Questões do ENEM: com imagem

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Resultados

23.294 questões encontradas. Mostrando a página 21 de 1165.

  • 93BC36CB-23

    Matemática

    Análise de Tabelas e Gráficos
    FUVEST · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos

    Observe a imagem a seguir: 



    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2025



    Com base nos gráficos das funções apresentados na imagem, é correto afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão 93bc36cb-23
  • 93B98CEB-23

    Física

    Estática e Hidrostática
    FUVEST · 2025DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Uma definição possível de equilíbrio mecânico estável é a seguinte:

    “Se um corpo está em uma posição de equilíbrio mecânico e, ao sofrer pequenos deslocamentos em torno dessa posição, sua tendência for retornar à posição original de equilíbrio, dizemos que o equilíbrio é estável.”

    As imagens a seguir mostram uma colher em diferentes situações de equilíbrio mecânico em cima de uma xícara.



    Imagem da questão de Física, da prova de 2025




    Com base na definição apresentada e nos seus conhecimentos, quais imagens ilustram situações em que a colher está em equilíbrio estável em relação a pequenos deslocamentos nas direções indicadas pelas setas? 
    Escolha uma alternativa para a questão 93b98ceb-23
  • 93B6EC1F-23

    Física

    Cinemática
    FUVEST · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Física, da prova de 2025




    Park, E. et al. “Pour-over coffee: Mixing by a water jet impinging on a granular bed with avalanche dynamics”. Phys. Fluids 37, 043332 (2025). Adaptado.


    Um artigo recentemente publicado na revista Physics of Fluids investigou de que modo fatores como a altura e a velocidade da água despejada na preparação de café filtrado (parte (a) da figura) influenciam no sabor da bebida pronta.

    Um dos parâmetros importantes é a velocidade do jato de água ao atingir a lâmina de água que já está no filtro. Uma das conclusões do estudo é que velocidades acima de 2 m/s levam a uma melhor mistura do pó de café com a água.

    A parte (b) da figura esquematiza a situação descrita, em que H é a altura da lâmina de água e D a altura de despejo da água do bule, medidas que têm a base do filtro como referência.

    Assumindo que seja desprezível a velocidade do jato quando a água começa a ser despejada no bico do bule, para uma altura H = 8 cm, qual a altura mínima D de despejo para que a velocidade do jato, ao atingir a água, seja de, pelo menos, 2 m/s?
    Escolha uma alternativa para a questão 93b6ec1f-23
  • 93B43B6A-23

    Física

    Física Térmica - Termologia
    FUVEST · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Para muitas pessoas, um ovo perfeitamente cozido tem uma gema cremosa e uma clara firme. A gema atinge uma textura cremosa a 65 °C, mas a clara fica totalmente firme a 85 °C.

    Métodos comuns de cozimento frequentemente resultam em um ovo com clara e gema duras (1), um ovo com clara dura e gema cremosa (2) ou um ovo com clara e gema cremosas (3).

    Pesquisadores da Universidade de Nápoles, entretanto, perceberam que alternar o cozimento dos ovos em água a 100 °C e 30 °C a cada dois minutos, totalizando 32 minutos (4), faz com que as duas regiões do ovo (clara e gema) respondam de formas diferentes às temperaturas alternadas. Aplicando o método estudado (4), a temperatura da clara oscila antes de finalmente se estabilizar em torno de 85 °C, enquanto a temperatura da gema sobe lentamente até atingir 67 °C, quando chega à consistência desejada.

    A figura a seguir compara o ovo cozido para cada um dos métodos descritos.



    Imagem da questão de Física, da prova de 2025


    Di Lorenzo, E., Romano, F., Ciriaco, L. et al. “Periodic cooking of eggs”. Commun Eng 4, 5 (2025). Adaptado.


    Suponha que, em cada método de cozimento, cada parte do ovo (clara e gema) seja aquecida de uma temperatura inicial de 20 ºC até as respectivas temperaturas finais apresentadas na figura. A quantidade de calor total recebida Qn pelo conjunto gema + clara para o método de cozimento (n = 1, 2, 3, 4), em ordem crescente, é:
    Escolha uma alternativa para a questão 93b43b6a-23
  • 93B172DD-23

    Biologia

    Moléculas, células e tecidos
    FUVEST · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Biologia, da prova de 2025






        Think for a minute about the little bumps on your tongue. You probably saw a diagram of those taste bud arrangements once in a biology textbook — sweet sensors at the tip, salty on either side, sour behind them, bitter in the back.
        But the idea that specific tastes are confined to certain areas of the tongue is a myth that “persists in the collective consciousness, despite decades of research debunking it”, according to a review published this month in The New England Journal of Medicine. Also wrong: the notion that taste is limited to the mouth.
        The old diagram, which has been used in many textbooks over the years, originated in a study published by David Hanig, a German scientist, in 1901. But the scientist was not suggesting that various tastes are segregated on the tongue. He was actually measuring the sensitivity of different areas, said Paul Breslin, a researcher at Monell Chemical Senses Center in Philadelphia. “What he found was that you could detect things at a lower concentration in one part relative to another,” Dr. Breslin said. The tip of the tongue, for example, is dense with sweet sensors but contains the others as well.
        The map’s mistakes are easy to confirm. If you place a lemon wedge at the tip of your tongue, it will taste sour, and if you put a bit of honey toward the side, it will be sweet.
        The perception of taste is a remarkably complex process, starting from that first encounter with the tongue. Taste cells have a variety of sensors that signal the brain when they encounter nutrients or toxins. For some tastes, tiny pores in cell membranes let taste chemicals in.
        Such taste receptors aren’t limited to the tongue; they are also found in the gastrointestinal tract, liver, pancreas, fat cells, brain, muscle cells, thyroid and lungs. We don’t generally think of these organs as tasting anything, but they use the receptors to pick up the presence of various molecules and metabolize them, said Diego Bohórquez, a self-described gut-brain neuroscientist at Duke University. For example, when the gut notices sugar in food, it tells the brain to alert other organs to get ready for digestion.


    New York Times. May 29, 2024. Adaptado.
    Nós sentimos o sabor dos alimentos com o cérebro!

    Esta afirmação à primeira vista nos parece estranha. No entanto, assim como ocorre em todos os sentidos do sistema sensorial, no caso do paladar, a percepção consciente do sabor só acontece quando sinais específicos chegam ao cérebro. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a informação descrita neste processo.
    Escolha uma alternativa para a questão 93b172dd-23
  • 93AED519-23

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FUVEST · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2025






        Think for a minute about the little bumps on your tongue. You probably saw a diagram of those taste bud arrangements once in a biology textbook — sweet sensors at the tip, salty on either side, sour behind them, bitter in the back.
        But the idea that specific tastes are confined to certain areas of the tongue is a myth that “persists in the collective consciousness, despite decades of research debunking it”, according to a review published this month in The New England Journal of Medicine. Also wrong: the notion that taste is limited to the mouth.
        The old diagram, which has been used in many textbooks over the years, originated in a study published by David Hanig, a German scientist, in 1901. But the scientist was not suggesting that various tastes are segregated on the tongue. He was actually measuring the sensitivity of different areas, said Paul Breslin, a researcher at Monell Chemical Senses Center in Philadelphia. “What he found was that you could detect things at a lower concentration in one part relative to another,” Dr. Breslin said. The tip of the tongue, for example, is dense with sweet sensors but contains the others as well.
        The map’s mistakes are easy to confirm. If you place a lemon wedge at the tip of your tongue, it will taste sour, and if you put a bit of honey toward the side, it will be sweet.
        The perception of taste is a remarkably complex process, starting from that first encounter with the tongue. Taste cells have a variety of sensors that signal the brain when they encounter nutrients or toxins. For some tastes, tiny pores in cell membranes let taste chemicals in.
        Such taste receptors aren’t limited to the tongue; they are also found in the gastrointestinal tract, liver, pancreas, fat cells, brain, muscle cells, thyroid and lungs. We don’t generally think of these organs as tasting anything, but they use the receptors to pick up the presence of various molecules and metabolize them, said Diego Bohórquez, a self-described gut-brain neuroscientist at Duke University. For example, when the gut notices sugar in food, it tells the brain to alert other organs to get ready for digestion.


    New York Times. May 29, 2024. Adaptado.
    O texto informa que, de acordo com Paul Breslin, a interpretação do estudo de Hanig foi equivocada, porque
    Escolha uma alternativa para a questão 93aed519-23
  • 93AC2500-23

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FUVEST · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2025






        Think for a minute about the little bumps on your tongue. You probably saw a diagram of those taste bud arrangements once in a biology textbook — sweet sensors at the tip, salty on either side, sour behind them, bitter in the back.
        But the idea that specific tastes are confined to certain areas of the tongue is a myth that “persists in the collective consciousness, despite decades of research debunking it”, according to a review published this month in The New England Journal of Medicine. Also wrong: the notion that taste is limited to the mouth.
        The old diagram, which has been used in many textbooks over the years, originated in a study published by David Hanig, a German scientist, in 1901. But the scientist was not suggesting that various tastes are segregated on the tongue. He was actually measuring the sensitivity of different areas, said Paul Breslin, a researcher at Monell Chemical Senses Center in Philadelphia. “What he found was that you could detect things at a lower concentration in one part relative to another,” Dr. Breslin said. The tip of the tongue, for example, is dense with sweet sensors but contains the others as well.
        The map’s mistakes are easy to confirm. If you place a lemon wedge at the tip of your tongue, it will taste sour, and if you put a bit of honey toward the side, it will be sweet.
        The perception of taste is a remarkably complex process, starting from that first encounter with the tongue. Taste cells have a variety of sensors that signal the brain when they encounter nutrients or toxins. For some tastes, tiny pores in cell membranes let taste chemicals in.
        Such taste receptors aren’t limited to the tongue; they are also found in the gastrointestinal tract, liver, pancreas, fat cells, brain, muscle cells, thyroid and lungs. We don’t generally think of these organs as tasting anything, but they use the receptors to pick up the presence of various molecules and metabolize them, said Diego Bohórquez, a self-described gut-brain neuroscientist at Duke University. For example, when the gut notices sugar in food, it tells the brain to alert other organs to get ready for digestion.


    New York Times. May 29, 2024. Adaptado.
    Sobre os receptores gustativos e sua distribuição corporal, o texto sugere que
    Escolha uma alternativa para a questão 93ac2500-23
  • 93A914EB-23

    Química

    Técnicas de Laboratório
    FUVEST · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Química, da prova de 2025






       Researchers investigated the quantities of thousands of muscle proteins and found a possible new explanation for muscle memory. A study showed for the first time that muscles "remember" training at the protein level. It is often thought that the effects of exercise are short-lived, and a break from the gym can cause stress over muscle loss. However, the research has shown that this stress is partly unnecessary, as the effects of resistance training persist in muscles for up to two months and the gains are fast when training is started again. But what mechanisms and changes at the cellular and molecular levels explain muscle memory? In the study, ten weeks of resistance training was followed by a break of the same length and then followed by another ten weeks of resistance training. Using the proteomics method, it was possible to study the quantities of over 3,000 muscle proteins using advanced mass spectrometry equipment. The study found two types of change profiles in muscle proteins. Some proteins changed as a result of training, returned to their pre-training state during the break, and changed again during the new training period similarly to the first training period. These included proteins related to aerobic metabolism. Another group of proteins changed as a result of training and remained changed during the break and after the new training period. Among these proteins were several calcium-binding proteins, such as calpain-2, whose gene has recently been identified to retain a memory trace even after a training break. "At the level of the number of muscle nuclei and the memory traces of genes, that is, epigenetics, long-term responses that persist even after a break and possibly explain 'muscle memory' have previously been observed," says a researcher. "Now, for the first time, we have shown that muscles 'remember' previous resistance training at the protein level for at least two and a half months."




    Disponível em https://jyu.fi/en/news/. 14 April 2025. Adaptado.
    A espectrometria de massas, utilizada para a identificação das proteínas no estudo apresentado no texto, é uma técnica que permite determinar com precisão a massa molecular de moléculas carregadas. A determinação da massa exata da molécula é feita a partir do conhecimento da sua carga e da razão massa/carga (m/z), parâmetro que influencia no movimento das espécies, permitindo sua determinação. Caso a carga das moléculas seja unitária, a razão m/z é numericamente igual à massa da espécie a ser identificada. Caso a carga seja 2, a razão m/z detectada é metade da massa da molécula.

    A imagem a seguir representa, na forma de um gráfico, o resultado de uma análise por espectrometria de massas de uma amostra pura contendo apenas uma espécie intacta com fórmula molecular [C44H69NO12Ca]2+ e massa exata, considerando os isótopos mais abundantes, de 843,444 g/mol, detectada como m/z 421,722.



    Imagem da questão de Química, da prova de 2025




    A presença de outros sinais além do sinal de m/z 421,722, mesmo em uma amostra pura não contendo nenhuma outra espécie além do [C44H69NO12Ca]2+, deve-se
    Escolha uma alternativa para a questão 93a914eb-23
  • 93A65604-23

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FUVEST · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2025






       Researchers investigated the quantities of thousands of muscle proteins and found a possible new explanation for muscle memory. A study showed for the first time that muscles "remember" training at the protein level. It is often thought that the effects of exercise are short-lived, and a break from the gym can cause stress over muscle loss. However, the research has shown that this stress is partly unnecessary, as the effects of resistance training persist in muscles for up to two months and the gains are fast when training is started again. But what mechanisms and changes at the cellular and molecular levels explain muscle memory? In the study, ten weeks of resistance training was followed by a break of the same length and then followed by another ten weeks of resistance training. Using the proteomics method, it was possible to study the quantities of over 3,000 muscle proteins using advanced mass spectrometry equipment. The study found two types of change profiles in muscle proteins. Some proteins changed as a result of training, returned to their pre-training state during the break, and changed again during the new training period similarly to the first training period. These included proteins related to aerobic metabolism. Another group of proteins changed as a result of training and remained changed during the break and after the new training period. Among these proteins were several calcium-binding proteins, such as calpain-2, whose gene has recently been identified to retain a memory trace even after a training break. "At the level of the number of muscle nuclei and the memory traces of genes, that is, epigenetics, long-term responses that persist even after a break and possibly explain 'muscle memory' have previously been observed," says a researcher. "Now, for the first time, we have shown that muscles 'remember' previous resistance training at the protein level for at least two and a half months."




    Disponível em https://jyu.fi/en/news/. 14 April 2025. Adaptado.
    Segundo o texto, os experimentos demonstram que
    Escolha uma alternativa para a questão 93a65604-23
  • 938DA7FE-23

    Biologia

    Hereditariedade e diversidade da vida
    FUVEST · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em abril de 2025, uma empresa de biotecnologia anunciou que havia criado lobos com características de lobos-gigantes, ou dire-wolves, uma espécie extinta há milhares de anos. Para isso, a empresa obteve o genoma de lobos-gigantes e o comparou com o genoma de lobos modernos. Com base nesta comparação, foram feitas 20 modificações em 14 genes do genoma do lobo moderno, utilizando tecnologias de edição gênica. Em seguida, o núcleo de uma célula de lobo moderno contendo o DNA editado foi inserido em óvulos anucleados de cachorras. Por fim, os óvulos foram inseminados em cachorras, possibilitando a gestação. O resultado foi o nascimento de três filhotes, dois machos e uma fêmea, que possuem pelagem branca e espessa, além de um tamanho corporal maior, lembrando o fenótipo esperado de um lobo-gigante.


    Imagem da questão de Biologia, da prova de 2025



    Disponível em: https://colossal.com/.


    Se, no futuro, a empresa resolver acasalar estes filhotes, espera-se que a prole seja parecida com
    Escolha uma alternativa para a questão 938da7fe-23
  • 93809450-23

    Geografia

    Geografia Política
    FUVEST · 2025Entre para guardar nos favoritos
    Em 19 de setembro de 2023, o Azerbaijão lançou uma ofensiva contra a autoproclamada República de Nagorno-Karabakh (RAHK ou Artsakh), um território povoado por armênios sob bloqueio desde dezembro de 2022. Em 28 de setembro de 2023, a RAHK anunciou sua dissolução, que entrou em vigor a partir de 1º de janeiro de 2024, após mais de três décadas de existência não reconhecida. Em agosto de 2025, o governo norte americano propôs que a rota de transporte estratégica turco-azerbaijana seja controlada pelos EUA, por 99 anos. Essa proposta ainda está em curso, devido à oposição do Irã. 



    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2025




    Reconfiguração geopolítica do Cáucaso (2023). Atlas Géopolitique Mondial, 2025. Adaptado.


    Com base no texto, na legenda do mapa e em seus conhecimentos, assinale a alternativa que explica os motivos da ofensiva do Azerbaijão contra os armênios.
    Escolha uma alternativa para a questão 93809450-23
  • 93709661-23

    Literatura

    Escolas Literárias
    FUVEST · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2025






    Francisco Ruiz Gijón (1683-1720), Santíssimo Cristo da Expiação, popularmente conhecido como Cristo Cachorro. Escultura em madeira, 1682 (detalhe).


    A partir da comparação entre a escultura Cristo Cachorro, de Francisco Ruiz Gijón, e o livro O Cristo cigano, de Sophia de Mello Breyner Andresen, inspirado por ela, depreende-se:
    Escolha uma alternativa para a questão 93709661-23
  • 9358F97E-23

    Matemática

    Geometria Analítica
    FUVEST · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Engenheiros estavam mapeando um terreno para construção de um empreendimento com quatro prédios em formato cilíndrico distribuídos em torno de uma praça com o formato quadrado. Para a construção dos prédios, os engenheiros demarcaram os vértices da praça nos pontos A = (0,0),  B = (8,0), C e D, em sistema de coordenadas cartesianas onde cada unidade corresponde a um metro.

    Sabendo-se que a borda da seção circular de cada prédio tangencia cada lado do quadrado no seu ponto médio, qual deve ser a equação da circunferência do prédio que tem uma distância de 10 m do seu centro até o centro do quadrado e que passa pelo ponto de tangência P, conforme a figura?



    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2025


    Imagem sem escala
    Escolha uma alternativa para a questão 9358f97e-23
  • 93563C89-23

    Matemática

    Geometria Plana
    FUVEST · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para realizar o cálculo da diferença de altitude (altura) entre dois pontos A e B, localizados no terreno, um técnico utilizou uma Estação Total (ET), equipamento usado para medir a diferença entre níveis de pontos distintos. Ele posicionou o equipamento, que tem 1,6 m de altura, em um ponto M, equidistante na horizontal dos pontos A e B, a 40 m de cada um, nos quais estão os prismas de leitura (miras), conforme a figura a seguir:



    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2025




    Admitindo-se que o ângulo de inclinação descendente, αA, é 7° e o ângulo de inclinação ascendente, αB, é 5° e que a leitura no prisma, hB, no ponto B foi de 3,60 m, determine a diferença de altitude (altura), em metros, entre os pontos A e B.
    Escolha uma alternativa para a questão 93563c89-23
  • 9353ACE6-23

    Geografia

    Geografia Física
    FUVEST · 2025Entre para guardar nos favoritos
    Em regiões montanhosas e com clima tropical, é comum a ocorrência de movimentações de massa associados a volumes elevados de chuva. Pelos seus efeitos destrutivos, principalmente em áreas ocupadas de forma irregular, tornam-se foco de estudos de identificação, caracterização, monitoramento e prevenção. Observe a seguir um exemplo de sistema de monitoramento:




    Sistema de monitoramento de corrida de detritos  




    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2025






    Sobre o motivo da localização dos sensores, assinale a alternativa correta:  
    Escolha uma alternativa para a questão 9353ace6-23
  • 9350DA98-23

    Geografia

    Geografia Física
    FUVEST · 2025Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    As cores das águas dos rios são resultado de transformações físico-químicas, indicando fatores como os sólidos (material inorgânico) em suspensão (SIS) e o material orgânico dissolvido (MOD). A classificação científica das águas amazônicas mais utilizada é a de Harald Sioli (1950), que identificou três tipos: Brancas (alta concentração de SIS), Pretas (alta concentração de MOD) e Claras (baixas concentrações de SIS e MOD). Pesquisas mais recentes que analisam dados hidroquímicos têm indicado uma composição química mais variada nas águas amazônicas, dividindo os rios da região também em dois tipos intermediários: A (subtipo das águas claras) e B (subtipo que está entre as águas brancas e pretas).


    Principais rios da Região Hidrográfica Amazônica
      

    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2025



    A partir das informações do mapa e do texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 9350da98-23
  • 9340DE47-23

    Química

    Relações da Química com as Tecnologias, a Sociedade e o Meio Ambiente
    FUVEST · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Química, da prova de 2025






    Essa imagem, chamada de “A formatura da capivara”, foi gerada por Inteligência Artificial (IA). Em 2024 estimou-se que 30 milhões de imagens foram geradas diariamente no mundo utilizando modelos de IA a um gasto energético médio de 131 kJ por imagem. O uso intenso dessa tecnologia tem levado à reativação de usinas termoelétricas e à construção de novas usinas nucleares para suportar os servidores que realizam o processamento de IA. Considerando que toda a energia para gerar essas imagens fosse proveniente da combustão completa de carvão, a pegada de carbono diária medida em toneladas de CO2 formado, resultante da produção dessas imagens, seria de
    Escolha uma alternativa para a questão 9340de47-23
  • 933E4251-23

    Geografia

    Geografia Física
    FUVEST · 2025Entre para guardar nos favoritos
    A África Oriental utiliza recursos geotérmicos para gerar cerca de 630 MW por ano. O Quênia é o líder africano em usinas geotérmicas em operação, totalizando mais de 40% da produção total de eletricidade do país.



    Mapa do potencial geotérmico da África 




    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2025


    Assinale a alternativa correta sobre o processo geológico e sua consequência no terreno que explica a exploração de energia geotérmica no Quênia, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 933e4251-23
  • 933BA523-23

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FUVEST · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2025






    Our planet is home to subterranean lava deposits and smatterings of obsidian—black volcanic glass. Scalding groundwater bubbles to the surface in places. In such a landscape, you remember that the planet’s hard exterior is so thin that we call it a crust. Its superheated interior burns with an estimated forty-four trillion watts of power. Heat mined from underground is called geothermal and can be used to produce steam, spin a turbine, and generate electricity. Until recently, humans have tended to harvest small quantities in the rare places where it surfaces, such as hot springs. The biggest drawback is drilling miles through hot rock, safely. If scientists can do that, next-generation geothermal power could supply clean energy for eons. Right now, geothermal energy meets a puny portion of humanity’s electricity and heating needs. Fossil fuels power about eighty per cent of human activity, pumping out carbon dioxide and short-circuiting our climate to catastrophic effect. Converts argue that geothermal checks three key boxes: it is carbon-free, available everywhere, and effectively unlimited. It is also baseload, which means that, unlike solar panels or wind, it provides a steady flow of energy. “Over the last two years, I have watched this exponential spinup of activity in geothermal,” a drilling expert said. But there is a risk of moon shots: often, they miss. “There’s basically zero chance that you’re going to develop a moon-shot technology and have it be commercial in five years, on a large-scale”, said Mark Jacobson, an engineering professor. That’s how long humanity has to lower emissions before climatic devastation. “There’s a very decent chance you can do that with wind and solar,” he said. Perhaps, when resources and time are finite, trying and failing could be worse than not trying at all.

    New Yorker. March 2025. Adaptado.


    De acordo com o texto, atualmente a exploração do calor gerado nas regiões subterrâneas do planeta
    Escolha uma alternativa para a questão 933ba523-23
  • 9338E9A5-23

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FUVEST · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos

    Considere o texto a seguir:




    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2025



        Ice flows across Antarctica and continues to do so as it reaches the edge of the land mass and extends over the ocean. The huge floating tongues of ice often remain attached to the continent. Anything that remains grounded on the land is part of the Antarctic ice sheet; the floating part is an ice shelf. Floating ice shelves surround three-quarters of Antarctica’s coast and make up about 11% of its total area. One of the largest, the Ross Ice Shelf, is roughly the size of France. The George VI Ice Shelf is shown in the image, taken by NASA’s Landsat 8 in January 2020.

        It may seem intuitive that all the ice added to the ocean from melting ice shelves would raise global sea level, but that’s not the case. By Archimedes’s principle, ice shelves floating on the water have already displaced their own weight, so their disintegration or melting won’t change the water level. Ice shelves do, however, regulate the speed of glaciers on Antarctica’s land. Ice shelves act to hold glaciers back. Take  the shelf away, and the glaciers are free to speed up and flow into the ocean. Any ice and liquid water that the glaciers take with them will raise sea level. Of Earth’s fresh water, 70% is stored in Antarctica’s ice; that is the equivalent of about 58 meters of sea-level rise if all of it were to melt.


    Buzzard, S. “The surface hydrology of Antarctica’s floating ice”. Physics Today 75, 28-33 (2022). Adaptado.





    Segundo o texto, é correto afirmar:

    Escolha uma alternativa para a questão 9338e9a5-23