Questões do ENEM 2008

Questões aplicadas na prova de 2008, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

952 questões encontradas. Mostrando a página 9 de 48.

  • C4528D0F-E1

    Matemática

    Análise Combinatória em Matemática
    Universidade Católica de Pelotas · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em uma turma de dez estudantes quatro serão selecionados para uma excursão. Dois dos dez são marido e mulher e só irão juntos, então o número de maneiras que o grupo de 4 poderá ser formado é:
    Escolha uma alternativa para a questão c4528d0f-e1
  • C44BB787-E1

    Física

    Cargas Elétricas e Eletrização
    Universidade Católica de Pelotas · 2008DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Duas esferas condutoras A e B de raios RA > RB são RASCUNHO dispostas de tal modo que o centro de uma coincide com o centro da outra, isoladas entre si e de qualquer outro corpo. A esfera externa A é eletrizada positivamente, com uma carga “Q” e a interna está neutra. Por meio de um condutor faz-se a ligação entre as esferas A e B. Sobre o experimento podemos afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão c44bb787-e1
  • C447C9B8-E1

    Física

    Campo e Força Magnética
    Universidade Católica de Pelotas · 2008DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Considere as afirmações abaixo:

    I. Se um elétron penetra em um campo magnético uniforme, com velocidade paralela ao campo sua trajetória é retilínea e o movimento uniforme.
    II. Se um elétron penetra em um campo elétrico uniforme, com velocidade normal ao campo, sua trajetória é parabólica.
    III. Se um elétron penetra num campo elétrico uniforme, com velocidade paralela ao campo e no mesmo sentido do campo, sua trajetória é reta e o movimento uniformemente acelerado.
    IV. Se um elétron penetra num campo magnético uniforme, com velocidade perpendicular ao campo, sua trajetória é uma circunferência e o movimento é uniforme.
    V. Se um elétron penetra num campo elétrico uniforme, com velocidade paralela ao campo e no mesmo sentido do campo, sua trajetória é reta e o movimento uniformemente retardado.

    É (são) correta(s
    Escolha uma alternativa para a questão c447c9b8-e1
  • C444E17C-E1

    Física

    Espelhos Esféricos
    Universidade Católica de Pelotas · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos
    Um estudante, desejando queimar um pedaço de papel, usando a luz solar, necessita concentrá-la num ponto. Para conseguir seu objetivo, ele deverá usar
    Escolha uma alternativa para a questão c444e17c-e1
  • C4416CF8-E1

    Física

    Estática e Hidrostática
    Universidade Católica de Pelotas · 2008DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Numa piscina de profundidade 3,0 m, cheia de água, são imersas duas esferas metálicas A e B de materiais diferentes e de mesmo peso. A esfera A é suspensa 2,5 m abaixo da superfície livre da água e a B a 1,0 m. Podemos afirmar que a intensidade do empuxo que a água exerce nas esferas
    Escolha uma alternativa para a questão c4416cf8-e1
  • C43E7995-E1

    Física

    Ondas e Propriedades Ondulatórias
    Universidade Católica de Pelotas · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos
    Uma onda periódica, propagando-se numa corda, percorre 300 cm em 5,0 s. A distância entre duas cristas sucessivas de onda é 30 cm. O comprimento de onda e o período dessa onda são respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão c43e7995-e1
  • C43A50BB-E1

    Física

    1ª Lei da Termodinâmica
    Universidade Católica de Pelotas · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Uma certa quantidade de gás perfeito evolui de um estado “i” para um estado “f”, de acordo com o diagrama (pressão) x (volume) representado.

    Imagem da questão de Física, da prova de 2008


    Com base nesse gráfico, podemos afirmar que
    I. a energia interna do gás no estado “f” é menor do que no estado “i”.
    II. o trabalho realizado pelo gás na transformação é nulo.
    III. a variação de energia interna na transformação é nula.
    IV. ao sofrer a transformação o gás não troca calor com a vizinhança.
    V. o gás recebe calor da vizinhança para realizar essa transformação.

    É(são) correta(s)
    Escolha uma alternativa para a questão c43a50bb-e1
  • C4342B5D-E1

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Católica de Pelotas · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre João Simões Lopes Neto e sua obra, analise as afirmações seguintes como FALSAS (F) ou VERDADEIRAS (V).

    I. Não podemos estudar a obra de Simões Lopes Neto sem nos reportarmos à questão do regionalismo, utilizado essencialmente em sua linguagem e que apresenta traços marcantes de uma proposta de educação voltada para a solidariedade, entre outras virtudes.
    II. Podemos afirmar que ele foi um grande coletor de lendas e casos do imaginário gaúcho.
    III. o aspecto primordial de sua obra é a exploração dos conflitos vivenciados pelo gaúcho, que são situações, na verdade, experimentadas por todos os homens e, nesse sentido, Simões Lopes Neto torna-se universal.

    A opção correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão c4342b5d-e1
  • C4315FE2-E1

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Católica de Pelotas · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a única opção correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c4315fe2-e1
  • C42E2000-E1

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Católica de Pelotas · 2008Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Para o teste seguinte, analise as afirmativas e assinale a opção correta.

    I. Castro Alves escreveu poesias que mostram uma libertação do egocentrismo absoluto, abrindo-se para a compreensão dos problemas sociais e expressando sua indignação contra as tiranias e opressões.
    II. Francisco Lobo da Costa, em sua obra, luta por uma sociedade mais justa e sem preconceitos.
    III. Castro Alves, em sua poesia lírico-amorosa, não ousa mostrar uma mulher em carne e osso, envolta por um clima de erotismo e sensualidade.
    IV. Lobo da Costa, descrente da vida, incapaz de superar as adversidades, conta, em sua poesia lírico-amorosa, seus sentimentos e seus sonhos frustrados.
    Escolha uma alternativa para a questão c42e2000-e1
  • C42AF3F9-E1

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Universidade Católica de Pelotas · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.

    ANGELINA

    I

        A mão de Deus passou de leve pelos seus cabelos loiros e ela adormeceu. 
        Ao pé de sua alcova, nesse dia de luto e de tristeza para os de sua casa, as roseiras amareleciam e finavam também com saudade. 
        Era quase noite... a lua pálida, como um cadáver, surgia através da montanha, atirando os primeiros raios à cabeceira da morta.

    II
        Angelina expirara com um sorriso a brincar-lhe na boca cor de rosa.
        É assim que emurchece a campainha dos vales; é assim que morre a abelha que não lhe encontra no seio o último favo de mel.
        A alma da criança voara de seus lábios sorrindo e parecia adejar ainda em torno daquela cabeça emoldurada em ouro.
        É que as almas das moças bonitas são como as mariposas da noite, amam as rosas mesmo depois que se esfolham. 

    III
    Pobre Angelina!
        E a dor prostrara a todos naquela casa, porque ninguém supunha que ela morresse; tão linda que era, tão cheia de vida!
        A família não se animara a vê-la no leito de defunta.
        Apenas de joelhos junto à cabeceira, chorava uma pobre escrava que a trouxera aos peitos, quando pequena, e chorava com a eloqüência dessas agonias maternais que não se explicam.

    IV 

        E a Nhan-nhanzinha já não podia ouvir o soluçar de sua negra velha!
        Era em vão que as lágrimas caíam sobre as mãos frias da criança; o sono dos que vão para o céu é tão suave que os próprios espíritos aprazem-se em fazê-lo eterno! 


        E quando, no outro dia, o esquife saiu, a pobre escrava deixava cair sobre a mortalha fria de Angelina um ramo de cravos brancos, que fora arrancar no jardim.

    VI 

        A ponte desceu... os convidados voltaram... e a menina ficou na sua cova do cemitério velho.
        Nunca mais a alegria voltou à estância.
      Durante um ano e mais, os escravos supersticiosos imaginavam ver a figura branca e vaporosa de Nhannhanzinha, altas horas da noite, voltear sorrindo por entre as cravinas e as rosas do canteiro grande ao pé da casa!

    VII

        Mas, o certo foi que, sobre a sepultura da menina, nasceram muitos cravos brancos e perfumosos, cuja essência agreste e divina embalsama o leito de mármore dos que ali dormem...     Ainda hoje mesmo, as borboletas, que perpassam pelo ninho daquelas flores, parecem ser o espírito de Angelina que se lembra, com saudade, da casa onde nasceu e para onde nunca mais voltará!

    LOBO DA COSTA, Francisco. Angelina. Arauto das Letras, 8 de outubro de 1882.

    Em “Angelina expirara com um sorriso...” (parte II, linha 1), o verbo está flexionado no
    Escolha uma alternativa para a questão c42af3f9-e1
  • C4270FDF-E1

    Português

    Sintaxe
    Universidade Católica de Pelotas · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.

    ANGELINA

    I

        A mão de Deus passou de leve pelos seus cabelos loiros e ela adormeceu. 
        Ao pé de sua alcova, nesse dia de luto e de tristeza para os de sua casa, as roseiras amareleciam e finavam também com saudade. 
        Era quase noite... a lua pálida, como um cadáver, surgia através da montanha, atirando os primeiros raios à cabeceira da morta.

    II
        Angelina expirara com um sorriso a brincar-lhe na boca cor de rosa.
        É assim que emurchece a campainha dos vales; é assim que morre a abelha que não lhe encontra no seio o último favo de mel.
        A alma da criança voara de seus lábios sorrindo e parecia adejar ainda em torno daquela cabeça emoldurada em ouro.
        É que as almas das moças bonitas são como as mariposas da noite, amam as rosas mesmo depois que se esfolham. 

    III
    Pobre Angelina!
        E a dor prostrara a todos naquela casa, porque ninguém supunha que ela morresse; tão linda que era, tão cheia de vida!
        A família não se animara a vê-la no leito de defunta.
        Apenas de joelhos junto à cabeceira, chorava uma pobre escrava que a trouxera aos peitos, quando pequena, e chorava com a eloqüência dessas agonias maternais que não se explicam.

    IV 

        E a Nhan-nhanzinha já não podia ouvir o soluçar de sua negra velha!
        Era em vão que as lágrimas caíam sobre as mãos frias da criança; o sono dos que vão para o céu é tão suave que os próprios espíritos aprazem-se em fazê-lo eterno! 


        E quando, no outro dia, o esquife saiu, a pobre escrava deixava cair sobre a mortalha fria de Angelina um ramo de cravos brancos, que fora arrancar no jardim.

    VI 

        A ponte desceu... os convidados voltaram... e a menina ficou na sua cova do cemitério velho.
        Nunca mais a alegria voltou à estância.
      Durante um ano e mais, os escravos supersticiosos imaginavam ver a figura branca e vaporosa de Nhannhanzinha, altas horas da noite, voltear sorrindo por entre as cravinas e as rosas do canteiro grande ao pé da casa!

    VII

        Mas, o certo foi que, sobre a sepultura da menina, nasceram muitos cravos brancos e perfumosos, cuja essência agreste e divina embalsama o leito de mármore dos que ali dormem...     Ainda hoje mesmo, as borboletas, que perpassam pelo ninho daquelas flores, parecem ser o espírito de Angelina que se lembra, com saudade, da casa onde nasceu e para onde nunca mais voltará!

    LOBO DA COSTA, Francisco. Angelina. Arauto das Letras, 8 de outubro de 1882.

    A função sintática da expressão sublinhada em “E a dor prostrara a todos naquela casa...” (parte III, linha 2) é
    Escolha uma alternativa para a questão c4270fdf-e1
  • C41FD241-E1

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Católica de Pelotas · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.

    ANGELINA

    I

        A mão de Deus passou de leve pelos seus cabelos loiros e ela adormeceu. 
        Ao pé de sua alcova, nesse dia de luto e de tristeza para os de sua casa, as roseiras amareleciam e finavam também com saudade. 
        Era quase noite... a lua pálida, como um cadáver, surgia através da montanha, atirando os primeiros raios à cabeceira da morta.

    II
        Angelina expirara com um sorriso a brincar-lhe na boca cor de rosa.
        É assim que emurchece a campainha dos vales; é assim que morre a abelha que não lhe encontra no seio o último favo de mel.
        A alma da criança voara de seus lábios sorrindo e parecia adejar ainda em torno daquela cabeça emoldurada em ouro.
        É que as almas das moças bonitas são como as mariposas da noite, amam as rosas mesmo depois que se esfolham. 

    III
    Pobre Angelina!
        E a dor prostrara a todos naquela casa, porque ninguém supunha que ela morresse; tão linda que era, tão cheia de vida!
        A família não se animara a vê-la no leito de defunta.
        Apenas de joelhos junto à cabeceira, chorava uma pobre escrava que a trouxera aos peitos, quando pequena, e chorava com a eloqüência dessas agonias maternais que não se explicam.

    IV 

        E a Nhan-nhanzinha já não podia ouvir o soluçar de sua negra velha!
        Era em vão que as lágrimas caíam sobre as mãos frias da criança; o sono dos que vão para o céu é tão suave que os próprios espíritos aprazem-se em fazê-lo eterno! 


        E quando, no outro dia, o esquife saiu, a pobre escrava deixava cair sobre a mortalha fria de Angelina um ramo de cravos brancos, que fora arrancar no jardim.

    VI 

        A ponte desceu... os convidados voltaram... e a menina ficou na sua cova do cemitério velho.
        Nunca mais a alegria voltou à estância.
      Durante um ano e mais, os escravos supersticiosos imaginavam ver a figura branca e vaporosa de Nhannhanzinha, altas horas da noite, voltear sorrindo por entre as cravinas e as rosas do canteiro grande ao pé da casa!

    VII

        Mas, o certo foi que, sobre a sepultura da menina, nasceram muitos cravos brancos e perfumosos, cuja essência agreste e divina embalsama o leito de mármore dos que ali dormem...     Ainda hoje mesmo, as borboletas, que perpassam pelo ninho daquelas flores, parecem ser o espírito de Angelina que se lembra, com saudade, da casa onde nasceu e para onde nunca mais voltará!

    LOBO DA COSTA, Francisco. Angelina. Arauto das Letras, 8 de outubro de 1882.

    Leia as afirmativas a seguir e assinale a opção correta.

    I. O texto transmite ao leitor uma sensação de rancor e ojeriza.
    II. O texto possui sete partes e, na última, fala da superstição dos escravos.
    III. O poema conta o passamento de Angelina.
    Escolha uma alternativa para a questão c41fd241-e1
  • C41CC102-E1

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Católica de Pelotas · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.

    ANGELINA

    I

        A mão de Deus passou de leve pelos seus cabelos loiros e ela adormeceu. 
        Ao pé de sua alcova, nesse dia de luto e de tristeza para os de sua casa, as roseiras amareleciam e finavam também com saudade. 
        Era quase noite... a lua pálida, como um cadáver, surgia através da montanha, atirando os primeiros raios à cabeceira da morta.

    II
        Angelina expirara com um sorriso a brincar-lhe na boca cor de rosa.
        É assim que emurchece a campainha dos vales; é assim que morre a abelha que não lhe encontra no seio o último favo de mel.
        A alma da criança voara de seus lábios sorrindo e parecia adejar ainda em torno daquela cabeça emoldurada em ouro.
        É que as almas das moças bonitas são como as mariposas da noite, amam as rosas mesmo depois que se esfolham. 

    III
    Pobre Angelina!
        E a dor prostrara a todos naquela casa, porque ninguém supunha que ela morresse; tão linda que era, tão cheia de vida!
        A família não se animara a vê-la no leito de defunta.
        Apenas de joelhos junto à cabeceira, chorava uma pobre escrava que a trouxera aos peitos, quando pequena, e chorava com a eloqüência dessas agonias maternais que não se explicam.

    IV 

        E a Nhan-nhanzinha já não podia ouvir o soluçar de sua negra velha!
        Era em vão que as lágrimas caíam sobre as mãos frias da criança; o sono dos que vão para o céu é tão suave que os próprios espíritos aprazem-se em fazê-lo eterno! 


        E quando, no outro dia, o esquife saiu, a pobre escrava deixava cair sobre a mortalha fria de Angelina um ramo de cravos brancos, que fora arrancar no jardim.

    VI 

        A ponte desceu... os convidados voltaram... e a menina ficou na sua cova do cemitério velho.
        Nunca mais a alegria voltou à estância.
      Durante um ano e mais, os escravos supersticiosos imaginavam ver a figura branca e vaporosa de Nhannhanzinha, altas horas da noite, voltear sorrindo por entre as cravinas e as rosas do canteiro grande ao pé da casa!

    VII

        Mas, o certo foi que, sobre a sepultura da menina, nasceram muitos cravos brancos e perfumosos, cuja essência agreste e divina embalsama o leito de mármore dos que ali dormem...     Ainda hoje mesmo, as borboletas, que perpassam pelo ninho daquelas flores, parecem ser o espírito de Angelina que se lembra, com saudade, da casa onde nasceu e para onde nunca mais voltará!

    LOBO DA COSTA, Francisco. Angelina. Arauto das Letras, 8 de outubro de 1882.

    Na parte V, linha 1, a palavra “esquife” só não pode ser entendida como

    Escolha uma alternativa para a questão c41cc102-e1
  • 41055603-DF

    Química

    Grandezas: massa, volume, mol, massa molar, constante de Avogadro e Estequiometria.
    UNIR · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    As reações exotérmicas envolvidas no metabolismo de açúcares durante a respiração é a principal fonte de energia para os animais. A combustão da sacarose (açúcar usado no dia-a-dia) leva à formação de gás carbônico e água de acordo com a equação química não balanceada:

    C12H22O11(s) + O2(g) ⟶ CO2(g) + H2O(l) + energia

    Nas condições normais de temperatura e pressão, o volume de CO2 produzido, como resultado da queima de 6,84 g de sacarose, é aproximadamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 41055603-df
  • 4101023F-DF

    Química

    Fórmulas, Balanceamento e Leis ponderais das reações químicas
    UNIR · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    A Química é uma ciência que trabalha em três níveis: o macroscópico, o microscópico e o das representações. Neste último nível, estão as fórmulas, os símbolos e as equações químicas que facilitam a comunicação e a explicação que utiliza esta linguagem científica. Sobre o nível das representações, assinale a afirmativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 4101023f-df
  • 40FA8BEA-DF

    Química

    Principais Funções Orgânicas: Funções Oxigenadas: Cetona, Aldeído, Éter, Éster, Ácido Carboxílico, Anidrido Orgânico e Cloreto de Ácido.
    UNIR · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Uma droga muito utilizada dita “droga lícita” é o álcool que atua na diminuição das transmissões dos sinais nervosos. É uma droga depressora do sistema nervoso central, provocando distúrbios nas percepções e nas habilidades do usuário. Quimicamente, o álcool é uma função orgânica representada pela fórmula geral R – CH2 – OH. Analise a seqüência simplificada do metabolismo do álcool no organismo humano.

    Imagem da questão de Química, da prova de 2008

    A partir dessas informações, assinale a alternativa que apresenta os nomes dos compostos orgânicos em cada etapa, respectivamente.
    Escolha uma alternativa para a questão 40fa8bea-df
  • 40F74706-DF

    Química

    Principais Funções Orgânicas: Funções Nitrogenadas: Amina, Amida, Nitrila, Isonitrila e Nitro Composto.
    UNIR · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Uma substância que possui odor precisa ter certas características para ser capaz de provocar alterações sensoriais nos seres humanos, como apresentar alguma solubilidade em água, pressão de vapor considerável, lipofilicidade e massa molar que não ultrapasse 294 g/mol. Substâncias com odor de peixe, por exemplo, podem ter um átomo de nitrogênio ligado a três outros átomos, com um par eletrônico não-ligante. Assinale a alternativa em que as três substâncias apresentadas possuem essas características.
    Escolha uma alternativa para a questão 40f74706-df
  • 40F3A9D5-DF

    Química

    Substâncias e suas propriedades
    UNIR · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos
    Considere os pontos de fusão (PF) e de ebulição (PE) das seguintes substâncias:

    Imagem da questão de Química, da prova de 2008

    Analisando os dados da tabela e considerando 28° C e 1 atm, pode-se afirmar que o estado físico de cada substância é, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 40f3a9d5-df