Questões do ENEM: Gêneros Literários
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116 questões encontradas. Mostrando a página 6 de 6.
130B2DC3-EC Sobre Auto da barca do inferno, de Gil Vicente, é correto afirmar que:A33F91D8-EA Literatura
EstilísticaUNIR · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: A partir da leitura de O rio comanda a vida, de Leandro Tocantins, responda:A respeito da obra, seu gênero e estilo, assinale a afirmativa correta.A33C3F05-EA Literatura
Gêneros LiteráriosUNIR · 2010Entre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: A partir da leitura de Galvez, imperador do Acre, de Márcio de Souza, responda:Em relação à construção do romance, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.( ) A narrativa é organizada em quatro capítulos nomeados de acordo com o espaço em que se passa a história.( ) Tópicos curtos apresentam as peripécias de Galvez no Brasil, intercaladas por relatos de suas aventuras anteriores e descrições do contexto histórico.( ) O tom cômico da obra é abandonado nas passagens que trazem eventos de morte, doença, ou loucura.( ) Revela uma vertente metatextual: volta-se para sua feitura e comenta a literatura, de modo geral.( ) O narrador é interrompido por uma segunda voz que coloca em questão a veracidade de alguns fatos.( ) As personagens femininas são sedutoras, mas submissas, sua atuação não contribui para o desenrolar da ação.Assinale a sequência correta.
369CBCCC-B7 Literatura
Gêneros LiteráriosUEPB · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosEm relação à peça As velhas, de Lourdes Ramalho, marque a única questão que não se coaduna com o texto dramatúrgico:36890A0B-B7 Literatura
Gênero DramáticoUEPB · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosVejam-se as seguintes expressões e/ou ditos extraídos d’As velhas, de Lourdes Ramalho: igual cantiga de perua – de pior a pior; quem se abaixa demais... aparece; o futuro a Deus pertence; pernas pra que te quero; duro com duro não dá bom muro; todo penso é torto; o pouco com Deus é muito, o muito sem Deus é nada; falou do mau – prepare o pau; cobrir o sol com a peneira.Sobre a ocorrência desses ditos ou expressões, podemos afirmar:I - Os ditos e expressões acima demonstram uma pobreza vocabular por parte da dramaturga porque, longe de sair do esquema de apropriação vocabular regional ou local e de se valer de uma dinâmica de maior projeção linguístico-cultural, repete, através dos ditos e expressões, ideias já cimentadas no cancioneiro popular.II - A apropriação, pela dramaturga, de ditos e expressões do cotidiano popular dá um maior movimento e leveza às falas das personagens, de modo a criar, no leitor (ou no expectador), uma identificação não só com a variante linguística do homem comum, mas, e sobretudo, com a dinâmica do falar popular, através das imagens recorrentes e atualizadas nas expressões citadas.III - A recorrência, na peça, de expressões/ditos populares ratifica o papel regional ou local da representação literária, embora os conflitos internos das personagens e a dinâmica sociocultural em que elas estão inseridas apontem para questões humanas universais.Está(ão) correta(s):
C46BD4D3-B5 Literatura
Classificação dos Gêneros LiteráriosUESPI · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosFrancisco Pereira da Silva e José Expedito de Carvalho Rêgo e H. Dobal são três autores piauienses que escreveram obras literárias em vários gêneros. Qual dos gêneros abaixo não está contemplado nas obras desses autores?C4680D9D-B5 Literatura
Gênero DramáticoUESPI · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosAinda sobre José Expedito de Carvalho Rêgo, sabemos que, além de escrever Vaqueiros e viscondes, foi autor de muitas outras obras, tanto no gênero romance quanto no gênero teatral. Dentre as obras abaixo, qual podemos apontar como de sua autoria?515BFF66-B1 Literatura
Gênero Épico ou NarrativoUEMG · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO 1
Irás a divertir-te na floresta,
Sustentada, Marília, no meu braço,
Aqui descansarei a quente sesta
Dormindo um leve sono em teu regaço;
Enquanto a luta jogam os pastores,
e emparelhados correm nas campinas,
toucarei teus cabelos de boninas,
nos troncos gravarei os teus louvores
Graças, Marília bela,
graças à minha estrela!
(Tomás Antônio Gonzaga)
TEXTO 2
UM SONETO PARA MARÍLIA
À maneira de Dirceu
Eis que um dia na mata se banhava
Enquanto o deus as costas lhe voltava.
Cupido... e estava nu, inteiramente,
Pois que deixara à margem da corrente
O arco terrível e a repleta aljava.
Só aguardava ocasião... E, de repente
As armas furta sorrateiramente,
Surgem então as fauces escarninhas
Dos silvanos e sátiros astutos.
Põem-se a vaiar o Amor, sem mais cautelas
Marília que, às ocultas, o espreitava
—Ah! Temíeis as frechas quando minhas!
(E o deus sorri) Vereis agora, ó brutos,
O que Marília há de fazer com elas!
(MARIO QUINTANA)
A respeito dos dois textos, observe os seguintes comentários:
I. Quanto ao gênero literário, o TEXTO 1 revela, encoberto na cena descritiva, um lirismo confessional, através do qual o eu poético expressa o seu amor, sua paixão.
II. O TEXTO 2 se constitui como paráfrase do TEXTO I, ao reproduzir as mesmas ideias deste.
III. O TEXTO 2 mostra um locutor mais distanciado dos sentimentos e do confessionalismo amoroso; quanto ao gênero literário, este texto traz uma tendência dominante do gênero narrativo.
IV. O TEXTO 2 contém insinuações humorísticas e sensuais que ‘desconstroem’ o clima lírico e confessional, presente na cena do TEXTO 1.
V. O TEXTO 2 centraliza seu foco de atenção à personagem Marília, numa tentativa de recuperar o confessionalismo amoroso escamoteado no TEXTO 1
VI. O TEXTO 2 desconstrói e dessacraliza a cena e o sentimento amoroso do TEXTO 1, constituindo-se como paródia deste.
Está CORRETO o que se afirmou
7AAC6E08-B0 Literatura
Escolas LiteráriasPUC-GO · 2010FácilEntre para guardar nos favoritosTEXTO 01CITONHO Doutor Noêmio, desculpe a indiscrição. Andaram me falando de uma coisa, mas eu não quis de maneira nenhuma acreditar. Me disseram que o senhor é de uma raça que só come folha.DR. NOÊMIO Pois pode acreditar. Sou vegetariano e tenho muito orgulho disto.CITONHO Mas a gente vê umas neste mundo! Não está vendo que tomate e chuchu não dão sustança a ninguém?! Agora: feijão, farinha e carne, sim, isso é que é comida. Olhe aqui eu. Estou com mais de oitenta anos, só não como carne na Sexta-feira da Paixão – e olhe lá... Resultado: uma saúde de ferro: estou tinindo.DR. NOÊMIO Isso é o que o senhor pensa. Seu corpo está envenenado, meu velho, com toxinas até na ponta dos cabelos. Até na sombra.[...]FREDERICO Eu só rezo pra defunto. Interessa? Liás, cabra safado não serve pra morrer, só serve pra apanhar. E apanhar entre os bicos dos peitos e o caroço do imbigo, que é pra não deixar marcas da surra. Ah!, nós três num deserto: eu, você e um cacete de quixaba! Porque quixaba é o chá melhor que existe no mundo pra pancada. Assim, pra ganhar tempo, a gente dá logo a pisa com quixaba, porque está dando o castigo e o remédio. Mas já gastei muita cera com você. [...](LINS, Osman. Lisbela e o prisioneiro. São Paulo: Planeta, 2003. p. 22 e 25.)Considerando a obra citada no texto 01, assinale a alternativa correta:
F5ABFC18-B0 Literatura
Gêneros LiteráriosUEL · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto II e responda a questão.
Texto II
O tempo fecha.Sou fiel aos acontecimentos biográficos.Mais do que fiel, oh, tão presa! Esses mosquitosque não largam! Minhas saudades ensurdecidaspor cigarras! O que faço aqui no campodeclamando aos metros versos longos e sentidos?Ah que estou sentida e portuguesa, e agora nãosou mais, veja, não sou mais severa e ríspida:agora sou profissional.(CESAR, Ana Cristina. A teus pés. 6. ed. São Paulo: Editora Brasiliense, s/d. p. 9.)Em relação à forma do poema, considere as afirmativas a seguir.
I. Segue os padrões formais da poesia pelo uso de rimas interpoladas e de versos com métrica uniforme.
II. Está em sintonia com os preceitos da poesia moderna por utilizar versos sem métrica uniforme.
III. Estabelece ligações entre poesia e prosa, rompendo as fronteiras entre os gêneros.
Assinale a alternativa correta.
B0EAB5BF-B0 Literatura
Gêneros LiteráriosUNEMAT · 2010Entre para guardar nos favoritosRelacione os excertos da primeira coluna aos títulos dos contos da segunda, do livro Sagarana, de Guimarães Rosa.Coluna I1. José Boi caiu de um barranco de vinte metros; ficou com a cabeleira enterrada no chão e quebrou o pescoço. Mas, meio minuto antes, estava completamente bêbado e também no apogeu da carreira: era o ‘espanta-praças’, porque tinha escaramuçado, uma vez, um cabo e dois soldados, que não puderam reagir, por serem apenas três. (p. 253)2. Que já houve um tempo em que eles conversavam, entre si e com os homens, é certo e indiscutivel, pois que bem comprovado nos livros das fadas carochas. (p. 283)3. Naquele tempo, eu morava no CalangoFrito e não acreditava em feiticeiros. (p. 221)4. Turíbio Todo, nascido à beira do Borrachudo, era seleiro de profissão, tinha pelos compridos nas narinas, e chorava sem fazer caretas; palavra por palavra: papudo, vagabundo, vingativo e mau. Mas no começo dessa história ele estava com a razão. (p. 139)5. Tapera de arraial. Ali, na beira do rio Pará, deixaram largado um povoado inteiro: casas, sobradinho, capela; três vendinhas, o chalé e o cemitério; e a rua, sozinha e comprida, que agora nem mais é uma estrada, de tanto que o mato a entupiu. (p. 117)Coluna II( ) São Marcos( ) Duelo( ) Conversa de bois( ) Sarapalha( ) Corpo fechadoAssinale a alternativa correta.
CF13DF7C-AF Literatura
Gênero LíricoUFU-MG · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosEm geral, a lírica é vista como o gênero que se caracteriza por expressar sentimentos e ideias íntimas de um sujeito poético. A poesia lírica seria, então, marcada sobretudo pela subjetividade, privilegiando o mundo interior em face ao mundo exterior.
Assinale a alternativa em que o fragmento do poema NÃO apresenta um eu-lírico correspondente ao que foi descrito acima.
6FC1BE8E-E8 Literatura
Gêneros LiteráriosUFAC · 2009MédioEntre para guardar nos favoritosObserve o parágrafo abaixo:“O ex-prefeito de Juiz de Fora Carlos Alberto Bejani é mesmo um fenômeno. Em pleno Brasil do ano de 2008, onde tão pouca gente chega a se meter em algum problema mais sério, de verdade, por cometer atos de delinqüência na vida pública, ele conseguiu ser preso duas vezes seguidas, entre abril e junho. Para começar, deixou-se pegar em flagrante, naquele tipo de cena que hoje em dia se tornou um clássico da nossa política: recebendo pacotes de dinheiro vivo, em valor um pouco acima de 1,1 milhão de reais, numa gravação com imagem e som. Ficou catorze dias na cadeia e foi solto, como acontece sempre: e, como acontece sempre, tudo deveria ir acabando por aí. Neste caso, porém, nem mesmo a incomparável proteção que as leis e a justiça brasileira oferecem a gente como o exprefeito foi suficiente para mantê-lo solto. O documento que ele apresentou para justificar a origem do dinheiro – a já tradicional venda de uma ‘fazenda’, variante da venda de bois, cavalos etc. – foi considerado falso. Diante de sua absoluta falta de cuidado com o que dizia enquanto era gravado, ficou claro que o dinheiro lhe fora entregue em troca da concessão de diversos aumentos no preço das passagens municipais de ônibus. Contra todas as expectativas, o homem teve de voltar ao presídio.” (GUZZO, J. R. Agravo x embargo. Veja, São Paulo, 25 jun. 2008. Seções, p. 140)A poesia de Carlos Drummond de Andrade se caracterizou desde o início por uma postura de deslocamento em relação ao mundo. No poema “José”, é inevitável a percepção de um esgotamento, de uma finitude de valores vivida ao extremo (E agora José?), porque nesse caso:BA605C6A-E5 Literatura
Gêneros LiteráriosUFCG · 2009Entre para guardar nos favoritosAssinale como C (correta) ou E (errada) as afirmações sobre o eu lírico do poema “Terra de Santa Cruz”, de Adélia Prado, e a personagem Romana da peça Eles não usam Black-tie, de Gianfrancesco Guarnieri.
I) Ambas as mulheres são corajosas, extremamente religiosas e, cada qual a seu modo, conscientes da fragilidade humana.
II) Elas estão inseridas em um ambiente permeado de conflitos sociais e psicológicos, em que a figura masculina ainda é quem dita as regras.
III) Romana, esposa de Otávio, é uma mulher batalhadora que enfrenta, com muita determinação, a difícil vida no morro.
IV) O eu lírico do poema foge do estereótipo da figura da avó, trazendo à tona desejos e anseios femininos que, muitas vezes, são reprimidos na sociedade.
E298CDF3-D9 Literatura
Gênero LíricoUniversidade Estadual do Pará · 2009FácilEntre para guardar nos favoritosCom base no texto abaixo, responda à questão.Amor sem limite (fragmento)Quando a gente ama alguém de verdadeEsse amor não se esqueceO tempo passa, tudo passa, mas no peitoO amor permaneceE qualquer minuto longe é demaisA saudade atormentaMas qualquer minuto perto é bom demaisO amor só aumenta.Vivo por elaNinguém duvidaPorque ela é tudoNa minha vida.(Roberto Carlos e Erasmo Carlos)Esta canção de Roberto e Erasmo Carlos situa a mulher num plano superior, de certa forma idealizada, e reserva ao eu-poético masculino a vassalagem amorosa. Desta forma, no cenário da poética medieval da literatura portuguesa, caracterizase a mulher nas cantigas de:
DFD5ACA6-54 Literatura
Classificação dos Gêneros LiteráriosENEM · 2009MédioEntre para guardar nos favoritosCárcere das almas
Ah! Toda a alma num cárcere anda presa,
Soluçando nas trevas, entre as grades
Do calabouço olhando imensidades,
Mares, estrelas, tardes, natureza.
Tudo se veste de uma igual grandeza
Quando a alma entre grilhões as liberdades
Sonha e, sonhando, as imortalidades
Rasga no etéreo o Espaço da Pureza.
Ó almas presas, mudas e fechadas
Nas prisões colossais e abandonadas,
Da Dor no calabouço, atroz, funéreo!
Nesses silêncios solitários, graves,
que chaveiro do Céu possui as chaves
para abrir-vos as portas do Mistério?!
CRUZ E SOUSA, J. Poesia completa. Florianópolis: Fundação Catarinense de Cultura / Fundação Banco do Brasil, 1993.
Os elementos formais e temáticos relacionados ao contexto cultural do Simbolismo encontrados no poema Cárcere das almas, de Cruz e Sousa, são