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Questões do ENEM: nível médio

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Resultados

27.392 questões encontradas. Mostrando a página 803 de 1370.

  • 510384CE-DF

    Atualidades

    Migração, Refugiados e Demografia na Atualidade
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atente para as informações:


    Imagem da questão de Atualidades, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Migração, Refugiados e Demografia na Atualidade


    A Hungria começou a construir [em 13 de julho de 2015] um muro em sua fronteira com a Sérvia para deter o fluxo de migrantes sem precedentes. Cerca de 80 mil migrantes e refugiados chegaram à Hungria neste ano, quase 80% deles de países afetados pela guerra, como Síria, Iraque e Afeganistão. A maioria deles pede asilo, mas rapidamente vão para outros países mais ricos da União Europeia, como Alemanha e Suécia, antes que seus pedidos sejam resolvidos. [...] O muro terá 4 metros de altura e deve ser o primeiro a ser construído nas oito a dez áreas “mais expostas à pressão da imigração” ao longo da fronteira de 175 quilômetros entre Hungria e Sérvia.

    (Hungria começa a construir muro na fronteira com a Sérvia. Disponível em: http://www.valor.com.br/internacional/4131894/ hungria-comeca-construir-muro-na-fronteira-com-servia.)


    Se pensarmos em barreiras visíveis, a existência do Muro de Berlim é um acontecimento memorável. Foi construído em 1961 pela Alemanha Socialista (RDA) para impedir a fuga das pessoas insatisfeitas com o regime. [...] Esse muro não existe mais. Em 2015, porém, ainda vemos muitos outros [...] espalhados pelo mundo e tão ameaçadores quanto o próprio Muro de Berlim. [...] O muro localizado na fronteira dos Estados Unidos com o México tornou-se símbolo da política anti-imigração norte americana. Em 2002, Israel também começou a construir um muro de 760 quilômetros para se separar dos territórios da Cisjordânia.

    (MANSANI, Tainá e PAIM, Augusto. Pela queda dos muros. In____Revista da Livraria Cultura, nº 97, agosto de 2015, p. 44-46.)


    Da leitura das informações contidas nos fragmentos e analisando o contexto por eles retratados, infere-se que a construção dos muros, seja pela Alemanha, Hungria, EUA ou Israel:

    Escolha uma alternativa para a questão 510384ce-df
  • 50FC8682-DF

    História

    História do Brasil
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia as informações para responder a questão:


    Imagem da questão de História, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, História do Brasil

    (SOUSA, Maurício de. A Independência da Turma, 2001. In____História em Quadrões com a Turma da Mônica. SP: Globo, 2010, p. 50.)


    Quando se fala em Independência do Brasil, quase todo mundo se lembra do painel Independência ou Morte, que retrata a cena de 7 de setembro de 1822, às margens do ribeirão do Ipiranga, em São Paulo. Esta obra foi pintada por Pedro Américo de Figueiredo e Melo, em Florença, na Itália, entre 1886 e 1888 [...]. Esta paródia de seu quadro mais famoso mostra um raro momento em que o Cebolinha toma o coelhinho Sansão da Mônica.

    (SOUSA, Maurício. Ob cit. p. 50.)



    A respeito da paródia feita por Maurício de Sousa do famoso quadro Independência ou Morte, de Pedro Américo, julgue os itens:


    I. A paródia é uma crítica às tentativas, ao longo da história do Brasil, de se criarem heróis nacionais, mascarando as verdadeiras realidades ocultas por trás das versões oficiais dos fatos.

    II. A obra de Maurício de Sousa é um desrespeito à história do Brasil, uma vez que o quadro original mostra a verdadeira história da independência, que, como nele demonstrado, não excluiu nenhum grupo social de sua realização.

    III. Por ter acesso às novas gerações de leitores, a obra de Maurício de Sousa pode ser entendida como uma tentativa de preservar a memória iconográfica brasileira, garantindo que estas gerações tenham acesso a obras clássicas, adaptadas à sua realidade cultural.



    Está (ão) correto (s):

    Escolha uma alternativa para a questão 50fc8682-df
  • 50F30AAB-DF

    Conhecimentos Gerais

    Segurança Pública
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o fragmento para responder à questão:


    No início do período republicano no Brasil a criança respondia por crime a partir dos 9 anos de idade, mas até os 14 era julgada conforme sua capacidade de discernimento, que era avaliada por um juiz. Entre os 14 e 21 anos, a pena era mais branda do que as definidas para os adultos. Em 1921, a imputabilidade (a possibilidade de ser responsabilizado por um ato) passou a ser possível a partir dos 14 anos, e a capacidade de discernimento deixou de ser fator considerado. Até os 18 anos, o menor infrator era submetido a um processo e a medidas punitivas diferenciadas. Foi só em 1990, com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que a ênfase mudou. O ECA, que completou 25 anos em 2015, estabelece os direitos dos jovens até 18 anos no Brasil. O jovem brasileiro continua tendo responsabilidade penal a partir dos 12 anos – ou seja, ele é responsabilizado e punido por seus atos a partir desta idade, mas julgado sob parâmetros da justiça juvenil.

    (Jovens infratores na mira da polêmica. In___Revista Guia do Estudante – Atualidades, 2º semestre de 2015. SP: Abril, 2015, p. 147-148.)


    De acordo com as informações, e tomando por base as atuais discussões sobre a redução da maioridade penal, assinale a alternativa correta:

    Escolha uma alternativa para a questão 50f30aab-df
  • 50ECD526-DF

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em um grupo de 2000 pessoas, 40% são homens e 60% são mulheres. Dos homens, 30% são solteiros e 70% são casados. Das mulheres, 40% são solteiras e 60% são casadas. Dos homens casados, apenas 30% possuem filhos e das mulheres casadas, apenas 60% possuem filhos. Sabendo-se que as pessoas desse grupo não são casadas umas com as outras e não possuem filhos em comum, pode-se afirmar que, nesse grupo, a quantidade de homens que são casados e possuem filhos somada à quantidade de mulheres que também são casadas e possuem filhos é igual a:
    Escolha uma alternativa para a questão 50ecd526-df
  • 50E310DC-DF

    Matemática

    Geometria Plana
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    No plano cartesiano, considerando a unidade de medida como sendo 1 centímetro, a área da região determinada por

    Imagem da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Geometria Plana

    é igual a:
    Escolha uma alternativa para a questão 50e310dc-df
  • 50DFB078-DF

    Matemática

    Geometria Plana
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Na pizzaria “Bela Itália”, todas as pizzas possuem o mesmo tamanho (20 cm de raio) e são vendidas a preço único de R$ 60,00. O proprietário da pizzaria, com o objetivo de aumentar seu lucro, diminuiu o raio das pizzas em 1 cm, mantendo o preço inalterado. Sabendo-se que o custo médio de produção de cada pizza é de 2 centavos/cm², e adotando-se π = 3, pode-se afirmar que essa alteração elevou o lucro de cada unidade vendida em:
    Escolha uma alternativa para a questão 50dfb078-df
  • 50D9CAF3-DF

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    A herança de R$ 400.000,00 deixada por um matemático deve ser dividida entre João, José, Maria e Beatriz (netos e únicos herdeiros) da seguinte maneira: a quantia inicial deve ser repartida na proporção de 5:3 entre as mulheres e os homens, respectivamente. Em seguida, os valores devem ser divididos na proporção de 6:4 entre Maria e Beatriz, e na proporção de 7:3 entre João e José, sempre respectivamente. Nessas condições, qual será o valor recebido por Beatriz, após a divisão da herança?
    Escolha uma alternativa para a questão 50d9caf3-df
  • 50B59D01-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão:


         É uma das recordações mais desagradáveis que me fi caram: sujeito magro, de olho duro, aspecto tenebroso. Não me lembro de o ter visto sorrir. A voz áspera, modos sacudidos, ranzinza, impertinente, Fernando era assim. E junto a isso qualquer coisa de frio, úmido, viscoso, que me dava a absurda impressão de uma lesma vertebrada e muito rápida. [...]
         Essas noções me chegavam lentas e incompletas. Novo ainda, eu não entendia certas coisas. Entretanto, aquele indivíduo me causava arrepios. Sempre foi demasiado grosseiro comigo, e isto me levou a aceitar sem exame os boatos que circulavam a respeito dele. Acostumei-me a julgálo um bicho perigoso. E lendo no dicionário encarnado, onde existiam bandeiras de todos os países e retratos de personagens vultosas, que Nero tinha sido o maior dos monstros, duvidei. Maior que Fernando? A afirmação do livro me embaraçava. Como seria possível medir por dentro as pessoas? E senti pena de Nero, que nunca me havia feito mal. Fernando me atormentava e era péssimo. Talvez não fosse o pior monstro da Terra, mas era safadíssimo. O rosto de caneco amassado, a fala dura e impertinente, os resmungos, o olho oblíquo e cheio de fel, um jeito impudente e desgostoso, um ronco asmático findo em sopro, tudo me dava a certeza de que Fernando encerrava muito veneno. Se aquele sopro, rumor de caldeira, se transformava em palavras, saíam dali brutalidades. O sujeito se tornou para mim um símbolo — e pendurei nele todas as misérias.
    (RAMOS, Graciliano. Infância. Rio de Janeiro: Mediafashion, 2008. pp. 185-6.)
    Em “lendo no dicionário encarnado”, o narrador se refere a um:
    Escolha uma alternativa para a questão 50b59d01-df
  • 50A7319A-DF

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.


    Imagem da questão de Português, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.

    No trecho “Em 2009, aprenda um um novo idioma. Português, por exemplo”, há predomínio da função:
    Escolha uma alternativa para a questão 50a7319a-df
  • 5093B946-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Da arte de citar
    SÍRIO POSSENTI


         No texto, chamado ‘Com o sentido que você quiser’, publicado na Folha de S. Paulo de 25/04/2012, Ruy Castro estranha o emprego de ‘dérbi’ para designar embates como Guarani X Ponte Preta e cita uma série de dicionários que não anotam a acepção relativa a confrontos futebolísticos.
         Cita o Aurélio, que informa que dérbi é a “mais importante e tradicional carreira inglesa, disputada em Epsom pela primeira vez no século 18, e que veio a dar o nome ao primeiro clube de corrida de cavalos do Brasil, no RJ, depois incorporado ao Jóquei Clube”. Não há referências ao futebol, o que o deixou tranquilo.
         Para mostrar que aqueles jornalistas estão mesmo errados, consultou também o Webster’s Dictionary, cujas informações traduz: “1. Corrida de cavalos em Epsom, Inglaterra, patrocinada pelo 12º conde de Derby em 1780, daí o nome. Por extensão, corrida de cachorros (sic). 2. Chapéu-coco. 3. Um certo tipo de sapato com fivela para homens”. Ruy não lamenta os sentidos 2 e 3, nem explica suas razões.
         O final da coluna dele é irônico: “Ora, que besteira. Por que não fui logo ao Google ou à Wikipédia? Neles tem ‘dérbi’ à vontade, e com o sentido que você quiser” (anote-se a ocorrência de ‘tem’, embora a questão seja outra).
         O brilhante Ruy Castro erra pelo menos três vezes (imaginem os outros!): a) não se chateia com o fato de ‘dérbi’ signifi car chapéu-coco ou um tipo de sapato, mas acha estapafúrdio que designe uma partida de futebol; b) diz que se pode atribuir à palavra o sentido que se quiser; c) não consultou outros dicionários (ou não contou ao leitor o que eles dizem).
         Começo pelo final, que cobre as outras questões. Consultar outras fontes pode ser revelador. Vamos lá.
         O Houaiss informa que dérbi é um “jogo, partida ou competição esportiva de grande destaque (como o Derby de Epsom, na Inglaterra)”. Como se vê, ele não o restringe ao turfe; só menciona o evento ‘original’ entre parênteses.
         O Petit Larousse (traduzo) diz que é um “encontro esportivo entre equipes vizinhas” (como Ponte e Guarani, portanto). Segundo o Petit Robert, é um “encontro de futebol entre duas cidades vizinhas”.
         O McMillan anota: “um jogo entre dois times da mesma cidade” (nada de cavalos, como se vê) e o YOURDictionary repete a mesma informação (ou será o contrário?).
         Finalmente, o Diccionario de La Lengua Española (da Real Academia) informa que dérby é um “encontro, geralmente futebolístico, entre duas equipes cujos torcedores mantêm permanente rivalidade”. De novo, nada de cavalos. E prioriza claramente o futebol!
         Gostaria muito de conseguir entender outras coisas (que dérbi não significa só corridas de cavalos está mais do que claro; já entendi). Uma: por que será que dérbi significa chapéu-coco e um tipo de sapato com fivela para homens? Meu faro diz que eram peças usadas para ir aos dérbis.
        Pergunta: por que Ruy Castro teve a má sorte de só conhecer dicionários que, casualmente, não citam o sentido relativo a encontros futebolísticos?
         Outra pergunta: por que Ruy Castro estranha os sentidos analógicos (no caso, a extensão de uma disputa turfística para uma futebolística), que são uma das principais características das línguas humanas? Será que ele pensa, por exemplo, que uma pessoa doce vem coberta de açúcar?
        Finalmente, queria entender como Ruy Castro consegue não entender que, se todo mundo emprega ‘dérbi’ para falar de certos jogos de futebol e os dicionários que ele consultou não registram o fato, o problema deve ser dos dicionários.
    (Ciência Hoje, 24/04/2015. Disponível em http://cienciahoje.uol.com.br/ colunas/palavreado/da-arte-de-citar, acesso em 02/09/2015. Adaptado.)
    Para defender seu ponto de vista, e derrubar o de Ruy Castro, Possenti tem por estratégia argumentativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 5093b946-df
  • 508C7105-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Da arte de citar
    SÍRIO POSSENTI


         No texto, chamado ‘Com o sentido que você quiser’, publicado na Folha de S. Paulo de 25/04/2012, Ruy Castro estranha o emprego de ‘dérbi’ para designar embates como Guarani X Ponte Preta e cita uma série de dicionários que não anotam a acepção relativa a confrontos futebolísticos.
         Cita o Aurélio, que informa que dérbi é a “mais importante e tradicional carreira inglesa, disputada em Epsom pela primeira vez no século 18, e que veio a dar o nome ao primeiro clube de corrida de cavalos do Brasil, no RJ, depois incorporado ao Jóquei Clube”. Não há referências ao futebol, o que o deixou tranquilo.
         Para mostrar que aqueles jornalistas estão mesmo errados, consultou também o Webster’s Dictionary, cujas informações traduz: “1. Corrida de cavalos em Epsom, Inglaterra, patrocinada pelo 12º conde de Derby em 1780, daí o nome. Por extensão, corrida de cachorros (sic). 2. Chapéu-coco. 3. Um certo tipo de sapato com fivela para homens”. Ruy não lamenta os sentidos 2 e 3, nem explica suas razões.
         O final da coluna dele é irônico: “Ora, que besteira. Por que não fui logo ao Google ou à Wikipédia? Neles tem ‘dérbi’ à vontade, e com o sentido que você quiser” (anote-se a ocorrência de ‘tem’, embora a questão seja outra).
         O brilhante Ruy Castro erra pelo menos três vezes (imaginem os outros!): a) não se chateia com o fato de ‘dérbi’ signifi car chapéu-coco ou um tipo de sapato, mas acha estapafúrdio que designe uma partida de futebol; b) diz que se pode atribuir à palavra o sentido que se quiser; c) não consultou outros dicionários (ou não contou ao leitor o que eles dizem).
         Começo pelo final, que cobre as outras questões. Consultar outras fontes pode ser revelador. Vamos lá.
         O Houaiss informa que dérbi é um “jogo, partida ou competição esportiva de grande destaque (como o Derby de Epsom, na Inglaterra)”. Como se vê, ele não o restringe ao turfe; só menciona o evento ‘original’ entre parênteses.
         O Petit Larousse (traduzo) diz que é um “encontro esportivo entre equipes vizinhas” (como Ponte e Guarani, portanto). Segundo o Petit Robert, é um “encontro de futebol entre duas cidades vizinhas”.
         O McMillan anota: “um jogo entre dois times da mesma cidade” (nada de cavalos, como se vê) e o YOURDictionary repete a mesma informação (ou será o contrário?).
         Finalmente, o Diccionario de La Lengua Española (da Real Academia) informa que dérby é um “encontro, geralmente futebolístico, entre duas equipes cujos torcedores mantêm permanente rivalidade”. De novo, nada de cavalos. E prioriza claramente o futebol!
         Gostaria muito de conseguir entender outras coisas (que dérbi não significa só corridas de cavalos está mais do que claro; já entendi). Uma: por que será que dérbi significa chapéu-coco e um tipo de sapato com fivela para homens? Meu faro diz que eram peças usadas para ir aos dérbis.
        Pergunta: por que Ruy Castro teve a má sorte de só conhecer dicionários que, casualmente, não citam o sentido relativo a encontros futebolísticos?
         Outra pergunta: por que Ruy Castro estranha os sentidos analógicos (no caso, a extensão de uma disputa turfística para uma futebolística), que são uma das principais características das línguas humanas? Será que ele pensa, por exemplo, que uma pessoa doce vem coberta de açúcar?
        Finalmente, queria entender como Ruy Castro consegue não entender que, se todo mundo emprega ‘dérbi’ para falar de certos jogos de futebol e os dicionários que ele consultou não registram o fato, o problema deve ser dos dicionários.
    (Ciência Hoje, 24/04/2015. Disponível em http://cienciahoje.uol.com.br/ colunas/palavreado/da-arte-de-citar, acesso em 02/09/2015. Adaptado.)
    Em relação à opinião de Ruy Castro, Sírio Possenti:
    Escolha uma alternativa para a questão 508c7105-df
  • 77DE3EF6-DE

    Física

    Cinemática
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão.


    Segurança nas Pistas Automáticas


    Para evitar acidentes e colisões nas praças de pedágio, os usuários das pistas automáticas devem estar atentos a algumas regras de segurança:

    - Respeite o limite de velocidade máxima de 40 km/h ao passar pelo pedágio.

    - Mantenha distância de pelo menos 30 metros do veículo que está a sua frente.

    - Na entrada e passagem pela pista automática, mantenha velocidade constante e dentro dos limites definidos.

    - Fique atento em relação a veículos pesados ou em alta velocidade na passagem pela pista automática, esses veículos podem ter capacidade de frenagem inferior à do seu veículo.

    - Caso a cancela não abra, aguarde as orientações de um funcionário da concessionária e mantenha o pisca alerta do seu veículo ligado até o atendimento.

    (Adaptado de http://www.artesp.sp.gov.br/ rodovias-uso-correto-seguro-pistas-automaticas.html)
    A velocidade máxima dos veículos pesados numa rodovia é sempre inferior a dos veículos leves, como indicado pela imagem ao lado. O fato de possuírem maior massa deixa-os com uma “capacidade de frenagem inferior” à dos veículos leves, como consta no texto da Artesp – Agência Reguladora dos Transportes de São Paulo. Considerando as velocidades máximas indicadas na placa, qual deve ser, aproximadamente, o máximo valor da desaceleração, em módulo, dos veículos pesados, para que parem na mesma distância percorrida pelos leves?


    (dado: máxima desaceleração dos veículos leves tem módulo de 5m/s2)

    Imagem da questão de Física, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Cinemática

    (Adaptado de http://www.denatran.gov.br/ download/resolucoes/resolucao_contran_340_10.pdf)
    Escolha uma alternativa para a questão 77de3ef6-de
  • 77DAA394-DE

    Física

    Colisão
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão.


    Segurança nas Pistas Automáticas


    Para evitar acidentes e colisões nas praças de pedágio, os usuários das pistas automáticas devem estar atentos a algumas regras de segurança:

    - Respeite o limite de velocidade máxima de 40 km/h ao passar pelo pedágio.

    - Mantenha distância de pelo menos 30 metros do veículo que está a sua frente.

    - Na entrada e passagem pela pista automática, mantenha velocidade constante e dentro dos limites definidos.

    - Fique atento em relação a veículos pesados ou em alta velocidade na passagem pela pista automática, esses veículos podem ter capacidade de frenagem inferior à do seu veículo.

    - Caso a cancela não abra, aguarde as orientações de um funcionário da concessionária e mantenha o pisca alerta do seu veículo ligado até o atendimento.

    (Adaptado de http://www.artesp.sp.gov.br/ rodovias-uso-correto-seguro-pistas-automaticas.html)
    É possível que a cancela do pedágio não se levante para um veículo e o motorista precise pará-lo. Numa situação assim, a luz vermelha se acende, indicando que a cancela não abrirá e que o motorista deve iniciar a frenagem logo em seguida. Supondo que o tempo de reação do condutor seja de 0,5s e considerando as normas de segurança, além da máxima desaceleração de módulo 5m/s2, qual seria a mínima distância, em m, entre a cancela e o sensor do pedágio para que não haja colisão entre o veículo e a cancela?
    Escolha uma alternativa para a questão 77daa394-de
  • 77D5A273-DE

    Física

    Cinemática
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    Texto para a questão.


    Segurança nas Pistas Automáticas


    Para evitar acidentes e colisões nas praças de pedágio, os usuários das pistas automáticas devem estar atentos a algumas regras de segurança:

    - Respeite o limite de velocidade máxima de 40 km/h ao passar pelo pedágio.

    - Mantenha distância de pelo menos 30 metros do veículo que está a sua frente.

    - Na entrada e passagem pela pista automática, mantenha velocidade constante e dentro dos limites definidos.

    - Fique atento em relação a veículos pesados ou em alta velocidade na passagem pela pista automática, esses veículos podem ter capacidade de frenagem inferior à do seu veículo.

    - Caso a cancela não abra, aguarde as orientações de um funcionário da concessionária e mantenha o pisca alerta do seu veículo ligado até o atendimento.

    (Adaptado de http://www.artesp.sp.gov.br/ rodovias-uso-correto-seguro-pistas-automaticas.html)
    O chamado “pedágio eletrônico” tem como principal finalidade reduzir o tempo gasto pelos motoristas para passarem por uma praça de pedágio. O dispositivo eletrônico – tag – instalado no para brisas troca um sinal com a cabine de pedágio para que a cancela seja levantada, evitando a parada do veículo e filas para pagamento. Se a rodovia por onde o veículo trafega tiver velocidade máxima de 110 km/h (aproximadamente 30 m/s), qual a mínima distância, em m, onde se deve colocar uma placa indicando a redução de velocidade, supondo que a máxima desaceleração a que o veículo pode ser submetido tem módulo de 5m/s2?


    Considere 40 km/h aproximadamente igual a 10 m/s.
    Escolha uma alternativa para a questão 77d5a273-de
  • 77D26476-DE

    Física

    Eletricidade
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
     Leia o texto abaixo, publicado na Agência Nacional de Energia Elétrica, sobre o sistema de bandeiras tarifárias, em vigor desde janeiro de 2015:


    O que são bandeiras tarifárias?

        É o sistema que sinaliza aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. O funcionamento é simples: as cores das bandeiras (verde, amarela ou vermelha) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração de eletricidade. Com as bandeiras, a conta de luz fica mais transparente e o consumidor tem a melhor informação para usar a energia elétrica de forma mais consciente.


    As três bandeiras – as mesmas cores dos semáforos - indicam o seguinte:

    • Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;

    • Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,025 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos;

    • Bandeira vermelha: condições mais custosas de geração. A tarifa sobre x acréscimo de R$ 0,055 para cada quilowatt-hora kWh consumidos.
    (Adaptado de http://www.aneel.gov.br/area.cfm?idArea=758)


    Com as altas temperaturas do verão brasileiro, o uso de aparelhos de ar condicionado aumentou excessivamente nesse último ano. Um aparelho para refrigerar uma sala de estar consome 2000W e representou o valor de R$ 109,20 na conta de uma residência em 30 dias do mês de março desse ano, em que foi adotada a bandeira vermelha. Se a bandeira não fosse adotada, qual seria, em reais, a economia na conta de luz, considerando-se uma tarifa média de R$ 0,40/kWh? 
    Escolha uma alternativa para a questão 77d26476-de
  • 77BC640C-DE

    Química

    Propriedades Físicas dos Compostos Orgânicos: Polaridade das Ligações e Moléculas, Forças Intermoleculares, Ponto de Fusão e Ponto de Ebulição, Solubilização das Substâncias Orgânicas.
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Os chamados “xampus 2 em 1” prometem conferir aos cabelos limpeza e hidratação simultaneamente. O detalhe é que este tipo de cosmético não pode ser produzido pela simples mistura de um xampu com um condicionador. Se assim fosse feito, o produto não conseguiria retirar a sujeira do cabelo. As figuras abaixo mostram as estruturas de um surfactante aniônico, utilizado na produção de xampus, e de um surfactante catiônico, utilizado na produção de condicionadores.

    Imagem da questão de Química, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Propriedades Físicas dos Compostos Orgânicos: Polaridade das Ligações e Moléculas, Forças Intermoleculares, Ponto de Fusão e Ponto de Ebulição, Solubilização das Substâncias Orgânicas.


    A mistura de produtos utilizados na fabricação de xampus e condicionadores é ineficiente para a produção do “xampu 2 em 1” devido:
    Escolha uma alternativa para a questão 77bc640c-de
  • 77B86F31-DE

    Química

    Isomeria: Isomeria Espacial: Isomeria Geométrica (cis-trans) e Isomeria Óptica.
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    O mentol é a principal substância associada à ação refrescante que sentimos ao mascarmos balas e chicletes de menta. É também muito utilizado na indústria farmacêutica, o que justifica sua produção mundial próxima a 20 mil toneladas por ano. O interessante é que embora o mentol seja produzido sinteticamente desde 1973, a maior parte de sua produção ainda ocorre a partir de sua extração da hortelã-brava. É que a síntese de mentol em laboratório costuma produzir uma série de isômeros com propriedades físicas muito parecidas, o que dificulta que ele seja obtido puro.

    Imagem da questão de Química, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Isomeria: Isomeria Espacial: Isomeria Geométrica (cis-trans) e Isomeria Óptica.

    Considerando o exposto, o problema da obtenção de mentol sintético está relacionado ao fato de sua estrutura apresentar:
    Escolha uma alternativa para a questão 77b86f31-de
  • 77B37C80-DE

    Química

    Termoquímica: Energia Calorífica, Calor de reação, Entalpia, Equações e Lei de Hess.
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    O endurecimento do concreto pode parecer óbvio, mas envolve uma série de reações químicas extremamente complexas. O conhecimento dessas reações permite entender, por exemplo, o porquê de uma laje recém concretada ter de ser molhada regularmente por vários dias. Além de a falta de água impedir que aconteçam as reações necessárias, ela pode provocar o surgimento de rachaduras na laje. Uma das explicações para o surgimento das rachaduras é o fato de que as reações químicas envolvidas na secagem do concreto provocam seu aquecimento, fazendo com que ele se expanda. A água impede que o concreto aqueça muito, pois isso levaria a uma grande expansão. Nesse caso, um posterior resfriamento, em uma noite fria, por exemplo, levaria o concreto a uma contração brusca e ao consequente surgimento das rachaduras.


    Com base no exposto, deduz-se que as reações químicas envolvidas no endurecimento do concreto:
    Escolha uma alternativa para a questão 77b37c80-de
  • 77B044D5-DE

    Química

    Estudo da matéria: substâncias, misturas, processos de separação.
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    Leia o trecho abaixo:


        Acho que deveríamos consumir mais epigalocatequina-3-galato (EGCG). Isso porque a EGCG, como foi misericordiosamente abreviada, pode oferecer proteção significativa contra as duas maiores pragas de nosso tempo: o câncer e as doenças do coração. E as boas novas são que, para colher seus benefícios, não temos de engolir pílulas, beber estranhas misturas ou comer broto de feijão; só devemos adquirir o hábito de beber chá.
    (SCHWARCZ, J. Barbies, bambolês e bolas de bilhar. Zahar, 2009.)


    Na tradicional preparação de um chá pela sua imersão em água quente é possível separar, dentre outras substâncias, o EGCG da erva utilizada.

    Imagem da questão de Química, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Estudo da matéria: substâncias, misturas, processos de separação.


    Essa separação ocorre por um método chamado:
    Escolha uma alternativa para a questão 77b044d5-de
  • 778462F7-DE

    História

    História do Brasil
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    Imagem da questão de História, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, História do Brasil


    (FHC era o homem de vendas do ano, vendendo o que não lhe pertencia (ABC Domingo, agosto de 1998. SANTIAGO. Retroscópio – 40 anos da história recente vistos pela charge. RS: L & PM, 2010, p. 121.)



    A interpretação da charge, sobre o governo de Fernando Henrique Cardoso, nos permite concluir que seu autor:

    Escolha uma alternativa para a questão 778462f7-de