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Coesão e coerênciaUERJ · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos

SARAH AZOUBEL e BIA GUIMARÃES
Adaptado de cienciafundamental.blogfolha.uol.com.br, 05/12/2020.
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SARAH AZOUBEL e BIA GUIMARÃES
Adaptado de cienciafundamental.blogfolha.uol.com.br, 05/12/2020.


SARAH AZOUBEL e BIA GUIMARÃES
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SARAH AZOUBEL e BIA GUIMARÃES
Adaptado de cienciafundamental.blogfolha.uol.com.br, 05/12/2020.


u e que conta 217 quadrados coloridos, conforme a figura 3. Já para a terceira contagem, utiliza lado
u e conta 800 quadrados coloridos, conforme figura 4.

u2,então a diferença entre a área obtida pelo pesquisador, na terceira contagem, e a área exata é de
u2. Leia o texto a seguir.
Uma floresta de fósseis de árvores com cerca de 290 milhões de anos foi descoberta em Ortigueira, Paraná. Em novembro de 2018, foi identificado o grupo de mais de 150 licófitas, plantas quase completamente extintas, em pé, em posição de vida, perpendiculares às camadas de rocha. As árvores nesta posição são comuns na América do Norte. Na América do Sul florestas semelhantes foram descobertas em apenas outros dois lugares: na Patagônia argentina e no Rio Grande do Sul. Em Ortigueira, a surpresa foi ainda maior por conta da boa preservação das estruturas.
O achado foi publicado pela pesquisadora Thammy Mottin, doutoranda da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

jornaldooeste.com.br
Sobre Geografia e História do Paraná, considere as afirmativas a seguir.
I. Ortigueira foi ocupada no século XIX por empresas colonizadoras estrangeiras, interessadas na extração de riquezas da mata dos cocais localizada às margens do rio Tibagi.
II. Os continentes que compunham o Gondwana apresentam discrepância quanto às rochas que contêm fósseis de flora e de fauna, impossibilitando correlacionar os subcontinentes formadores do Gondwana.
III. O segundo planalto paranaense foi ocupado no século XVIII a partir de postos de tropas que se dirigiam a Sorocaba-SP conduzindo muares; nesta rota, surgiram, entre outras cidades, Castro, Ponta Grossa e Tibagi.
IV. No final da Era Paleozoica, há 250 milhões de anos, quando viviam as licófitas de Ortigueira, havia um único bloco continental, denominado Pangeia, que começou a se fragmentar e dar forma aos continentes atuais.
Assinale a alternativa correta.

Leia o texto a seguir.
Foi então que uns brancos muito legais convidaram a gente para uma festa deles, dizendo que era pra gente também. Negócio de livro sobre a gente. [...] Chamaram até pra sentar na mesa onde eles tavam sentados, fazendo discurso bonito, dizendo que a gente era oprimido, discriminado, explorado [...] E a gente foi sentar lá na mesa. Só que tava tão cheia que não deu pra gente sentar junto com eles. [...] Eles tavam tão ocupados, ensinando um monte de coisa pro crioléu da plateia, que nem repararam que se apertasse um pouco até dava pra abrir um espaçozinho e todo mundo sentar junto na mesa. Mas a festa foram eles que fizeram, e a gente não podia bagunçar com essa de chega pra cá, chega pra lá. [...] Onde já se viu? Se eles sabiam da gente mais do que a gente mesmo? Se tavam ali, na maior boa vontade, ensinando uma porção de coisa pra gente da gente?
GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo afro-latino-americano: ensaios, intervenções e diálogos. Rio de Janeiro: Zahar. Kindle ed.
Lélia Gonzalez escreve este ensaio no que ela denomina pretuguês, que seria uma africanização da língua portuguesa brasileira e meio de resistência pela fala, para denunciar a violência epistemológica decorrente da colonização. Essa crítica envolve o modo como construímos conheci mento do mundo social, a relação de poder entre diferentes formas de conhecimento e a relação entre sujeito e objeto do conhecimento.
Com base no texto e nos conhecimentos sobre epistemologias e teorias sociais, assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir.
Não há, pois, dúvida alguma de que sou, se ele me engana; e, por mais que me engane, não poderá jamais fazer com que eu nada seja, enquanto eu pensar ser alguma coisa. De sorte que, após ter pensado bastante nisso e ter examinado cuidadosamente todas as coisas, cumpre enfim concluir e ter por constante que esta proposição, eu sou, eu existo, é necessariamente verdadeira todas as vezes que a enuncio ou que a concebo em meu espírito.
DESCARTES, René. Meditações. Tra. de J. Guinsburg e Bento
Prado Júnior. São Paulo: Nova Cultural, 1996. p. 267.
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a filosofia de Descartes, assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir.
Por isso, para o arredondar, como que por meio de um torno, deu-lhe uma forma esférica, cujo centro está à mesma distância de todos os pontos do extremo envolvente– e de todas as figuras é essa a mais perfeita e semelhante a si própria [...]. Então, pensou em construir uma imagem móvel da eternidade, e, quando ordenou o céu, construiu, a partir da eternidade que permanece uma unidade, uma imagem eterna que avança de acordo com o número; é aquilo a que chamamos tempo.
PLATÃO, Timeu 33b e 37e. In Timeu- Crítias. Tradução, introdução, notas e índices de Rodolfo Lopes. Coimbra: CECH/FCT, 2011. p. 102 e p. 109.

Modelo de cosmo pitagórico, adotado por Platão.
aulasdefisica.com
No texto, Platão descreve a ação do Demiurgo, divindade responsável pelo surgimento do cosmo/universo e do tempo.
Com base na figura, no texto e nos conhecimentos sobre Platão, considere as afirmativas a seguir.
I. O tempo, para Platão, é incriado, sendo o cosmo geométrico e a Terra, achatada.
II. O modelo de universo de Platão é esférico, por ser considerado o mais belo e perfeito.
III. O universo, para Platão, tem como modelo aquilo que é eterno e perfeito: as ideias ou formas.
IV. O tempo surge junto com o cosmo, como imagem, em movimento, da eternidade.
Assinale a alternativa correta.
= 21, assinale
a alternativa que apresenta, correta e aproximadamente,
quanto tempo, em anos, Daniel passou fora da Terra do
ponto de vista de uma pessoa que ficou na Terra e do ponto
de vista dele, respectivamente.Leia o texto a seguir.
O mito opõe-se ao logos, como a fantasia opõe-se à razão e a palavra que relata à que demonstra. Logos e mythos são as duas metades da linguagem, duas funções igualmente fundamentais da vida do espírito. O logos, sendo um raciocínio, pretende convencer; ele provoca em quem ouve a necessidade de fazer um julgamento. O logos é verdadeiro se for correto e conforme à “lógica”; é falso se dissimular algum embuste secreto (um “sofisma”). Mas o “mito” não tem outro fim senão ele mesmo. Quer se acredite nele ou não, ao bel-prazer, por um ato de fé, quer seja considerado “belo” ou verossímil, ou simplesmente porque se deseja acreditar nele. O mito se vê, assim, atraindo a sua volta toda a parte irracional do pensamento humano: ele é, pela própria natureza, aparentado da arte em todas as suas criações.
GRIMAL, Pierre. Mitologia Grega. Trad. de Rejane Janowitzer. Porto Alegre, RS: L&PM, 2013. p. 8.
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o surgi mento da Filosofia na Grécia Antiga, assinale a alternativa correta.





no lado A do tubo, há passagem do solvente do lado B para o lado A através da
membrana semipermeável, processo este chamado de
osmose.
, a pressão externa exercida no
lado B do tubo para manter o líquido no mesmo nível
em ambos os lados do tubo, deve ser maior que a pressão osmótica.
a 298 K adicionada no lado A do tubo é relativamente maior que a de uma solução de C6H12O6 (glicose) na mesma concentração e temperatura. 
- Jaider Esbell em performance na exposição “Apresentação: Ruku” na Galeria Millan, em São Paulo. 2021. Foto: Renata Chebel / Galeria Millan.
Disponível em: artebrasileiros.com.br; 2- A descida da pajé Jenipapo do reino das medicinas– Jaider Esbell (2021), acrílica e posca sobre tela, 111 x 160 cm.
Disponível em: premiopipa.com; 3- Esquema do fruto de jenipapo.
Falecido recentemente, Jaider Esbell (1979-2021), artista e curador indígena da etnia Makuxi, assumiu um papel central para a consolidação da Arte Indígena Contemporânea no Brasil. Meses antes de sua morte, expôs cerca de 60 obras, em uma produção que combinou pintura, escrita, desenho, instalação e performance para entrelaçar discussões entre cosmologias, narrativas míticas originárias, espiritualidade, críticas à cultura hegemônica e preocupações socioambientais. A exposição buscou ser mais do que uma introdução aos saberes dos povos originários, configurando-se como um convite para o diálogo e para uma nova forma de enxergar o mundo. Esbell debruçou-se sobre as visões em torno da árvore-pajé, Jenipapo ou Ruku, da qual se produz a tinta natural aplicada por povos indígenas em pinturas corporais e utilizada em cerimônias rituais. De coloração azul escuro, a tinta é extraída do mesocarpo e endocarpo de frutos verdes. O jenipapo é um angiosperma funcionalmente dioico que pertence à família Rubiaceae, caracterizado por apresentar fruto tipo indeiscente, cor amarelo-alaranjado, com epicarpo pardo e aroma intenso. O conhecimento dos organismos quanto à morfossistemática biológica moderna enfatiza as relações filogenéticas das espécies, diferente da classificação dos povos tradicionais, que agrupam as espécies com base em seus usos e propriedades.
Adaptado de: galeriamillan.com.br

- Jaider Esbell em performance na exposição “Apresentação: Ruku” na Galeria Millan, em São Paulo. 2021. Foto: Renata Chebel / Galeria Millan.
Disponível em: artebrasileiros.com.br; 2- A descida da pajé Jenipapo do reino das medicinas– Jaider Esbell (2021), acrílica e posca sobre tela, 111 x 160 cm.
Disponível em: premiopipa.com; 3- Esquema do fruto de jenipapo.
Falecido recentemente, Jaider Esbell (1979-2021), artista e curador indígena da etnia Makuxi, assumiu um papel central para a consolidação da Arte Indígena Contemporânea no Brasil. Meses antes de sua morte, expôs cerca de 60 obras, em uma produção que combinou pintura, escrita, desenho, instalação e performance para entrelaçar discussões entre cosmologias, narrativas míticas originárias, espiritualidade, críticas à cultura hegemônica e preocupações socioambientais. A exposição buscou ser mais do que uma introdução aos saberes dos povos originários, configurando-se como um convite para o diálogo e para uma nova forma de enxergar o mundo. Esbell debruçou-se sobre as visões em torno da árvore-pajé, Jenipapo ou Ruku, da qual se produz a tinta natural aplicada por povos indígenas em pinturas corporais e utilizada em cerimônias rituais. De coloração azul escuro, a tinta é extraída do mesocarpo e endocarpo de frutos verdes. O jenipapo é um angiosperma funcionalmente dioico que pertence à família Rubiaceae, caracterizado por apresentar fruto tipo indeiscente, cor amarelo-alaranjado, com epicarpo pardo e aroma intenso. O conhecimento dos organismos quanto à morfossistemática biológica moderna enfatiza as relações filogenéticas das espécies, diferente da classificação dos povos tradicionais, que agrupam as espécies com base em seus usos e propriedades.
Adaptado de: galeriamillan.com.br
Com base nos conhecimentos sobre morfossistemática vegetal e filogenia, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) O grupo dos angiospermas é caracterizado pela ausência de estrutura protetora das sementes.
( ) As criptógamas, grupo ao qual pertence o jenipapo, são caracterizadas pela presença de vasos condutores de seiva.
( ) Em termos filogenéticos, é viável pesquisar plantas da mesma família do jenipapo em busca de compostos medicinais semelhantes aos produzidos por esta planta.
( ) Como os organismos são agrupados com base em seu parentesco, todas as espécies do gênero Genipa pertencem à família Rubiaceae.
( ) As fanerógamas agrupam Gimnospermas e Angiospermas, caracterizadas pela presença de sementes.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.