Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2016
- FUVEST
- Dificuldade: Muito fácil
- Código da questão: 60FFA5C0-B2
Prova
56 questões da prova de 2016 de Fundação Universitária para o Vestibular (FUVEST), em Português, Literatura, Inglês, Geografia e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
Atente para as seguintes afirmações, extraídas e adaptadas de um estudo do crítico Augusto Meyer sobre José de Alencar:
I. “Nesta obra, assim como nos ‘poemas americanos’ dos nossos poetas, palpita um sentimento sincero de distância poética e exotismo, de coisa notável por estranha para nós, embora a rotulemos como nativa.”
II. “Mais do que diante de um relato, estamos diante de um poema, cujo conteúdo se concentra a cada passo na magia do ritmo e na graça da imagem.”
III. “O tema do bom selvagem foi, neste caso, aproveitado para um romance histórico, que reproduz o enredo típico das narrativas de capa e espada, oriundas da novela de cavalaria.”
É compatível com o trecho de Iracema aqui reproduzido,
considerado no contexto dessa obra, o que se afirma em
Evidentemente, não se pode esperar que Dostoiévski seja traduzido por outro Dostoiévski, mas desde que o tradutor procure penetrar nas peculiaridades da linguagem primeira, aplique-se com afinco e faça com que sua criatividade orientada pelo original permita, paradoxalmente, afasta-se do texto para ficar mais próximo deste, um passo importante será dado. Deixando de lado a fidelidade mecânica, frase por frase, tratando o original como um conjunto de blocos a serem transpostos, e transgredindo sem receio, quando necessário, as normas do “escrever bem”, o tradutor poderá trazê-lo com boa margem de fidelidade para a língua com a qual está trabalhando.
Boris Schnaiderman, Dostoiévski Prosa Poesia.
O prefixo presente na palavra “transpostos” tem o mesmo sentido do prefixo que ocorre e

O Comissário apertou-lhe mais a mão, querendo transmiti-lhe o sopro de vida. Mas a vida de Sem Medo esvaía-se para o solo do Mayombe, misturando-se às folhas em decomposição.
[...]
Mas o Comissário não ouviu o que o Comandante disse. Os lábios já mal se moviam.
A amoreira gigante à sua frente. O tronco destaca-se do sincretismo da mata, mas se eu percorrer com os olhos o tronco para cima, a folhagem dele mistura-se à folhagem geral e é de novo o sincretismo. Só o tronco se destaca, se individualiza. Tal é o Mayombe, os gigantes só o são em parte, ao nível do tronco, o resto confunde-se na massa. Tal o homem. As impressões visuais são menos nítidas e a mancha verde predominante faz esbater progressivamente a claridade do tronco da amoreira gigante. As manchas verdes são cada vez mais sobrepostas, mas, num sobressalto, o tronco da amoreira ainda se afirma, debatendo-se. Tal é a vida.
[...]
Os olhos de Sem Medo ficaram abertos, contemplando o tronco já in visível do gigante que para sempre desaparecera no seu elemento verde.
Pepetela, Mayombe.




O período que vai de 1956 a 1967 é considerado como a primeira fase da industrialização pesada no Brasil.
Barjas Negri. Concentração e desconcentração industrial em
São Paulo 18801990. Campinas: Unicamp, 19.
Sobre as características da industrialização brasileira no
período de 1956 a 1967, é correto afirmar que









O retângulo A B C D , representado na figura, tem lados de
comprimento AB = 3 e B C = 4 . O ponto P pertence ao lado
Os pontos R , S e T pertencem aos lados
respectivamente. O segmento
é paralelo a
e intercepta
no ponto . O segmento
é paralelo a 

Sendo x o comprimento de o maior valor da soma das áreas do retângulo AR QT, do triângulo C Q P e do triângulo D Q S , para X variando no intervalo aberto ]0,3[ é