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Resultados

58.062 questões encontradas. Mostrando a página 1113 de 2904.

  • 9BA8A700-B0

    Química

    Transformações Químicas
    PUC - RJ · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Considerando temperatura e pressão ambiente, assinale a alternativa que contém, na sequência, elementos químicos que são: i) gás nobre, ii) representativo não metálico e sólido e iii) representativo metálico que tem configuração eletrônica com final ns2 , no qual n é o período.
    Escolha uma alternativa para a questão 9ba8a700-b0
  • 9B9AA0EA-B0

    Física

    Cargas Elétricas e Eletrização
    PUC - RJ · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Duas cargas elétricas +Q e +4Q estão fixas sobre o eixo x, respectivamente nas posições x = 0,0 m e x = 1,0 m. Uma terceira carga é posicionada entre as duas, sobre o eixo x, tal que se encontra em equilíbrio eletrostático. Qual é a posição da terceira carga, em m?
    Escolha uma alternativa para a questão 9b9aa0ea-b0
  • 9B751E76-B0

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    PUC - RJ · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Os anfíbios têm sido apontados em muitos estudos como bioindicadores de qualidade do ambiente. Quais são as características dos anfíbios que permitem o uso desse grupo como bioindicadores?
    I. Os ovos dos anfíbios não possuem casca protetora, e esses organismos acabam ficando suscetíveis a mudanças bruscas no ambiente.
    II. Os anfíbios têm pele muito permeável e apresentam pouca proteção em casos de alterações no ambiente.
    III. Os anfíbios são organismos endotérmicos e pouco sensíveis a alterações no ambiente.

    Assinale a alternativa que contém afirmativas corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 9b751e76-b0
  • 9B70B8B0-B0

    Biologia

    Ecologia e ciências ambientais
    PUC - RJ · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Qual é o resultado esperado quando duas espécies apresentam habitats e nichos idênticos?

    I. Uma das espécies será localmente extinta em função do maior sucesso reprodutivo dos competidores mais eficientes.

    II. Ambas as espécies não alterarão seu tamanho populacional.

    III. As duas espécies não irão se reproduzir até que uma delas deixe o habitat.

    Assinale a alternativa que contém afirmativas corretas:

    Escolha uma alternativa para a questão 9b70b8b0-b0
  • 9B6CCF8F-B0

    Biologia

    Briófitas e Pteridófitas
    PUC - RJ · 2018Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Considere as imagens abaixo, que mostram quatro espécies de plantas:

    Imagem da questão de Biologia, PUC - RJ 2018, Briófitas e Pteridófitas

    Assinale a opção que correlaciona as imagens ao grupo taxonômico que ela representa:

    Escolha uma alternativa para a questão 9b6ccf8f-b0
  • 9B5F243A-B0

    Biologia

    Hereditariedade e diversidade da vida
    PUC - RJ · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    A figura abaixo apresenta um heredograma de uma família, com os tipos sanguíneos de cada indivíduo.
    Imagem da questão de Biologia, PUC - RJ 2018, Hereditariedade e diversidade da vida
    Se o casal II-1 tiver um segundo filho, quais as possibilidades de tipo sanguíneo para essa criança?
    Escolha uma alternativa para a questão 9b5f243a-b0
  • 9B552F32-B0

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    PUC - RJ · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Este domingo, Jonas acordou preparado para a realização do vestibular da PUC-Rio. Apesar das instruções do edital, Jonas saiu atrasado de casa e, após 30 minutos no trânsito, ele constatou que não conseguiria chegar a tempo. Nesse momento, Jonas percebe o aumento da sua frequência respiratória e do retorno venoso, além da aceleração dos batimentos cardíacos. Essas alterações fisiológicas são estimuladas pelo(s)
    Escolha uma alternativa para a questão 9b552f32-b0
  • 9B3E3301-B0

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    PUC - RJ · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Pedrinho tem vários carrinhos de brinquedo, alguns grandes, outros pequenos. Ele observa que 20% dos carrinhos pequenos são azuis e que 50% dos carrinhos grandes são azuis. Contando todos os carinhos, 30% são azuis e 20% são vermelhos. Sabendo que 10% dos carrinhos grandes são vermelhos, determine a porcentagem dos carrinhos pequenos que são vermelhos.
    Escolha uma alternativa para a questão 9b3e3301-b0
  • 9B271CD1-B0

    Matemática

    Geometria Plana
    PUC - RJ · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    A figura mostra um retângulo de lados 3 e 6, além de um semicírculo de raio 3. Observe que um dos lados do retângulo é um diâmetro do círculo.
    Imagem da questão de Matemática, PUC - RJ 2018, Geometria Plana
    Quanto vale a área da região indicada (dentro do retângulo e fora do semicírculo)?
    Escolha uma alternativa para a questão 9b271cd1-b0
  • 62CAC8B5-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - SP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Os textos a seguir servirão de base para a realização da questão.


    Texto I

    Desafio da nossa época é lidar com a abundância

    Leandro Narloch, Folha de S.Paulo - 25.abr.2018 às 9h06


    A abundância, quem diria, se tornou um problema. A humanidade passou milênios tentando sobreviver à fome, ao desabrigo e à escassez: hoje precisa aprender a lidar com excesso.

    Temos alimentos demais, bugigangas demais, roupas, carros, embalagens, papéis, remédios, drogas, livros, filmes, eletrônicos e diversões demais. Ainda estamos aprendendo a viver no meio de tantas coisas.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2018, Interpretação de Textos
    Artista faz intervenção na avenida Paulista sobre consumismo
    Marcus Leoni - 10.jan.2016/Folhapress


    É uma delícia de problema, é claro. Até o século 18, a teoria malthusiana fazia sentido. O crescimento da população levava à escassez de comida e assim à diminuição da poluição. Crises de fome ceifavam multidões todos os séculos.
    A Revolução Industrial nos fez escapar dessa armadilha. Produzindo mais com menos esforço, operamos um milagre: a população explodiu e a riqueza também. A fome, até então uma condição natural da humanidade, se tornou uma anomalia. 
    Luxos que antes eram reservados a reis ou milionários (chás ou janelas com vidros e cortinas, por exemplo) entraram na casa de trabalhadores comuns.
    É claro que boa parte do mundo ainda enfrenta a fome e a escassez. Mas não é por falta de conhecimento que isso acontece. Pelo contrário, o caminho da prosperidade já está mais ou menos mapeado e pavimentado.
    A abundância é um tipo de problema chique, que todo mundo gostaria de ter. Como o da grã-fina que está cansada de passar as férias em Paris. Mas ainda assim é um problema.
    Muitas más notícias que os jornais publicam hoje são produtos da abundância: o trânsito, a obesidade, a poluição, o lixo, o tempo que crianças gastam em frente a telas. Não só crianças, mas os adultos — que em média tocam 2600 vezes no celular por dia.
    As pessoas parecem meio perdidas entre tanto conforto e atrações que desviam a atenção. Se perdem em realizações imediatas de consumo, sem foco e força de vontade para perseguir grandes desejos ou objetivos mais ousados.
    Se o problema já é grave hoje, imagine no futuro. O autocontrole será cada vez mais necessário. Nossos filhos e netos terão que aprender desde cedo a se controlar diante do excesso de comida, de drogas, de opções de vida e de diversão.
    O mundo capitalista já resolveu o problema da escassez: precisa agora de uma educação para a abundância.

    Leandro Narloch - Jornalista, mestre em filosofia e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, entre outros.
    Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/leandro-narloch/2018/04/desafio-da-nossa-epoca-e-lidar-com-a-abundancia.shtml> . Acesso em: 25 abr. 2018.


    Texto 2
    Figura 2 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2018, Interpretação de Textos
    Texto de Gilmar Machado, publicado em 8 jan. 2018.
    Disponível em: <https://www.humorpolitico.com.br/
    tag/meio-ambiente/> . Acesso em: 12 mar. 2018.



    Texto 3 

    Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades
    Ana Tereza Caceres Cortez - Professora adjunta do Departamento de Geografia
    Instituto de Geociências e Ciências Exatas - IGCE/Unesp, Rio Claro

    Um dos símbolos do sucesso das economias capitalistas modernas é a abundância dos bens de consumo, continuamente produzidos pelo sistema industrial. Essa fartura passou a receber uma conotação negativa, sendo objeto de críticas que consideram o consumismo um dos principais problemas das sociedades industriais modernas.

    Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de papel que a propaganda e a publicidade exercem nas pessoas, induzindo-as ao consumo, mesmo que não necessitem de um produto comprado. Muitas vezes, as pessoas compram produtos que não têm utilidade para elas, ou até mesmo coisas desnecessárias apenas por vontade de comprar, evidenciando até uma doença.

    Segundo o Dicionário Houaiss, consumismo é “ato, efeito, fato ou prática de consumir (‘comprar em demasia’)” e “consumo ilimitado de bens duráveis, especialmente artigos supérfluos”.

    O simples “consumo” é entendido como as aquisições racionais, controladas e seletivas baseadas em fatores sociais e ambientais e no respeito pelas gerações futuras. Já o consumismo pode ser definido como uma compulsão para consumir. Mas como fazer para não aderir ao perfil consumista? A fórmula clássica e aparentemente simples é distinguir o essencial do necessário e o necessário do supérfluo. No entanto, é muito difícil estabelecer o limite entre consumo e consumismo, pois a definição de necessidades básicas e supérfluas está intimamente ligada às características culturais da sociedade e do grupo a que pertencemos. O que é básico para uns pode ser supérfluo para outros e vice-versa. 

    Trecho de CORTEZ, Ana Tereza Caceres. Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades. In:
    CORTEZ, A.T.C.; ORTIGOZA, S.A.G. (Org.). Da produção ao consumo: impactos socioambientais no
    espaço urbano. São Paulo: UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. Disponível em: <http://books.
    scielo.org/id/n9brm/pdf/ortigoza-9788579830075-03.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2018. [Adaptado]
    A perspectiva temática comum nos três textos diz respeito
    Escolha uma alternativa para a questão 62cac8b5-b0
  • 62C5258E-B0

    Português

    Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
    PUC - SP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Os textos a seguir servirão de base para a realização da questão.


    Texto I

    Desafio da nossa época é lidar com a abundância

    Leandro Narloch, Folha de S.Paulo - 25.abr.2018 às 9h06


    A abundância, quem diria, se tornou um problema. A humanidade passou milênios tentando sobreviver à fome, ao desabrigo e à escassez: hoje precisa aprender a lidar com excesso.

    Temos alimentos demais, bugigangas demais, roupas, carros, embalagens, papéis, remédios, drogas, livros, filmes, eletrônicos e diversões demais. Ainda estamos aprendendo a viver no meio de tantas coisas.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2018, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
    Artista faz intervenção na avenida Paulista sobre consumismo
    Marcus Leoni - 10.jan.2016/Folhapress


    É uma delícia de problema, é claro. Até o século 18, a teoria malthusiana fazia sentido. O crescimento da população levava à escassez de comida e assim à diminuição da poluição. Crises de fome ceifavam multidões todos os séculos.
    A Revolução Industrial nos fez escapar dessa armadilha. Produzindo mais com menos esforço, operamos um milagre: a população explodiu e a riqueza também. A fome, até então uma condição natural da humanidade, se tornou uma anomalia. 
    Luxos que antes eram reservados a reis ou milionários (chás ou janelas com vidros e cortinas, por exemplo) entraram na casa de trabalhadores comuns.
    É claro que boa parte do mundo ainda enfrenta a fome e a escassez. Mas não é por falta de conhecimento que isso acontece. Pelo contrário, o caminho da prosperidade já está mais ou menos mapeado e pavimentado.
    A abundância é um tipo de problema chique, que todo mundo gostaria de ter. Como o da grã-fina que está cansada de passar as férias em Paris. Mas ainda assim é um problema.
    Muitas más notícias que os jornais publicam hoje são produtos da abundância: o trânsito, a obesidade, a poluição, o lixo, o tempo que crianças gastam em frente a telas. Não só crianças, mas os adultos — que em média tocam 2600 vezes no celular por dia.
    As pessoas parecem meio perdidas entre tanto conforto e atrações que desviam a atenção. Se perdem em realizações imediatas de consumo, sem foco e força de vontade para perseguir grandes desejos ou objetivos mais ousados.
    Se o problema já é grave hoje, imagine no futuro. O autocontrole será cada vez mais necessário. Nossos filhos e netos terão que aprender desde cedo a se controlar diante do excesso de comida, de drogas, de opções de vida e de diversão.
    O mundo capitalista já resolveu o problema da escassez: precisa agora de uma educação para a abundância.

    Leandro Narloch - Jornalista, mestre em filosofia e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, entre outros.
    Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/leandro-narloch/2018/04/desafio-da-nossa-epoca-e-lidar-com-a-abundancia.shtml> . Acesso em: 25 abr. 2018.


    Texto 2
    Figura 2 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2018, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
    Texto de Gilmar Machado, publicado em 8 jan. 2018.
    Disponível em: <https://www.humorpolitico.com.br/
    tag/meio-ambiente/> . Acesso em: 12 mar. 2018.



    Texto 3 

    Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades
    Ana Tereza Caceres Cortez - Professora adjunta do Departamento de Geografia
    Instituto de Geociências e Ciências Exatas - IGCE/Unesp, Rio Claro

    Um dos símbolos do sucesso das economias capitalistas modernas é a abundância dos bens de consumo, continuamente produzidos pelo sistema industrial. Essa fartura passou a receber uma conotação negativa, sendo objeto de críticas que consideram o consumismo um dos principais problemas das sociedades industriais modernas.

    Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de papel que a propaganda e a publicidade exercem nas pessoas, induzindo-as ao consumo, mesmo que não necessitem de um produto comprado. Muitas vezes, as pessoas compram produtos que não têm utilidade para elas, ou até mesmo coisas desnecessárias apenas por vontade de comprar, evidenciando até uma doença.

    Segundo o Dicionário Houaiss, consumismo é “ato, efeito, fato ou prática de consumir (‘comprar em demasia’)” e “consumo ilimitado de bens duráveis, especialmente artigos supérfluos”.

    O simples “consumo” é entendido como as aquisições racionais, controladas e seletivas baseadas em fatores sociais e ambientais e no respeito pelas gerações futuras. Já o consumismo pode ser definido como uma compulsão para consumir. Mas como fazer para não aderir ao perfil consumista? A fórmula clássica e aparentemente simples é distinguir o essencial do necessário e o necessário do supérfluo. No entanto, é muito difícil estabelecer o limite entre consumo e consumismo, pois a definição de necessidades básicas e supérfluas está intimamente ligada às características culturais da sociedade e do grupo a que pertencemos. O que é básico para uns pode ser supérfluo para outros e vice-versa. 

    Trecho de CORTEZ, Ana Tereza Caceres. Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades. In:
    CORTEZ, A.T.C.; ORTIGOZA, S.A.G. (Org.). Da produção ao consumo: impactos socioambientais no
    espaço urbano. São Paulo: UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. Disponível em: <http://books.
    scielo.org/id/n9brm/pdf/ortigoza-9788579830075-03.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2018. [Adaptado]
    Em relação à linguagem empregada na construção dos textos:
    Escolha uma alternativa para a questão 62c5258e-b0
  • 62C0D65B-B0

    Português

    Coesão e coerência
    PUC - SP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Os textos a seguir servirão de base para a realização da questão.


    Texto I

    Desafio da nossa época é lidar com a abundância

    Leandro Narloch, Folha de S.Paulo - 25.abr.2018 às 9h06


    A abundância, quem diria, se tornou um problema. A humanidade passou milênios tentando sobreviver à fome, ao desabrigo e à escassez: hoje precisa aprender a lidar com excesso.

    Temos alimentos demais, bugigangas demais, roupas, carros, embalagens, papéis, remédios, drogas, livros, filmes, eletrônicos e diversões demais. Ainda estamos aprendendo a viver no meio de tantas coisas.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2018, Coesão e coerência
    Artista faz intervenção na avenida Paulista sobre consumismo
    Marcus Leoni - 10.jan.2016/Folhapress


    É uma delícia de problema, é claro. Até o século 18, a teoria malthusiana fazia sentido. O crescimento da população levava à escassez de comida e assim à diminuição da poluição. Crises de fome ceifavam multidões todos os séculos.
    A Revolução Industrial nos fez escapar dessa armadilha. Produzindo mais com menos esforço, operamos um milagre: a população explodiu e a riqueza também. A fome, até então uma condição natural da humanidade, se tornou uma anomalia. 
    Luxos que antes eram reservados a reis ou milionários (chás ou janelas com vidros e cortinas, por exemplo) entraram na casa de trabalhadores comuns.
    É claro que boa parte do mundo ainda enfrenta a fome e a escassez. Mas não é por falta de conhecimento que isso acontece. Pelo contrário, o caminho da prosperidade já está mais ou menos mapeado e pavimentado.
    A abundância é um tipo de problema chique, que todo mundo gostaria de ter. Como o da grã-fina que está cansada de passar as férias em Paris. Mas ainda assim é um problema.
    Muitas más notícias que os jornais publicam hoje são produtos da abundância: o trânsito, a obesidade, a poluição, o lixo, o tempo que crianças gastam em frente a telas. Não só crianças, mas os adultos — que em média tocam 2600 vezes no celular por dia.
    As pessoas parecem meio perdidas entre tanto conforto e atrações que desviam a atenção. Se perdem em realizações imediatas de consumo, sem foco e força de vontade para perseguir grandes desejos ou objetivos mais ousados.
    Se o problema já é grave hoje, imagine no futuro. O autocontrole será cada vez mais necessário. Nossos filhos e netos terão que aprender desde cedo a se controlar diante do excesso de comida, de drogas, de opções de vida e de diversão.
    O mundo capitalista já resolveu o problema da escassez: precisa agora de uma educação para a abundância.

    Leandro Narloch - Jornalista, mestre em filosofia e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, entre outros.
    Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/leandro-narloch/2018/04/desafio-da-nossa-epoca-e-lidar-com-a-abundancia.shtml> . Acesso em: 25 abr. 2018.


    Texto 2
    Figura 2 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2018, Coesão e coerência
    Texto de Gilmar Machado, publicado em 8 jan. 2018.
    Disponível em: <https://www.humorpolitico.com.br/
    tag/meio-ambiente/> . Acesso em: 12 mar. 2018.



    Texto 3 

    Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades
    Ana Tereza Caceres Cortez - Professora adjunta do Departamento de Geografia
    Instituto de Geociências e Ciências Exatas - IGCE/Unesp, Rio Claro

    Um dos símbolos do sucesso das economias capitalistas modernas é a abundância dos bens de consumo, continuamente produzidos pelo sistema industrial. Essa fartura passou a receber uma conotação negativa, sendo objeto de críticas que consideram o consumismo um dos principais problemas das sociedades industriais modernas.

    Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de papel que a propaganda e a publicidade exercem nas pessoas, induzindo-as ao consumo, mesmo que não necessitem de um produto comprado. Muitas vezes, as pessoas compram produtos que não têm utilidade para elas, ou até mesmo coisas desnecessárias apenas por vontade de comprar, evidenciando até uma doença.

    Segundo o Dicionário Houaiss, consumismo é “ato, efeito, fato ou prática de consumir (‘comprar em demasia’)” e “consumo ilimitado de bens duráveis, especialmente artigos supérfluos”.

    O simples “consumo” é entendido como as aquisições racionais, controladas e seletivas baseadas em fatores sociais e ambientais e no respeito pelas gerações futuras. Já o consumismo pode ser definido como uma compulsão para consumir. Mas como fazer para não aderir ao perfil consumista? A fórmula clássica e aparentemente simples é distinguir o essencial do necessário e o necessário do supérfluo. No entanto, é muito difícil estabelecer o limite entre consumo e consumismo, pois a definição de necessidades básicas e supérfluas está intimamente ligada às características culturais da sociedade e do grupo a que pertencemos. O que é básico para uns pode ser supérfluo para outros e vice-versa. 

    Trecho de CORTEZ, Ana Tereza Caceres. Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades. In:
    CORTEZ, A.T.C.; ORTIGOZA, S.A.G. (Org.). Da produção ao consumo: impactos socioambientais no
    espaço urbano. São Paulo: UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. Disponível em: <http://books.
    scielo.org/id/n9brm/pdf/ortigoza-9788579830075-03.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2018. [Adaptado]
    A pergunta retórica “Mas como fazer para não aderir ao perfil consumista?”, presente no último parágrafo do texto 3, tem função de
    Escolha uma alternativa para a questão 62c0d65b-b0
  • 62BD94DB-B0

    Português

    Coesão e coerência
    PUC - SP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Os textos a seguir servirão de base para a realização da questão.


    Texto I

    Desafio da nossa época é lidar com a abundância

    Leandro Narloch, Folha de S.Paulo - 25.abr.2018 às 9h06


    A abundância, quem diria, se tornou um problema. A humanidade passou milênios tentando sobreviver à fome, ao desabrigo e à escassez: hoje precisa aprender a lidar com excesso.

    Temos alimentos demais, bugigangas demais, roupas, carros, embalagens, papéis, remédios, drogas, livros, filmes, eletrônicos e diversões demais. Ainda estamos aprendendo a viver no meio de tantas coisas.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2018, Coesão e coerência
    Artista faz intervenção na avenida Paulista sobre consumismo
    Marcus Leoni - 10.jan.2016/Folhapress


    É uma delícia de problema, é claro. Até o século 18, a teoria malthusiana fazia sentido. O crescimento da população levava à escassez de comida e assim à diminuição da poluição. Crises de fome ceifavam multidões todos os séculos.
    A Revolução Industrial nos fez escapar dessa armadilha. Produzindo mais com menos esforço, operamos um milagre: a população explodiu e a riqueza também. A fome, até então uma condição natural da humanidade, se tornou uma anomalia. 
    Luxos que antes eram reservados a reis ou milionários (chás ou janelas com vidros e cortinas, por exemplo) entraram na casa de trabalhadores comuns.
    É claro que boa parte do mundo ainda enfrenta a fome e a escassez. Mas não é por falta de conhecimento que isso acontece. Pelo contrário, o caminho da prosperidade já está mais ou menos mapeado e pavimentado.
    A abundância é um tipo de problema chique, que todo mundo gostaria de ter. Como o da grã-fina que está cansada de passar as férias em Paris. Mas ainda assim é um problema.
    Muitas más notícias que os jornais publicam hoje são produtos da abundância: o trânsito, a obesidade, a poluição, o lixo, o tempo que crianças gastam em frente a telas. Não só crianças, mas os adultos — que em média tocam 2600 vezes no celular por dia.
    As pessoas parecem meio perdidas entre tanto conforto e atrações que desviam a atenção. Se perdem em realizações imediatas de consumo, sem foco e força de vontade para perseguir grandes desejos ou objetivos mais ousados.
    Se o problema já é grave hoje, imagine no futuro. O autocontrole será cada vez mais necessário. Nossos filhos e netos terão que aprender desde cedo a se controlar diante do excesso de comida, de drogas, de opções de vida e de diversão.
    O mundo capitalista já resolveu o problema da escassez: precisa agora de uma educação para a abundância.

    Leandro Narloch - Jornalista, mestre em filosofia e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, entre outros.
    Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/leandro-narloch/2018/04/desafio-da-nossa-epoca-e-lidar-com-a-abundancia.shtml> . Acesso em: 25 abr. 2018.


    Texto 2
    Figura 2 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2018, Coesão e coerência
    Texto de Gilmar Machado, publicado em 8 jan. 2018.
    Disponível em: <https://www.humorpolitico.com.br/
    tag/meio-ambiente/> . Acesso em: 12 mar. 2018.



    Texto 3 

    Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades
    Ana Tereza Caceres Cortez - Professora adjunta do Departamento de Geografia
    Instituto de Geociências e Ciências Exatas - IGCE/Unesp, Rio Claro

    Um dos símbolos do sucesso das economias capitalistas modernas é a abundância dos bens de consumo, continuamente produzidos pelo sistema industrial. Essa fartura passou a receber uma conotação negativa, sendo objeto de críticas que consideram o consumismo um dos principais problemas das sociedades industriais modernas.

    Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de papel que a propaganda e a publicidade exercem nas pessoas, induzindo-as ao consumo, mesmo que não necessitem de um produto comprado. Muitas vezes, as pessoas compram produtos que não têm utilidade para elas, ou até mesmo coisas desnecessárias apenas por vontade de comprar, evidenciando até uma doença.

    Segundo o Dicionário Houaiss, consumismo é “ato, efeito, fato ou prática de consumir (‘comprar em demasia’)” e “consumo ilimitado de bens duráveis, especialmente artigos supérfluos”.

    O simples “consumo” é entendido como as aquisições racionais, controladas e seletivas baseadas em fatores sociais e ambientais e no respeito pelas gerações futuras. Já o consumismo pode ser definido como uma compulsão para consumir. Mas como fazer para não aderir ao perfil consumista? A fórmula clássica e aparentemente simples é distinguir o essencial do necessário e o necessário do supérfluo. No entanto, é muito difícil estabelecer o limite entre consumo e consumismo, pois a definição de necessidades básicas e supérfluas está intimamente ligada às características culturais da sociedade e do grupo a que pertencemos. O que é básico para uns pode ser supérfluo para outros e vice-versa. 

    Trecho de CORTEZ, Ana Tereza Caceres. Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades. In:
    CORTEZ, A.T.C.; ORTIGOZA, S.A.G. (Org.). Da produção ao consumo: impactos socioambientais no
    espaço urbano. São Paulo: UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. Disponível em: <http://books.
    scielo.org/id/n9brm/pdf/ortigoza-9788579830075-03.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2018. [Adaptado]
    Qual a relação de sentido que os elementos coesivos destacados no texto 3 estabelecem, de acordo com ordem em que são empregados?
    Escolha uma alternativa para a questão 62bd94db-b0
  • 62BA58F3-B0

    Português

    Parênteses
    PUC - SP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Os textos a seguir servirão de base para a realização da questão.


    Texto I

    Desafio da nossa época é lidar com a abundância

    Leandro Narloch, Folha de S.Paulo - 25.abr.2018 às 9h06


    A abundância, quem diria, se tornou um problema. A humanidade passou milênios tentando sobreviver à fome, ao desabrigo e à escassez: hoje precisa aprender a lidar com excesso.

    Temos alimentos demais, bugigangas demais, roupas, carros, embalagens, papéis, remédios, drogas, livros, filmes, eletrônicos e diversões demais. Ainda estamos aprendendo a viver no meio de tantas coisas.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2018, Parênteses
    Artista faz intervenção na avenida Paulista sobre consumismo
    Marcus Leoni - 10.jan.2016/Folhapress


    É uma delícia de problema, é claro. Até o século 18, a teoria malthusiana fazia sentido. O crescimento da população levava à escassez de comida e assim à diminuição da poluição. Crises de fome ceifavam multidões todos os séculos.
    A Revolução Industrial nos fez escapar dessa armadilha. Produzindo mais com menos esforço, operamos um milagre: a população explodiu e a riqueza também. A fome, até então uma condição natural da humanidade, se tornou uma anomalia. 
    Luxos que antes eram reservados a reis ou milionários (chás ou janelas com vidros e cortinas, por exemplo) entraram na casa de trabalhadores comuns.
    É claro que boa parte do mundo ainda enfrenta a fome e a escassez. Mas não é por falta de conhecimento que isso acontece. Pelo contrário, o caminho da prosperidade já está mais ou menos mapeado e pavimentado.
    A abundância é um tipo de problema chique, que todo mundo gostaria de ter. Como o da grã-fina que está cansada de passar as férias em Paris. Mas ainda assim é um problema.
    Muitas más notícias que os jornais publicam hoje são produtos da abundância: o trânsito, a obesidade, a poluição, o lixo, o tempo que crianças gastam em frente a telas. Não só crianças, mas os adultos — que em média tocam 2600 vezes no celular por dia.
    As pessoas parecem meio perdidas entre tanto conforto e atrações que desviam a atenção. Se perdem em realizações imediatas de consumo, sem foco e força de vontade para perseguir grandes desejos ou objetivos mais ousados.
    Se o problema já é grave hoje, imagine no futuro. O autocontrole será cada vez mais necessário. Nossos filhos e netos terão que aprender desde cedo a se controlar diante do excesso de comida, de drogas, de opções de vida e de diversão.
    O mundo capitalista já resolveu o problema da escassez: precisa agora de uma educação para a abundância.

    Leandro Narloch - Jornalista, mestre em filosofia e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, entre outros.
    Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/leandro-narloch/2018/04/desafio-da-nossa-epoca-e-lidar-com-a-abundancia.shtml> . Acesso em: 25 abr. 2018.


    Texto 2
    Figura 2 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2018, Parênteses
    Texto de Gilmar Machado, publicado em 8 jan. 2018.
    Disponível em: <https://www.humorpolitico.com.br/
    tag/meio-ambiente/> . Acesso em: 12 mar. 2018.



    Texto 3 

    Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades
    Ana Tereza Caceres Cortez - Professora adjunta do Departamento de Geografia
    Instituto de Geociências e Ciências Exatas - IGCE/Unesp, Rio Claro

    Um dos símbolos do sucesso das economias capitalistas modernas é a abundância dos bens de consumo, continuamente produzidos pelo sistema industrial. Essa fartura passou a receber uma conotação negativa, sendo objeto de críticas que consideram o consumismo um dos principais problemas das sociedades industriais modernas.

    Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de papel que a propaganda e a publicidade exercem nas pessoas, induzindo-as ao consumo, mesmo que não necessitem de um produto comprado. Muitas vezes, as pessoas compram produtos que não têm utilidade para elas, ou até mesmo coisas desnecessárias apenas por vontade de comprar, evidenciando até uma doença.

    Segundo o Dicionário Houaiss, consumismo é “ato, efeito, fato ou prática de consumir (‘comprar em demasia’)” e “consumo ilimitado de bens duráveis, especialmente artigos supérfluos”.

    O simples “consumo” é entendido como as aquisições racionais, controladas e seletivas baseadas em fatores sociais e ambientais e no respeito pelas gerações futuras. Já o consumismo pode ser definido como uma compulsão para consumir. Mas como fazer para não aderir ao perfil consumista? A fórmula clássica e aparentemente simples é distinguir o essencial do necessário e o necessário do supérfluo. No entanto, é muito difícil estabelecer o limite entre consumo e consumismo, pois a definição de necessidades básicas e supérfluas está intimamente ligada às características culturais da sociedade e do grupo a que pertencemos. O que é básico para uns pode ser supérfluo para outros e vice-versa. 

    Trecho de CORTEZ, Ana Tereza Caceres. Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades. In:
    CORTEZ, A.T.C.; ORTIGOZA, S.A.G. (Org.). Da produção ao consumo: impactos socioambientais no
    espaço urbano. São Paulo: UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. Disponível em: <http://books.
    scielo.org/id/n9brm/pdf/ortigoza-9788579830075-03.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2018. [Adaptado]
    No terceiro parágrafo do texto 3, são empregadas as seguinte notações especiais: itálico, aspas e parênteses. Indique, respectivamente, as finalidades de tais usos.
    Escolha uma alternativa para a questão 62ba58f3-b0