Questões do ENEM: nível muito fácil

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2.565 questões encontradas. Mostrando a página 4 de 129.

  • FD352752-74

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia o ensaio “Mercúrio” do neurologista inglês Oliver Sacks (1933-2015), cuja morte completou 10 anos em 30 de agosto deste ano.

    1  Noite passada sonhei com o mercúrio: glóbulos enormes, brilhantes, ora subindo, ora descendo. O mercúrio é o elemento número 80, e meu sonho é um lembrete de que na terça-feira farei oitenta anos. Elementos químicos e aniversários andam ligados para mim desde menino, quando aprendi sobre os números atômicos. Com onze anos eu podia dizer “sou sódio” (elemento 11), e agora, aos 79, sou ouro. Alguns anos atrás, quando dei um frasco de mercúrio de presente a um amigo pelo seu octogésimo aniversário — um recipiente especial que não vaza nem se quebra —, ele me olhou de um jeito esquisito, mas depois me enviou uma cartinha simpática, gracejando: “Tomo um pouco toda manhã, para a saúde”.
        Oitenta! É difícil de acreditar. Muitas vezes sinto que a vida está prestes a começar, e percebo que está quase no fim. Beirando os oitenta, com esparsos problemas de saúde e cirurgias, nenhum deles incapacitante, me sinto feliz por estar vivo — “Estou feliz por não estar morto!” é uma frase que às vezes irrompe lá dentro de mim quando o tempo está perfeito. Sou grato por ter vivenciado muitas coisas — algumas fascinantes, outras horríveis — e por ter sido capaz de escrever uma dúzia de livros, de receber incontáveis cartas de amigos, colegas e leitores e de desfrutar do que Nathaniel Hawthorne chamou de “um intercurso com o mundo”.
        Lamento ter perdido (e ainda perder) tanto tempo; lamento ser tão angustiantemente tímido aos oitenta quanto era aos vinte; lamento não falar outra língua além da materna e não ter viajado ou vivenciado outras culturas de modo tão produtivo quanto deveria. Sinto que precisaria tentar concluir minha vida, seja o que for “concluir uma vida”. Quanto a mim, não creio em (nem desejo) uma existência após a morte, exceto na memória dos amigos e na esperança de que alguns dos meus livros ainda possam “falar” às pessoas depois que eu morrer.
        Quando chegar a minha hora, espero que eu possa morrer na ativa, como o biólogo molecular Francis Crick. Quando lhe informaram que seu câncer de cólon tinha voltado, de início ele não disse nada; simplesmente olhou ao longe por um minuto, depois retomou o que vinha pensando. Ao lhe perguntarem sobre seu diagnóstico algumas semanas depois, ele respondeu: “Tudo o que tem um começo deve ter um fim”. Morreu aos 88 anos, ainda totalmente comprometido com seu trabalho mais criativo.
    5  Meu pai, que viveu até os 94 anos, costumava dizer que seus oitenta anos tinham sido uma das décadas mais agradáveis de sua vida. Ele sentiu, como começo a sentir, não um encolhimento, e sim uma expansão da vida mental e da perspectiva. Nesta altura já tivemos uma longa experiência de vida, não só da nossa, mas também da de outros. Já vimos triunfos e tragédias, altos e baixos, revoluções e guerras, grandes realizações e profundas ambiguidades também. Já assistimos notáveis teorias ascenderem e acabarem derrubadas por fatos teimosos. Somos mais conscientes da transitoriedade e, talvez, da beleza. Aos oitenta podemos relembrar um vasto panorama e ter um senso claro de história vivida impossível aos mais novos. Posso imaginar, sentir nos ossos, o que é um século, coisa que não podia fazer aos quarenta ou sessenta. Não penso na velhice como uma fase cada vez mais penosa que é preciso suportar e levar o melhor possível, mas como um período de liberdade e tempo descomprometido, sem as infundadas urgências de outrora, livre para explorar o que eu quiser e para amarrar os pensamentos e sentimentos de toda uma vida. Não vejo a hora de fazer oitenta anos.

    (Oliver Sacks. Gratidão, 2015. Adaptado.)
    Oliver Sacks recorre a um enunciado antitético no seguinte trecho do ensaio: 
    Escolha uma alternativa para a questão fd352752-74
  • FD330DFA-74

    Português

    Sintaxe
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia o soneto “Tortura”, da poeta portuguesa Florbela Espanca (1894-1930).

    Tirar dentro do peito a Emoção,
    A lúcida Verdade, o Sentimento!
    — E ser, depois de vir do coração,
    Um punhado de cinza esparso ao vento!...

    um verso de alto pensamento,
    E puro como um ritmo de oração!
    — E ser, depois de vir do coração,
    O pó, o nada, o sonho dum momento...

    São assim ocos, rudes, os meus versos:
    Rimas perdidas, vendavais dispersos,
    Com que eu iludo os outros, com que minto!

    Quem me dera encontrar o verso puro,
    O verso altivo e forte, estranho e duro,
    Que dissesse, a chorar, isto que sinto!!

    (Florbela Espanca. Sonetos, 2025.)
    Sujeito posposto é aquele que aparece após o verbo, alterando assim a ordem direta de uma oração. O verbo sublinhado tem um sujeito posposto no seguinte verso:
    Escolha uma alternativa para a questão fd330dfa-74
  • FD2DF761-74

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia o soneto “Tortura”, da poeta portuguesa Florbela Espanca (1894-1930).

    Tirar dentro do peito a Emoção,
    A lúcida Verdade, o Sentimento!
    — E ser, depois de vir do coração,
    Um punhado de cinza esparso ao vento!...

    um verso de alto pensamento,
    E puro como um ritmo de oração!
    — E ser, depois de vir do coração,
    O pó, o nada, o sonho dum momento...

    São assim ocos, rudes, os meus versos:
    Rimas perdidas, vendavais dispersos,
    Com que eu iludo os outros, com que minto!

    Quem me dera encontrar o verso puro,
    O verso altivo e forte, estranho e duro,
    Que dissesse, a chorar, isto que sinto!!

    (Florbela Espanca. Sonetos, 2025.)
    Depreende-se do soneto que o ideal estético do eu lírico norteia-se pelo seguinte critério:
    Escolha uma alternativa para a questão fd2df761-74
  • FD2B8D88-74

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia o soneto “Tortura”, da poeta portuguesa Florbela Espanca (1894-1930).

    Tirar dentro do peito a Emoção,
    A lúcida Verdade, o Sentimento!
    — E ser, depois de vir do coração,
    Um punhado de cinza esparso ao vento!...

    um verso de alto pensamento,
    E puro como um ritmo de oração!
    — E ser, depois de vir do coração,
    O pó, o nada, o sonho dum momento...

    São assim ocos, rudes, os meus versos:
    Rimas perdidas, vendavais dispersos,
    Com que eu iludo os outros, com que minto!

    Quem me dera encontrar o verso puro,
    O verso altivo e forte, estranho e duro,
    Que dissesse, a chorar, isto que sinto!!

    (Florbela Espanca. Sonetos, 2025.)
    O soneto de Florbela Espanca caracteriza-se, sobretudo, pelo seu teor
    Escolha uma alternativa para a questão fd2b8d88-74
  • F62FFFC5-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRGS · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: Para responder a questão, leia os excertos abaixo, retirados de A carta de achamento do Brasil, de Pero Vaz de Caminha, e de A terra dos mil povos, de Kaká Werá Jecupé.


    A carta de achamento do Brasil

    A feição deles é serem pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos. Andam nus, sem cobertura alguma. Nem fazem mais caso de encobrir ou deixar de encobrir suas vergonhas do que de mostrar a cara. Acerca disso são de grande inocência. Ambos traziam o beiço de baixo furado e metido nele um osso verdadeiro, de comprimento de uma mão travessa, e da grossura de um fuso de algodão, agudo na ponta como um furador. Metem-nos pela parte de dentro do beiço; e a parte que lhes fica entre o beiço e os dentes é feita a modo de roque de xadrez. E trazem-no ali encaixado de sorte que não os magoa, nem lhes põe estorvo no falar, nem no comer e beber.


    A terra dos mil povos

    O índio não se chamava nem se chama de índio. O nome “índio” veio dos ventos dos mares do século XVI, mas o espírito “índio” habitava o Brasil antes mesmo de o tempo existir e se estendeu pelas Américas para, mais tarde, exprimir muitos nomes, difusores da tradição do Sol, da Lua e do sonho. Então, o que é índio para o índio? Eu vou responder conforme me foi ensinado por meus avós, pelo Ayvu Rapyta, passado de boca a boca com a responsabilidade do fogo sobre a noite estrelada, e pelas cerimônias e pelos encontros por que tenho passado com os ancestrais na terra e no sonho. 
    Assinale a alternativa correta sobre os fragmentos acima, considerando, também, a leitura integral da obra A terra dos mil povos. 
    Escolha uma alternativa para a questão f62fffc5-6e
  • 3A0557D3-69

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Analise as manchetes publicadas pelo jornal de notícias BBC News Brasil.

    “Parece leite, mas não é”: como crise “empobreceu” a fórmula dos produtos lácteos do Brasil.
    (13.08.2022.)

    Azeite: por que fraudes são tão comuns — e como escolher o mais saudável. (18.09.2022.)

    A verdade sobre o “café fake”: por dentro do “parece, mas não é” que se espalha pelos supermercados.
    (10.02.2025.)

    As manchetes apresentam um processo comum nos últimos anos, em que o desenvolvimento técnico e científico ofereceu alternativas às indústrias, modificando a cadeia produtiva, da indústria ao produto final. No contexto do modelo capitalista de produção, as manchetes apontam para o interesse em
    Escolha uma alternativa para a questão 3a0557d3-69
  • 39D8D80C-69

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia um trecho da obra Ideias para adiar o fim do mundo, uma adaptação de duas palestras e uma entrevista realizadas com o autor Ailton Krenak.

            O fim do mundo talvez seja uma breve interrupção de um estado de prazer extasiante que a gente não quer perder. Parece que todos os artifícios que foram buscados pelos nossos ancestrais e por nós têm a ver com essa sensação. Quando se transfere isso para a mercadoria, para os objetos, para as coisas exteriores, se materializa no que a técnica desenvolveu, no aparato todo que se foi sobrepondo ao corpo da mãe Terra. Todas as histórias antigas chamam a Terra de Mãe, Pacha Mama, Gaia. Uma deusa perfeita e infindável, fluxo de graça, beleza e fartura. Veja-se a imagem grega da deusa da prosperidade, que tem uma cornucópia1 que fica o tempo todo jorrando riqueza sobre o mundo… Noutras tradições, na China e na Índia, nas Américas, em todas as culturas mais antigas, a referência é de uma provedora maternal. Não tem nada a ver com a imagem masculina ou do pai. Todas as vezes que a imagem do pai rompe nessa paisagem é sempre para depredar, detonar e dominar.

            O desconforto que a ciência moderna, as tecnologias, as movimentações que resultaram naquilo que chamamos de “revoluções de massa”, tudo isso não ficou localizado numa região, mas cindiu o planeta a ponto de, no século XX, termos situações como a Guerra Fria, em que você tinha, de um lado do muro, uma parte da humanidade, e a outra, do lado de lá, na maior tensão, pronta para puxar o gatilho para cima dos outros. Não tem fim do mundo mais iminente do que quando você tem um mundo do lado de lá do muro e um do lado de cá, ambos tentando adivinhar o que o outro está fazendo. Isso é um abismo, isso é uma queda. Então a pergunta a fazer seria: “Por que tanto medo assim de uma queda se a gente não fez nada nas outras eras senão cair?”.

            Já caímos em diferentes escalas e em diferentes lugares do mundo. Mas temos muito medo do que vai acontecer quando a gente cair. Sentimos insegurança, uma paranoia da queda porque as outras possibilidades que se abrem exigem implodir essa casa que herdamos, que confortavelmente carregamos em grande estilo, mas passamos o tempo inteiro morrendo de medo. Então, talvez o que a gente tenha de fazer é descobrir um paraquedas. Não eliminar a queda, mas inventar e fabricar milhares de paraquedas coloridos, divertidos, inclusive prazerosos. Já que aquilo de que realmente gostamos é gozar, viver no prazer aqui na Terra. Então, que a gente pare de despistar essa nossa vocação e, em vez de ficar inventando outras parábolas, que a gente se renda a essa principal e não se deixe iludir com o aparato da técnica.

    (Ideias para adiar o fim do mundo, 2020.) 1   cornucópia: vaso em forma de chifre, com frutas e flores que dele extravasam profusamente, antigo símbolo da fertilidade, riqueza, abundância.
    No primeiro parágrafo do texto, o autor estabelece uma contraposição simbólica entre o feminino e o masculino para
    Escolha uma alternativa para a questão 39d8d80c-69
  • 39D3A526-69

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia a tirinha de Fernando Gonsales, publicada pelo perfil @niquel.nausea no Instagram, em 23.05.2025.

    texto_1-2.jpg (307×384)
    A tirinha faz uma crítica, sobretudo,
    Escolha uma alternativa para a questão 39d3a526-69
  • 39CF21AA-69

    Português

    Figuras de Linguagem
    Ensino Einstein · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia a tirinha de Fernando Gonsales, publicada pelo perfil @niquel.nausea no Instagram, em 23.05.2025.

    texto_1-2.jpg (307×384)
    No comentário “Até as árvores ficam ansiosas com tanta propaganda”, foram empregadas duas figuras de linguagem, fundamentais para a construção do efeito de humor da tirinha. São elas:
    Escolha uma alternativa para a questão 39cf21aa-69
  • 14269991-69

    Português

    Denotação e Conotação
    Ensino Einstein · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de José Carlos Capinan (1941-) para responder à questão.

    o rebanho e o homem

    O rebanho trafega com tranquilidade o caminho:
    é sempre uma surpresa ao rebanho que ele chegue
    ao campo ou ao matadouro.
    Nenhuma raiva
    nenhuma esperança o rebanho leva,
    pouco importa que a flor sucumba aos cascos
    ou ainda que sobreviva.
    Nenhuma pergunta o rebanho não diz:
    até na sede ele é tranquilo
    até na guerra ele é mudo —
    o rebanho não pronuncia,
    usa a luz mas nunca explica a sua falta
    usa o alimento sem nunca se perguntar.
    Sobre o rebanho o sexo
    que ele nunca explicava
    e as fêmeas cobertas
    recebem a fecundidade sem admiração.
    A morte ele desconhece, e a sua vida,
    no rebanho não há companheiros
    há cada corpo em si sem lucidez alguma.
    O rebanho não vê a cara dos homens
    aceita o caminho e vai escorrendo
    num andar pesado sobre os campos.

    (Heloisa Buarque de Hollanda (org.). 26 poetas hoje: antologia, 2021.)
    No poema, caso entendida como uma metáfora, a palavra “rebanho” descreveria
    Escolha uma alternativa para a questão 14269991-69
  • 141C4FDF-69

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho do romance O cortiço, de Aluísio Azevedo (1857-1913), para responder à questão.

            Passaram-se semanas. Jerônimo tomava agora, todas as manhãs, uma xícara de café bem grosso, à moda da Ritinha, e tragava dois dedos de parati1 “pra cortar a friagem”.

            Uma transformação, lenta e profunda, operava-se nele, dia a dia, hora a hora, reviscerando-lhe o corpo e alando-lhe os sentidos, num trabalho misterioso e surdo de crisálida. A sua energia afrouxava lentamente: fazia-se contemplativo e amoroso. A vida americana e a natureza do Brasil patenteavam-lhe agora aspectos imprevistos e sedutores que o comoviam; esquecia-se dos seus primitivos sonhos de ambição; para idealizar felicidades novas, picantes e violentas; tornava- -se liberal, imprevidente e franco, mais amigo de gastar que de guardar; adquiria desejos, tomava gosto aos prazeres, e volvia-se preguiçoso resignando-se, vencido, às imposições do sol e do calor, muralha de fogo com que o espírito eternamente revoltado do último tamoio entrincheirou a pátria contra os conquistadores aventureiros. [...]

            E o curioso é que quanto mais ia ele caindo nos usos e costumes brasileiros, tanto mais os seus sentidos se apuravam, posto que em detrimento das suas forças físicas. Tinha agora o ouvido menos grosseiro para a música, compreendia até as intenções poéticas dos sertanejos, quando cantam à viola os seus amores infelizes; seus olhos, dantes só voltados para a esperança de tornar à terra, agora, como os olhos de um marujo, que se habituaram aos largos horizontes de céu e mar, já se não revoltavam com a turbulenta luz, selvagem e alegre, do Brasil, e abriam-se amplamente defronte dos maravilhosos despenhadeiros ilimitados e das cordilheiras sem fim, donde, de espaço a espaço, surge um monarca gigante, que o sol veste de ouro e ricas pedrarias refulgentes e as nuvens tocam de alvos turbantes de cambraia2 , num luxo oriental de arábicos príncipes voluptuosos.

    (O cortiço, 2011.)

    1parati: cachaça.
    2cambraia: tecido fino, branco, de algodão.
    Esse trecho do romance focaliza o personagem Jerônimo, um português que viera para o Brasil e que morava no “cortiço” a que se refere o título do livro.

    Na passagem selecionada, o narrador descreve
    Escolha uma alternativa para a questão 141c4fdf-69
  • 4B4E99B1-2D

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro Universitário Padre Albino - UNIFIPA · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.


    Admixture’s impact on Brazilian population evolution and health


        Brazil is a vast continental country home to the largest population in Latin America and boasts the world’s largest recently admixed population1 . The colonization process brought approximately 5 million Europeans to Brazil, alongside the forced migration of at least 5 million Africans and the decimation of Indigenous populations, which once included more than 10 million people speaking more than 1000 languages. This distinctive historical interplay shaped a complex mosaic of genetic diversity, underscoring the importance of detailed genomic studies. Nevertheless, similar to other populations in the Global South2 , the Brazilian population remains notably underrepresented in genomic research, where there is a lack of studies investigating the effects of this population’s admixture on its evolution, diversity, and health status.

        To address these gaps, a research group generated 2723 high-coverage whole-genome sequences of the Brazilian population, encompassing urban, rural, and riverine communities from all five geographical regions of Brazil. This dataset reflects a diverse group of ethnic backgrounds, including Afro-Brazilians and descendants of Indigenous people, and provides a comprehensive representation of Brazilian genomic diversity.


    (Kelly Nunes et al. www.science.org, 15.05.2025. Adaptado.)


    1admixed population: group of individuals formed through interbreeding of two or more previously isolated populations.

    2Global South: a group of countries mainly located in the Southern Hemisphere that are often characterized as developing, less developed or underdeveloped.
    According to the second paragraph, as a result of the study, the researchers managed to supply
    Escolha uma alternativa para a questão 4b4e99b1-2d
  • 4B2F6596-2D

    Português

    Análise sintática
    Centro Universitário Padre Albino - UNIFIPA · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia o soneto do poeta português Manuel Maria Barbosa du Bocage.


    Q68_73.png (281×332)

    (Manuel Maria Barbosa du Bocage. Poemas escolhidos, 1974.)


    1esmaltar: colorir.

    2sensabor: insípido, desinteressante.

    3númen: ser divino.
    Por razões estilísticas, o poeta recorre a várias inversões sintáticas. Está reescrito em ordem direta o seguinte verso do soneto:
    Escolha uma alternativa para a questão 4b2f6596-2d
  • 4328B888-2D

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    Centro Universitário Padre Albino - UNIFIPA · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Em determinada semana, na segunda-feira, considerando o total de usuários de uma estação de metrô, a razão entre o número dos que partiram da estação e o número dos que chegaram a essa mesma estação foi 11/14. Na terça-feira, chegaram a essa estação 700 pessoas a mais do que na segunda-feira, e o número dos que partiram dela manteve-se o mesmo, de modo que, nesse dia, a razão entre o número dos que partiram e o número dos que chegaram foi 11/15. Na segunda-feira, a soma do número de usuários que chegaram à estação com o número de usuários que partiram dela foi
    Escolha uma alternativa para a questão 4328b888-2d
  • 93C1A852-23

    Física

    Acústica
    FUVEST · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    O gráfico a seguir mostra o resultado do exame de audiometria tonal de um paciente. O eixo vertical refere-se ao nível de intensidade sonora α (medido em dB e aumentando de cima para baixo) necessário para que a pessoa possa ouvir o som emitido pelo audiômetro a uma dada frequência f (medida em Hz), representada no eixo horizontal.



    Imagem da questão de Física, da prova de 2025



    Quanto menor o valor de α(f), melhor é a resposta auditiva do paciente naquela frequência f. O uso de aparelhos auditivos pode ser uma forma de melhorar a resposta auditiva em determinadas frequências.
    Considerando os valores de α registrados em 8000 Hz e 500 Hz para esse paciente, qual a razão entre as intensidades das ondas sonoras emitidas pelo audiômetro nessas duas frequências?
    Escolha uma alternativa para a questão 93c1a852-23
  • 93A0FA0B-23

    Biologia

    Hereditariedade e diversidade da vida
    FUVEST · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Após a confirmação da primeira morte humana por gripe aviária nos Estados Unidos, surge a dúvida sobre a possibilidade de uma nova pandemia. Embora os vírus da gripe aviária ataquem principalmente aves, eles também podem infectar outros animais, incluindo humanos. Infecções humanas com vírus da gripe aviária são raras e, normalmente, não se transmitem de pessoa para pessoa.

    Os cientistas concordam que mudanças-chave na sequência genética do vírus seriam necessárias para iniciar uma pandemia. Cada vez que um vírus infecta uma célula e novas unidades virais são produzidas, erros podem ocorrer. Ocasionalmente, há uma mudança genética que ajuda o vírus a se tornar melhor em infectar células. Assim, essa versão do vírus pode superar outras, infectando novos hospedeiros ou novos tipos de hospedeiros.

    Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/. Adaptado.


    Com base no texto, as mutações no vírus da gripe aviária 
    Escolha uma alternativa para a questão 93a0fa0b-23
  • 937E0448-23

    Português

    Interpretação de Textos
    FUVEST · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    No Afeganistão, em vinte anos de guerra, morreram mais de 157 mil pessoas; no Iraque, de 2003 até hoje, dez anos depois de as tropas americanas se retirarem do país, foram mortas entre 308 e 600 mil; e no Paquistão, o aliado dos Estados Unidos na Guerra ao Terror, 70 mil.

    As violações de direitos humanos por militares americanos, como os abusos e a tortura de prisioneiros, muitas vezes inocentes, na prisão de Abu Ghraib, no Iraque, e na base de Guantánamo, em Cuba, geraram ainda mais ressentimento nas populações desses países.

    A Guerra ao Terror provocou mais radicalização religiosa, conflitos internos, forçou milhões de pessoas a abandonar suas casas e a fugir para outros países, aumentando ainda mais o preconceito em relação a muçulmanos e árabes. Dizem que o mundo nunca mais foi o mesmo depois do Onze de Setembro.

    Simone Duarte. O vento mudou de direção: o Onze de Setembro que o mundo não viu. São Paulo: Fósforo, 2021.


    O excerto traz informações sobre a atuação militar norte-americana na Ásia após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 e afirma que essas investidas militares
    Escolha uma alternativa para a questão 937e0448-23
  • 932D2163-23

    História

    História do Brasil
    FUVEST · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Na documentação jesuítica quinhentista, há constantes referências ao desejo dos índios de entregarem seus filhos para que fossem ensinados pelos padres. Talvez o ensino das crianças indígenas pudesse representar, também, uma possibilidade de estabelecer alianças entre grupos indígenas e padres, revelando outra dimensão da evangelização das crianças como ‘grande meio’ para se converter o gentio. É difícil determinar ao certo qual foi a imagem a respeito dos portugueses construída pelas várias tribos indígenas e, principalmente, dos religiosos da Companhia de Jesus, mas a construção de alianças, a partir das crianças (os índios dando seus filhos), pode ter constituído uma possibilidade frutífera de relacionamento para alguns grupos.

    Rafael Chambouleyron. “Jesuítas e as crianças no Brasil quinhentista”. In: Mary del Priore. História das crianças no Brasil. São Paulo: Contexto, 1999.


    Com base no excerto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 932d2163-23
  • 93226218-23

    Sociologia

    Estratificação e desigualdade social
    FUVEST · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Em março de 2025, postagens em redes sociais digitais discutiram uma tendência verificada entre crianças e adolescentes de utilizar o termo “CLT” como uma ofensa. Na matéria “'Crianças demonizam CLT': carteira assinada vira ofensa entre os jovens”, de Camila Corsini para o UOL, há vários depoimentos em que crianças associam o emprego com CLT a menores rendimentos, à pobreza e ao fracasso profissional, em oposição a ocupações autônomas ou por conta própria, que seriam caminhos para a riqueza. Veja os gráficos com as estimativas da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-C) do IBGE para a distribuição da ocupação por categoria e o rendimento médio mensal real habitual das pessoas para o trimestre compreendido entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025:



    Imagem da questão de Sociologia, da prova de 2025



    Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PNAD-C). Instituto de Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), maio de 2025. Adaptado.


    A partir dos dados apresentados no gráfico, é correto afirmar que as associações realizadas por crianças e adolescentes com diferentes formas ocupacionais são fundadas em uma visão de que
    Escolha uma alternativa para a questão 93226218-23
  • 930B4DE2-23

    Sociologia

    O processo de socialização
    FUVEST · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Em meados do século XIX, Nísia Floresta publicou no Brasil seu Opúsculo Humanitário, uma ardente defesa da educação como meio para eliminar os obstáculos que impediam as mulheres de contribuir, em condições de igualdade com os homens, com a sociedade brasileira. Para tanto, contrapõe o estado da educação das mulheres nas nações ditas civilizadas e cultas ao péssimo estado da educação, pública e privada, religiosa e laica no Brasil, assumindo que a educação é uma expressão do grau de civilização das nações e muito influente sobre sua moralidade. Meio século mais tarde, Émile Durkheim dedicou duas obras à educação escolar: Educação e Sociologia e A Educação Moral. Nelas, o sociólogo francês concebe a escola como um espaço de transmissão da civilização às novas gerações por meio da sua socialização nos sentimentos, ideias e valores da sociedade, além da promoção da solidariedade com as múltiplas sociedades das quais participamos e com a humanidade como um todo. Ao funcionar como uma forma de vinculação às normas sociais por meio de uma compreensão racional da moralidade que subjaz a esses sentimentos, ideias e valores, a escola seria também um espaço de produção de autonomia. Mas, para que assim seja, esses sentimentos, ideias e valores deveriam ser justificáveis exclusivamente pela razão, sem invocar princípios religiosos, que são exclusivistas. É correto afirmar que em seus escritos sobre educação, Durkheim e Floresta convergem ao 
    Escolha uma alternativa para a questão 930b4de2-23