Questões do ENEM: Morfologia - Verbos
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396 questões encontradas. Mostrando a página 15 de 20.
1A4BF4C9-4B E-mail no ambiente de trabalhoT C., consultor e palestrante de assuntos ligados ao mercado de trabalho, alerta que a objetividade, a organização da mensagem, sua coerência e ortografia são pontos de atenção fundamentais para uma comunicação virtual eficaz.E, para evitar que erros e falta de atenção resultem em saias justas e situações constrangedoras, confira cinco dicas para usar o e-mail com bom senso e organização:1. Responda às mensagens imediatamente após recebê-las.2. Programe sua assinatura automática em todas as respostas e encaminhamentos.3. Ao final do dia, exclua as mensagens sem importância e arquive as demais em pastas previamente definidas.4. Utilize o recurso de “confirmação de leitura” somente quando necessário.5. Evite mensagens do tipo “corrente”.Disponível em: http://noticias.uol.com.br. Acesso em: 30jul. 2012 (fragmento)O texto apresenta algumas sugestões para o leitor. Esse caráter instrucional é atribuído, principalmente, pelo emprego
10A97270-4A Português
Flexão verbal de pessoa (1ª, 2ª, 3ª pessoa)UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
No íntimo, preferia não tê-lo feito; (l. 2)
Embora seja narrada em terceira pessoa, a crônica apresenta ao leitor as sensações do personagem, por meio de termos que remetem à intimidade, como exemplificado acima.
Dois outros termos, empregados pelo narrador, que remetem ao universo interior do personagem são:
5B4EF10C-3C Português
Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos1,7% dos municípios brasileiros, e apenas isso, _____monitorado a qualidade do ar. ______ no país 252 estações que efetuam esse acompanhamento ambiental – nos EUA são cinco mil estações. Os dados_____ estudo exclusivo do Instituto Saúde e Sustentabilidade.
(IstoÉ, 16.07.2014. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:FB4D9620-3B Português
Flexão verbal de número (singular, plural)USP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
Considere os seguintes comentários sobre diferentes elementos linguísticos presentes no texto:
I. Em “alcançou o capanga um casal de velhinhos” (L. 1-2), o contexto permite identificar qual é o sujeito, mesmo este estando posposto.
II. O verbo sublinhado no trecho “que seguiam diante dele o mesmo caminho” (L. 2-3) poderia estar no singular sem prejuízo para a correção gramatical.
III. No trecho “que destinavam eles uns cinquenta mil-réis” (L. 5), podeͲse apontar um uso informal do pronome pessoal reto “eles”, como na frase “Você tem visto eles por aí?”.
Está correto o que se afirma em
008D8492-39 Português
Concordância verbal, Concordância nominalPUC - RJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosO texto que segue é uma adaptação do texto “Café da manhã é a refeição mais importante do dia?", publicado no site da revista Galileu, e serve de base para responder à questão.Lembra(1) daquele tempo quando o café da manhã era, segundo todos os nutricionistas e estudiosos, além (claro) do senso-comum, a refeição mais importante do dia? É, tipo, até agora há pouco. Essa é a boa notícia que temos pra você, pessoa que por acaso não gosta de comer de manhã: tá tudo bem. Mesmo.Na última semana, a colunista de nutrição do jornal norte-americano The New York Times, Gretchen Reynolds, falou de dois estudos que contestam essa versão de que o café da manhã seja a refeição mais importante do dia e que seja tão importante pra perda de peso, por exemplo. Um deles, da Universidade do Alabama, recrutou(2) 300 voluntários tentando perder peso, que aleatoriamente foram orientados para pular o café da manhã, tomar sempre café da manhã ou apenas seguir com seus hábitos, seja(3) eles quais fossem. Seis semanas depois, os voluntários voltaram ao laboratório: ninguém perdeu mais de 500 gramas. Comer ou não comer café da manhã não afetou(4) o peso de ninguém.O outro estudo, da Universidade de Bath, conferiu a taxa metabólica, níveis de colesterol e de açúcar no sangue de 33 participantes e então designou, aleatoriamente, que parte deles comesse(5) ou pulasse a refeição da manhã. Depois de seis semanas, o peso, taxa metabólica em repouso, colesterol e o açúcar no sangue dos voluntários não foram afetados, independente se o café da manhã fizesse parte de seus hábitos ou não. A única diferença: quem comia de manhã parecia se movimentar mais nessa parte do dia.Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com>. Acesso em: 30 de set. 2014.Às vezes, os revisores de textos “cochilam” e deixam passar alguma impropriedade gramatical. É o que acontece no texto “Café da manhã é a refeição mais importante do dia?”. Apresenta impropriedade, quanto à concordância e ao tempo, a forma verbal destacada em:678E6DD8-36 Português
Conjunções: Relação de causa e consequênciaPUC - RS · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto
Entre o espaço público e o privado01 Excluídos da sociedade, os moradores de rua02 ressignificam o único espaço que lhes foi permitido
03 ocupar, o espaço público, transformando-o em
04 seu “lugar”, um espaço privado. Espalhados pelos
05 ambientes coletivos da cidade, fazendo comida no
06 asfalto, arrumando suas camas, limpando as calçadas
07 como se estivessem dentro de uma casa: assim vivem
08 os moradores de rua. Ao andar pelas ruas de São
09 Paulo, vemos essas pessoas dormindo nas calçadas,
10 passando por situações constrangedoras, pedindo
11 esmolas para sobreviver. Essa é a realidade das
12 pessoas que fazem da rua sua casa e nela constroem
13 sua intimidade. Assim, a ideia de individualização que
14 está nas casas, na separação das coisas por cômodos
15 e quartos que servem para proteger a intimidade do
16 indivíduo, ganha outro sentido. O viver nas ruas, um
17 lugar aparentemente inabitável, tem sua própria lógica
18 de funcionamento, que vai além das possibilidades.
19 A relação que o homem estabelece com o
20 espaço que ocupa é uma das mais importantes para
21 sua sobrevivência. As mudanças de comportamento
22 social foram sempre precedidas de mudanças físicas
23 de local. Por mais que a rua não seja um local para
24 viver, já que se trata de um ambiente público, de
25 passagem e não de permanência, ela acaba sendo,
26 senão única, a mais viável opção. Alguns pensadores
27 já apontam que a habitação é um ponto base e
28 adquire uma importância para harmonizar a vida.
29 O pensador Norberto Elias comenta que “o quarto
30 de dormir tornou-se uma das áreas mais privadas
31 e íntimas da vida humana. Suas paredes visíveis
32 e invisíveis vedam os aspectos mais ‘privados’,
33 ‘íntimos’, irrepreensivelmente ‘animais’ da nossa
34 existência à vista de outras pessoas”.
35 O modo como essas pessoas constituem o único
36 espaço que lhes foi permitido indica que conseguiram
37 transformá-lo em “seu lugar”, que aproximaram, cada
38 um à sua maneira, dois mundos nos quais estamos
39 inseridos: o público e o privado.
RODRIGUES, Robson. Moradores de uma terra sem dono.
(fragmento adaptado) In: http://sociologiacienciaevida.uol.com.br/
ESSO/edicoes/32/artigo194186-4.asp.
Acesso em 21/8/2014.
Levando em conta o sentido original e a correção do texto, o trecho _________ pode ser substituído por _________.678201EA-36 Português
Morfologia - VerbosPUC - RS · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto
Entre o espaço público e o privado01 Excluídos da sociedade, os moradores de rua02 ressignificam o único espaço que lhes foi permitido
03 ocupar, o espaço público, transformando-o em
04 seu “lugar”, um espaço privado. Espalhados pelos
05 ambientes coletivos da cidade, fazendo comida no
06 asfalto, arrumando suas camas, limpando as calçadas
07 como se estivessem dentro de uma casa: assim vivem
08 os moradores de rua. Ao andar pelas ruas de São
09 Paulo, vemos essas pessoas dormindo nas calçadas,
10 passando por situações constrangedoras, pedindo
11 esmolas para sobreviver. Essa é a realidade das
12 pessoas que fazem da rua sua casa e nela constroem
13 sua intimidade. Assim, a ideia de individualização que
14 está nas casas, na separação das coisas por cômodos
15 e quartos que servem para proteger a intimidade do
16 indivíduo, ganha outro sentido. O viver nas ruas, um
17 lugar aparentemente inabitável, tem sua própria lógica
18 de funcionamento, que vai além das possibilidades.
19 A relação que o homem estabelece com o
20 espaço que ocupa é uma das mais importantes para
21 sua sobrevivência. As mudanças de comportamento
22 social foram sempre precedidas de mudanças físicas
23 de local. Por mais que a rua não seja um local para
24 viver, já que se trata de um ambiente público, de
25 passagem e não de permanência, ela acaba sendo,
26 senão única, a mais viável opção. Alguns pensadores
27 já apontam que a habitação é um ponto base e
28 adquire uma importância para harmonizar a vida.
29 O pensador Norberto Elias comenta que “o quarto
30 de dormir tornou-se uma das áreas mais privadas
31 e íntimas da vida humana. Suas paredes visíveis
32 e invisíveis vedam os aspectos mais ‘privados’,
33 ‘íntimos’, irrepreensivelmente ‘animais’ da nossa
34 existência à vista de outras pessoas”.
35 O modo como essas pessoas constituem o único
36 espaço que lhes foi permitido indica que conseguiram
37 transformá-lo em “seu lugar”, que aproximaram, cada
38 um à sua maneira, dois mundos nos quais estamos
39 inseridos: o público e o privado.
RODRIGUES, Robson. Moradores de uma terra sem dono.
(fragmento adaptado) In: http://sociologiacienciaevida.uol.com.br/
ESSO/edicoes/32/artigo194186-4.asp.
Acesso em 21/8/2014.
Quanto ao emprego dos verbos no texto, NÃO é correto afirmar queF8AD8434-08 Português
Flexão verbal de número (singular, plural)UniCEUB · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosObserve a charge abaixo e assinale a alternativa incorreta.
ED17B07F-08 Português
Interpretação de TextosUniCEUB · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosTexto para responder a questão.
Estudo ajuda a desvendar a linguagem das plantas
Nova pesquisa descobriu particularidades genéticas relacionadas à
produção de compostos químicos que permitem a comunicação
entre as plantas
Pesquisas recentes têm demonstrado o funcionamento de habilidades das plantas até então desconhecidas. Entre elas, a de se comunicar por meio de compostos voláteis: viajando pelo ar, eles servem de alerta para a presença de herbívoros potencialmente perigosos, induzindo outras plantas a tornarem suas folhas mais resistentes. Esses compostos, também chamados de metabólitos, são sintetizados por vários genes diferentes. Além de ajudarem na sobrevivência das plantas, podem ser benéficos aos humanos, dando origem a vários tipos de medicamentos.
Uma nova pesquisa feita no Instituto para a Ciência Carnegie, nos Estados Unidos, revelou mais informações sobre o mecanismo de comunicação vegetal. Publicado nesta quinta-feira na revista Science, o estudo descobriu que os genes responsáveis por sintetizar metabólitos especializados — ou seja, que têm funções específicas para o desenvolvimento e sobrevivência das plantas — são diferentes do restante dos genes do vegetal. Eles evoluem, organizam-se no DNA e são ativados de forma diferente.
Para os autores do estudo, essa descoberta poderá ajudar a desenvolver novas estratégias de pesquisas sobre o funcionamento das plantas, o que pode impactar estudos em áreas que vão desde a agricultura até a criação de novos medicamentos.
Os pesquisadores chegaram a essa conclusão após criarem um sistema computacional capaz de analisar o genoma de uma planta e dar informações sobre os metabólitos. A equipe comparou o genoma de dezesseis espécies vegetais diferentes — incluindo flores, algas e musgos.
“Apesar de nossa saúde e bem-estar dependerem muito de compostos químicos vindos de plantas, sabemos pouco sobre como eles são produzidos e sua real diversidade na natureza", diz Seung Yon
Rhee, coordenador do estudo. “Esperamos que esses resultados permitam que cientistas usem as características dos genes que sintetizam os metabólitos especializados para descobrir como eles beneficiam as plantas e como podem nos beneficiar também."
Revista veja online – 01/05/2014 Observe cada fragmento e assinale a alternativa incorreta.73E5484C-06 Português
ArtigosUniCEUB · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
Observe a charge abaixo e assinale a alternativa que contém assertivas verdadeiras.

I – Em “Devido à falta de médicos..." A crase está usada corretamente.
II – Em “... encaminhando a senhora a uma benzedeira..." nota- se que falta crase nas duas letras “a" grifadas.
III – Em “... vou estar encaminhando a senhora a uma benzedeira..." observa-se o uso inadequado do gerúndio, ou seja, o gerundismo.6E2961FA-06 Português
MorfologiaUniCEUB · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO IV
Aí pelas três da tarde
Nesta sala atulhada de mesas, máquinas e papéis, onde invejáveis escreventes dividiram entre si o bom senso do mundo, aplicando-se em ideias claras apesar do ruído e do mormaço, seguros ao se pronunciarem sobre problemas que afligem o homem moderno (espécie da qual você, milenarmente cansado, talvez se sinta um tanto excluído), largue tudo de repente sob os olhares a sua volta, componha uma cara de louco quieto e perigoso, faça os gestos mais calmos quanto os tais escribas mais severos, dê um largo “ciao” ao trabalho do dia, assim como quem se despede da vida, e surpreenda pouco mais tarde, com sua presença em hora tão insólita, os que estiverem em casa ocupados na limpeza dos armários, que você não sabia antes como era conduzida. Convém não responder aos olhares interrogativos, deixando crescer, por instantes, a intensa expectativa que se instala. Mas não exagere na medida e suba sem demora ao quarto, libertando aí os pés das meias e dos sapatos, tirando a roupa do corpo como se retirasse a importância das coisas, pondo-se enfim em vestes mínimas, quem sabe até em pelo, mas sem ferir o decoro (o seu decoro, está claro), e aceitando ao mesmo tempo, como boa verdade provisória, toda mudança de comportamento. Feito um banhista incerto, assome em seguida no trampolim do patamar e avance dois passos como se fosse beirar um salto, silenciando de vez, embaixo, o surto abafado dos comentários. Nada de grandes lances. Desça, sem pressa, degrau por degrau, sendo tolerante com o espanto (coitados!) dos pobres familiares, que cobrem a boca com a mão enquanto se comprimem ao pé da escada. Passe por eles calado, circule pela casa toda como se andasse numa praia deserta (mas sempre com a mesma cara de louco ainda não precipitado) e se achegue depois, com cuidado e ternura, junto à rede languidamente envergada entre plantas lá no terraço. Largue-se nela como quem se larga na vida, e vá ao fundo nesse mergulho: cerre as abas da rede sobre os olhos e, com um impulso do pé (já não importa em que apoio), goze a fantasia de se sentir embalado pelo mundo.
Raduan Nassar
Texto extraído do livro “ Menina a caminho”, Companhia das Letras - São Paulo, 1997, pág. 71.
Ainda em relação ao texto, assinale a alternativa incorreta.A9FE70BD-D6 Português
Flexão verbal de pessoa (1ª, 2ª, 3ª pessoa)UNESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão, leia o poema de Catulo da Paixão Cearense (1863-1946).
Na fala do papagaio, dos versos de números 16 a 22, uma das formas verbais não apresenta, como deveria, flexão correspondente à mesma pessoa gramatical das demais. Trata-se de6C55A936-03 Português
Concordância verbal, Concordância nominalPUC - RS · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
WOOD JR, Thomaz. Analfabetismo funcional.
(fragmento adaptado) In: http://www.cartacapital.com.br/
revista/758/analfabetismo-funcional-6202.html,
publicado em 24/7/2013.
INSTRUÇÃO: Para responder à questão 26, considere as sugestões de substituição para as formas verbais destacadas nos trechos.
I. “Em uma longa série de entrevistas realizadas" (linhas 09 e 10) por "que se realizaram".
II. "uma queixa revelou-se rotineira" (linhas 11 e 12) por "revelada".
III. "o diretor da instituição solicitou ao professor torná-la facultativa" (linhas 41 a 43) por "que a tornasse".
IV. "Por aqui, vivemos uma situação curiosa" (linha 47) por "vive-se".
As alterações que mantêm o sentido e a correção do texto são, apenas,274AB4B3-F9 Português
Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)Universidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que o verbo grifado está no mesmo tempo do verbo em: Ele era um fingidor.
714B8D8E-F0 Português
MorfologiaFaculdade Adventista da Bahia · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o poema do grande poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade:InfânciaMeu pai montava a cavalo, ia para o campo.Minha mãe ficava sentada cosendo.Meu irmão pequeno dormia.Eu sozinho menino entre mangueirasLia a história de Robinson CrusoéComprida história que não acaba mais.No meio-dia brando de luz uma voz que aprendeuA ninar nos longes da senzala – e nunca se esqueceuChamava para o café.Café preto que nem a preta velhaCafé gostoso Café bom.Minha mãe ficava sentada cosendoOlhando para mim.- Psiu... Não acorde o menino.Para o berço onde pousou um mosquito.E dava um suspiro... que fundo!Lá longe meu pai campeavaNo mato sem fim da fazenda.E eu não sabia que minha históriaEra mais bonita que a de Robinson Crusoé.ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. 12. Ed. Rio de Janeiro, J. Olympio, 1978. P.57.No poema, poeta e sujeito poético tem uma só voz, pois Drummond relata recordações de sua infância. O tempo e modo verbal que viabiliza tal registro, logo, predomina no texto em questão é:3017A546-E2 Português
Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)Universidade Católica de Pelotas · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
Em “No dia seguinte, não houve concentração juvenil,” (linha 52), o tempo verbal é1D7E681F-DE Português
Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)FGV · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão.

Machado de Assis, Quincas Borba.
Empregou-se o presente com ideia de futuro no seguinte excerto do texto:D1D5423C-DC Português
Coesão e coerênciaUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão
Texto IEsses Moços01 Esses moços, pobres moços
02 Ah! Se soubessem o que eu sei
03 Não amavam...
04 Não passavam aquilo que eu já passei
05 Por meus olhos
06 Por meus sonhos
07 Por meu sangue, tudo enfim
08 É que eu peço a esses moços
09 Que acreditem em mim
10 Se eles julgam
11 Que há um lindo futuro
12 Só o amor nesta vida conduz
13 Saibam que deixam o céu por ser escuro
14 E vão ao inferno
15 À procura de luz
16 Eu também tive nos meus belos dias
17 Essa mania que muito me custou
18 E só as mágoas eu trago hoje em dia
19 E essas rugas o amor me deixou!Lupicínio Rodrigues (1948)Assinale a alternativa correta.Texto II
Capítulo LXXIII / O contrarregra
Machado de Assis, Dom Casmurro (1899)
Obs.: dandy (dândi): homem elegante, que se traja com apuroD1B8CB14-DC Português
Colocação PronominalUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosTexto para a questãoDiário de bordoAssinale a alternativa INCORRETA.
Carlos Heitor Cony
8621D281-C6 Português
Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)UECE · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO IIPORTÃO
ANDRADE, Carlos Drummond de. In: Carlos Drummond de Andrade: Poesia e Prosa. Editora Nova Aguilar:1988. p. 506-507.
Considere as seguintes afirmações sobre os dois versos finais.I. A separação desses dois versos em uma estrofe é um recurso que enfatiza as ideias de exclusão, parcialidade e preconceito presentes no poema.II. Os dois versos constituem um enunciado que expressa uma afirmação de valor individual ou particular.III. Esse enunciado apresenta a estrutura linguística do axioma (máxima, provérbio, anexim): é breve, expressa um conceito sobre a realidade, tem o objetivo de ensinar e emprega o presente do indicativo.Está correto o que se afirma apenas em