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Instituição

Questões: Universidade Federal de Roraima — com gabarito

107 questões de Universidade Federal de Roraima, de 2016 a 2017. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 107 questões
  • 2 provas

Resultados: 107 questões

Página 3 de 6

  • Ciências da Natureza

    Física

    Na questão a seguir considere g = 10 m/s²
    Um corpo de massa M está em equilíbrio sobre uma superfície horizontal. Considerando a situação descrita, assinale a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão a290f472-b2
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    A acromatopsia congênita é uma doença de herança autossômica recessiva, caracterizada por cegueira total às cores, miopia e catarata. Essa doença ocorre em uma frequência muito mais alta (entre 4 e 10%) em duas ilhas no Oceano Pacífico, do que em outras populações mundiais (frequência entre 1/20.000 e 1/50.000). A população atual dessas ilhas é descendente de cerca de 20 sobreviventes que restaram após sua devastação por um tufão por volta de 1780. Entre os sobreviventes, havia um indivíduo portador do gene para a acromatopsia.

    (adaptado de Borges-Osorio, M. R. & Robinson, W. M.. Genética Humana 3ª edição Porto Alegre: Artmed, 2013).

    Assinale a alternativa que explica corretamente a alta incidência de acromatopsia na população dessas ilhas.
    Escolha uma alternativa para a questão a28ce921-b2
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    A Hipercolesterolemia Familiar (HF) é uma doença genética que se caracteriza por níveis muito elevados do colesterol ligado à LDL. É uma doença grave e responsável por 5-10% dos casos de eventos cardiovasculares em pessoas abaixo de 50 anos.

    (Texto adaptado de,Santos et al. I Diretriz Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, volume 99 número, 2, pag 1, 2012.
    Disponível em http://www.scielo.br/pdf/abc/v99n2s2/v99n2s2.pdf,
    acesso em 12/08/2018)


    O heredograma a seguir mostra um exemplo de como essa condição se manifesta:

    Imagem da questão de Biologia, Universidade Federal de Roraima 2017, Hereditariedade e diversidade da vida

    Considerando a análise do heredograma, pode-se dizer que a hipercolesterolemia familiar tem o padrão de herança:
    Escolha uma alternativa para a questão a289c7a6-b2
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Ao longo do processo evolutivo, os animais desenvolveram diversos mecanismos para regular o processo osmótico a que estão sujeitos. Esses mecanismos constituem o que se denomina osmorregulação. Os peixes teleósteos marinhos vivem em um ambiente hipertônico e estão em constante risco de perder água para o meio e, por isso, apresentam os mecanismos de osmorregulação bem desenvolvidos. Sobre esses mecanismos nos telósteos é CORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão a27e59be-b2
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    O gráfico abaixo mostra a taxa de assimilação de CO2 por plantas em função da quantidade de luz absorvida. O ponto X corresponde ao ponto de compensação luminosa, no qual a absorção e a liberação de CO2 são iguais.

    Imagem da questão de Biologia, Universidade Federal de Roraima 2017, Fotossíntese

    (Gráfico adaptado de Taiz, L. e Zeiger, E., Fisiologia Vegetal. 3ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2004.)


    Considerando os dados mostrados no gráfico é CORRETO afirmar que quando a luz absorvida está
    Escolha uma alternativa para a questão a27b0f96-b2
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Considerando os eventos relativos à meiose, apresentados a seguir:

    I. Permutação cromossômica na primeira divisão da meiose.
    II. Disposição ao acaso dos cromossomos homólogos emparelhados no equador da célula na primeira divisão da meiose.
    III. Alinhamento dos cromossomos nas placas equatoriais de cada célula na segunda divisão da meiose.

    É CORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão a2774aef-b2
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    As hemácias são as células do sangue responsáveis pelo transporte de oxigênio para os tecidos. Elas são produzidas a partir de células-tronco na medula óssea. Ao final de sua diferenciação, antes de entrarem na corrente sanguínea, perdem o núcleo e as mitocôndrias, transformando-se em um "saco" membranoso cheio de enzimas e hemoglobina.
    Devido à ausência de núcleo e de mitocôndrias, dos processos a seguir, o único realizado pela hemácia é:
    Escolha uma alternativa para a questão a2708ba7-b2
  • Matemática

    Matemática

    Considerando a figura a seguir, assinale a alternativa que contém a equação da reta que corta a parábola nos pontos A e B.

    Imagem da questão de Matemática, Universidade Federal de Roraima 2017, Função de 2º Grau ou Função Quadrática e Inequações
    Escolha uma alternativa para a questão a266e397-b2
  • Matemática

    Matemática

    Seja a função f (x) : A ⇾ B, em que A é o domínio, A = D(f), e B é o contradomínio, assinale a alternativa ERRADA.

    Escolha uma alternativa para a questão a24c13cf-b2
  • Matemática

    Matemática

    Uma sequência de triângulos equiláteros cresce em progressão geométrica. Sabendo-se que os lados dos três primeiros triângulos da sequência são 1, 2, 4, ..., nesta ordem (veja figura a seguir)

    Imagem da questão de Matemática, Universidade Federal de Roraima 2017, Geometria Plana

    A área do próximo triângulo equilátero da sequência é:
    Escolha uma alternativa para a questão a2491b76-b2
  • Matemática

    Matemática

    Um grupo de pessoas realizará uma caminhada em torno de uma ilha, de forma circular, saindo do ponto A e chegando ao ponto B (Veja figura a seguir), numa velocidade de 6 metros por minuto. Sabendo-se que é o centro do círculo e o comprimento do segmento Figura 1 de 2 da questão de Matemática, Universidade Federal de Roraima 2017, Circunferências é 300 metros, o tempo necessário para o grupo completar o percurso é de:

    (Obs.: Considerar o valor de π igual a 3,14).

    Figura 2 de 2 da questão de Matemática, Universidade Federal de Roraima 2017, Circunferências

    Escolha uma alternativa para a questão a2455b47-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia os versos do poema ''Os estatutos do homem'' de Tiago Melo para responder à questão:


    "O homem confiará no homem como um menino confia em outro"

    (...)

    "e saber que é a água

    que dá à planta o milagre da flor"

    (...)

    "Fica proibido o uso da palavra liberdade,

    a qual será suprimida dos dicionários"


    Observe a análise sintática dos termos a seguir:

    I. "O homem confiará no homem" - o homem (sujeito) / no homem (objeto indireto)

    II. "O homem confiará no homem" - o homem (sujeito) / no homem (adjunto adverbial)

    III. A expressão "o milagre da flor" - (objeto direto e indireto, respectivamente)

    IV. A expressão "em outro" - (objeto indireto do verbo confiar)


    Estão corretas:

    Escolha uma alternativa para a questão a241c365-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto abaixo e responda a questão.


    TEXTO II

    UM APÓLOGO


       Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
         — Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
         — Deixe-me, senhora.
        — Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
         — Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
         — Mas você é orgulhosa.
         — Decerto que sou.
         — Mas por quê?
        — É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
         — Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
        — Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
        — Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
        — Também os batedores vão adiante do imperador.
        — Você é imperador?
        — Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... 
       Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
        — Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
       A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plicplic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
       Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
         — Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
       Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
    — Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
       Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
         — Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

    ASSIS, Machado de. Para Gostar de Ler - Volume 9 – Contos. São Paulo: Ática, 1984.
    A narrativa traz seres inanimados e personagens humanos desempenhando, paralelamente, comportamentos sociais semelhantes. Sobre essa analogia só NÃO se pode afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão a22c5bee-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema de Tomás Antônio Gonzaga, transcrito a seguir, e marque a alternativa que aponta três características do Arcadismo brasileiro que nele podem ser observadas.

                Lira I

                Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,
               Que viva de guardar alheio gado;
               De tosco trato, d’expressões grosseiro,
               Dos frios gelos, e dos sóis queimado.
               Tenho próprio casal, e nele assisto;
               Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;
               Das brancas ovelhinhas tiro o leite,
               E mais as finas lãs, de que me visto.

               Graças, Marília bela,
               Graças à minha Estrela! 
    Escolha uma alternativa para a questão a228f0da-b2
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

       "Após encontrar um abrigo seguro sob uma copa de maçaranduba caída, ainda ofegante, e com dores fortes em sua pata esquerda e coxa direita, começou a averiguar o que aquele estrondo havia lhe causado. A pata estava completamente dilacerada, com sangramento. As duas garras da região esquerda tinham sido arrancadas. Observou a mutilação. Em sua memória automática, associava o ferimento ao barulho alto e aterrorizante.

       Pelo instinto, a onça vislumbrou que, geralmente antes e durante as chuvas torrenciais, estrondos ecoavam pela floresta. Não eram parecidos com os dois que acabara de ouvir, mas às vezes, quando acontecia, isso a assustava como se a floresta estivesse sendo engolida por um animal maior e mais forte. Olhou novamente para a pata, e diante de sua imponência, iniciou uma tentativa de escoamento do sangramento com sua língua, o que logo pressentiu ser inútil.

       Ao passar do tempo, a coxa direita latejava cada vez mais. Tentou levantar da toca provisória com o intuito de chegar até sua caverna próxima à cachoeira. Constatou ser impossível conseguir se apoiar sem firmar o corpo com as regiões atingidas. O sangramento da pata diminuiu de intensidade. Iniciou sua peregrinação arrastando-se pela floresta. Sentiu a pele de seu peito sendo esfolada pelas folhas, galhos e ouriços de castanha da Amazônia.

       Um rastro de sangue era visível ao longo da tentativa exaustiva de chegar à sua toca. Ao se deparar com um igarapé, vacilou várias vezes até entrar n‘água. Mas não tinha alternativa. Na situação em que se encontrava, não teria como se equilibrar nos troncos das árvores caídas que serviam de ponte e eram facilmente transpassados.

       Entrando no igarapé, a onça sentiu um alívio em sua pata flagelada. De súbito, deitou-se na água e aliviou a coxa atingida pelo impacto desconhecido. Aproveitou e tomou longos goles do líquido. O ferimento na coxa não sangrava mais como antes, porém, a pata dianteira manchava o igarapé atraindo pequenos peixes que mordiscavam seu pelo e a carne dilacerada do ferimento. No movimento de afastar os peixes, enterrou a pata na lama do fundo do igarapé e o sangue parou de manchar a água. Logo a onça afundou mais a pata, e aos poucos a dor foi diminuindo."


    DANTAS, Ricardo. Meia Pata. São Paulo: Kazuá, 2013. p. 20-21

    O texto I diz respeito a um momento pungente da narrativa de Meia Pata, de Ricardo Dantas, e que é fundamental para o desenrolar da obra. Trata-se de quando:

    Escolha uma alternativa para a questão a2205cba-b2