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  • 58.062 questões
  • 160 instituições
  • 23 anos de prova

Resultados: 58.062 questões

Página 2.822 de 2.904

  • Ciências da Natureza

    Biologia

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Cranberry em leite fermentado mostra potencial biotecnológico contra infecção urinária

    A formulação combina os benefícios de bactérias probióticas, presentes no leite fermentado, com os compostos bioativos da cranberry, fruta pesquisada por sua ação na prevenção de infecções urinárias — condição que afeta cerca de 150 milhões de pessoas anualmente no mundo. Testes laboratoriais indicaram a presença significativa de proantocianidinas, especialmente do tipo A — substância associada à redução da aderência de bactérias como Escherichia coli à parede do trato urinário — e cepas de Lactobacillus acidophilus, conhecidas por contribuir para o equilíbrio da microbiota intestinal.

    Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/cranberryem-leite-fermentado-mostra-potencial-contra-infeccaourinaria/. Acesso em: 16 ago. 2025 (adaptado).
    As bactérias presentes no leite fermentado apresentam qual tipo de relação com a microbiota intestinal?
    Escolha uma alternativa para a questão ecb80146-cc
  • Ciências da Natureza

    Física

    O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) tem como objetivo chegar o mais rápido possível em situações de urgência e emergência que representem risco imediato à vida, como problemas cardiorrespiratórios, intoxicação, queimaduras graves, acidentes com vítimas, trabalho de parto com risco de morte, tentativas de suicídio, crises hipertensivas e dores no peito súbitas. Para garantir que a ambulância possa locomover‑se de forma ágil durante um resgate, além do uso da sirene, é importante que a palavra ambulância, na parte frontal do veículo, seja escrita como se observa na imagem a seguir, com o objetivo de facilitar a sua identificação pelos motoristas.


    Disponível em: https://www.gov.br/pt-br/noticias/saude-e-vigilanciasanitaria/2022/copy_of_08/samu-192-saiba-quando-acionar-oservico-de-urgencia. Acesso em: 18 de ago. 2025 (adaptado).


    Imagem da questão de Física, FAME 2025, Ótica

    Disponível em: https://el.gta5-mods.com/vehicles/ambulanciasamu-brazil-brasil-resgate-sprinter. Acesso em: 18 de ago. 2025.


    A imagem da palavra ambulância observada pelo motorista no retrovisor de um veículo será

    Escolha uma alternativa para a questão ecbfca2b-cc
  • Matemática

    Matemática

    A calculadora de gordura corporal é uma ferramenta usada para estimar o percentual de gordura de uma pessoa. Ao inserir o valor da densidade corporal na calculadora, é possível identificar o percentual de gordura e, é claro, associar o nível de condicionamento físico da pessoa, os riscos à saúde e o bem‑estar em geral. A ferramenta é particularmente valiosa para atletas, entusiastas do condicionamento físico e indivíduos que buscam gerenciar sua composição corporal.

    Observe, na tabela a seguir, as estimativas de densidades corporais típicas e os percentuais de gordura correspondentes.

    Imagem da questão de Matemática, FAME 2025, Aritmética e Problemas

    Disponível em: https://calculatorshub.net/pt/calculadorasde-fitness/calculadora-de-densidade-corporal-para-gorduracorporal/. Acesso em: 18 de ago. 2025 (adaptado).

    Para um adulto que apresenta um volume de 71 000 cm3 e uma massa de 74,2 kg, qual será, aproximadamente, seu percentual estimado de gordura corporal?
    Escolha uma alternativa para a questão ecc4b4a0-cc
  • Ciências da Natureza

    Física

    A febre representa a elevação da temperatura corporal, e, quanto mais ela sobe, pior fica o quadro de mal‑estar do paciente. Em casos de febre alta, normalmente são indicados medicamentos antitérmicos. Mas caso eles não deem conta de reduzir a temperatura, um banho pode ajudar bastante. O banho mais eficaz, neste caso, é com água morna, porque o corpo trocará mais calor com a água, diminuindo assim a temperatura corporal.

    Disponível em: https://cuidadospelavida.com.br/blog/post/tomar-banho-morno-ajuda-diminuira-febre-saiba-o-porque. Acesso em: 18 ago. 2025 (adaptado).

    O esquema a seguir apresenta o resistor de um chuveiro e uma chave S que controla o comprimento do resistor utilizado no circuito. A potência elétrica dissipada pelo chuveiro está relacionada com o comprimento do resistor.

    Imagem da questão de Física, FAME 2025, Eletricidade

    Disponível em: https://exerciciosweb.com.br/fisica/circuitos-eletricos-exercicios-resolvidos/. Acesso em: 18 ago. 2025 (adaptada).

    Para que o banho de um paciente com febre alta seja eficaz, o chuveiro deve ser configurado como na situação
    Escolha uma alternativa para a questão ecc71d3f-cc
  • Matemática

    Matemática

    A caminhada é uma atividade física aeróbica que possui muitos benefícios para a saúde, como diminuir o inchaço, prevenir doenças cardiovasculares, diminuir os sintomas de estresse e ansiedade, bem como promover o emagrecimento.


    Disponível em: https://www.tuasaude.com/caminhada/. Acesso em: 15 ago. 2025 (adaptado).


    Observe, a seguir, o gráfico da velocidade em função do tempo do treino de 40 minutos realizado por uma profissional da saúde.


    Imagem da questão de Matemática, FAME 2025, Análise de Tabelas e Gráficos

    Analisando o gráfico, qual foi o valor da velocidade média, em m/s, da profissional durante a realização do seu treino? 

    Escolha uma alternativa para a questão ecc9ba1a-cc
  • Ciências da Natureza

    Física

    De acordo com o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS), se uma pessoa realiza regularmente exercícios de força, pode melhorar naturalmente seu equilíbrio e coordenação, além de reduzir as chances de quedas e acidentes, especialmente à medida que envelhece, uma vez que aumentará a densidade óssea e a massa muscular. O jovem atleta brasileiro Matheus Pessanha, que realiza levantamento de pesos, pode se orgulhar não somente das medalhas conquistadas nas competições, mas também porque seu estilo de vida o ajudará a envelhecer com saúde. Por falar em conquistas, neste ano de 2025, Matheus conquistou a medalha de ouro no Campeonato Mundial da categoria sub‑20, realizado no Peru, levantando 175 kg no arranco e 220 kg, no arremesso.

    Disponível em: https://www.fitnessfirst.co.uk/blog/7-health-benefits-of-lifting-weights; e: https://ge.globo.com/levantamento-de-peso/ noticia/2025/05/05/matheus-pessanha-e-campeao-mundial-sub-20-de-levantamento-de-peso.ghtml. Acesso em: 19 ago. 2025 (adaptado).

    Qual foi a potência mecânica, em watts, desenvolvida por Matheus ao elevar o peso, da categoria de arranco, de uma altura de 1,8 metros, num tempo de 6 segundos?

    Dado: g = 10m/s2.
    Escolha uma alternativa para a questão eccc72e8-cc
  • Ciências da Natureza

    Química

    A borracha natural é extraída da seringueira (Hevea brasiliensis) na forma de látex, um líquido esbranquiçado. Esse material contém partículas de poli‑isopreno, um polímero derivado do isopreno. A polimerização do isopreno pode ser representada pela equação química apresentada a seguir.


    Imagem da questão de Química, FAME 2025, Polímeros - Plásticos e Borrachas


    Nesse contexto, o monômero utilizado para a obtenção da borracha natural é um 

    Escolha uma alternativa para a questão eccf174a-cc
  • Ciências da Natureza

    Química

    O etilenodinitroamina (C2H6N4O4) é um composto químico explosivo, que libera gases quando detonado. Esse composto foi testado na construção civil, porém abandonado pelo alto risco e periculosidade. Os cálculos mostram que 400 mols do composto são suficientes para demolir um prédio abandonado de cinco andares.

    Calcule o volume mínimo de gás oxigênio (O2) consumido na combustão completa, nas CNTP, suficiente para demolir o prédio citado no exemplo.
    Escolha uma alternativa para a questão ecd194fd-cc
  • Ciências da Natureza

    Química

    Considere que um técnico em Química precisa distinguir entre duas soluções ácidas que estão sem identificação. Uma delas é de ácido clorídrico, a outra, de ácido sulfúrico. Ele tem à sua disposição soluções aquosas de sulfato de cobre, hidróxido de sódio, cloreto de potássio e nitrato de bário. Sabe‑se que a adição de algumas gotas de apenas um desses reagentes a amostras de cada ácido permitirá distinguir as duas soluções.

    Nesse caso, qual das quatro soluções disponíveis deverá ser escolhida?
    Escolha uma alternativa para a questão ecd4301a-cc
  • Ciências da Natureza

    Química

    O eugenol é um composto com propriedades antioxidantes, antissépticas e analgésicas presente no óleo de cravo‑da‑índia e usado nas indústrias farmacêutica, alimentícia e de cosméticos. Já a vanilina é um aromatizante‑chave no sabor de baunilha, aplicado em alimentos, bebidas e fármacos, além de ter ação antioxidante. A estruturas do eugenol e vanilina são representadas a seguir.

    Imagem da questão de Química, FAME 2025, Principais Funções Orgânicas: Funções Oxigenadas: Cetona, Aldeído, Éter, Éster, Ácido Carboxílico, Anidrido Orgânico e Cloreto de Ácido.

    As funções químicas em comum no eugenol e vanilina são 
    Escolha uma alternativa para a questão ecd6cf7d-cc
  • Ciências da Natureza

    Química

    Os carboidratos são a principal fonte de energia do corpo. Durante a digestão, eles são convertidos em glicose, que é absorvida pelo sangue e transportada às células para ser usada como combustível. No organismo, essa glicose circulante é chamada de açúcar no sangue. Sua queima para liberar energia pode ser representada pela equação química não balanceada apresentada a seguir.

    Imagem da questão de Química, FAME 2025, Termoquímica: Energia Calorífica, Calor de reação, Entalpia, Equações e Lei de Hess.

    Qual o valor da energia liberada, em quilojoules, quando 36 g de glicose são queimados? 
    Escolha uma alternativa para a questão ecd93c74-cc
  • Ciências da Natureza

    Química

    A equação a seguir representa, de forma simplificada, a reação conhecida como reação de saponificação.


    Imagem da questão de Química, FAME 2025, Química Orgânica


     Sobre a reação de saponificação descrita, é incorreto afirmar:

    Escolha uma alternativa para a questão ecdbedbe-cc
  • Ciências da Natureza

    Química

    Em investigações forenses, o teste da difenilamina é frequentemente utilizado para identificar resíduos de nitratos, como os provenientes da nitroglicerina ou da nitrocelulose, em mãos ou roupas de suspeitos de disparo de arma de fogo. A difenilamina consiste em dois anéis benzênicos ligados a um átomo de nitrogênio amina. Antes da reação, o nitrato é protonado em meio ácido sulfúrico, tornando‑se mais reativo. Durante o processo, o nitrogênio da amina liga‑se ao nitrato, formando um íon que gera uma coloração azul intensa, funcionando como indicador da presença do reagente.

    No teste de difenilamina, ocorre uma reação de 
    Escolha uma alternativa para a questão ecde8122-cc
  • Ciências da Natureza

    Química

    Considere que, em um recipiente fechado de 10 L, a uma certa temperatura, são misturados 2,0 mols de gás nitrogênio com 3,0 mols de gás oxigênio. Na condição de equilíbrio, a concentração do monóxido de nitrogênio, produto reacional, é igual a 0,1 mol/L.

    Qual é o valor estimado da constante de equilíbrio nessa condição de temperatura?
    Escolha uma alternativa para a questão ece120d7-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    A partir da análise dos procedimentos argumentativos empregados, pode‑se inferir que o objetivo central desse texto é
    Escolha uma alternativa para a questão c5d41014-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    Os autores destacam no artigo cinco aspectos que contrapõem a defesa de “ideias disruptivas”.


    O terceiro e o quinto aspectos relacionam‑se na medida em que

    Escolha uma alternativa para a questão c5d858ca-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    A progressão dos argumentos no texto é construída principalmente a partir da
    Escolha uma alternativa para a questão c5dac580-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    No artigo, os autores procuram sustentar sua tese a partir de diferentes estratégias argumentativas.

    Considerando os critérios de pertinência, relevância, coerência e consistência, pode‑se concluir que os argumentos utilizados são
    Escolha uma alternativa para a questão c5dd9c00-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    Releia o trecho a seguir.

    “A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente.”

    A função da oração subordinada em destaque no período é
    Escolha uma alternativa para a questão c5e04173-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    Releia o trecho a seguir.


    “Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias ‘revolucionárias’ como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.”


    O emprego das aspas na palavra em destaque no trecho tem por finalidade 

    Escolha uma alternativa para a questão c5e3427f-cc