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  • 58.062 questões
  • 160 instituições
  • 23 anos de prova

Resultados: 58.062 questões

Página 487 de 2.904

  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Texto base para as questão

    “Charles Robert Darwin (1809-1882) chamou de “Abominável Mistério” o surgimento, rápida diversificação e dominância das Angiospermas no registro fóssil. A explicação encontrada por Darwin foi de que a origem das angiospermas teria sido restrita geograficamente com uma rápida expansão. Contudo, ele próprio considerou tal hipótese conjecturalmente pobre. Uma hipótese alternativa foi proposta por Louis Charles Joseph Gaston de Saporta (1823– 1895): um conjunto de eventos evolutivos de interações entre angiospermas e insetos teria um papel central na rápida diversificação das angiospermas no Jurássico. A hipótese de Gaston de Saporta foi confirmada, posteriormente, pela ampliação do conhecimento sobre o registro fóssil e por estudos moleculares. A fantástica diversificação dos insetos e angiospermas atuais devese, em grande parte, a um padrão de etapas evolutivas graduais. A evidência geral sugere que, em parte, a evolução conduziu os insetos e as plantas a cobrirem o globo atual”.

    Texto adaptado de História da Ciência e Ensino – Construindo Interfaces; Valdir Lamim-Guedes; Volume 10, 2014 – pp. 60-69; ISSN: 2178-2911.
    O “Abominável Mistério” de Darwin teve uma hipótese alternativa proposta por Gaston de Saporta, a qual foi confirmada pela ampliação do conhecimento dos registros fósseis e estudos moleculares. Sabe-se, hoje, que muitas angiospermas e muitos insetos tiveram um processo evolutivo conjunto.

    Esse tipo de evolução em que duas espécies evoluem em conjunto é denominado:
    Escolha uma alternativa para a questão bc637305-b0
  • Matemática

    Matemática

    Figura 1 de 2 da questão de Matemática, UDESC 2018, Aritmética e Problemas

    Figura 2 de 2 da questão de Matemática, UDESC 2018, Aritmética e Problemas

    Uma empresa, hoje, atua com um quadro de 16 funcionários em uma jornada diária de 6 horas. Nessas condições, ela é capaz de produzir 120 produtos por dia. O número de funcionários necessários para produzir 200 produtos, caso a jornada de trabalho seja aumentada para 8 horas diárias, será de:
    Escolha uma alternativa para a questão bc3a79a0-b0
  • Matemática

    Matemática

    Figura 1 de 2 da questão de Matemática, UDESC 2018, Função de 1º Grau ou Função Afim, Problemas com Equação e Inequações

    Figura 2 de 2 da questão de Matemática, UDESC 2018, Função de 1º Grau ou Função Afim, Problemas com Equação e Inequações

    Uma função f é dita par se para todo x do domínio tem-se que f(-x) = f(x), e uma função g é dita ímpar se para todo x do domínio tem-se que g(-x) = -g(x).

    Sobre essas informações, analise as sentenças.

    I. O gráfico de uma função ímpar é simétrico em relação à origem do sistema cartesiano.
    II. O gráfico de uma função par é simétrico em relação à origem do sistema cartesiano.
    III. O gráfico de uma função ímpar é simétrico em relação ao eixo das ordenadas.
    IV. O gráfico de uma função par é simétrico em relação ao eixo das ordenadas.
    V. Os gráficos das funções pares e ímpares possuem a mesma simetria.

    Das sentenças acima, tem-se exatamente:
    Escolha uma alternativa para a questão bc2eb206-b0
  • Ciências da Natureza

    Química

    Considerando temperatura e pressão ambiente, assinale a alternativa que contém, na sequência, elementos químicos que são: i) gás nobre, ii) representativo não metálico e sólido e iii) representativo metálico que tem configuração eletrônica com final ns2 , no qual n é o período.
    Escolha uma alternativa para a questão 9ba8a700-b0
  • Ciências da Natureza

    Física

    Duas cargas elétricas +Q e +4Q estão fixas sobre o eixo x, respectivamente nas posições x = 0,0 m e x = 1,0 m. Uma terceira carga é posicionada entre as duas, sobre o eixo x, tal que se encontra em equilíbrio eletrostático. Qual é a posição da terceira carga, em m?
    Escolha uma alternativa para a questão 9b9aa0ea-b0
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Qual é o resultado esperado quando duas espécies apresentam habitats e nichos idênticos?

    I. Uma das espécies será localmente extinta em função do maior sucesso reprodutivo dos competidores mais eficientes.

    II. Ambas as espécies não alterarão seu tamanho populacional.

    III. As duas espécies não irão se reproduzir até que uma delas deixe o habitat.

    Assinale a alternativa que contém afirmativas corretas:

    Escolha uma alternativa para a questão 9b70b8b0-b0
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Este domingo, Jonas acordou preparado para a realização do vestibular da PUC-Rio. Apesar das instruções do edital, Jonas saiu atrasado de casa e, após 30 minutos no trânsito, ele constatou que não conseguiria chegar a tempo. Nesse momento, Jonas percebe o aumento da sua frequência respiratória e do retorno venoso, além da aceleração dos batimentos cardíacos. Essas alterações fisiológicas são estimuladas pelo(s)
    Escolha uma alternativa para a questão 9b552f32-b0
  • Matemática

    Matemática

    Considere o quadrado ABCD. O ponto E é o ponto médio do lado AB. O ponto F é o ponto médio do lado AD e o ponto G é o ponto médio do segmento AF.

    Seja θ = AEG

    Quanto vale cos(θ)?

    Imagem da questão de Matemática, PUC - RJ 2018, Geometria Analítica

    Escolha uma alternativa para a questão 9b511969-b0
  • Matemática

    Matemática

    As parábolas de equações y = x2 - 5x + 6 e y = -x2 +bx + c interceptam–se em dois pontos, ambos pertencentes à reta de equação y = 2x Assinale o valor de b :
    Escolha uma alternativa para a questão 9b444ae2-b0
  • Linguagens

    Português

    Os textos a seguir servirão de base para a realização da questão.


    Texto I

    Desafio da nossa época é lidar com a abundância

    Leandro Narloch, Folha de S.Paulo - 25.abr.2018 às 9h06


    A abundância, quem diria, se tornou um problema. A humanidade passou milênios tentando sobreviver à fome, ao desabrigo e à escassez: hoje precisa aprender a lidar com excesso.

    Temos alimentos demais, bugigangas demais, roupas, carros, embalagens, papéis, remédios, drogas, livros, filmes, eletrônicos e diversões demais. Ainda estamos aprendendo a viver no meio de tantas coisas.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2018, Interpretação de Textos
    Artista faz intervenção na avenida Paulista sobre consumismo
    Marcus Leoni - 10.jan.2016/Folhapress


    É uma delícia de problema, é claro. Até o século 18, a teoria malthusiana fazia sentido. O crescimento da população levava à escassez de comida e assim à diminuição da poluição. Crises de fome ceifavam multidões todos os séculos.
    A Revolução Industrial nos fez escapar dessa armadilha. Produzindo mais com menos esforço, operamos um milagre: a população explodiu e a riqueza também. A fome, até então uma condição natural da humanidade, se tornou uma anomalia. 
    Luxos que antes eram reservados a reis ou milionários (chás ou janelas com vidros e cortinas, por exemplo) entraram na casa de trabalhadores comuns.
    É claro que boa parte do mundo ainda enfrenta a fome e a escassez. Mas não é por falta de conhecimento que isso acontece. Pelo contrário, o caminho da prosperidade já está mais ou menos mapeado e pavimentado.
    A abundância é um tipo de problema chique, que todo mundo gostaria de ter. Como o da grã-fina que está cansada de passar as férias em Paris. Mas ainda assim é um problema.
    Muitas más notícias que os jornais publicam hoje são produtos da abundância: o trânsito, a obesidade, a poluição, o lixo, o tempo que crianças gastam em frente a telas. Não só crianças, mas os adultos — que em média tocam 2600 vezes no celular por dia.
    As pessoas parecem meio perdidas entre tanto conforto e atrações que desviam a atenção. Se perdem em realizações imediatas de consumo, sem foco e força de vontade para perseguir grandes desejos ou objetivos mais ousados.
    Se o problema já é grave hoje, imagine no futuro. O autocontrole será cada vez mais necessário. Nossos filhos e netos terão que aprender desde cedo a se controlar diante do excesso de comida, de drogas, de opções de vida e de diversão.
    O mundo capitalista já resolveu o problema da escassez: precisa agora de uma educação para a abundância.

    Leandro Narloch - Jornalista, mestre em filosofia e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, entre outros.
    Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/leandro-narloch/2018/04/desafio-da-nossa-epoca-e-lidar-com-a-abundancia.shtml> . Acesso em: 25 abr. 2018.


    Texto 2
    Figura 2 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2018, Interpretação de Textos
    Texto de Gilmar Machado, publicado em 8 jan. 2018.
    Disponível em: <https://www.humorpolitico.com.br/
    tag/meio-ambiente/> . Acesso em: 12 mar. 2018.



    Texto 3 

    Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades
    Ana Tereza Caceres Cortez - Professora adjunta do Departamento de Geografia
    Instituto de Geociências e Ciências Exatas - IGCE/Unesp, Rio Claro

    Um dos símbolos do sucesso das economias capitalistas modernas é a abundância dos bens de consumo, continuamente produzidos pelo sistema industrial. Essa fartura passou a receber uma conotação negativa, sendo objeto de críticas que consideram o consumismo um dos principais problemas das sociedades industriais modernas.

    Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de papel que a propaganda e a publicidade exercem nas pessoas, induzindo-as ao consumo, mesmo que não necessitem de um produto comprado. Muitas vezes, as pessoas compram produtos que não têm utilidade para elas, ou até mesmo coisas desnecessárias apenas por vontade de comprar, evidenciando até uma doença.

    Segundo o Dicionário Houaiss, consumismo é “ato, efeito, fato ou prática de consumir (‘comprar em demasia’)” e “consumo ilimitado de bens duráveis, especialmente artigos supérfluos”.

    O simples “consumo” é entendido como as aquisições racionais, controladas e seletivas baseadas em fatores sociais e ambientais e no respeito pelas gerações futuras. Já o consumismo pode ser definido como uma compulsão para consumir. Mas como fazer para não aderir ao perfil consumista? A fórmula clássica e aparentemente simples é distinguir o essencial do necessário e o necessário do supérfluo. No entanto, é muito difícil estabelecer o limite entre consumo e consumismo, pois a definição de necessidades básicas e supérfluas está intimamente ligada às características culturais da sociedade e do grupo a que pertencemos. O que é básico para uns pode ser supérfluo para outros e vice-versa. 

    Trecho de CORTEZ, Ana Tereza Caceres. Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades. In:
    CORTEZ, A.T.C.; ORTIGOZA, S.A.G. (Org.). Da produção ao consumo: impactos socioambientais no
    espaço urbano. São Paulo: UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. Disponível em: <http://books.
    scielo.org/id/n9brm/pdf/ortigoza-9788579830075-03.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2018. [Adaptado]
    A perspectiva temática comum nos três textos diz respeito
    Escolha uma alternativa para a questão 62cac8b5-b0
  • Linguagens

    Português

    Os textos a seguir servirão de base para a realização da questão.


    Texto I

    Desafio da nossa época é lidar com a abundância

    Leandro Narloch, Folha de S.Paulo - 25.abr.2018 às 9h06


    A abundância, quem diria, se tornou um problema. A humanidade passou milênios tentando sobreviver à fome, ao desabrigo e à escassez: hoje precisa aprender a lidar com excesso.

    Temos alimentos demais, bugigangas demais, roupas, carros, embalagens, papéis, remédios, drogas, livros, filmes, eletrônicos e diversões demais. Ainda estamos aprendendo a viver no meio de tantas coisas.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2018, Coesão e coerência
    Artista faz intervenção na avenida Paulista sobre consumismo
    Marcus Leoni - 10.jan.2016/Folhapress


    É uma delícia de problema, é claro. Até o século 18, a teoria malthusiana fazia sentido. O crescimento da população levava à escassez de comida e assim à diminuição da poluição. Crises de fome ceifavam multidões todos os séculos.
    A Revolução Industrial nos fez escapar dessa armadilha. Produzindo mais com menos esforço, operamos um milagre: a população explodiu e a riqueza também. A fome, até então uma condição natural da humanidade, se tornou uma anomalia. 
    Luxos que antes eram reservados a reis ou milionários (chás ou janelas com vidros e cortinas, por exemplo) entraram na casa de trabalhadores comuns.
    É claro que boa parte do mundo ainda enfrenta a fome e a escassez. Mas não é por falta de conhecimento que isso acontece. Pelo contrário, o caminho da prosperidade já está mais ou menos mapeado e pavimentado.
    A abundância é um tipo de problema chique, que todo mundo gostaria de ter. Como o da grã-fina que está cansada de passar as férias em Paris. Mas ainda assim é um problema.
    Muitas más notícias que os jornais publicam hoje são produtos da abundância: o trânsito, a obesidade, a poluição, o lixo, o tempo que crianças gastam em frente a telas. Não só crianças, mas os adultos — que em média tocam 2600 vezes no celular por dia.
    As pessoas parecem meio perdidas entre tanto conforto e atrações que desviam a atenção. Se perdem em realizações imediatas de consumo, sem foco e força de vontade para perseguir grandes desejos ou objetivos mais ousados.
    Se o problema já é grave hoje, imagine no futuro. O autocontrole será cada vez mais necessário. Nossos filhos e netos terão que aprender desde cedo a se controlar diante do excesso de comida, de drogas, de opções de vida e de diversão.
    O mundo capitalista já resolveu o problema da escassez: precisa agora de uma educação para a abundância.

    Leandro Narloch - Jornalista, mestre em filosofia e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, entre outros.
    Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/leandro-narloch/2018/04/desafio-da-nossa-epoca-e-lidar-com-a-abundancia.shtml> . Acesso em: 25 abr. 2018.


    Texto 2
    Figura 2 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2018, Coesão e coerência
    Texto de Gilmar Machado, publicado em 8 jan. 2018.
    Disponível em: <https://www.humorpolitico.com.br/
    tag/meio-ambiente/> . Acesso em: 12 mar. 2018.



    Texto 3 

    Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades
    Ana Tereza Caceres Cortez - Professora adjunta do Departamento de Geografia
    Instituto de Geociências e Ciências Exatas - IGCE/Unesp, Rio Claro

    Um dos símbolos do sucesso das economias capitalistas modernas é a abundância dos bens de consumo, continuamente produzidos pelo sistema industrial. Essa fartura passou a receber uma conotação negativa, sendo objeto de críticas que consideram o consumismo um dos principais problemas das sociedades industriais modernas.

    Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de papel que a propaganda e a publicidade exercem nas pessoas, induzindo-as ao consumo, mesmo que não necessitem de um produto comprado. Muitas vezes, as pessoas compram produtos que não têm utilidade para elas, ou até mesmo coisas desnecessárias apenas por vontade de comprar, evidenciando até uma doença.

    Segundo o Dicionário Houaiss, consumismo é “ato, efeito, fato ou prática de consumir (‘comprar em demasia’)” e “consumo ilimitado de bens duráveis, especialmente artigos supérfluos”.

    O simples “consumo” é entendido como as aquisições racionais, controladas e seletivas baseadas em fatores sociais e ambientais e no respeito pelas gerações futuras. Já o consumismo pode ser definido como uma compulsão para consumir. Mas como fazer para não aderir ao perfil consumista? A fórmula clássica e aparentemente simples é distinguir o essencial do necessário e o necessário do supérfluo. No entanto, é muito difícil estabelecer o limite entre consumo e consumismo, pois a definição de necessidades básicas e supérfluas está intimamente ligada às características culturais da sociedade e do grupo a que pertencemos. O que é básico para uns pode ser supérfluo para outros e vice-versa. 

    Trecho de CORTEZ, Ana Tereza Caceres. Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades. In:
    CORTEZ, A.T.C.; ORTIGOZA, S.A.G. (Org.). Da produção ao consumo: impactos socioambientais no
    espaço urbano. São Paulo: UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. Disponível em: <http://books.
    scielo.org/id/n9brm/pdf/ortigoza-9788579830075-03.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2018. [Adaptado]
    Qual a relação de sentido que os elementos coesivos destacados no texto 3 estabelecem, de acordo com ordem em que são empregados?
    Escolha uma alternativa para a questão 62bd94db-b0
  • Linguagens

    Português

    Os textos a seguir servirão de base para a realização da questão.


    Texto I

    Desafio da nossa época é lidar com a abundância

    Leandro Narloch, Folha de S.Paulo - 25.abr.2018 às 9h06


    A abundância, quem diria, se tornou um problema. A humanidade passou milênios tentando sobreviver à fome, ao desabrigo e à escassez: hoje precisa aprender a lidar com excesso.

    Temos alimentos demais, bugigangas demais, roupas, carros, embalagens, papéis, remédios, drogas, livros, filmes, eletrônicos e diversões demais. Ainda estamos aprendendo a viver no meio de tantas coisas.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2018, Interpretação de Textos
    Artista faz intervenção na avenida Paulista sobre consumismo
    Marcus Leoni - 10.jan.2016/Folhapress


    É uma delícia de problema, é claro. Até o século 18, a teoria malthusiana fazia sentido. O crescimento da população levava à escassez de comida e assim à diminuição da poluição. Crises de fome ceifavam multidões todos os séculos.
    A Revolução Industrial nos fez escapar dessa armadilha. Produzindo mais com menos esforço, operamos um milagre: a população explodiu e a riqueza também. A fome, até então uma condição natural da humanidade, se tornou uma anomalia. 
    Luxos que antes eram reservados a reis ou milionários (chás ou janelas com vidros e cortinas, por exemplo) entraram na casa de trabalhadores comuns.
    É claro que boa parte do mundo ainda enfrenta a fome e a escassez. Mas não é por falta de conhecimento que isso acontece. Pelo contrário, o caminho da prosperidade já está mais ou menos mapeado e pavimentado.
    A abundância é um tipo de problema chique, que todo mundo gostaria de ter. Como o da grã-fina que está cansada de passar as férias em Paris. Mas ainda assim é um problema.
    Muitas más notícias que os jornais publicam hoje são produtos da abundância: o trânsito, a obesidade, a poluição, o lixo, o tempo que crianças gastam em frente a telas. Não só crianças, mas os adultos — que em média tocam 2600 vezes no celular por dia.
    As pessoas parecem meio perdidas entre tanto conforto e atrações que desviam a atenção. Se perdem em realizações imediatas de consumo, sem foco e força de vontade para perseguir grandes desejos ou objetivos mais ousados.
    Se o problema já é grave hoje, imagine no futuro. O autocontrole será cada vez mais necessário. Nossos filhos e netos terão que aprender desde cedo a se controlar diante do excesso de comida, de drogas, de opções de vida e de diversão.
    O mundo capitalista já resolveu o problema da escassez: precisa agora de uma educação para a abundância.

    Leandro Narloch - Jornalista, mestre em filosofia e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, entre outros.
    Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/leandro-narloch/2018/04/desafio-da-nossa-epoca-e-lidar-com-a-abundancia.shtml> . Acesso em: 25 abr. 2018.


    Texto 2
    Figura 2 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2018, Interpretação de Textos
    Texto de Gilmar Machado, publicado em 8 jan. 2018.
    Disponível em: <https://www.humorpolitico.com.br/
    tag/meio-ambiente/> . Acesso em: 12 mar. 2018.



    Texto 3 

    Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades
    Ana Tereza Caceres Cortez - Professora adjunta do Departamento de Geografia
    Instituto de Geociências e Ciências Exatas - IGCE/Unesp, Rio Claro

    Um dos símbolos do sucesso das economias capitalistas modernas é a abundância dos bens de consumo, continuamente produzidos pelo sistema industrial. Essa fartura passou a receber uma conotação negativa, sendo objeto de críticas que consideram o consumismo um dos principais problemas das sociedades industriais modernas.

    Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de papel que a propaganda e a publicidade exercem nas pessoas, induzindo-as ao consumo, mesmo que não necessitem de um produto comprado. Muitas vezes, as pessoas compram produtos que não têm utilidade para elas, ou até mesmo coisas desnecessárias apenas por vontade de comprar, evidenciando até uma doença.

    Segundo o Dicionário Houaiss, consumismo é “ato, efeito, fato ou prática de consumir (‘comprar em demasia’)” e “consumo ilimitado de bens duráveis, especialmente artigos supérfluos”.

    O simples “consumo” é entendido como as aquisições racionais, controladas e seletivas baseadas em fatores sociais e ambientais e no respeito pelas gerações futuras. Já o consumismo pode ser definido como uma compulsão para consumir. Mas como fazer para não aderir ao perfil consumista? A fórmula clássica e aparentemente simples é distinguir o essencial do necessário e o necessário do supérfluo. No entanto, é muito difícil estabelecer o limite entre consumo e consumismo, pois a definição de necessidades básicas e supérfluas está intimamente ligada às características culturais da sociedade e do grupo a que pertencemos. O que é básico para uns pode ser supérfluo para outros e vice-versa. 

    Trecho de CORTEZ, Ana Tereza Caceres. Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades. In:
    CORTEZ, A.T.C.; ORTIGOZA, S.A.G. (Org.). Da produção ao consumo: impactos socioambientais no
    espaço urbano. São Paulo: UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. Disponível em: <http://books.
    scielo.org/id/n9brm/pdf/ortigoza-9788579830075-03.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2018. [Adaptado]
    Entre as várias acepções que o verbo mudar abarca, a resposta do homem, no Texto 2, contempla a ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 62b6c477-b0
  • Linguagens

    Português

    Os textos a seguir servirão de base para a realização da questão.


    Texto I

    Desafio da nossa época é lidar com a abundância

    Leandro Narloch, Folha de S.Paulo - 25.abr.2018 às 9h06


    A abundância, quem diria, se tornou um problema. A humanidade passou milênios tentando sobreviver à fome, ao desabrigo e à escassez: hoje precisa aprender a lidar com excesso.

    Temos alimentos demais, bugigangas demais, roupas, carros, embalagens, papéis, remédios, drogas, livros, filmes, eletrônicos e diversões demais. Ainda estamos aprendendo a viver no meio de tantas coisas.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2018, Interpretação de Textos
    Artista faz intervenção na avenida Paulista sobre consumismo
    Marcus Leoni - 10.jan.2016/Folhapress


    É uma delícia de problema, é claro. Até o século 18, a teoria malthusiana fazia sentido. O crescimento da população levava à escassez de comida e assim à diminuição da poluição. Crises de fome ceifavam multidões todos os séculos.
    A Revolução Industrial nos fez escapar dessa armadilha. Produzindo mais com menos esforço, operamos um milagre: a população explodiu e a riqueza também. A fome, até então uma condição natural da humanidade, se tornou uma anomalia. 
    Luxos que antes eram reservados a reis ou milionários (chás ou janelas com vidros e cortinas, por exemplo) entraram na casa de trabalhadores comuns.
    É claro que boa parte do mundo ainda enfrenta a fome e a escassez. Mas não é por falta de conhecimento que isso acontece. Pelo contrário, o caminho da prosperidade já está mais ou menos mapeado e pavimentado.
    A abundância é um tipo de problema chique, que todo mundo gostaria de ter. Como o da grã-fina que está cansada de passar as férias em Paris. Mas ainda assim é um problema.
    Muitas más notícias que os jornais publicam hoje são produtos da abundância: o trânsito, a obesidade, a poluição, o lixo, o tempo que crianças gastam em frente a telas. Não só crianças, mas os adultos — que em média tocam 2600 vezes no celular por dia.
    As pessoas parecem meio perdidas entre tanto conforto e atrações que desviam a atenção. Se perdem em realizações imediatas de consumo, sem foco e força de vontade para perseguir grandes desejos ou objetivos mais ousados.
    Se o problema já é grave hoje, imagine no futuro. O autocontrole será cada vez mais necessário. Nossos filhos e netos terão que aprender desde cedo a se controlar diante do excesso de comida, de drogas, de opções de vida e de diversão.
    O mundo capitalista já resolveu o problema da escassez: precisa agora de uma educação para a abundância.

    Leandro Narloch - Jornalista, mestre em filosofia e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, entre outros.
    Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/leandro-narloch/2018/04/desafio-da-nossa-epoca-e-lidar-com-a-abundancia.shtml> . Acesso em: 25 abr. 2018.


    Texto 2
    Figura 2 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2018, Interpretação de Textos
    Texto de Gilmar Machado, publicado em 8 jan. 2018.
    Disponível em: <https://www.humorpolitico.com.br/
    tag/meio-ambiente/> . Acesso em: 12 mar. 2018.



    Texto 3 

    Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades
    Ana Tereza Caceres Cortez - Professora adjunta do Departamento de Geografia
    Instituto de Geociências e Ciências Exatas - IGCE/Unesp, Rio Claro

    Um dos símbolos do sucesso das economias capitalistas modernas é a abundância dos bens de consumo, continuamente produzidos pelo sistema industrial. Essa fartura passou a receber uma conotação negativa, sendo objeto de críticas que consideram o consumismo um dos principais problemas das sociedades industriais modernas.

    Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de papel que a propaganda e a publicidade exercem nas pessoas, induzindo-as ao consumo, mesmo que não necessitem de um produto comprado. Muitas vezes, as pessoas compram produtos que não têm utilidade para elas, ou até mesmo coisas desnecessárias apenas por vontade de comprar, evidenciando até uma doença.

    Segundo o Dicionário Houaiss, consumismo é “ato, efeito, fato ou prática de consumir (‘comprar em demasia’)” e “consumo ilimitado de bens duráveis, especialmente artigos supérfluos”.

    O simples “consumo” é entendido como as aquisições racionais, controladas e seletivas baseadas em fatores sociais e ambientais e no respeito pelas gerações futuras. Já o consumismo pode ser definido como uma compulsão para consumir. Mas como fazer para não aderir ao perfil consumista? A fórmula clássica e aparentemente simples é distinguir o essencial do necessário e o necessário do supérfluo. No entanto, é muito difícil estabelecer o limite entre consumo e consumismo, pois a definição de necessidades básicas e supérfluas está intimamente ligada às características culturais da sociedade e do grupo a que pertencemos. O que é básico para uns pode ser supérfluo para outros e vice-versa. 

    Trecho de CORTEZ, Ana Tereza Caceres. Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades. In:
    CORTEZ, A.T.C.; ORTIGOZA, S.A.G. (Org.). Da produção ao consumo: impactos socioambientais no
    espaço urbano. São Paulo: UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. Disponível em: <http://books.
    scielo.org/id/n9brm/pdf/ortigoza-9788579830075-03.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2018. [Adaptado]
    No terceiro parágrafo do texto 1, o autor alega que a teoria malthusiana fazia sentido até o século XVIII com base na ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 62aef901-b0
  • Linguagens

    Português

    Os textos a seguir servirão de base para a realização da questão.


    Texto I

    Desafio da nossa época é lidar com a abundância

    Leandro Narloch, Folha de S.Paulo - 25.abr.2018 às 9h06


    A abundância, quem diria, se tornou um problema. A humanidade passou milênios tentando sobreviver à fome, ao desabrigo e à escassez: hoje precisa aprender a lidar com excesso.

    Temos alimentos demais, bugigangas demais, roupas, carros, embalagens, papéis, remédios, drogas, livros, filmes, eletrônicos e diversões demais. Ainda estamos aprendendo a viver no meio de tantas coisas.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2018, Coesão e coerência
    Artista faz intervenção na avenida Paulista sobre consumismo
    Marcus Leoni - 10.jan.2016/Folhapress


    É uma delícia de problema, é claro. Até o século 18, a teoria malthusiana fazia sentido. O crescimento da população levava à escassez de comida e assim à diminuição da poluição. Crises de fome ceifavam multidões todos os séculos.
    A Revolução Industrial nos fez escapar dessa armadilha. Produzindo mais com menos esforço, operamos um milagre: a população explodiu e a riqueza também. A fome, até então uma condição natural da humanidade, se tornou uma anomalia. 
    Luxos que antes eram reservados a reis ou milionários (chás ou janelas com vidros e cortinas, por exemplo) entraram na casa de trabalhadores comuns.
    É claro que boa parte do mundo ainda enfrenta a fome e a escassez. Mas não é por falta de conhecimento que isso acontece. Pelo contrário, o caminho da prosperidade já está mais ou menos mapeado e pavimentado.
    A abundância é um tipo de problema chique, que todo mundo gostaria de ter. Como o da grã-fina que está cansada de passar as férias em Paris. Mas ainda assim é um problema.
    Muitas más notícias que os jornais publicam hoje são produtos da abundância: o trânsito, a obesidade, a poluição, o lixo, o tempo que crianças gastam em frente a telas. Não só crianças, mas os adultos — que em média tocam 2600 vezes no celular por dia.
    As pessoas parecem meio perdidas entre tanto conforto e atrações que desviam a atenção. Se perdem em realizações imediatas de consumo, sem foco e força de vontade para perseguir grandes desejos ou objetivos mais ousados.
    Se o problema já é grave hoje, imagine no futuro. O autocontrole será cada vez mais necessário. Nossos filhos e netos terão que aprender desde cedo a se controlar diante do excesso de comida, de drogas, de opções de vida e de diversão.
    O mundo capitalista já resolveu o problema da escassez: precisa agora de uma educação para a abundância.

    Leandro Narloch - Jornalista, mestre em filosofia e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, entre outros.
    Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/leandro-narloch/2018/04/desafio-da-nossa-epoca-e-lidar-com-a-abundancia.shtml> . Acesso em: 25 abr. 2018.


    Texto 2
    Figura 2 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2018, Coesão e coerência
    Texto de Gilmar Machado, publicado em 8 jan. 2018.
    Disponível em: <https://www.humorpolitico.com.br/
    tag/meio-ambiente/> . Acesso em: 12 mar. 2018.



    Texto 3 

    Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades
    Ana Tereza Caceres Cortez - Professora adjunta do Departamento de Geografia
    Instituto de Geociências e Ciências Exatas - IGCE/Unesp, Rio Claro

    Um dos símbolos do sucesso das economias capitalistas modernas é a abundância dos bens de consumo, continuamente produzidos pelo sistema industrial. Essa fartura passou a receber uma conotação negativa, sendo objeto de críticas que consideram o consumismo um dos principais problemas das sociedades industriais modernas.

    Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de papel que a propaganda e a publicidade exercem nas pessoas, induzindo-as ao consumo, mesmo que não necessitem de um produto comprado. Muitas vezes, as pessoas compram produtos que não têm utilidade para elas, ou até mesmo coisas desnecessárias apenas por vontade de comprar, evidenciando até uma doença.

    Segundo o Dicionário Houaiss, consumismo é “ato, efeito, fato ou prática de consumir (‘comprar em demasia’)” e “consumo ilimitado de bens duráveis, especialmente artigos supérfluos”.

    O simples “consumo” é entendido como as aquisições racionais, controladas e seletivas baseadas em fatores sociais e ambientais e no respeito pelas gerações futuras. Já o consumismo pode ser definido como uma compulsão para consumir. Mas como fazer para não aderir ao perfil consumista? A fórmula clássica e aparentemente simples é distinguir o essencial do necessário e o necessário do supérfluo. No entanto, é muito difícil estabelecer o limite entre consumo e consumismo, pois a definição de necessidades básicas e supérfluas está intimamente ligada às características culturais da sociedade e do grupo a que pertencemos. O que é básico para uns pode ser supérfluo para outros e vice-versa. 

    Trecho de CORTEZ, Ana Tereza Caceres. Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades. In:
    CORTEZ, A.T.C.; ORTIGOZA, S.A.G. (Org.). Da produção ao consumo: impactos socioambientais no
    espaço urbano. São Paulo: UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. Disponível em: <http://books.
    scielo.org/id/n9brm/pdf/ortigoza-9788579830075-03.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2018. [Adaptado]
    Qual o efeito de sentido da oração intercalada “quem diria”, no primeiro parágrafo do texto 1?
    Escolha uma alternativa para a questão 62aa645b-b0
  • Linguagens

    Inglês

    Responda a questão de acordo com o texto de Lauren Camera.


    Supreme Court Expands Rights for Students with Disabilities

    By Lauren Camera, Education Reporter - March 22, 2017. Adaptado. 

    Imagem da questão de Inglês, PUC - SP 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    In a unanimous decision with major implications for students with disabilities, the U.S. Supreme Court ruled Wednesday that schools must provide higher educational standards for children with special needs. Schools must do more than provide a ‘merely more than de minimis’ education for students with disabilities and instead must provide them with an opportunity to make "appropriately ambitious" progress in line with the federal education law.

    “When all is said and done,” wrote Chief Justice John G. Roberts, “a student offered an education program providing a ‘merely more than de minimis’ progress from year to year can hardly be said to have been offered an education at all.” He continued, citing a 1982 Supreme Court ruling on special education: “For children with disabilities, receiving an instruction that aims so low would be equivalent to ‘sitting idly... awaiting the time when they were old enough to drop out.’”

    There are roughly 6.4 million students with disabilities between ages 3 to 21, representing roughly 13 percent of all students, according to Institute for Education Statistics. Each year 300,000 of those students leave school and just 65 percent of students with disabilities complete high school.

    The case which culminated in the Supreme Court decision originated with an autistic boy in Colorado named Endrew. His parents pulled him out of school in 5th grade because they disagreed with his individualized education plan. Under federal law, the Individuals with Disabilities Education Act (IDEA), schools must work with families to develop individualized learning plans for students with disabilities.

    While Endrew had been making progress in the public schools, his parents felt his plan for that year simply replicated goals from years past. As a result, they enrolled him in a private school where, they argued, Endrew made academic and social progress. 

    Seeking tuition reimbursement*, they filed a complaint with the state’s department of education in which they argued that Endrew had been denied a "free appropriate public education". The school district won the suit, and when his parents filed a lawsuit in federal district court, the judge also sided with the school district. In the Supreme Court case, Endrew and his family asked for clarification about the type of education benefits the federal law requires of schools, specifically, whether it requires ‘merely more than de minimis’, or something greater.

    “The IDEA demands more,” Roberts wrote in the opinion. “It requires an educational program reasonably calculated to enable a child to make progress appropriate in light of the child’s circumstances.” 

    *reimbursement – a sum paid to cover money that has been spent or lost.

    In:<https://www.usnews.com/news/education-news/articles/2017-03-22/supreme-court-expands-rights-for-students-with-disabilities> 30.03.2018


    In the fragment from paragraph 6 “the judge also sided with the school district”, the expression in bold means the same as
    Escolha uma alternativa para a questão 6264dbff-b0
  • Linguagens

    Inglês

    Responda a questão de acordo com o texto de Lauren Camera.


    Supreme Court Expands Rights for Students with Disabilities

    By Lauren Camera, Education Reporter - March 22, 2017. Adaptado. 

    Imagem da questão de Inglês, PUC - SP 2018, Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions

    In a unanimous decision with major implications for students with disabilities, the U.S. Supreme Court ruled Wednesday that schools must provide higher educational standards for children with special needs. Schools must do more than provide a ‘merely more than de minimis’ education for students with disabilities and instead must provide them with an opportunity to make "appropriately ambitious" progress in line with the federal education law.

    “When all is said and done,” wrote Chief Justice John G. Roberts, “a student offered an education program providing a ‘merely more than de minimis’ progress from year to year can hardly be said to have been offered an education at all.” He continued, citing a 1982 Supreme Court ruling on special education: “For children with disabilities, receiving an instruction that aims so low would be equivalent to ‘sitting idly... awaiting the time when they were old enough to drop out.’”

    There are roughly 6.4 million students with disabilities between ages 3 to 21, representing roughly 13 percent of all students, according to Institute for Education Statistics. Each year 300,000 of those students leave school and just 65 percent of students with disabilities complete high school.

    The case which culminated in the Supreme Court decision originated with an autistic boy in Colorado named Endrew. His parents pulled him out of school in 5th grade because they disagreed with his individualized education plan. Under federal law, the Individuals with Disabilities Education Act (IDEA), schools must work with families to develop individualized learning plans for students with disabilities.

    While Endrew had been making progress in the public schools, his parents felt his plan for that year simply replicated goals from years past. As a result, they enrolled him in a private school where, they argued, Endrew made academic and social progress. 

    Seeking tuition reimbursement*, they filed a complaint with the state’s department of education in which they argued that Endrew had been denied a "free appropriate public education". The school district won the suit, and when his parents filed a lawsuit in federal district court, the judge also sided with the school district. In the Supreme Court case, Endrew and his family asked for clarification about the type of education benefits the federal law requires of schools, specifically, whether it requires ‘merely more than de minimis’, or something greater.

    “The IDEA demands more,” Roberts wrote in the opinion. “It requires an educational program reasonably calculated to enable a child to make progress appropriate in light of the child’s circumstances.” 

    *reimbursement – a sum paid to cover money that has been spent or lost.

    In:<https://www.usnews.com/news/education-news/articles/2017-03-22/supreme-court-expands-rights-for-students-with-disabilities> 30.03.2018


    No primeiro parágrafo, a palavra instead pode ser CORRETAMENTE traduzida por
    Escolha uma alternativa para a questão 624ffbb2-b0
  • Ciências Humanas

    Geografia

    “A separação dos continentes e o soerguimento dos Andes inverteram a direção dos cursos de água para leste, durante o Terciário. Nessa fase estima-se que a antiga bacia era formada por grandes lagos e uma drenagem muito diferente da atual. Esses lagos foram sendo preenchidos por sedimentos e, ao longo do tempo, a drenagem foi ganhando a organização atual.
    (Geografia do Brasil, Ross Jurandyr (org), Edusp- 2008)

    Assinale a alternativa que apresenta o comentário CORRETO sobre o que foi dito no texto acima.
    Escolha uma alternativa para a questão 6228a3ef-b0