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Instituição

Questões: Universidade Federal de Uberlândia (UFU-MG) — com gabarito

700 questões de Universidade Federal de Uberlândia (UFU-MG), de 2006 a 2026. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 700 questões
  • 10 provas

Resultados: 224 questões

Página 1 de 12

  • Linguagens

    Inglês

        Every year, 6.5 million dogs, cats, and other former pets are abandoned or lost and enter shelters. But of all these animals, only 3.2 million are adopted and many see shelters again after less than a year of finding a new home.

        Deciding to adopt a pet is an enormous responsibility. As such, many people choose to foster these pets as the shelters search for a permanent home. If you yourself choose to adopt permanently, be sure you are financially stable enough to support a living creature, have enough space for the pet to be comfortable, and that all other living creatures in the house (other pets, children, adults) are willing for such a big change.

        With publicly available data from the American Society for the Prevention of Cruelty to Animals, the Humane Society and People for the Ethical Treatment of Animals, we can better understand the unfortunate circumstances so many pets find themselves in, to better improve their short lives.


    Disponível em: https://www.thezebra.com. Acesso em: 9 dez. 2025.


    De acordo com o texto, o que deve ser considerado por alguém interessado na adoção de um animal de estimação?  
    Escolha uma alternativa para a questão 1fd033de-89
  • Linguagens

    Inglês

        Obesity is an epidemic that represents a public health challenge. According to the World Obesity Atlas 2025, the total number of adults living with obesity is expected to increase by more than 115% between 2010 and 2030, rising from 524 million to 1.13 billion. The scenario is even more concerning because most countries worldwide lack sufficient plans and policies to address rising obesity levels.

        It is in this context that the so-called “weight-loss pens” are gaining increasing traction. These are injectable medications that mimic the action of the intestinal hormone GLP-1 (and, in some cases, also GIP), increasing satiety and improving glycemic control. Initially developed for the treatment of type 2 diabetes, these drugs are also now among the main approved therapies for obesity treatment.

         GLP-1 agonists are medications that mimic the action of the body’s natural hormone called GLP-1 (glucagon‐like peptide‐1), which plays a role in blood sugar control. They bind to receptors on cells – like fitting into a “lock” – and activate these receptors to produce effects similar to those the hormone itself would cause. This is the case with semaglutide.

        Dual agonists work similarly but act on two different receptors simultaneously: in addition to GLP-1, they also act on GIP, an acronym for gastric inhibitory polypeptide. This is the case with tirzepatide, which acts on the brain and gastrointestinal tract to reduce appetite, increase satiety, and slow gastric emptying.

        Although effective for weight loss, the rapid weight reduction promoted by these medications is not limited to the loss of body fat. Part of the weight lost can also come from lean mass, which is composed of muscles, bones, and organs.


    Disponível em: https://myminerva.minervafoods.com. Acesso em: 9 dez. 2025.


    Com base no texto, analise as asserções. 


    I. De acordo com o Atlas Mundial da Obesidade de 2025, estima-se que os índices de obesidade terão mais que o dobro do crescimento entre 2010 e 2030.

    II. A maioria dos países possui estratégias e políticas eficazes para combater as crescentes taxas de obesidade.

    III. As chamadas “canetas emagrecedoras” atuam na mimetização dos hormônios do intestino, tais como o GLP-1 e, em alguns casos, o GIP.

    IV. Os agentes agonistas ou imitadores, tais como a tirzepatida, atuam em dois receptores hormonais simultaneamente.

    V. A perda de peso causada por esses medicamentos impacta na diminuição da gordura corporal e não reduz a massa magra.


    Assinale a alternativa que apresenta apenas asserções corretas. 
    Escolha uma alternativa para a questão 1fcd6149-89
  • Linguagens

    Português

    Texto I


        Atualmente, estamos enfrentando a questão das inteligências artificiais (IAs), particularmente em seu uso como companheiras digitais ou como mediadoras de psicoterapias.

        Em um curto período, já podemos perceber seu impacto, transformando a maneira pela qual os jovens aprendem e se relacionam. IAs podem oferecer suporte imediato, auxiliar na organização de informações e até servir como uma ponte para a expressão emocional de jovens em sofrimento psíquico ou com dificuldades de socialização.


    Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/letra-de-medico/o-dilema-das-companhias-artificiais-na-adolescencia/. Acesso em: 13 nov. 2025. 


    Texto II 


        Alicie Camargo, publicitária de 27 anos, conta que usa o ChatGPT em momentos de ansiedade. Ela avalia que a interação é em geral positiva — por exemplo quando a ferramenta a ajuda a acertar o tom de uma mensagem que deseja enviar a alguém e não sabe como, quando indica exercícios de respiração em momentos de crise e quando aponta algo que ela não enxergaria sozinha em uma situação.

        "Mas eu entendo as limitações", diz ela, citando sugestões oferecidas pela IA que não condizem com a sua personalidade. "Se o problema for cobrar alguém, óbvio que ele [ChatGPT] vai dar a solução de cobrar a atitude, mas emocionalmente eu não estaria pronta para isso. Então o conselho não me serviu de nada." [...]

        L., jornalista e redatora publicitária de 21 anos que não quis se identificar, conta que conseguiu contornar o problema das respostas genéricas da tecnologia de forma prática [...] ela diz que desenvolveu técnicas para aprimorar os comandos e, consequentemente, as respostas do robô.

         A jovem começou a usar o chatbot para suporte emocional durante um período de luto, após a psicóloga com quem se consultava havia cinco anos morrer. Ela diz ser consciente dos riscos que a IA pode trazer, mas conta que na época foi o único recurso que se via capaz de utilizar, já que não conseguia procurar outro terapeuta. Depois de quatro meses usando a ferramenta, L. diz que se sentiu bem o suficiente para procurar tratamento psicológico e psiquiátrico, retomado há três meses.


    Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/01/pessoas-buscam-inteligencia-artificial-para-conversar-e-aliviarsofrimento-psiquico.shtml. Acesso em: 6 jan. 2026. 


    Considerando o uso de estratégias argumentativas, assinale a alternativa que evidencia a correta relação entre os textos. 
    Escolha uma alternativa para a questão 1fb32f10-89
  • Linguagens

    Literatura

        Quando morei na Lapa, um dia que atravessava o passeio público, ouvi que me chamavam: “Manuel!” Olhei para trás, havia uns vagos sujeitos nos bancos, nenhum veio ter comigo, continuei o meu caminho. Soube muito tempo depois que quem me tinha chamado havia sido ninguém menos do que Mario Quintana, o meu querido e admirado, lido e relido poeta gaúcho Mario Quintana, que nunca tivera a fortuna de “avistar” e não conhecia nem de fotografia. [...]

        "Sapato Florido". Uma história em três linhas. "Uma formiguinha atravessa, em diagonal, a página ainda em branco. Mas ele, aquela noite, não escreveu nada. Para quê? Se por ali já havia passado o frêmito e o mistério da vida…" A poesia, para Quintana, é isso: o frêmito e o mistério da vida. Em todos os quintanares se sente que passou a formiguinha.

        Já transcrevi duas coisas do "Sapato Florido". Poderia transcrever muitas outras, quase todas. É o livro de Quintana em que talvez haja mais o "humour" quintanesco, tão impregnado de ternura, de "far niente", de pueris milagres.


    Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/folha-105-anos/2025/11/manuel-bandeira-escreveu-sobre-a-obra-e-a-timidez-de-marioquintana.shtml. Acesso em: 28 nov. 2025.


    Sobre as expressões em negrito no texto, assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão 1fb09357-89
  • Linguagens

    Português

    Leia o recorte do artigo a seguir para responder à questão.


        Tem dias em que ele só aceita comer a comida se for no prato azul. Em outros, ele não quer comer. Daí ele pede para ver TV ou usar o iPad, mas bem na hora de dormir. E quando ouve "não" dos pais, começa a bater e atirar os brinquedos longe, chora desesperadamente e se joga no chão. Depois, ele reluta em entrar no banho e, quando entra, reluta em sair.
        
        Birras e situações desse tipo se tornam rotina na vida de pais de crianças que se aproximam dos dois anos de idade, quando começa a fase apelidada de "adolescência dos bebês".

        E eis que esses pais, que estavam se acostumando a um bebê que aceitava quase tudo passivamente, se veem surpreendidos por uma criança cheia de vontades e pronta para abrir o berreiro ao ser contrariada.

        A boa notícia é que isso não só é normal, mas uma parte crucial do desenvolvimento da criança. E o aprendizado que ela terá nessa idade ajudará a moldar a forma como ela lida com seus sentimentos na vida adulta.

        A segunda boa notícia é que há muitas formas inteligentes de lidar com esses comportamentos, desde que os pais se armem de estratégias e de (muita!) paciência.


    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c983d18pqmmo. Acesso em: 07 fev. 2025.(Fragmento)


    Com base no texto, considera-se que crianças com dois anos de idade fazem birra porque
    Escolha uma alternativa para a questão 272e6566-32
  • Linguagens

    Literatura

    A Jandaia cantou no alto da palmeira o nome de Iracema
    Lábios de mel, riso mais doce que o jati
    Linda demais, cunhã-porã, itereí¹
    Vou cantar Juremê, Juremê, Juremê
    Vou contar Juremá, Juremá
    Uma história de amor, meu amor
    É o carnaval da Beija-Flor


    A Jandaia cantou no alto da palmeira o nome de Iracema
    Lábios de mel, riso mais doce que o jati
    Linda demais, cunhã-porã, itereí
    Vou cantar Juremê, Juremê, Juremê
    Vou contar Juremá, Juremá
    Uma história de amor, meu amor
    É o carnaval da Beija-Flor


    ¹ moça bonita, gentil

    CLAUDEMIR; MAURIÇÃO; BARCELLOS, Ronaldo et. al. Iracema, a virgem dos lábios de mel. In: LIESA: Sambas de enredo 2017. Universal Music, 2017. 1 CD. Faixa 5. [Intérprete Neguinho da Beija-Flor].


        O fragmento acima consiste em parte do samba-enredo Iracema, a virgem dos lábios de mel apresentado, em 2017, pela escola de samba Beija-Flor de Nilópolis. A letra retoma Iracema de José de Alencar, uma das obras-chave do primeiro Romantismo brasileiro. Assinale a alternativa que indica a relação correta existente entre o samba-enredo, o contexto e a obra literária romântica. 
    Escolha uma alternativa para a questão 0adb06c2-32
  • Linguagens

    Literatura

        As personagens são importantes operadores de leitura de um texto literário, pois elas colocam o enredo de uma história em movimento. Em relação às personagens femininas presentes em diferentes obras literárias, é correto afirmar que em
    Escolha uma alternativa para a questão 0ad840ea-32
  • Linguagens

    Português

    O consumo moderno é, acima de tudo, um artefato histórico, na medida em que suas características atuais são o resultado de vários séculos de profunda mudança social, econômica e cultural no Ocidente.


    McCRACKEN, Grant. Cultura e consumo: novas abordagens ao caráter simbólico dos bens e das atividades de consumo. Rio de Janeiro: MAUAD, 2003. p. 21.


    A expressão negritada tem, no contexto em que aparece, o significado de
    Escolha uma alternativa para a questão 0ac2717c-32
  • Linguagens

    Português

        Com a idade estimada entre 86 e 90 anos, Aruká Jamu, o último falante da língua do povo Juma, morreu de Covid-19 em 17 de fevereiro de 2021 em um hospital de Porto Velho, capital de Rondônia. Sua etnia, que contava com cerca de 15 mil pessoas no século XVIII, foi devastada por doenças e conflitos com seringueiros, madeireiros e garimpeiros. Em 1964, restavam só seis indivíduos Juma e, em 1999, apenas Aruká. Sua primeira mulher morrera em 1996. As quatro filhas, incluindo uma de outro casamento, casaram-se com homens da etnia Uru-euwau-wau. Em 2016, como noticiado no jornal New York Times, Aruká Juma contou ao repórter fotográfico Gabriel Uchida: “Éramos muitos antes que os seringueiros viessem matar todos os Juma”.


    DA EDIÇÃO. Morte de um homem e extinção de uma etnia. Pesquisa FAPESP, São Paulo, FAPESP, Ano 22, n. 322, Abr. 2021. p. 17.


        Com base na leitura do trecho, e considerando que se trata de uma notícia, é INCORRETO afirmar que as datas destacadas em negrito
    Escolha uma alternativa para a questão 0abf5c3e-32
  • Linguagens

    Inglês

        At the University of Tokyo, researchers have bioengineered a robotic finger that is covered in human skin, which is water-repellent and self-healing. Using human skin cells, scientists have successfully created a robotic finger that replicates the real look and feel of human skin. This bioengineered skin was found to be water repellent and self-repairing when harmed with minor abrasions and wounds. The skin's ability to repair itself when injured replicates living organisms' skin. In the recently published journal, the scientists explained that the bioengineered skin was created by first using a mixture of collagen and human dermal fibroblasts. The robotic finger is then submerged into the skin solution to give the body part the realistic look of skin. Shoji Takeuchi, a tissue engineer and lead author of this study, expressed his belief that "living skin is the ultimate solution to give robots the look and touch of living creatures since it is exactly the same material that covers animal bodies." Takeuchi and his colleagues believe that their biohybrid invention could help to create realistic-looking robots that work within the medical care and service industry. The humanlike appearance of these robots is an important piece in ensuring that robots appear approachable. Although the first version of the skin is much weaker than our natural skin and is not able to survive without nutrient baths and waste removal, Professor Takeuchi and his team are hopeful about their research. They plan to address their current issues as well as add in more complex features like sensory neurons, hair, nails, and sweat glands.


    Disponível em: https://www.discovery.com/. Acesso em: 18 Fev. 2024.


    Considering this text on robots and bioengineering, it is INCORRECT to state that
    Escolha uma alternativa para a questão 0a9e7bf6-32
  • Linguagens

    Espanhol

    Pelota valenciana: un deporte olímpico


    Josué Ferrer


               ¿Y por qué no? La pelota, deporte nacional de los valencianos, ha sido históricamente uno de los deportes más grandes del mundo. A pesar de que la burguesía y la intelectualidad valencianas a menudo le han dado la espalda, este glorioso deporte ha sobrevivido a las adversidades gracias a la práctica que de él se ha hecho en muchísimos pueblos de nuestro país. Desde aquí enarbolo mi voz a favor de que se trabaje para promocionar la pelota valenciana de cara a que pueda tener representación en los Juegos Olímpicos (JJOO) pues es un deporte más importante de lo que creemos. Por eso, hay que desterrar los mitos y prejuicios que provienen de la ignorancia y darnos cuenta de que el deporte de pelota reúne grandes condiciones para ser olímpico y de que de hecho se lo merece muchísimo más que otros.
             1. La pelota es un deporte histórico. Llamarle milenario no es exagerar pues se ha jugado, en unas modalidades u otras, desde tiempos inmemoriales en pueblos tan diversos como el egipcio, el japonés o el maya. En ese aspecto la pelota, solamente por historia, merece su condición olímpica mucho más que deportes recientes como fútbol o bolea playa.
              2. No es un deporte de pueblerinos. A pelota han jugado emperadores (Alejandro Magno…), césares (Vespasiano, Alejandro Severo…), reyes (Luis X, Carlos VIII, Francisco I, Enrique IV…), etc. El hecho de que las elites más poderosas de la Tierra hayan disfrutado jugando a pelota le confiere ese toque aristocrático y prestigioso que todo deporte necesita.
             3. La pelota no es propia de ignorantes. Ignorante es quien piense lo contrario pues no sabe que la pelota ha cautivado a los más altos intelectuales. Escritores como Luis Vives, Pedro Calderón de la Barca o Francesc Almela i Vives, pintores como Francisco de Goya o Josep Bru o escultores como Ignasi Pinazo, entre otros, se han interesado por ella.
            4. La pelota no es un deporte minoritario. De hecho, hasta el siglo XVIII fue el deporte más practicado en toda Europa. Y a pesar de la dura competencia de los deportes de masas, la pelota valenciana se encuentra en auge. Atrae cada vez a más críticos, prensa y público. Además cuenta con una proyección internacional con los campeonatos de Europa y del mundo.
          5. Tiene un enorme potencial de expansión. La pelota valenciana se puede jugar prácticamente en cualquier rincón, como por ejemplo la calle. En ese aspecto, a nivel de deporte de base, los niños de cualquier país del mundo pueden interesarse más por la pelota que por otros deportes que requieren instalaciones especiales como el tenis o el golf.
           6. Es un deporte plural. La pelota es un deporte extraordinariamente plural tanto en las modalidades como en las reglas que en ellas se aplican. Así vemos que en Euskadi los pelotaris juegan frente a un muro mientras en el Reino de Valencia juega un hombre frente a otro. El tenis (que es deporte olímpico) es un invento anglosajón inspirado en la pelota.
             7. La pelota es un deporte competitivo. Actualmente la pelota se practica a un alto nivel en el Reino de Valencia, Bélgica, Holanda, Italia, Francia y Argentina. Otros deportes olímpicos como el hockey sobre hielo tienen mucha menos rivalidad. De hecho, con la desintegración de la Unión Soviética, Canadá es prácticamente la única gran potencia mundial en este juego.
            8. La pelota no es un deporte caro. A lo largo de la historia las autoridades pertinentes han eliminado muchísimos deportes de los Juegos para reducir costes que en algunos casos eran exorbitantes. No es el caso de este juego que cuenta con plantillas reducidas, un material económico y que lejos de necesitar grandes estadios se puede disputar en cualquier lugar.
           9. Da espectáculo. La pelota no tiene por qué ser un deporte aburrido como lo pueda ser el remo para alguna gente. Al contrario. Las reglas son bien sencillas y fáciles de entender, el duelo que se da entre los pelotaris resulta apasionante y titánico, el público se va satisfecho del trinquete y las apuestas dan aún más interés al juego.
            10. Es clásico y prestigioso. La pelota valenciana no es como esos ridículos pseudodeportes que salen de la noche a la mañana y que aunque se les tilde de deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento. Es una disciplina clásica, como el maratón, y cuenta por historia, tradición y cultura con un prestigio que difícilmente se encuentra en otro juego.
           El deporte de pelota fue diluyéndose y desestructurándose poco a poco por toda Europa a lo largo del tiempo. Sólo se conservó en un altísimo grado de pureza en nuestro país, el Reino de Valencia (la pelota vasca funciona con reglas más modernas que no se enraízan en la tradición histórica más pura), por lo que podemos llamarle pelota valenciana. Por todas estas razones enarbolo mi voz a favor de que a la pelota, en sus diversas modalidades (incluyendo las vascas), sea disciplina olímpica. Somos potencia mundial; la Selección Valenciana, bajo bandera valenciana, se ha proclamado campeona de Europa y del mundo y mitos como Paco Cabanes Genovés o Enric Sarasol han sido considerados los mejores no sólo del país, sino también de Europa y del mundo. Eso sería un oro (casi) seguro para el país.
     A menudo los valencianos no llegamos a apreciar la inmensa riqueza y valor de nuestra historia y cultura. Es por eso que hace falta un compromiso cívico y patriótico de todos los valencianos (políticos, intelectuales, ciudadanos de a pie…) por tal de potenciar y prestigiar, aún más si cabe, un juego que como la pelota valenciana es un deporte milenario. La pelota valenciana no es solamente nuestro deporte nacional y autóctono; es historia, es cultura, es tradición, es orgullo, es casta, es prestigio, es un emblema identitario de nuestro pueblo y lo más importante; es un clarísimo referente internacional que nos sitúa en el mapa de este mundo cada vez más globalizado y que hace que en el extranjero la gente se interese por nuestra cultura y que se convenza de que los valencianos también sabemos hacer las cosas muy bien.


    Disponível em:<http://josueferrer.wordpress.com/2010/01/07/pelota-valenciana-un-deporte-olimpico>.
    Entre as diversas razões expostas pelo autor do texto a favor do esporte “pelota valenciana”, é INCORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 37b712e6-af
  • Linguagens

    Espanhol

    Pelota valenciana: un deporte olímpico


    Josué Ferrer


               ¿Y por qué no? La pelota, deporte nacional de los valencianos, ha sido históricamente uno de los deportes más grandes del mundo. A pesar de que la burguesía y la intelectualidad valencianas a menudo le han dado la espalda, este glorioso deporte ha sobrevivido a las adversidades gracias a la práctica que de él se ha hecho en muchísimos pueblos de nuestro país. Desde aquí enarbolo mi voz a favor de que se trabaje para promocionar la pelota valenciana de cara a que pueda tener representación en los Juegos Olímpicos (JJOO) pues es un deporte más importante de lo que creemos. Por eso, hay que desterrar los mitos y prejuicios que provienen de la ignorancia y darnos cuenta de que el deporte de pelota reúne grandes condiciones para ser olímpico y de que de hecho se lo merece muchísimo más que otros.
             1. La pelota es un deporte histórico. Llamarle milenario no es exagerar pues se ha jugado, en unas modalidades u otras, desde tiempos inmemoriales en pueblos tan diversos como el egipcio, el japonés o el maya. En ese aspecto la pelota, solamente por historia, merece su condición olímpica mucho más que deportes recientes como fútbol o bolea playa.
              2. No es un deporte de pueblerinos. A pelota han jugado emperadores (Alejandro Magno…), césares (Vespasiano, Alejandro Severo…), reyes (Luis X, Carlos VIII, Francisco I, Enrique IV…), etc. El hecho de que las elites más poderosas de la Tierra hayan disfrutado jugando a pelota le confiere ese toque aristocrático y prestigioso que todo deporte necesita.
             3. La pelota no es propia de ignorantes. Ignorante es quien piense lo contrario pues no sabe que la pelota ha cautivado a los más altos intelectuales. Escritores como Luis Vives, Pedro Calderón de la Barca o Francesc Almela i Vives, pintores como Francisco de Goya o Josep Bru o escultores como Ignasi Pinazo, entre otros, se han interesado por ella.
            4. La pelota no es un deporte minoritario. De hecho, hasta el siglo XVIII fue el deporte más practicado en toda Europa. Y a pesar de la dura competencia de los deportes de masas, la pelota valenciana se encuentra en auge. Atrae cada vez a más críticos, prensa y público. Además cuenta con una proyección internacional con los campeonatos de Europa y del mundo.
          5. Tiene un enorme potencial de expansión. La pelota valenciana se puede jugar prácticamente en cualquier rincón, como por ejemplo la calle. En ese aspecto, a nivel de deporte de base, los niños de cualquier país del mundo pueden interesarse más por la pelota que por otros deportes que requieren instalaciones especiales como el tenis o el golf.
           6. Es un deporte plural. La pelota es un deporte extraordinariamente plural tanto en las modalidades como en las reglas que en ellas se aplican. Así vemos que en Euskadi los pelotaris juegan frente a un muro mientras en el Reino de Valencia juega un hombre frente a otro. El tenis (que es deporte olímpico) es un invento anglosajón inspirado en la pelota.
             7. La pelota es un deporte competitivo. Actualmente la pelota se practica a un alto nivel en el Reino de Valencia, Bélgica, Holanda, Italia, Francia y Argentina. Otros deportes olímpicos como el hockey sobre hielo tienen mucha menos rivalidad. De hecho, con la desintegración de la Unión Soviética, Canadá es prácticamente la única gran potencia mundial en este juego.
            8. La pelota no es un deporte caro. A lo largo de la historia las autoridades pertinentes han eliminado muchísimos deportes de los Juegos para reducir costes que en algunos casos eran exorbitantes. No es el caso de este juego que cuenta con plantillas reducidas, un material económico y que lejos de necesitar grandes estadios se puede disputar en cualquier lugar.
           9. Da espectáculo. La pelota no tiene por qué ser un deporte aburrido como lo pueda ser el remo para alguna gente. Al contrario. Las reglas son bien sencillas y fáciles de entender, el duelo que se da entre los pelotaris resulta apasionante y titánico, el público se va satisfecho del trinquete y las apuestas dan aún más interés al juego.
            10. Es clásico y prestigioso. La pelota valenciana no es como esos ridículos pseudodeportes que salen de la noche a la mañana y que aunque se les tilde de deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento. Es una disciplina clásica, como el maratón, y cuenta por historia, tradición y cultura con un prestigio que difícilmente se encuentra en otro juego.
           El deporte de pelota fue diluyéndose y desestructurándose poco a poco por toda Europa a lo largo del tiempo. Sólo se conservó en un altísimo grado de pureza en nuestro país, el Reino de Valencia (la pelota vasca funciona con reglas más modernas que no se enraízan en la tradición histórica más pura), por lo que podemos llamarle pelota valenciana. Por todas estas razones enarbolo mi voz a favor de que a la pelota, en sus diversas modalidades (incluyendo las vascas), sea disciplina olímpica. Somos potencia mundial; la Selección Valenciana, bajo bandera valenciana, se ha proclamado campeona de Europa y del mundo y mitos como Paco Cabanes Genovés o Enric Sarasol han sido considerados los mejores no sólo del país, sino también de Europa y del mundo. Eso sería un oro (casi) seguro para el país.
     A menudo los valencianos no llegamos a apreciar la inmensa riqueza y valor de nuestra historia y cultura. Es por eso que hace falta un compromiso cívico y patriótico de todos los valencianos (políticos, intelectuales, ciudadanos de a pie…) por tal de potenciar y prestigiar, aún más si cabe, un juego que como la pelota valenciana es un deporte milenario. La pelota valenciana no es solamente nuestro deporte nacional y autóctono; es historia, es cultura, es tradición, es orgullo, es casta, es prestigio, es un emblema identitario de nuestro pueblo y lo más importante; es un clarísimo referente internacional que nos sitúa en el mapa de este mundo cada vez más globalizado y que hace que en el extranjero la gente se interese por nuestra cultura y que se convenza de que los valencianos también sabemos hacer las cosas muy bien.


    Disponível em:<http://josueferrer.wordpress.com/2010/01/07/pelota-valenciana-un-deporte-olimpico>.

    Leia a seguinte passagem extraída do texto e assinale a opção que NÃO apresenta um equivalente para o fragmento em destaque:


    “Aunque SE LES TILDE DE deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento.” (párrafo 11)

    Escolha uma alternativa para a questão 37ab2492-af
  • Linguagens

    Espanhol

    Pelota valenciana: un deporte olímpico


    Josué Ferrer


               ¿Y por qué no? La pelota, deporte nacional de los valencianos, ha sido históricamente uno de los deportes más grandes del mundo. A pesar de que la burguesía y la intelectualidad valencianas a menudo le han dado la espalda, este glorioso deporte ha sobrevivido a las adversidades gracias a la práctica que de él se ha hecho en muchísimos pueblos de nuestro país. Desde aquí enarbolo mi voz a favor de que se trabaje para promocionar la pelota valenciana de cara a que pueda tener representación en los Juegos Olímpicos (JJOO) pues es un deporte más importante de lo que creemos. Por eso, hay que desterrar los mitos y prejuicios que provienen de la ignorancia y darnos cuenta de que el deporte de pelota reúne grandes condiciones para ser olímpico y de que de hecho se lo merece muchísimo más que otros.
             1. La pelota es un deporte histórico. Llamarle milenario no es exagerar pues se ha jugado, en unas modalidades u otras, desde tiempos inmemoriales en pueblos tan diversos como el egipcio, el japonés o el maya. En ese aspecto la pelota, solamente por historia, merece su condición olímpica mucho más que deportes recientes como fútbol o bolea playa.
              2. No es un deporte de pueblerinos. A pelota han jugado emperadores (Alejandro Magno…), césares (Vespasiano, Alejandro Severo…), reyes (Luis X, Carlos VIII, Francisco I, Enrique IV…), etc. El hecho de que las elites más poderosas de la Tierra hayan disfrutado jugando a pelota le confiere ese toque aristocrático y prestigioso que todo deporte necesita.
             3. La pelota no es propia de ignorantes. Ignorante es quien piense lo contrario pues no sabe que la pelota ha cautivado a los más altos intelectuales. Escritores como Luis Vives, Pedro Calderón de la Barca o Francesc Almela i Vives, pintores como Francisco de Goya o Josep Bru o escultores como Ignasi Pinazo, entre otros, se han interesado por ella.
            4. La pelota no es un deporte minoritario. De hecho, hasta el siglo XVIII fue el deporte más practicado en toda Europa. Y a pesar de la dura competencia de los deportes de masas, la pelota valenciana se encuentra en auge. Atrae cada vez a más críticos, prensa y público. Además cuenta con una proyección internacional con los campeonatos de Europa y del mundo.
          5. Tiene un enorme potencial de expansión. La pelota valenciana se puede jugar prácticamente en cualquier rincón, como por ejemplo la calle. En ese aspecto, a nivel de deporte de base, los niños de cualquier país del mundo pueden interesarse más por la pelota que por otros deportes que requieren instalaciones especiales como el tenis o el golf.
           6. Es un deporte plural. La pelota es un deporte extraordinariamente plural tanto en las modalidades como en las reglas que en ellas se aplican. Así vemos que en Euskadi los pelotaris juegan frente a un muro mientras en el Reino de Valencia juega un hombre frente a otro. El tenis (que es deporte olímpico) es un invento anglosajón inspirado en la pelota.
             7. La pelota es un deporte competitivo. Actualmente la pelota se practica a un alto nivel en el Reino de Valencia, Bélgica, Holanda, Italia, Francia y Argentina. Otros deportes olímpicos como el hockey sobre hielo tienen mucha menos rivalidad. De hecho, con la desintegración de la Unión Soviética, Canadá es prácticamente la única gran potencia mundial en este juego.
            8. La pelota no es un deporte caro. A lo largo de la historia las autoridades pertinentes han eliminado muchísimos deportes de los Juegos para reducir costes que en algunos casos eran exorbitantes. No es el caso de este juego que cuenta con plantillas reducidas, un material económico y que lejos de necesitar grandes estadios se puede disputar en cualquier lugar.
           9. Da espectáculo. La pelota no tiene por qué ser un deporte aburrido como lo pueda ser el remo para alguna gente. Al contrario. Las reglas son bien sencillas y fáciles de entender, el duelo que se da entre los pelotaris resulta apasionante y titánico, el público se va satisfecho del trinquete y las apuestas dan aún más interés al juego.
            10. Es clásico y prestigioso. La pelota valenciana no es como esos ridículos pseudodeportes que salen de la noche a la mañana y que aunque se les tilde de deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento. Es una disciplina clásica, como el maratón, y cuenta por historia, tradición y cultura con un prestigio que difícilmente se encuentra en otro juego.
           El deporte de pelota fue diluyéndose y desestructurándose poco a poco por toda Europa a lo largo del tiempo. Sólo se conservó en un altísimo grado de pureza en nuestro país, el Reino de Valencia (la pelota vasca funciona con reglas más modernas que no se enraízan en la tradición histórica más pura), por lo que podemos llamarle pelota valenciana. Por todas estas razones enarbolo mi voz a favor de que a la pelota, en sus diversas modalidades (incluyendo las vascas), sea disciplina olímpica. Somos potencia mundial; la Selección Valenciana, bajo bandera valenciana, se ha proclamado campeona de Europa y del mundo y mitos como Paco Cabanes Genovés o Enric Sarasol han sido considerados los mejores no sólo del país, sino también de Europa y del mundo. Eso sería un oro (casi) seguro para el país.
     A menudo los valencianos no llegamos a apreciar la inmensa riqueza y valor de nuestra historia y cultura. Es por eso que hace falta un compromiso cívico y patriótico de todos los valencianos (políticos, intelectuales, ciudadanos de a pie…) por tal de potenciar y prestigiar, aún más si cabe, un juego que como la pelota valenciana es un deporte milenario. La pelota valenciana no es solamente nuestro deporte nacional y autóctono; es historia, es cultura, es tradición, es orgullo, es casta, es prestigio, es un emblema identitario de nuestro pueblo y lo más importante; es un clarísimo referente internacional que nos sitúa en el mapa de este mundo cada vez más globalizado y que hace que en el extranjero la gente se interese por nuestra cultura y que se convenza de que los valencianos también sabemos hacer las cosas muy bien.


    Disponível em:<http://josueferrer.wordpress.com/2010/01/07/pelota-valenciana-un-deporte-olimpico>.
    Entre os mitos e preconceitos sobre a “pelota valenciana” assinalados pelo autor está o de ser
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  • Linguagens

    Espanhol

    Pelota valenciana: un deporte olímpico


    Josué Ferrer


               ¿Y por qué no? La pelota, deporte nacional de los valencianos, ha sido históricamente uno de los deportes más grandes del mundo. A pesar de que la burguesía y la intelectualidad valencianas a menudo le han dado la espalda, este glorioso deporte ha sobrevivido a las adversidades gracias a la práctica que de él se ha hecho en muchísimos pueblos de nuestro país. Desde aquí enarbolo mi voz a favor de que se trabaje para promocionar la pelota valenciana de cara a que pueda tener representación en los Juegos Olímpicos (JJOO) pues es un deporte más importante de lo que creemos. Por eso, hay que desterrar los mitos y prejuicios que provienen de la ignorancia y darnos cuenta de que el deporte de pelota reúne grandes condiciones para ser olímpico y de que de hecho se lo merece muchísimo más que otros.
             1. La pelota es un deporte histórico. Llamarle milenario no es exagerar pues se ha jugado, en unas modalidades u otras, desde tiempos inmemoriales en pueblos tan diversos como el egipcio, el japonés o el maya. En ese aspecto la pelota, solamente por historia, merece su condición olímpica mucho más que deportes recientes como fútbol o bolea playa.
              2. No es un deporte de pueblerinos. A pelota han jugado emperadores (Alejandro Magno…), césares (Vespasiano, Alejandro Severo…), reyes (Luis X, Carlos VIII, Francisco I, Enrique IV…), etc. El hecho de que las elites más poderosas de la Tierra hayan disfrutado jugando a pelota le confiere ese toque aristocrático y prestigioso que todo deporte necesita.
             3. La pelota no es propia de ignorantes. Ignorante es quien piense lo contrario pues no sabe que la pelota ha cautivado a los más altos intelectuales. Escritores como Luis Vives, Pedro Calderón de la Barca o Francesc Almela i Vives, pintores como Francisco de Goya o Josep Bru o escultores como Ignasi Pinazo, entre otros, se han interesado por ella.
            4. La pelota no es un deporte minoritario. De hecho, hasta el siglo XVIII fue el deporte más practicado en toda Europa. Y a pesar de la dura competencia de los deportes de masas, la pelota valenciana se encuentra en auge. Atrae cada vez a más críticos, prensa y público. Además cuenta con una proyección internacional con los campeonatos de Europa y del mundo.
          5. Tiene un enorme potencial de expansión. La pelota valenciana se puede jugar prácticamente en cualquier rincón, como por ejemplo la calle. En ese aspecto, a nivel de deporte de base, los niños de cualquier país del mundo pueden interesarse más por la pelota que por otros deportes que requieren instalaciones especiales como el tenis o el golf.
           6. Es un deporte plural. La pelota es un deporte extraordinariamente plural tanto en las modalidades como en las reglas que en ellas se aplican. Así vemos que en Euskadi los pelotaris juegan frente a un muro mientras en el Reino de Valencia juega un hombre frente a otro. El tenis (que es deporte olímpico) es un invento anglosajón inspirado en la pelota.
             7. La pelota es un deporte competitivo. Actualmente la pelota se practica a un alto nivel en el Reino de Valencia, Bélgica, Holanda, Italia, Francia y Argentina. Otros deportes olímpicos como el hockey sobre hielo tienen mucha menos rivalidad. De hecho, con la desintegración de la Unión Soviética, Canadá es prácticamente la única gran potencia mundial en este juego.
            8. La pelota no es un deporte caro. A lo largo de la historia las autoridades pertinentes han eliminado muchísimos deportes de los Juegos para reducir costes que en algunos casos eran exorbitantes. No es el caso de este juego que cuenta con plantillas reducidas, un material económico y que lejos de necesitar grandes estadios se puede disputar en cualquier lugar.
           9. Da espectáculo. La pelota no tiene por qué ser un deporte aburrido como lo pueda ser el remo para alguna gente. Al contrario. Las reglas son bien sencillas y fáciles de entender, el duelo que se da entre los pelotaris resulta apasionante y titánico, el público se va satisfecho del trinquete y las apuestas dan aún más interés al juego.
            10. Es clásico y prestigioso. La pelota valenciana no es como esos ridículos pseudodeportes que salen de la noche a la mañana y que aunque se les tilde de deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento. Es una disciplina clásica, como el maratón, y cuenta por historia, tradición y cultura con un prestigio que difícilmente se encuentra en otro juego.
           El deporte de pelota fue diluyéndose y desestructurándose poco a poco por toda Europa a lo largo del tiempo. Sólo se conservó en un altísimo grado de pureza en nuestro país, el Reino de Valencia (la pelota vasca funciona con reglas más modernas que no se enraízan en la tradición histórica más pura), por lo que podemos llamarle pelota valenciana. Por todas estas razones enarbolo mi voz a favor de que a la pelota, en sus diversas modalidades (incluyendo las vascas), sea disciplina olímpica. Somos potencia mundial; la Selección Valenciana, bajo bandera valenciana, se ha proclamado campeona de Europa y del mundo y mitos como Paco Cabanes Genovés o Enric Sarasol han sido considerados los mejores no sólo del país, sino también de Europa y del mundo. Eso sería un oro (casi) seguro para el país.
     A menudo los valencianos no llegamos a apreciar la inmensa riqueza y valor de nuestra historia y cultura. Es por eso que hace falta un compromiso cívico y patriótico de todos los valencianos (políticos, intelectuales, ciudadanos de a pie…) por tal de potenciar y prestigiar, aún más si cabe, un juego que como la pelota valenciana es un deporte milenario. La pelota valenciana no es solamente nuestro deporte nacional y autóctono; es historia, es cultura, es tradición, es orgullo, es casta, es prestigio, es un emblema identitario de nuestro pueblo y lo más importante; es un clarísimo referente internacional que nos sitúa en el mapa de este mundo cada vez más globalizado y que hace que en el extranjero la gente se interese por nuestra cultura y que se convenza de que los valencianos también sabemos hacer las cosas muy bien.


    Disponível em:<http://josueferrer.wordpress.com/2010/01/07/pelota-valenciana-un-deporte-olimpico>.

    Leia as afirmativas abaixo, verifique se são falsas ou verdadeiras e, a seguir, assinale a alternativa correta.



    Josué Ferrer, en su texto,



    I - compara la pelota con otros deportes y por eso incita a la promoción de la pelota valenciana a la condición de deporte olímpico.

    II - levanta la voz a favor de la pelota valenciana, puesto que está desterrada de los juegos olímpicos desde la época de los emperadores.

    III - recuerda los aficionados a la pelota, cuyo renombre en la historia cultural del país realza la importancia del juego, así que llama ignorante al lector que cree que es un deporte de gente sin cultura.

    IV - argumenta a favor de la pelota valenciana ya que su importancia sobrepasa los límites sociales y de frontera.

    Escolha uma alternativa para a questão 378aa243-af
  • Linguagens

    Português

        O processo Kraft é um método químico de obtenção de celulose. A madeira é picada e cozida em um meio alcalino chamado licor branco, uma solução composta principalmente por hidróxido de sódio (NaOH) e sulfeto de sódio (Na₂S). Esse licor promove a quebra das ligações da lignina, permitindo a liberação das fibras de celulose. Após o cozimento, a mistura resultante — contendo celulose e o licor que dissolveu a lignina — forma o licor negro, rico em lignina degradada, compostos orgânicos e reagentes químicos remanescentes. A celulose é separada, lavada e segue para branqueamento. O licor negro é então concentrado e queimado em caldeiras especiais, permitindo recuperar parte dos reagentes químicos, que são posteriormente reprocessados para regenerar o licor branco, fechando o ciclo químico do processo.


    Disponível em: https://www.quimica.com.br/producao-de-acido-sulfurico-a-partir-de-gases-odoriferos/. Acesso em: 5 de dez. 2025.


    Com base no texto sobre o processo Kraft de obtenção de celulose, assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão 203ac34b-89
  • Linguagens

    Inglês

        Before Halo became the killer app for Microsoft's Xbox console, it was actually supposed to be a thirdperson shooter for Apple's Macs. CEO and company founder Steve Jobs even introduced the game to the world on stage during 1999's Macworld Conference, which still had an epic theme tune and aliens but was otherwise very different to the Halo we know now.

         “We got up on stage with Steve Jobs at Macworld and we talked about it there,” co-creator Marcus Lehto remembered in an interview with Kent State Magazine […]

         Looking for studios and exclusives to bulk up its Xbox launch slate, Microsoft eventually called the studio, which was at that point in a spiky financial situation. “And then Microsoft said, ‘Steve Jobs can't have that. We're going to buy you and move you all to the Pacific Northwest, and then we're going to have you build this game for the Xbox.’”

         I'm guessing that was creative, incomplete paraphrasing on Lehto's part, but imagining Bill Gates and Steve Jobs embroiled in some kind of tech billionaire civil war over the rights to Halo does bring a smile to my face. The rest is history, though – Halo: Combat Evolved launched alongside the OG Xbox and the series has become synonymous with Microsoft's consoles ever since.


    Disponível em: https://tech.yahoo.com. Acesso em: 9 dez. 2025.


    According to the text, why did Microsoft decide to secure Halo for itself? 
    Escolha uma alternativa para a questão 1fc9965b-89
  • Linguagens

    Literatura

    Meu rosto se mistura com o dia

    Nuvens telhados ramagens e Dezembro

    Apaixonada estou dentro do tempo

    Que me abriga com canto e com imagens



    Tão abrigada estou dentro da hora

    Que nem lamento já a tarde antiga

    Tudo se torna presente e se demora

    Será que o dia me pede que eu o diga?


    ANDRESEN, S. de M. B. Coral e outros poemas. São Paulo: Companhia das Letras, 2018. p. 185.


    No poema Dia, o sujeito poético de Sophia de Mello Breyner Andresen
    Escolha uma alternativa para a questão 1fc3fd33-89
  • Linguagens

    Português

    Texto I


        Filho (para os homens-coiotes, objetivo): Vamos.

        Os homens-coiotes atravessam a pequena praça junto com o filho do verdugo. Quando estão saindo, um foco de luz violenta incide sobre as mãos dos homens-coiotes. As mãos estão cruzadas na altura dos rins, e deve ser visto claramente que são patas de lobo com grandes garras.


    HILST, H. O verdugo seguido de A morte do patriarca. Porto Alegre: L&PM Pocket, p. 70. (Teatro Completo, v. 2).


    Texto II


        Hilst também consegue desenhar um tom poético em suas didascálias, [...] ou seja, opera indicações subjetivas, tanto para o leitor quanto para o ator/diretor [...] transforma as indicações em algo muito particular, pois é a imaginação, a sensação, a criação imagética da autora transposta poeticamente na indicação das didascálias.


    Disponível em: https://periodicosonline.uems.br/REV/article/view/3143. Acesso em: 11 dez. 2025.


    A didascália do texto I apresenta uma função poética, conforme descrito no texto II, pois 
    Escolha uma alternativa para a questão 1fbe4eb6-89
  • Linguagens

    Literatura

    Eu vou contar uma história

    De um pavão misterioso

    Que levantou vôo na Grécia

    Com um rapaz corajoso

    Raptando uma condessa

    Filha de um conde orgulhoso.


    REZENDE, J. C. M. O romance do pavão misterioso. Fortaleza: Academia Brasileira de Cordel; Tupynanquim Editora, 2011.


    Os versos correspondem à primeira estrofe de O romance do pavão misterioso, um dos cordéis mais influentes do século XX. Considerando a importância do cordel para a literatura e a cultura brasileira, analise as asserções. 


    I. “Raptando uma condessa/filha de um conde orgulhoso” evidencia que os cordéis tratam exclusivamente de conflitos da elite europeia, descendente de nobres, afastando-se de temas populares ou do cotidiano sertanejo.

    II. A estrofe apresenta uma característica presente na maioria dos cordéis: uma estrutura fixa em sextilha, cuja métrica e esquema de rimas favorecem a musicalidade e a oralização próprias da poesia popular.

    III. A influência do cordel em outras manifestações artísticas evidencia sua forte presença na cultura brasileira; o folheto O romance do pavão misterioso, por exemplo, inspirou a canção Pavão mysteriozo, composta por Ednardo em 1974.

    IV. O espaço citado na estrofe, Grécia, um país europeu, caracteriza a maior parte dos cordéis brasileiros, que tradicionalmente privilegiam figuras mitológicas em detrimento de ambientações nordestinas.


    Assinale a alternativa que apresenta apenas asserções corretas.  
    Escolha uma alternativa para a questão 1fbbaa98-89
  • Linguagens

    Português

        Comecei a escrever muito cedo, menina. A escrita pra mim sempre foi um suporte para lidar com o mundo e, ao mesmo tempo, também colocar um questionamento para o mundo. Muitas das minhas perguntas de infância, de adolescência, foram respondidas ou aprofundadas através da escrita e da leitura. Todas as minhas questões da adolescência, aquelas dúvidas, eu só aguentei com a ajuda da escrita. Além das perguntas da adolescência, pelas quais todo mundo passa nessa fase da vida, também foi marcante o momento em que percebi as questões raciais. Eu como menina negra. O que havia de estranho nisso tudo, notar a questão racial, a pobreza em que a gente vivia. Naquele momento eu já sabia que queria alguma coisa, só não sabia o quê. Mas uma coisa eu tinha certeza: que aquela vida que eu tinha não podia ser eterna. Eu tinha a certeza que aquela vida não era justa. Eu não sabia se a escrita poderia ser um caminho para mim, mas a escrita já era uma necessidade. Já era um alento e ao mesmo tempo também um local de tormento, um lugar onde eu colocava todas as minhas dúvidas. [...]

        Eu digo que tudo que escrevo, seja de um ponto de vista crítico, como pesquisadora, ou de um ponto de vista da criação literária, é profundamente marcado pela minha condição de mulher negra na sociedade brasileira. O que tenho percebido é o seguinte: essa “escrevivência” tem ajudado outras mulheres a se perceberem. Percebo cada vez mais que, na medida em que essas mulheres se encontram nos meus textos e encontram os meus textos, elas se apossam da vida com muito mais certeza. Acho que a minha escrita tem possibilitado que essas mulheres acreditem mais em si mesmas, que se reconheçam, que sabemos ser muito difícil. A literatura que nós conhecemos, essa literatura canônica, ela não nos representa e quando nos representa é sempre de uma maneira limitada, de uma maneira estereotipada. Então o meu texto é um lugar onde as mulheres se sentem em casa, se sentem reconhecidas de verdade.


    Disponível em: https://medium.com/mulheres-que-escrevem/mulheres-que-escrevem-entrevista-conceicao-evaristo-fa243ff84284. Acesso em: 6 jan. 2026.


    Na entrevista, a escritora, poetisa, professora e pesquisadora brasileira Conceição Evaristo usa o termo “escrevivência” para se referir ao processo de  
    Escolha uma alternativa para a questão 1fb5ca7e-89