Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil
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203AC34B-89 O processo Kraft é um método químico de obtenção de celulose. A madeira é picada e cozida em um meio alcalino chamado licor branco, uma solução composta principalmente por hidróxido de sódio (NaOH) e sulfeto de sódio (Na₂S). Esse licor promove a quebra das ligações da lignina, permitindo a liberação das fibras de celulose. Após o cozimento, a mistura resultante — contendo celulose e o licor que dissolveu a lignina — forma o licor negro, rico em lignina degradada, compostos orgânicos e reagentes químicos remanescentes. A celulose é separada, lavada e segue para branqueamento. O licor negro é então concentrado e queimado em caldeiras especiais, permitindo recuperar parte dos reagentes químicos, que são posteriormente reprocessados para regenerar o licor branco, fechando o ciclo químico do processo.Disponível em: https://www.quimica.com.br/producao-de-acido-sulfurico-a-partir-de-gases-odoriferos/. Acesso em: 5 de dez. 2025.Com base no texto sobre o processo Kraft de obtenção de celulose, assinale a alternativa correta.1FC9965B-89 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUFU-MG · 2026FácilEntre para guardar nos favoritosBefore Halo became the killer app for Microsoft's Xbox console, it was actually supposed to be a thirdperson shooter for Apple's Macs. CEO and company founder Steve Jobs even introduced the game to the world on stage during 1999's Macworld Conference, which still had an epic theme tune and aliens but was otherwise very different to the Halo we know now.“We got up on stage with Steve Jobs at Macworld and we talked about it there,” co-creator Marcus Lehto remembered in an interview with Kent State Magazine […]Looking for studios and exclusives to bulk up its Xbox launch slate, Microsoft eventually called the studio, which was at that point in a spiky financial situation. “And then Microsoft said, ‘Steve Jobs can't have that. We're going to buy you and move you all to the Pacific Northwest, and then we're going to have you build this game for the Xbox.’”I'm guessing that was creative, incomplete paraphrasing on Lehto's part, but imagining Bill Gates and Steve Jobs embroiled in some kind of tech billionaire civil war over the rights to Halo does bring a smile to my face. The rest is history, though – Halo: Combat Evolved launched alongside the OG Xbox and the series has become synonymous with Microsoft's consoles ever since.Disponível em: https://tech.yahoo.com. Acesso em: 9 dez. 2025.According to the text, why did Microsoft decide to secure Halo for itself?1FC3FD33-89 Literatura
Gênero LíricoUFU-MG · 2026FácilEntre para guardar nos favoritosMeu rosto se mistura com o diaNuvens telhados ramagens e DezembroApaixonada estou dentro do tempoQue me abriga com canto e com imagensTão abrigada estou dentro da horaQue nem lamento já a tarde antigaTudo se torna presente e se demoraSerá que o dia me pede que eu o diga?ANDRESEN, S. de M. B. Coral e outros poemas. São Paulo: Companhia das Letras, 2018. p. 185.No poema Dia, o sujeito poético de Sophia de Mello Breyner Andresen1FBE4EB6-89 Português
Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.UFU-MG · 2026FácilEntre para guardar nos favoritosTexto IFilho (para os homens-coiotes, objetivo): Vamos.Os homens-coiotes atravessam a pequena praça junto com o filho do verdugo. Quando estão saindo, um foco de luz violenta incide sobre as mãos dos homens-coiotes. As mãos estão cruzadas na altura dos rins, e deve ser visto claramente que são patas de lobo com grandes garras.HILST, H. O verdugo seguido de A morte do patriarca. Porto Alegre: L&PM Pocket, p. 70. (Teatro Completo, v. 2).Texto IIHilst também consegue desenhar um tom poético em suas didascálias, [...] ou seja, opera indicações subjetivas, tanto para o leitor quanto para o ator/diretor [...] transforma as indicações em algo muito particular, pois é a imaginação, a sensação, a criação imagética da autora transposta poeticamente na indicação das didascálias.Disponível em: https://periodicosonline.uems.br/REV/article/view/3143. Acesso em: 11 dez. 2025.A didascália do texto I apresenta uma função poética, conforme descrito no texto II, pois1FBBAA98-89 Literatura
Classificação dos Gêneros LiteráriosUFU-MG · 2026FácilEntre para guardar nos favoritosEu vou contar uma históriaDe um pavão misteriosoQue levantou vôo na GréciaCom um rapaz corajosoRaptando uma condessaFilha de um conde orgulhoso.REZENDE, J. C. M. O romance do pavão misterioso. Fortaleza: Academia Brasileira de Cordel; Tupynanquim Editora, 2011.Os versos correspondem à primeira estrofe de O romance do pavão misterioso, um dos cordéis mais influentes do século XX. Considerando a importância do cordel para a literatura e a cultura brasileira, analise as asserções.I. “Raptando uma condessa/filha de um conde orgulhoso” evidencia que os cordéis tratam exclusivamente de conflitos da elite europeia, descendente de nobres, afastando-se de temas populares ou do cotidiano sertanejo.II. A estrofe apresenta uma característica presente na maioria dos cordéis: uma estrutura fixa em sextilha, cuja métrica e esquema de rimas favorecem a musicalidade e a oralização próprias da poesia popular.III. A influência do cordel em outras manifestações artísticas evidencia sua forte presença na cultura brasileira; o folheto O romance do pavão misterioso, por exemplo, inspirou a canção Pavão mysteriozo, composta por Ednardo em 1974.IV. O espaço citado na estrofe, Grécia, um país europeu, caracteriza a maior parte dos cordéis brasileiros, que tradicionalmente privilegiam figuras mitológicas em detrimento de ambientações nordestinas.Assinale a alternativa que apresenta apenas asserções corretas.1FB5CA7E-89 Português
Interpretação de TextosUFU-MG · 2026FácilEntre para guardar nos favoritosComecei a escrever muito cedo, menina. A escrita pra mim sempre foi um suporte para lidar com o mundo e, ao mesmo tempo, também colocar um questionamento para o mundo. Muitas das minhas perguntas de infância, de adolescência, foram respondidas ou aprofundadas através da escrita e da leitura. Todas as minhas questões da adolescência, aquelas dúvidas, eu só aguentei com a ajuda da escrita. Além das perguntas da adolescência, pelas quais todo mundo passa nessa fase da vida, também foi marcante o momento em que percebi as questões raciais. Eu como menina negra. O que havia de estranho nisso tudo, notar a questão racial, a pobreza em que a gente vivia. Naquele momento eu já sabia que queria alguma coisa, só não sabia o quê. Mas uma coisa eu tinha certeza: que aquela vida que eu tinha não podia ser eterna. Eu tinha a certeza que aquela vida não era justa. Eu não sabia se a escrita poderia ser um caminho para mim, mas a escrita já era uma necessidade. Já era um alento e ao mesmo tempo também um local de tormento, um lugar onde eu colocava todas as minhas dúvidas. [...]Eu digo que tudo que escrevo, seja de um ponto de vista crítico, como pesquisadora, ou de um ponto de vista da criação literária, é profundamente marcado pela minha condição de mulher negra na sociedade brasileira. O que tenho percebido é o seguinte: essa “escrevivência” tem ajudado outras mulheres a se perceberem. Percebo cada vez mais que, na medida em que essas mulheres se encontram nos meus textos e encontram os meus textos, elas se apossam da vida com muito mais certeza. Acho que a minha escrita tem possibilitado que essas mulheres acreditem mais em si mesmas, que se reconheçam, que sabemos ser muito difícil. A literatura que nós conhecemos, essa literatura canônica, ela não nos representa e quando nos representa é sempre de uma maneira limitada, de uma maneira estereotipada. Então o meu texto é um lugar onde as mulheres se sentem em casa, se sentem reconhecidas de verdade.Disponível em: https://medium.com/mulheres-que-escrevem/mulheres-que-escrevem-entrevista-conceicao-evaristo-fa243ff84284. Acesso em: 6 jan. 2026.Na entrevista, a escritora, poetisa, professora e pesquisadora brasileira Conceição Evaristo usa o termo “escrevivência” para se referir ao processo de1FA5D432-89 Português
Interpretação de TextosUFU-MG · 2026FácilEntre para guardar nos favoritosParem as máquinas porque o momento chegou e o hype é real. A CCXP25 está batendo na porta e... vamos ser sinceras? O maior evento de cultura pop do planeta finalmente entendeu que o nosso mundinho asiático não é nicho, é potência global! O Palco Universe retorna consolidadíssimo como o espaço para quem respira cultura pop do leste e sudeste asiático. De 04 a 07 de dezembro, o São Paulo Expo vai virar o nosso playground com debates, batalhas de fandom e aquela energia caótica e maravilhosa que a gente ama.E o plot twist que a gente precisava? A curadoria afiadíssima saiu do óbvio! A CCXP expandiu a visão para muito além do eixo tradicional japonês, abraçando com força as narrativas da Coreia, Tailândia e China. A responsável por esse upgrade cultural é Carol Pardini, do Na Coreia Tem - NCT Lab, que assinou uma curadoria focada na pluralidade das narrativas asiáticas. Como a própria organização destaca, o público brasileiro já provou que consome (e muito!) essas potências globais do entretenimento, e o palco deste ano nasce para valorizar exatamente essa força. É sobre representatividade e aclamação.Agora, segura esse spoiler de milhões: eu vou estar lá brilhando! Marquem na agenda: sexta-feira, 05/12, às 13h00, eu subo ao palco para o painel “A revolução da literatura e dos webtoons coreanos”. Eu e um time de peso vamos discutir como a produção coreana, dos clássicos aos webtoons que viram k-dramas de sucesso, está renovando a narrativa contemporânea e conectando tradição com tecnologia.Disponível em: https://uol.com.br/splash/noticias/2025/12/01/nao-e-mais-nicho-e-potencia-cultura-asiatica-cresce-na-ccxp-2025.htm. Acesso em: 3 dez. 2025.Os diferentes termos em negrito no texto evidenciam um uso da língua que se caracteriza por1F9A59C2-89 Português
Interpretação de TextosUFU-MG · 2026FácilEntre para guardar nos favoritosEu já quis ser bióloga marinha, internacionalista, advogada e, claro, jornalista. O que nunca me ocorreu é que, para todos esses cargos, eu teria que ser uma coisa antes: estagiária.Nem uma trabalhadora por completo, nem só uma estudante. Alguma coisa no meio disso. O estágio é uma experiência peculiar, e cada um tem uma história diferente, com realidades que variam de bolsas generosas a valores simbólicos, de jornadas presenciais a regimes remotos, com ou sem benefícios.Essas divergências têm uma origem comum: a Lei do Estágio, de 2008, que o definiu como uma atividade educativa ligada a determinado curso. Estudantes já trabalhavam antes em modelos similares, é claro – mas foi a primeira vez que se estabeleceram os limites e as responsabilidades entre a empresa, o aluno e a instituição de ensino.A lei dividiu os estágios em duas categorias: obrigatório (uma disciplina prática, muitas vezes na própria faculdade e sem remuneração) e não obrigatório, em geral feito numa empresa, que deve garantir bolsa, recesso remunerado e auxílio-transporte. A jornada é de até seis horas diárias e 30 horas semanais. O contrato pode durar, no máximo, dois anos.Tudo isso, na teoria, visa garantir o equilíbrio entre estudo e trabalho, impedir a exploração e evitar o vínculo empregatício – afinal, o estágio não se enquadra na CLT. Na prática, não é bem assim.“Se observarmos como o estágio realmente se desenvolve no dia a dia, todos os elementos típicos de um emprego estão presentes: a pessoalidade [o contrato diz respeito a uma única pessoa física], a habitualidade [é uma atividade constante] e a subordinação”, diz Júlia Lenzi Silva, professora doutora do Departamento de Direito do Trabalho e da Seguridade Social da Faculdade de Direito da USP.Além disso, a Lei do Estágio é uma “lei órfã” em termos de fiscalização: não está claro quem deve garantir o seu cumprimento. Nem o Ministério do Trabalho nem o da Educação dispõem de estrutura voltada para fazer isso de forma ativa.Então, temos: uma legislação pouco específica, desatualizada e sem braço para fiscalização.Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/a-culpa-e-do-estagiario-so-que-nao/. Acesso em: 6 dez. 2025.A articulação de diferentes perspectivas ao longo do texto permite inferir um direcionamento argumentativo que buscaB8420597-7B Português
Colocação PronominalCentro Universitário UNICEPLAC · 2026FácilEntre para guardar nos favoritosTinha-me lembrado a definição que José Dias dera deles, “olhos de cigana oblíqua e dissimulada”. Eu não sabia o que era obliqua, mas dissimulada sabia, e queria ver se podiam chamar assim. Capitu deixou-se fitar e examinar. Só me perguntava o que era, se nunca os vira, eu nada achei extraordinário; a cor e a doçura eram minhas conhecidas. A demora da contemplação creio que lhe deu outra ideia do meu intento; imaginou que era um pretexto para mirá-los mais de perto, com os meus olhos longos, constantes, enfiados neles, e a isto atribuo que entrassem a ficar crescidos, crescidos e sombrios, com tal expressão que...Retórica dos namorados, dá-me uma comparação exata e poética para dizer o que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra da dignidade do estilo, o que eles foram e me fizeram. Olhos de ressaca? Vá, de ressaca. É o que me dá ideia daquela feição nova. Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Para não ser arrastado, agarrei-me às outras partes vizinhas, às orelhas, aos braços, aos cabelos espalhados pelos ombros, mas tão depressa buscava as pupilas, a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura, ameaçando envolver-me, puxar-me e tragar-me. Quantos minutos gastamos naquele jogo? Só os relógios do céu terão marcado esse tempo infinito e breve. A eternidade tem as suas pêndulas; nem por não acabar nunca deixa de querer saber a duração das felicidades e dos suplícios.Machado de Assis. Dom Casmurro (fragmento). In: Obras Completas de Machado de Assis, vol. I. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994 (originalmente datado de 1899-1900).Cada uma das alternativas a seguir apresenta uma proposta de reescrita para um trecho extraído do texto. Assinale a alternativa em que a proposta apresentada preserva a correção gramatical do texto, de acordo com a norma-padrão.E2993B5F-64 Português
Orações subordinadas adverbiais: Causal, Comparativa, Consecutiva, Concessiva, Condicional...Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas · 2026FácilEntre para guardar nos favoritosDe acordo com Cegalla (1989, p. 324), oração subordinada pode funcionar para outra oração como “termo e completa-lhe ou amplia-lhe o sentido”. Tomando como base essa ideia, assinale a alternativa em que a relação sintático-semântica estabelecida pela oração subordinada está adequadamente analisada.E2963B46-64 Português
Interpretação de TextosInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas · 2026FácilEntre para guardar nos favoritosObserve o trecho:"Se o Estado não garantir condições mínimas de funcionamento às escolas públicas, dificilmentequalquer política curricular surtirá efeito, pois faltará o suporte material indispensável."Deseja-se reescrever o período preservando o sentido original e mantendo adequadamente as relaçõesdecondição e consequência. Assinale a alternativa correta.C1B29DB3-47 Português
Interpretação de TextosUniversidade Virtual de São Paulo · 2026FácilEntre para guardar nos favoritosCerto dia, o presidente Roosevelt disse-me que estava pedindo sugestões, publicamente, sobre como se deveria chamar esta guerra. Retruquei de pronto: “a Guerra Desnecessária”. Nunca houve guerra mais fácil de impedir do que esta que acaba de destroçar o que restava do mundo após o conflito anterior. A tragédia humana atinge seu clímax no fato de que, após todos os esforços e sacrifícios de centenas de milhões de pessoas, e após as vitórias da Boa Causa, ainda não encontramos Paz ou Segurança e estamos sujeitos a perigos ainda maiores do que aqueles que superamos.(Winston S. Churchill. Memórias da Segunda Guerra Mundial, 2017.)Escrito em 1948 por Winston Churchill, ministro britânico durante a Segunda Guerra Mundial, o excerto mostraC1A34B66-47 Inglês
Interpretação de TextosUniversidade Virtual de São Paulo · 2026FácilEntre para guardar nos favoritosLeia a tirinha do cartunista Brian Crane.

O efeito de humor da tirinha decorre, sobretudo, do fato de as mulheres
C19BF487-47 Inglês
Verbos | VerbsUniversidade Virtual de São Paulo · 2026FácilEntre para guardar nos favoritosAutonomous vehicles — also known as self-driving cars or self-driving vehicles — are vehicles that can navigate and operate safely with little or no human input or intervention. Autonomous vehicles are equipped with autonomous driving systems that use a combination of sensors, computing, and software to safely perceive their environment and execute driving tasks.Autonomous driving offers a range of benefits. One of the most significant advantages is the potential to improve road safety by reducing vehicle collisions, many of which are caused by human error. Autonomous vehicles are designed to follow traffic laws, monitor blind spots, and detect dangers faster than human drivers.Autonomous vehicles also have the potential to deliver freedom of mobility for people who are unable to drive by expanding access to transportation options. They can navigate traffic jams and complex urban environments efficiently, which can help reduce traffic congestion and lower emissions — particularly as the transportation industry moves away from internal combustion engines and toward electric vehicles.(www.nvidia.com. Adaptado.)No trecho do primeiro parágrafo “vehicles that can navigate and operate safely”, o termo sublinhado expressaC1998AD0-47 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUniversidade Virtual de São Paulo · 2026FácilEntre para guardar nos favoritosAutonomous vehicles — also known as self-driving cars or self-driving vehicles — are vehicles that can navigate and operate safely with little or no human input or intervention. Autonomous vehicles are equipped with autonomous driving systems that use a combination of sensors, computing, and software to safely perceive their environment and execute driving tasks.Autonomous driving offers a range of benefits. One of the most significant advantages is the potential to improve road safety by reducing vehicle collisions, many of which are caused by human error. Autonomous vehicles are designed to follow traffic laws, monitor blind spots, and detect dangers faster than human drivers.Autonomous vehicles also have the potential to deliver freedom of mobility for people who are unable to drive by expanding access to transportation options. They can navigate traffic jams and complex urban environments efficiently, which can help reduce traffic congestion and lower emissions — particularly as the transportation industry moves away from internal combustion engines and toward electric vehicles.(www.nvidia.com. Adaptado.)No excerto do primeiro parágrafo “Autonomous vehicles — also known as self-driving cars or self-driving vehicles”, o trecho sublinhado apresentaC196EA5C-47 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUniversidade Virtual de São Paulo · 2026FácilEntre para guardar nos favoritosAutonomous vehicles — also known as self-driving cars or self-driving vehicles — are vehicles that can navigate and operate safely with little or no human input or intervention. Autonomous vehicles are equipped with autonomous driving systems that use a combination of sensors, computing, and software to safely perceive their environment and execute driving tasks.Autonomous driving offers a range of benefits. One of the most significant advantages is the potential to improve road safety by reducing vehicle collisions, many of which are caused by human error. Autonomous vehicles are designed to follow traffic laws, monitor blind spots, and detect dangers faster than human drivers.Autonomous vehicles also have the potential to deliver freedom of mobility for people who are unable to drive by expanding access to transportation options. They can navigate traffic jams and complex urban environments efficiently, which can help reduce traffic congestion and lower emissions — particularly as the transportation industry moves away from internal combustion engines and toward electric vehicles.(www.nvidia.com. Adaptado.)According to the text, autonomous vehiclesC18CED31-47 Português
MorfologiaUniversidade Virtual de São Paulo · 2026FácilEntre para guardar nos favoritosQuando me vieram chamar, nem acreditei:— É Zuzézinho! Está caindo do prédio.E as gentes, em volta, se depressavam para o sucedido. Me juntei às correrias, a pergunta zaranzeando: o homem estava caindo? Aquele gerúndio era um desmando nas graves leis da gravidade: quem cai, já caiu.Enquanto corria, meu coração se constringia. Antevia meu velho amigo estatelado na calçada. [...]Me aproximava do prédio e já me aranhava na multidão. Coisa de inacreditar: olhavam todos para cima. Quando fitei os céus, ainda mais me perturbei: lá estava, pairando como águia real, o Zuzé Neto. O próprio José Antunes Marques Neto, em artes de aero-anjo. Estava caindo? Se sim, vinha mais lento que o planar do planeta pelos céus.(Mia Couto. O fio das missangas, 2004.)O verbo “inacreditar” (5o parágrafo) apresenta um prefixo indicativo de negação, assim como a palavraC185AFFF-47 Português
Interpretação de TextosUniversidade Virtual de São Paulo · 2026FácilEntre para guardar nos favoritosIA permite viajar sem sair do sofáe ainda matar amigos de invejaBasta rolar o feed por alguns minutos. Nas redes sociais, surgem fotos de amigos ou influenciadores em cenários típicos de férias perfeitas: alguém aos pés da Torre Eiffel, em Paris, outro numa praia de águas azuis do Caribe ou de algum paraíso nordestino, sem falar no semblante de encantamento diante do castelo da Disney, nos Estados Unidos da América (EUA). Na era da tecnologia, não é preciso ser nenhum privilegiado para compartilhar frequentemente fotos assim nas redes. Aplicativos de inteligência artificial (IA) fazem sucesso produzindo imagens de pessoas em cenários nos quais elas nunca pisaram, confundindo muita gente.A primeira febre de manipulação de fotos com IA foi a aplicação de filtros no estilo de animação, seguida de retratos de infância recriados em novos cenários. Agora, a onda é compartilhar imagens simulando cenas de turismo, muitas vezes sem qualquer indicação de que foram geradas artificialmente. Os recursos estão em aplicativos que também usam a IA para simular ensaios fotográficos de aniversário nunca comemorados ou fotos em ambiente corporativo (geralmente com aquele figurino de executivo e cara de conteúdo) para compor perfis profissionais nas redes.Para o antropólogo David Nemer, o uso de IA com esse objetivo diz muito mais sobre a cultura digital contemporânea no mundo do que sobre “falsidade”. Ele recorre ao conceito atual de economia da performance, em que a visibilidade digital funciona como capital simbólico. A imagem atrai, mas não é registro: vira status e narrativa pessoal, numa lógica que já existia com filtros e programas de edição de fotos.“O valor não está no que você viveu, mas no que você consegue mostrar”, diz o antropólogo. “E ainda reforça desigualdades, porque quem já tem mais repertório digital, literacia tecnológica e familiaridade com IA consegue manipular melhor essas ferramentas e construir imagens mais ‘críveis’, enquanto outros ficam excluídos ou vulneráveis a julgamentos morais”.(Carolina Nalin. O Globo, 07.12.2025. Adaptado.)No primeiro parágrafo, o termo “feed” está destacado em itálico por se tratar de uma palavraC1835FCB-47 Português
Interpretação de TextosUniversidade Virtual de São Paulo · 2026FácilEntre para guardar nos favoritosIA permite viajar sem sair do sofáe ainda matar amigos de invejaBasta rolar o feed por alguns minutos. Nas redes sociais, surgem fotos de amigos ou influenciadores em cenários típicos de férias perfeitas: alguém aos pés da Torre Eiffel, em Paris, outro numa praia de águas azuis do Caribe ou de algum paraíso nordestino, sem falar no semblante de encantamento diante do castelo da Disney, nos Estados Unidos da América (EUA). Na era da tecnologia, não é preciso ser nenhum privilegiado para compartilhar frequentemente fotos assim nas redes. Aplicativos de inteligência artificial (IA) fazem sucesso produzindo imagens de pessoas em cenários nos quais elas nunca pisaram, confundindo muita gente.A primeira febre de manipulação de fotos com IA foi a aplicação de filtros no estilo de animação, seguida de retratos de infância recriados em novos cenários. Agora, a onda é compartilhar imagens simulando cenas de turismo, muitas vezes sem qualquer indicação de que foram geradas artificialmente. Os recursos estão em aplicativos que também usam a IA para simular ensaios fotográficos de aniversário nunca comemorados ou fotos em ambiente corporativo (geralmente com aquele figurino de executivo e cara de conteúdo) para compor perfis profissionais nas redes.Para o antropólogo David Nemer, o uso de IA com esse objetivo diz muito mais sobre a cultura digital contemporânea no mundo do que sobre “falsidade”. Ele recorre ao conceito atual de economia da performance, em que a visibilidade digital funciona como capital simbólico. A imagem atrai, mas não é registro: vira status e narrativa pessoal, numa lógica que já existia com filtros e programas de edição de fotos.“O valor não está no que você viveu, mas no que você consegue mostrar”, diz o antropólogo. “E ainda reforça desigualdades, porque quem já tem mais repertório digital, literacia tecnológica e familiaridade com IA consegue manipular melhor essas ferramentas e construir imagens mais ‘críveis’, enquanto outros ficam excluídos ou vulneráveis a julgamentos morais”.(Carolina Nalin. O Globo, 07.12.2025. Adaptado.)No título do texto, o verbo “matar” é empregado com sentido1F78B0D6-76 Português
Concordância verbal, Concordância nominalUEA · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto de Dan Ariely, traduzido por Ivo Korytowski, para responder à questão.
O chamado da arte
Em abril de 2011, o programa de rádio This American Life apresentou uma matéria sobre Dan Weiss, um jovem universitário que trabalhava no Centro John F. Kennedy de Artes Cênicas, em Washington. Sua função era cuidar do estoque das lojas de suvenires do centro, onde uma equipe de 300 voluntários bem-intencionados — em sua maioria, aposentados que adoravam teatro e música — vendia as mercadorias aos visitantes.
As lojas de suvenires eram administradas como barracas de limonada. Não havia caixas registradoras, apenas caixas de papel onde os voluntários depositavam o dinheiro e de onde pegavam o troco. As lojinhas eram um ótimo negócio, com mais de 400 mil dólares em vendas de mercadorias anualmente. Mas tinham um grande problema: daquela quantia, uns 150 mil dólares desapareciam a cada ano.
Quando foi promovido a gerente, Dan assumiu a tarefa de capturar o ladrão. Começou a suspeitar de outro jovem funcionário cujo trabalho era levar o dinheiro ao banco. Contratou um detetive para montar uma operação e, numa noite de fevereiro, armaram a cilada. Dan colocou notas marcadas na caixa de papel e partiu. Depois, ele e o detetive se esconderam atrás de umas árvores ali por perto, aguardando pelo suspeito. Quando acabou o expediente e o membro suspeito da equipe foi embora, eles o abordaram e acharam algumas das notas marcadas no seu bolso. Caso encerrado, certo?
Não exatamente, como se constatou depois. O jovem empregado furtou apenas 60 dólares naquela noite, e, mesmo após sua demissão, o dinheiro e as mercadorias continuaram desaparecendo. O próximo passo de Dan foi criar um sistema de estoque com listas de preços e registros de vendas. Ele orientou os aposentados a anotarem o que era vendido e o que recebiam, e os furtos cessaram. O problema não era um único ladrão, mas a multidão de voluntários idosos, bem-intencionados, amantes das artes que se apropriavam dos produtos e do dinheiro que estavam ali de bobeira.
A moral dessa história não é nada edificante. Nas palavras de Dan: “Nós vamos nos apropriar de coisas que não nos pertencem se tivermos uma chance. (...) Muitas pessoas precisam de alguma forma de controle para fazerem a coisa certa.”
(A (honesta) verdade sobre a desonestidade, 2021. Adaptado.)
“Dan assumiu a tarefa de capturar o ladrão” (3o parágrafo)
Ao se transpor a oração centrada no verbo sublinhado para a voz passiva, esse verbo assume a forma: