Física
- Ótica
- Prova de 2010
- IF-TM
- Dificuldade: Muito fácil
- Código da questão: B6E23A11-B5
Banco de questões
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PRISONS AND MOBILE PHONES
Bricking the intruders
If mobile phones can’t be kept out of prisons, can they be made useless?
Oct 14th 2010 | RAIFORD, FLORIDA AND PARCHMAN, MISSISSIPPI
THE striking thing about mobile phones in American prisons is not that they exist—though they do, in great numbers—but the ingenuity used to get and keep them. There are the usual entry methods: from visitors, corrupt guards or in packages hurled over the fence. But phones often take more exotic paths. In South Carolina a potato gun was used to fire phones over prison walls from a distance of a third of a mile. In Mississippi a suspiciously heavy and bounceless basketball in the recreation yard was found to contain 19 phones and chargers. (…)
Available on http://www.economist.com/node/17257847?story_id=17257847, accessed on November 4, 2010
What kind of adverb is often?Assinale com V(verdadeiro) ou F (falso) as afirmações a seguir, relacionadas à obra Noite na Taverna, de Álvares Azevedo.
( ) As citações filosóficas confirmam a temática oposicionista do livro ao abordar: imortalidade da alma x mortalidade da alma; a afirmação do prazer x negação do prazer; a existência de Deus x a inexistência de Deus.
( ) O tema, no segundo capítulo, é a necrofilia, a morte, a catalepsia e o amor obsessivo. Contudo, a necrofilia pretendida por Bertran não se concretiza, uma vez que a defunta acorda durante o coito.
( ) De acordo com Bertran, no terceiro capítulo, em que Satã mostra o mundo a Cristo, e oferece-o a Ele, Bertran o ironiza por decepcionar-se com o mundo ao verificar que este é árido e amargo diante da fome e da sede.
( ) Através do personagem Gennaro, considerado o mais normal de todos os amigos na taverna, a temática abordada no quarto capítulo é o desencontro, a ingratidão, o aborto, o adultério, o sonambulismo, o amor obsessivo, o suicídio e o arrependimento.
( ) A perversão sexual e o amor obsessivo de Arnold permeiam o quinto capítulo, no qual ele propõe a Eleonora a fuga e ou a morte. Eles fogem, porém o Duque Maffio a encontra só, e quando Arnold , que saíra, retorna ao quarto, encontra-os ensopados de sangue no recanto escuro da alcova. ( ) Johann, no sexto capítulo, comete fratricídio e o incesto, contudo, pratica-os sem saber quem era o seu algoz e sua amante.
( ) Pode-se concluir que, na obra, o homem não passa de uma fera, o qual justifica intelectualmente sua conduta, com argumentos tanto filosóficos quanto literários, os quais remetem o leitor ao romance fantástico, remetendo-o a questionamentos profundos sobre temas não muito comuns para discussão.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo é:

Considere as afirmações a respeito do texto I e II.
I - O texto I utiliza a ironia, uma vez que se verifica contradição entre o ambiente urbano e os slogans colocados nos carros.
II - Os textos I e II abordam o mesmo tema, em que ambos ressaltam a importância de se conscientizar quanto aos impactos ambientais causados pelo uso excessivo de transportes individuais.
III - O texto II fez o emprego da função conativa, posto que tenta persuadir o leitor a uma mudança de comportamento em relação à utilização do transporte coletivo.
IV - Nos textos I e II, há a predominância da função emotiva, visto que os autores expressam o seu sentimento em relação ao uso do transporte urbano e a preocupação com as questões ambientais.
Assinale:
TEXTO 2
A revolução digital
Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.
Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.
Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.
O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.
Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.
A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.
Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.
Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.
Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.
Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.
O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.
Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.
Caderno Brasil, p. 2).
Observe atentamente o mapa a seguir

É correto afirmar que esse mapa refere-se::
Recentemente assistimos estarrecidos às imagens da destruição causada pelas chuvas e as enchentes no nordeste do Brasil, especialmente nos estados de Alagoas e Pernambuco. Após esse tipo de catástrofe é comum a solidariedade humana ajudar as populações necessitadas com doações de roupas, medicamentos, água e comida. As autoridades tomam medidas emergenciais de socorro e se preocupam muito com a prevenção de várias doenças que podem aumentar a sua incidência.
Nas alternativas abaixo, assinale aquela em que a doença nomeada NÃO tem relação com o fenômeno descrito e suas consequências.
A formação de coágulos é um processo natural que impede a ocorrência de hemorragias, entretanto a coagulação no interior dos vasos obstrui a circulação sanguínea. O coágulo se forma devido à transformação de uma proteína denominada fibrinogênio em outra proteína em forma de uma rede de malhas finíssimas denominada fibrina, que estanca a hemorragia. Veja, no esquema abaixo, a sequência de reações simplificadas que levam à formação da fibrina e à consequente coagulação do sangue:

Dentre os diversos fatores que podem provocar crises hemorrágicas, SÓ NÃO se inclui

