão.Em “quanto mais ia ele caindo nos usos e costumes brasileiros, tanto mais os seus sentidos se apuravam” (3° parágrafo), há duas orações associadas de maneira que141EBAF4-69 Literatura
Escolas LiteráriasEnsino Einstein · 2025Entre para guardar nos favoritosLeia o trecho do romance O cortiço, de Aluísio Azevedo (1857-1913), para responder à questão.Passaram-se semanas. Jerônimo tomava agora, todas as manhãs, uma xícara de café bem grosso, à moda da Ritinha, e tragava dois dedos de parati1 “pra cortar a friagem”.Uma transformação, lenta e profunda, operava-se nele, dia a dia, hora a hora, reviscerando-lhe o corpo e alando-lhe os sentidos, num trabalho misterioso e surdo de crisálida. A sua energia afrouxava lentamente: fazia-se contemplativo e amoroso. A vida americana e a natureza do Brasil patenteavam-lhe agora aspectos imprevistos e sedutores que o comoviam; esquecia-se dos seus primitivos sonhos de ambição; para idealizar felicidades novas, picantes e violentas; tornava- -se liberal, imprevidente e franco, mais amigo de gastar que de guardar; adquiria desejos, tomava gosto aos prazeres, e volvia-se preguiçoso resignando-se, vencido, às imposições do sol e do calor, muralha de fogo com que o espírito eternamente revoltado do último tamoio entrincheirou a pátria contra os conquistadores aventureiros. [...]E o curioso é que quanto mais ia ele caindo nos usos e costumes brasileiros, tanto mais os seus sentidos se apuravam, posto que em detrimento das suas forças físicas. Tinha agora o ouvido menos grosseiro para a música, compreendia até as intenções poéticas dos sertanejos, quando cantam à viola os seus amores infelizes; seus olhos, dantes só voltados para a esperança de tornar à terra, agora, como os olhos de um marujo, que se habituaram aos largos horizontes de céu e mar, já se não revoltavam com a turbulenta luz, selvagem e alegre, do Brasil, e abriam-se amplamente defronte dos maravilhosos despenhadeiros ilimitados e das cordilheiras sem fim, donde, de espaço a espaço, surge um monarca gigante, que o sol veste de ouro e ricas pedrarias refulgentes e as nuvens tocam de alvos turbantes de cambraia2 , num luxo oriental de arábicos príncipes voluptuosos.(O cortiço, 2011.)1parati: cachaça.2cambraia: tecido fino, branco, de algodão.Zoomorfismo é um recurso utilizado pela literatura naturalista, no qual os seres humanos são comparados com animais e os aspectos corpóreos dos personagens são privilegiados, em detrimento de sua racionalidade.Configura um exemplo explícito de zoomorfismo a passagem:141C4FDF-69 Português
Interpretação de TextosEnsino Einstein · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do romance O cortiço, de Aluísio Azevedo (1857-1913), para responder à questão.Passaram-se semanas. Jerônimo tomava agora, todas as manhãs, uma xícara de café bem grosso, à moda da Ritinha, e tragava dois dedos de parati1 “pra cortar a friagem”.Uma transformação, lenta e profunda, operava-se nele, dia a dia, hora a hora, reviscerando-lhe o corpo e alando-lhe os sentidos, num trabalho misterioso e surdo de crisálida. A sua energia afrouxava lentamente: fazia-se contemplativo e amoroso. A vida americana e a natureza do Brasil patenteavam-lhe agora aspectos imprevistos e sedutores que o comoviam; esquecia-se dos seus primitivos sonhos de ambição; para idealizar felicidades novas, picantes e violentas; tornava- -se liberal, imprevidente e franco, mais amigo de gastar que de guardar; adquiria desejos, tomava gosto aos prazeres, e volvia-se preguiçoso resignando-se, vencido, às imposições do sol e do calor, muralha de fogo com que o espírito eternamente revoltado do último tamoio entrincheirou a pátria contra os conquistadores aventureiros. [...]E o curioso é que quanto mais ia ele caindo nos usos e costumes brasileiros, tanto mais os seus sentidos se apuravam, posto que em detrimento das suas forças físicas. Tinha agora o ouvido menos grosseiro para a música, compreendia até as intenções poéticas dos sertanejos, quando cantam à viola os seus amores infelizes; seus olhos, dantes só voltados para a esperança de tornar à terra, agora, como os olhos de um marujo, que se habituaram aos largos horizontes de céu e mar, já se não revoltavam com a turbulenta luz, selvagem e alegre, do Brasil, e abriam-se amplamente defronte dos maravilhosos despenhadeiros ilimitados e das cordilheiras sem fim, donde, de espaço a espaço, surge um monarca gigante, que o sol veste de ouro e ricas pedrarias refulgentes e as nuvens tocam de alvos turbantes de cambraia2 , num luxo oriental de arábicos príncipes voluptuosos.(O cortiço, 2011.)1parati: cachaça.2cambraia: tecido fino, branco, de algodão.Esse trecho do romance focaliza o personagem Jerônimo, um português que viera para o Brasil e que morava no “cortiço” a que se refere o título do livro.Na passagem selecionada, o narrador descreve1419EE52-69 Literatura
Escolas LiteráriasEnsino Einstein · 2025Entre para guardar nos favoritosO __________ lançou-se contra o passado e sonhou uma superliteratura no século da “velocidade”; o __________ via a destruição do mundo, mas sabendo que do caos se organizaria uma estrutura superior, que era a verdadeira beleza. Para o __________ , entretanto, não havia passado, nem futuro: o que havia era a guerra, o nada; e a única coisa que restava ao artista era produzir uma antiarte, uma antiliteratura.(Gilberto Mendonça Telles. Vanguarda europeia e modernismo brasileiro, 2022. Adaptado.)Os movimentos de vanguarda, com suas propostas de rompimento com o academicismo e busca por novas experiências artísticas, foram essenciais para a consolidação do Modernismo no Brasil.As lacunas do excerto são preenchidas, respectivamente, por: